Roteamento Estático (2 ( )
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- Jonathan Belo Barreiro
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1 Roteamento Estático (2)
2 Rotas Alternativas Alternative Routes
3 Rotas Alternativas (cont.) Suponha que: Um novo novo link seja adicionado entre Pooh e Eeyore; Por uma decisão administrativa, todos os pacotes para redes tomarão este novo caminho, com exceção dos pacotes destinados ao host ; Pacotes para este host deverão ser roteados via Tiger devido a uma política restritiva qualquer.
4 Rotas Alternativas (cont.) Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route
5 Rotas Alternativas (cont.) Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route Pooh(config)# ip route
6 Outro Exemplo /23 Destino Gateway Máscara Custo /23 1 Guaçui Direto Vitória / Direto Direto / / / Linhares CBM / /23
7 Rota Estática Flutuante Floating Static Route É uma rota registrada na tabela de rotas para ser usada apenas em circunstâncias especiais, de falha na rota preferida. No exemplo da Fig. 3.8: um novo roteador (Rabbit) foi conectado a Piglet através da interface serial 0. Uma nova conexão foi adicionada através da interface serial 1. Esta conexão é redundante: apenas se o link primário falhar o tráfego será direcionado para o link
8 Rota Estática Flutuante (cont.)
9 Rota Estática Flutuante (cont.) Adicionalmente, a máscara na interface Ethernet de Piglet foi alterada de /16 para /24. Esta alteração permite se definir uma única entrada em Tigger apontando não apenas para mas também para todas as novas subredes usadas em associação com o novo roteador. Tigger(config)#ip route
10 Rota Estática Flutuante (cont.) Em Piglet: Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Em Rabbit: Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route
11 Rota Estática Flutuante (cont.)
12 Rota Estática Flutuante (cont.) A diferenciação entre os dois caminhos para o mesmo destino é feita através da definição de uma distância administrativa do enlace. A distância administrativa é uma medida de preferência quando caminhos duplicados existem para a mesma rede. Observe que, se existissem rotas diferentes para uma mesma rede, o caminho a ser tomado pelo tráfego seria definido pela métrica (não confundir os conceitos).
13 Rota Estática Flutuante (cont.) Rotas estáticas apontando para um endereço de next-hop têm uma distância administrativa de 1. Rotas estáticas referenciando uma interface de saída têm uma distância administrativa de 0. Assim, se duas rotas estáticas apontam para o mesmo destino, mas uma referencia um endereço de next-hop e a outra uma interface de saída, esta última será a preferida.
14 Rota Estática Flutuante (cont.) Nenhuma métrica é associada com rotas estáticas (por isso nos exemplos temos sempre [1/0] ou [50/0]). [x/y] = [distância administrativa/métrica]. As distâncias administrativas de todos os protocolos de roteamento dinâmico são substancialmente maiores do que 1. Portanto, por default, uma rota estática para uma rede terá sempre a preferência sobre uma rota descoberta dinamicamente para a mesma rede.
15 Distância Administrativa Métrica: medida de preferência por uma rota. Distância Distância administrativa: medida de preferência pela maneira pela qual a rota foi descoberta.
16 Outro Exemplo /23 Destino Gateway Máscara Custo /23 1 Guaçui Direto Vitória / Direto Direto / / / Linhares CBM / /23
17 Balanceamento de Carga Load Sharing Permite aos roteadores tirarem vantagem do fato de terem múltiplos caminhos para um mesmo destino, enviando pacotes sobre todas as rotas disponíveis. load sharing = load balancing O compartilhamento pode feito com custos iguais ou diferentes, onde o termo custo refere-se à métrica associada (se houver) à rota.
18 Balanceamento de Carga (cont.) Custo igual: o tráfego é distribuído igualmente entre todas as rotas de métricas iguais. Custo diferente: distribui os pacotes dentre os múltiplos caminhos de diferentes métricas. A distribuição do tráfego é inversamente proporcional ao custo. Alguns protocolos de roteamento suportam os dois tipos, enquanto outros suportam apenas o de custo igual. Rotas estáticas, que não possuem métrica, suportam apenas o de igual custo.
19 Balanceamento de Carga (cont.) Em Piglet: Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Piglet(config)# ip route Em Rabbit: Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route Rabbit(config)# ip route [Referência: Figura 3.7]
20 Balanceamento de Carga (cont.)
21 Outro Exemplo /23 Destino Gateway Máscara Custo /23 1 Guaçui Direto Vitória / Direto Direto / / / Linhares CBM / /
22 Balanceamento de Carga Por Destino O balanceamento de carga per destination distribui a carga de acordo com o endereço destino. Neste tipo de balanceamento, dados dois caminhos para uma mesma rede: todos os pacotes para um destino na mesma rede seguem pelo primeiro caminho; todos os pacotes para um segundo destino na mesma rede seguem pelo segundo caminho; todos os pacotes para um terceiro destino na mesma rede seguem pelo primeiro caminho, e assim por diante. Este tipo de balanceamento ocorre em roteadores Cisco operando em fast switching, que é modo default de switching dos roteadores Cisco.
23 Balanceamento de Carga Por Pacote No balanceamento de carga per packet : um pacote para um certo destino é enviado por um link, o próximo pacote para o mesmo destino é enviado pelo outro link e assim por diante, resultando em caminhos de iguais custos. Se os caminhos possuírem custos diferentes, o balanceamento pode ser feito, por exemplo, na proporção de um pacote pelo link de maior custo para cada três pacotes enviados sobre o link de menor custo, dependendo da razão entre os custos. Roteadores Cisco executam balanceamento por pacote quando operando em process switching. Para habilitar o process switching em uma interface usa-se o comando no ip route-cache.
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