Máquina de Fertirregação Magos
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- Adelino Adriano Belém Furtado
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1 A máquina de fertirrigação é especialmente construída e desenhada para realizar fertirrigações por condutividade eléctrica. A máquina de fertirrigação tem uma estrutura em aço Inox com uma cuba de 125 litros em fibra, equipado com sondas de nível e electroválvulas de enchimento e de descarga. As bombas de injeção são electromagnéticas de funcionamento contínuo sendo a injecção controlada através de válvulas de pulso. A circulação da água é feita com o auxílio de uma bomba em Inox GRUNDFOS. O programador é especialmente desenhado para controlar a rega, a fertirrega por CE (condutividade eléctrica) e unidades de tempo ou volume. Realiza a regulação da acidez, agitação de fertilizantes, controlo da bombagem, limpeza de filtros, controlo de drenagem e leitura de sensores e condicionando programas através destes. Como opção controla a pressão consoante o sector com a ligação a um variador de velocidade e pode ser controlado através de um PC ou telemóvel. Contém um programa de detecção de avarias e um ecrã de visualização completa dos dados. O modelo básico tem a capacidade de controlo de 40 saídas independentes mais 16 entradas para sinais digitais e 16 entradas analógicas, todas elas ampliáveis, 8 saídas de pulsos para injecção de CE e 2 de ácido e base.
2 CARACTERÍSTICAS GERAIS Estrutura em aço inox; Bombas de injeção electromagnéticas de funcionamento contínuo; Válvulas de pulsos de 3 vias; Bomba auxiliar em inox GRUNDFOS; Programação em programador, por PC ou GSM (opcional); Controlo de: Rega; Fertilização por CE; Fertilização unidades de tempo ou volume; Regulação de acidez (ph); Agitação de fertilizantes; Controlo de bomba de água Limpeza de filtros; Controlo de drenagem; Leitura de sensores e programas através destes; Válvulas de campo. TROÇO DE MISTURA O troço de mistura é colocado a jusante da entrada da conduta. É composto por 2 discos de mistura. As furações dos disco têm uma inclinação de 45º e área total furada deve ser pelo menos igual a ½ da área do disco. BOMBAS ELECTROMAGNÉ- TICAS IWAKI As bombas electromagnéticas IWAKI têm um funcionamento contínuo e tem a uma capacidade máxima de 27 l/min com uma pressão de 3,1 m. VÁLVULAS DE PULSO As válvulas de pulso tem um funcionamento de acção directa sem componentes metálicos o que as torna ideais para o bom desempenho deste equipamento.
3 DESCRIÇÃO DETALHADA DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO CONTROLO DE REGA Através das suas opções de ampliação permite o controlo de até 200 setores de rega comandados por 24 programas, que incluem os valores de: 6 horas de inicio; Rega por dias da semana ou dias de pausa; Horário e período ativo; Início por sensores de nível digitais ou analógicos, por energia solar, pela integração da temperatura e por nível de humidade ou conteúdo de água no solo; Rega por pulsos, modificação automática do tempo entre regas por energia solar e por drenagem; Rega sequencial de outro programa; 9 Grupos de rega com prioridade dentro do grupo; Sequência de rega de 32 setores por programa com unidades de rega e pré rega independentes, agrupáveis de 1 a 32 os setores que regam em simultâneo. Unidades de pós-rega também independentes; Modificação das unidades de rega por um fator manual e por condicionantes; Realização de regas de segurança por falta de início e controlo de início continuado. CONTROLO DE FERTIRRIGAÇÃO Tem a capacidade de controlo até 8 fertilizantes mais 2 ácidos ou ácido e base. A fertilização pode-se realizar por condutividade eléctrica, por unidades de tempo ou volume, elegendo o número de fertilizantes que actuarão em cada modo. Cada fertilizante pode ter um contador volumétrico e um agitador atribuído. Devido a termos uma saída geral de fertilizantes e uma auxiliar para cada fertilizante; desta forma podemos trabalhar com cabeçais distintos. A injecção por CE realiza-se por pulsos com a possibilidade de regular a CE da rega segundo a CE da água de entrada, compensando-a proporcionalmente. CONTROLO DE DRENAGEM O Sistema para controlo da quantidade de água drenada nas culturas e de medida de parâmetros da água drenada controla um máximo de 9 culturas diferentes. Os parâmetros podem ser: condutividade elétrica, acidez, nível em milímetros da bandeja, quantidade de água drenada, etc. Existem 3 formas de ajustar as regas à drenagem programada: 1. Antes de começar uma nova rega: modificam-se as unidades de rega para compensar a drenagem produzida e poder efetuar a programação, segundo os dados recolhidos da rega anterior; 2. Compensação durante a mesma rega: tratase de reduzir ou alargar a rega em curso para efetuar a drenagem desejada; 3. Modificação da frequência entre regas: encurta-se ou alarga-se o tempo entre uma rega e a seguinte para manter a drenagem programada.
4 DESCRIÇÃO DETALHADA DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO CONTROLO DE BANDEJAS Controla até 9 bandejas de drenagem com a medida do volume drenado, a CE, o ph e os alarmes. Independentemente, também controla o nível das bandejas por contac- to ou por valor analógico para o inícioo de regas por demanda. Através dos módulos externos podemos ter todos estes elementos, que estão à distância, conectados ao equipamento. CONTROLO DE BOMBAGEM Dispõe de 1 a 6 saídas gerais de rega atribuíveis a sectores, com temporizações independentes de activação e desactivação. A saída geral no 1 pode dar uma saída analó- gica 0-10 volts para conectá-la a um variador de frequência e manter uma pressão na tubagem de rega independente para cada programa. CONTROLO DE CAUDAIS Cada sector de rega é atribuído a 1 dos 6 possíveis contadores volumétricos para regar em litros ou m 3. Nos acumulados o volume de rega e fertilizante reparte-se proporcionalmente ao caudal nominal atribuído a cada sector. O fertilizante programa- se em litros ou centilitros com 8 contadores. Contém alarmes por excesso ou falta de caudal. CURVAS Cada programa de rega tem associada uma curva para poder modificar os valores de unidades de rega, frequência do mesmo, CE e unidades de fertilizante para 6 pontos horários do dia. CONTROLO MANUAL CONTROLO POR CONDICIONANTES Muitos dos sensores que podemos conectar ao equipamento para leitura podem- nos condicionar os programas de rega para adaptá-los às necessidades hídricas em cada momento. São 4 os condicionantes que podem afectar a cada um dos programas de rega, e podem fazê-lo para: 1. Iniciar a rega por energía solar, nivel de bandeja, humidade ou conteúdo de água no solo, temperatura ambiente, etc; 2. Modificar as unidades de rega por energia solar, drenagem e chuva; 3. Modificar a referência de CE por energía solar e chuva; 4. Modificar as unidades de fertilização por energia solar e chuva; 5. Modificar a frequência entre regas por energía solar e drenagem. Com controlo manual pode-se: Iniciar, parar e deixar fora de serviço programas de rega; Fora de serviço geral; Iniciar ou parar a limpeza dos filtros; Finalização de alarmes e avarias; Activação directa de saídas; Modificação dos contadores internos dos programas como os dias entre regas, a frequência entre activações, etc.
5 LIMPEZA DE FILTROS Não há limite no número de filtros a usar, destacando as seguintes prestações: As limpezas podem ser por pressostato diferencial, tempo ou volume; 3 tempos de limpeza independentes para atribuir a grupos de filtros; Tempo de pausa entre filtros; Pode-se limpar dentro de uma rega ou esperar o início de um programa de rega; Paragem ou não dos sectores ao limpar; Atribuição de saídas gerais e contadores; Controlo de limpezas continuadas. REGISTO Dispõe dos seguintes registos, sempre actualizados: Acumulados dos sectores e um geral para mostrar as unidades de rega em tempo e volume mais o caudal calculado e as unidades aplicadas de cada um dos fertilizantes; Actuações, mostrando o dia e a hora de cada uma das actuações que realiza o equipamento, como anomalias, inícios de regas com os seus principais valores, actuações dos filtros, agitadores, etc. A capacidade de registo é de várias semanas; Anomalias novas; com este registo mostra as anomalias que ocorreram desde a anterior visualização; Historial dos últimos 15 dias, em que mostrará os inícios que realizou cada um dos programas, limpezas de filtros realizadas, integração da energia solar e a temperatura ambiente. Mais, por cada sector, as unidades de rega realizadas, a média de CE e ph aplicadas e as unidades de fertilizante. Assim como, por cada bandeja, as medias do dia da drenagem realizada e as medias de ph e CE; Sensores, com o registo gráfico das últimas 24 horas dos sensores de CE, ph, energia, humidade relativa, temperatura do ar e da agua, e 6 sensores de inicio. Alem disso, nos sensores de CE e ph registam-se com detalhe os últimos 10 minutos. ALARMES Pode gerar alarmes por mais de vinte condições distintas, activando uma das três saídas de alarme (CE, ph, general), registando a anomalia e enviando um aviso por mensagem SMS. MISTURA DE ÁGUAS Permite a mistura de duas águas de diferente salinidade, com uma condutividade resultante independente em cada um dos programas de rega. MENSAGENS SMS Conectado a um modem GSM, máquina de fertirrigação pode enviar mensagens SMS a um telemóvel, com alarmes e incidências e mensagens periódicas de valores pré estabelecidos. Também pode receber ordens como arrancar ou parar um programa, por em Stop, etc., a partir de uma mensagem SMS enviada por um telemóvel. VISUALIZAÇÃO Ecrã gráfico iluminado de 240x128 pontos (16 linhas de 40 caracteres) e ajuste por teclado do contraste. Teclado de membrana com 24 teclas e avisador acústico de pulsação. Tecla de STOP.
6 GESTÃO ATRAVÉS DE PC A máquina de fertirrigação pode ser controlada através de um programa para ambiente Windows que permite manejar as máquinas de fertirrigação desde um PC, de forma cómoda e fácil. Neste programa podem-se colocar parâmetros e programas de rega, modificá-los, realizar actuações em tempo real, assim como consultar as anomalias, historiais, gráficos, registo de actuações, etc. As principais características do programa PC são: A conexão dos controladores a um só programa mediante: Cabo via RS232; Cabo via RS485; Modem telefónico GSM ou convencional; Radio modem. Realização desde o programa de todas as acções que se podem fazer desde a própria máquina de fertirrigação; Visualização das acções que realizam as máquina de fertirrigação de 2 formas diferentes, podendo passar de uma a outra com um simples movimento do rato: Por consulta: onde se pode ver de forma similar à consulta na máquina de fertirrigação todas as operações que se vão realizando; Por sinóptico: totalmente configuráveis por cada máquina de fertirrigação conectado ao programa, com possibilidade de inserir indicadores luminosos para as entradas e saídas do equipamento que se acendem quando se activam, quadros com contadores para visualizar os caudais instantâneos de rega e fertilizante, e quadros com as leituras de CE, ph e outros sensores conectados ao programador. A consulta por sinóptico dá uma ideia clara e rápida de todas as acções que está levando a cabo o controlador. Passar a ficheiros de texto os acumulados, históricos, actuações, leituras de sensores, etc., podendo-se tratar com folhas de cálculo ou bases de dados. MÓDULOS EXTERNOS Capacidade para ligar a diferentes módulos externos de vários tipos: Módulos de expansão: até 16 módulos de expansão em que a comunicação e a alimentação se realiza pela linha de 24 Vac com um cabo bifilar. Podem ser de 2 tipos diferentes: Tipo 1: Com 5 saídas para relé e 2 entradas digitais; Tipo 3: Com 5 saidas para relé, 2 entradas digitais e 2 entradas analógicas para sensores de ph, CE, nivel, drenagem, etc. (podendo chegar a 4 se se anulam as duas entradas digitais). Sistema Monocabo 120: até 120 módulos com possibilidade de até 8 saídas para solenóides latch, 10 entradas digitais e uma entrada analógica; Sistema Rádio 868 MHz: até 64 módulos com possibilidade de até 16 saidas para solenóides latch, igual número de entradas digitais e 2 entradas analógicas para sensores, em cada um; Agronic Rádio 2,4 GHz: até 120 módulos com possibilidade de até 16 saídas para solenóides latch, igual número de entradas digitais e 2 entradas analógicas para sensores, em cada um.
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