1. Moeda e o Sistema Monetário
|
|
|
- Guilherme Azevedo Regueira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1. Moeda e o Sistema Monetário 1.3 Bancos Comerciais, multiplicador monetário e os balancetes do Sistema Monetário Bibliografia Carvalho, F. (2015), cap.1, 2 e 16.2 e
2 Bancos Comerciais: depósitos à vista e empréstimos Os bancos comerciais têm como característica principal a capacidade de criar depósitos à vista, que servem de meio de pagamento alternativo à moeda legal emitida pelo Banco Central. Em geral, as pessoas decidem guardar seus recursos nos bancos comerciais devido à segurança e à conveniência de realizar os pagamentos por meio da simples transferência desses depósitos. Este seria o pagamento indireto pelosrecursos aplicados em depósitosà vista nobancocomercial. Os bancos comerciais agem como custodiantes de valores, que poderão ser resgatados pelos titulares no momento desejado. Tendo em vista a percepção de que nem todos os depositantes realizam saques simultaneamente, os Bancos Comerciais usam esses depósitos à vista para realizar empréstimos, recebendo uma remuneração sobre uma disponibilidade de recursos obtida a taxa de juros nula. Carvalho, F.C. (2015), s
3 Bancos Comerciais: necessidade de reservas Há, portanto, um incentivo para os administradores do banco subestimarem a probabilidade de retirada por parte dos depositantes, pois quanto menos for necessário manter como reserva, mais sobrará para ser emprestado a clientes, e, assim, mais o banco ganhará. Há, por outro lado, um índice estatisticamente considerado seguro de reservas que um banco deve possuir para atender às operações de saque dosdepósitosà vista existentes. Se os Bancos não forem capazes de honrar suas obrigações de converter depósitos à vista em moeda legal, há o risco de quebra da confiança por parte do público, levando a uma corrida bancária e eventual quebra do sistema. Carvalho, F.C. (2015), s
4 Reservas Compulsórias (Ec) Para evitar que os bancos corram risco excessivo ao emprestar os depósitos à vista de seus clientes, os Banco Centrais regulam as atividades dos Bancos Comerciais. Neste sentido, para garantir uma segurança mínima ao sistema bancário, o Banco Central exige que os Bancos Comerciais mantenham um percentual dos depósitos à vista como reservas compulsórias junto ao Banco Central. Reservas Voluntárias (Ev) Adicionalmente, os bancos comerciais podem enviar voluntariamente recursos às câmaras de compensação de cheques para cobrir eventuais diferenças entre cheques emitidos a favor e contra o banco. Encaixes técnicos (Et) Mas, independentemente das reservas compulsórias, os bancos comerciais mantêm reservas (encaixes técnicos) para honrar seus compromissos com o público e manter suas operações diárias de saques e empréstimos. Carvalho, F.C. (2015), s.1.4 4
5 Multiplicador Monetário É o fato de que os bancos comerciais captam depósitos à vista e podem manter apenas parte destes depósitos na forma de reserva, emprestando o restante à taxa de juros, que leva ao processo de multiplicação dos meios de pagamentos. Os montantes emprestados a partir de um depósito à vista inicial retornarão, eventualmente/imediatamente, ao Banco Comercial, na forma de novos depósitos à vista, dando margem a novos empréstimos, que gerarão novos depósitos, e assim por diante. O limite de expansão dos meios de pagamento se deve ao fato de que, a cada novo ciclo de empréstimo, o banco dispõe de menos recursos livres em funçãoda necessidade de reter parte dos depósitos em reserva. Carvalho, F.C. (2015), s.1.4 5
6 Multiplicador Monetário ü Papel-moeda em circulação (PMC) PMC = PME CBC PME é o total de papel moeda emitido pelo Banco Central CBC é o montante de papel moeda no caixa do Banco Central ü Encaixes Totais (ET) ET = Et + Ev + Ec Et é o encaixe técnico Ev é o encaixe voluntário Ec é o encaixe compulsório Carvalho, F.C. (2015), s.1.4 6
7 Multiplicador Monetário ü Base Monetária (B) B = PMC + Ec + Ev = PME CBC + Ec + Ev ü Papel Moeda em Poder dopúblico (PMPP) PMPP = PMC Et = B ET Logo: PMC = PMPP + Et B = PMPP + ET ü Meios de Pagamento (MP) MP = PMPP + DV = Moeda Manual + Moeda Escritural DV são os depósitos à vista Carvalho, F.C. (2015), s.1.4 7
8 Multiplicador Monetário Sendo: MP = PMPP + DV B = PMPP + ET Tem-se que: B = MP DV + ET Carvalho, F.C. (2015), s.2.3 B/MP = 1 DV/MP + ET/DV.DV/MP B/MP = 1 d + e.d = 1 d(1 e) MP = B / [1-d(1-e)], onde d = DV/MP, e = ET/DV. 8
9 Multiplicador Monetário MP = B / [1-d(1-e)], d = DV/MP é a taxa de depósito e depende do grau de desenvolvimento do sistema bancário (número de agências, custo de ida aos bancos, etc.) e = ET/DV é a taxa de reservas e depende, principalmente, da política do Banco Central e da facilidade de cobrir necessidades de liquidez junto a outros bancos. Assim, o multiplicador monetário é igual a: α = 1 / [1-d(1-e)] e ΔMP = αδb Condicionantes da expansão dos meios de pagamentos: d e e => α Carvalho, F.C. (2015), s.2.3 9
10 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Simplificação inicial: Banco Comercial possui apenas depósitos à vista no passivo e reservas e empréstimos no ativo Balancete Estilizado do Banco Comercial Encaixe Total ET Depósitos à vista Encaixe técnico (caixa) - Et Reserva Voluntária - Ev Reserva Compulsória - Ec Empréstimo Total do Total do 10
11 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1: público não retém moeda em espécie, transformando-a em depósitos à vista e = ET / DV = 0,2: recolhimento compulsório fixado em 20%, liberando, portanto, 80% dos depósitos captados para empréstimo B = 100, d = 1, e = 0,2 MP = 100 / [1-1(1-0,2)] = 100/0,2 = =
12 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,2, MP 0 = PMPP + DV = a) Captaçãode 100 como depósito à vista e recolhimento de compulsório MP = PMPP + DV = (mudança na composição dos MPs) Balancete Estilizado do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 100 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo Total do 100 Total do
13 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,2, MP 0 = PMPP + DV = b) Empréstimo de 80 por meio de crédito em conta corrente e recolhimento de compulsório de 16. MP = PMPP + DV = = 180 (criação de DV) Balancete do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 180 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo Total do 180 Total do
14 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,2, MP 0 = PMPP + DV = c) Empréstimo de 64 por meio de crédito em conta corrente e recolhimento de compulsório de 12,8. MP = PMPP + DV = = 244 (criação de DV) Balancete do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 244 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo 51,2 0 48,8 144 Total do 244 Total do
15 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,2, MP 0 = PMPP + DV = n) Este processo continuará sucessivamente até o limite em que as reservas compulsórias sejam iguais a 20% dos depósitos à vista MP = αb = = 500 = PMPP + DV = Balancete do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 500 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo Total do 500 Total do
16 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 1: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,2, MP 0 = DV 0 = 100 n) Estes processo continuará sucessivamente até o limite em que as reservas compulsórias sejam iguais a 20% dos depósitos à vista Etapas ΔDV Δ ΔEc 1 100,0 80,0 20,0 2 80,0 64,0 16,0 3 64,0 51,2 12,8 4 51,2 41,0 10,2 5 41,0 32,8 8,2 6 32,8 26,2 6,6 7 26,2 21,0 5,2 8 21,0 16,8 4,2 9 16,8 13,4 3,4... n próximo a zero próximo a zero próximo a zero Total
17 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 2: d = DV / MP = 1: público não retém moeda em espécie, transformando-a em depósitos à vista e = ET / DV = 0,25: recolhimento compulsório fixado em 20% e reserva voluntária de 5%, liberando, portanto, 75% dos depósitos captados para empréstimo B = 100, d = 1, e = 0,25 MP = 100 / [1-1(1-0,25)] = 100/0,25 = =
18 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 2: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,25, MP 0 = PMPP + DV = a) Captação de 100 como depósito à vista e recolhimento de compulsório de 20 e voluntário de 5. MP = PMPP + DV = (mudança na composição dos MPs) Balancete do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 100 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo Total do 100 Total do
19 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 2: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,25, MP 0 = PMPP + DV = b) Empréstimo de 75 por meio de crédito em conta corrente e recolhimento de compulsório de 15 e 3,75 voluntário. MP = PMPP + DV = = 175 (criação de DV) Balancete do Banco Comercial Encaixe Total ET 100 Depósitos à vista 175 Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Empréstimo 56,25 8, Total do 175 Total do
20 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 2: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,25, MP 0 = PMPP + DV = c) Empréstimo de 56,25 por meio de crédito em conta corrente e recolhimento de compulsório de 11,25 e 2,81 voluntário. MP = PMPP + DV = ,25 = 231,25 (criação de DV) Encaixe Total ET Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Balancete do Banco Comercial 100 Depósitos à vista 231,25 42,19 11,56 46,25 Empréstimo 131,25 Total do 231,25 Total do 231,25 20
21 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 2: d = DV / MP = 1, e = ET / DV = 0,25, MP 0 = PMPP + DV = n) Estes processo continuará sucessivamente até o limite em que as reservas compulsórias sejam 20% e as voluntárias 5% dos depósitos à vista MP = B / [1-d(1-e)] = = 400 = PMPP + DV = Encaixe Total ET Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Balancete do Banco Comercial 100 Depósitos à vista Empréstimo 300 Total do 400 Total do
22 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 3: d = DV / MP = 0,9: público retém 10% do papel moeda em espécie, transformando apenas 90% em depósitos à vista e = ET / DV = 0,25: recolhimento compulsório fixado em 20% e reserva voluntária de 5%, liberando, portanto, 75% dos depósitos captados para empréstimo B = 100, d = 0,9, e = 0,25 MP = 100 / [1-0,9(1-0,25)] = 100/0,325 = 100.3,08 =
23 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Situação 3: d = DV / MP = 0,9, e = ET / DV = 0,25, MP 0 = PMPP + DV = n) Estes processo continuará sucessivamente até o limite em que as reservas compulsórias sejam 20%, as voluntárias 5% dos depósitos à vista e o PMPP seja 10% dos meios de pagamentos: MP = B / [1-d(1-e)] = 3, = 308 = PMPP + DV = 30, ,2 Encaixe Total ET Encaixe técnico (caixa) Reserva Voluntária Reserva Compulsória Balancete do Banco Comercial 69,3 Depósitos à vista 277,2 0 13,86 55,44 Empréstimo 207,9 Total do 277,2 Total do 277,2 23
24 Balancete do Banco Comercial e o processo de criação de meios de pagamentos Por um mecanismo de multiplicação, via captação de depósitos a vista e concessão de empréstimos pelos bancos comerciais, a base monetária criada pelobancocentral dá origem aototal dos meios de pagamentos. MP = αb α = 1 / [1-d(1-e)] O governo busca controlar a oferta de meio de pagamentos diretamente por meio de variações na base monetária (B) e indiretamente tentando influenciar α, que, por sua vez, depende de d, logo do comportamento do público em relação à taxa de depósito, e de e, logo do comportamento dos bancos com relação à taxa de reserva, ressaltando que o Banco Central controla apenas a reserva compulsória. Carvalho, F.C. (2015), s
25 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Encaixe Total ET (*) Encaixe técnico Reserva Voluntária Reserva Compulsória Títulos Públicos e Privados Imobilizado Total do Balancete Estilizado do Banco Comercial Monetário Depósitos à vista Não-Monetário Depósitos a prazo interno e do exterior Redescontos e empréstimos (*) Patrimônio Líquido Total do 25
26 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Balancete Estilizado do Banco Central Reservas Internacionais Monetário Títulos Púbicos Base Monetária Redescontos e (*) Papel-moeda em poder do público Encaixe Total (*) NãoMonetário DepósitosdoTesouro Nacional do Exterior Total do Total do 26
27 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Balancete Estilizado do Sistema Monetário Meios de Pagamento Títulos Públicos e Privados Papel-moeda em poder do público Reservas Internacionais Depósitos à vista Imobilizado NãoMonetário Depósitos a prazo internos e doexterior DepósitosdoTesouro Nacional Patrimônio Líquido Total do Total do 27
28 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos ü Base Monetária B = PMPP + ET = BCB NM BCB DB = D BCB D NM BCB ü Meios de Pagamentos M1 = PMPP+ DV = SM NM SM DM1 = D SM D NM SM Carvalho, F.C. (2015), s
29 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Saque de um cheque no caixa: M1 B (depósito a vista para moeda manual) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP (+) Encaixe Total (-) Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP (+) Depósitos à vista (-) Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 29
30 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Resgate de depósito a prazo para conta corrente: M1 B (A SM cte e PNM SM) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP Encaixe Total Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP Depósitos à vista (+) Não Monetário Depósitos a prazo (-) do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 30
31 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Venda de ações ao banco comercial paga por meio de depósito à vista em conta corrente: M1 B ( A SM e PNM SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP Encaixe Total Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados (+) Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP Depósitos à vista (+) Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 31
32 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Compra de títulos do TN do público pelo BCB: B M1 ( A BCB e SM com PNM BCB e SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos (+) Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP Encaixe Total (+) Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados (+) Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP Depósitos à vista (+) Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 32
33 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Superávit Fiscal com recursos do TN depositados no BCB: B M1 ( PNM BCB e SM com A BCB e SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP (-) Encaixe Total Não Monetário Depósitos TN (+) do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP (-) Depósitos à vista Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN (+) Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 33
34 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Ampliação das reservas internacionais: B M1 ( A BCB e SM com PNM BCB e SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais (+) Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP (+) Encaixe Total Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais (+) Imobilizado Meios de Pagamento PMPP (+) Depósitos à vista Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 34
35 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Empresa vende títulos públicos a um banco comercial que paga pela compra com moeda manual: M1 B ( A SM com PNM SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP (+) Encaixe Total (-) Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados (+) Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP (+) Depósitos à vista Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 35
36 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos Exemplos: Um banco comercial vende parte dos imóveis que possui a um banco de investimentos: M1 B ( A SM com PNM SM cte) DB = D BCB D NM BCB DM1 = D SM D NM SM Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP (-) Encaixe Total (+) Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais Imobilizado (-) Meios de Pagamento PMPP (-) Depósitos à vista Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 36
37 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Balancete Estilizado do Banco Comercial Encaixe Total ET (*) Encaixe técnico Reserva Voluntária Reserva Compulsória Títulos Públicos e Privados Imobilizado Total do Monetário Depósitos à vista Não-Monetário Depósitos a prazo interno e do exterior Redescontos e empréstimos (*) Patrimônio Líquido Total do Balancete Estilizado do Banco Central Balancete Estilizado do Sistema Monetário Reservas Internacionais Títulos Púbicos Redescontos e Monetário Base Monetária PMPP Encaixe Total Não Monetário Depósitos TN do Exterior Títulos Públicos e Privados Reservas Internacionais Imobilizado Meios de Pagamento PMPP Depósitos à vista Não Monetário Depósitos a prazo do internos e do exterior Depósitos TN Patrimônio Líquido Total do Total do Total do Total do 37
38 Balancete Consolidado do Sistema Monetário Operações de Criação e Destruição de base monetária e meios de pagamentos ü Operações de monetização: operações que aumentam os estoques de meios de pagamentos da economia ü Operações de esterilização: operações casadas que evitam que a economiaseja monetizada Ex. ampliação das reservas internacionais acompanhada de venda de títulos públicos por parte do BCB. 38
39 DADOS BRASIL 18/09/16 B = PME CBC + Ec + Ev = PMPP + ET Papel moeda emitido MP = PMPP + DV (saldo em final de período) - u.m.c. (mil) dez/2015 Reservas bancárias (Ec + Ev)* Base monetária restrita * Inclui as reservas bancárias livres e compulsórias sobre recursos à vista das instituições financeiras. Recursos à vista = depósitos à vista, recursos em trânsito de terceiros, cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados, cheques administrativos, contratos de assunção de obrigações - vinculados a operações realizadas no país, obrigações por prestação de serviços de pagamento e recursos de garantias realizadas. Fonte: BCB-Depec (saldo em final de período) - u.m.c. (mil) dez/2015 Papel moeda em poder do público Depósitos à vista Meios de pagamento - M Fonte: BCB-Depec 39
40 DADOS BRASIL 18/09/16 Multiplicador monetário (dez/2015) Comportamento do público Comportamento dos bancos Multiplicador monetário C = PMPP M1 D = DV M1 R = 1 CX DV R 2 = RB DV K = 1 C + D( R1 + R2 ) = M1 B 0,56 0,44 0,25 0,24 1,30 Fonte: BCB-Depec α = 1 / [1-d(1-e)], e = R1 + R2, d = D, 1-d = C K = 1 / [C + D(R1+R2)] = 1 / (C + d.e) = 1 / (1-d +d.e) = 1 / [1-d(1-e)] 40
1. Moeda e o Sistema Monetário
1. Moeda e o Sistema Monetário 1.3 Bancos Comerciais, multiplicador monetário e os balancetes do Sistema Monetário Bibliografia Carvalho, F. (2015), cap.1, 2 e 16.1 a 16.3 1 Bancos Comerciais: depósitos
Sistema Monetário. Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos
Sistema Monetário Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos Professor Fabiano Abranches Silva Dalto Departamento de Economia da UFPR Disciplina Economia Monetária e Financeira Bibliografia Utilizada: CARVALHO,
Sistema Monetário. Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos
Sistema Monetário Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos Professor Fabiano Abranches Silva Dalto Departamento de Economia da UFPR Disciplina Economia Monetária e Financeira Bibliografia Utilizada: CARVALHO,
1. Funções Típicas do Banco Central/Bacen (Autoridade Monetária)
Fundação Getúlio Vargas / EPGE Economia Monetária e Financeira Prof. Marcos Antonio Silveira Nota de Aula 5: Banco Central / Base Monetária Bibliografia: Mishkin, cap. 16 (5. edição em Portugûes) 1. Funções
Agregados monetários, criação e destruição de moeda e multiplicador monetário
Agregados monetários, criação e destruição de moeda e multiplicador monetário 1 Conceitos e funções da moeda, motivos de demanda Definição de moeda: objeto de aceitação geral, utilizado na troca de bens
15.1.Os principais instrumentos de política monetária são:
Módulo 15 Política Monetária O conjunto de atos do BACEN para controlar a quantidade de dinheiro e a taxa de juros e, em geral, as condições de crédito constitui a política monetária de um determinado
Conhecimentos Bancários. Item Noções e Instrumentos de Política Monetária
Conhecimentos Bancários Item 3.1.2- Noções e Instrumentos de Política Monetária Conhecimentos Bancários Item 3.1.2- Noções e Instrumentos de Política Monetária Manejo de operações destinadas a regular
Aula 04 Moedas e Bancos
Aula 04 Moedas e Bancos 1. (GESTOR 2008) Considerando a definição de meios de pagamentos adotada no Brasil, é incorreto afirmar que: a) o M1 engloba o papel-moeda em poder do público. b) o M2 engloba os
Conceito de Dinheiro FORMAS DE MOEDA FUNÇÕES DO DINHEIRO CRIAÇÃO E ENTRADA NA ECONOMIA FNC-IE-UNICAMP
Conceito de Dinheiro FORMAS DE MOEDA FUNÇÕES DO DINHEIRO CRIAÇÃO E ENTRADA NA ECONOMIA FNC-IE-UNICAMP Estrutura da Apresentação Diferença entre Moeda e Dinheiro Multiplicador Monetário Fixação da Taxa
O Significado da Moeda. 27. Sistema Monetário. As Três Funções da Moeda. Liquidez. Dois Tipos de Moeda. Moeda na Economia
27. Sistema Monetário O Significado da Moeda Dinheiro é um ativo da economia utilizado pelos indivíduos na aquisição de bens e serviços de outros indivíduos As Três Funções da Moeda Mecanismo de Troca:
Unidade I MERCADO FINANCEIRO. Profa. Ana Maria Belavenuto
Unidade I MERCADO FINANCEIRO Profa. Ana Maria Belavenuto Objetivo Entender como se estabelece as relações entre o lado monetário (moeda) com o lado real da economia (insumos e fatores de produção), na
ECONOMIA TEORIA MONETÁRIA DEFINIÇÃO DE CONCEITOS: FUNÇÕES DA MOEDA: Meio de Troca Unidade de Conta Reserva de Valor 1 DEFINIÇÃO DE CONCEITOS: BANCO CENTRAL: SIGLA = BACEN Possui a PRIMAZIA (MONOPÓLIO)
Macroeconomia para executivos de MKT. Lista de questões de múltipla escolha
Macroeconomia para executivos de MKT Lista de questões de múltipla escolha CAP. 3. Ambiente Externo, Cenário Macroeconômico e Mensuração da Atividade Econômica 5.1) A diferença entre Produto Nacional Bruto
Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Moeda)
Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January 1, 2008 Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Moeda) Eloi Martins Senhoras Available at:
3. Qual o significado geral da Análise IS-LM? 4. O que vem a ser a curva IS? Quais os fatores ou variáveis que a deslocam?
1 1. O que define a moeda é sua liquidez, ou seja, a capacidade que possui de ser um ativo prontamente disponível e aceito para as mais diversas transações. Além disso, três outras características a definem:
Instrumentos de política monetária
Instrumentos de política monetária Introdução Nesta aula, conheceremos os mecanismos de política econômica voltados para o mercado monetário, do qual a moeda, tanto a nacional quanto as estrangeiras, constitui-se
LEGISLAÇÃO E REGULAÇÃO
Módulo 1 Legislação TÍTULO Xe Regulação LEGISLAÇÃO E REGULAÇÃO Decidimos iniciar este curso pelo estudo das leis e mecanismos que regulam as instituições financeiras, de modo a lhe dar uma visão geral
O Mercado Monetário, a Taxa de Juros e a Taxa de Câmbio
O Mercado Monetário, a Taxa de Juros e a Taxa de Câmbio Introdução Os fatores que afetam a oferta ou a demanda de moeda de um país estão entre os principais determinantes da taxa de câmbio. O modelo integra
O LADO MONETÁRIO DA ECONOMIA
O LADO MONETÁRIO DA ECONOMIA 1 MOEDA: instrumento ou objeto aceito pela coletividade para intermediar as transações econômicas, para pagamentos de bens e serviços. Moeda Mercadoria: antigamente, as transações
1. Moeda e o Sistema Monetário
1. Moeda e o Sistema Monetário 1.2 Funções típicas dos Bancos Centrais Bibliografia Carvalho, F. (2015), cap. 2 BCB (PMF 11) 1 Origem dos Bancos Centrais Origens dos primeiros Bancos Centrais Desenvolvimento
MOEDA, TAXAS DE JUROS E TAXAS DE CÂMBIO TÓPICOS DO CAPÍTULO
MOEDA, TAXAS DE JUROS E TAXAS DE CÂMBIO R e f e r ê n c i a : C a p. 15 d e E c o n o m i a I n t e r n a c i o n a l : T e o r i a e P o l í t i c a, 1 0 ª. E d i ç ã o P a u l R. K r u g m a n e M a
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2018 (valores expressos em
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 30 DE ABRIL DE 2019 (valores expressos
Moeda, taxas de juros e taxas de câmbio
Moeda, taxas de juros e taxas de câmbio Referência: Cap. 15 de Economia Internacional: Teoria e Política, 6ª. Edição Paul R. Krugman e Maurice Obstfeld Economia Internacional II - Material para aulas (3)
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, Rolândia - PR CNPJ: /
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, 1579 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2017 (valores expressos em milhares
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 30 DE ABRIL DE 2018 (valores expressos
CURSO ONLINE TEORIA E EXERCÍCIOS AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - MACRO PROFESSOR CÉSAR FRADE
Olá Galera! Vamos continuar a falar sobre Sistema Monetário. A aula passada foi bem tranqüila. O mesmo não posso falar dessa aula. Teremos uma aula mais complexa, mas também não é nenhum bicho de sete
Instrumentos de Política Macroeconômica
Instrumentos de Política Macroeconômica Hildo Meirelles de Souza Filho Instrumentos da Política Macroeconômica Política Fiscal Política Monetária Política Cambial 1 1. Política Fiscal Gasto corrente do
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 ATIVO CIRCULANTE
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 A T I V O 31.12.2009 31.12.2008 ATIVO CIRCULANTE 77.677 45.278 DISPONIBILIDADES 46 45 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ 1.641 314 APLICAÇÕES EM
Sistema Monetário. Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos
Sistema Monetário Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos Professor Fabiano Abranches Silva Dalto Departamento de Economia da UFPR Disciplina Economia Monetária e Financeira Bibliografia Utilizada: CARVALHO,
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2017 (valores expressos
Bizú de Noções de Macroeconomia Agente Fiscal de Rendas Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
Bizú de Noções de Macroeconomia Agente Fiscal de Rendas Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Olá, Pessoal! A FCC costumeiramente cobra em prova, por meio de questões, praticamente todos os temas
Banco Comercial do Huambo Relatório & Contas de
Índice Conselho de Administração Assembleia Geral Conselho Fiscal Participação Fachada da sede do Banco Comercial do Huambo, na cidade do Huambo, Angola Banco Comercial do Huambo Relatório & Contas de
Sumário. ) Importações de Bens e de Serviços Não-Fatores (M nf
Sumário CAPÍTULO 1 BALANÇO DE PAGAMENTOS... 1 1.1 Conceitos Introdutórios... 1 1.1.1 Definição... 1 1.1.2 Meios (formas) Internacionais de Pagamento... 3 1.1.3 Apresentação da Estrutura Antiga do Balanço
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE OUTUBRO DE 2017 (valores expressos
6. Quais os fatores ou variáveis que a deslocam? Quais os fatores ou variáveis que alteram sua inclinação?
1 1. O que define a moeda é sua liquidez, ou seja, a capacidade que possui de ser um ativo prontamente disponível e aceito para as mais diversas transações. Além disso, três outras características a definem:
ASSEMBLÉIA PARAENSE CNPJ /
BALANÇO PATRIMONIAL EM: ( Valores em Reais) ATIVO CIRCULANTE 17.802.769,62 10.829.348,39 DISPONIBILIDADE 7.703.537,60 3.824.493,65 Caixa e Bancos 436.727,86 548.337,85 Aplicações Financeiras 7.266.809,74
A avaliação da magnitude, da distribuição no tempo e do risco dos fluxos de caixa futuros é a essência do orçamento de capital.
Fluxo de Caixa o administrador financeiro precisa preocupar-se com o montante de fluxo de caixa que espera receber, quando irá recebê-lo e qual a probabilidade de recebê-lo. A avaliação da magnitude, da
Aula 06: Moedas e Bancos
Aula 06: Moedas e Bancos Macroeconomia Agregados Monetários. As contas do Sistema Monetário. Gilmar Ferreira Janeiro 2010 Moeda Conceitualmente, o termo moeda é usado para denominar tudo aquilo que é geralmente
Considerando-se apenas as informações apresentadas, apresente o registro contábil relativo à apuração do ICMS no mês de fevereiro de 2017:
CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA: QUESTÕES DE REVISÃO 01) Uma Sociedade Empresária que possui um único estabelecimento apresentava, em 31.1.2017, após a apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias ICMS,
UFRJ IE PPED Teoria Econômica II. Política Econômica. Oferta de Moeda e Política Monetária. Vasconcellos (cap.11) Carvalho(cap.
UFRJ IE PPED Teoria Econômica II Política Econômica Oferta de Moeda e Política Monetária Vasconcellos (cap.11) Carvalho(cap.11 a 14) Ana Cristina Reif 0 1 Formas'de'moeda' Historicamente escambo (trocas
Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. Balanços patrimoniais
Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Ativo Nota 2014 2013 Passivo Nota 2014 2013 (Ajustado) (Ajustado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 5 48.650 835 Fornecedores 10
4. Apure o valor da depreciação acumulada em 31/12/20015, sendo dados:
1. Classifique os itens abaixo em: bens, direitos ou obrigações item bens direito obrigação Empréstimos a receber Dinheiro em caixa Dinheiro depositado no banco veículos biblioteca Salários a pagar estoques
ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. 3ª Emissão de Debêntures. Série Única. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015
ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. 3ª Emissão de Debêntures Série Única Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 PARTICIPANTES EMISSORA COORDENADOR(ES) ESCRITURADOR LIQUIDANTE
CONCEITO DE DINHEIRO FORMAS DE MOEDA FUNÇÕES DO DINHEIRO CRIAÇÃO E ENTRADA NA ECONOMIA FNC-IE-UNICAMP
CONCEITO DE DINHEIRO FORMAS DE MOEDA FUNÇÕES DO DINHEIRO CRIAÇÃO E ENTRADA NA ECONOMIA FNC-IE-UNICAMP Moeda não cresce em árvore Não se pode empregar mão de obra para plantar (produzir) moeda. Desde que
RECEITA PÚBLICA PROFESSOR DR. CARLOS LOPATIUK
RECEITA PÚBLICA PROFESSOR DR. CARLOS LOPATIUK Receita, pelo enfoque orçamentário, são todos os ingressos disponíveis para cobertura das despesas públicas, em qualquer esfera governamental. Fonte: Apresentação
MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL
BALANÇO FINANCEIRO - TODOS OS ORÇAMENTOS 1 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO 2014 ESPECIFICAÇÃO 2014 Receitas Orçamentárias - - Despesas Orçamentárias 7.583.637,48 - Ordinárias - - Ordinárias 2.011.924,00
DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ BANCO BRADESCO S.A. Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2
DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2016 - BANCO BRADESCO S.A. Versão : 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo
CONCEITOS BÁSICOS DE ECONOMIA. Professor:César Augusto Moreira Bergo Data: Maio 2011
CONCEITOS BÁSICOS DE ECONOMIA Professor:César Augusto Moreira Bergo Data: Maio 2011 Conceito de Economia: Ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as
