Sem indústria não há Desenvolvimento
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- Thomas Monteiro Carreira
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1 ESTUDOS E PESQUISAS Nº 622 Sem indústria não há Desenvolvimento Carlos Pastoriza * Fórum Nacional (Sessão Especial) O Brasil que Queremos Nova Grande Concepção: Sair da Crise e Enfrentar os Desafios do Alto Crescimento, Integrando-se à Nova Revolução Industrial para Aproveitar a Magia das Grandes Oportunidades Rio de Janeiro, 15 e 16 de setembro de 2015 * Engenheiro, Presidente da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Versão Preliminar Texto sujeito à revisões pelo(s) autor(es). Copyright INAE - Instituto Nacional de Altos Estudos. Todos os direitos reservados. Permitida a cópia desde que citada a fonte. All rights reserved. Copy permitted since source cited. INAE - Instituto Nacional de Altos Estudos - Rua Sete de Setembro, 71-8º andar - Rio de Janeiro Tel.: (21) Fax: (21) [email protected] - web:
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3 Sem indústria não há Desenvolvimento 1
4 Sem indústria não há Desenvolvimento 2
5 A importância de dar forte impulso à Indústria de Bens de Capital Setembro
6 CÉNARIOS ECONÔMICOS BRASILEIROS A B C D PORQUÊ NÃO CRESCEMOS? FATORES INTERNOS RESPONSÁVEIS PELO BAIXO CRESCIMENTO POR QUE O BRASIL INVESTE POUCO? BAIXA COMPETITIVIDADE CONTAS PÚBLICAS E AJUSTE FISCAL CONJUNTURA RETOMADA DO CRESCIMENTO: DESAFIOS DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 2
7 A Porquê não crescemos? DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 3
8 Estamos entre as maiores economias do mundo (2013) (Em trilhões de dólares) DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 4
9 Mas o Brasil não cresce suficientemente há mais de 30 anos % a.a. 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0-6, ,5 Variações anuais do PIB Brasileiro Figueiredo ,9 Sarney ,2 Collor + Itamar Variação Real % Anual** 2,6 FHC I ,3 3,5 4,6 2,1 FHC II Lula I Lula II Dilma Governo PIB PER CAPITA Período Média % ,2 Figueiredo ,4 Sarney ,3 Collor Itamar ,4 FHC I ,0 FHC II ,5 Lula I ,2 Lula II ,5 Dilma , Brasil 1,4 Mundo* 1,9 Fonte: IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ.*Desempenho médio até DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 5
10 Nós crescemos menos do que mundo, menos que a América Latina e muito menos que os emergentes DESEMPENHO ACUMULADO DO PIB Emerging market and developing economies World Brazil Número índice Base: 1980 = Figueiredo Sarney Collor + Itamar FHC I FHC II Lula I Lula II Dilma Fonte: FMI Fundo Monetário Internacional. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 6
11 O Brasil é um país emergente? Na realidade ele perde participação no mundo nos últimos 20 anos 6 5,5 BRASIL: Relação entre o PIB (PPP) do Brasil, do Mundo e das economias desenvolvidas OCDE World 5,3 Participação percentual 5 4,5 4 3,5 3 4,7 3,1 Termos de troca crescente Fim do ciclo de commodities 2,5 2, Fonte: FMI Fundo Monetário Internacional. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 7
12 Afinal, porque não crescemos nas últimas décadas? Existem explicações para todos os gostos: Faltam investimentos em infraestrutura Os investimentos em educação e inovação são baixos O nível de poupança é insuficiente OtripéfoiabandonadoeoBancoCentralnãoéindependente Exigências de conteúdo local e protecionismo aumentam custos Baixa concorrência externa e falta de acordos comerciais Subsídios do tesouro ao consumo e ao BNDES Aumento do salário acima da produtividade, que não cresce Custo Brasil São todos condicionantes importantes mas, nós crescemos bem, durante alguns períodos, apesar de coexistirmos com estes mesmos problemas e outros mais... DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 8
13 PRINCIPAIS FATORES INTERNOS RESPONSÁVEIS PELO BAIXO CRESCIMENTO DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 9
14 Baixa taxa de investimento há mais de duas décadas Média últimos 14 anos ( ) Investimento - FBCF/PIB (%) Brasil (LCA) BR 18,4 AL 20,2 20,5 20,2 20,6 20,6 19,2 19,5 18,1 17,3 17,2 17,4 16,7 18,0 18,4 18,3 Mundo 23,1 RIC 32,5 Brasil 2014 = 19,7 5,00 7,00 9,00 11,00 13,00 15,00 17,00 19,00 21,00 23,00 25,00 Fonte: IBGE e World Bank. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 10
15 O resultado é um baixo estoque de capital produtivo, o que reduz a produtividade DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 11
16 Fim do bônus demográfico vai nos obrigar a aumentar a produtividade, se quisermos crescer Taxa de crescimento anual do PIB (%): Contribuição do aumento de trabalhadores e da produtividade DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 12
17 A produtividade do trabalho decorre principalmente do investimento em recursos produtivos GRÁFICO 6 Produtividade global do trabalho e suas fontes, Fonte: R b t Inklaa an Ma l. nng n DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 13
18 PORQUE O BRASIL INVESTE POUCO? DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 14
19 Será porque a poupança é baixa? 24,0 22,0 20,0 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 19,1 15,8 18,9 15,4-3,3-3,4 16,8 17,6-0,7 1,2 18,2 17,1 3,1 21,2 18,0 (Como proporção percentual do PIB) 2,4 1,9 19,8 20,0 17,4 18,0 20,5 21,8 21,2 19,0 21,8 21,8 20,3 20,7 20,1 20,0 1,0 19,2 19,4 0,5 0,0 17,9 17,7-0,6 17,0-1,0-1,1 15,8-2, Formação bruta de capital + variação de estoque Poupança Nacional Bruta Déficit (eixo da direita) -2,6-2,4-2,6-3,7-4,3 4,0 3,0 2,0-3,0-4,0-5,0 Fonte: Contas Nacionais Trimestrais. Elaboração: CEMEC DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 15
20 Ou por causa do baixo retorno sobre o patrimônio das empresas não financeiras Fonte e Elaboração: Frederico Torres de Souza, Master ofsciencesin Management pela PurdueUniversitye Leandro Novais e Silva, Professor Adjunto de Direito Econômico na FDUFMG. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 16
21 Retorno do capital investido é menor que o custo financeiro de dívida Empresas não financeiras de capital aberto DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 17
22 O BRASIL É O CAMPEÃO DE JUROS REAIS HÁ DUAS DÉCADAS DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 18
23 Os juros elevados encarecem a produção e fazem concorrência aos investimentos produtivos TAXA DE JUROS REAIS DE EMPRÉSTIMOS Fonte: FMI Fundo Monetário Internacional. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 19
24 Estes juros levaram a uma hipertrofia do setor financeiro em detrimento dos demais setores Fonte: Bovespa. Elaboração: Frederico Torres de Souza, Master of Sciences in Management pela Purdue University e Leandro Novais e Silva, Professor Adjunto de Direito Econômico na FDUFMG. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 20
25 CONSEQUÊNCIAS: BAIXA COMPETITIVIDADE E DESINDUSTRIALIZAÇÃO DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 21
26 Produzir aqui custa 25 p.p. mais que produzir na Alemanha ou EUA Custo Brasil - entre Brasil e EUA/Alemanha* 25,2 1 Custos dos insumos (câmbioa R$ 2,82) 8,7 2 Impacto dos juros sob o capital de giro 6,5 3 Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva 4,7* 4 Demais Itens 5,3 (R) Revisado; * Média do período pós desoneração do INSS patronal da folha de pagamento. Fonte: IBGE, BCB, ILOS,FED de St. Luis, Banco Mundial, BNDES, ABIMAQ, Macrodados. Elaboração: DCEE/ABIMAQ.(*) Média do período pós desoneração do INSS patronal da folha de pagamento. *Para BKM em 2012 com câmbio atualizado à média do 2º semestre de 2014 DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 22
27 Peso da indústria de transformação e da construção no PIB % DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 23
28 Participação da indústria de transformação no PIB Brasil e México % DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 24
29 Valor adicionado da indústria/pib e taxa real de câmbio (%, número-índice) (2005 = 100) DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 25
30 O incentivo ao consumo não beneficiou a indústria nacional COMÉRCIO Nº índice base: 2002 = PRODUÇÃO INDUSTRIAL 90 jul-14 jan-02 jul-02 jan-03 jul-03 jan-04 jul-04 jan-05 jul-05 jan-06 jul-06 jan-07 jul-07 jan-08 jul-08 jan-09 jul-09 jan-10 jul-10 jan-11 jul-11 jan-12 jul-12 jan-13 jul-13 jan-14 Fonte: IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 26
31 O aumento do consumo foi suprido por importados que dobraram seu Market share 25 Coeficiente de penetração dos produtos importados Indústria de transformação 20,8 20,9 21, ,3 19, ,1 11,3 12,1 10,8 11,6 11,8 10,5 10,3 11,1 11,9 13,5 15,3 15, Fonte: Funcex. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 27
32 OBRIGADO!
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