Unidade II FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

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1 Unidade II FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues

2 Introdução à análise de risco Um projeto de TI, como qualquer outro projeto está sujeito a riscos no decorrer do seu desenvolvimento. Alguns exemplos de situações de risco nos projetos de TI: Surgimento de novas tecnologias Novos concorrentes Atrasos Aumento de custos

3 Introdução à análise de risco Assim, a administração dos riscos é essencial para o sucesso de qualquer projeto. A figura a seguir exemplifica o ciclo de gerenciamento de riscos:

4 Introdução à análise de risco Podemos definir risco como: A probabilidade de acontecer uma situação adversa, problema ou dano, e suas consequências. Para que um projeto tenha sucesso, levando a empresa a alcançar suas metas e seus objetivos, é preciso lidar com riscos e problemas que venham a surgir ao longo do tempo de desenvolvimento, implantação e funcionamento o projeto.

5 Introdução à análise de risco Uma das melhores formas de lidar com riscos é administrá-los. A administração ou gerenciamento de riscos em TI segue as orientações do PMBOK2000 já mencionado. A gerência de riscos do PMBOK, tem por objetivos: maximizar os resultados de ocorrências positivas e minimizar as consequências de ocorrências negativas.

6 Introdução à análise de risco Os principais processos definidos no PMBOK para o gerenciamento de risco são: Identificação dos riscos: determinar quais os riscos são mais prováveis de afetar o projeto e documentar as características de cada um; Quantificação dos riscos: avaliar os riscos, suas interações e possíveis consequências;

7 Introdução à análise de risco Desenvolvimento de respostas aos riscos: definir as melhorias necessárias para o aproveitamento de oportunidades e respostas às ameaças; Controle das respostas aos riscos: monitorar a ocorrência ou não das situações de risco e responder às eventuais mudanças nestes riscos no decorrer do projeto.

8 Introdução à análise de risco Para administrar os riscos é preciso primeiro saber quais são eles. Conhecer os riscos é tarefa da avaliação de riscos. Mas o que é avaliação de riscos? A avaliação dos riscos estima o risco e compreende os fatores que intervêm de forma positiva ou negativa sobre o risco.

9 Introdução à análise de risco Nas decisões de financiamento de projetos de TI, isto é, no fornecimento de recursos financeiros ( dinheiro ) para a realização dos projetos, é necessário levar em conta a análise de riscos para se tomar decisões da forma mais correta possível. Muitos riscos que podem afetar os projetos de TI, e outros tipos de projetos, têm origem no mercado. A seguir, vamos conhecer um pouco sobre o mercado.

10 Interatividade Quais dos itens abaixo devemos considerar quando queremos gerenciar os riscos de um projeto de TI? a) Identificar as situações de risco que podem ocorrer durante o desenvolvimento do projeto. b) Quantificar os riscos potenciais. c) Planejar antecipadamente nossas respostas aos riscos, caso eles venham a ocorrer. d) Monitorar e controlar os riscos. e) Todas as respostas anteriores.

11 Mercado Todos os dias estamos atuando em algum mercado: de trabalho, educacional, nacional, internacional, livre etc. Mas o que é mercado? Mercado é o ambiente no qual acontecem trocas comerciais. Nele ocorre a oferta e a procura ou demanda por bens ou serviços.

12 Mercado É no mercado que contratamos profissionais, buscamos cotações de preços de fornecedores, captamos recursos para financiamento de projetos, compramos, vendemos etc. Precisamos conhecer um pouco mais a respeito da teoria dos mercados para melhor atuarmos neles com mais segurança.

13 Mercado Teoria do mercado Eficiente Esta teoria supõem que: Todos os agentes financeiros têm o mesmo conjunto de informações disponíveis simultaneamente. As informações e expectativas se refletem correta e imediatamente nos preços dos ativos. Não existem distorções nos preços de ativos.

14 Mercado Teoria do mercado Eficiente Os preços dos ativos refletem todas as variáveis disponíveis. Nenhum investidor é capaz de obter rendimentos acima da média de mercado. Observações práticas, reais ou empíricas, porém, tendem a confirmar que o mercado não age de forma eficiente.

15 Mercado Outra teoria que tenta descrever o funcionamento dos mercados é chamada de Teoria dos Mercados Perfeitos. Teoria dos Mercados Perfeitos Esta teoria diz que o mercado perfeito se baseia em 4 condições: 1. Atomicidade: cada agente econômico atua como se o preço fosse fixo, ou seja, nenhum comprador ou vendedor é suficientemente forte para exercer uma influência significativa nos preços;

16 Mercado Teoria dos Mercados Perfeitos 2. Homogeneidade: o produto é homogêneo, ou seja, tem o mesmo significado para todos envolvidos e deve ser identificável na ausência do vendedor; 3. Fluidez: liberdade para compradores e vendedores entrarem ou saírem do mercado; 4. Transparência: os agentes econômicos têm perfeito conhecimento da quantidade, qualidade e preço dos produtos em oferta.

17 Mercado Teoria dos Mercados Perfeitos Mais uma vez, as observações dos mercados reais mostram que eles normalmente não se comportam como mercados perfeitos. Um mercado imperfeito é aquele no qual um dos players consegue de alguma forma manipular os preços a seu favor.

18 Interatividade Qual das afirmações abaixo não está de acordo com a Teoria do Mercado Eficiente? a) Todos os agentes financeiros têm o mesmo conjunto de informações disponíveis simultaneamente. b) As informações e expectativas se refletem correta e imediatamente nos preços dos ativos. c) Alguns investidores são capazes de obter rendimentos acima da média de mercado. d) Não existem distorções nos preços de ativos. e) NDA

19 Fontes de financiamento Para se realizar projetos ou para se trabalhar nas operações, é necessário que as empresas tenham capital (dinheiro) para pagar suas despesas. O capital utilizado pelas empresas pode ser proveniente de recursos próprios (dinheiro dos acionistas), ou de recursos de terceiros (empréstimos). Muitas vezes o capital de uma empresa será composto por uma união destes dois tipos de fontes de recursos. Chamamos esta composição de estrutura de capital da empresa.

20 Fontes de financiamento Além dos recursos conseguidos junto a agentes do mercado de capitais, alguns projetos podem ser financiados por órgãos governamentais. Entre os órgãos dos governos federal, estadual e municipal que financiam projetos que sejam úteis à comunidade e ao desenvolvimento técnico-científico do país, podemos citar: FINEP(Financiadora de Estudos e Projetos) Uma empresa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

21 Fontes de financiamento BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) Órgão do Governo Federal, que é hoje o principal instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos em todos os segmentos da economia. FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) Uma agência ligada à Secretaria de Ensino Superior do governo do Estado de São Paulo, que financia a pesquisa científica e tecnológica.

22 Fontes de financiamento CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) É uma agência do Ministério da Ciência e Tecnologia, destinada ao fomento da pesquisa científica e tecnológica e à formação de recursos humanos para a pesquisa no país. Além de financiamentos para seus projetos, as empresas também precisam de recursos para atender às suas necessidades operacionais imediatas, como pagamento de fornecedores, salários, tributos, etc.

23 Fontes de financiamento A esses recursos chamamos Capital de Giro. Em contabilidade, o Capital de Giro é denominado Ativo Circulante. As fontes operacionais de financiamento para capital de giro são: fornecedores, impostos e obrigações sociais, salários e adiantamentos de clientes. Estas fontes são chamadas de operacionais porque surgem por meio das operações das empresas no mercado.

24 Fontes de financiamento Vejamos as características relacionadas Capital Próprio e ao Capital de Terceiros para o financiamento das empresas: Capital Próprio Está relacionado às fontes e ao financiamento de projetos com dinheiro ou recursos da própria empresa. Consiste no capital dos sócios (patrimônio líquido, lucros acumulados e reservas)

25 Fontes de financiamento Capital de Terceiros Consiste em recursos provenientes de fontes de fora da empresa. É obtido através de empréstimos, que levam ao endividamento da empresa. Em contabilidade é chamado de Passivo Exigível.

26 Interatividade Com relação às fontes de financiamento das empresas está errado afirmar que: a) Existem órgãos governamentais que financiam projetos de interesse do país. b) O capital próprio p consiste nos recursos existentes na própria empresa. c) O capital de terceiros está relacionado ao dinheiro dos acionistas d) O capital de terceiros é obtido através de empréstimos. e) NDA

27 Fontes de financiamento Custo Médio Ponderado do Capital Muitas vezes os recursos utilizados por uma companhia para financiar seus projetos e operações será uma composição entre capital próprio e capital de terceiros. Quando proprietários ou terceiros investem ou aplicam recursos numa organização ou empresa, em geral exigem um retorno mínimo a título de remuneração do seu capital.

28 Fontes de financiamento Esta remuneração que a empresa deve pagar pelos recursos obtidos é chamada de custo do capital. O custo do capital de uma empresa gera um efeito sobre suas operações, o que consequentemente, afeta a sua lucratividade. É muito importante, portanto, conhecermos o custo de capital da empresa.

29 Fontes de financiamento Este custo é obtido considerando-se todas as fontes dos recursos postos à disposição da empresa, de acordo com a participação percentual do capital próprio e de terceiros. O custo médio ponderado de capital (CMPC) é calculado levando-se em conta o custo de cada fonte de capital ponderado pela sua respectiva participação na estrutura de financiamento da empresa.

30 Fontes de financiamento O CMPC será portanto: Custo do capital próprio x proporção do capital próprio no volume total do capital. + Custo do capital de terceiros x proporção do capital de terceiros no volume total do capital.

31 Fontes de financiamento Exemplo: Se uma empresa utiliza a seguinte estrutura de capital em suas operações: 40% capital próprio a uma taxa de 20% aa 60% capital de terceiros a uma taxa de 10% aa, Seu custo médio ponderado de capital será: (0,40 x0,20) + (0,60 x0,10) = 0,14 ou seja, 14% ao ano.

32 Interatividade Qual é o CMPC de uma empresa que tem a seguinte estrutura de capital: 50% de capital próprio (taxa de 5% aa) 50% de capital de terceiros (taxa de 10% aa) a) 5% aa b) 10% aa c) 12,5% aa d) 15% aa e) 75%aa 7,5%

33 ATÉ A PRÓXIMA!

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