Bridged LANs / Virtual LANs IEEE D / Q
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- Rubens Bergler Barata
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1 Bridged LANs / Virtual LANs IEEE D / Q FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2009/10 José Ruela
2 Modelo de Referência IEEE 802 A camada de Ligação de Dados é dividida em duas sub-camadas LLC (Logical Link Control) MAC (Medium Access Control) LLC fornece uma interface de serviço comum para camadas superiores e controlo de erros e de fluxo opcional MAC fornece funções de controlo de acesso ao meio, delimitação de tramas (framing), endereçamento físico (endereços MAC) e detecção de erros
3 Arquitectura IEEE protocolos
4 Arquitectura IEEE protocolos IEEE IEEE 802.1D IEEE 802.1Q IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE IEEE LAN/MAN architecture; internetworking among LANs, MANs and WANs; Link Security; network management; protocol layers above MAC / LLC Media Access Control (MAC) Bridges Virtual Bridged Local Area Networks Logical Link Control CSMA/CD (Ethernet) Token Bus Token Ring Distributed Queue Dual Bus Security Wireless LAN Demand Priority Wireless Personal Area Network Fixed Broadband Wireless Access Systems Resilient Packet Ring Mobile Broadband Wireless Access (MBWA)
5 Segmentação física e lógica de LANs Em LANs Ethernet baseadas em meio partilhado podem ocorrer colisões as estações funcionam no modo half-duplex e as colisões são detectadas e resolvidas pelo protocolo CSMA/CD Na topologia física em bus os segmentos (em cabo coaxial) podem ser ligados por repetidores (para aumentar a cobertura física da rede e o número de estações) Na topologia física em estrela, as estações ligam-se por pares entrançados (twisted pair) a um repetidor multiporta (hub), podendo vários hubs ligar-se a um hub de nível superior logicamente equivalente a um bus Em qualquer destes casos, segmentos ligados por repetidores constituem um domínio de colisão (formando uma LAN, na acepção básica do termo) A interligação de dois ou mais segmentos físicos (LANs) por meio de bridges permite realizar segmentação lógica da rede na camada MAC uma bridge isola domínios de colisão mas segmentos ligados por bridges (bridged LAN) formam um domínio lógico de difusão (na camada MAC) Domínios de difusão são isolados por meio de routers, que providenciam segmentação lógica na camada de Rede (tipicamente IP) A segmentaçãológicadarede(com bridges e routers) está condicionada pela localização física das estações (segmentos físicos a que estão ligadas)
6 Bridged LANs IEEE 802.1D Versão actual IEEE 802.1D-2004 IEEE 802.1D define uma arquitectura para interligação de LANs abaixo da interface de serviço MAC as bridges MAC permitem comunicação entre estações (end-stations) ligadas a diferentes LANs (segmentos) como se estivessem ligadas à mesma LAN (garantindo transparência em relação a protocolos LLC e de rede) Uma bridged LAN é uma concatenação de LANs IEEE 802 interligadas por bridges MAC O serviço MAC inclui a prioridade de utilizador como parâmetro de QoS A camada MAC mapeia prioridades de utilizador em prioridades de acesso (se a camada MAC das LANs individuais suportar prioridades) As bridges mapeiam informação de prioridade transportada em tramas MAC em uma ou mais classes de tráfego (consideradas do ponto de vista da operação dos mecanismos de prioridade e de gestão de filas de espera do processo de despacho) As bridges que suportam mais do que uma classe de tráfego podem suportar a classe expedited (tráfego que requer tratamento preferencial devido a restrições de jitter, latência ou débito ou devido a políticas de gestão)
7 Bridges Ethernet / IEEE propriedades Operam na camada MAC comutam tramas com base em endereços MAC As entradas da tabela de comutação (forwarding table) são construídas com base num processo de aprendizagem que associa endereços MAC a portas As entradas da tabela são eliminadas ao fim de um intervalo de tempo configurado, se não forem usadas (aging) Difundem tramas unicast se o endereço de destino não constar da tabela (para além da difusão obrigatória de tramas multicast e broadcast) São transparentes a protocolos de mais alto nível A existência de bridges IEEE / Ethernet é transparente para as estações (end-stations) As bridges cooperam na criação de uma topologia lógica aberta (spanning tree) com base num protocolo exclusivamente executado pelas bridges (STP Spanning Tree Protocol)
8 Bridges Ethernet / IEEE propriedades Algumas limitações das bridges Umabridged LAN não é hierárquica (flat network), o que coloca problemas de escalabilidade (não é possível estruturar uma rede apenas com bridges) Umabridged LAN não constitui uma barreira à difusão de tramas (que pode ser necessária nalguns casos de tráfego unicast), o que pode levar a desperdício de recursos Umaspanning tree não oferece as melhores rotas para todo o tráfego e não utiliza a capacidade das ligações que não fazem parte da árvore (o que também impede load sharing / balancing) para além disso, é necessário ter em conta o tempo de convergência do protocolo aquando de reconfigurações topológicas Comparação com routers Menor carga de processamento (menos inteligentes ) Mais rápidas (menor latência) / mais baratas Transparentes a protocolos de nível 3 Vantagens suportam protocolos não encaminháveis (non routable) e em ambientes multi-protocolo evitam a necessidade de routers multi-protocolo Desvantagens impossível filtrar tráfego com base em protocolos de nível 3 Configuração mais simples
9 Routers IP propriedades Os routers são responsáveis pelo encaminhamento de tráfego entre (sub)redes IP, em ambientes WAN e LAN (função nuclear) Desempenham outras funções importantes Estruturação lógica da rede (subredes) Permitem hierarquizar a rede, o que garante escalabilidade Isolam domínios de difusão (em LANs) controlam broadcasts, o que garante estabilidade Permitem criar / separar domínios administrativos Filtragem de tráfego (firewalls) de / para o exterior (em LANs), o que permite implementar políticas de segurança Suporte de QoS Comparação com bridges Mais complexos / maior overhead de processamento Mais caros / mais lentos (maior latência) Configuração mais complexa Em LANS, a oferta de routers com capacidade de comutação de tramas (router switches) permite soluções mais flexíveis, o que atenua algumas das limitações dos routers convencionais Em WANs, desenvolveram-se igualmente soluções que permitiram melhorar o desempenho de redes IP (e.g., gigabit routers, MPLS)
10 LANs IP evolução A evolução constante na área da micro-electrónica (aumento da capacidade de processamento e memória, miniaturização, redução de custos, etc.) tem permitido o desenvolvimento de computadores cada vez mais potentes e de novos equipamentos terminais (dotados com múltiplas interfaces de rede, em particular interfaces wireless), o que potencia aplicações cada vez mais sofisticadas que colocam requisitos mais exigentes do ponto de vista da comunicação (e.g., mobilidade e ubiquidade) Os equipamentos de rede usados nas LANs de primeiras gerações (bridges e routers) não conseguiam dar resposta a novos requisitos (desempenho, modelos de organização, gestão de recursos, etc.), o que motivou alterações arquitectónicas e tecnológicas significativas Neste contexto, constituiu um marco importante a introdução de comutadores de LAN (LAN switches) e a possibilidade que abriram para a exploração de LANs Virtuais (VLANs Virtual LANs) e a necessidade de dotar os routers com funcionalidades adaptadas a este novo ambiente (e.g., router switches)
11 Hubs e comutadores evolução Os hubs podem internamente suportar um ou mais segmentos idependentes Port-switched hubs permitem associar (por configuração, mas de forma estática) cada porta a um dos segmentos internos Nestes casos, a interligação dos segmentos é feita por dispositivos externos (e.g., bridges ou routers) Alguns fabricantes suportaram a interligação dos segmentos internos por meio de módulos adicionais (e.g., bridges ou routers), ligados ao backplane do hub Os comutadores constituem o passo seguinte e final nesta evolução o tráfego é comutado directamente entre portas, por meio de um núcleo de comutação (independentemente da respectiva arquitectura)
12 Análise de requisitos Desempenho Requisitos de elevado throughput e pequena latência Aumento do volume de tráfego PCs, workstations, servidores cada vez mais rápidos Novas aplicações multimédia e aplicações com requisitos de tempo real Modelo de organização Grupos de trabalho dinâmicos podem requerer reconfigurações frequentes Mudança de local físico sem mudança de grupo Mudança de grupo sem mudança de local físico Pertença a mais do que um grupo Comutação de tráfego dentro do mesmo grupo, em vez de encaminhamento, independentemente da localização física Centralização física de recursos Exploração de cablagens estruturadas Segurança, manutenção, redundância (disponibilidade), reconfiguração, partilha Requisitos de maior largura de banda para permitir acessos de mais alta velocidade a recursos partilhados (servidores, routers para acesso externo, etc.) Acesso externo (Internet) Tráfego com exterior atravessa o backbone Suporte de Qualidade de Serviço (QoS) Mecanismos de nível 2 e nível 3
13 Comutadores de LAN LAN switches Os comutadores de LAN (LAN switches) desenvolveram-se como uma evolução da tecnologia dos hubs, sendo funcionalmente idênticos a bridges Comutação baseada em endereços MAC (e aprendizagem de endereços) Criação de uma topologia lógica aberta (spanning tree) Transparência em relação a equipamentos terminais (end-stations) Mesmas limitações (ausência de hierarquia, difusão de tramas, spanning trees) Os comutadores assumiram na topologia em estrela o mesmo papel que as bridges desempenhavam na topologia em bus Numa primeira fase foram usados para interligar hubs Posteriormente vieram a substituir os hubs, parcial ou mesmo totalmente Vantagens de comutadores sobre hubs Largura de banda por porta partilhada por um menor número de estações (ou mesmo dedicada a uma estação LAN privada) Aumento da capacidade total instalada Adaptação de velocidades entre portas Ligação ao backbone da rede (uplinks tipicamente de mais alta velocidade) Gestão e segurança
14 Comutadores de LAN propriedades Microsegmentação redução dos domínios de colisão No limite uma estação por porta LAN privada Funcionamento full duplex (CSMA/CD inibido) na ligação entre dois comutadores e no caso de uma única estação por porta Aumento da capacidade de comutação Capacidade total cresce com o número de portas e com a velocidade por porta (10 Mbit/s, 100 Mbit/s, 1 Gbit/s,.) Melhoria de desempenho Comutação em hardware (pequena latência) Suporte de classes de tráfego Segmentação lógica da rede, independente da localização física das estações Permite explorar o conceito de LAN Virtual (VLAN Virtual LAN)
15 LANs Virtuais / Virtual LANs (VLANs) Uma VLAN é uma LAN comutada baseada em segmentação lógica, isto é, as estações numa VLAN formam um grupo lógico e pertencem ao mesmo domínio de difusão (na camada MAC), independentemente da respectiva localização física A exploração do conceito pressupõe a possibilidade de criar múltiplas VLANs numa rede local, o que coloca vários requisitos Possibilidade de criar múltiplas VLANs num comutador Possibilidade de estender qualquer VLAN a vários comutadores Torna-se assim necessário identificar o tráfego associado a cada VLAN nas ligações entre comutadores existe actualmente um mecanismo de etiquetagem (tagging) normalizado (IEEE 802.1Q) Deve também ser possível que uma estação pertença a mais do que uma VLAN routers e servidores são casos típicos (mas não únicos) Esta possibilidade pode ser suportada pelo mecanismo de etiquetagem Convém distinguir portas de interligação entre comutadores (trunk ports) de portas de acesso No caso de trunk ports, a etiquetagem permite facilmente estender VLANs entre comutadores, enquanto que em portas de acesso a necessidade de etiquetagem depende do tipo de estação ligada (que pode ou não suportar etiquetagem)
16 VLANs exemplo VLAN 1 VLAN 2 VLAN 3 S3 S6 S9 Floor n + 1 S2 S5 S8 Physical partition Floor n Bridge or 7 8 S1 S4 S7 switch 9 Floor n 1 Logical partition
17 Conectividade entre VLANs em redes IP Assumimos que, em LANs IP, estações na mesma subrede IP fazem parte da mesma VLAN A conectividade entre estações que pertencem a subredes IP / VLANs diferentes tem de ser garantida por routers Um router tem de fazer parte das várias VLANs associadas às redes IP que interliga Uma solução consiste em ter ligações físicas separadas a portas de um comutador, por cada VLAN envolvida Uma solução mais eficiente consiste numa única ligação física à qual estão associadas várias interfaces virtuais (uma por VLAN) esta solução é possível, em particular, com router switches e requer naturalmente a etiquetagem de tramas Nalguns casos pode não ser necessário envolver routers no percurso de dados se uma estação (por exemplo, um servidor) fizer parte de várias VLANs a comunicação com outras estações pode realizar-se na VLAN respectiva
18 Critérios para formar VLANs De entre os vários critérios para formar VLANs que foram propostos e suportados por fabricantes de comutadores destacam-se os seguintes Por porta uma VLAN é definida como um grupo de portas Por endereço MAC uma VLAN é definida como um grupo de endereços MAC (Layer 2 VLAN) Por subrede lógica (IP) uma VLAN é definida como um grupo de endereços IP (Layer 3 VLAN) Por família / tipo de protocolo Nas VLANs do primeiro tipo as associações de estações a VLANs são estáticas e uma porta apenas pode pertencer a uma VLAN Nos restantes casos as associações são dinâmicas, uma estação pode pertencer a várias VLANs e uma porta pode ter associadas várias VLANs Qualquer que seja o critério adoptado, a operação de comutadores realiza-se na camada MAC e baseia-se em endereços MAC por exemplo, uma Layer 3 VLAN não encaminha pacotes IP, mas define apenas um critério (de nível 3) para formar VLANs
19 VLANs baseadas em portas Começamos por considerar o caso básico em que uma porta não suporta etiquetagem de tramas uma estação pertence a uma VLAN pelo facto de se ligar a uma porta e não por qualquer atributo próprio (e.g., um endereço MAC ou IP, como noutros tipos de VLANs) Não são associados endereços MAC a VLANs (como em Layer 2 VLANs), mas há aprendizagem de endereços MAC para efeito de comutação Neste caso, e por esta razão, só é possível associar uma VLAN a cada porta, à qual é atribuído um identificador da VLAN respectiva (PVID Port VLAN ID) Se várias estações estiverem ligadas a uma porta (por exemplo através de um hub) todas as estações pertencem à mesma VLAN Se uma porta suportar etiquetagem, o respectivo PVID representa a sua VLAN nativa Em tramas etiquetadas a VLAN respectiva é identificada pela etiqueta Tramas não etiquetadas recebidas na porta são associadas à VLAN nativa (PVID) A configuração é manual e relativamente fácil, não existindo qualquer processo de aprendizagem na formação de VLANs (VLANs estáticas) É necessária a intervenção do gestor da rede no caso de reconfigurações (adição, remoção ou alteração da localização de estações) A difusão de uma trama é feita apenas nas portas que pertencem à mesma VLAN que a porta onde a trama foi recebida
20 VLANs baseadas em portas VLAN 1 VLAN 2 VLAN 3 S3 S6 S9 Floor n + 1 S2 S5 S8 Physical partition Floor n Bridge or 7 8 S1 S4 S7 switch 9 Floor n 1 Logical partition
21 VLANs baseadas em endereços MAC O gestor da rede associa endereçosmac a umaoumaisvlans(esta informação é mantida centralmente) A configuração é complexa e sujeita a erros e levanta problemas de escalabilidade (devido ao elevado número de endereços a configurar e ao facto de não serem estruturados) Uma estação (endereço MAC) tem de ser explicitamente associada a pelo menos uma VLAN, tendo de repetir-se o processo se houver substituição da carta de interface Trata-se de VLANs dinâmicas, uma vez que quando um endereço MAC (de origem) é visto pela primeira vez numa porta, é feita a associação automática da(s) VLAN(s) correspondente(s) A uma porta podem estar associadas múltiplas VLANs, não só porque uma estação pode estar associada a várias VLANs, mas porque a porta pode receber tráfego de diferentes estações (cujos endereços MAC estejam associados a VLANs diferentes) Neste caso, o tráfego de uma VLAN difundido numa porta acaba por ser recebido também por estações que pertencem a outras VLANs associadas a essa porta O processo de associação de estações a VLANs é transparente a mudanças de localização física de uma estação (não é necessária qualquer reconfiguração)
22 VLANs baseadas em subredes IP O processo de associação de subredes IP a VLANs é normalmente realizado pelo gestor da rede (configuração manual), embora alguns fabricantes tenham desenvolvido soluções em que a associação é automática Trata-se igualmente de VLANs dinâmicas, uma vez que a associação de uma ou mais VLANs a uma porta se baseia na observação do tráfego recebido na porta (a associação apenas se verifica se o endereço IP de origem pertencer a uma das subredes definidas) A necessidade de processar o cabeçalho dos pacotes, para identificação da VLAN em que as tramas devem ser comutadas ou mesmo difundidas (e não para determinação de rotas), é um factor de degradação de desempenho São fáceis de gerir, uma vez que os endereços IP têm estrutura São possíveis múltiplas VLANs por estação e múltiplas VLANs por porta O processo é transparente à mudança de localização física de uma estação A definição de VLANs por um critério de nível 3 pode evitar a necessidade de etiquetagem para transportar, entre comutadores, a informação de pertença a uma VLAN
23 Organização de VLANs por departamento Um servidor (serviço) é associado a uma ou mais VLANs overlap ocorre apenas a nível de servidores (recursos partilhados) Administração simples Solução adpatada a organizações com fronteiras claras entre departamentos
24 Organização de VLANs por serviço Cada servidor (serviço) define uma VLAN Os utilizadores de serviços podem pertencer a mais do que uma VLAN Relações de pertença difíceis de gerir
25 Virtual LANs IEEE 802.1Q Versão actual IEEE 802.1Q-2005 IEEE 802.1Q estende os conceitos de bridging e filtragem da camada MAC com o objectivo de suportar a definição e gestão de LANs Virtuais (Virtual LANs VLANs) A especificação de VLAN bridging é idependente de IEEE 802.1D, mas contém muitos dos elementos desta especificação O standard IEEE 802.1Q define um formato de trama que permite transportar um identificador de VLAN e informação de prioridade de utilizador, sendo esta informação útil em LANs que não suportam prioridades nativamente (por exemplo, IEEE / Ethernet) Estende o mecanismo de prioridade definido em IEEE 802.1D, fazendo uso da capacidade de tramas VLAN transportarem informação de prioridade extremo a extremo, através de MACs concatenados, independentemente da capacidade de sinalização de prioridade por parte de cada tipo particular de MAC
26 IEEE 802.1Q etiquetagem (tagging) Uma trama etiquetada (tagged frame) é uma trama que contém um tag header inserido após o campo de endereço MAC de origem (ou o campo Routing Information, caso exista) O tag header transporta informação de prioridade e, opcionalmente, a identificação da VLAN associada à trama O tag header inclui Um Tag Protocol Identifier (TPID) Tag Control Information (TCI) Existem dois tipos de tramas etiquetadas Priority-tagged frame o tag header transporta informação de prioridade, mas não informação de identificação de VLAN VLAN-tagged frame o tag header transporta informação de identificação de VLAN e informação de prioridade As bridges podem ser VLAN-aware reconhecem tramas do tipo VLAN-tagged e podem inserir e remover tag headers VLAN-unaware não reconhecem tramas do tipo VLAN-tagged
27 Tramas IEEE / Ethernet etiquetadas e não etiquetadas Untagged frame Destination Address Source Address Length / Type Tagged frame Destination Address Source Address Tag header Length / Type Data Data PAD FCS PAD FCS A presença de um Tag Header é indicada por um valor específico na posição habitualmente ocupada pelo campo Length / Type
28 Tag Protocol Identifier (TPID) Formato A estrutura deste campo difere conforme se usar codificação Ethernet ou SNAP (SNAP é usado em IEEE e FDDI) O TPID transporta um valor de tipo (Ethernet Type) igual a que identifica a trama como etiquetada (802.1QTagType) Ethernet-encoded TPID format SNAP-encoded TPID format
29 Tag Control Information (TCI) Formato Prioridade de utilizador são usados 3 bits para representar até 8 níveis de prioridade Canonical Format Indicator (CFI) 1 bit (flag) VLAN Identifier (VID) 12 bits para identificar a VLAN a que a trama pertence Uma trama priority-tagged é identificada por um valor nulo no campo VID
30 Classificação de tramas e associação a VLANs Uma bridge IEEE 802.1Q (VLAN bridge) suporta classificação de VLANs com base em portas (Port-based VLAN) Pode adicionalmente suportar classificação baseada em porta e protocolo (Port-and-Protocol-based VLAN) Cada trama recebida e admitida numa porta duma VLAN bridge tem de ser associada a uma e uma só VLAN (é-lhe associado um VID) Se se tratar duma trama VLAN-tagged, a própria trama transporta um VID (etiquetagem explícita) Caso contrário (Untagged ou Priority-tagged) a etiquetagem é implícita Se se tratar de uma Port-based VLAN, a associção (classificação) é determinada pela porta, o que requer que cada porta tenha associado um PVID (Port VLAN Identifier) Se se tratar de uma Port-and-Protocol-based VLAN, a associação é determinada pela porta e pelo identificador de protocolo transportado na trama para além do PVID é necessário que a porta tenha associados múltiplos VIDs (VID Set), sendo cada VID associado a um Protocol Group Identifier
31 VLAN nativa e etiquetagem Numa rede podem coexistir estações / bridges VLAN-aware e VL-unware O PVID associado a uma porta funciona como uma etiqueta para as tramas não etiquetadas recebidas pela porta e representa a VLAN nativa No exemplo as duas estações VLAN-unware ligadas ao trunk estão associadas à VLAN C uma vez que as portas das VLAN-aware bridges ligadas ao trunk têm PVID = C todas as tramas não etiquetadas recebidas nessas portas são associadas à VLAN C
32 Parâmetros associados a uma porta Cada porta de uma VLAN bridge deve suportar os seguintes parâmetros Acceptable Frame Types, que pode ser configurado para Admitir apenas tramas do tipo VLAN-tagged Admitir apenas tramas do tipo Untagged e Priority-tagged Admitir todas as tramas PVID (Port VLAN Identifier) para classificação do tipo Port-based Pode ainda suportar o parâmetro VID Set, para classificação do tipo Port-and-Protocol-based A aceitação de uma trama para despacho pela bridge depende do tipo de trama e da configuração destes parâmetros na porta respectiva
33 Anexo
34 Bridging algoritmo spanning tree 1. Seleccionar a root bridge entre todas as bridges A root bridge éa bridge com o menor bridge ID 2. Determinar a root port para cada bridge (excepto a root bridge) A root port é a porta com o percurso de menor custo para a root bridge A root bridge não tem root ports 3. Seleccionar a designated bridge para cada LAN A designated bridge éa bridge que oferece o percurso de menor custo da LAN para a root bridge A designated port liga a LAN à designated bridge Todas as portas da root bridge são designated ports 4. Todas as root ports e todas as designated ports são colocadas no estado forwarding Estas são as únicas portas autorizadas a despachar tramas As restantes portas são colocadas no estado blocking
35 Exemplo topologia física LAN1 B1 B2 B3 (3) LAN2 B4 LAN3 B5 LAN4 Nota: assume-se que os custos associados às portas das bridges são iguais
36 Exemplo passo 1 LAN1 B1 B2 B3 (3) Bridge 1 seleccionada como root bridge LAN2 B4 LAN3 B5 LAN4
37 Exemplo passo 2 LAN1 R B1 B2 R B3 (3) Root port seleccionada para cada bridge (excepto root bridge) LAN2 R B4 LAN3 R B5 LAN4
38 Exemplo passo 3 LAN1 D R B1 D B2 R B3 (3) Designated bridge seleccionada para cada LAN LAN2 R D D B4 LAN3 R B5 LAN4
39 Exemplo passo 4 LAN1 D R B1 D B2 R B3 (3) Todas as root ports e designated ports colocadas no estado forwarding LAN2 R D D B4 LAN3 R B5 LAN4
40 Tipos de tráfego Do Anexo G de IEEE 802.1Q-2005 Actualizado de IEEE 802.1D-2004
41 Prioridades, tipos e classes de tráfego (802.1Q-2005) Traffic Types User priority to Traffic Class Mapping As classes de tráfego são tratadas por meio de filas de espera Uma bridge pode suportar até 8 filas
42 Prioridades, tipos e classes de tráfego(802.1d-2004) Traffic Types User priority to Traffic Class Mapping As classes de tráfego são tratadas por meio de filas de espera Uma bridge pode suportar até 8 filas
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