Médiuns de efeitos físicos
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- João Guilherme Pinhal Gonçalves
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1 Médiuns de efeitos físicos
2 As manifestações físicas têm por fim chamar-nos a atenção para alguma coisa e convencer-nos da presença de uma força superior ao homem. (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. V, item 85)
3 Antecedentes da Doutrina Espírita
4 Raps Local: Hydesville, EUA Envolvidos: Família Fox Hydesville era um pequeno povoado típico do Estado de New York e, quando da ocorrência desses fenômenos, contava com um pequeno número de casas de madeira, do tipo mais simples. Numa dessas cabanas habitava a família de John D. Fox, de religião metodista, composta dos pais e vários filhos; dentre outros Margareth, de quatorze anos, Kate de onze anos, além de Leah, que residia noutra cidade. ==>
5 A família Fox passou a morar nessa casa no dia 11 de dezembro de Algum tempo após essa mudança, seus ocupantes começaram a ouvir arranhões, ruídos insólitos e pancadas, vibradas no forro da sala, no assoalho, nas paredes e nos móveis, os quais passaram a constituir verdadeira preocupação para aquela humilde família. ==>
6 O dia 31 de março de 1848 é considerado o marco inicial do Espiritismo. Em Hydesville, Estado de New York, Estados Unidos da Amé rica, houve um caso de poltergeist na casa da família Fox, culminando com um diálogo por meio de pancadas entre a filha mais nova, Kate e uma inteligência que se dizia o Espírito de um caixeiro-viajante assassinado pe los antigos moradores da casa. (ARTHUR CONAN DOYLE, História do Espiritismo Está resumido)
7 POLTERGEIST. (Do alemão. Espírito batedor, duende, trasgo, gnomo). Fenômenos ruidosos de efeitos físicos provocados por espíritos de ordem inferior, galhofeiros, brincalhões ou a serviço de obsessores. Esses espíritos podem perfeitamente ser comandados para uma boa causa e os espíritos superiores frequentemente o fazem. Os homens que dominam certas forças, ditas mediúnicas, são capazes de ter influência sobre eles. (L. PALHANO JR. Dicionário de Filosofia Espírita) (poltern (ruído), e geist (espírito) (WIKIPÉDIA)
8 O efeito mais simples, e um dos primeiros que foram observados, consiste no movimento circular im presso a uma mesa. Este efeito igualmente se produz com qualquer outro objeto, mas sendo a mesa o móvel com que, pela sua comodidade, mais se tem procedido a tais experiências, a designação de mesas girantes prevaleceu para indicar esta espécie de fenômenos. [ ].
9 Durante algum tempo esse fenômeno entreteve a curiosidade dos salões. Depois, aborreceram-se dele e passaram a cultivar outras distrações, porquanto apenas o consideravam como simples distração. [ ]. (KARDEC, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. II, item 60)
10 Em 1854 Através de um amigo chamado Fortier, o professor Denisard ouve falar, pela primeira vez, sobre os fenômenos das me sas girantes. (HENRI SAUSSE, O que é o Espiritismo) Em 1855 Em maio, Rivail testemunha fenômenos espíritas, como as mesas girantes, e começa a estudar com metodologia científica seus contatos com os Espíritos. (SEBAS- TIÃO AGUIAR, Personagens que marcaram época: Allan Kardec Biblioteca Época)
11 Quatro sinótico das diferentes espécies de médiuns Podem dividir-se os médiuns em duas grandes categorias: Médiuns de efeitos físicos, os que têm o poder de provocar efeitos materiais, ou manifestações ostensivas. Médiuns de efeitos intelectuais, os que são mais aptos a receber e a transmitir comu nicações inteligentes. ==>
12 Todas as outras espécies se prendem mais ou menos diretamente a uma ou outra dessas duas categorias; algumas participam de ambas. Se analisarmos os diferentes fenômenos produzidos sob a influência mediúnica, veremos que, em todos, há um efeito físico e que aos efeitos físicos se alia quase sempre um efeito inteligente. Difícil é muitas vezes determinar o limite entre os dois, mas isso nenhuma consequência apresenta. Sob a denominação de médiuns de efeitos intelectuais abrangemos os que podem, mais particularmente, servir de intermediários para as comunicações regulares e fluentes. (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XVI, item 187)
13 Médiuns de efeitos físicos 160. Os médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, ruídos etc. Podem dividir-se em médiuns facultativos e médiuns involuntários.
14 Os médiuns facultativos são os que têm cons ciência do seu poder e que produzem fenômenos espíritas por ato da própria vontade [ ]. Os médiuns involuntários ou naturais são aqueles cuja influência se exerce a seu mau grado. Nenhuma consciência têm do poder que possuem e, muitas vezes, o que de anormal se passa em torno deles não se lhes afigura de modo algum extraordinário. [ ]. Manifestam-se em todas as idades e, frequentemente, em crianças ainda muito novas. (KAR- DEC, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. XIV, itens 160 e 161)
15 Na apostila Estudo e Prática da Mediunidade, publicação da FEB, temos esta classificação da mediunidade de efeitos físicos: 1. Ruídos, barulhos, pancadas e sinais 2. Do arremesso de objetos ao poltergeist 3. Lugares assombrados e as assombrações 4. Fenômenos de transporte de objetos 5. Escrita direta e voz direta 6. Materialização de Espíritos (FEB, Estudo e Prática da Mediunidade Programa I, p )
16 A transcomunicação instrumental é um recurso que permite a comunicação entre encarnados e desencarnados por meio de aparelhos eletrônicos. (Èrica Silveira) Seria um fenômeno de efeitos físicos?
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19 Força psíquica (ectoplasma)
20 Léon Denis ( ), considerado um dos principais continuadores do Espiritismo após a morte de Kardec, explica-nos: O perispírito é um foco de ener gias. [ ] Nele tem sua sede a força psíquica indispensável à produção dos fenômenos espíritas. (LÉON DENIS, No Invisível, p. 49)
21 Quando um Espírito se manifesta no meio humano, só o pode fazer com o auxílio de uma força haurida nos médiuns e nos assistentes. Essa força é gerada pelo corpo fluídico. [ ]. Os médiuns de efeitos físicos exteriorizam essa força em grande abundância; todos nós, porém, a possuímos em diversos graus. Mediante essa força é que se produz a suspensão de mesas ao ar, a mudança de objetos, sem contacto, de um lugar para outro, o fenômeno dos transportes, a escrita direta em ardósia, etc. É constante a sua ação em todas as manifestações espíritas. (LÉON DENIS, No Invisível, p. 176)
22 Em 1922, Charles Richet apresentou à Academia de Ciências o "Tratado de Metapsíquica".
23 É provável que em certas condições se desprendam do médium forças quase materiais ou mesmo completamente materiais, podendo produzir efeitos mecânicos manifestos. Assim, por exemplo, com Eusápia observávamos, comumente, prolongamentos que saíam de seu corpo, prolongamentos que eu denominei ectoplasmas, que são como pedaços de membros informes, dando às vezes o vago esboço de mão. (CHARLES RICHET, A Grande Esperança, p. 140) Eusápia Palladino ( ) Foi a primeira médium de efeitos físicos a ser submetida a experiências pelos cientistas da época, tais como Alexandre Aksakof, César Lombroso, Charles Richet, Enrico Morselli, Pierre Curie e outros. (WIKIPÉDIA)
24 O ectoplasma, isto é, a projeção de uma força para além do corpo do médium, tem, pois, uma primeira fase de invisibilidade, uma segunda fase, durante a qual ele aparece como um vapor ou um fio fluídico que é quando começa a ser visível, uma terceira fase durante na qual ele é tangível, visível, algumas vezes claramente, mas a maior parte das vezes informe. Veremos [ ] que essa forma pode tomar as aparências e quase a realidade de um ser vivo (quarta fase). (CHARLES RICHET, A Grande Esperança, p. 144)
25 Cap. 28 Efeitos Físicos Correspondendo à atuação magnética dos mentores responsáveis, desdobrou-se o médium, afastando-se do veículo físico, de modo tão perfeito que o ato em si mais se me afigurava a própria desencarnação, porque o corpo jazia no leito, como se fora um casulo de carne, largado e inerte. ==>
26 O veículo físico, assim prostrado, sob o domínio dos técnicos do nosso plano, começou a expelir o ectoplasma, qual pasta flexível, à maneira de uma geleia viscosa e semilíquida, através de todos os poros e, com mais abundância, pelos orifícios naturais, particularmente da boca, das narinas e dos ouvidos, com elevada percentagem a exteriorizar-se igualmente do tórax e das extremidades dos dedos. [ ]. (CHICO XAVIER, Nos Domínios da Mediunidade, p. 262)
27 [ ] A materialização de criaturas e objetos de nosso plano, para ser mais perfeita, exige mais segura desmaterialização do médium e dos companheiros encarnados que o assistem, porque, por mais nos consagremos aos trabalhos dessa ordem, estamos subordinados à cooperação dos amigos terrestres, assim como a água, por mais pura, permanece submetida às qualidades felizes ou infelizes do canal por onde se escoa. (CHICO XAVIER, Nos Domínios da Mediunidade, p )
28 Em todos os tempos foi reconhecido pelo Espiritismo que o fenômeno de materialização se produz a expensas do corpo do médium, que fornece os elementos necessários, isto é, que um certo grau de desmaterialização do médium corresponde ao começo inevitável do fenômeno de materialização do Espírito. [ ]. (ALEXANDRE AKSAKOF, Um caso de desmaterialização, p. 23)
29 Aí temos o material leve e plástico de que necessitamos para a materialização. Podemos dividi-lo em três elementos essenciais, em nossas rápidas noções de serviço, a saber fluidos A, representando as forças superiores e sutis de nossa esfera, fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem, e fluidos C, cons tituindo energias tomadas à Natureza terrestre. ]=>
30 Os fluidos A podem ser os mais puros e os fluidos C podem ser os mais dóceis; no entanto, os fluidos B, nascidos da atuação dos companheiros encarnados e, muito notadamente, do médium, são capazes de estragar-nos os mais nobres projetos. (CHICO XAVIER, Nos Domínios da Mediunidade, p. 265)
31 O ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispirítica, assim como um produto de emanações da alma pelo filtro do corpo, e é recurso peculiar não somente ao homem, mas a todas as formas da Natureza. Em certas organizações fisiológicas especiais da raça humana, comparece em maiores proporções e em relativa madureza para a manifestação necessária aos efeitos físicos que analisamos. É um elemento amorfo, mas de grande potência e vitalidade. [ ]. (CHICO XAVIER, Nos Domínios da Mediunidade, p. 271)
32 Exteriorização do ectoplasma
33 MÉDIUM: EINER NIELSEN DANISH DATA: 4 de setembro de LOCAL: Oslo, Noruega.
34 MÉDIUM: EINER NIELSEN DANISH DATA: 4 de setembro de LOCAL: Oslo, Noruega.
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38 Materialização
39 A materialização é termo empregado para designar corporificação não só de seres humanos assim como de objetos, de plantas, de flores, de animais etc. Trata-se de um fenômeno complexo e observável sob diferentes pontos de vista, a respeito do qual ainda não se pode inferir uma categórica enunciação. A materialização só pode se processar através da emissão do ectoplasma cujo ponto cul minante resulta na sua consistência. [ ] quando emitido, logo de início, apresenta-se com uma aparência amorfa, ora sólida, ora vaporosa. [ ]. (DAVILSON SILVA, Diferença entre ectoplasmia e materialização de Espíritos, internet)
40 Materialização: Nome dado aos fenômenos que se traduzem pela tangibilidade de corpos perispirituais ou objetos não ligados nem pertencentes ao plano material. Este fenômeno pode ser: ==>
41 a) Parcial Os espíritos materializam apenas parte dos seus perispíritos, como dedos, mãos, braços, rostos, aparelho fonador (garganta ectoplasmática), ou apenas a superfície corporal, para atender a um fim específico, como escrever, falar, deixar-se tocar; b) Total Os espíritos materializam-se completamente, podendo-se medir a sua solidez, batidas cardíacas, pulso e peso corporal. (L. PALHANO JR. Eusapia, a 'feiticeira', p )
42 O festim de Baltazar [rei] De repente, apareceram dedos de mão humana que se puseram a escrever, por detrás do lampadário, sobre o estuque da parede do palácio real, o rei viu a palma da mão que escrevia. (Daniel 5,5)
43 Médium: Florence Cook Data: 1874 Pesquisador: William Crookes
44 Médiuns: Eva Carrière e Maria M. Pesquisador: Ernesto Bozzano Data: 1921; 1929 Tipo: Materialização em miniatura
45 Médium: Maria M. Pesquisador: Ernesto Bozzano Data: Tipo: Materialização em miniatura
46 Médium: Francisco Peixoto Lins (Peixotinho) Local: Pedro Leopoldo MG Data: 1953 Tipo: Materialização
47 Médium: Francisco Peixoto Lins (Peixotinho) Local: Pedro Leopoldo MG Data: 1953 Tipo: Materialização
48 Uma materialização passo a passo Médium: Ethel-Post Parrish Data: 08 de agosto de Local: Camp Silver Belle, Epharata, Pennsylvania Fotos infra-vermelho: Jack Edwards
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56 [ ] O móvel foi, bem depressa, suspenso a trinta ou quarenta centímetros do assoalho, enquanto nós dois estávamos de pé. No momento da produção do fenômeno, a médium, colocando uma de suas mãos sobre uma das minhas, apertou-a energicamente, e a outra mão de cada um de nós ficou próxima uma da outra. [ ]. Constatamos imediatamente que [ ] a médium sofre uma fadiga nervosa e muscular, e seu peso aumenta em proporção ao do objeto levantado (mas não em proporção exata). (CAMILLE FLAMMARION, As forças naturais desconhecidas, p. 25)
57 E há, repetimos, por outro lado, um gasto tão grande de força nervosa e muscular, que um médium extraordinário, como Eusapia, não pode obter quase nada seis, doze, e até mesmo vinte e quatro horas após uma sessão na qual ela gastou tão fortemente sua energia. (CAMILLE FLAMMARION, As forças naturais desconhecidas, p. 26)
58 [ ] os fenômenos reais esgotam consideravelmente a médium e apenas se realizam a preço de um enorme gasto de força vital. Com frequência, no dia seguinte, ela está doente e, algumas vezes, até no outro dia, sendo incapaz de ingerir alguma alimentação sem vômitos imediatos. [ ]. (CAMILLE FLAMMA- RION, As forças naturais desconhecidas, p. 213)
59 Ectoplasma: sua sensibilidade à luz e aos pensamentos dos expectadores
60 A obscuridade necessária à produção de cer tos efeitos físicos, presta-se, sem dúvida, à suspeita, mas nada prova contra a realidade deles. Sabemos que em Química algumas combinações não podem ser operadas à luz; que muitas composições e decomposições se produzem sob a ação do fluido luminoso; ora, todos os fenômenos espíritas são resultantes de uma combinação dos fluidos próprios do Espírito com os do médium; desde que esses fluidos são matéria, não admira que, em certas circunstâncias, essa combinação seja con trariada pela presença da luz. (KARDEC, O que é o Espiritismo, p. 172)
61 [ ] a mistura de certos fluidos, como em química a de certos gases, não pode suportar o brilho da luz. Eis porque certos fenômenos espontâneos ocorrem mais frequentemente à noite do que de dia. (KARDEC, Revista Espírita 1868, p. 30)
62 Primeiro que tudo devo retificar um ou dois erros [ ] Um, o de ser a escuridão essencial à produção dos fenômenos. Isso não é exato. Exceto alguns casos nos quais a escuridão tem sido uma condição indispensável, como, por exemplo, nos fenômenos de aparições luminosas e em alguns outros, tudo o que narro produziu-se à luz. [ ]. Eu disse que a escuridão não é essencial. Entretanto, é fato bem conhecido que, quando a força é fraca, a luz muito viva exerce uma ação que contraria alguns fenômenos. (WILLIAM CROOKES, Fatos Espíritas, p )
63 A sessão teve início em quarto iluminado por pequena lâmpada elétrica, suspensa ao teto. Passados alguns minutos, ouviu-se uma voz direta partindo do ângulo menos iluminado do quarto, dizendo: A luz está muito forte. Era a voz de Cedric [Espírito]. Swaffer [jornalista] levantou-se e atirou à lâmpada, colocada um tanto alto, dois lenços que, depois de algumas tentativas, nela se prenderam, envolvendo-a, o que de muito diminuiu a intensidade da luz. (ERNESTO BOZZANO, Metapsíquica humana, p. 97)
64 [ ] os efeitos que se produzem nos lugares de reunião. Uma assembleia é um foco de irradiação de pensamentos diversos. [ ] Resulta daí uma multiplicidade de correntes e de eflúvios fluídicos cuja impressão cada um recebe pelo sentido espiritual, [ ]. Mas, do mesmo modo que há radiações sono ras, harmoniosas ou dissonantes, também há pensamentos harmônicos ou discordantes. Se o conjunto é harmonioso, agradável é a impressão; penosa, se aquele é discordante. Ora, para isso, não se faz mister que o pensa mento se exteriorize por palavras; quer ele se externe, quer não, a irradiação existe sem pre. (KARDEC, A Gênese, p )
65 [ ] Ela me confessou, todavia, que o que mais havia paralisado suas faculdades, fora o espírito cético e sarcástico de um dos dois incrédulos, de quem eu conhecia o ceticismo absoluto, que, contudo, não se manifestara de nenhum modo, mas que Eusapia havia adi vinhado imediatamente. O estado de espírito dos espectadores, simpá tico ou antipático, age sobre a produção dos fenômenos. Este é um fato incontestável de observação. (CAMILLE FLAMMARION, As forças naturais desconhecidas, p. 26)
66 [ ] A própria Física Quântica demonstra que a simples observação de um fenômeno é suficiente para modificá-lo porque o elétron comporta-se como se possuísse uma miniconsciência, obediente a uma superior que é a do espectador. [ ]. (WILSON CZERSKI, Destino: determinismo ou livre-arbítrio?, p. 163)
67 [ ] Ο acto de observação transforma instan taneamente uma probabilidade numa realidade por colapso da função de onda. Roger Penrose chama a isto a resolução de possibilidades múltiplas numa redução objectiva de estado definitivo. Assim, ao que parece, não é possível fazer qualquer observação sem mudar fundamentalmente o sujeito observado; resta apenas a subjectividade. (PIM VAM LOMME in: DOMINGOS; DIAS; LOUÇÃO, Relatos verídicos. Experiências de quase-morte, 2011, p. 223)
68 [ ] quando os fenômenos de certa importância se aprestavam ou estavam em vias de realização, as personalidades medianímicas exortavam a que se não fixasse demasiado a vista sobre os mesmos, isto devido ao poder desintegrante que o olhar humano e a atenção concentrada exercem sobre as forças exteriorizadas. Assim, enquanto a mão materializada e iluminada escrevia na presença de Livermore, este era convidado 'a não olhar com demasiada insistência o fenômeno, mas com pequenos intervalos, a fim de não perturbar, pela fixidez do olhar, a força em a- ção'. (ERNESTO BOZZANO, Metapsíquica Humana, p. 169)
69 Referências bibliográficas. AGUIAR, S. Personagens que marcaram época: Allan Kardec. (Biblioteca Época) São Paulo: Globo, AKASAKOF, A. Um Caso de Desmaterialização. Rio de Janeiro: FEB, BOZZANO, E. Metapsíquica humana. Rio de Janeiro; FEB, CROOKES, W. Fatos Espíritas. Rio de Janeiro: FEB, CZERSKI, W. Destino: determinismo ou livre-arbítrio? Capivari, SP: EME, 2012 DENIS, L. No Invisível. Rio de Janeiro: FEB, DOYLE, A. C. História do Espiritismo. São Paulo: Pensamento, DOMINGOS, M.; DIAS, P. C; LOUCÃO, P. Relatos verídicos. Experiências de quase-morte. Lisboa, Portugal: Ésquilo, FEB. Estudo e Prática da Mediunidade Programa I. Rio de Janeiro: FEB, 2010 GUIBIER, P. e BOZZANO, E. Materializações de espíritos. Rio de Janeiro: Editora Eco, KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB, KARDEC, A. O que é o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, KARDEC, A. Revista Espírita Araras, SP: IDE, 1993a. PALHANO JR, L. Dicionário de Filosofia Espírita. Rio de Janeiro: Celd, 2004.
70 RANIERI, R. A. Materializações luminosas. São Paulo : FEESP, RICHET, C. A Grande Esperança. São Paulo: Lake, RODRIGUES, W. L. Katie King. Matão, SP: O Clarim, SAUSSE, H. Biografia de Allan Kardec, in: KARDEC, O que é o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, XAVIER, F. C. Nos Domínios da Mediunidade. Rio de Janeiro: FEB, OLIVEIRA, C. A. K. Mofra Movimento da Fraternidade: SILVA, D. Diferença entre ectoplasmia e materialização de Espíritos, disponível em: Imagens: Capa: Festim de Baltazar: Hydesville: Irmãs Fox; %20Fox/TheHistoryOfSpiritualism1-05.jpg Mesas girantes: nantes_1853.jpg/300px-tables_tournantes_1853.jpg
71 Transcomunicação: Transimagens: Léon Denis: %C3%A9on-Denis.jpg Linha do tempo espiritismo, metapsíquica e parapsicologia: 9FYkRjevI/s320/linha+do+tempo.jpg Fluidos ectoplamia: fenmenos-de-efeitos-fsicos Exteriorização ectoplasma: nielsen-danish-medium-producing-ectoplasm-at-oslo_a-g jpg?w=670&h=894 Florence Cook: RODRIGUES, Katie King, p. 30 e 56. Eva Carrière: GIBIER e BOZZANO, Materializações de espíritos, p. 112 e 127. Maria M.: GIBIER e BOZZANO, Materializações de espíritos, p.135. Peixotinho: RANIERI, Materializações luminosas, p. 213 e 221. Ethel-Post Parrish:
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