APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS
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- Ângelo Camilo Valgueiro
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1 APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Luminárias de iluminação pública: tecnologia LED Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 3ª. Anula e substitui a edição de JUL 2013 Acesso: X Livre Restrito Confidencial Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: / Fax: [email protected]
2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO OBJETO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMOS E DEFINIÇÕES ABREVIATURAS CONDIÇÕES GERAIS Condições normais de serviço Características elétricas da rede Características fotométricas REQUISITOS GERAIS Requisitos de fixação e de ligação Requisitos de fixação Requisitos de ligação Classificação das luminárias Proteção contra choques elétricos Proteção contra a penetração de poeiras, corpos sólidos e humidade Condições de utilização MARCAÇÃO DAS LUMINÁRIAS CONCEÇÃO E CONSTRUÇÃO da luminária Generalidades Difusor Acabamento Cor Terminais e conexão à rede (alimentação) Disposições de ligação à terra Cablagem externa e interna Cablagem externa Cablagem interna Proteção contra impactos mecânicos externos Dupla isolação ou isolação reforçada (apenas luminárias da classe II) Parafusos, conexões (mecânicas) e bucins Sistema de drenagem Resistência à corrosão Riscos mecânicos Proteção contra curto-circuitos Proteção contra sobretensões Proteção contra choques elétricos Resistência de isolamento e rigidez dielétrica Linhas de fuga e distâncias no ar Endurância e aquecimento Níveis de poluição harmónica Resistência ao calor, ao fogo e às correntes de rastejamento Terminais de parafuso Terminais sem parafuso e ligações elétricas Resistência à força do vento JAR VCA VCA F Fator de manutenção do fluxo luminoso DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/31
3 9.25 Eficácia luminosa MÓDULO DE LEDs Generalidades Classificação de construção Marcação do módulo de LEDs Resistência à humidade e isolamento Rigidez dielétrica Resistência ao fogo, ao calor e correntes rastejantes Condições de defeito Proteção fotobiológica Linha de Fuga e distância de isolamento no ar DRIVER DE LEDs Generalidades Classificação Marcação Tempo de vida útil Fator de potência Imunidade eletromagnética Interfaces de ligação Operação em condições anormais de funcionamento Análise de endurância do controlador de alimentação Resistência à humidade e isolamento Rigidez dielétrica Resistência ao fogo, ao calor e correntes rastejantes Condições de defeito Linha de Fuga e distância de isolamento no ar LED Generalidades Constituintes do LED Índice de restituição de cor (IRC) Temperatura de cor - cromaticidade ENSAIOS Ensaios de tipo Ensaios de série Ensaios de receção INFORMAÇÃO A APRESENTAR PELOS CANDIDATOS TRANSPORTE e ARMAZENAMENTO LUMINÁRIAS COM REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES ANEXO A ESQUEMAS ELÉTRICOS ANEXO B LUMINÁRIAS JARDIM, ZONAS DE LAZER E NÚCLEOS HISTÓRICOS ANEXO C DESEMPENHO FOTOMÉTRICO DAS LUMINÁRIAS COMUNS ANEXO D DESEMPENHO FOTOMÉTRICO DAS LUMINÁRIAS COM REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES ANEXO E CARACTERÍSTICAS DAS LUMINÁRIAS COMUNS ANEXO F CARACTERÍSTICAS DAS LUMINÁRIAS COM SISTEMA DE REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES.. 30 ANEXO G PARÂMETROS DE VALORIZAÇÂO DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/31
4 0 INTRODUÇÃO O presente documento anula e substitui a edição de julho de 2013 do DMA-C71-111/N da EDP Distribuição. As principais modificações introduzidas pelo presente documento à anterior edição devem-se essencialmente: À introdução do fluxo luminoso como grandeza de referência em substituição da potência da luminária; À alteração da temperatura de cor; À evolução da tecnologia LED, nomeadamente à crescente eficácia dos LED e introdução na qualificação do conceito família/gama; À alteração dos quadros e anexos, por necessidade de criar mais modelos de luminária tipo Jardim (JAR) e outras destinadas a iluminar núcleos antigos (zonas históricas); À necessidade das luminárias permitirem articulação por forma a adaptá-las aos braços existentes, produzindo assim uma maior eficácia luminosa. Nos quadros 1 e 2 seguintes indicam-se as luminárias normalizadas. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/31
5 Quadro 1 Luminárias comuns Montagem da luminária Pos. Código SAP Referência EDP Instalação Ø exterior tubo (mm) coluna altura nominal (m) poste altura total (m) Aplicação em rede tipo LUMLED JAR ESFÉRICA subterrânea LUMLED JAR ESFÉRICA subterrânea LUMLED JAR ESFÉRICA subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA subterrânea LUMLED VCA F aérea LUMLED VCA F aérea LUMLED VCA F aérea LUMLED VCA F aérea LUMLED VCA F aérea LUMLED VCA F aérea Legenda: LUMLED - Luminária com tecnologia LED; JAR -Jardim; VCA -Vias de Circulação Automóvel; F -com fusível; 4F - 4 faces laterais; 6F - 6 faces laterais; o número indica o fluxo da luminária. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/31
6 Quadro 2 Luminárias com regulação de fluxo por micro-cortes Montagem da luminária Pos. Código SAP Referência EDP Instalação Ø exterior tubo (mm) coluna altura nominal (m) poste altura total (m) Aplicação em rede tipo LUMLED JAR ESFÉRICA 2750 RF subterrânea LUMLED JAR ESFÉRICA 4000 RF subterrânea LUMLED JAR ESFÉRICA 5000 RF subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 2750 RF subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 4000 RF subterrânea LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 5000 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F 2250 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F 4000 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 4F 5000 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F 2250 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F 4000 RF subterrânea LUMLED JAR LANTERNA 6F 5000 RF subterrânea LUMLED VCA 3000 RF subterrânea LUMLED VCA 4250 RF subterrânea LUMLED VCA 6750 RF subterrânea LUMLED VCA 8500 RF subterrânea LUMLED VCA RF subterrânea LUMLED VCA RF subterrânea LUMLED VCA RF subterrânea LUMLED VCA RF subterrânea LUMLED VCA F 1500 RF 42-8 aérea LUMLED VCA F 2000 RF 42-9 aérea LUMLED VCA F 2750 RF 42-9 aérea LUMLED VCA F 4250 RF aérea LUMLED VCA F 6500 RF aérea LUMLED VCA F RF aérea Legenda: LUMLED - Luminária com tecnologia LED; JAR -Jardim; VCA -Vias de Circulação Automóvel; F -com fusível ; RF - Regulação de fluxo luminoso; 4F - 4 faces laterais; 6F - 6 faces laterais; o número indica o fluxo da luminária DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/31
7 1 OBJETO O presente documento define as características e os ensaios de acordo com as normas indicadas no quadro 3, a que devem obedecer as luminárias de iluminação pública de tecnologia LED, a adquirir pela EDP Distribuição ou por terceiros, para inserir nas redes de distribuição. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento aplica-se às luminárias indicados nos quadros 1 e 2 e conforme os esquemas elétricos apresentados no anexo A, que utilizam tecnologia LED como fonte de luz, e têm como objetivo providenciar boa visibilidade para os utilizadores de áreas públicas, durante as horas de escuridão, proporcionando segurança pessoal e rodoviária, de acordo com a norma EN As luminárias destinadas a iluminar as estradas, ruas, passagens subterrâneas e viadutos designam-se abreviadamente por VCA (Vias de Circulação Automóvel) e as que se destinam a iluminar zonas de Jardim e Parques designam-se abreviadamente por JAR (Jardim). Uma família de luminárias poderá ser qualificada numa determinada Posição (Pos) nas seguintes condições: Fluxos dentro das gamas de variação do fluxo indicadas para cada posição; As luminárias deverão cumprir todos os requisitos do DMA, nomeadamente: Construtivos elétricos e mecânicos; Características fotometrias mínimas da respetiva classe. Para avaliação deverão apresentar as conformidades atrás indicadas para os limites inferiores e superiores da Pos e evidenciar que a família de luminárias implementa metodologias construtivas que garantam o cumprimento dos requisitos no intervalo. 3 NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Esta especificação incorpora, disposições de outras publicações citadas nos locais apropriados dos textos. Quaisquer alterações das referidas edições só serão aplicáveis no âmbito do presente documento, se forem objeto de inclusão específica, por modificação ou aditamento ao mesmo. As normas tidas em conta para a elaboração desta especificação encontram-se no quadro 3 seguinte. Quadro 3 Normas e legislação Publicação Edição Título D00-C Condições de serviço e características gerais da rede de distribuição em AT, MT e BT. Generalidades DEF-C Luminárias Led com tecnologia por micro-cortes: Protocolo de comunicações DMA-C Comando e regulação do fluxo luminoso de luminárias Led com sistema de micro-cortes: Características e ensaios DRE-C Regulação de fluxo de luminárias Led por micro-cortes: Regras de execução EN ISO Corrosion tests in artificial atmospheres. Salt spray tests (ISO 9227:2006) NP EN Road lighting Part 1: Selection of lighting classes NP EN Road lighting Part 2: Performance requirements EN EN Degrees of protection provided by enclosures for electrical equipment against external mechanical impacts (IK Code) Limits and methods of measurement of radio disturbance characteristics of electrical lighting and similar equipment (CISPR 15:2005) NP EN Graus de proteção assegurados pelos invólucros (Código IP) DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/31
8 Publicação Edição Título NP EN Luminárias. Parte 1: Regras gerais e ensaios NP EN EN Luminárias. Parte 2-3: Requisitos particulares. Luminárias para iluminação pública (IEC :2002) Electromagnetic compatibility (EMC). Part 3-2: Limits - Limits for harmonic current emissions (equipment input current <= 16 A per phase) (IEC :2005) EN Lamp controlgear. Part 1: General and safety requirements EN EN Lamp controgear. Part 2-13: Particular requirements for d.c. or a.c. supplied electronic controlgears for LED modules (IEC :2006) Equipment for general lighting purposes - EMC immunity requirements (IEC 61547:2009) NP EN Módulo de LEDs para iluminação geral- Especificações de segurança EN IEC DC or AC supplied electronic control gear for LED modules - Performance requirements (IEC 62384:2006) Photobiological safety of lamps and lamp systems - Part 2: Guidance on manufacturing requirements relating to non-laser optical radiation safety IEC LED modules for general lighting-performance requirements IEC Luminaire performance: General requirements IEC Luminaire performance-particular requirements for LED luminaires IES LM Approved Method: Electrical and Photometric Measurements of Solid-State Lighting Products IES LM Approved Method: Measuring Lumen Maintenance of LED Light Sources CIE Method of Measuring and Specifying Colour Rendering Properties of Light Sources CIE Colour rendering CIE Colorimetry DIN Radiometric and photometric properties of materials; table of content, catchword index DIN Radiometric and photometric properties of materials; definitions characteristics DIN Radiometric and photometric properties of materials; methods of measurement for photometric and spectral radiometric characteristics ISO Plastics - Methods of exposure to laboratory light sources - Part 2: Xenon-arc lamps ISO Methods of exposure to laboratory light sources - Part 1: General guidance ISO Anodizing of aluminium and its alloys -- Assessment of quality of sealed anodic oxidation coatings by measurement of the loss of mass after immersion in phosphoric acid/chromic acid solution ISO Anodizing of aluminium and its alloys -- General specifications for anodic oxidation coatings on aluminium EN Light and lighting - Measurement and presentation of photometric data of lamps and luminaires EN Lighting columns. Design and verification. Specification for characteristic loads IPC Performance test Method and Qualification Requirements for surface Mount Solder Attachments 4 TERMOS E DEFINIÇÕES Para efeitos do presente documento são aplicáveis os termos e definições constantes em algumas das normas do quadro acima. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/31
9 4.1. Luminária dispositivo que distribui, filtra ou transforma a luz transmitida por um ou mais LEDs e que inclui todas as peças necessárias para apoio, fixação e proteção dos LEDs, mas não a fonte de luz em si, e quando necessário, auxiliares de circuito, juntamente com os meios para conectá-los à fonte Light Emitting Diode Díodo Emissor de Luz (LED) o LED é um díodo semicondutor (P-N) que emite radiação ótica sob a ação de uma corrente elétrica Proteção fotobiológica característica cujo objetivo é tornar a radiação luminosa emitida menos nociva para o meio vivo Controlador da alimentação ( driver ) componente responsável por converter a tensão alterna da rede em tensão contínua de forma a alimentar todos os componentes eletrónicos da luminária e a controlar a corrente fornecida nos vários modos de funcionamento dos LEDs Corpo principal componente onde se instalam os equipamentos eletrónicos, fonte de luz e sensores, sendo também responsável pela correta dissipação do calor através do processo de condução térmica, pelo que deve estar dimensionado e desenhado de acordo com as especificações térmicas do LED utilizado Difusor dispositivo que serve para modificar a repartição espacial do fluxo luminoso de uma fonte de luz utilizando essencialmente o fenómeno de difusão Lente primária parte ótica integrante do LED Lente secundária qualquer ótica que seja adicionada ao LED na fase de integração do mesmo na luminária Módulo de LEDs unidade fornecida como fonte luminosa contendo vários LEDs. Pode eventualmente conter entre outros componentes como: óticas, componentes elétricos, mecânicos ou eletrónicos Eficácia luminosa da luminária (lm.w -1 ) quociente entre o fluxo emitido pela fonte e a potência consumida por esta Surround Ratio (SR) razão entre iluminância média nas faixas exteriores da estrada e a iluminância média nas faixas interiores da estrada. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/31
10 4.12. Threshold Increment (TI) medida da perda de visibilidade causada pelo ofuscamento provocado pela luminária Altura nominal da coluna distância entre o ponto de fixação da luminária e o solo Altura total do poste distância entre o topo e a base do poste Altura útil da luminária distância da luminária ao solo Grau de poluição 3 presença de uma poluição condutora ou poluição seca não condutora que se torna condutora devido à condensação que se pode produzir (subsecção da IEC ) ULOR razão entre o fluxo emitido para cima sob condições específicas com o(s) módulo(s) LEDs introduzido(s) no interior da luminária e a soma do fluxo do(s) módulo(s) de LEDs operando fora da luminária (VEI ) Fator de manutenção do fluxo luminoso relação do fluxo luminoso da fonte de luz num dado momento da sua vida e o fluxo luminoso inicial. Nota: esta relação exprime-se normalmente em (%) Temperatura ambiente máxima estipulada (ta) Temperatura estipulada para a luminária pelo fabricante como sendo a temperatura ambiente mais elevada que a luminária pode suportar em funcionamento nas condições normais. Nota: isto não exclui uma utilização temporária a uma temperatura não excedendo (ta + 10) C. 5 ABREVIATURAS CCT Correlated Color Temperature CIE Comissão Internacional da Iluminação cl Coeficiente de forma longitudinal Ct Coeficiente de forma transversal cv Coeficiente de forma vertical DIN Deutsches Institut fur Normung EMC Compatibilidade Eletromagnética EN Norma Europeia IEC Comissão Electrotécnica Internacional IES Sociedade de Engenharia de Iluminação DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 10/31
11 IK IP ISO JAR LED SR TI ULOR VCA Índice de proteção contra impactos mecânicos externos Índice de proteção à penetração de sólidos e líquidos Organização Internacional de Normalização Jardim Díodo Emissor de Luz Surround Ratio Threshold Increment Upward Light Output Ratio Vias de Circulação Automóvel 6 CONDIÇÕES GERAIS 6.1 Condições normais de serviço As luminárias devem funcionar nas condições normais de serviço indicadas no D00-C no que se refere aos seguintes parâmetros: temperatura, radiação solar, altitude e grau de poluição; A velocidade do vento não excede os 42 m/s, de acordo com a secção da IEC Características elétricas da rede As luminárias serão alimentadas pela rede (aérea ou subterrânea) de distribuição de energia elétrica de baixa tensão da EDP Distribuição e de acordo com os requisitos estabelecidos no documento D00-C Características fotométricas As luminárias devem cumprir os valores de fotometria referidos nos quadros 4 ou 5. Os candidatos devem apresentar o anexo C e/ou D preenchido com os valores obtidos para cada luminária, considerando os valores nominais de fluxo e tendo como base os valores de referência indicados nos quadros 4 e/ou 5 seguintes. As classes de iluminação estão de acordo com as especificações da EN Os valores obtidos dos estudos luminotécnicos devem ter em conta os pressupostos indicados na parte inferior dos quadros anteriormente referidos, considerando como referência para efeitos de cálculo, a temperatura de cor conforme ponto 12.4 do presente documento. Os valores obtidos devem ser verificados por cálculos desenvolvidos no software Dialux e apresentados em formato de ficheiro digital. Estas configurações devem ser usadas, apenas, como base de avaliação técnica da performance fotométrica. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 11/31
12 Quadro 4 Características fotométricas para luminárias comuns Valores de Referência Pos Código SAP Referência EDP Fluxo Luminoso (Lm) Tolerância do fluxo Luminoso (Lm) Eficácia Luminosa Mínima (Lm/W) Altura útil da luminária (h) em colunas Altura útil da luminária (h) em postes Distância entre colunas ou postes Largura da faixa de rodagem para Lum. VCA e largura da zona pedonal para Lum. (JAR) Classe Iluminação Lmed (mínimo) (cd/m2) U0 min. Ul min. Emed Emin mínimo (lux) (lux) SR (min.) TI (máx.) (%) ULOR (%) LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 7 S LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME6 0,5 0,35 0, LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME5 0,5 0,35 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME4a 0,75 0,4 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME4a 0,75 0,4 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME4a 0,75 0,6 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME3a 1 0,4 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 10 ME3a 1 0,4 0, , LUMLED VCA ± ,5 x h 10 ME3a 1 0,4 0,7 0, LUMLED VCA F ± ,7 3,5 x h 6 S LUMLED VCA F ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,6 3,5 x h 7 S ,5 1, LUMLED VCA F ± ,5 3,5 x h 7 S ,5 1, LUMLED VCA F ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,3 3,5 x h 7 S Nos cálculos considerar : 1) refletância R=0,07 ; 2) fator de manutenção do fluxo (fm= 0,80) ; 3) U0=Lmin/Lmed ; 4) UL=Lmin/Lmax ; 5) montagem das luminárias - unilateral ; 6) ângulos de inclinação dos braços, para luminária VCA (α= 5º) e para luminária JAR (α= 0º) ; 7) overhang/avanço-zero metros DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 12/31
13 Quadro 5 Características fotométricas para luminárias com sistema de regulação de fluxo por micro-cortes Valores de Referência Pos Código SAP Referência EDP Fluxo Luminoso (Lm) Tolerância do fluxo Luminoso (Lm) Eficácia Luminosa Mínima (Lm/W) Altura útil da luminária (h) em colunas Altura útil da luminária (h) em postes Distância entre colunas ou postes Largura da faixa de rodagem para Lum. VCA e largura da zona pedonal para Lum. (JAR) Classe Iluminação Lmed (mínimo) (cd/m2) U0 min. Ul min. Emed mínimo (lux) Emin (lux) SR (min.) TI (máx.) (%) ULOR (%) LUMLED JAR ESFÉRICA 2750 RF 2750 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR ESFÉRICA 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR ESFÉRICA 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 2750 RF 2750 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 2250 RF 2250 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 2250 RF 2250 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED VCA 3000 RF 3000 ± ,5 x h 7 ME6 0,5 0,35 0, LUMLED VCA 4250 RF 4250 ± ,5 x h 7 ME5 0,5 0,35 0, , LUMLED VCA 6750 RF 6750 ± ,5 x h 7 ME4a 0,75 0,4 0, , LUMLED VCA 8500 RF 8500 ± ,5 x h 9 ME4a 0,75 0,4 0, , LUMLED VCA RF ± ,5 x h 9 ME4a 0,75 0,6 0, , LUMLED VCA RF ± ,5 x h 9 ME3a 1 0,4 0, , LUMLED VCA RF ± ,5 x h 10 ME3a 1 0,4 0, , LUMLED VCA RF ± ,5 x h 10 ME3a 1 0,4 0,7 0, LUMLED VCA F 1500 RF 1500 ± ,7 3,5 x h 6 S LUMLED VCA F 2000 RF 2000 ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F 2750 RF 2750 ± ,6 3,5 x h 7 S ,5 1, LUMLED VCA F 4250 RF 4250 ± ,5 3,5 x h 7 S ,5 1, LUMLED VCA F 6500 RF 6500 ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F RF ± ,3 3,5 x h 7 S Nos cálculos considerar : 1) refletância R=0,07 ; 2) fator de manutenção do fluxo (fm= 0,80) ; 3) U0=Lmin/Lmed ; 4) UL=Lmin/Lmax ; 5) montagem das luminárias - unilateral ; 6) ângulos de inclinação dos braços, para luminária VCA (α= 5º) e para luminária JAR (α= 0º) ; 7) overhang/avanço-zero metros DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 13/31
14 7 REQUISITOS GERAIS 7.1 Requisitos de fixação e de ligação Requisitos de fixação As luminárias VCA devem estar preparadas para serem fixadas em colunas com braço e colunas direitas, numa peça tubular com 60 mm de diâmetro exterior. No caso de instalação em poste ou em consola fixada à parede, devem estar preparadas para serem fixadas em tubos de aço galvanizado de diâmetro exterior de 42 ou 60 mm. A fixação consistirá na sobreposição da luminária na peça que a suporta, isto é, o tubo ou braço encaixará na parte interna da luminária sendo fixada por meio de dois parafusos para evitar, em caso de rotura de um deles nas condições normais, o perigo de queda, para as pessoas e bens (IEC secção 3.6.3). O tubo na extremidade de fixação da luminária não deve ficar exposto, para evitar a entrada de água. As luminárias devem possuir dispositivo que permita a articulação de ângulos de -15 a +5 e com marcação em passos de 5 gravados por gravação mecânica. Como opção deverá existir um acessório para permitir a instalação da luminária em colunas direitas com diâmetro exterior de 60mm. Este acessório deve implementar um ângulo de 90 para permitir a instalação das luminárias em colunas direitas. O acessório dever apesentar atravancamento mínimo para permitir a sua instalação na coluna e a correta instalação da luminária. As luminárias de JAR são fixadas em tubo de diâmetro exterior 60 mm Requisitos de ligação As luminárias devem ser preparadas para serem ligadas, através de cabos: H05VV-F 3G2,5 mm 2 para luminárias alimentadas por rede subterrânea; XS 2x4 mm 2 para luminárias alimentadas por rede aérea. O modo de fixação do cabo para ligação à rede deve ser do tipo X, isto é, deve ser facilmente substituível, conforme (EN ). Para as luminárias aplicadas na rede aérea o compartimento de ligação à rede deve vir equipado com seccionadorfusível e elemento fusível de acordo com: Fusível de 6 A, tamanho 10x38 conforme DMA-C63-201, para luminárias até 100W; Fusível de 10A, tamanho 10x38 conforme DMA-C63-201, para luminárias superiores ou iguais a 100W. 7.2 Classificação das luminárias Proteção contra choques elétricos As luminárias, de preferência devem ser da classe I e de acordo com o disposto na secção 2.2 da norma EN Proteção contra a penetração de poeiras, corpos sólidos e humidade O compartimento ótico, que inclui o módulo de LED, deve possuir IP 66. Existindo compartimento de acessórios este deve possuir IP 54. Caso o compartimento de acessórios inclua o driver, este último deve possuir IP 65. O grau de proteção deve cumprir o disposto na EN , seção 2.3. Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: / Fax: [email protected]
15 7.2.3 Condições de utilização As luminárias devem ser concebidas para condições de utilização normal, de acordo com o disposto na secção 2.5 da norma EN MARCAÇÃO DAS LUMINÁRIAS A marcação das luminárias deve estar de acordo com a norma EN , secção 3.2 e conter a seguinte informação: Marca registada, denominação comercial e/ou nome do fabricante; Referência da luminária; Fluxo nominal da luminária (lm) (valor indicado no processo de qualificação); Potência nominal da luminária (W), (valor indicado no processo de qualificação) Ano e semana de fabrico; Tensão nominal (V); Frequência de rede(hz); Temperatura de cor (K); Classe de proteção contra choques elétricos (se da classe II); Grau de proteção IP; Grau de proteção IK. As marcações devem ser inseridas de forma indelével e satisfazer os requisitos de ensaio estabelecidos na secção 3.4 da norma EN As instruções de montagem devem ser apresentadas em português ou inglês ou espanhol, tendo em conta o disposto na secção 3.3 da norma EN e na secção 3.5 da norma NP EN CONCEÇÃO E CONSTRUÇÃO DA LUMINÁRIA 9.1 Generalidades O esquema elétrico da luminária deve estar de acordo com o anexo A e os seus constituintes devem ser independentes. Caso utilize materiais plásticos, estes devem estar de acordo com a NP EN L.4. As luminárias devem possuir um espaço adequado com tampa, que, quando aberta facilite o acesso aos acessórios e ligações existentes no interior, e quando fechada, não pressione os componentes nem os cabos. A tampa ou qualquer parte amovível da luminária deve permanecer ligada de modo a nunca se desprender aquando da sua manipulação. As luminárias para aplicação em zonas de jardim, parques e zonas históricas devem estar de acordo com a estilização representada nos desenhos anexo B, e são do tipo: Lanterna de 4 e 6 faces; Troncocónica com parte superior opaca; Esférica com a calote superior opaca. O cabo para ligação da luminária à rede deve aceder ao compartimento de acessórios para ligação da luminária através do tubo de fixação da mesma. As luminárias do tipo JAR, designadamente as lanternas de 4 e 6 faces, troncocónicas e esféricas deverão possuir uma marcação com a indicação do lado da estrada. Esta marcação deverá ser exterior ou interior da luminária, DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 15/31
16 devendo garantir a sua resistência às intempéries. Preferencialmente deverá ser uma marcação por gravação mecânica. O desempenho da eficácia das luminárias será valorizado de acordo com o anexo G 9.2 Difusor Os difusores das luminárias, se existirem, devem ser de material transparente. O difusor poderá ser de vidro temperado, PMMA (polimetacrilato) ou policarbonato e deve ter uma transmissão luminosa superior 88 %. Se o difusor for de vidro, deve ser apresentado o ensaio conforme EN , secção Acabamento Nas luminárias VCA a estrutura deve ser pintada ou anodizada. No caso de ser pintada deve ser utilizado o processo de pintura eletrostática, com tinta poliéster com um mínimo de 60 μm de espessura. No caso de ser anodizada, deve ser apresentado o ensaio de revestimento conforme as especificações da norma ISO 2360, com a espessura de: Valor médio (vm) compreendido entre 9 µm vm 14 µm; Valor mínimo em qualquer ponto de 70% do valor médio medido (calculado); Valor máximo em qualquer ponto de 170% do valor médio medido (calculado); Após a anodização o corpo da luminária deve passar por um processo de colmatagem conforme ISO A colmatagem é considerada satisfatória se no ensaio, a perda de massa não for superior a 30 mg/dm2 de acordo com a ISO Cor As luminárias deverão ter as seguintes cores: VCA: Cor cinzenta com RAL 7035 ou equivalente; JAR do tipo lanterna de 4 e 6 face: Cor preta com RAL 9005 ou equivalente; JAR do tipo troncocónicas: Cor cinzenta com RAL 7016 ou equivalente; JAR do tipo esféricas: Cor cinzenta com RAL 7016 ou equivalente. 9.4 Terminais e conexão à rede (alimentação) Os terminais de ligação à rede das luminárias devem verificar o disposto nas secções 4.7.2, 4.7.3, e da norma EN Se a conexão elétrica for realizada através de uma ficha multipolar e de uma tomada, deve igualmente ser verificado o disposto na secção da norma EN As luminárias devem possuir um dispositivo antitração dos condutores de alimentação para que estes não sofram quaisquer solicitações mecânicas, quer pelo seu próprio peso, quer por outras ações externas. Este dispositivo deve assegurar a conexão dos ligadores de alimentação aos terminais de entrada da luminária, evitando o seu desprendimento. 9.5 Disposições de ligação à terra A ligação à terra das luminárias deve satisfazer a especificação da EN , secção As luminárias da classe I devem ser fornecidas já com o shunt neutro-terra conforme fig.2-anexo A. Nos ensaios deve-se verificar que em nenhum caso a resistência excede 0,5 Ω. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 16/31
17 9.6 Cablagem externa e interna Cablagem externa Os terminais de ligação das luminárias à rede devem ter, capacidade de conexão e tensão nominal adequados à ligação dos condutores e cabos indicados na secção do presente documento. Simultaneamente, são aplicáveis as disposições da secção 5.2 da norma NP EN , bem como o referido na secção 3.10 da norma NP EN Cablagem interna As luminárias devem ser fornecidas completamente montadas, eletrificadas e prontas a ligar à rede. A cablagem interna deve estar disposta de modo a que em nenhuma circunstância fique esmagada. 9.7 Proteção contra impactos mecânicos externos As luminárias devem possuir uma resistência aos impactos mecânicos externos correspondente, no mínimo, ao grau de proteção IK08, para luminárias de jardim, e IK06 para luminárias aplicadas em vias de circulação automóvel e, segundo a norma EN Dupla isolação ou isolação reforçada (apenas luminárias da classe II) As luminárias da classe II podem possuir uma dupla isolação ou isolação reforçada, devendo verificar o disposto na secção 4.10 da norma EN Parafusos, conexões (mecânicas) e bucins Os parafusos, conexões (mecânicas) e bucins, utilizados na conceção da luminária, e na fixação desta à coluna devem verificar o disposto na secção 4.12 da norma EN Os parafusos e porcas devem ser de aço inox, tipo A2 ou equivalente Sistema de drenagem As luminárias devem possuir um sistema de drenagem, de acordo com a EN , secção Resistência à corrosão Os materiais ferrosos devem ser protegidos contra a oxidação de acordo com o disposto na secção 4.18 da norma EN A resistência à corrosão deve satisfazer os requisitos do anexo L, secção L.4 da EN Riscos mecânicos As luminárias não devem possuir partes cortantes, ou arestas, que possam constituir um risco para o utilizador aquando da sua instalação, ou manutenção, de acordo com o disposto na secção 4.25 da norma EN Proteção contra curto-circuitos A proteção contra curto-circuitos da luminária deve estar de acordo com o disposto na secção 4.26 da norma EN Proteção contra sobretensões As luminárias com fusível incorporado devem vir equipadas com SPD (Surge Protective Device) devendo ser considerado naqueles pontos da rede as sobretensões máximas previsíveis de origem atmosférica de 2,5 kv. Nas luminárias de classe II o SPD deve ser ligado entre a fase e neutro; nas luminárias de classe I o SPD deve ser fase, neutro e terra. A corrente de descarga mínima deve ser de 5kA. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 17/31
18 9.15 Proteção contra choques elétricos A proteção contra choques elétricos das luminárias deve estar de acordo com o especificado no presente documento e no disposto na secção 8 da norma EN Resistência de isolamento e rigidez dielétrica As luminárias devem possuir uma resistência de isolamento e rigidez dielétrica de modo a satisfazerem o especificado na EN secção Linhas de fuga e distâncias no ar As luminárias devem possuir linhas de fuga e distâncias no ar conforme o especificado na secção 11 da EN Endurância e aquecimento As luminárias devem ser sujeitas aos ensaios de endurância e aquecimento num período de 168 h, 7 ciclos de 24 h, conforme EN secção 12, devendo ser considerado uma temperatura ambiente de 35 C Níveis de poluição harmónica Os níveis de poluição harmónica devem cumprir a norma EN De acordo com as classes de poluição dessa norma devem ser classificados como classe C Resistência ao calor, ao fogo e às correntes de rastejamento As luminárias devem possuir uma resistência ao calor, ao fogo e às correntes de rastejamento de acordo com o disposto na secção 13 da EN Terminais de parafuso Os terminais de parafuso utilizados na construção das luminárias devem estar de acordo com as disposições da secção 14 da norma EN Terminais sem parafuso e ligações elétricas Os terminais sem parafuso e as ligações elétricas utilizados na construção das luminárias devem estar de acordo com as disposições da secção 15 da norma EN Resistência à força do vento JAR A conceção das luminárias a serem instaladas em colunas normalizadas da série H (DMA-C71-512) devem garantir o seguinte: Massa da luminária 20 kg; Área de projeção lateral (A I) em m 2 no plano vertical, perpendicular à direção do vento na luminária, inferior a 0,45 m 2. Coeficientes de forma longitudinal = 1, vertical = 0, transversal = 0, de acordo com a seção da EN VCA A conceção das luminárias a serem instaladas em colunas normalizadas da série H (DMA-C71-512) devem garantir o seguinte: Massa da luminária 20 kg; Área de projeção lateral (A I) em m 2 no plano vertical, perpendicular à direção do vento na luminária, inferior a 0,2 m 2. Coeficientes de forma longitudinal = 1, vertical = 0, transversal = 0, de acordo com a seção da EN DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 18/31
19 VCA F A conceção das luminárias a serem instaladas em braços de aço tubulares de IP (DMA-C71-540) devem garantir o seguinte: Massa da luminária 20 kg; Área de projeção lateral (A I) em m 2 no plano vertical, perpendicular à direção do vento na luminária, inferior a 0,05 m 2. Coeficientes de forma longitudinal = 1, vertical = 0, transversal = 0, de acordo com a seção da EN Fator de manutenção do fluxo luminoso A manutenção do fluxo não deve ser inferior a 80 % e deve estar de acordo com a IEC secção Eficácia luminosa Os fabricantes devem apresentar o valor da eficácia luminosa da luminária em lm/w para a temperatura de cor indicada na secção 12.4, de acordo com a norma IES LM O valor da eficácia deve ser de, pelo menos, 85 lm/w para as luminárias VCA e de 65 lm/w para as luminárias JAR. Deverá ser entregue relatório realizado por entidade acreditada segundo a norma EN MÓDULO DE LEDS 10.1 Generalidades O módulo de LEDs deve ser tipo 3, ligado conforme a figura aplicável do anexo A do presente documento e cumprir os requisitos da norma IEC nas partes indicadas Classificação de construção De acordo com a secção 6 da norma NP EN o módulo de LEDs deve ter uma classificação módulo de LEDs integrado. Os LEDs devem ser dispostos no respetivo módulo em forma de matriz, de modo a garantir uma distribuição da fonte de luz por todo o módulo de LEDs Marcação do módulo de LEDs A marcação do módulo de LEDs deve ter legibilidade duradoura e deve ser realizada conforme a secção 4 da norma EN Resistência à humidade e isolamento A verificação da resistência à humidade e de isolamento do módulo de LEDs deve seguir os requisitos da secção 11 da norma EN Rigidez dielétrica Para a rigidez dielétrica o módulo de LEDs deve seguir os requisitos da secção 12 da norma EN Resistência ao fogo, ao calor e correntes rastejantes A resistência ao fogo, calor e correntes rastejantes, por parte dos módulos de LEDs, deve ser garantida de acordo com a secção 18 da norma EN Condições de defeito O módulo de LEDs deve suportar as condições de defeito conforme referido na secção 13 da EN Deve garantir que na falha de um dos LED da matriz, os restantes ficam a funcionar de modo a proporcionar continuidade no funcionamento da luminária. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 19/31
20 10.8 Proteção fotobiológica Os riscos da radiação visível das luminárias LED têm de ser avaliados e classificados de acordo com os requisitos da norma IEC (Photobiological Safety of Lamps and Lamp Systems). De acordo com os perfis dessa norma, a luminária LED deve enquadrar-se no perfil baixo risco (Grupo 1 Low Risk) Linha de Fuga e distância de isolamento no ar Para a linha de fuga e distancias de isolamento no ar do módulo de LED deve seguir os requisitos da seção 16 da norma EN DRIVER DE LEDS 11.1 Generalidades O driver deve ser desenvolvido de acordo com as normas EN e EN O driver deve garantir a correta dissipação do calor e indicar a temperatura máxima admissível no ponto tc. Deve ter proteção de temperatura, pelo que deve estar de acordo com a secção B 3.1 e B 3.2 do anexo B da EN Classificação Deverá ser indicada a classificação do driver; esta deverá estar de acordo com a EN 62384, secção 5. O driver deve estar alojado no interior da luminária e ligado conforme anexo A do presente documento Marcação A marcação do driver deve estar de acordo com a secção 7 da norma EN Tempo de vida útil O valor deve ser pelo menos horas, de acordo com o anexo B da EN Fator de potência Em regime nominal, o fator de potência não deve ser inferior a 0,90 e deve estar de acordo com o estipulado na secção 9 da EN No caso do driver permitir regulação de fluxo, o fator de potência não deve ser inferior a 0,80 para uma redução, até 40% da sua potência nominal Imunidade eletromagnética O sistema deve garantir imunidade eletromagnética de acordo com as normas EN e EN Interfaces de ligação Os terminais de ligação do driver devem verificar o disposto na secção 9.4 deste documento Operação em condições anormais de funcionamento O controlador de alimentação/driver deve garantir a operação sobre condições anormais de funcionamento de acordo com a secção 12 da norma EN Análise de endurância do controlador de alimentação O controlador de alimentação deve garantir a operação sobre condições de endurância de acordo com a secção 13 da norma EN DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 20/31
21 11.10 Resistência à humidade e isolamento A verificação da resistência à humidade e de isolamento do controlador de alimentação deve seguir os requisitos da secção 11 da norma EN Rigidez dielétrica Para a rigidez dielétrica o controlador de alimentação deve seguir os requisitos da secção 12 da norma EN Resistência ao fogo, ao calor e correntes rastejantes A resistência ao fogo, calor e correntes rastejantes, por parte do controlador de alimentação, deve ser garantida de acordo com a secção 20 da norma EN Condições de defeito O controlador de alimentação deve suportar as condições de defeito conforme referido na secção 14 da EN Deve garantir que na falha de um dos LED da matriz, os restantes ficam a funcionar de modo a proporcionar continuidade no funcionamento da luminária Linha de Fuga e distância de isolamento no ar Para a linha de fuga e distancias de isolamento no ar, o controlador de alimentação deve seguir os requisitos da seção 18 da norma EN LED 12.1 Generalidades Os LED a integrar o módulo de LED deve ser certificado e avaliado segundo as normas IESLM e LM O LED deve ser do tipo SMT (Surface-mount technology) e protegido contra descargas electroestáticas. Deverá, ainda, apresentar um processo construtivo que permita garantir: Robustez mecânica adequada às vibrações; Imunidade a efeitos corrosivos de acordo com o standard IPC-9701; Baixa resistência térmica Constituintes do LED Devido à exposição intensa e prolongada do LED às radiações solares, este tem de ser insensível às radiações UV (ultravioleta) Índice de restituição de cor (IRC) O IRC deve ser igual ou maior que 70 e estar de acordo com a IEC A medição deve ser efetuada de acordo com a CIE 13.3 ou CIE 177. Deve ser apresentada ficha onde conste o valor de IRC e conforme o anexo D da IEC Temperatura de cor - cromaticidade A temperatura de cor (CCT) deve estar centrada nos: 4000 K de acordo com a norma ANSI C utilizando 5-step MacAdam ellipse para as posições das luminárias VCA; 3000 K de acordo com a norma ANSI C utilizando 5-step MacAdam ellipse para as posições das luminárias JAR; Deve ser apresentado o certificado/ficha técnica, onde constem os valores como exemplificado no anexo D da norma IEC DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 21/31
22 13 ENSAIOS 13.1 Ensaios de tipo Os ensaios de tipo devem demonstrar que as luminárias estão conforme os requisitos do quadro 7 seguinte. As luminárias sujeitas a ensaios de tipo devem estar de acordo com o estabelecido no anexo S da NP EN Quadro 6 Ensaios tipo Descrição do ensaio Secção Ensaios Normas aplicáveis Secção do DMA Condições anormais de funcionamento do controlador de alimentação 12 EN Condições defeito do módulo de LEDs (sobrepotência) 13 EN Difusor de vidro IEC Disposições de ligação à terra 7 EN Ensaio de endurância e de aquecimento da luminária 12 EN IK - EN Imunidade eletromagnética do driver - EN e EN IP 2.3 EN Linhas de fuga e distâncias no ar 11 EN Marcação 3.4 EN Níveis de poluição harmónica 7 EN Proteção contra choques elétricos 8 EN Resistência à corrosão da luminária 4.18 EN Resistência à força do vento IEC Resistência ao calor, fogo e correntes rastejantes da luminária 13 EN Resistência de isolamento e rigidez dielétrica da luminária 10.2 EN Sobretensão (ondas de choque - categoria de sobretensão) Anexo U EN Terminais de parafusos 14 EN Terminais e conexão à rede (alimentação) 4.7 EN Fluxo luminoso e características fotométricas - EN e Ensaios de série As luminárias devem ser submetidas aos seguintes ensaios de série de acordo com as prescrições do quadro Q.1, anexo Q da norma IEC : Ensaio de funcionamento; Resistência de isolamento Ri 2 MΩ. Continuidade do circuito de terra (não aplicável a luminária da classe II); Ensaio de polaridade (se da classe I) Ensaios de receção Os ensaios de receção consistem pelo menos nas seguintes verificações: Ensaios à onda de choque; DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 22/31
23 Marcação referida no ponto 8.1 deste documento; Confirmação dos ensaios de série atrás referidos. 14 INFORMAÇÃO A APRESENTAR PELOS CANDIDATOS Os candidatos devem apresentar: Anexo C e/ou D do presente DMA preenchido com os resultados obtidos acompanhado dos respetivos estudos; Anexo E e/ou F do presente DMA preenchido com as características das luminárias e certificados emitidos por entidades acreditadas; Relatório dos ensaios que constam no quadro 6 acima emitido por laboratório acreditado para o efeito ou certificação ENEC ou equivalente da luminária, acrescido do ensaio de IK; Comprovativos da restituição de cor e da temperatura de cor; Curvas fotométricas de cada luminária emitido por laboratório acreditado. A EDP reserva-se o direito de solicitar uma amostra para cada tipo de luminária: Uma de aplicação na rede aérea; Outra de aplicação na rede subterrânea. 15 TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO O fornecedor deve acondicionar as luminárias de forma a garantir a sua integridade, e com os seguintes dados inscritos na parte exterior da caixa: Nome do fabricante; Referência da luminária; Referência EDP e de Código SAP (de acordo com o quadro 1, secção 0 do presente documento). 16 LUMINÁRIAS COM REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES As luminárias com regulação de fluxo por micro-cortes, constantes no quadro 2 deste DMA, são luminárias que, em condições de fluxo máximo satisfazem as condições aplicáveis às luminárias sem regulação de fluxo. Estas luminárias devem ainda satisfazer o disposto nos seguintes documentos que se encontram referidos no quadro 3: DEF-C71-421; DMA-C71-420; DRE-C DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 23/31
24 ANEXO A ESQUEMAS ELÉTRICOS (informativo) Figura A.1 - Luminária com tecnologia LED - aplicação na rede subterrânea Figura A.2 - Luminária com tecnologia LED - aplicação na rede aérea Legenda: a) driver (controlador de alimentação) b) módulo de LEDs c) seccionador-fusível, com elemento fusível d) SPD - surge protective device. e) shunt de ligação neutro-terra com condutor H05VV-F2,5mm 2 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 24/31
25 ANEXO B LUMINÁRIAS JARDIM, ZONAS DE LAZER E NÚCLEOS HISTÓRICOS Design representativo DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 25/31
26 Troncocónicas B-Diâmetro* (mm) A-Altura (mm) Rácio (A/B) Máxima ,50 Dimensões Mínima ,28 * Parte superior DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 26/31
27 ANEXO C DESEMPENHO FOTOMÉTRICO DAS LUMINÁRIAS COMUNS Valores de Referência Pos Código SAP Referência EDP Fluxo Luminoso (Lm) Tolerância do fluxo Luminoso (Lm) Eficácia Luminosa Mínima (Lm/W) Referência do fabricante Altura útil da luminária (h) em colunas Altura útil da luminária (h) em postes Distância entre colunas ou postes Largura da faixa de rodagem para Lum. VCA e largura da zona pedonal para Lum. (JAR) Classe Iluminação Lmed (mínimo) (cd/m2) U0 min. Ul min. Emed Emin mínimo (lux) (lux) SR (min.) TI (máx.) (%) ULOR (%) LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR ESFÉRICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F ± ,5 x h 7 S LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME LUMLED VCA ± ,5 x h 7 ME4a LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME4a LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME4a LUMLED VCA ± ,5 x h 9 ME3a LUMLED VCA ± ,5 x h 10 ME3a LUMLED VCA ± ,5 x h 10 ME3a LUMLED VCA F ± ,7 3,5 x h 6 S LUMLED VCA F ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F ± ,3 3,5 x h 7 S Nos cálculos considerar : 1) refletância R=0,07 ; 2) fator de manutenção do fluxo (fm= 0,80) ; 3) U0=Lmin/Lmed ; 4) UL=Lmin/Lmax ; 5) montagem das luminárias - unilateral ; 6) ângulos de inclinação dos braços, para luminária VCA (α= 5º) e para luminária JAR (α= 0º) ; 7) overhang/avanço-zero metros Nota: deverá ser entregue relatório realizado por entidade acreditada segundo a norma EN DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 27/31
28 ANEXO D DESEMPENHO FOTOMÉTRICO DAS LUMINÁRIAS COM REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES Valores de Referência Pos Código SAP Referência EDP Fluxo Luminoso (Lm) Tolerância do fluxo Luminoso (Lm) Eficácia Luminosa Mínima (Lm/W) Referência do fabricante Altura útil da luminária (h) em colunas Altura útil da luminária (h) em postes Distância entre colunas ou postes Largura da faixa de rodagem para Lum. VCA e largura da zona pedonal para Lum. (JAR) Classe Iluminação Lmed (mínimo) (cd/m2) U0 min. Ul min. Emed Emin mínimo (lux) (lux) SR (min.) TI (máx.) (%) ULOR (%) LUMLED JAR ESFÉRICA 2750 RF 2750 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR ESFÉRICA 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR ESFÉRICA 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 2750 RF 2750 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 2250 RF 2250 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 4F 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 2250 RF 2250 ± ,5 x h 6 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 4000 RF 4000 ± ,5 x h 7 S LUMLED JAR LANTERNA 6F 5000 RF 5000 ± ,5 x h 7 S LUMLED VCA 3000 RF 3000 ± ,5 x h 7 ME LUMLED VCA 4250 RF 4250 ± ,5 x h 7 ME LUMLED VCA 6750 RF 6750 ± ,5 x h 7 ME4a LUMLED VCA 8500 RF 8500 ± ,5 x h 9 ME4a LUMLED VCA RF ± ,5 x h 9 ME4a LUMLED VCA RF ± ,5 x h 9 ME3a LUMLED VCA RF ± ,5 x h 10 ME3a LUMLED VCA RF ± ,5 x h 10 ME3a LUMLED VCA F 1500 RF 1500 ± ,7 3,5 x h 6 S LUMLED VCA F 2000 RF 2000 ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F 2750 RF 2750 ± ,6 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F 4250 RF 4250 ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F 6500 RF 6500 ± ,5 3,5 x h 7 S LUMLED VCA F RF ± ,3 3,5 x h 7 S Nos cálculos considerar : 1) refletância R=0,07 ; 2) fator de manutenção do fluxo (fm= 0,80) ; 3) U0=Lmin/Lmed ; 4) UL=Lmin/Lmax ; 5) montagem das luminárias - unilateral ; 6) ângulos de inclinação dos braços, para luminária VCA (α= 5º) e para luminária JAR (α= 0º) ; 7) overhang/avanço-zero metros Nota: deverá ser entregue relatório realizado por entidade acreditada segundo a norma EN DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 28/31
29 ANEXO E CARACTERÍSTICAS DAS LUMINÁRIAS COMUNS Pos. SAP Referência EDP Referência (fabricante) Ø (lm) P total (W) Eficácia (lm/w) Cosϕ IP IK In (ma) Classe I ou II Massa (kg) Área de exposição ao vento (m2) CCT (K) LED (refª) Driver (refª) possui articulação Luminária Certificações acreditadas Acessório 90º Luminária Módulo LEDs Driver LUMLED JAR ESFÉRICA LUMLED JAR ESFÉRICA LUMLED JAR ESFÉRICA LUMLED JAR TRONCOCÓNICA LUMLED JAR TRONCOCÓNICA LUMLED JAR TRONCOCÓNICA LUMLED JAR LANTERNA 4F LUMLED JAR LANTERNA 4F LUMLED JAR LANTERNA 4F LUMLED JAR LANTERNA 6F LUMLED JAR LANTERNA 6F LUMLED JAR LANTERNA 6F LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA LUMLED VCA F LUMLED VCA F LUMLED VCA F LUMLED VCA F LUMLED VCA F 6500 Nota: quadro simplificado das características das luminárias, que não substitui a entrega de toda a informação necessária para a avaliação técnica da luminária. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 29/31
30 ANEXO F CARACTERÍSTICAS DAS LUMINÁRIAS COM SISTEMA DE REGULAÇÃO DE FLUXO POR MICRO-CORTES Pos. SAP Referência EDP Referência ( fabricante) Ø (lm) P total (W) Eficácia (lm/w) Cosϕ (nominal) IP IK In (ma) Classe I ou II Massa (kg) Área de exposição ao vento (m2) CCT (K) LED (refª) Driver (refª) possui articulação Luminária Certificações acreditadas Acessório 90º Luminária Módulo LEDs Driver LUMLED JAR ESFÉRICA 2750 RF LUMLED JAR ESFÉRICA 4000 RF LUMLED JAR ESFÉRICA 5000 RF LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 2750 RF LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 4000 RF LUMLED JAR TRONCOCÓNICA 5000 RF LUMLED JAR LANTERNA 4F 2250 RF LUMLED JAR LANTERNA 4F 4000 RF LUMLED JAR LANTERNA 4F 5000 RF LUMLED JAR LANTERNA 6F 2250 RF LUMLED JAR LANTERNA 6F 4000 RF LUMLED JAR LANTERNA 6F 5000 RF LUMLED VCA 3000 RF LUMLED VCA 4250 RF LUMLED VCA 6750 RF LUMLED VCA 8500 RF LUMLED VCA RF LUMLED VCA RF LUMLED VCA RF LUMLED VCA RF LUMLED VCA F 1500 RF LUMLED VCA F 2000 RF LUMLED VCA F 2750 RF LUMLED VCA F 4250 RF LUMLED VCA F 6500 RF LUMLED VCA F RF Nota: quadro simplificado das características das luminárias, que não substitui a entrega de toda a informação necessária para a avaliação técnica da luminária. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 30/31
31 ANEXO G PARÂMETROS DE VALORIZAÇÂO A valorização é calculada de acordo com a formula: JAR: VALORIZAÇÃO = TANH((Lm/W 65)/10) xx 100 VCA: VALORIZAÇÃO = TANH((Lm/W 85)/2) xx 100 DTI Direção de Tecnologia e Inovação
APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS
EDIÇÃO: 4, REVISÃO:1 APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Luminárias de iluminação pública: tecnologia LED Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2017-09-04
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APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Balastros eletrónicos com aplicação na iluminação pública para lâmpadas de descarga de sódio de alta pressão e iodetos metálicos Características e ensaios
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