Indicadores de Saúde Ocupacional
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- João Victor Brás Sequeira
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1 TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Indicadores de Saúde Ocupacional SANDRA MOREIRA Direção-Geral da Saúde Equipa de Coordenação do Programa Nacional de Saúde Ocupacional INÊS GONÇALVES Gabinete de Estratégia e Planeamento Equipa Multidisciplinar de Produção Estatística através de Fontes Administrativas Encontro Nacional de Saúde Ocupacional 17 de novembro de
2 Contexto Programa Nacional de Saúde Ocupacional (PNSOC): 2.º Ciclo 2013/2017 Ação 5.4. Proceder ao estabelecimento de um conjunto de indicadores que permita avaliar as Ações do PNSOC, assim como o contexto nacional de Saúde Ocupacional e os principais ganhos em saúde relacionados. 2
3 Conceito: Indicador de SO ( ) Fator ou variável quantitativo ou qualitativo que fornece um meio simples e confiável para medir a realização, para refletir a mudança ligada a uma intervenção, ou para ajudar a avaliar o desempenho para o desenvolvimento. Lindberg P, Vingård E (2012) Medir ( ) Ferramentas essenciais para a vigilância/monitorização em Saúde Ocupacional. Finnish Institute of Occupational Health (2001) Monitorizar Indicador de Saúde Ocupacional Vigiar ( ) Medidores da relação saúde/doença ou de fatores associados a esta relação (1) incluindo o nível de organização e implementação dos Serviços de SST/SO e a cobertura da população trabalhadora por estes Serviços (2). (1) Council of State and Territorial Epidemiologists (2015) (2) Godderis L et al. (2014) Avaliar 3
4 Perspetiva (inter)nacional Nacional Indicadores publicados por diversas instituições (ex. INE, GEP, ISPUP) Internacional Sistemas de indicadores construídos por entidades internacionais e alguns países (ex. OMS, CE, CDC, NIOSH) Occupational Health Indicators (OHI) Epidemiological and performance Indicators for Occupational Health Services (EPIOHS) Indicators for work-related health monitoring in Europe (WORKHEALTH Project) Work and Health Country Profiles (WHCP) Health, Work and Well-being: baseline indicators (HWWB) Good Practice in Health, Environment, Safety and Social Management in Enterprises (GP HESSME indicators) 4
5 Questões de estudo Qual o nível de organização dos Serviços de SST/SO nas empresas de Portugal Continental? Indicador 1 Qual o nível de cobertura dos trabalhadores por Serviços de SST/SO? Indicador 2 = = N.º de UL (estabelecimentos) com/sem Serviços de SST/SO N.º total de UL (estabelecimentos) (UL que responderam ao Anexo D do RU) N.º de trabalhadores das UL com/sem Serviços de SST/SO N.º total de trabalhadores das UL Anexo D do Relatório Único Preenchido por todos os empregadores que têm pelo menos um trabalhador por conta de outrem ao seu serviço. (Trabalhadores de UL que responderam ao Anexo D do RU) 5
6 Indicadores de SO Condições de vida / Condições individuais, familiares e sociais Indicadores de Processo Organização de SST por na empresa UL Recursos de SST Atividades de SST Indicadores de Resultado Condições de trabalho Exposição profissional Condições de emprego Indicadores de Impacto Acidentes de trabalho Doenças profissionais Incapacidade (por DP e AT) Bem-estar Estrutura Produtiva Mercado de trabalho Relações laborais 6
7 Universo das UL (estabelecimentos) Evolução do número de UL com resposta ao Anexo D do RU no período Valor médio (5 anos) UL Variação 2014/2010 (5 anos) -0,4% Média dos 5 anos: Até 9 Trab Trab Trab. 250 e mais Trab. UL Micro UL Pequena UL Média UL Grande ,0% 97,4% 99,0% 1,0% 7
8 Universo dos Trabalhadores das UL Evolução do número de trabalhadores vinculados às UL no período Valor médio (5 anos) Trab. Variação 2014/2010 (5 anos) -7,1% Média dos 5 anos: Até 9 Trab Trab. UL Micro ,7% UL Pequena UL Média Trab. UL Grande ,6% 10,7% 33,9% e mais Trab.
9 Distribuição das UL por organização dos Serviços SST/SO 80,0 Indicador 1 70,0 66,8 66,4 66,4 65,9 64,9 60,0 50,0 Organização Variação 2014/2010 % 40,0 30,0 20,0 10,0 27,3 28,1 28,0 28,3 28,8 5,9 5,5 5,6 5,8 6,3 COMPLETA INCOMPLETA SEM (Organização) - 1,9% + 0,4% + 1,5% 0, Média dos 5 anos: Org. COM. Org. INC. S/Org. 66,1% 5,8% 28,1% Saúde do Trab. 4,9% Segurança do Trab. 0,9% 9
10 Distribuição dos trabalhadores das UL por organização dos Serviços SST/SO % 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 84,6 84,0 82,3 81,9 87,0 11,4 12,2 14,2 13,2 9,0 4,0 3,8 3,5 4,9 4, Organização Indicador 2 Variação 2014/2010 COMPLETA + 2,4% INCOMPLETA 0,0% SEM (Organização) - 2,4% Média dos 5 anos: Org. COM. Org. INC. S/Org. 83,9% Saúde do Trab. 3,6% 4,1% Segurança do Trab. 0,5% 12,0% 10
11 Distribuição média ( ) por MODALIDADE de organização dos Serviços SST/SO Indicador 1 Indicador 2 Modalidade Interno Comum 4,5 7,2 0,3 0,3 % % 15,0 24,9 0,7 0,7 Externo 94, ,2 74,2 SNS Empregador 0,6 0,4 0,2 0,2 Variação 2014/2010 Saúde do Trabalho Trab. Designado Legenda: 0,1 Saúde do Trabalho Segurança do Trabalho 0,1 Interno Comum SNS 11
12 Distribuição média ( ) por Secção CAE da organização dos Serviços SST/SO Indicador 1 Indicador 2 P O P O N Q Q M R R L S/Org. S S 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 K 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 A A J B B I C C H D D E G E F F P O N P O Q Q M R R Org. COM L S 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 K S 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 A A J B B I C H C D E G D F E F N G N G Legenda: M L K J A Agricultura ( ) L Atividades imobiliárias R Atividades artísticas/desportivas S Outras atividades I H M L K D Eletricidade, gás ( ) E Captação, trat. e dist. de águas K Atividades financeiras e seguros J I H 12
13 Distribuição média ( ) por DISTRITO da organização dos Serviços SST/SO Indicador 1 Indicador 2 S/Org. Org. COM S/Org. Org. COM Braga 34% Porto Viana Castelo 75,4% Aveiro 73,9% Bragança 76,3% Guarda 83,5% Braga Porto 16,1% Vila Real Aveiro 89,6% Viseu 86,9% Guarda 88,2% Lisboa Portalegre 33,8% Castelo Branco 73,3% Leiria Portalegre 16,3% Castelo Branco 86,3% Setúbal Évora Lisboa 86,8% Beja 32,8% Faro Beja 21,0% Faro Valor médio 28,1% Valor médio 66,1% Valor médio 12,0% Valor médio 83,9% 13
14 Considerações finais Tem existido uma resiliência da organização dos Serviços de SST/SO apesar da crise económico-financeira. Há uma elevada cobertura da população trabalhadora por algum tipo de Serviço de SST/SO. A garantia da qualidade da prestação dos Serviços de SST/SO deve constituir a prioridade futura. Confirma-se a prioridade do PNSOC 2013/2017 prestada às Grandes empresas. O papel do PNSOC deve ser valorizado como um contributo positivo para os resultados alcançados. O RU é uma fonte de dados de SO com enorme relevância nacional que deve ser potenciada na construção de indicadores periódicos. 14
15 TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL 15
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