Monitoramento e Controle Ambiental
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- Glória Pinto Caldas
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1 Monitoramento e Controle Ambiental Monitoramento da Qualidade da Água Aluno: Daniel M. C. Santos
2 Por que monitorar? MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS Alterações ambientais ocorrem ao longo de vários séculos, estas podem ter sua origem de causa naturais ou antrópicas Impactos ambientais qualquer alteração do ambiente (ou de seus componentes) em função de atividades antrópicas, podendo ser positiva ou negativa. CONSIDERAÇÕES: 1) Impacto é um conceito mais amplo e substancialmente distinto de poluição; 2) Poluição tem uma conotação negativa; 3) Poluição refere-se a matéria ou energia; 4) Várias ações humanas causam impacto, sem necessariamente estar associado a emissão de poluente; 5) Poluição causa impacto, mas nem todo impacto está associado a emissão de poluentes.
3 Por que monitorar? MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS POLUIÇÃO (polluere profanar, manchar, sujar) : energia ou matéria no meio ambiente lançada que possa afetar negativamente o mesmo (físico e biótico). Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente: I- sejanocivaouofensivaàsaúde,àsegurançaeaobemestardaspopulações; II crie condições inadequadas de uso do meio ambiente para fins domésticos, agropecuários, industriais, públicos, comerciais, recreativos e estéticos; III ocasione danos à fauna, à flora, ao equilíbrio ecológico e às propriedades; IV não esteja em harmonia com os arredores naturais. (Decreto-Lei estadual do Rio de Janeiro nº 134/75; art. 1º) - Passível de medição - Estabelecimento de parâmetros e limites.
4 Por que monitorar? IMPACTO Atividade implica em: MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS 1) Supressão de elementos do ambiente (supressão de elementos do ecossistema supressão de vegetação; destruição de um habitat; destruição de componentes físicos da paisagem; supressão de referências físicas à memória; supressão de elementos da paisagem) 2) Inserção de elementos no ambiente (introdução de espécies exóticas; introdução de elementos físicos abióticos) 3) Sobrecarga fatores de estresse (poluente; introdução de uma espécie exótica; redução do habitat ou da disponibilidade de recursos; aumento da demanda de bens e serviços públicos; aumento da demanda de recursos ambientais renováveis e não-renováveis)
5 Por que monitorar? MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS IMPACTO: qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetem: I- asaúde,asegurançaeobem-estardapopulação; II- as atividades sociais e econômicas; III-abiota; IV- as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V- a qualidade dos recursos ambientais. Resolução Conama 01/86 Art. 1º
6 Por que monitorar? MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS IMPACTO X POLUIÇÃO X DEGRADAÇÃO Poluição (polluere) (emissão) profanar Degradação (alteração) perda da qualidade Impacto (alteração) positivo ou negativo
7 Principais Leis Lei Federal de 1997 POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS Planejamaneto Gestão Uso LeiFederal6.938de1981 PNMA Prevê o estabelecimento do licenciamento ambiental para atividades potencialmente poluidoras. Avaliação de Impactos Ambientais. Resolução Conama 01/86 EIA / RIMA Institui o EIA / RIMA ambos deverão conter: elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados Resolução CONAMA 23/94 Resolução Conama 237/97 Licenciamento ambiental planos e programas (monitoramento ambiental) Lei Federal de 2000 controle e fiscalização de poluição por óleo Resolução CONAMA 274 de 2000 dispões sobre a balneabilidade Resolução CONAMA 357 de 2005 classificação dos corpos hídricos Resolução CONAMA 397 de 2008 altera e acrescenta parâmetros da 357
8 A Água e os Ambientes Aquáticos I-aáguaéumbemdedomíniopúblico; II - a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico; III - em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais; IX-agestãodosrecursoshídricosdevesempreproporcionarouso múltiplo das águas; Lei Federal de 1998; art. 1º.
9 A Água e os Ambientes Aquáticos Principais sistemas: Lençóis e aquíferos Rios LagoseLagoas Estuários Oceanos
10 Objetivos do Monitoramento Caracterização dos corpos hídricos Limpeza de corpos hídricos Identificação de usos inadequados, não controlados e desperdícios Gerenciamento e remediação Regulamentação de usos e potabilidade Verificação da balneabilidade
11 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Resolução CONAMA 357 de 2005 Águas doces I- CLASSE ESPECIAL: águas destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, com desinfecção; b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas; e, c) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral. II-CLASSE1:águasquepodemserdestinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento simplificado; b) à proteção das comunidades aquáticas; c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme Resolução CONAMA n o 274, de 2000; d) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; e e) à proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas.
12 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil III-CLASSE2:águasquepodemserdestinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional; b) à proteção das comunidades aquáticas; c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme Resolução CONAMA n o 274, de 2000; d) à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos deesporteelazer,comosquaisopúblicopossaviratercontatodireto;e e)àaqüiculturaeàatividadedepesca. IV-CLASSE3:águasquepodemserdestinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional ou avançado; b) à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras; c) à pesca amadora; d) à recreação de contato secundário; e e) à dessedentação de animais. V-CLASSE4:águasquepodemserdestinadas: a)ànavegação;e b) à harmonia paisagística.
13 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Resolução CONAMA 357 de 2005 Águas salinas I- CLASSE ESPECIAL: águas destinadas: a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; e b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas. II-CLASSE1:águasquepodemserdestinadas: a) à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA n o 274, de 2000; b) à proteção das comunidades aquáticas; e c)àaqüiculturaeàatividadedepesca. III-CLASSE2:águasquepodemserdestinadas: a)àpescaamadora;e b) à recreação de contato secundário. IV-CLASSE3:águasquepodemserdestinadas: a)ànavegação;e b) à harmonia paisagística.
14 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Resolução CONAMA 357 de 2005 Águas salobras I- CLASSE ESPECIAL: águas destinadas: a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; e b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas. II-CLASSE1:águasquepodemserdestinadas: a) à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA n o 274, de 2000; b) à proteção das comunidades aquáticas; c)àaqüiculturaeàatividadedepesca; d) ao abastecimento para consumo humano após tratamento convencional ou avançado; e e) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película, e à irrigação de parques, jardins, camposdeesporteelazer,comosquaisopúblicopossaviratercontatodireto. III-CLASSE2:águasquepodemserdestinadas: a)àpescaamadora;e b) à recreação de contato secundário. IV-CLASSE3:águasquepodemserdestinadas: a)ànavegação;e b) à harmonia paisagística.
15 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Parâmetros (Resolução CONAMA 357 de 2005) Na legislação federal são elencados aproximadamente 90 parâmetros, estes apresentam com concentrações diferentes para cada classe e compõe uma lista específica para cada uma, salvoaclasseideáguasdoces. 3 parâmetros gerais 33 parâmetros inorgânicos 53 parâmetros orgânicos
16 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Parâmetros Parâmetros Gerais Inorgânicos Clorofila a Ferro dissolvido Densidade de cianobactérias Fluoreto total Sólidos dissolvidos totais Fósforo total (ambiente lêntico) Fósforo total Inorgânicos Fósforo total Alumínio dissolvido Lítio total Antimônio Manganês total Arsênio total Mercúrio total Bário total Níquel total Berílio total Nitrato Boro total Nitrito Cádmio total Nitrogênio amoniacal total Chumbo total Prata total Cianeto livre Selênio total Cloreto total Sulfato total Cloro residual total (combinado + livre) Sulfeto (H 2 S não dissociado) Cobalto total Urânio total Cobre dissolvido Vanádio total Cromo total Zinco total
17 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil Parâmetros Orgânicos Acrilamida Fenóis totais Alacloro Glifosato Aldrin + Dieldrin Gution Atrazina Heptacloro epóxido + Heptacloro Benzeno Hexaclorobenzeno Benzidina Indeno(1,2,3-cd)pireno Benzo(a)antraceno Lindano Benzo(a)pireno Malation Benzo(b)fluoranteno Metolacloro Benzo(k)fluoranteno Metoxicloro Carbaril Paration Clordano (cis + trans) PCBs - Bifenilas policloradas 2-Clorofenol Pentaclorofenol Criseno Simazina 2,4 D Demeton (Demeton-O + Demeton-S) Dibenzo(a,h)antraceno Substâncias tensoativas que reagem com o azul de metileno Tetracloreto de carbono 1,2-Dicloroetano Tetracloroeteno 1,1-Dicloroeteno Tolueno 2,4-Diclorofenol Toxafeno Diclorometano 2,4,5-TP DDT (p,p -DDT + p,p -DDE + p,p -DDD) Tributilestanho 0 Dodecacloro pentaciclodecano Triclorobenzeno (1,2,3-TCB + 1,2,4-TCB) Endossulfan (a + E + sulfato) Tricloroeteno Endrin 2,4,6-Triclorofenol Estireno Trifluralina Etilbenzeno Xileno
18 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil INEA RJ Realizado desde a década de 70 Resolução CONAMA 357 de 2005 Sistemático e Automático Padrões nacionais O que é monitorado: Bacia do Rio Paraíba do Sul; Sub-bacia do Rio Guandu; Reservatórios; Baía de Guanabara; Baía de Sepetiba; Lagoas Costeiras; e Praias SISTEMÁTICO TRADICIONAL Frequência pré-estabelecida Maior abrangência em termos de parâmetros Defasagem em tempo entre a coleta e o resultado de análise Menor possibilidade na detecção de dados atípicos AUTOMÁTICO Programar para medir em intervalos muito curtos Número limitado de parâmetros analisados Resultado em tempo real Maior possibilidade na detecção de dados atípicos
19 Monitoramento dos Corpos Hídricos no Brasil INEA RJ Balneabilidade das Praias CONAMA274de2000 sobreabalneabilidade CONAMA357de2005-parâmetros 120praiasem15municípios Periodicidade: 1º) semanalmente; 2ª) mensalmente Localização dos pontos de amostragem Amostras 15cme100cm Inspeções visuais
20 Normas e Regulamentações Internacionais Convenções internacionais que devem ser observadas referentes a corpos hídricos UNECE Convenção da Água (Convenção das Nações Unidas para a Proteção e Utilização dos Cursos de Água Transfronteiriços e dos Lagos Internacionais) Objetivo: criar medidas de prevenção, controle e redução da poluição Um dos problemas: diferentes parâmetros, classes e padrões (p.ex. máxima concentração permitida). Convenção de Ramsar Convenção das áreas úmidas MARPOL Marine Polution
21 Normas e Regulamentações Internacionais Normas ISO família Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater-APHA-AWWA-WPCF
22 Principais Impactos MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS Elevação do nível do lençol freático Aumento da turbidez Lançamento de substâncias tóxicas Eutrofização Contaminação do lençol freático; Contaminação de fontes de abastecimento; Contaminação da biota Diminuição vazão de rios
23 O Monitoramento BA Design MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS BA Multiple Sites Before-After Multiple Sites Green apudsmith, Smith, 2004.
24 O Monitoramento MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS BACIO Before-after control-impact Paired EberhardtapudTreweek, Beyond BACI Beyond Before-After Control-Impact Uderwood, 1991; 1994.
25 O Monitoramento MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS US EPA: 105 parâmetros Principais diferenças: parâmetros químicos secundários Separações por ecorregiões: clima, geologia e tipos de solo Variação espacial e sazonal Parâmetros físico-químicos Vazão aporte de componentes químicos e MOP e MOD Turbidez total de sólidos suspensos comunidade planctônica e bentônica; erosão Comunidade planctônicas e bentônicas
26 O Monitoramento MONITORAMENTO AMBIENTAL DE CORPOS HÍDRICOS
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31 Programa de Monitoramento Ambiental Qualidade da água Lençol Freático - Ictiofauna
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Cadastro do Sistema /Solução Alternativa de Abastecimento de Água para Consumo Humano
ANEXO I da Resolução SS 65 de 12 de maio de 2005 Cadastro do Sistema /Solução Alternativa de Abastecimento de Água para Consumo Humano Nome do Sistema/Solução Alternativa: Regional de Saúde: Município/UF:
RESULTADOS ANALÍTICOS DAS AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS - ANTIGA SHELL QUÍMICA - PAULÍNIA
PM-08 PM-11 PM-12 (MS) 1 2 OMS 3 EPA 4 Parâmetros Físico-Químicos (ppm) Amônia 0.20 ND ND ND - - 1,5 * - - Cloreto 2.00 8.30 2.80 10.10 250-250 * 250 * - Cianeto total 0.01 ND ND ND 0.10 0.10 0.07 0.20
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
Resolução SS 65, de 12 de Abril de 2005. ( Publicado no D.O.E de 13/04/2005, seção 1. pág. 18 ) Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao Controle e Vigilância da Qualidade da Água para
RESUMO DOS RESULTADOS DA AMOSTRA N 80672/ Processo Comercial N 3249/2015-2
RESUMO DOS RESULTADOS DA AMOSTRA N 80672/2015-0 Processo Comercial N 3249/2015-2 Empresa solicitante: Klabin S/A DADOS REFERENTES AO CLIENTE Endereço: Fazenda Monte Alegre, s/n - - Harmonia - Telêmaco
GLOSSÁRIO MICROBIOLÓGICOS FÍSICO-QUÍMICOS PARÂMETROS PARÂMETROS
PARÂMETROS MICROBIOLÓGICOS Coliformes Fecais (E.Coli), Enterococos, Clostrídios Perfringens Os organismos pertencentes a este grupo estão presentes nas matérias fecais de todos os animais de sangue quente.
PADRÕES DE QUALIDADE DE ÁGUA
PADRÕES DE QUALIDADE DE ÁGUA Dra Gisela de Aragão Umbuzeiro gerente da Divisão de Toxicologia, Genotoxicidade e Microbiologia da CETESB prof a. do curso de pós graduação da FCF e da FM da USP [email protected]
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO. Determinação da Dureza Total pelo método titulométrico por EDTA LQ: 5 mg/l
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 9 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO CSL LABORATÓRIO AMBIENTAL EIRELI EPP/CSL LABORATÓRIO
ANEXO I. Coliformes totais (4) ANEXO II. Tratamento da água VMP (1) Desinfecção (para água subterrânea) 1,0 ut (2) em 95% das amostras
ANEXO I Tabela de padrão microbiológico da água para consumo humano Água tratada Tipo de água Parâmetro VMP (1) Água para consumo humano Escherichia coli (2) Ausência em 100ml Na saída do tratamento Coliformes
Art. 2º As empresas têm o prazo de 01 (um) ano a contar da data da publicação deste Regulamento para adequarem seus produtos.
RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 274, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do
Tipo de água Parâmetro VMP(1) Água para consumo humano Escherichia coli(2) Ausência em 100 ml
ANEXO I Tabela de padrão microbiológico da água para consumo humano Tipo de água Parâmetro VMP(1) Água para consumo humano Escherichia coli(2) Ausência em 100 ml Água tratada Na saída do Coliformes totais
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ÁGUA: introdução; poluição/contaminação; doenças
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Qualidade da Água Material Teórico Indicadores, bioindicadores e, ou, padrões de qualidade da água para consumo humano Responsável pelo Conteúdo: Prof. Ms. Carlos Eduardo Martins Revisão Textual: Prof.
ANEXO III. (4) Indicador de integridade do sistema de distribuição (reservatório e rede). NOTAS: (1) Valor máximo permitido. (2) Unidade de Turbidez.
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