SSC0641 Redes de Computadores
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- Oswaldo Pinto Sacramento
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1 SSC0641 Redes de Computadores Capítulo 3 - Camada de Transporte Prof. Jó Ueyama Março/2011 1
2 Serviços da Camada de Transporte 2
3 Protocolos e Serviços de Transporte 3
4 Serviços de Transporte Fornecem comunicação lógica entre processos de aplicação em diferentes hospedeiros: protocolos de transporte são executados nos sistemas finais; Lado emissor: quebra as mensagens da aplicação em segmentos e envia para a camada de rede; Lado receptor: remonta os segmentos em mensagens e passa para a camada de aplicação. 4
5 Protocolos de Transporte Há mais de um protocolo de transporte disponível para as aplicações na Internet: TCP; UDP. 5
6 Protocolos da Camada de Transporte TCP: confável, garante ordem de entrega. controle de congestionamento; controle de fuxo; orientado à conexão. UDP: não-confável, sem ordem de entrega. extensão do melhor esforço do IP. Serviços não disponíveis: garantia a atrasos; garantia de banda. 6
7 Multiplexação / Demultiplexação 7
8 Multiplexação / Demultiplexação Demultiplexação no receptor: entrega os segmentos recebidos ao socket correto. Multiplexação no emissor: coleta dados de múltiplos sockets; envelopa os dados com cabeçalho (usado depois para demultiplexação). 8
9 Como funciona a demultiplexação Computador recebe datagramas IP: cada datagrama possui endereço IP de origem e IP de destino; cada datagrama carrega 1 segmento da camada de transporte; cada segmento possui números de porta de origem e destino. O hospedeiro usa endereços IP (32 bits) e números de porta (16 bits) para direcionar o segmento ao socket apropriado. 9
10 Demultiplexação não orientada à conexão Cria sockets com números de porta: DatagramSocket mysocket1 = new DatagramSocket(99111); DatagramSocket mysocket2 = new DatagramSocket(99222); Socket UDP identificado por dois valores: endereço IP de destino, número da porta de destino. 10
11 Demultiplexação não orientada à conexão (2) Quando o hospedeiro recebe o segmento UDP: verifica o número da porta de destino no segmento; direciona o segmento UDP para o socket com este número de porta. Datagramas com IP de origem diferentes e/ou portas de origem diferentes são direcionados para o mesmo socket. 11
12 Demultiplexação não orientada à conexão DatagramSocket serversocket = new DatagramSocket(6428); P2 SP: 6428 SP: 6428 DP: 9157 DP: 5775 SP: 9157 cliente IP: A P1 P1 P3 DP: 6428 SP: 5775 servidor IP: C DP: 6428 cliente IP: B 12
13 Demultiplexação orientada à conexão TCP estabelece conexão. Conexão TCP (ou seja sockets servidor e cliente) identifcada por 4 valores: Endereço IP de origem Porta de origem Endereço IP de destino Porta de destino Host receptor usa os quatro valores para direcionar o segmento ao socket apropriado. 13
14 Demultiplexação orientada à conexão Host servidor pode suportar vários sockets TCP simultâneos: cada socket é identifcado pelos seus próprios 4 valores; servidores Web possuem sockets diferentes para cada cliente conectado; HTTP não persistente terá um socket diferente para cada requisição. 14
15 Demultiplexação orientada à conexão P1 P4 P5 P2 P6 P1P3 SP: 5775 DP: 80 S-IP: B D-IP: C SP: 9157 cliente IP: A DP: 80 S-IP: A D-IP: C SP: 9157 servidor IP: C DP: 80 S-IP: B D-IP: C cliente IP: B 15
16 Servidor Web multithreaded P1 P2 P4 P1P3 SP: 5775 DP: 80 S-IP: B D-IP: C SP: 9157 cliente IP: A DP: 80 S-IP: A D-IP: C SP: 9157 servidor IP: C DP: 80 S-IP: B D-IP: C cliente IP: B 16
17 Transporte não orientado à conexão: UDP 17
18 UDP (User Datagram Protocol) Defnido pela RFC 768. Serviço de melhor esforço (best efort), sem overheads. Segmentos UDP podem ser: perdidos; entregues fora de ordem para a aplicação. Sem conexão: não há apresentação entre transmissor e o receptor UDP; cada segmento UDP é tratado de forma independente dos outros. 18
19 Por que UDP? Não há estabelecimento de conexão (que possa redundar em atrasos). Simples: não há estado de conexão nem no transmissor, nem no receptor. Cabeçalho de segmento reduzido. Não há controle de congestionamento: UDP pode enviar segmentos tão rápido quanto desejado (e possível). 19
20 Uso do UDP Muito usado por aplicações de multimídia contínua (streaming): tolerantes à perda; sensíveis à taxa. DNS. SNMP. Transferência confiável sobre UDP: acrescentar confiabilidade na camada de aplicação; recuperação de erro específica de cada aplicação. 20
21 Segmento UDP Comprimento Checksum 21
22 Soma de Verifcação (Checksum) UDP Objetivo: detectar erros (ex.: bits trocados) no segmento transmitido. Transmissor: trata o conteúdo do segmento como seqüência de inteiros de 16 bits; checksum: soma (complemento de 1 da soma) do conteúdo do segmento; transmissor coloca o valor do checksum no campo de checksum do UDP. 22
23 Soma de Verifcação (Checksum) UDP (cont.) Receptor: Calcula o checksum do segmento recebido. Verifica se o checksum calculado é igual ao valor do campo checksum: NÃO - erro detectado. SIM - não há erros detectados. 23
24 Transferência confável de dados 24
25 Transferência confável de dados 25
26 Transferência confável de dados Um dos 10 maiores problemas em redes. Características dos canais não confáveis determinarão a complexidade dos protocolos confáveis de transferência de dados (rdt reliable data transfer). 26
27 Transferência confável: ponto de partida rdt_send(): chamada da camada superior, (ex., pela aplicação). Passa dados para entregar à camada superior receptora lado transmissor udt_send(): chamada pela entidade de transporte, para transferir pacotes para o receptor sobre o canal não confiável deliver_data(): chamada pela entidade de transporte para entregar dados para cima lado receptor rdt_rcv(): chamada quando o pacote chega ao lado receptor do canal 27
28 Etapas Desenvolver incrementalmente o transmissor e o receptor de um protocolo confável de transferência de dados (rdt). Considerar apenas transferências de dados unidirecionais: mas informação de controle deve fuir em ambas as direções! Usar máquinas de estados fnitos (FSM) para especifcar o protocolo transmissor e o receptor. 28
29 Etapas: FSM Estado: quando neste estado o próximo estado fica unicamente determinado pelo próximo evento. evento causando transição de estados ações tomadas na transição de estado estado 1 estado 2 evento ações Estado inicial 29
30 rdt 1.0 Canal de transmissão perfeitamente confável: não há erros de bits; não há perdas de pacotes; não há necessidade de pacotes de controle. FSMs separadas para transmissor e receptor: remetente envia dados para o canal subjacente; destinatário lê os dados do canal subjacente. 30
31 rdt 2.0: canal com erro de bits Canal subjacente pode trocar valores dos bits num pacote! Checksum para detectar erros de bits. Como recuperar esses erros? Reconhecimentos (ACKs): destinatário avisa explicitamente ao remetente que o pacote foi recebido corretamente. Reconhecimentos negativos (NAKs): destinatário avisa explicitamente ao remetente que o pacote tem erros, e este reenvia o pacote. 31
32 rdt 2.0 Novos mecanismos no rdt2.0 (além do rdt1.0): detecção de erros; realimentação do destinatário: mensagens de controle: (ACK, NAK) rcvr->sender retransmissão. Protocolos ARQ: Automatic Repeat request (solicitação automática de repetição). 32
33 rdt 2.0: operação sem ocorrência de erros rdt_send(data) snkpkt = make_pkt(data, checksum) udt_send(sndpkt) rdt_rcv(rcvpkt) && isnak(rcvpkt) Aguarda Aguarda chamada de ACK ou udt_send(sndpkt) cima NAK rdt_rcv(rcvpkt) && corrupt(rcvpkt) udt_send(nak) rdt_rcv(rcvpkt) && isack(rcvpkt) Aguarda chamada de baixo Λ rdt_rcv(rcvpkt) && notcorrupt(rcvpkt) extract(rcvpkt,data) deliver_data(data) udt_send(ack) 33
34 rdt 2.0: operação com detecção de erros rdt_send(data) snkpkt = make_pkt(data, checksum) udt_send(sndpkt) rdt_rcv(rcvpkt) && isnak(rcvpkt) Aguarda Aguarda chamada de ACK ou udt_send(sndpkt) cima NAK rdt_rcv(rcvpkt) && corrupt(rcvpkt) udt_send(nak) rdt_rcv(rcvpkt) && isack(rcvpkt) Aguarda chamada de baixo Λ rdt_rcv(rcvpkt) && notcorrupt(rcvpkt) extract(rcvpkt,data) deliver_data(data) udt_send(ack) 34
35 rdt 2.0: Problemas? O que acontece se o ACK/NAK é corrompido? Transmissor não sabe o que aconteceu no receptor! Não pode apenas retransmitir: possível duplicata! 35
36 Tratando duplicatas Transmissor acrescenta número de sequência em cada pacote. Transmissor reenvia o último pacote se ACK/NAK for perdido. Receptor descarta (não passa para a aplicação) pacotes duplicados. Pare e espere (stop-and-go): Transmissor envia um pacote e então espera pela resposta do receptor. 36
37 rdt2.1: remetente, trata ACK/NAKs perdidos 37
38 rdt2.1: destinatário, trata ACK/NAKs perdidos 38
39 rdt2.1: Discussão Transmissor: Adiciona número de sequência ao pacote. Dois números (0 e 1) bastam. Por quê? Deve verifcar se os ACK/NAK recebidos estão corrompidos. Duas vezes o número de estados. O estado deve lembrar se o pacote corrente tem número de sequência 0 ou 1. Receptor: Deve verifcar se o pacote recebido é duplicado: Estado indica se o pacote 0 ou 1 é esperado. Nota: receptor pode não saber se seu último ACK/NAK foi recebido pelo transmissor. 39
40 rdt2.2: protocolo sem NACK Mesma funcionalidade do rdt2.1, usando somente ACKs. Em vez de enviar NAK, o receptor envia ACK para o último pacote recebido sem erro. Receptor deve incluir explicitamente o número de sequência do pacote sendo reconhecido. ACKs duplicados no transmissor resultam na mesma ação do NAK: retransmissão do pacote corrente. 40
41 rdt2.2: remetente 41
42 rdt2.2: destinatário 42
43 rdt3.0: canal com erros e perdas Nova hipótese: canal de transmissão pode também perder pacotes! Checksum, números de sequência, ACKs, retransmissões serão de ajuda, mas não o bastante. Abordagem: transmissor espera um tempo razoável pelo ACK. Retransmite se nenhum ACK for recebido nesse tempo. 43
44 rdt3.0: canal com erros e perdas (cont.) Se o pacote (ou ACK) estiver apenas atrasado (não perdido): Retransmissão será duplicata, mas os números de sequência já tratam com isso. Receptor deve especifcar o número de sequência do pacote sendo reconhecido. Exige um temporizador decrescente. 44
45 rdt3.0: remetente 45
46 rdt3.0 - Operação 46
47 rdt3.0 - Operação 47
48 rdt3.0: desempenho rdt3.0 funciona, mas o desempenho é sofrível Exemplo: enlace de 1 Gbps, 15 ms de atraso de propagação, pacotes de 1 KB: Transmissão = L (tamanho do pacote em bits) R (taxa de transmissão, bps) U sender = L/R = = 0,008 8 kb/pkt 10^9 b/s = 8 microsseg = 0, ,008 RTT + L / R U sender: utilização fração de tempo do transmissor ocupado Um pacote de 1 KB cada 30 ms -> 33 kb/s de vazão sobre um canal de 1 Gbps. O protocolo de rede limita o uso dos recursos físicos! 48
49 rdt3.0 Pare e Espere 49
50 Protocolos com paralelismo Paralelismo: transmissor envia vários pacotes ao mesmo tempo, todos esperando para serem reconhecidos. (a) operação do protocolo pare e espere (a) operação do protocolo com paralelismo 50
51 Paralelismo: aumento da utilização Aumento da utilização por um fator de 3! U sender = 3*L/R RTT + L / R = 0,024 30,008 = 0,0008 oseconds 51
52 Protocolos com paralelismo Alterações necessárias: faixa de números de seqüência deve ser aumentada; armazenamento no transmissor e/ou no receptor. Duas formas genéricas de protocolos com paralelismo: go-back-n; retransmissão seletiva. 52
53 Go-back-N (GBN) Remetente: número de seqüência com k bits no cabeçalho do pacote; janela de até N pacotes não reconhecidos, consecutivos, são permitidos. 53
54 GBN: Remetente ACK(n): reconhece todos os pacotes até o número de seqüência N (incluindo este limite) = ACK cumulativo. pode receber ACKs duplicados (veja receptor). Temporizador para cada pacote enviado e não confrmado. Tempo de confrmação (n): retransmite pacote n e todos os pacotes com número de seqüência maior que estejam dentro da janela. 54
55 GBN: FSM do remetente 55
56 GBN: destinatário Somente ACK: sempre envia ACK para pacotes corretamente recebidos com o mais alto número de seqüência em ordem pode gerar ACKs duplicados; precisa lembrar apenas do expectedseqnum; Pacotes fora de ordem: descarta (não armazena) -> não há bufer de recepção! reconhece pacote com o mais alto número de seqüência emssc0641 ordem
57 GBN: destinatário 57
58 Operação GBN 58
59 GBN: applet Link: e_network_2/applets/go-back-n/go-backn.html 59
60 Retransmissão Seletiva Receptor reconhece individualmente pacotes recebidos corretamente. Armazena pacotes, se necessário, para eventual entrega em ordem. Transmissor somente reenvia os pacotes para os quais um ACK não foi recebido. temporiza cada pacote não reconhecido. Janela de transmissão: N números de seqüência consecutivos; Novamente limita a quantidade de pacotes enviados, mas não reconhecidos. 60
61 RS: janelas 61
62 RS: remetente Dados da camada superior: se o próximo número de seqüência disponível está na janela, envia o pacote. Tempo de confrmação(n): reenvia pacote n, reinicia temporizador. ACK (n) em [sendbase,sendbase+n]: marca pacote n como recebido se n é o menor pacote não reconhecido, avança a base da janela para o próximo número de seqüência não reconhecido. 62
63 RS: destinatário Pacote n em [rcvbase, rcvbase + N -1]: envia ACK(n); fora de ordem: armazena; em ordem: entrega (também entrega pacotes armazenados em ordem), avança janela para o próximo pacote ainda não recebido. pkt n em [rcvbase-n,rcvbase-1]: pacote encontra-se na janela anterior ACK(n) Caso contrário: Ignora. 63
64 RS: operação 64
65 RS: dilema Exemplo: Seqüências: 0, 1, 2, 3 Tamanho da janela = 3 Receptor não vê diferença nos dois cenários! Incorretamente passa dados duplicados como novos (figura a) Tamanho da janela = espaço de numeração sequencial 1 (não vai funcionar) P.: Qual a relação entre o espaço de numeração seqüencial e o tamanho da janela? 65
66 Perguntas?? 66
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