Terceiro Setor e o Direito Administrativo
|
|
|
- Luna de Santarém Amarante
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Terceiro Setor e o Direito Administrativo Ponto n. 7 Qualificações e instrumentos de parcerias com a Administração Pública: legislação e regime jurídico: Convênios, Termos de Fomento, Termos de Colaboração e Acordos de Cooperação PROFESSOR DR. GUSTAVO JUSTINO DE OLIVEIRA Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) São Paulo (SP), 26 de setembro de 2016.
2 Sumário de aula 1. Convênios 2. Marco Regulatório da Organizações da Sociedade Civil (Lei Federal n.º /2014) 2.1. Contexto histórico, âmbito de aplicação e vacatio legis; 2.2. Principais alterações aplicáveis às parcerias; 2.3. Regime jurídico
3 1. Convênios
4 1. Convênios Decreto-Lei n.º 6.170, de 25 de julho de Art. 1º Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de execução descentralizada celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades que envolvam a transferência de recursos ou a descentralização de créditos oriundos dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. I - convênio - acordo, ajuste ou qualquer outro instrumento que discipline a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e tenha como partícipe, de um lado, órgão ou entidade da administração pública federal, direta ou indireta, e, de outro lado, órgão ou entidade da administração pública estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, ou ainda, entidades privadas sem fins lucrativos, visando a execução de programa de governo, envolvendo a realização de projeto, atividade, serviço, aquisição de bens ou evento de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação; O convênio consiste numa avença em que dois ou mais sujeitos, sendo ao menos um deles integrante da Administração Pública, comprometem-se a atuar de modo conjugado para a satisfação de necessidades de interesse coletivo, sem intento de cunho lucrativo. [ ] A característica do convênio reside na ausência de interesse especulativo de todas as partes, que atuam harmonicamente para o bem comum. O convênio não produz benefícios ou vantagens econômicas para nenhuma das partes, o que afasta a aplicação das regras genéricas sobre contratação administrativa (JUSTEN, 2012:422)
5 1. Convênios Lei Federal nº 8.666/1993 Art Aplicam-se as disposições desta Lei, no que couber, aos convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por órgãos e entidades da Administração. 1º A celebração de convênio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública depende de prévia aprovação de competente plano de trabalho proposto pela organização interessada, o qual deverá conter, no mínimo, as seguintes informações: (...) O que caracteriza o convênio: 1. Regime de mútua cooperação: investimentos de recursos financeiros, materiais ou humanos por ambas as partes; os partícipes têm a liberdade de ingresso e de retirada (denúncia) a qualquer momento, sendo vedada cláusula de permanência obrigatória (OLIVEIRA, 2014:291). 2. Interesses recíprocos: obtenção de um resultado comum. os convênios funcionam como mecanismos de implementação do fomento, viabilizando o exercício de atividades sociais relevantes por entidades privadas (OLIVEIRA, 2014:291)
6 1. Convênios Os convênios após a edição da Lei Federal n.º /2014 Lei Federal n.º /2014 Art. 3.º Não se aplicam as exigências desta Lei: IV - aos convênios e contratos celebrados com entidades filantrópicas e sem fins lucrativos nos termos do 1.º do art. 199 da Constituição Federal; Art A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. Art. 84. Não se aplica às parcerias regidas por esta Lei o disposto na Lei nº 8.666, de 21 de junho de Parágrafo único. São regidos pelo art. 116 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, convênios: I - entre entes federados ou pessoas jurídicas a eles vinculadas; II - decorrentes da aplicação do disposto no inciso IV do art. 3.º. Art. 84-A. A partir da vigência desta Lei, somente serão celebrados convênios nas hipóteses do parágrafo único do art. 84. Os convênios serão firmados entre a Administração Pública e as entidades sem fins lucrativos apenas para a execução de programa de governo, envolvendo a realização de projeto, atividade ou serviço na área da saúde.
7 2. Marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei n.º /2014)
8 2. Marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei n.º /2014) Lei n.º , de 31 de julho de 2014 Estabelece o regime jurídico das parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil, em regime de mútua cooperação, para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco, mediante a execução de atividades ou de projetos previamente estabelecidos em planos de trabalho inseridos em termos de colaboração, em termos de fomento ou em acordos de cooperação; define diretrizes para a política de fomento, de colaboração e de cooperação com organizações da sociedade civil; e altera as Leis nos 8.429, de 2 de junho de 1992, e 9.790, de 23 de março de Contexto histórico justificativas e objetivos Propósito de transparência, moralidade, eficiência e segurança jurídica (projeto de lei originário das CPI s das ONG s) Contexto de democratização da gestão pública, fortalecimento da sociedade civil e participação social. Âmbito de aplicação Normas gerais aplicabilidade nacional (União, Estados, Municípios e Distrito Federal) Organizações da Sociedade Civil em suas relações de parceria com a Administração Pública brasileira Vacatio Legis 540 dias de sua publicação oficial vigência a partir de 23 de janeiro de 2016.
9 2. Marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei n.º /2014) Principais alterações aplicáveis às parcerias 1. Criação de três novos instrumentos: Termo de Colaboração, Termo de Fomento e Acordo de Cooperação Termo de Colaboração (art. 2.º, VII) instrumento por meio do qual são formalizadas as parcerias estabelecidas pela administração pública com organizações da sociedade civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco propostas pela administração pública que envolvam a transferência de recursos financeiros Termo de Colaboração (art. 2.º, VIII) instrumento por meio do qual são formalizadas as parcerias estabelecidas pela administração pública com organizações da sociedade civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco propostas pelas organizações da sociedade civil, que envolvam a transferência de recursos financeiros; Acordos de cooperação (art. 2.º, VIII-A) instrumento por meio do qual são formalizadas as parcerias estabelecidas pela administração pública com organizações da sociedade civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco que não envolvam a transferência de recursos financeiros é possível constatar que a diferença formal entre o termo de colaboração e o termo de fomento circunscreve-se à iniciativa do projeto: quando a iniciativa for da própria Administração, o instrumento denomina-se termo de colaboração; por outro lado, se a iniciativa for da organização da sociedade civil, o instrumento é denominado de termo de fomento. Trata-se, a nosso juízo, de diferenciação sem qualquer relevância jurídica, pois os dois termos são na essência, idênticos: a) quanto ao conteúdo: ambos têm por objetivo a viabilização de parcerias entre a Administração e entidades privadas sem fins lucrativos; e b) quanto à formalização: ambos são precedidos de chamamento público" (OLIVEIRA, 2014:312)
10 2. Marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei n.º /2014) Principais alterações aplicáveis às parcerias 2. Gestão pública democrática PMI Social, Transparência ativa, Conselho Nacional de Fomento e Colaboração, uso das tecnologias da informação, priorização do controle de resultados, capacitação técnica dos envolvidos 3. Chamamento público obrigatório (art. 35) 4. Afastamento da Lei Federal nº 8.666/ Condição de habilitação (art. 33): desnecessidade de qualificação prévia; mínimo de um, dois ou três anos de existência, experiência prévia na realização, com efetividade, do objeto da parceria ou de natureza semelhante - no mínimo, um ano de capacidade técnica e operacional. 6. Política de capacitação dos envolvidos agentes públicos e dirigentes 7. Atuação em rede 8. Possibilidade de cobertura de custos indiretos e de remuneração da equipe de trabalho Art. 3.º Não se aplicam as exigências desta Lei: III - aos contratos de gestão celebrados com organizações sociais, desde que cumpridos os requisitos previstos na Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998; VI - aos termos de parceria celebrados com organizações da sociedade civil de interesse público, desde que cumpridos os requisitos previstos na Lei n.º 9.790, de 23 de março de 1999; e outros
11 2. Marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei n.º /2014) V. Regime Jurídico das Parcerias Voluntárias Regime de mútua cooperação público-privada Organização da Sociedade Civil Administração Pública PMI Social Chamamen to Público Termo de Fomento ou Termo de Colaboração Prestação de contas Execução Fiscalização
12 Referências JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de direito administrativo. São Paulo: Revista dos Tribunais, OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Licitações e contratos administrativos. 4.ª ed. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2015.
Lei de Parcerias - Lei nº /14. Fundamentos Princípios Diretrizes
Lei de Parcerias - Lei nº 13.019/14 Fundamentos Princípios Diretrizes Lei nº 13.019/14 Estabelece o regime jurídico das parcerias voluntárias, envolvendo ou não transferências de recursos financeiros,
MARCO REGULATÓRIO DAS SOCIEDADES CIVIS TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
MARCO REGULATÓRIO DAS SOCIEDADES CIVIS TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Airton Roberto Rehbein Auditor Público MARCO REGULATÓRIO DAS SOCIEDADES CIVIS A Lei Federal 3.204/2015 alterou a
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Plano Nacional de Direitos das Pessoas com Deficiência Prof. Caio Silva de Sousa - Artigo 1º Fica instituído o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Plano
Por que a lei não se aplica ao regime da complementariedade dos serviços de saúde?
Por que a lei 13019 não se aplica ao regime da complementariedade dos serviços de saúde? Lenir Santos I Introdução Trata-se de breve análise da aplicabilidade da Lei nº 13019, de 2014, ao regime de complementariedade
NOVOS INSTRUMENTOS JURÍDICOS PARA AS PARCERIAS CELEBRADAS ENTRE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL
Confiatta, 27 de Setembro de 2016 Boletim 012/2016 - Informativo NOVOS INSTRUMENTOS JURÍDICOS PARA AS PARCERIAS CELEBRADAS ENTRE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL (OSCs) Lei nº
Marco Regulatório das relações entre Estado e Sociedade Civil
LEI Nº 13.019, DE31 JULHO DE 2014 Novo regime jurídico das parcerias, envolvendo o Poder Público e as Aguinaldo Luiz de Lima Histórico da Caminhada Resistência e construção de Propostas Desafios Mobilização
Anexo 0 da Resolução CS nº 18/2017 de 14/07/2017 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS JURÍDICOS DE PARCERIAS
Anexo 0 da Resolução CS nº 18/2017 de 14/07/2017 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS JURÍDICOS DE PARCERIAS 2017 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...4 PROTOCOLO DE INTENÇÕES...5...5...5...5 ACORDO
ACIC - Quem somos e o que fazemos?
Programação Equipe e atribuições da ACIC. Tipos de parcerias celebradas. Quero celebrar um parceria, por onde começo? Fluxo interno. Execução e Acompanhamento. Resolução ConsUni nº 135 que normatiza a
NOVA RELAÇÃO DE PARCERIA COM O ESTADO: FOMENTO E COLABORAÇÃO Lei /2014. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil
NOVA RELAÇÃO DE PARCERIA COM O ESTADO: FOMENTO E COLABORAÇÃO Lei 13.019/2014 Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Agenda Aperfeiçoar o ambiente jurídico e institucional relacionado às
22 e 24 FEVEREIRO CURITIBA/PR
Tel/Fax: + 55 41 3376 3967 41 3376.3967 [email protected] [email protected] www.contreinamentos.com.br facebook.com/contreinamentos CONVÊNIOS NOVA LEGISLAÇÃO!!! ELABORAÇÃO DE PROJETOS
O QUE ESPERAR DO MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL
O QUE ESPERAR DO MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL TRATA-SE DE UMA NOVA LEI, QUE ORGANIZARÁ E DETERMINARÁ A FORMA COMO O PODER PÚBLICO ESTABELECERÁ RELAÇÕES E PARCERIAS COM AS ORGANIZAÇÕES
MANUAL DE CONVÊNIOS INTERNACIONAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO MANUAL DE CONVÊNIOS INTERNACIONAIS Assessoria de Cooperação Internacional da UFRPE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SUMÁRIO Apresentação...3 Objetivo e
Aos clientes VISÃO CONSULTORIA Tarumã,SP, 09 de Janeiro de MEMO nº 01/2017.
Aos clientes VISÃO CONSULTORIA Tarumã,SP, 09 de Janeiro de 2017. MEMO nº 01/2017. Assunto: DECRETO QUE ALTERA O DECRETO Nº 6.170 DE 5 DE JULHO DE 2007. Prezados (as) Senhores (as): Dispõe sobre as normas
PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR
Espera-se que os trabalhos aqui reunidos tragam esclarecimentos acerca da interpretação da nova lei e constituam o ponto de partida para novas análises, proposições e críticas, tão necessárias à evolução
PALAVRAS-CHAVE: 1. Sistema Único de Assistência Social (Suas) 2. Assistência Social. 3. Organização da Sociedade Civil. 4. Marco Regulatório.
NOTA TÉCNICA N o 12/2017 Brasília, 24 de fevereiro de 2017 ÁREA: Assistência Social TÍTULO: Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil no Suas REFERÊNCIAS: Lei 8.742, de 7 de dezembro de 1993.
Ananindeua 2017 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA. Professor: Dr. Eduardo Arruda
Ananindeua 2017 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA Professor: Dr. Eduardo Arruda Sistema Único de Saúde Seguridade Social Conjunto integrado de ações (CF/88, art. 194) de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade;
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 38, DE 9 DE MARÇO DE 2017 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 38, DE 9 DE MARÇO DE 2017 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 10/03/2017 (nº 48, Seção 1, pág. 74) Dispõe sobre procedimentos e
CONFERÊNCIA. O NOVO MARCO LEGAL DA INOVAÇÃO: Desafios e Oportunidades. O impacto do Novo Marco Legal sobre as empresas que se dedicam à Inovação
CONFERÊNCIA O NOVO MARCO LEGAL DA INOVAÇÃO: Desafios e Oportunidades O impacto do Novo Marco Legal sobre as empresas que se dedicam à Inovação Prof. Dr. Spartaco Astolfi Filho [email protected]
As diferentes modalidades de gestão no SUS
XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO As diferentes modalidades de gestão no SUS Lenir Santos Março 2013 LENIR SANTOS março de 13 1 FORMAS DE GESTÃO DO SUS ADMINISTRAÇÃO
A Contabilidade e os Desafios do Terceiro Setor
CÂMARA TÉCNICA DEBATE - CRCSC A Contabilidade e os Desafios do Terceiro Setor JUAREZ DOMINGUES CARNEIRO MARCO REGULATÓRIO Lei 13.019/2014 e o Decreto 8.726/2016 Marco Regulatório Missão: aperfeiçoar o
NORMA REGULADORA DA RELAÇÃO DO HOSPITAL DE CLINICAS DE PORTO ALEGRE COM A FUNDAÇÃO MÉDICA DO RIO GRANDE DO SUL
NORMA REGULADORA DA RELAÇÃO DO HOSPITAL DE CLINICAS DE PORTO ALEGRE COM A FUNDAÇÃO MÉDICA DO RIO GRANDE DO SUL Considerando os objetivos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre - HCPA, em especial, sua
Prof. Gustavo Knoplock Manual de Direito Administrativo - 9ª edição
TRECHO RETIRADO DO LIVRO MANUAL DE DIREITO ADMINISTRATIVO 9ª EDIÇÃO 2015 EDITORA GEN PROF. GUSTAVO KNOPLOCK 2.7.6. Organizações da Sociedade Civil OSC Em 2014 foi editada a Lei nº 13.019 (publicada no
PNRS A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS
PNRS A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS Consórcio público é uma pessoa jurídica criada por lei com a finalidade de executar a gestão associada de serviços públicos, onde
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PARECER N^ IS" /2013/CÂMARAPERMANENTECONVÊNIOS/DEPCONSU/PGF/AGU
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL DEPARTAMENTO DE CONSULTORIA PARECER N^ IS" /2013/CÂMARAPERMANENTECONVÊNIOS/DEPCONSU/PGF/AGU PROCESSO W 00407.001856/2013-52 INTERESSADO: PROCURADORIA-GERAL
Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor nesta data.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 08, DE 03 DE JUNHO DE 2015. Normatiza o fluxo para a realização de convênios entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul e instituições públicas
LEI /2014 MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL
LEI 13.019/2014 MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL A Lei 13.019/15 com alterações dadas pela Lei 13.201/15 estabelece o regime de parcerias entre as ENTIDADES e o Poder Público. A lei
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017 Cria o Programa Nacional de Voluntariado, institui o Prêmio Nacional do Voluntariado e altera o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política
Novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação EC Nº 85/15 e LEI Nº /16
XI FORTEC Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia Novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação EC Nº 85/15 e LEI Nº 13.243/16 Fortaleza/CE, 18 de maio de 2017 Leopoldo
INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Nº /2016
INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Nº. 00007/2016 Orienta os Municípios goianos sobre o credenciamento de prestadores de serviços de saúde e médicos para a prestação complementar de serviços públicos de saúde O DO
MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE
MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE PORTARIA No- 293, DE 7 DE ABRIL DE 2008 Estabelecer critérios para celebração de convênios com entidades governamentais e não governamentais para a execução
PROJETO DE LEI MUNICIPAL N 053/2017
PROJETO DE LEI MUNICIPAL N 053/2017 DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO PÚBLICO DE PLANALTO-RS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. ANTONIO CARLOS DAMIN, Prefeito Municipal
Sustentabilidade. Portaria STJ nº 293 de 31 de maio de 2012 (Dispõe sobre a política de sustentabilidade no Superior Tribunal de Justiça)
Sustentabilidade Portaria STJ nº 293 de 31 de maio de 2012 (Dispõe sobre a política de sustentabilidade no Superior Tribunal de Justiça) Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Sustentabilidade
