PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS (PAR) E A FORMAÇÃO DOCENTE: DESAFIOS E IMPLICAÇÕES DA

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1 v PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS (PAR) E A FORMAÇÃO DOCENTE: DESAFIOS E IMPLICAÇÕES DA em redes e instituições de ensino NA REGIÃO do Triângulo Mineiro PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Lázara Cristina da Silva FACED/UFU lazara@ufu.br Holanda Moreira Silva Graduanda Pedagogia Estudante IC FAPEMIG O estudo compõe o universo de uma pesquisa coletiva que se pretende desenvolver pelo grupo de professores pesquisadores da Linha Estado, Política e Gestão do Programa de pós-graduação em educação da Universidade Federal de Uberlândia que tem como objetivo analisar o PAR (Plano de Ações Articuladas) do governo federal, como mecanismo indutor de mudanças na gestão educacional nos sistemas/redes de ensino e nas unidades escolares em Minas Gerais. Esta pesquisa, se soma outra que vem sendo realizada por um grupo nacional denominada Gestão das políticas educacionais no Brasil e seus mecanismos de centralização e descentralização: o desafio do Plano de Ações Articuladas (PAR), sob a coordenação da professora Marília Fonseca e com o apoio do CNPq, desenvolvida com a participação de pesquisadores e estudantes de várias universidades brasileiras: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes); Universidade Estadual de Goiás; (UEG), Universidade Católica Com Bosco (UCDB), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), sob a coordenação da Professora Dra. Marília Fonseca (UnB), com o apoio do CNPq. Pretende-se, portanto, nos municípios lócus do estudo ampliado, identificar as estratégias, os processos e as práticas que permearam sua elaboração; analisar as consequências de sua implantação na organização da rede de ensino e na gestão

2 democrática da escola pública e analisar o impacto do apoio do MEC na construção do regime de colaboração e na qualidade da educação ofertada. O PDE configurou como um como esforço coletivo do governo, desempenhado pelo Ministério da Educação, como atividade estratégica. Definido como um a articulação de um conjunto de ações e programas, com capacidade para abranger todas as modalidades e níveis de ensino público, visando construir uma prática governamental integrada e articulada, sustentada por uma visão sistêmica e de longo prazo da educação. Em 2007, como desdobramento do Decreto 6.094/2007, inseriu-se de forma direta e incisiva para o centro das políticas para educação básica, quatro ações que se tornaram centrais aos atos do governo federal, em sua articulação com os governos municipais, estaduais e do Distrito Federal: O estabelecimento de diretrizes a serem assumidas e trabalhadas por todos aqueles aderissem ao Plano de Metas; a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que tornou-se o indicador para a avaliação da qualidade da educação básica e, principal referência para os processos de proposição, controle e acompanhamento das metas educacionais definidas; o intento de promover a adesão ao Plano de Metas, de natureza voluntária, por parte dos entes da federação, e que essa adesão fosse fruto de uma formulação e apresentação ao MEC do respectivo Plano de Ações Articuladas (PAR); o apoio da União foi estruturado e organizado em torno de quatro eixos de ação: gestão educacional; formação de professores e profissionais de serviços e apoio escolar; recursos pedagógicos; infraestrutura física. Houve adesão dos municípios, dos 26 estados e do Distrito Federal ao Plano de Metas previsto no Decreto 6.094/2007, segundo dados divulgados pelo ministério da educação. 1 Neste contexto, o PAR tornou-se basilar para a articulação da União com os Estados, Municípios e o Distrito Federal, objetivando a realização de convênios e cooperação técnica e financeira junto a esses entes federados, com vistas a alcançar as metas definidas no referido Plano. O PAR passou a funcionar como mecanismo de diagnostico da realidade, por meio do qual, o ente federado define as demandas e ações que comporão seu Plano. Há indicativos de que o PAR e o seu monitoramento vêm delineando novas bases da relação entre os entes federados no campo educacional. Aliado a este contexto das políticas educacionais nacionais relacionadas ao PAR, no segundo mandato do Governo Lula, a Secretaria de Educação Especial do Ministério 1 Dados disponibilizados na página eletrônica do Ministério da Educação. Consultado em 17 de junho de 2010.

3 da Educação - SEESP/MEC 2, diante do um conjunto de temáticas que se constituíam em desafios para a formação dos profissionais da educação, resolveu-se criar uma rede de formação continuada de professores, que conseguisse abranger as universidades públicas e o universo da educação básica. A preocupação central era criar e favorecer as condições básicas para a consolidação e ampliação de práticas pedagógicas capazes de tornar reais as condições de escolarização das pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, no universo de uma educação inclusiva. Mediante esta realidade os processos de formação docente, seja inicial e/ou continuada precisam assumir a responsabilidade de formar profissionais com condições teóricas e práticas condizentes com as demandas de escolarização de todos. Contemplando às especificidades das diferentes formas de deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Para atender a esta configuração de escolarização que foi sendo construída pelas políticas educacionais no país, pós década de 1990, ações direcionadas organização e estruturação de um aparato legal que fundamentasse a construção deste modelo educacional, aliadas a criação e ampliação das condições de financiamento para a gestão da educação publica. A oferta de cursos de formação continuada que iriam compor a Rede de Formação Continuada de Professores em Educação Especial, em um primeiro momento, aconteceu a partir do acolhimento das propostas emitidas pelas universidades que responderam à chamada publica constante no edital 02/2008. No entanto, a seleção dos professores que iriam compor o grupo de participantes dos cursos, aconteceu de maneira a atender as demandas dos municípios das diferentes regiões do país, tendo o PAR, como um dos indicadores das necessidades dos municípios que, naquele período, já havia aderido ao mesmo. No ano seguinte, o PAR foi tido como indicador de demandas para as ofertas de cursos para as universidades que desejassem aderir às atividades da referida rede e como fonte indicativa de cursistas para preencher as vagas disponibilizadas nos cursos ofertados. Posteriormente, em 2009, o PAR foi tomado apenas como indicativo de curso, mas não como fonte receptora, pois esta passou a ser a Plataforma Freire, 2 Atualmente a SEESP se tornou a Diretoria de Políticas Pedagógicas de Educação Especial, ligada a Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC

4 desenvolvida por órgãos do próprio MEC, para realizar a gestão de esses processos de formação inicial e continuada de professores. No entanto, para os próximos anos, há indicativo, da atual Diretoria de Políticas Pedagógicas de Educação Especial, ligada a Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC, de se retornar a utilizar o PAR, como lócus gerador de demandas e fonte de participantes para os cursos para a sua Rede de Formação Continuada de Professores em Educação Especial. A Rede de Formação Continuada de Professores em Educação especial tem prestado um grande serviço na área, considerando que, ao final do ano de 2010, havia a previsão de que a rede teria formado mais de vinte dois mil professores. Este estudo tem como objetivo geral: Refletir sobre as políticas e os procedimentos de formação continuada de professores para atuar nos processos de escolarização de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, no contexto de ascensão e consolidação da educação inclusiva na realidade da região do Triângulo Mineiro, regularizadas pelo Plano de Ações Articuladas (PAR) do Governo Federal, no período de Objetivos Específicos pretende-se nos municípios lócus do estudo, no período de : Compreender os sentidos atribuídos às ações desencadeadas pela Rede de Formação Continuada de professores em Educação Especial da SECADI articuladas com o PAR, acerca dos processos de escolarização das pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação; Identificar e analisar as ações relacionadas no PAR e contempladas pela rede de formação continuada de professores em educação especial da SECADI/MEC; Identificar e analisar nas demandas e descrições apontadas no PAR, as compreensões a cerca dos conceitos de educação inclusiva e de educação especial; Identificar e analisar o percentual de atendimento das questões da educação inclusiva em suas políticas de educação básica; Identificar e analisar as políticas e ações desencadeadas para atender ao movimento de estruturação, organização e desenvolvimento do Atendimento Educacional Especializado presentes no PAR. È um estudo de natureza qualitativo envolvendo as cidades de Uberlândia, Ituiutaba, Monte Alegre de Minas e Indianópolis. Este é o desafio que pretendemos assumir com este estudo. Demarcamos que sua relevância encontra-se justamente no fato de procurar compreender os sentidos que a formação continuada de professores para a escolarização das pessoas com deficiência,

5 transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação relacionadas com as ações do PAR nos municípios em estudo tem assumido na atualidade. Pretendese contribuir com as reflexões sobre os papéis desempenhados pela Rede de Formação Continuada de Professores em Educação Especial da SECADI, através do mapeamento de resultados e concepções existentes no interior das ações desenvolvidas na referida rede articuladas com as ações do PAR nos municípios lócus do estudo na Região do Triangulo Mineiro. Outro fator de alta relevância está articulação e produção de reflexões coletivas dos resultados e dificuldades vivenciadas pelas instituições públicas envolvidas no processo, no sentido de respaldar a tomada de decisões das mesmas para os anos seguintes. V - BIBLIOGRAFIA BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Diário Oficial da União, 23 de dezembro de BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. DECRETO Nº 6.571, de 17 de setembro de DOU de BRASIL,SESSP. PORTARIA No - 3, DE 22 ABRIL DE 2009 BRASIL. Congresso Nacional. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Diário Oficial da União, 05 de outubro de BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de Disponível em BRASIL. Decreto 6.094, de 24 de abril de Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica. Disponível em Brasil. Disponível em e-a-ascensao-de-classes-no-brasil.jhtm. Acesso em 25/04/2011. Brasil. Lei No , de 20 de junho de Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação BRASIL. Lei No , de 11 de julho de Modifica as competências e a estrutura organizacional da fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de BRASIL. Lei No , de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em Acesso em 25/04/2011.

6 BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. O Plano de Desenvolvimento da Educação: razões, princípios e programas. Disponível em: Acesso em 25/04/2011. Brasileira de Política e Administração. V.13.N 1. p Porto Alegre: AMPAE, COUTO, Cláudio Gonçalves. Análise: O governo Lula e a ascensão de classes no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO SEÇÃO 1. Nº 76, quinta-feira, 23 de abril de DINIZ, E. Globalização, reformas econômicas e elites empresariais. 2. ed. Rio de DOURADO, Luiz Fernandes: PARO, Vítor Henrique ( orgs). Políticas Públicas à educação Básica. São Paulo: Xamã, FERREIRA, Eliza Bartolossi. Políticas educativas no Brasil em tempo de crise. In.: FERREIRA, Eliza Bartolossi e ANDRADE, Dalila Oliveira (orgs.). Crise da Escola e políticas educativas. Belo Horizonte : Autêntica, Cap. 11, p

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