RESOLUÇÃO N o 01/ CONSU
|
|
|
- Stefany Almeida Minho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RESOLUÇÃO N o 01/ CONSU Cria e Regulamenta a Incubadora de Projetos, Empresas e Negócios da Universidade Positivo. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, órgão normativo, consultivo e deliberativo da administração superior, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto da Universidade Positivo, resolve, Art. 1 o Fica criada a INCUBADORA DE PROJETOS, EMPRESAS E NEGÓCIOS, referida neste Regulamento como Incubadora, que será regida pelas normas superiores da Universidade Positivo, referida neste Regulamento como UP, pelas normas previstas neste Regulamento e pelas Instruções Normativas da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, órgão ao qual se subordina. Parágrafo único. A Incubadora terá sua sede e funcionará no campus da UP, na Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, bairro Campo Comprido, cidade de Curitiba, Estado do Paraná. Art. 2 o Este Regulamento define a estrutura e o funcionamento da Incubadora e dispõe sobre as regras de relacionamento com as pessoas naturais e jurídicas que dela façam uso, por utilização da sua infra-estrutura ou beneficiando-se dos serviços por ela prestados. Art. 3 o O objeto da Incubadora é apoiar e assessorar a elaboração de projetos, o desenvolvimento e a implantação de empresas ou outras pessoas jurídicas de direito privado, cujos titulares ou líderes sejam professores, alunos regularmente matriculados, funcionários ou alunos egressos até dois anos. Parágrafo único. Se, durante o andamento do projeto, em qualquer das fases previstas no caput deste artigo, o titular ou líder perder seu vínculo com a UP, a decisão sobre a interrupção ou continuação do vínculo será tomada pela Administração da Incubadora. CAPÍTULO I Das definições Art. 4º Para fins deste Regulamento são definidos os seguintes termos: Incubadora: ambiente dotado de condições que permitam o acesso a serviços especializados, orientação, espaço físico e infra-estrutura técnica, administrativa e operacional. Incubada Interna: organização que utiliza a infra-estrutura e os serviços oferecidos pela Incubadora, mantendo, com esta, vínculo formal por Termo de Compromisso. 1
2 I Incubada Externa: organização abrigada na Incubadora que não utiliza o espaço físico interno, mas sim os serviços oferecidos pela Incubadora, mantendo vínculo formal. Entende-se que a empresa incubada externa tenha formalização legal perante os órgãos competentes; I Empresa Graduada: organização que passa pelo processo de incubação e que alcança desenvolvimento suficiente para ser habilitada a sair da Incubadora, podendo, porém, a empresa graduada continuar mantendo vínculo com a Incubadora na condição de empresa associada; Empresa Associada: organização graduada na Incubadora, que utiliza alguns serviços específicos da Incubadora, mediante vínculo formal e se dispõe a colaborar com a Incubadora; V Unidade de Incubação: estrutura física e de pessoal alocada nas instalações da Universidade Positivo, destinada à instalação de empresas de direito privado. Art. 5 o Os objetivos da Incubadora são: CAPÍTULO II Dos objetivos identificar empreendedores e desenvolver o espírito empreendedor entre os membros da comunidade universitária; estimular a criação e o desenvolvimento de empresas e outras pessoas jurídicas de direito privado; I facilitar o acesso das incubadas às inovações tecnológicas e gerenciais; I estimular o associativismo, as parcerias e outras formas de integração entre as incubadas, visando ao intercâmbio de tecnologia, de serviços e de sistemas de gestão; promover relações entre as incubadas e convênios de cooperação técnica, científica ou financeira. Parágrafo único. Na avaliação e julgamento das propostas submetidas à Incubadora deverão ser considerados, entre outros a critério da sua administração, os seguintes aspectos: diferencial de mercado; I existência de demanda; viabilidade técnica e econômica; I incorporação de inovação; impacto do bem ou do serviço no mercado; V possibilidade de interação com a UP; 2
3 V participação dos participantes em eventos sobre empreendedorismo; VI capacidade empreendedora dos proponentes; IX - admissão por processo de seleção das propostas em razão do mérito. CAPÍTULO III Da administração da Incubadora Art. 6 o A Incubadora será administrada por um Coordenador, nomeado pelo Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, auxiliado por técnicos administrativos e/ou estagiários, cujas atribuições são: I gerenciar a infra-estrutura, os recursos materiais e os recursos humanos sob responsabilidade da Incubadora; elaborar o planejamento e as normas de funcionamento necessários ao cumprimento dos objetivos da Incubadora; avaliar e selecionar as propostas submetidas à sua apreciação, nos termos e critérios previamente definidos; I apoiar as incubadas em suas necessidades de consultoria, pesquisa, orientação e outras, tanto entre os profissionais da UP ou externos a ela; apoiar, orientar e acompanhar as atividades dos planos de negócios e dos projetos das incubadas; V realizar outras atividades necessárias ao cumprimento dos objetivos da Incubadora, bem como aquelas que lhe forem cometidas pela administração superior da UP. Art. 7 o A Incubadora não é responsável solidária ou subsidiária por qualquer obrigação de natureza legal, fiscal, previdenciária ou trabalhista das incubadas, em razão das relações firmadas entre ambos. Art. 8 o À Incubadora é vedado prestar aval ou fiança em obrigações financeiras de qualquer natureza que venham a ser assumidas pelas incubadas, bem como não responde por prejuízos ou ausência de resultados decorrentes de eventual inviabilidade do projeto ou negócio desenvolvido pelas incubadas. CAPÍTULO IV Das obrigações e responsabilidades das Incubadas Art. 9 o As incubadas deverão observar, sem prejuízo de outras, as seguintes regras: contratar um estagiário para uma jornada de trabalho de, no mínimo, quatro horas diárias, quando ocuparem espaço físico nas instalações da Incubadora; participar das atividades, eventos ou outros tipos de solicitações da Incubadora; 3
4 I cumprir o cronograma fixado pela Incubadora ou estabelecido de comum acordo; I obedecer a este regulamento e outras normas que lhes forem cometidas pela Incubadora. Art. 10. O prazo de permanência das incubadas ou vínculo com a Incubadora será de: para projeto de empresa ou pessoa jurídica: máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por mais 6 (seis) meses a critério do Coordenador da Incubadora; I para incubada interna ou externa: máximo de 12 (doze) meses, prorrogável por mais 12 (doze) meses, a critério do Coordenador da Incubadora; para empresa associada: prazo indeterminado, observadas as suas relações de colaboração com a Incubadora. Parágrafo único. No caso dos incisos I e II do caput deste artigo, a passagem para o próximo estágio deverá dar-se com observância dos seguintes critérios: conclusão do plano de negócios segundo modelo da Incubadora e conclusão do processo de formalização legal da empresa ou pessoa jurídica. Art. 11. O desligamento das incubadas ocorrerá quando: vencer o prazo de incubação; I houver desvio dos objetivos ou dissolução da equipe de responsáveis pelo projeto de pesquisa e ou sócios ou proprietários da empresa incubada; houver infringência de qualquer dispositivo deste Regulamento, a critério da do Coordenador da Incubadora, respeitado o direito de defesa da incubada; I não participar das atividades, eventos, e ou outro tipo de convocação solicitada pela Incubadora; apresentar riscos à idoneidade da Incubadora; 1 o Ocorrendo o desligamento da Incubada, deverá ela entregar à Incubadora, nas mesmas condições em que recebeu, as instalações e os equipamentos cujo uso lhe foi permitido. 2 o As benfeitorias decorrentes de alterações e reformas porventura realizadas serão incorporadas automaticamente ao patrimônio da Incubadora. Art. 12. O titular e os demais participantes dos negócios ou projetos das incubadas não terão qualquer vínculo de emprego assalariado ou contratual autônomo com a Incubadora nem com a UP. Art. 13. As incubadas respondem juridicamente pelos prejuízos ou danos que venham a causar à Incubadora, à UP ou a terceiros, em decorrência da utilização da infra-estrutura e demais recursos da Incubadora e de eventuais parceiros. 4
5 Art. 14. Às incubadas são vedados o manuseio e a utilização de equipamentos, materiais ou substâncias que produzam sons, odores, poluição ou emissão de gases, bem como outras características consideradas ilegais ou incompatíveis com as atividades do câmpus universitário ou, ainda, consideradas inseguras e perigosas à vida e ao patrimônio. Art. 15. O vínculo das incubadas com a Incubadora será estabelecido por um Termo de Compromisso, do qual farão parte este Regulamento e as Normas de Funcionamento aplicáveis ao caso baixadas pela Administração da Incubadora. CAPÍTULO V Da propriedade industrial Art. 16. Os direitos de propriedade intelectual serão tratados caso a caso, considerando-se o grau de envolvimento da Incubadora na criação, desenvolvimento ou aperfeiçoamento de modelos ou processos utilizados pela Incubada, com observância da legislação aplicável. CAPÍTULO VI Das disposições finais Art. 17. A Incubadora resolverá os casos omissos Regulamento, podendo decidir sobre normas complementares ou alteração das já existentes, visando sempre a proporcionar melhores condições de funcionamento à Incubadora, sob aprovação do Pró-Reitor de Pró- Graduação e Pesquisa. Art. 18. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Universitário, revogadas as disposições em contrário. Curitiba (PR), 1 o de março de Prof. Oriovisto Guimarães Reitor 5
ANEXO I DA RESOLUÇÃO CS nº 70/2011, que CRIA DA INCUBADORA DO IFES. (referência: artigos 8º e 11)
ANEXO I DA RESOLUÇÃO CS nº 70/2011, que CRIA DA INCUBADORA DO IFES (referência: artigos 8º e 11) QUADRO DE COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS QUE FORMAM A INCUBADORA DE EMPREENDIMENTOS DO IFES ITEM COMPETÊNCIAS CONSELHO
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE NITE SAÚDE CAPÍTULO I DAS FINALIDADES
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE NITE SAÚDE CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º. O Núcleo de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo em Saúde da Universidade Federal
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2016
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2016 Dispõe sobre o fluxo de processos de parcerias no IFSC. A Reitora do Instituto Federal de Santa Catarina, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Lei 11.892/2008,
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 123/ CONSU/UEAP
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 123/2016 - CONSU/UEAP Dispõe sobre o Regimento do Comitê das Atividades de Extensão da Universidade do Estado do Amapá O Presidente
REGULAMENTO INTERNO DAS EMPRESAS JUNIORES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS DA SÚADE DE ALAGOAS UNCISAL
REGULAMENTO INTERNO DAS EMPRESAS JUNIORES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS DA SÚADE DE ALAGOAS UNCISAL ESTABELECEM AS NORMAS E DIRETRIZES QUE REGEM A CRIAÇÃO, O RECONHECIMENTO E O FUNCIONAMENTO DAS
REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR
Regulamento para os Laboratórios Multiusuários (LMU) do Câmpus Curitiba
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Curitiba Diretoria Geral Regulamento para os Laboratórios Multiusuários (LMU) do Câmpus Curitiba O presente regulamento tem por
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
RESOLUÇÃO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS I E II DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Art. 1º Os Estágios Supervisionados I e II representam parte integrante do currículo do Curso de Bacharelado
REGIMENTO INTERNO DA UniINCUBADORA
REGIMENTO INTERNO DA UniINCUBADORA CAPÍTULO I DA INCUBADORA DE EMPRESAS E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O Programa de Incubação de Empresas da UniEVANGÉLICA, criado em 23 de outubro de 2008, visa propiciar
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 9, DE 26 DE MARÇO DE 2018 CAPÍTULO I DA FINALIDADE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Secretaria Geral UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 9, DE 26 DE MARÇO DE 2018 Aprova o Regimento
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EMPREGABILIDADE E EMPREENDEDORISMO DA FACCREI
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EMPREGABILIDADE E EMPREENDEDORISMO DA FACCREI Cornélio Procópio 2018 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 2 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 CAPÍTULO II... 2 DOS OBJETIVOS... 2 CAPÍTULO III... 3 DAS
RESOLUÇÃO Nº 11/99 COPLAD
RESOLUÇÃO Nº 11/99 COPLAD Estabelece normas para a constituição e utilização do Fundo de Desenvolvimento Acadêmico FDA. O CONSELHO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO, da Universidade Federal do Paraná, órgão
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ AGÊNCIA DE INOVAÇÃO UFPR
EDITAL PERMANENTE DE SELEÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DA MODALIDADE RESIDENTE Edital nº AGI-01/2017 Processo n.º 23075.153629/2016-59 Este Edital se regerá
RESOLUÇÃO Nº 09/03-COUN
RESOLUÇÃO Nº 09/03-COUN Regulamenta a proteção de direitos relativos à propriedade industrial e intelectual no âmbito da UFPR. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Paraná, no uso de suas
EDITAL 02/2017 INCUBADORA TECNOLÓGICA DO HUB DE INOVAÇÃO DA UNIRITTER PROCESSO DE SELEÇÃO PARA PRÉ-INCUBAÇÃO
EDITAL 02/2017 INCUBADORA TECNOLÓGICA DO HUB DE INOVAÇÃO DA UNIRITTER PROCESSO DE SELEÇÃO PARA PRÉ-INCUBAÇÃO O Hub de Inovação da UniRitter torna pública a abertura de processo seletivo para acesso ao
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO REITORIA AVENIDA RIO BRANCO, 50 SANTA LÚCIA 29056-255 VITÓRIA ES 27 3357-750 INSTRUÇÃO NORMATIVA PARA CRIAÇÃO/REGULAMENTAÇÃO DAS EMPRESAS JÚNIORES
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho Universitário. DELIBERAÇÃO Nº. 15/2016, de 18 de novembro de 2016.
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho Universitário PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DELIBERAÇÃO Nº. 15/2016, de 18 de novembro de 2016. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO
RESOLUÇÃO Nº 02/2015 DE 11 DE AGOSTO DE 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Pró-Reitoria de Extensão PROEX RESOLUÇÃO Nº 02/2015 DE 11 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta o funcionamento da Estação Ecológica da UFMG e aprova seu Regimento Interno
CONSIDERANDO a Orientação Normativa nº 7, de 30 de outubro de 2008, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão,
RESOLUÇÃO nº 04 DE 08 DE JUNHO DE 2009 Dispõe sobre a realização de Estágios obrigatórios e não obrigatórios por alunos da UFPel O Presidente do Conselho Coordenador do Ensino, da Pesquisa e da Extensão
NESC/UFG NÚCLEO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA
REGIMENTO CAPÍTULO I DA PERSONALIDADE, AUTONOMIA E SEDE Art. 1º O Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva é uma entidade de trabalho interdisciplinar, sem fins lucrativos, com finalidades científicas na área
RESOLUÇÃO. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias. São Paulo, 25 de junho de 2008.
RESOLUÇÃO CONSEPE 17/2008 APROVA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE TURISMO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS- CCL Coordenação do Curso de Letras
REGULAMENTO DE MONITORIA TÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS OBJETIVOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO Art. 1 o A Monitoria no Centro de Comunicação e Letras (CCL) será regida por este regulamento e corresponderá ao conjunto
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Faculdade de Direito
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CAMPUS CAMPINAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º O Núcleo de Prática Jurídica - NPJ, subordinado
RESOLUÇÃO 036/2011 CEPE/UENP
RESOLUÇÃO 036/2011 CEPE/UENP Súmula Aprova o Regulamento de Estágio Supervisionado Não Obrigatório dos estudantes dos cursos de graduação da UENP. CONSIDERANDO os artigos 61 e 82 da Lei de Diretrizes e
RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 99/CUn/2017, DE 30 DE MAIO DE 2017
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ÓRGÃOS DELIBERATIVOS CENTRAIS Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima - Trindade CEP: 88040-900 - Florianópolis - SC Telefone:
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado consiste num conjunto de atividades profissionais desempenhadas pelos alunos, sendo
Lei n , de 24 de novembro de 1995
Lei n. 9.131, de 24 de novembro de 1995 Altera dispositivos da Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 100/2015- CONSU/UEAP
RESOLUÇÃO Nº 100/2015- CONSU/UEAP Dispõe sobre o programa de capacitação dos servidores docentes em programas de pósgraduação stricto sensu e de estágio de pósdoutoramento da Universidade do Estado do
R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento do Núcleo de Extensão Universitária da Universidade São Francisco USF.
RESOLUÇÃO CONSUN 5/2014 APROVA O REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NEXT DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho Universitário CONSUN, no uso das atribuições que lhe confere
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE MEDICINA REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SAÚDE PÚBLICA (NUSP) CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE MEDICINA REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SAÚDE PÚBLICA (NUSP) CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. O presente Regimento tem por finalidade disciplinar
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR Canoas, RS 2012 CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - O Estágio Supervisionado dos alunos
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES GERAIS Art.1º - O Estágio Supervisionado é a oportunidade proporcionada pelo currículo ao aluno
Regulamento de Estágio Supervisionado. Capítulo I DO ESTATUTO E SEUS OBJETIVOS
Regulamento de Estágio Supervisionado Capítulo I DO ESTATUTO E SEUS OBJETIVOS Art 1 o. O presente Estatuto disciplina os aspectos da organização e funcionamento do Estágio Curricular Supervisionado do
