PIBID: uma proposta de ensino do gênero textual discursivo
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- Nathan Santarém Sousa
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1 PIBID: uma proposta de ensino do gênero textual discursivo Oneida M. Moreira* (IC), Carolina Melo (PQ/UEG), Tereza C. da S. e Souza (FM) [email protected] *Bolsista PIBID/UEG, Pesquisadora/Professora UEG/Coordenadora do PIBID Resumo: O presente trabalho aborda os gêneros textuais discursivos de modo mais específico, em relação às tendências de abordagem desses gêneros em sala de aula, enfatizando a necessidade dos educadores de levarem esses gêneros para as salas de aulas, onde este irá desenvolver no educando as competências sociocomunicativas, levando o à interação verbal através do gênero discursivo, sem a qual seria impossível a comunicação humana. Esse trabalho encontra se fundamentado nas teorias de Marchuschi (2008), Schneuwly e Dolz (2004), Bakhtin (2000), Silveira (2005), entre outros. Enfim, o subprojeto PIBID Letras Quirinópolis objetiva à contribuição com a leitura e com a escrita para a formação crítica e cultural do cidadão. Em razão disso, elaborou uma sequência didática que podem ser adotadas pelos professores ao trabalharem com gêneros discursivos, integrando também outros gêneros, os quais o aluno também desenvolverá a escrita e a leitura, porque a sociedade atual espera e exige a formação de cidadãos que sejam capazes, por meio da leitura e da escrita, de agir e interagir de forma consciente e crítica no mundo, como evidencia os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais). Palavras chave: Ensino. Gêneros textuais discursivos. Práticas Sociais. Introdução Atualmente espera se que o cidadão adquira os conhecimentos necessários para conviver na comunidade e, por meio da leitura e escrita seja capaz de interagir e interferir no mundo de forma consciente e crítica uma vez que os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) orientam o currículo de língua portuguesa nessa direção. Cabe à escola desenvolver essas competências. Sabemos que a língua deve ser compreendida como processo social e jamais considerada como estática e homogênea. Sob essa perspectiva, o trabalho com os gêneros discursivos nos proporciona uma visão ampla do uso da linguagem como prática social, estabelecendo uma relação sociocomunicativa, construindo os propósitos
2 interacionais dos falantes. Dentre outros fatores, o projeto PIBID visa desenvolver essas habilidades essenciais para a formação do cidadão considerando os conceitos de Bakhtin (2000) e Marcuschi (2003, 2005) como fundamentação para as práticas sociais, as quais envolvem a interação humana. Partindo desse pressuposto, o ensinar sobre os gêneros e suas características pode até ser uma tarefa fácil, porém, ensinar o uso social e a função de cada gênero pode ser uma tarefa inútil, caso não se promova condições reais de utilização de tal gênero nas relações interpessoais entre alunos e professores, isso considerando que a escola tem uma função social e é dela a tarefa de formar cidadãos críticos e escolher por meio de quê se dará essa formação. No que se refere aos gêneros textuais escritos orais, há os mais simples e outros considerados mais complexos. Há no mínimo um gênero em toda circunstância social. O gênero telenovela, por exemplo, faz parte do cotidiano até mesmo de quem não é um telespectador assíduo, pois essa pessoa conhece tal gênero. Mas se a escola não levar a crônica, a resenha, a reportagem, o editorial para os seus alunos (assim como outros gêneros) e trabalhar cada um deles, esse conhecimento não se dará por outros meios. Não que se trata de pontuar quais são os gêneros que a escola deve adotar em seu currículo de língua portuguesa, mas como pode ser essa abordagem do gênero, em razão de que ele perpassa as demais disciplinas e se concretiza na vida de cada indivíduo, considerando principalmente o gênero discursivo. Atualmente, há vários estudos, pesquisas, que vêm contribuindo para ampliar e consolidar o trabalho didático com gêneros textuais e discursivos em sala de aula. Um dos autores presentes nesse contexto, Marcuschi (2008, p. 155) assim, manifesta se sobre o assunto: Os gêneros são formas textuais escritas ou orais bastante estáveis, histórica, e socialmente situadas. Exemplos: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instruções de uso, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, conversação espontânea, conferência, carta eletrônica, bate papo por computador, aulas virtuais e assim por diante.
3 Priorizando a comunicação e a interação entre sujeitos, tanto quanto a leitura e a escrita, o professor, juntamente com a escola, possibilitará ao educando o desenvolvimento das competências comunicativas, já que os textos surgem das atividades humanas em seus diversos contextos e são constituídos por diversificadas linguagens e formações discursivas, tanto na modalidade oral quanto na modalidade escrita. Quando se fala em oralidade, imediatamente pensa se na linguagem popular. Contudo, os gêneros orais são textos que se apresentam tanto na modalidade popular da língua quanto na modalidade culta. E a escola deve trabalhar bem esses gêneros orais, mesmo que eles sejam pouco excluídos se comparados aos gêneros escritos, como se constata a seguir. Embora a linguagem oral esteja bastante presente nas salas de aula (nas rotinas cotidianas, na leitura de instruções, na correção de exercícios etc.), afirma se frequentemente que ela não é ensinada, a não ser incidentalmente, durante atividades diversas e pouco controladas (DOLZ; SCHNEUWLY, 2010, p. 125). Para isso, faz se necessário que o professor pense numa metodologia que conduza esse contato entre leitor e escritor, trabalhando com um gênero textual adequado às necessidades dos seus alunos. Pelo fato de que os gêneros surgem de acordo com a sua função na sociedade, é prioritário, ao trabalhar com eles, explicar essa função, para que se chegue ao objetivo do texto: a interação verbal. A escola mesmo que de forma discreta e ainda que não tenha percebido ao desenvolver atividades onde privilegiam a oralidade, deve ensinar como realizar seminários, debates, e ao orientar os educandos sobre como eles devem se portar na apresentação de uma exposição oral de um tema, atentando o para os devidos cuidados com a linguagem.
4 Material e Métodos O desenvolvimento deste trabalho será feito com os seguintes materiais: televisão, filme, quadro branco e pincel e folhas xerografadas. Resultados e Discussão Espera se que com esse trabalho o aluno possa fazer uso da forma verbal, consciente e crítica, bem como adquirir conhecimentos que lhes são necessários nas produções orais e escritas da língua. Os resultados das atividades desenvolvidas são gratificantes, trabalhamos com os alunos filmes, gênero resenha, entrevistas, propagandas, entre outros gêneros. E os rendimentos positivos apontaram que houve uma grande melhora na qualidade das produções orais e escritas dos alunos. Iniciamos as oficinas no mês de fevereiro de 2016 e as nossas aulas foram voltadas para o ensino de gêneros textuais produzidos com ênfase no gênero discursivo,atraves do genero resenha notamos que a contribuição do PIBID como auxiliar na produção dos alunos do nono ano do ensino fundamental está sendo enriquecedora,foi feita uma análise das produções escritas do genero resenha que têm como objetivo interpretar, informar, despertar e induzir o receptor a assistir ou adquirir tal obra fílmica onde constatamos o notável o progresso de pelo menos 70% dos alunos que participam ativamente das atividades desde o começo do ano. Considerações Finais As implicações sobre trabalhar com os gêneros discursivos em sala de aula consideraram a relevância de um ensino pautado nas práticas sociais de uso da linguagem, como precussor para garantir uma aprendizagem ampla e significativa, visando assim a melhoria da qualidade na educação. Mostramos algumas peculiaridades dos gêneros abordadas por Bakhtin (2000) e uma reformulação por Marchuschi (2003; 2005) evidenciando as práticas de trabalho com gêneros a partir
5 das sequências didáticas propostas por Dolz e Schneuwly (2004) favorecendo a construção dos conhecimentos aplicáveis às situações do espaço social, dando autonomia aos alunos para a vida e para as diferentes interações socioculturais, a partir dos gêneros discursivos. Agradecimentos Agradeço ao corpo docente da UEG Câmpus Quirinópolis, e a coordenadora do subprojeto Letras Carolina Santos Melo, Câmpus Quirinópolis,a minha orientadora Zilda Dourado e a professora tutora do projeto na escola campo Tereza Cristina da Silva e Souza Referências BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martin Fontes, 2000, p BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, DOLZ, J. e SCHNEUWLY, B. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita: elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). In: Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras; MARCHUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: Dionísio, A.P.; Machado, A. R.; Bezerra, M.A. Gêneros Textuais e Ensino. 2. ed., Rio de Janeiro: Lucerna, 2003, p SILVEIRA, Maria Inez Matoso. Análise de gênero textual : concepção sócio retórica. Maceió: EDUFAL, 2005.
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