Províncias Brasileiras
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- Sabrina Carlos Camarinho
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1 Províncias Brasileiras Borborema 1
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3 Província Borborema Domínio Setentrional Domínio Central (Zona transversal) Domínio Meridional (Perifranciscano) Na província Borborema são individualizados três segmentos tectônicos fundamentais, limitados por importantes zonas de cisalhamento brasilianas aqui denominados de: Subprovíncia Setentrional, Subprovíncia da Zona Transversal ou Central e Subprovíncia Externa ou Meridional, as quais foram subdivididas em domínios, terrenos ou faixas, com base no patrimônio litoestratigráfico, feições estruturais, dados geocronológicos e assinaturas geofísicas. Subprovíncias Setentrional 3
4 Compreende a porção da Província Borborema situada a norte do Lineamento Patos, aqui subdividida, de oeste para leste, nos domínios Médio Coreaú, Ceará Central e Rio Grande do Norte. Domínio Setentrional Domínio Médio Coreaú- Terreno Granja Domínio/terrenos paleoproterozóicos Martinópole- Ubajara Lineamento Sobral-Pedro II Domínio Médio Coreaú Corresponde ao segmento da subprovíncia situado a NW da Zona de Cisalhamento Sobral Pedro II, componente do Lineamento Transbrasiliano Kandi, uma megaestrutura de direção NE SW, caráter transcorrente dextral e idade neoproterozóica, que o separa do Domínio Ceará Central. Compreende o Terreno Granja e a Faixa Martinópole Ubajara, que constituem fatias crustais limitadas por zonas de cisalhamento transcorrente-transpressivas de direção NE SW e idade neoproterozóica. 4
5 A Faixa Martinópole Ubajara compõe-se de seqüências supracrustais de margem continental passiva, depositadas entre 775 e 808 Ma (U-Pb em zircão) e metamorfisadas em torno de 650 Ma (U-Pb em titanita). O Grupo Martinópole corresponde à unidade inferior, que se inicia por quartzito e metacalcário, intercalados com rochas metavulcânicas (Formação São Joaquim), seguidos por uma seqüência metapelitocarbonática (formações Covão e Santa Terezinha). O Grupo Ubajara é constituído por sedimentos clastopelíticos (formações Trapiá e Caiçaras), com uma importante fácies carbonática (Formação Frecheirinha), a qual é superposta por uma recorrência clastopelítica (Formação Coreaú), toda seqüência sendo interpretada como de ambiente flúvio-marinho. Pequenos riftes implantados ao longo de algumas zonas de cisalhamento brasilianas superpõem essas seqüências e são interpretados como bacias extensionais ou de escape eocambrianas ou cambro-ordovicianas. A mais importante delas, a bacia de Jaibaras, está preenchida por sedimentos continentais psamito-psefíticos com intercalações de rochas vulcânicas básicas e félsicas, anquimetamórficos, pertencentes ao Grupo Jaibaras. Subprovíncia Setentrional Domínio Ceará Central Lineamento Sobral-Pedro II Limite norte Faixa Orós-Jaguaribe Limite sul Bloco Tróia- Pedra branca Terreno arqueano e domo TTG 5
6 Domínio Ceará Central Limita-se, ao norte, pela zona de cisalhamento Sobral Pedro II, que o separa do Domínio Médio Coreaú, e pela Província Costeira; a oeste, pela Província Sedimentar do Parnaíba; a leste e ao sul faz fronteira com a Faixa Orós Jaguaribe por meio da Zona de Cisalhamento Orós Oeste/Aiuaba. O Domínio Ceará Central compreende o Bloco Tróia Pedra Branca, também denominado Maciço Tróia Tauá (Brito Neves, 1975) e a Faixa Ceará Central. O Bloco Tróia Pedra Branca representa terrenos arqueanos, granitogreenstone e granito-gnáissico, envolvidos na colagem orogênica paleoproterozóica. Esse bloco é constituído por três unidades litoestratigráficas componentes do Complexo Cruzeta. A Unidade Tróia compõe-se de metabasalto, metagabro, metadacito e metarriolito interacamadados com quartzito, grafita, xisto, metacalcário, metacherte e formação ferrífera bandada. Há também ortognaisses intrusivos de composição tonalítica a granodiorítica e leucogranítica (Suíte Cedro), com idade U-Pb de 2,77 Ga. Segundo Fetter (1999), trata-se de um terreno juvenil desenvolvido em um domínio oceânico isolado, posteriormente aglutinado aos outros constituintes do bloco. A Unidade Pedra Branca ocorre sempre associada com a Unidade Tróia, da qual é distinguida, muitas vezes, com base na predominância de litótipos e resultados U-Pb e Sm-Nd. Constitui-se basicamente de ortognaisses TTGs primitivos, característicos de crosta juvenil gerada em ambiente de arco magmático, com idade U-Pb entre 2,77 e 2,85 Ga e idademodelo TDM entre 2,92 e 3,04 Ga (Fetter, 1999). A Unidade Mombaça é formada por ortognaisse granodiorítico a granítico, gnaisses diversos, migmatito e restos de rochas paraderivadas em alto grau metamórfico. Distingue-se da Unidade Pedra Branca por envolver acresção crustal juvenil e retrabalhamento de material crustal prévio. A porção E SE desse maciço é ocupada pela Unidade Algodões, representada por uma associação de rochas metassedimentares, metamáficas e ortognaisses tonalíticos a granodioríticos, de idade U-Pb entre 2,13 e 2,23 Ga e idadesmodelo TDM entre 2,24 e 2,44 Ga. A maior extensão da área do Domínio Ceará Central (Faixa Ceará Central) é ocupada por complexos de rochas metassedimentares proterozóicas e compreendem os complexos Ceará (unidades Canindé, Independência, Quixeramobim e Arneiroz) e Acopiara, Grupo Novo Oriente e Unidade Choró. Excetuando-se a Unidade Canindé, as demais são associações de rochas típicas de ambiente plataformal de margem passiva, constituídas por metaconglomerado, quartzito, xisto, paragnaisse aluminoso, mármore e, subordinadamente, por anfibolito e ortognaisse granítico. A distribuição das idades-modelo TDM entre 2,4 2,3 Ga, relativas à residência crustal do material que serviu de fonte para as rochas supracrustais da Unidade Canindé, evidenciam que a deposição dos protólitos (grauvacas) desta unidade ocorreu após 2,3 Ga e pode estar relacionada à formação dos primeiros arcos magmáticos do sistema de orógenos do Paleoproterozóico. 6
7 Subprovíncia Setentrional Domínio Rio Grande do Norte Domínio Rio Grande do Norte: Terreno Rio Piranhas Domínio Rio Grande do Norte: Terreno São José de Campestre Domínio Jaguaribeano Terreno Granjeiro (arqueano) 7
8 Domínio Rio Grande do Norte Este domínio compõe-se das faixas Orós Jaguaribe e Seridó, e dos terrenos Rio Piranhas, São José do Campestre e Granjeiro. Limita-se a oeste pela zona de cisalhamento Orós Oeste/Aiuaba e ao sul pela Zona de Cisalhamento (lineamento) Patos. A leste e a norte, o domínio está encoberto pelas rochas sedimentares da Província Costeira e da Bacia do Apodi, respectivamente. A principal área de ocorrência da faixa tem direção preferencial NNE NNW, com arrasto para E W, na porção sul, produzido pelo Lineamento Patos. Remanescentes alóctones da Faixa Seridó ocorrem a oeste no Terreno Rio Piranhas até próximo da Zona de Cisalhamento Portalegre, a leste no Terreno São José do Campestre e a sul no Terreno Granjeiro. Compõe-se do Grupo Seridó, o qual é subdividido nas formações Jucurutu (base), Equador e Seridó (topo) e também inclui remanescentes indiferenciados denominados de Grupo Seridó Indiscriminado. Sotoposto ao Grupo Seridó, em posicionamento cronoestratigráfico duvidoso, ocorre o Complexo Serra dos Quintos (Ferreira, 1999). Faixa Jaguaribeana Esta faixa corresponde ao segmento crustal limitado pelas zonas de cisalhamento transcorrentes dextrais Orós Oeste/Aiuaba e Portalegre. Nesse terreno predomina um embasamento gnáissico-migmatítico (Complexo Jaguaretama), onde ocorrem ortognaisses de composição tonalítica a granodiorítica associados a restos de rochas paraderivadas de alto grau metamórfico e variável grau de migmatização. As rochas metaplutônicas idade de cristalização no intervalo de 2,21 a 1,98 Ga e idades-modelo TDM entre 2,77 e 2,50 Ga, são interpretadas como indicativas de um segmento de crosta retrabalhada. Sobre esse embasamento, durante a tafrogênese Estateriana, desenvolveu-se um sistema de bacias rifte ensiálicas constituintes da Faixa Jaguaribeana. Esse sistema de bacias compõe-se de seqüências metavulcanossedimentares (Grupo Orós Jaguaribe), com registros geocronológicos entre 1,6 e 1,8 Ga cristalização no intervalo de 2,21 a 1,98 Ga e idades-modelo TDM entre 2,77 e 2,50 Ga, interpretadas como indicativas de um segmento de crosta retrabalhada. Sobre esse embasamento, durante a tafrogênese Estateriana, desenvolveu-se um sistema de bacias rifte ensiálicas constituintes da Faixa Jaguaribeana. Esse sistema de bacias compõe-se de seqüências metavulcanossedimentares (Grupo Orós Jaguaribe), com registros geocronológicos entre 1,6 e 1,8 Ga. 8
9 ZONA CENTRAL OU TRANSVERSAL Orógeno mesoproterozóico Cariris Velho Alto Moxotó Rio Capibaribe Pernambuco-Alagoas (seg. oriental e seg. ocidental Paulistana- Monte Orebe Terreno Alto Pageú Canidé-Marancó 9
10 Subprovíncia da Zona Transversal Trata-se de um segmento crustal de direção E W, limitado a norte e a oeste pelo Lineamento Patos, a sul pelo Lineamento Pernambuco e a leste pelas bacias costeiras. Compõe-se, de NW para SE, pela Faixa Cachoeirinha e pelos terrenos Alto Pajeú, Alto Moxotó e Rio Capibaribe, os quais foram amalgamados durante os eventos orogênicos Cariris Velhos (1,0 a 0,95 Ga) e Brasiliano (750 a 520 Ma). A tradicional Faixa Piancó Alto Brígida de Brito Neves (1975), constituída pelo Grupo Cachoeirinha e Complexo Salgueiro Riacho Gravatá, foi redefinida como Faixa Cachoeirinha, a noroeste da Zona de Cisalhamento Serra do Caboclo (no domínio de exposição das unidades neoproterozóicas do Grupo Cachoeirinha), enquanto as unidades mesoproterozóicas do Complexo Salgueiro Riacho Gravatá, a sudeste, foram incorporadas ao Terreno Alto Pajeú. A Zona Transversal configura-se, estruturalmente, como um sistema anastomosado de zonas de cisalhamento transcorrente dextrais de direção E W e preferencialmente sinistrais de direção NE SW. SUBPROVÍNCIA EXTERNA OU MERIDIONAL 10
11 Compreende a porção da Província Borborema situada ao sul do Lineamento Pernambuco que encerra os terrenos mesoproterozóicos Pernambuco Alagoas, Paulistana Monte Orebe e Canindé Marancó, e as faixas neoproterozóicas Riacho do Pontal e Sergipana. Paulistana- Monte Orebe Pernambuco-Alagoas (seg. oriental e seg. ocidental Riacho do Pontal Canidé-Marancó Sergipana subdomínio Macururé e Vaza-Barris Terreno Paulistana Monte Orebe/Faixa Riacho do Pontal Estes domínios tectônicos ocupam a porção ocidental da Subprovíncia Externa. O primeiro, um segmento do Orógeno Cariris Velhos, é limitado ao norte pelo Lineamento Pernambuco, recoberto discordantemente a oeste pela Bacia do Parnaíba e envolvido a sul e a leste pela Faixa Riacho do Pontal, por meio de uma zona de cisalhamento transpressiva. A faixa neoproterozóica Riacho do Pontal está empurrada sobre o Cráton do São Francisco, a sul, e sobre o Terreno Pernambuco Alagoas, a leste, e é sobreposta, a oeste, pelos sedimentos da Bacia do Parnaíba. Ambos os segmentos formam um terreno composto, amalgamado por intermédio da colagem brasiliana envolvendo um microcontinente ao norte, e o Cráton do São Francisco, ao sul. O limite leste parece corresponder a uma colagem oblíqua, também brasiliana, deste domínio com o Terreno Pernambuco Alagoas. Terreno Paulistana Monte Orebe Congrega os complexos mesoproterozóicos Paulistana, Santa Filomena, Brejo Seco e Monte Orebe, que estão separados entre si mediante zonas de cisalhamento transpressivas. Riacho do Paulistana Pontal -Monte Orebe 11
12 Faixa Riacho do Pontal Constitui uma bacia de margem passiva, representada pelo Grupo Casa Nova, correspondente ao Complexo Casa Nova de Dalton de Souza et al. (1979), constituído pelas formações Mandacaru e Barra Bonita. A Formação Mandacaru compreende uma seqüência metaturbidítica e metagrauváquica que evolui para metagrauvacas quartzosa e feldspática, com fragmentos de rochas félsicas hipoabissais, o que sugere uma sedimentação flyschóide (essas formações foram definidas como unidades do Complexo Casa Nova por Santos e Silva Filho, 1990). A Formação Barra Bonita consiste de granadamica xisto, com níveis de mármore e quartzito na porção inferior, localmente com litofácies de filito cinzaescuro. As rochas metassedimentares do Grupo Casa Nova foram metamorfisadas na fácies anfibolito, localmente retrometamorfisadas na fácies xisto verde. O arranjo estrutural da faixa configura um sistema de nappes com transporte de massa para sul, sobre o Cráton São Francisco. O aloctonismo dessas nappes sobre a margem norte do cráton tem por registro os klippen de Barra Bonita, ao norte de Petrolina (PE), e de Piçarrão (BA), na margem sul do lago da represa de Sobradinho. Riacho do Pontal Terreno Pernambuco Alagoas Domínio Externo Domínio Interno O Terreno Pernambuco Alagoas constitui o maior domínio tectônico da Subprovíncia Meridional, limitado pelo Lineamento Pernambuco, ao norte, e por zonas de cisalhamento contracionais nos contatos ao sul, com o Terreno Canindé Marancó, e oeste, com a Faixa Riacho do Pontal. O rifte Tucano-Jatobá secciona o terreno, dividindo-o em dois segmentos, leste e oeste. É formado em grande parte pelos complexos Cabrobó e Belém do São Francisco. 12
13 Terreno Canindé Marancó Os complexos Canindé e Marancó formam duas faixas paralelas de rochas metavulcanossedimentares com corpos máfico-ultramáficos inclusos. A faixa Marancó compreende dois segmentos, um orientado na direção NW SE, acompanha por 200 km a Zona de Cisalhamento Macururé Riacho Seco, e o outro de direção NE SW baliza a Zona de Cisalhamento Belo Monte Jeremoabo, numa extensão de mais de 100 km. Essas faixas localizam-se entre o Terreno Pernambuco Alagoas e a faixa Sergipana.. Faixa Sergipana Macururé Vaza-Barris Está situada entre os terrenos Canindé Marancó e Pernambuco Alagoas, ao norte, e o Cráton São Francisco, ao sul. A exemplo do Terreno Pernambuco Alagoas, é seccionada pelo rifte de Tucano-Jatobá em dois segmentos, noroeste e sudeste. Esta faixa constitui uma bacia de margem passiva, gerada e deformada no neoproterozóico, dividida em dois subdomínios: Macururé (depósitos pelítico-psamítico de natureza turbidítica) e Vaza-Barris (sedimentação carbonática-pelítica). Os sedimentos plataformais do Grupo Estância, correlatos em parte às unidades da faixa dobrada, já foram descritos como bacias de margem passiva da província São Francisco. 13
14 RESUMO DA PROVÍNCIA BORBOREMA Terrenos granito-greenstone arqueano e domo TTG Bloco Tróia- Pedra branca Núcleo Bom Jesus- Presidente Juscelino Terreno Granjeiro 14
15 Remanescente do embasamento arqueano/paleoproterozóico Itaizinho Caiçara Domo Jirau do Ponciano Domínio/terrenos paleoproterozóicos Domínio Médio Coreaú-Terreno Granja Domínio Ceará Central Domínio Rio Grande do Norte: Terreno Rio Piranhas Domínio Rio Grande do Norte: Terreno São José de Campestre Domínio Jaguaribeano 15
16 Bacia rifte paleo-mesoproterozóica Faixa Jaguaribeana Orógeno mesoproterozóico Cariris Velho Alto Moxotó Rio Capibaribe Pernambuco-Alagoas (seg. oriental e seg. ocidental Paulistana- Monte Orebe Terreno Alto Pageú Canidé-Marancó 16
17 Faixas brasilianas Martinópole- Ubajara Seridó Cachoeirinha Riacho do Pontal Sergipana subdomínio Macururé e Vaza-Barris Faixas brasilianas Martinópole- Ubajara Seridó Cachoeirinha Riacho do Pontal Sergipana subdomínio Macururé e Vaza-Barris 17
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