CHAMADA PEE/P&D 001/2016 REGULAMENTO

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1 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 A Companhia Piratininga de Força e Luz, pessoa jurídica de direito privado, sociedade por ações, concessionária do serviço público de distribuição de energia elétrica, doravante denominada simplesmente de CPFL PIRATININGA, inscrita no CNPJ/MF sob n / , com sede à Rod. Engenheiro Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5 - Parque São Quirino- Campinas - Estado de São Paulo, vem, pela presente, noticiar a realização da CHAMADA para a finalidade de selecionar "propostas de projetos" de conservação de energia e uso racional de energia elétrica para integrar o Projeto de Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Federais de Ensino Superior da CPFL PIRATININGA, cumprindo o disposto na legislação federal de energia elétrica e da regulamentação emanada da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, em especial a Lei n 9.991, de 24 de julho de 2000, Lei n , de 28 de março de 2007, Lei n , de 20 de janeiro de 2010 e a Resolução Normativa n 556, de 18 de junho de 2013, ou a que vier substituí-la, a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D da ANEEL nº 001/2016 de outubro de 2016, como também em decorrência do contrato de concessão dos serviços e instalações de energia elétrica firmado entre CPFL PIRATININGA e o Poder Concedente. REGULAMENTO 1

2 SUMÁRIO 1. OBJETIVO PARTICIPANTES ELEGÍVEIS RECURSOS FINANCEIROS Programa de Eficiência Energética Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Divisão dos Recursos CRONOGRAMA DA CHAMADA Cronograma de Execução do Projeto ANEEL Cronograma da CHAMADA PARÂMETROS DEFINIDOS PELA ANEEL PARÂMETROS DEFINIDOS PELA CONCESSIONÁRIA Definições para os diagnósticos energéticos Parâmetros definidos para materiais e equipamentos Requisitos sobre custos e orçamentos Valores limite para as "propostas de projetos" Fator de coincidência na ponta FCP Fator de utilização FU Aquecimento solar de água Medição e verificação de resultados Estratégia de medição e verificação Plano de medição e verificação Relatório de medição e verificação Taxa de desconto Mão de obra própria MOP Transporte Administração própria ADM Ações de marketing e divulgação Treinamento e capacitação Custos evitados de energia e demanda Período de execução do projeto Auditoria Contábil e Financeira Cálculo de Viabilidade Relação Custo Benefício (RCB) FORMA DE APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS

3 7.1. Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico Forma de Apresentação do Diagnóstico Energético Prioritário de Eficiência Energética Itens a serem apresentados no projeto: Documentos para habilitação SELEÇÃO DOS PROJETOS Critérios para pontuação e classificação das propostas Critérios Programa de Eficiência Energética Critérios Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Prazo de apresentação e protocolo de entrega Comissão julgadora Divulgação do resultado TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA DOCUMENTOS DA CHAMADA OUTRAS INFORMAÇÕES Esclarecimentos e informações adicionais Confirmação de informações prestadas nos projetos COMPLIANCE ANEXO A GLOSSÁRIO ANEXO B MODELO DE RELATÓRIO ANEXO C TABELAS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ANEXO D CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS ANEXO E TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA SEM REPASSE ANEXO F DESCARTE DE MATERIAIS E FONTES INCENTIVADAS ANEXO G FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJETO P&D ESTRATÉGICO Índice de Tabelas Tabela 1 Cronograma ANEEL... 6 Tabela 2 Cronograma de Recebimento das Propostas Tabela 3 Resumo Orçamentos Tabela 4 Custos evitados de energia (CEE R$/MWh) e demanda (CED R$/kW) Tabela 5 Critérios de seleção para os projetos apresentados Tabela 6 Critério Pontuação P&D Estratégico Tabela 7 Conceito Pontuação P&D Estratégico

4 INTRODUÇÃO O Programa de Eficiência Energética regulado pela ANEEL (PEE) tem como objetivo principal promover o uso eficiente e racional de energia elétrica em todos os setores da economia, por meio de projetos que demonstrem a importância e a viabilidade econômica de ações de combate ao desperdício de energia e de melhoria da Eficiência Energética de equipamentos, processos e usos finais de energia. Busca-se, em última instância, a transformação do mercado de energia elétrica, estimulando a demanda por equipamentos energeticamente eficientes e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. O Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica tem o objetivo de alocar adequadamente recursos humanos e financeiros em projetos que demonstrem a originalidade, aplicabilidade, relevância e a viabilidade econômica de produtos e serviços, nos processos e usos finais de energia. Busca-se promover a cultura da inovação, estimulando a pesquisa e desenvolvimento no Setor Elétrico brasileiro, criando novos equipamentos e aprimorando a prestação de serviços que contribuam para a segurança do fornecimento de energia elétrica, a modicidade tarifária, a diminuição do impacto ambiental do setor e da dependência tecnológica do país. De acordo com a regulamentação vigente, a ANEEL pode definir, por meio de publicação de Chamada no Diário Oficial da União, os critérios para desenvolvimento de Projetos Prioritários de Eficiência Energética e Projetos Estratégicos P&D. Conforme consta no Módulo 5, Seção 5.1 do PROPEE (Procedimentos do Programa de Eficiência Energética, aprovado pela Resolução Normativa nº. 556/2013), Projeto Prioritário é aquele considerado...de grande relevância e/ou abrangência, cuja finalidade é testar, incentivar ou definir ações de destaque como política pública para incrementar a Eficiência Energética no país. Com relação aos Projetos Estratégicos de P&D, consta da regulamentação que Projetos Estratégicos são aqueles cujos temas são considerados de grande relevância para o setor elétrico brasileiro, compreendendo estudos e desenvolvimentos que integrem a geração de novo conhecimento tecnológico e exija um esforço conjunto e coordenado de várias empresas e entidades executoras. A CPFL PIRATININGA, entendendo a importância do tema levantado pela ANEEL, lança por meio deste Edital o projeto EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E MINIGERAÇÃO EM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR, visando possibilitar aos seus clientes a oportunidade de propor projetos de implantação de minigeração de energia elétrica nas Ifes, a redução nas contas de energia elétrica dessas instituições, assim como uma nova forma de gestão energética, por meio de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação, entre outras ações de capacitação profissional. 1. OBJETIVO Selecionar por meio da presente CHAMADA 1 propostas de projetos 2 de eficiência energética, integrado com os Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento no tema de Geração Distribuída para reduzir, de forma sustentável, os desperdícios de energia elétrica proporcionando também 1 Ver definição de "chamada pública", no Glossário - Anexo A. 2 Ver definição de "proposta de projeto", no Glossário - Anexo A. 4

5 uma adequada e inovadora gestão de energia e capacitação profissional, visando o cumprimento de obrigações legais da CPFL PIRATININGA com a ANEEL, nos termos ditados nas Leis n 9.991/2000, n /2007 e n /2010, que tem por objetivo incentivar o desenvolvimento de medidas que promovam a eficiência energética e o combate ao desperdício de energia elétrica. 2. PARTICIPANTES ELEGÍVEIS Poderão participar da CHAMADA em pauta todas as Instituições Federais e Estaduais de Ensino Superior atendidos na área de concessão da CPFL PIRATININGA, que estejam em dia com suas obrigações legais perante a CPFL PIRATININGA. As propostas de projeto deverão seguir o formato de diagnóstico energético, para o PEE, e de Formulário de Proposta de Projeto para o P&D, e devem ser apresentados pelos clientes diretamente beneficiados. Não poderão participar desta CHAMADA os clientes que tenham qualquer tipo de restrição comercial, técnico ou jurídico com a CPFL PIRATININGA, caso tenham deverão regularizar em 30 dias para aprovação do projeto. 3. RECURSOS FINANCEIROS 3.1. Programa de Eficiência Energética O valor do PEE disponibilizado para a CHAMADA em tela é da ordem de R$ ,00 e deverá ser aplicado em conformidade com item g. do módulo 3.1 Premissas e diretrizes básicas do Edital da Chamada nº 001/2016, disponibilizado pela ANEEL, e regulamentação vigente no momento da submissão dos projetos. Na eventualidade de existir saldo financeiro disponível na conta do Programa de Eficiência Energética, nos termos da legislação aplicável à espécie, poderão ser aprovados diagnósticos energéticos acima dos valores disponibilizados, desde que atendam aos requisitos especificados e os critérios eleitos para sua seleção, conforme estabelecido na presente CHAMADA, e haja interesse da CPFL PIRATININGA Programa de Pesquisa e Desenvolvimento O valor do P&D disponibilizado para a CHAMADA em tela é da ordem de R$ ,00 e deverá ser aplicado em conformidade com item h. do módulo 3.1 Premissas e diretrizes básicas do Edital da Chamada nº 001/2016, disponibilizado pela ANEEL, e regulamentação vigente no momento da submissão dos projetos Divisão dos Recursos Ressalta-se que os recursos oriundos do Programa de Eficiência Energética e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento devem estar obrigatoriamente empregados respeitando as premissas dos itens g. e h. do módulo 3.1 do Edital da Chamada nº001/2016. Dessa forma, as 5

6 propostas do PEE e do P&D devem apresentar composição financeira totalmente separadas, respeitando os limites disponibilizados pela concessionária, nas propostas de projeto. 4. CRONOGRAMA DA CHAMADA 4.1. Cronograma de Execução do Projeto ANEEL Tabela 1 Cronograma ANEEL FASE PRAZO DATA Publicação no Diário Oficial da União 16/11/2016 Demonstração de interesse das distribuidoras na exec. do proj dias 16/12/2016 Divulgação das distribuidoras interessadas em executar o projeto + 5 dias 21/12/2016 Envio de proposta de projeto à ANEEL + 90 dias 21/03/2017 Divulgação do resultado da avaliação inicial da proposta + 60 dias 20/05/2017 Carregamento de arquivo XML da proposta no Duto da Aneel + 10 dias 30/05/2017 Limite para início da execução do projeto + 60 dias 29/07/2017 Limite para implantação da planta de Geração Distribuída + 12 meses 24/07/2018 Término de execução do projeto + 24 meses 13/07/ Cronograma da CHAMADA Tabela 2 Cronograma de Recebimento das Propostas. FASE DATA Divulgação do Guia e início do período de esclarecimentos 08/02/2017 Fim do período de esclarecimentos de dúvidas 15/02/2017, até as 17 horas Fim do recebimento de propostas e início da avaliação 06/03/2017, até as 17 horas Divulgação dos projetos selecionados 14/03/ PARÂMETROS DEFINIDOS PELA ANEEL Os projetos devem considerar obrigatoriamente projetos de Eficiência Energética e de Pesquisa e Desenvolvimento, sendo que, a falta de um dos dois implicará na reprovação do projeto. Para elaboração das propostas as instituições devem seguir o Edital da Chamada nº 001/2016, divulgado pela ANEEL, disponível no endereço eletrônico Também devem ser seguidas as regulamentações vigentes de cada programa, sendo Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE e Procedimentos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D, também disponíveis no endereço eletrônico Adicionalmente todos os diagnósticos energéticos deverão obedecer, obrigatoriamente, todas as disposições constantes no documento "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE", elaborado pela "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL", conforme a versão vigente à época da disponibilização da CHAMADA. 6

7 6. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA CONCESSIONÁRIA A CPFL PIRATININGA define os seguintes parâmetros que deverão ser utilizados na elaboração dos diagnósticos energéticos. O atendimento a estes itens irá atribuir pontos para a proposta conforme apresentado no Item Definições para os diagnósticos energéticos a) Caso os diagnósticos energéticos contemplem mais de uma unidade consumidora com mais de um nível de tensão de fornecimento, deverá constar o detalhamento por unidade consumidora dos resultados esperados. No caso de se não dispor do detalhamento em separado das unidades consumidoras beneficiadas, o benefício do projeto deverá ser valorado considerando o nível de tensão mais alto. b) Caso os diagnósticos energéticos contemplem mais de uma unidade consumidora no mesmo nível de tensão de fornecimento, deverá constar o detalhamento por unidade consumidora dos resultados esperados. c) Somente serão aceitos diagnósticos energéticos que contemplem a eficientização de usos finais de energia elétrica, ou seja, a substituição de materiais e equipamentos existentes por outros mais eficientes, nos quais ambos utilizem energia elétrica. Não será permitida a substituição parcial ou total da energia elétrica por gás, energéticos fósseis ou biomassa. d) Os diagnósticos energéticos que contemplem deslocamento de cargas ou automação de processos serão aceitos, desde que também estejam contempladas a eficientização energética dos usos finais envolvidos. e) Os diagnósticos energéticos deverão contemplar, no item avaliação, a medição e verificação dos resultados em conformidade ao "Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance - PIMVP 3 - Janeiro de EVO :2012 (Br)", disponibilizado no endereço eletrônico obedecendo os requisitos mínimos estabelecidos no Item 6.8. f) As PARTES declaram possuir seus próprios programas de integridade, efetivos, estruturados, aplicados e atualizados de acordo com as características e riscos atuais de suas atividades, adequados para que sejam cumpridas todas as leis, regras, regulamentos, acordos e convenções aplicáveis ao TERMO DE COOPERAÇÃO e suas atividades, em especial a legislação anticorrupção, tal como a Lei n.º /13, o Decreto 8.420/15, o Título X do Código Penal e a Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) dos Estados Unidos da América, comprometendo-se a arcar com perdas e danos causados à outra PARTE em decorrência de eventuais transgressões a essas leis praticadas por quaisquer de seus representantes Parâmetros definidos para materiais e equipamentos 3 Ver definição de "Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance - PIMVP", no Glossário - Anexo A. 7

8 a) A vida útil e perdas aplicadas a materiais e equipamentos deverão ser utilizadas conforme tabela apresentada no Anexo C. Caso os materiais e equipamentos utilizados possuam características diferentes daquelas apresentadas no Anexo C, ou não estejam nele listados, estas características deverão ser comprovadas, obrigatoriamente, através da apresentação de catálogos técnicos. b) Caso o diagnóstico energético contemple a substituição de um equipamento que foi instalado com recurso de PROJETO IMPLEMENTADO anteriormente e que ainda esteja dentro do seu período de vida útil, o diagnóstico energético apresentado será automaticamente desqualificado. Quando o diagnóstico energético tratar de uma unidade consumidora beneficiada em um PROJETO IMPLEMENTADO anteriormente, deve ser comprovado que os equipamentos existentes não foram adquiridos com recursos advindos do "Programa de Eficiência Energética - PEE". c) As lâmpadas fluorescentes tubulares deverão possuir índice de reprodução de cores (IRC) > 65%. d) As lâmpadas LED deverão possuir fator de potência (FP) > 0,92, distorção harmônica total (THD) < 10% para 127 V e (THD) < 20% para 220 V e as suas eficiências luminosas (lm/w) devem ser discriminadas no diagnóstico energético. e) Os equipamentos de uso final de energia elétrica utilizados nos diagnósticos energéticos deverão ser, obrigatoriamente, energeticamente eficientes. No âmbito desta CHAMADA, considera-se equipamento energeticamente eficiente aquele que: Possuir o selo PROCEL 4 de economia de energia, ou simplesmente selo PROCEL. Possuir etiqueta A de desempenho energético (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE), do Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE 5 caso não existam no mercado nacional os equipamentos com selo PROCEL necessários ao projeto. For mais eficiente dentro da listagem do PBE, devendo ser obrigatoriamente o equipamento mais eficiente disponível (na eventualidade de não existirem equipamentos com selo PROCEL ou com etiqueta A de desempenho energético). Neste caso, a escolha do equipamento deverá ser devidamente justificada, apresentando a tabela do PBE mais recente. For o mais eficiente disponível, caso o equipamento necessário ao projeto não seja contemplado pelo PBE. No caso específico de reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares T8 de 16 W e 32 W, em decorrência da carência de equipamentos disponíveis comercialmente com selo PROCEL, poderão ser utilizados outros equipamentos desde que atendam os requisitos mínimos: fator de potência (FP) > 0,92, distorção harmônica total (THD) < 10 % para 127 V e (THD) < 20 % para 220 V e fator de fluxo luminoso (FFL) > 0,90. 4 Ver definição de "Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL", no Glossário - Anexo A. 5 Ver definição de "Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE", no Glossário - Anexo A. 8

9 f) Para o diagnóstico energético que contemple o uso final condicionamento ambiental, os coeficientes de eficiência energética dos equipamentos existentes poderão ser obtidos através de: Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem PBE, disponibilizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia INMETRO. Dados de fabricantes, através de dados de placa ou catálogos. Dados de medições realizadas. No caso de obtenção através de medições, estas deverão ser apresentadas de forma gráfica no diagnóstico energético, realizadas com equipamento analisador de energia durante um período maior ou igual a 24 (vinte e quatro) horas, apresentando o detalhamento das condições de apuração. Deverão ser fornecidos o certificado de calibração do equipamento de medição emitido com data inferior a 1 (um) ano da medição, os procedimentos de medição utilizada, bem como todas as informações necessárias para comprovar o regime de utilização do sistema a ser eficientizado. A comissão julgadora da presente CHAMADA poderá solicitar ao CLIENTE a repetição das medições na presença de técnicos da concessionária. g) Para o diagnóstico energético que contemple o uso final sistemas motrizes, o carregamento, o rendimento nominal e o rendimento no ponto de carregamento do equipamento existente poderão ser obtidos através de dados de medições realizadas, procedendo a estimativa através do software "BDmotor", disponível no endereço eletrônico do PROCEL INFO, na seção simuladores ( No caso de obtenção através de medições, estas deverão ser apresentadas de forma gráfica no diagnóstico energético, realizadas com equipamento analisador de energia durante um período maior ou igual a 24 (vinte e quatro) horas, apresentando o detalhamento das condições de apuração. Deverão ser fornecidos o certificado de calibração do equipamento de medição emitido com data de inferior a 1 (um) ano da medição, os procedimentos de medição utilizada, bem como todas as informações necessárias para comprovar o regime de utilização do sistema a ser eficientizado. A comissão julgadora da presente CHAMADA poderá solicitar ao CLIENTE a repetição das medições na presença de técnicos da concessionária. h) Para os diagnósticos energéticos que contemplem o uso final sistemas de refrigeração, os dados de consumo dos equipamentos existentes poderão ser obtidos através de: Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE, disponibilizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia- INMETRO. Dados de fabricantes, através de dados de placa ou catálogos. Dados de medições realizadas. No caso de obtenção através de medições, estas deverão ser apresentadas de forma gráfica no diagnóstico energético, realizadas com equipamento analisador de energia durante um período maior ou igual a 24 (vinte e quatro) horas, apresentando o detalhamento das condições de apuração. Deverão ser fornecidos o certificado de calibração do equipamento de medição emitido com data de 9

10 inferior a 1 (um) ano da medição, os procedimentos de medição utilizada, bem como todas as informações necessárias para comprovar o regime de utilização do sistema a ser eficientizado. A comissão julgadora da presente CHAMADA poderá solicitar ao CLIENTE a repetição das medições na presença de técnicos da concessionária. i) Todos os materiais e equipamentos que vierem a ser substituídos deverão, obrigatoriamente, ser descartados de acordo com as regras estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n , de 2 de agosto de 2010), pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e demais normas aplicáveis à matéria. j) No caso da substituição de equipamentos de condicionamento ambiental e/ou refrigeração, a(s) empresa(s) contratada(s) para realização do descarte deverá(ão), obrigatoriamente, obedecer ao disposto na ABNT NBR Manufatura reversa - Aparelhos de refrigeração Requisitos sobre custos e orçamentos 6 a) Os custos para elaboração do diagnóstico energético deverão ser alocados dentro da rubrica "mão de obra de terceiros". Sendo necessária a apresentação de três orçamentos para comprovação dos custos. b) Para todos os materiais e equipamentos a serem utilizados nos diagnósticos energéticos deverão ser apresentados, obrigatoriamente, pesquisa de preço através de 3 (três) orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. c) Para os custos de "mão de obra de terceiros" deverão ser apresentados 3 (três) orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. d) Para os custos com "marketing" deverão ser apresentados 3 (três) orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. e) Para os custos com "treinamento e capacitação" deverão ser apresentados 3 (três) orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. f) Para o "descarte de materiais" deverão ser apresentados 3 orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. g) Para os custos de "medição e verificação" deverão ser apresentados 3 (três) orçamentos. O diagnóstico energético deverá utilizar o orçamento de menor valor. Equipamentos que vierem a ser adquiridos nos diagnósticos energéticos para serem utilizados nas medições não serão de forma alguma remunerados pela CPFL PIRATININGA. h) No caso da utilização da mão de obra do próprio CLIENTE, os custos advindos da utilização desta mão de obra não serão de forma alguma reembolsados com recursos do "Programa de Eficiência Energética - PEE", devendo ser computados obrigatoriamente como contrapartida. 6 Ver definição de "orçamento", no Glossário - Anexo A. 10

11 i) Todos os custos deverão ser acompanhados de planilha comparativa de preços, indicando todos os materiais e serviços. Os orçamentos devem estar em nome do consumidor proponente e devem constar de forma clara e detalhada a quantidade de materiais e serviços a serem fornecidos, preços unitários e valor total. j) Custos com manutenção NÃO devem compor o valor da proposta e não serão reembolsados. k) Para todos os materiais e equipamentos a serem utilizados nas ações de P&D deverão ser apresentados, obrigatoriamente, pesquisa de preço através de 3 (três) orçamentos. l) Todos os custos de recursos humanos, viagens e diárias, taxas e outros referentes ao P&D deverão ser apresentados no Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico. m) Os recursos de P&D deverão ser apresentados por etapa do projeto e em sua totalidade no Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico. n) Não serão aceitas contrapartidas nos custos inerentes à CPFL PIRATININGA (mão de obra própria, transporte e administração própria). Os valores dos orçamentos deverão ser organizados numa planilha comparativa conforme modelo abaixo, discriminando claramente os itens a que se referem. Tabela 3 Resumo Orçamentos Item Implementação Descarte M&V Etc... Orçamento Orçamento 1 Orçamento 2 Orçamento 3 considerado Empresa R$ Empresa R$ Empresa R$ Empresa R$ 6.4. Valores limite para as "propostas de projetos" a) O custo com recursos próprios com "acessórios" (fita isolante, soquetes, parafusos, conectores, etc.) não poderá ser maior que 1% (um por cento) do custo do item "materiais e equipamentos". b) O custo com recursos próprios de "medição e verificação" não poderá ser maior que 5% (cinco por cento) do custo total do o projeto. c) A soma dos custos totais com "administração própria" e "marketing" não poderá ser maior que 5% (cinco por cento) do custo total do o projeto. d) O custo com "treinamento e capacitação" não poderá ser maior que 5% (cinco por cento) do custo total do projeto. 11

12 e) Os valores dos projetos que ultrapassarem os valores limite estabelecidos para esta CHAMADA deverão ser obrigatoriamente, computados como contrapartida, sendo que estes recursos poderão advir do próprio CLIENTE 7 e/ou de terceiros Fator de coincidência na ponta FCP O FCP é o fator a ser considerado para o cálculo da potência média na ponta, que é utilizado para o cálculo de redução de demanda no horário de ponta. O valor do FCP deverá ser menor ou igual a 1 (um) e o cálculo deste fator deverá utilizar a equação abaixo para todos os usos finais, com exceção do uso final "aquecimento solar de água", que deverá utilizar a metodologia proposta no Item 6.7. nup x nd x n m FCP = Onde: nup: Número de horas por dia de utilização do sistema a ser eficientizado no horário de ponta. Para a CPFL PIRATININGA, o horário de ponta a ser considerado deverá ser menor ou igual a 3 (três) horas e está compreendido entre 18h00 e 21h00. nd: Número de dias úteis (segunda-feira a sexta-feira) ao longo do mês em que se utiliza o sistema a ser eficientizado no horário de ponta. Nesta CHAMADA considera-se um mês padrão com 22 (vinte e dois) dias úteis mensais. nm: Número de meses, no período de um ano, em que se utiliza o sistema a ser eficientizado. Considera-se um ano padrão com 12 (doze) meses. 792: Número de horas equivalente às horas de ponta disponíveis ao longo de um ano (3 horas de ponta diárias x 22 dias úteis por mês x 12 meses por ano). Deve-se apresentar memória de cálculo, horários de utilização da carga e demais informações necessárias para comprovar o FCP proposto. Caso a equação acima não seja compatível com o regime de utilização do sistema a ser eficientizado, deverá ser apresentado no diagnóstico energético o cálculo detalhado do FCP, justificando cada parâmetro utilizado Fator de utilização FU O fator de utilização a ser considerado nos diagnósticos energéticos deverá ser menor ou igual a 1 (um), devendo ser apresentadas todas as informações necessárias para comprovar o fator de utilização proposto Aquecimento solar de água Para os diagnósticos energéticos que utilizarem sistemas de aquecimento solar de água, para a fração solar deve-se utilizar FS = 0,60. 7 Ver definição de "recursos do CLIENTE", no Glossário - Anexo A. 8 Ver definição de "recursos de terceiros", no Glossário - Anexo A. 12

13 Para o cálculo do fator de coincidência na ponta - FCP deverão ser apresentados os cálculos de forma detalhada, sempre justificando cada parâmetro utilizado. O valor do FCP deverá ser menor ou igual a 1 (um), podendo ser utilizada a equação abaixo para sua determinação: Onde: nbp: Número médio de banhos por dia no horário de ponta por unidade consumidora. tb: Tempo médio de banho, em minutos. nc: Número de chuveiros por unidade consumidora. 180: Minutos equivalentes a 3 (três) horas de ponta. Em caso de dificuldades na obtenção do fator de coincidência, utilizar FCP = 0, Medição e verificação de resultados A medição e verificação (M&V) de resultados é uma etapa muito importante para a execução dos projetos de eficiência energética. Todo o processo deverá ser elaborado em conformidade ao estabelecido no "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE", conforme item 6 deste regulamento, e ao "Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance" - PIMVP - Janeiro de EVO :2012 (Br). Quanto ao processo de M&V, o mesmo é dividido em 3 (três) etapas principais a serem executadas em diferentes estágios de projetos de eficiência energética Estratégia de medição e verificação A estratégia de M&V deverá ser elaborada de forma preliminar na fase de diagnóstico energético, uma vez que se dispõe do conhecimento obtido sobre a estrutura (materiais e equipamentos) e o funcionamento da instalação, onde se conhece o uso da energia e sua relação com a rotina da instalação. Neste ponto devem ser definidas as bases para as atividades de M&V: a) Variáveis independentes: Verificar quais variáveis (clima, produção, ocupação, etc.) explicam a variação da energia e como poderão ser medidas (local, equipamentos, períodos de medição - linha de base e de determinação da economia). b) Fronteira de medição: Determina o limite, dentro da instalação, onde serão observados os efeitos da ação de eficiência energética 9, isolado por medidores, e eventuais efeitos interativos com o resto da instalação. c) Opção do PIMVP: Preferencialmente as opções A ou B. d) Opção C: Admite-se seu uso quando for substituído um único equipamento em uma instalação e quando o consumo deste for igual ou maior a 10% (dez por cento) do total da instalação. Esta opção também poderá ser utilizada quando o desempenho energético de toda a instalação estiver sendo avaliado, não apenas o da ação de eficiência energética. 9 Ver definição de "ação de eficiência energética", no Glossário - Anexo A. 13

14 e) Opção D: Admite-se nos casos em que nenhuma outra opção seja praticável, atendendo a todas as disposições constantes no PIMVP. f) Modelo do consumo da linha de base: Em geral, uma análise de regressão entre a energia medida e as variáveis independentes. g) Amostragem: O processo de amostragem cria erros, uma vez que nem todas as unidades em estudo são medidas, portanto deve-se tomar cuidado para obter os níveis de precisão (10%) e de confiança (95%) almejados. h) Cálculo das economias: Definir como será calculada a economia de energia e a redução de demanda na ponta Plano de medição e verificação Após as medições do período de referência (período de linha de base) e o estabelecimento completo do modelo do consumo e demanda da linha de base, deve-se elaborar o plano de M&V, contendo todos os procedimentos e considerações para o cálculo das economias, conforme o Capítulo 5 do PIMVP e demais disposições da ANEEL sobre o assunto. Em resumo, o plano de M&V deve ser estabelecido após a realização das medições dos equipamentos existentes nas instalações beneficiadas pelos diagnósticos energéticos, seguindo os procedimentos estabelecidos na estratégia de M&V, devendo incluir a discussão dos seguintes tópicos, os quais estão descritos com maior profundidade no PIMVP. Objetivo das ações de eficiência energética; Opção do PIMVP selecionada e fronteira de medição; Linha de base, período, energia e condições; Período de determinação da economia; Bases para o ajuste; Procedimento de análise; Preço da energia; Especificações dos medidores; Responsabilidades de monitoramento; Precisão esperada (conforme definido pela ANEEL, neste caso deverá ser perseguida uma meta "95/10", ou seja, 10% de precisão com 95% de confiabilidade); Orçamento; Formato de relatório; Garantia de qualidade. Também deverão ser incluídos os tópicos específicos adicionais previstos no Capítulo 5 do PIMVP, referentes à utilização da opção A e da opção D Relatório de medição e verificação Uma vez terminada a implantação das ações de eficiência energética, devem ser procedidas as medições de consumo e demanda e das variáveis independentes relativas ao mesmo 14

15 período, observando o estabelecido na estratégia de M&V e no plano de M&V, de acordo com o Capítulo 6 do PIMVP e demais documentos pertinentes. Em resumo, o relatório de M&V deve ser estabelecido após a realização das medições dos equipamentos instalados no CLIENTE beneficiado pelo diagnóstico energético, seguindo os procedimentos estabelecidos na estratégia e no plano de M&V, devendo conter uma análise completa dos dados observando as seguintes questões, as quais estão descritas com maior profundidade no PIMVP. Observação dos dados durante o período de determinação da economia; Descrição e justificação de quaisquer correções feitas aos dados observados; Para a Opção A deverão ser apresentados os valores estimados acordados; Informação de preços utilizados de demanda e energia elétrica; Todos os pormenores de qualquer ajuste não periódico da linha de base efetuado; A economia calculada em unidades de energia e monetárias (conforme definição da ANEEL, as economias deverão ser valoradas sob os pontos de vista do sistema elétrico e do CLIENTE); Justificativas (caso sejam observados desvios na avaliação ex post 10 em relação à avaliação ex ante 11, os mesmos deverão ser considerados e devidamente justificados) Taxa de desconto A taxa de desconto a considerar será a mesma especificada no Plano Nacional de Energia - PNE, vigente na data de submissão do projeto. Para a presente CHAMADA deve-se considerar a taxa de desconto de 8 % (oito por cento) ao ano Mão de obra própria MOP Este item refere-se às despesas com mão de obra da CPFL PIRATININGA. Todos os diagnósticos energéticos deverão apresentar as despesas referentes à mão de obra própria da CPFL PIRATININGA, considerando o percentual de 5% do valor do projeto Transporte Este item refere-se às despesas da CPFL PIRATININGA com viagens para reuniões de acompanhamento e inspeção dos serviços a serem realizados durante a execução do projeto. Todos os diagnósticos energéticos irão considerar despesas referentes a estas viagens como sendo 0,5 % do custo total do projeto Administração própria ADM Todos os diagnósticos energéticos deverão apresentar as despesas referentes à administração própria da CPFL PIRATININGA, calculada como sendo 0,3 % do custo total do projeto. 10 Ver definição de "avaliação ex post", no Glossário - Anexo A. 11 Ver definição de "avaliação ex ante", no Glossário - Anexo A. 15

16 6.13. Ações de marketing e divulgação As ações de marketing consistem na divulgação das ações executadas em projetos de eficiência energética, buscando disseminar o conhecimento e as práticas voltadas à eficiência energética, promovendo a mudança de comportamento do CLIENTE. Toda e qualquer ação de marketing e divulgação dentro da CHAMADA deverá seguir as regras estabelecidas pelo "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE" e Procedimentos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D, observando especialmente o uso das logomarcas do "Programa de Eficiência Energética - PEE", do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento P&D, e da "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL", disponíveis em e da logomarca da CPFL PIRATININGA. Toda e qualquer divulgação deve ser previamente aprovada pela CPFL PIRATININGA, devendo obrigatoriamente fazer menção ao "Programa de Eficiência Energética - PEE", executado pela CPFL PIRATININGA e regulado pela "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL". Este item refere-se às despesas com ações que visam divulgar as ações de eficiência energética executadas no projeto, buscando disseminar o conhecimento e as práticas voltadas à eficiência energética, promovendo a mudança de comportamento do CLIENTE. Todos os diagnósticos energéticos deverão prever despesas referentes às ações de divulgação de 4,2 % do custo total do Projeto, que deverão obrigatoriamente ser destinados às ações de marketing do PROJETO a serem conduzidas pela CPFL PIRATININGA. Este custo deverá ser alocado no quadro Custos por Categoria Contábil e Origens dos Recursos, no item CUSTOS INDIRETOS, subitem Marketing. As demais ações são opcionais a critério do proponente, e caso ocorram, as seguintes ações deverão ser realizadas pelo cliente: Elaborar, confeccionar e instalar em local de grande circulação dentro de suas instalações uma placa informativa de obra com as principais informações do projeto, como o objetivo, valor investido no projeto, previsão de energia economizada 12 e redução de demanda na ponta 13, prazo de execução, logomarca da CPFL PIRATININGA e do Programa de Eficiência Energética da ANEEL e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da ANEEL. Confeccionar folders orientativos sobre o uso inteligente de energia elétrica, e das principais ações realizadas no cliente. O quantitativo deverá ser igual ao número de funcionários existente nas instalações do cliente, acrescidos de mais 10 (dez) unidades que serão entregues à CPFL PIRATININGA para divulgação dos resultados. Confeccionar adesivos que serão utilizados em interruptores, próximo aos equipamentos de iluminação, ar condicionado, dentre outros, conscientizando sobre o uso inteligente de energia elétrica. 12 Ver definição de "energia economizada", no Glossário - Anexo A. 13 Ver definição de "redução de demanda na ponta", no Glossário - Anexo A. 16

17 As propostas da placa informativa de obra, adesivos e dos folders, deverão ser submetidas à CPFL PIRATININGA para aprovação Treinamento e capacitação As ações de treinamento e capacitação visam estimular e consolidar as práticas de eficiência energética nas instalações onde houve projetos do "Programa de Eficiência Energética - PEE", bem como difundir os seus conceitos. A execução de ações de treinamento e capacitação caracteriza-se como uma atividade obrigatória, devendo estar prevista em todo e qualquer diagnóstico energético submetido a esta CHAMADA. Toda e qualquer ação de treinamento e capacitação dentro da CHAMADA deverá seguir as regras estabelecidas pelo Edital ANEEL da CHAMADA Nº. 001/2016, e adicionalmente pelo "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE", observando especialmente o disposto no Módulo 4 - Tipologias de Projeto, Seção Outras Ações Integrantes de Projeto, Item 3 - Treinamento e Capacitação e pelo "Procedimentos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D, observando especialmente o critério Relevância e seus procedimentos de avaliação, conforme disposto no Módulo 4 Avaliação dos Projetos Custos evitados de energia e demanda Este item refere-se ao custo evitado de energia (CEE) e custo evitado de demanda (CED) que deverão ser utilizados nos diagnósticos energéticos a serem apresentados na presente CHAMADA para a CPFL PIRATININGA. Para cálculo da relação custo-benefício (RCB) 14 dos diagnósticos energéticos, deverão ser utilizados os valores de CEE e CED apresentados na Tabela 4. Tabela 4 Custos evitados de energia (CEE R$/MWh) e demanda (CED R$/kW). Nível de Tensão CEE (R$/MWh) CED (R$/kW) A2 (88kV a 138kV) 275,82 118,98 A3a (30kV a 44kV) 0,00 0,00 A4 (2,3kV a 25kV) 284,17 251,52 B3 Demais Classes 388,12 766,18 Fonte: Resolução ANEEL n Nº 2.157, de 18 de outubro de 2016, para FC = 85 % e k = 0,15 Estes custos serão adotados para os cálculos dos benefícios dos projetos, e serão reavaliados na ocasião do carregamento dos projetos que vierem a ser aprovados. Caso haja uma redução destes valores que torne o projeto inviável, o mesmo será cancelado ou será necessário inserir uma contrapartida do cliente para trazer o projeto de volta à região de viabilidade. 14 Ver definição de "relação custo benefício", no Glossário - Anexo A. 17

18 6.16. Período de execução do projeto Os diagnósticos energéticos de Eficiência Energética deverão, obrigatoriamente, observar o período de execução máximo de 36 (trinta e seis) meses, contados a partir da data de assinatura do instrumento contratual. Os cronogramas físicos para execução dos projetos deverão conter, no mínimo, as seguintes etapas: Etapa 1: Celebração do instrumento de contrato/termo de cooperação com a CPFL PIRATININGA; Etapa 2: Relatório inicial para carregamento do projeto na ANEEL; Etapa 3: Medição e Verificação (Plano de Medição e Verificação, Medições Inicial e Final); Etapa 4: Aquisição de equipamentos e materiais; Etapa 5: Contratação de serviços e/ou Mão de obra de terceiros; Etapa 6: Execução da obra (substituição de equipamentos); Etapa 7: Descarte de materiais substituídos e/ou retirados; Etapa 8: Elaboração de relatórios parciais; Etapa 9: Acompanhamento do projeto; Etapa 10: Treinamento e Capacitação; Etapa 11: Relatório final para encerramento do projeto, apresentando os resultados obtidos pelo projeto, as ações realizadas, documentações de comprovação das ações e registro fotográfico das medidas implementadas Auditoria Contábil e Financeira Todos os projetos passarão por uma Auditoria Contábil e Financeira. A Auditoria será realizada por pessoa jurídica inscrita na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e sua contratação ficará a cargo da concessionária. Todas as informações necessárias para a Auditoria deverão ser fornecidas pela unidade consumidora beneficiada, quando solicitado. Os custos com a contratação da Auditoria serão da CPFL PIRATININGA Cálculo de Viabilidade Relação Custo Benefício (RCB) O principal critério para avaliação da viabilidade econômica de um projeto do PEE da ANEEL é a relação custo benefício (RCB) que ele proporciona. O benefício considerado é a valoração da energia economizada e da redução da demanda na ponta durante a vida útil do projeto para o sistema elétrico. O custo são os aportes feitos para a sua realização (do PEE, do CLIENTE ou de terceiros). Os diagnósticos energéticos deverão ter sua viabilidade econômica calculada conforme o Módulo 7 (Cálculo da Viabilidade) do PROPEE. 7. FORMA DE APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os projetos deverão ser apresentados de acordo com disposto no "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE" e Procedimentos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D, disponível no endereço eletrônico e demais exigências estabelecidas nesta CHAMADA. 18

19 7.1. Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico As Instituições Públicas de Ensino Superior deverão encaminhar as propostas de projetos de P&D através do preenchimento do Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico, seguindo o modelo anexo a essa CHAMADA PÚBLICA. O Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico servirá como base para análise e classificação da proposta pela comissão julgadora Forma de Apresentação do Diagnóstico Energético Prioritário de Eficiência Energética O diagnóstico energético é uma avaliação detalhada das ações de eficiência energética na instalação da unidade consumidora de energia, resultando em um relatório contendo a descrição detalhada de cada ação de eficiência energética e sua implantação, o valor do investimento, economia de energia e/ou redução de demanda na ponta relacionada, análise de viabilidade e estratégia de medição e verificação a ser adotada. As informações mínimas que deverão ser apresentadas no diagnóstico energético estão detalhadas no Módulo 4 - Tipologias de Projeto do PROPEE, Seção Dados de Projeto, Item Roteiro Básico para Elaboração de Projetos. Conforme Item também deverá ser consolidada a estratégia de M&V. O diagnóstico energético está sujeito à aprovação da CPFL PIRATININGA, podendo demandar correções de modo a atender exigências e determinações da "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL". Pelo mesmo motivo, a CPFL PIRATININGA reserva-se o direito de efetuar alterações no diagnóstico energético, sem a necessidade de prévia autorização do CLIENTE. É importante ressaltar que o Diagnóstico Energético deverá conter todas as medições iniciais realizadas, além do certificado de calibração dos instrumentos utilizados, dentro de seu prazo de validade. Os cronogramas físicos apresentados no diagnóstico energético e aprovados pela CPFL PIRATININGA serão considerados como sendo definitivos, sendo, portanto, utilizados como base para estabelecer as obrigações contratuais referentes ao prazo de execução dos projetos de eficiência energética. Em resumo, o diagnóstico energético consiste num relatório contendo, entre outros pontos definidos pela CPFL PIRATININGA, uma estimativa do investimento em ações de eficiência energética, economia de energia, redução de demanda na ponta, a estratégia de M&V preliminar e o valor do diagnóstico energético para definição e descrição das ações de eficiência energética que serão implementadas. As informações necessárias no diagnóstico são: a) Dados da empresa executora dos trabalhos (razão social, CNPJ, nome do responsável técnico, endereço completo, telefone fixo e celular), se aplicável. 19

20 b) Apresentação do CLIENTE e informações sobre suas atividades, bem como o horário de funcionamento de cada unidade consumidora pertencente a "proposta de projeto". c) Apresentação dos objetivos do diagnóstico energético. d) Apresentação dos insumos energéticos utilizados, quando for o caso. e) Apresentação da avaliação das instalações físicas e dos procedimentos operacionais da unidade consumidora com foco no consumo de energia elétrica. f) Apresentação do histórico de consumo de, pelo menos, os últimos 12 (doze) meses de cada unidade consumidora a ser beneficiada. g) Apresentação da estimativa da participação de cada uso final de energia elétrica existente, (por exemplo: iluminação, condicionamento ambiental, sistemas motrizes, refrigeração, etc.) no consumo mensal de energia elétrica da unidade consumidora. h) Apresentação da análise preliminar das possíveis oportunidades de economia de energia para os usos finais de energia elétrica escolhidos, descrevendo a situação atual e a proposta. i) Apresentação da avaliação da economia de energia e redução de demanda na ponta com base nas ações de eficiência energética identificadas. Calcular o percentual de economia do consumo de energia elétrica prevista em relação ao consumo anual apurado no histórico de consumo apresentado dos últimos 12 (doze) meses. j) Calcular a relação custo-benefício (RCB) do projeto com base na avaliação realizada, de acordo com a metodologia estabelecida pela ANEEL, conforme Item 6.18 do presente regulamento. Deverá ser apresentado um cronograma das etapas necessárias para a execução do projeto de eficiência energética, conforme Item 6.16 da presente CHAMADA. k) Para sistemas de iluminação, deve-se considerar no diagnóstico a procura de evidências quanto ao tipo de reator existente (eletromagnético e/ou eletrônico) e suas respectivas perdas, pois estes dados influenciam na estimativa de economia e na avaliação dos resultados do projeto. l) Apresentação da descrição detalhada do horário de funcionamento de cada ambiente. m) Apresentação da estratégia de M&V preliminar, conforme Item do presente regulamento. n) Apresentação dos custos para realização do diagnóstico energético. Para os diagnósticos energéticos que forem aprovados e classificados, porém não forem selecionados para execução, irão compor um "cadastro de reserva projetos 15 " e poderão ser 15 Ver definição de "cadastro de reserva de propostas de projeto", no Glossário - Anexo A. 20

21 utilizados caso exista uma sobra de recursos em outras tipologias de projetos nesta CHAMADA e haja interesse da CPFL PIRATININGA Itens a serem apresentados no projeto: a) Diagnóstico energético das instalações a serem contempladas, conforme disposto no Item 6.1 deste regulamento. b) Deverá criar e instalar um Grupo de Gestão Energética (GGE) ou Comissão interna de Conservação de Energia (CICE) em cada instituição de ensino, caso já possua, deverá comprovar, com evidências, a quanto tempo o grupo já atua na instituição. c) Considerar a instalação de um Sistema de Medição das Grandezas elétricas monitoradas em cada instituição, observando-se não apenas a entrada geral de energia, mas também os centros de cargas que serão objeto das ações de eficientização energética. d) Estabelecimento de metodologia de gestão energética com metas de redução dos desperdícios com energia para cada unidade. e) Estruturação de um processo de Etiquetagem das Edificações da(s) unidade(s). f) Propor uma revisão periódica das metas de redução dos desperdícios com energia elétrica para cada unidade. g) A proposta deverá considerar o levantamento dos impactos da Geração Distribuída na rede da distribuidora, podendo incluir o impacto de outras unidades consumidoras além do sistema de GD a ser instalado neste projeto: i. Perfil de tensão no(s) alimentador(es); ii. Carregamento do(s) transformador(es) (medir e simular); iii. Injeção de harmônicos; iv. Perdas (aumento ou redução); v. Ilhamento; vi. Correção de fator de potência e serviços ancilares, incluindo modelos de remuneração para o consumidor; vii. Limite e sustentabilidade da inserção de GD na rede local; viii. Eficiência técnica e econômica da(s) tecnologia(s) escolhida(s). h) Deverá considerar a inserção de matérias voltadas à Eficiência Energética e Geração Distribuída na grade curricular de cursos afins, tais como Engenharia Elétrica, Engenharia Civil e Arquitetura. i) Uma cópia impressa do diagnóstico energético, dos orçamentos pertinentes (conforme definido no Item 6.3 deste regulamento), catálogos, memorial de cálculo (planilhas eletrônicas utilizadas) e a documentação para habilitação listada no Item 7.4 do presente regulamento. j) Uma cópia em mídia eletrônica do diagnóstico energético, dos orçamentos pertinentes (conforme definido no Item 6.3 deste regulamento), catálogos e memorial de cálculo (planilhas eletrônicas utilizadas). Todos os arquivos eletrônicos devem estar desprotegidos, permitindo assim sua edição. 21

22 k) A comprovação da "experiência em projetos semelhantes" será feita através de atestado de capacidade técnica da empresa responsável pelo diagnóstico energético, fornecidos por pessoas jurídicas de direito público ou privado. O atestado de capacidade técnica deverá explicitar que a empresa responsável pelo diagnóstico energético possui experiência em elaboração de projetos no âmbito do "Programa de Eficiência Energética - PEE" e/ou das ações de eficiência energética nos usos finais envolvidos no diagnóstico energético. A comprovação da experiência em projetos semelhantes é necessária para fins classificatórios do projeto, sendo que sua não comprovação não implicará na desclassificação do mesmo. l) Apresentar os documentos relacionados no Item 7.4, válidos na data de entrega do projeto na CPFL PIRATININGA. OBS.: Deverá ser enviada cópia eletrônica do processo, numa pasta organizada e nomeada de acordo com os itens acima, contendo todos os documentos solicitados, abertos para edição Documentos para habilitação a) Carta de apresentação do projeto assinada pelos dirigentes responsáveis pelo CLIENTE interessado. A carta deverá ser em papel timbrado do CLIENTE ou, na falta deste, com a aplicação do carimbo do CNPJ do CLIENTE. b) Cópia do contrato social ou estatuto social do CLIENTE contemplado. c) Carta do CLIENTE (assinada por seu representante legal) ou parecer jurídico, concordando com os termos constantes no instrumento contratual a ser firmado com a CPFL PIRATININGA, conforme disposto no Item 9 do presente regulamento. d) Cópia do cartão de identificação do "Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ". 8. SELEÇÃO DOS PROJETOS A seleção dos projetos será realizada pela Comissão Julgadora respeitando as seguintes condições: a) O CLIENTE deverá se manter adimplente com todas as obrigações legais com a CPFL PIRATININGA desde a apresentação do projeto até o término da obra (se vier a ser classificado e implementado). b) Os projetos deverão ser entregues até a data e horário limites definidos no Item 4, sob protocolo, no endereço estabelecido no Item 8.2 deste regulamento. c) Os projetos deverão atender a todos os parâmetros definidos pela ANEEL, Item 5 do presente regulamento. 22

23 d) Os projetos deverão atender a todos os parâmetros definidos pela CPFL PIRATININGA, Item 6 deste regulamento. e) Os projetos deverão atender todas as disposições estabelecidas nesta CHAMADA. f) Os projetos serão pontuados conforme os critérios estabelecidos no Item 8.1 do presente regulamento e classificados em ordem decrescente, até o limite dos recursos orçamentários disponibilizados na presente CHAMADA. g) Em caso de empate entre os projetos apresentados, serão usados sucessivamente os critérios de desempate apresentados a seguir: A menor relação custo-benefício (RCB) apontada nos projetos, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais. O maior valor de energia economizada (EE) apontada nos projetos, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais. O maior valor de redução de demanda em horário de ponta (RDP) apontada nos projetos, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais. h) Persistindo ainda o empate entre os projetos apresentadas, será realizado sorteio, em data a ser designada pela CPFL PIRATININGA, e previamente comunicada aos interessados, que poderão participar da sessão a ser realizada. O não atendimento às exigências especificadas neste regulamento de CHAMADA implicará na desqualificação automática do projeto Critérios para pontuação e classificação das propostas Critérios Programa de Eficiência Energética Os critérios para classificação e pontuação das propostas de projeto foram definidos em conformidade ao documento "Critérios de Seleção para Chamadas Públicas de Projeto", da ANEEL, conforme disposto no Item 5 do presente regulamento. Os itens e a forma de pontuação estão apresentados na Tabela 5. No ANEXO D é apresentado o detalhamento dos cálculos do processo de pontuação dos projetos. 23

24 Tabela 5 Critérios de seleção para os projetos apresentados. Critério Subcritério Descrição Mínimo Máximo Escolhido Pontuação A Relação custo-benefício A1 Relação custo-benefício proporcional 75% 75% 75% 30 A2 Relação custo-benefício ordenada 25% 25% 25% 10 B Peso do investimento em equipamentos no custo total C Impacto direto dos benefícios energéticos C1 Impacto direto na economia de energia 50% 70% 50% 5 C2 Impacto direto na redução de demanda na ponta 30% 50% 50% 5 D Envolvimento com o tema D1 Possui curso na área de energia 20% 30% 30% 4 D2 Possui linha de pesquisas relacionadas a GD/PV 20% 30% 20% 3 D3 Possui laboratórios 20% 30% 20% 3 D4 Possui matérias voltadas a EE e GD 30% 40% 30% 4 E Incentivo ao uso consciente E1 Possui ações/grupos voltados a EE (CICE) 0% 100% 40% 2 E2 Possui metas de redução de consumo 0% 100% 40% 2 E3 Há quantos anos possui ações/grupos voltados a EE (CICE) 0% 100% 20% 1 F Experiência em projetos semelhantes F1 Experiência nos usos finais propostos 30% 40% 40% 2 F2 Experiência no PEE 20% 30% 20% 1 F3 Certificação CMVP da EVO 20% 30% 20% 1 F4 Certificação PMP 20% 30% 20% 1 G Contrapartida financeira H Contrapartida com recursos humanos I Ações educacionais, treinamentos, divulgação e gestão Critérios Programa de Pesquisa e Desenvolvimento As propostas serão avaliadas por uma comissão julgadora, constituída por no mínimo dois integrantes da equipe do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento na CPFL. Serão avaliados os critérios: Originalidade, Aplicabilidade, Relevância e Razoabilidade de Custos, conforme preconizado nos Procedimentos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D. A avaliação será baseada no Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico submetido pelas instituições, cujo modelo consta anexo a este material. Para preenchimento do Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico atentar para inclusão de informações relevantes para o projeto, que possibilitem agregar valor à proposta, por exemplo: se a instituição já possui curso, matéria ou linha de pesquisa aderentes ao tema do projeto (GD/ PV); se a instituição já possui laboratório para desenvolvimento de pesquisa; se já possui grupos de pesquisa, ou ações de eficiência energética; se oferecerá contrapartida. Entretanto a estrutura do formulário deve ser mantida de maneira não exaustiva. NOTA PROJETO = 0,0 Tabela 6 Critério Pontuação P&D Estratégico. Conceito Inadequado Insuficiente Aceitável Bom Excelente Nota Tabela 7 Conceito Pontuação P&D Estratégico Nota do Projeto (N) Conceito do Projeto N 2,0 Inadequado 2,0 < N < 3,0 Insuficiente 3,0 N < 3,5 Aceitável 3,5 N < 4,5 Bom 24

25 N 4,5 Excelente Resumo da Avaliação: XXX (conceito baseado na média em relação à tabela acima) 8.2. Prazo de apresentação e protocolo de entrega A presente CHAMADA terá iniciada sua vigência e seu encerramento conforme data definida no Item 4 do presente regulamento. Os interessados na apresentação de projetos de eficiência energética deverão, obrigatoriamente, observar e cumprir o prazo estabelecido. O período de entrega dos projetos de eficiência energética está definido no Item 4 desta CHAMADA, devendo as propostas de projetos ser entregues, sob protocolo, nos seguintes endereços: Ou CPFL PIRATININGA RCRP GERÊNCIA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Bloco 3 4 Andar Lado Esquerdo LUIZ CARLOS LOPES JÚNIOR Rod. Engenheiro Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5 Parque São Quirino - CEP: , Campinas SP CPFL PIRATININGA A/C Comissão Julgadora da CHAMADA PEE/P&D 001/2016 RCRP GERÊNCIA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Bloco 3 4 Andar Lado Esquerdo LUIZ CARLOS LOPES JÚNIOR CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016 Rod. Engenheiro Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5 Parque São Quirino - CEP: , Campinas SP O envelope com o projeto deverá conter: a) Na parte frontal: Ou CPFL PIRATININGA A/C Comissão Julgadora da CHAMADA PEE/P&D 001/2016 RCRP GERÊNCIA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Bloco 3 4 Andar Lado Esquerdo LUIZ CARLOS LOPES JÚNIOR CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Rod. Engenheiro Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5 Parque São Quirino - CEP: , Campinas SP CPFL PIRATININGA 25

26 A/C Comissão Julgadora da CHAMADA PEE/P&D 001/2016 RCRP GERÊNCIA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Bloco 3 4 Andar Lado Esquerdo LUIZ CARLOS LOPES JÚNIOR CHAMADA PÚBLICA RC/PEE 001/2016 Rod. Engenheiro Miguel Noel Nascentes Burnier, km 2,5 Parque São Quirino - CEP: , Campinas SP b) Na parte posterior: Identificação e endereço do remetente Os projetos poderão ser entregues diretamente no Protocolo Geral da CPFL PIRATININGA ou então remetidas através do correio para o endereço mencionado acima. Esclareça-se que na opção do CLIENTE interessado em remeter os projetos através do correio, este assume a inteira responsabilidade pelo recebimento dos projetos pela CPFL PIRATININGA até a data e horário limite estabelecido no Item 4 do presente instrumento. Na eventualidade dos projetos, apesar de postada no correio em data anterior à estabelecida neste instrumento, vir a ser entregue posteriormente à data e horário limite fixado, a CPFL PIRATININGA não terá qualquer responsabilidade pelo atraso na entrega, resultando como consequência para o interessado, a não aceitação de seus projetos para análise e deliberação. Além da apresentação dos projetos sob protocolo, o CLIENTE deverá enviar para o endereço eletrônico [email protected], o Diagnóstico Energético Prioritário de Eficiência Energética e o Formulário de Proposta de Projeto P&D Estratégico Comissão julgadora A comissão julgadora será constituída por empregados da CPFL PIRATININGA/CPFL, a qual terá a incumbência de qualificar e classificar os projetos apresentados na presente CHAMADA Divulgação do resultado O resultado da seleção dos projetos será divulgado pela CPFL PIRATININGA por meio do endereço eletrônico ou poderá ser obtida diretamente no endereço citado no Item 8.2 deste instrumento, conforme data definida no Item 4. Além da divulgação por meio do endereço eletrônico citado, o resultado da seleção dos projetos poderá ser divulgado pela CPFL PIRATININGA por , e posteriormente as Instituições participantes receberão feedback de suas propostas em até 30 dias da divulgação dos aprovados. 9. TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Para os CLIENTES aprovados, será firmado um termo de cooperação técnica, o qual é apresentado no Anexo E (sem repasse financeiro). 26

27 Os clientes terão o projeto contratado (turn key) pela própria CPFL PIRATININGA, sendo que nesta modalidade (Anexo E) não haverá repasse financeiro pelo fato da CPFL PIRATININGA já ter suportado o custo de sua realização. 10. DOCUMENTOS DA CHAMADA A CPFL PIRATININGA disponibilizará o regulamento desta CHAMADA, o Procedimento do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento PROP&D e o "Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE", da "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL", o "Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance - PIMVP - Janeiro de EVO :2012 (Br)" e a planilha eletrônica para cálculo da relação custo-benefício - RCB 16 de projetos de eficiência energética, no endereço eletrônico no período definido no Item 4, como também nos endereços citados no Item 8.2 deste instrumento. 11. OUTRAS INFORMAÇÕES Os autores dos projetos propostos não serão de forma alguma remunerados pela CPFL PIRATININGA em decorrência da não execução dos mesmos, bem como não é defeso aos mesmos reivindicar ganhos eventuais auferidos pelas unidades consumidoras e a própria CPFL PIRATININGA. A execução do projeto que vier a ser selecionado pela CPFL PIRATININGA através da presente CHAMADA condiciona-se a: a) Aprovação prévia do Diretor Presidente da CPFL PIRATININGA. b) Autorização da "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL" para execução do projeto, quando necessário. c) Celebração de instrumento contratual com a CPFL PIRATININGA, em conformidade com a Lei Estadual n , de 16 de agosto de 2007, de acordo com o disposto no Item 9 do presente regulamento. Todos os materiais retirados por conta do projeto deverão ser descartados de maneira correta, de acordo com a legislação aplicável. Outras informações a respeito do descarte dos materiais são apresentadas no Anexo F deste Edital Esclarecimentos e informações adicionais Toda e qualquer solicitação de esclarecimentos e/ou informações adicionais, referentes a este regulamento, deverá ser formulada pelo [email protected], até a data definida no Item 4 deste instrumento. A CPFL PIRATININGA não atenderá solicitações de esclarecimentos e/ou informações adicionais que não estejam em conformidade com o estabelecido neste item. Esclarecimentos 16 A utilização da planilha eletrônica disponibilizada como sugestão é opcional, podendo o CLIENTE utilizar outra forma de cálculo. A CPFL PIRATININGA não se responsabilizará por quaisquer alterações efetuadas pelo CLIENTE na planilha ora disponibilizada. 27

28 e/ou informações adicionais poderão ser divulgadas através do endereço eletrônico Confirmação de informações prestadas nos projetos Uma vez selecionados os projetos e estes virem a compor o "Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Projeto Estratégico P&D" da CPFL PIRATININGA, as informações contidas nos mesmos, deverão ser confirmadas na sua execução. Havendo divergências entre as informações constantes nos projetos e o que venha a ser executado que comprometa a eficiência e eficácia estabelecida, a CPFL PIRATININGA poderá interromper a execução do mesmo. Neste caso o CLIENTE responsável pelo projeto deverá ressarcir a CPFL PIRATININGA em razão dos valores investidos e dispendidos no aludido projeto, com os devidos acréscimos legais e regulamentares. 12. COMPLIANCE Todos os CLIENTES deverão preencher obrigatoriamente o questionário de Compliance, parte integrante desta CHAMADA. Se esta ação não ocorrer a proposta estará automaticamente desclassificada. A CPFL PIRATININGA exigirá de todas as partes envolvidas nesta CHAMADA o cumprimento integral da Lei /2013 (anticorrupção). Campinas, 06 de fevereiro de Roberto Sartori Diretor de Gestão de Energia Rafael Lazzaretti Diretor de Estratégia e Inovação 28

29 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO A GLOSSÁRIO A Ação de eficiência energética - AEE: Atividade ou conjunto de atividades concebidas para aumentar a eficiência energética de uma instalação, sistema ou equipamento (EVO, 2012). Avaliação ex ante: Tipo de avaliação dos resultados do projeto, feito com valores estimados, na fase de definição do projeto, quando se avaliam o custo e o benefício baseado em análises de campo, experiências anteriores, cálculos de engenharia e avaliações de preços no mercado (ANEEL, 2013). Avaliação ex post: Tipo de avaliação dos resultados do projeto, feito com valores mensurados, consideradas a economia de energia e a redução de demanda na ponta avaliadas por ações de medição e verificação e os custos realmente despendidos (ANEEL, 2013). C Cadastro de reserva de propostas de projetos: Refere-se ao cadastro composto pelos projetos qualificados e classificados na CPP para os quais a abrangência dos recursos financeiros disponíveis não alcançou. Este cadastro deverá ser mantido pela distribuidora até o início da próxima CPP, respeitando a ordem de classificação dos projetos para convocação em caso de não contratação de projetos selecionados. Chamada pública: Mecanismo para implantação de ações de eficiência energética, onde a distribuidora de energia emite um edital convocando para apresentação de projetos de eficiência energética dentro de critérios técnico-econômicos definidos, para ser selecionados por critérios definidos pela ANEEL (ANEEL, 2013). Contrato de desempenho energético: Contrato celebrado entre partes, no qual o pagamento se baseia na obtenção de resultados específicos, tais como a redução nos custos de energia ou o reembolso do investimento dentro de um determinado período (EVO, 2012). D Diagnóstico energético: Avaliação detalhada das oportunidades de eficiência energética na instalação da unidade consumidora de energia, resultando em um relatório contendo, dentre outros pontos definidos pela Distribuidora, a descrição detalhada de cada ação de eficiência energética e sua implantação, o valor do investimento, economia de energia e/ou redução de demanda na ponta relacionada, análise de viabilidade e estratégia de medição e verificação a ser adotada (ANEEL, 2013). E Energia economizada - EE: Redução do consumo energético provocada pela implantação de uma ação de eficiência energética (ANEEL, 2013). G Gestão Energética: Conjunto de ações que visam otimizar os resultados relacionados à eficiência energética, ao uso de energia e ao consumo de energia. 29

30 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 M Medição e verificação - M&V: Processo de utilização de medições para determinar corretamente a economia real dentro de uma instalação individual por um programa de gestão de energia. A economia não pode ser medida diretamente, uma vez que representa a ausência do consumo de energia. Em vez disso, a economia é determinada comparando o consumo medido antes e após a implementação de um projeto, efetuando-se os ajustes adequados para as alterações nas condições de uso da energia (EVO, 2012). Melhoria de instalação: Projetos de melhoria de instalação, no âmbito do Programa de Eficiência Energética executado pela CPFL PIRATININGA e regulado pela ANEEL, são ações de eficiência energética realizadas em instalações de uso final de energia elétrica, envolvendo a troca ou melhoramento do desempenho energético de equipamentos e sistemas de uso da energia elétrica. Distingue-se, assim, de projetos educacionais, gestão energética, bônus para eletrodomésticos eficientes, aquecimento solar e geração com fontes incentivadas, que são outras ações apoiadas pelo PEE (ANEEL, 2013). O Orçamento: Documento emitido por fornecedor (comerciante ou prestador de serviço), devendo constar de forma clara e detalhada a quantidade de materiais ou serviços a serem fornecidos, bem como seus respectivos preços unitários e seu consequente preço total. No orçamento deverão constar também de forma clara o nome e o CNPJ do fornecedor. No âmbito desta CHAMADA, os orçamentos encaminhados deverão estar em nome do CLIENTE proponente da "proposta de projeto" ou pela empresa responsável pela "proposta de projeto", formalmente indicada na carta de apresentação, Anexo B do presente regulamento. P Pré diagnóstico energético: Avaliação preliminar das oportunidades de eficiência energética em unidades consumidora de energia, resultando em um relatório contendo, entre outros pontos definidos pela Distribuidora, uma estimativa do investimento em ações de eficiência energética, economia de energia e/ou redução de demanda na ponta relacionadas e valor do diagnóstico energético para detalhamento das ações de eficiência energética a implementar (ANEEL, 2013). Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE: É um guia determinativo de procedimentos dirigido às distribuidoras de energia elétrica, para elaboração e execução de projetos de eficiência energética regulados pela ANEEL. Definem-se no PROPEE a estrutura e a forma de apresentação dos projetos, os critérios de avaliação e fiscalização e os tipos de projetos que podem ser realizados com recursos do PEE. Apresentam-se, também, os procedimentos para contabilização dos custos e apropriação dos investimentos realizados. Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL: O "Selo PROCEL de Economia de Energia", ou simplesmente "Selo PROCEL", foi instituído por Decreto Presidencial em 8 de dezembro de Foi desenvolvido e concedido pelo "Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL", coordenado pelo Ministério das Minas e Energia, com sua Secretaria-Executiva mantida pela Eletrobrás. O Selo PROCEL tem por objetivo orientar o CLIENTE no ato da compra, indicando os produtos disponíveis o mercado que apresentem os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria. 30

31 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE: Coordenado pelo "Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - INMETRO", visa prestar informações sobre o desempenho dos produtos no que diz respeito à sua eficiência energética através da "Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE". O PBE tem alta sinergia com o "Selo PROCEL" e os índices de eficiência definidos pelo "Comitê Gestor de Indicadores de Eficiência Energética - CGIEE", representando um dos principais programas de eficiência energética no Brasil. Proposta de projeto: São os projetos de eficiência energética enviados por CLIENTE atendidos pela CPFL PIRATININGA, podendo ou não ter sido elaborado pelo próprio CLIENTE, para seleção dentro de critérios técnico-econômicos pré-estabelecidos e eventual aprovação, passando assim a integrar o "Programa de Eficiência Energética - PEE" da CPFL PIRATININGA. No âmbito desta CHAMADA, considera-se que a seleção das "propostas de projetos" se dará em 2 (duas) fases, sendo a primeira fase de "pré-diagnóstico energético" e a segunda fase de "diagnóstico energético". Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance - PIMVP: janeiro de EVO :2012 (Br) - Publicação da Efficiency Valuation Organization - EVO ( para aumentar os investimentos na eficiência energética e no consumo eficiente de água, na gestão da demanda e nos projetos de energia renovável em todo o mundo. R Recursos de terceiros: São os recursos advindos de entidades financeiras, devendo ser computados como contrapartida em uma "proposta de projeto". Recursos do CLIENTE: São os recursos advindos do próprio CLIENTE proponente da "proposta de projeto", devendo ser computados como contrapartida em uma "proposta de projeto". Recursos próprios: São os recursos do próprio "Programa de Eficiência Energética - PEE" executado pela CPFL PIRATININGA e regulado pela "Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL". Relação custo-benefício - RCB: Relação entre os custos e benefícios totais de um projeto, em geral expressos em uma base anual, considerando-se uma determinada vida útil e taxa de desconto (ANEEL, 2013). Esta relação é o principal indicador da viabilidade de um projeto para ser executado dentro do Programa de Eficiência Energética. Redução de demanda na ponta - RDP: Redução de demanda média no horário de ponta da distribuidora, causada pela implantação de ações de eficiência energética (ANEEL, 2013). U Unidade Consumidora - UC: Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição individualizada, correspondente a um único CLIENTE e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas. 31

32 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO B MODELO DE RELATÓRIO MODELO DE DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO A SER APRESENTADO PARA OS PROJETOS Os projetos de eficiência energética deverão ser apresentados de acordo com disposto nos Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE da ANEEL, disponível no endereço eletrônico e demais exigências estabelecidas nesta CHAMADA DE PROJETOS. As informações mínimas que deverão ser apresentadas no PRÉ-DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO ou no DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO estão detalhadas no Módulo 4 - Tipologias de Projeto do PROPEE, Seção Dados de Projeto, Item Roteiro Básico para Elaboração de Projetos. Este modelo consolida a forma de apresentação das PROPOSTAS DE PROJETOS, segundo a legislação referenciada acima. E.1. IDENTIFICAÇÃO Título do projeto, responsável, telefone e . E.2. OBJETIVOS DO PROJETO Descrever os principais objetivos do projeto, apresentando-os de forma detalhada, indicando as quantidades e as ações a serem realizadas vinculadas à eficiência energética. E.3. DESCRIÇÃO E DETALHAMENTO DO PROJETO Descrever o projeto e detalhar suas etapas, principalmente no que se refere às ações de eficiência energética ou que promovam economia de energia. Descrever as metodologias e tecnologias aplicadas ao projeto em todas as suas fases de execução. E.4. ABRANGÊNCIA Indicar a unidade consumidora a ser beneficiada e o subgrupo tarifário como texto introdutório. Apresentar, de acordo com a tabela modelo a seguir, os dados de identificação do projeto/ unidade consumidora. E.5. ESTRATÉGIA DE MEDIÇÃO E VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS (M&V) 32

33 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Definir as variáveis independentes, como será gerado o modelo do consumo de referência e como será feito o cálculo da economia de energia e redução da demanda, conforme módulo 8 do PROPEE. A critério da distribuidora, a metodologia de medição e verificação de resultados poderá ser realizada por terceiros. Os custos dessa etapa do projeto devem ser explicitados no respectivo orçamento. E.6. METAS E BENEFÍCIOS POR USO FINAL Informar as metas de economia de energia e de redução de demanda na ponta, expressas em MWh/ano e kw, respectivamente, com base nos valores verificados no PRÉ-DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO ou DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO realizado, assim como o RCB e os custos por uso final. O quadro a seguir apresenta o modelo de tabela a ser adotado. Informar outros benefícios do projeto, que não a economia de energia / redução de demanda na ponta, para a empresa, CLIENTE e sistema elétrico. A definição das metas de energia economizada (MWh/ano) e de redução de demanda na ponta (kw) deve ser feita com base na metodologia de cálculo proposto para cada uso final, conforme seção 4.2 do PROPEE. A valoração das metas deve ser feita de acordo com o módulo 7 do PROPEE. Serão consideradas viáveis as ações de eficiência energética que tiverem a relação custobenefício (RCB) inferior ou igual ao valor informado na seção 6 deste Edital, com base no cálculo apresentado no módulo 7 do PROPEE. E.7. PRAZOS E CUSTOS Apresentar o prazo d execução e a tabela de custo por categoria contábil e origem dos recursos. E.7.1. Cronograma físico O quadro abaixo apresenta o modelo do cronograma físico a ser adotado. E.7.2. Custos por categoria contábil e origens dos recursos 33

34 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 O quadro abaixo apresenta o modelo de custos a ser adotado, que deverá ser apresentado por categoria contábil e por origens de recursos. Apresentar a memória de cálculo da composição dos custos totais da tabela de custos por categoria contábil e origens dos recursos, a partir dos custos unitários de materiais e equipamentos envolvidos e de mão de obra (própria e de terceiros), conforme indicação a seguir: E Custo dos materiais e equipamentos Apresentar para cada equipamento ou material a ser adquirido. E Custo da mão de obra ou serviços Custos com mão de obra direta ou indireta, por atividade. Valor da hora de trabalho (incluir encargos) a atividade considerada E Outros custos Custos com viagens. E.8. ACOMPANHAMENTO Tomando como base o cronograma apresentado no item anterior, definir os marcos que devem orientar o acompanhamento da execução do projeto. E.9. TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO Informar o conteúdo programático, instrutor, público-alvo, carga-horária, cronograma, local e todos os custos relacionados. 34

35 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO C TABELAS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Vida Útil e Perdas Materiais / Equipamentos 17 Vida Útil Perdas (mínima) (W) Acessórios 20 anos - Aparelhos de Ar Condicionado de Janela anos - Aparelhos de Ar Condicionado Split Hi-Wall anos - Aparelhos de Refrigeração (Geladeiras, Freezer) anos - Bombas de Calor anos - Led Residencial 10 W 12 anos - Led Semáforos 6 W a 11 W horas - Led Túnel 100 W a 200 W horas - Led Tubular 6 W a 18 W horas - Lâmpada Fluorescente 16 W, T8, Trifósforo/standard, FL 1.200, IRC 80% 20, horas - Lâmpada Fluorescente 32 W, T8, Trifósforo/standard, FL 2.700, IRC 80% 16, horas - Lâmpada Fluorescente 28 W, T5, Trifósforo/standard, FL 2.900, IRC 80% 16, horas - Lâmpada Fluorescente 54 W, T5, Trifósforo/standard, FL 4.200, IRC 80% 16, horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 05 a 11 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 13 a 16 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 18 a 22 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 23 a 27 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 36 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Fluorescente Compacta 46 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Multi Vapor Metálico W horas - Lâmpada Multi Vapor Metálico W horas - Lâmpada Multi Vapor Metálico W horas - Lâmpada Multi Vapor Metálico W horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 070 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 100 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 150 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 250 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 400 W, com selo PROCEL horas - Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão 600 W horas - Luminárias ou conforme catálogo anos - Motor 14, anos - Sistemas de Aquecimento Solar (Placas/ Boiler) 14, anos - Sistemas de Ar Comprimido ou compressores em geral anos - Sistemas de Condicionamento de Ar (Self, Chiller) anos - Reator eletromagnético 1x020 W horas 7 Reator eletromagnético 1x040 W horas 11 Reator eletromagnético 1x110 W horas 25 Reator eletromagnético 2x020 W horas Caso o equipamento não esteja contemplado na tabela acima, deverá ser apresentado catálogo para comprovação das características técnicas. 18 Consultar a listagem dos equipamentos certificados com selo PROCEL no endereço eletrônico 19 Apresentar catálogo para comprovação das características técnicas. 20 FP: Fator de potência, THD: Distorção harmônica total, FF: Fator de fluxo luminoso, FL: Fluxo luminoso, IRC: índice de reprodução de cores. 21 Estas características deverão estar descritas na "proposta de projeto". 35

36 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Materiais / Equipamentos Vida Útil Perdas (mínima) (W) Reator eletromagnético 2x040 W horas 22 Reator eletromagnético MVM W horas 25 Reator eletromagnético MVM W horas 35 Reator eletromagnético MVM W horas 90 Reator eletromagnético MVM W horas 135 Reator eletromagnético VM W horas 9 Reator eletromagnético VM W horas 12 Reator eletromagnético VM W horas 16 Reator eletromagnético VM W horas 25 Reator eletromagnético VM W horas 35 Reator eletromagnético VM W horas 45 Reator eletromagnético VSAP 070 W, com selo PROCEL horas 15 Reator eletromagnético VSAP 100 W, com selo PROCEL horas 15 Reator eletromagnético VSAP 150 W, com selo PROCEL horas 20 Reator eletromagnético VSAP 250 W, com selo PROCEL horas 25 Reator eletromagnético VSAP 400 W, com selo PROCEL horas 40 Reator eletromagnético VSAP 600 W, com selo PROCEL horas 50 Reator eletrônico 1x16 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 3 Reator eletrônico 1x28 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 6 Reator eletrônico 1x32 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 3 Reator eletrônico 1x54 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 7 Reator eletrônico 2x16 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 5 Reator eletrônico 2x28 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 10 Reator eletrônico 2x32 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 3 Reator eletrônico 2x54 W, FP 0,95, THD 10% e FF 1,00 16, horas 10 36

37 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO D CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS A Relação custo-benefício (RCB) Este era o único critério para a realização de projetos do PEE até a Chamada Pública. O objetivo da introdução de outros critérios é explorar de maneira consistente o potencial de eficiência energética e romper barreiras de mercado. A = A1 + A2 A1 Relação custo-benefício proporcional Pontuação de cada medida atribuída de forma proporcional à mínima RCB, como abaixo: AA1 RCB RCBmin Pontuação atribuída ao subcritério A1 Relação custo-benefício do projeto, considerando apenas a parcela aportada pelo PEE Menor relação custo-benefício entre os projetos concorrentes à Chamada Pública A2 Relação custo-benefício ordenada Para mitigar o efeito monopolizador de projetos com RCB muito abaixo da média, este subcritério espaça igualmente a pontuação entre os projetos. A pontuação de cada projeto é atribuída de acordo com uma lista ordenada descendente dos valores de RCB, como abaixo: AA2 n k Pontuação atribuída ao subcritério A2 Número de projetos apresentados Posição do projeto na lista B Peso do investimento em equipamentos no custo total do projeto Este critério visa premiar as medidas que maximizem o investimento direto em equipamentos, em detrimento dos custos indiretos ou administrativos associados à ação de eficiência energética, como forma de se ter uma maior confiabilidade no sucesso do projeto. IK K CT Índice de investimento direto em equipamentos Custo em equipamentos financiado pelo PEE Custo total do projeto financiado pelo PEE BB IKmáx Pontuação atribuída ao critério B Índice máximo de investimento em equipamentos entre as propostas apresentadas C Impacto direto na economia de energia e redução de demanda na ponta Este critério visa destacar os projetos com maior impacto nos benefícios energéticos diretos, que é um dos objetivos do programa. C = C1 + C2 C1 Impacto direto na economia de energia Como tem havido defasagens entre o período real da ponta e o tarifado, a distribuidora pode aumentar o peso relativo da economia de energia neste critério em detrimento da redução de demanda na ponta. 37

38 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 CC1 EP EPmáx Pontuação atribuída ao subcritério C1 Energia economizada pelo projeto (MWh/ano) Máximo valor de energia economizada entre os projetos concorrentes à Chamada Pública (MWh/ano) C2 Impacto direto na redução de demanda na ponta CC2 DP DPmáx Pontuação atribuída ao subcritério C2 Demanda na ponta reduzida pelo projeto (kw) Máximo valor de demanda na ponta reduzida entre os projetos concorrentes à Chamada Pública (kw) D Envolvimento com o tema O envolvimento da instituição com o tema eficiência energética e geração fotovoltaica é um requisito muito importante, considerado nas análises e demonstra a importância do tema para a instituição. D = D1 + D2 + D3 + D4 D1 Possui curso na área de energia Este subcritério visa valorizar as instituições que já aplicam em sua grade curricular matérias que tratam do tema energia. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: deste quando o tema é aplicado, carga horária e a quantidade de cursos onde o tema é aplicado. DD1 Pontuação atribuída ao subcritério D1 D1% Nota percentual atribuída ao quesito D2 Possui linha de pesquisas relacionadas a GD/PV Este subcritério reforça a pontuação em projetos de instituições que já tenha linhas de pesquisa direcionadas a geração distribuída (GD) e geração de energia com tecnologia fotovoltaica (PV). A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: matérias/artigos publicados, deste de quando há pesquisa sobre o tema e quantidade de profissionais envolvidos. DD2 Pontuação atribuída ao subcritério D2 D2% Nota percentual atribuída ao quesito D3 Possui laboratórios Este subcritério reforça a ideia da necessidade de aplicar na prática os conceitos adquiridos em sala de aulas e estudos sobre GD/PV, demonstrando a expertise do proponente. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: tempo de aquisição dos equipamentos, tempo de atividade do laboratório e potência instalada dos equipamentos. DD3 Pontuação atribuída ao subcritério D3 D3% Nota percentual atribuída ao quesito D4 Possui matérias voltadas a EE e GD Este subcritério visa valorizar as instituições que já aplicam em sua grade curricular matérias que tratam do tema eficiência energética (EE) e geração distribuída. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: deste quando o tema é aplicado, carga horária e a quantidade de cursos onde o tema é aplicado. DD4 Pontuação atribuída ao subcritério D4 D4% Nota percentual atribuída ao quesito E Incentivo ao uso consciente 38

39 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Este critério representa um dos objetivos principais do PEE. Demonstra o engajamento da instituição no uso consciente da energia e o envolvimento dos profissionais em ações de combate ao desperdício. Procurou-se também descrever os aspectos que devem ser considerados em cada subcritério. E = E1 + E2 + E3 E1 Possui ações/grupos voltados a EE (CICE) Este critério visa valorizar instituições que já possuem equipes que acompanham, fiscalizam, sugerem melhorias e cobram resultados para o uso consciente de energia, se possuem um Grupo de Gestão Energética (GGE) ou Comissão interna de Conservação de Energia (CICE) formados. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: ata de formação dos grupos e/ou evidências quanto a existências dos mesmos e das ações realizadas ao longo do tempo. EE1 Pontuação atribuída ao subcritério E1 E1% Nota percentual atribuída ao quesito E2 Possui metas de redução de consumo Este subcritério reforça o engajamento da instituição no uso consciente da energia, verificando como as ações são acompanhadas, avaliadas e quantificadas. Considerar aspectos como: evidências quanto a existência de metas de redução de consumo e a frequência que são monitoradas e divulgadas. EE2 Pontuação atribuída ao subcritério E2 E2% Nota percentual atribuída ao quesito E3 Há quantos anos possui ações/grupos voltados a EE (CICE) Este subcritério visa premiar as instituições que possuem grupos voltados a eficiência energética formados a mais tempo. EE3 Pontuação atribuída ao subcritério E3 D3% Nota percentual atribuída ao quesito F Experiência em projetos semelhantes A experiência do proponente é relevante para o sucesso do projeto. O proponente deverá comprovar sua experiência em execução de projetos de eficiência energética na tipologia considerada, por meio da apresentação de atestados de capacidade técnica, fornecidos por pessoas jurídicas de direito público ou privado, declarando de forma clara e precisa que a licitante executou ou está executando serviços de eficiência energética. F = F1 + F2 + F3 + F4 F1 Experiência nos usos finais propostos Este subcritério visa avaliar a experiência no uso final do proponente, mesmo que seja neófito em eficiência energética ou no PEE. Considerar a comprovação de serviços prestados nos usos finais propostos, em especial em eficiência energética. A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais, levando em consideração como: ações em eficiência energética, porte dos projetos, uso de determinada tecnologia. FF1 Pontuação atribuída ao subcritério F1 F1% Nota percentual atribuída ao quesito F2 Experiência no PEE A experiência no PEE é importante, mas não deve constituir barreira à entrada de novas empresas executoras. Considerar a comprovação de serviços prestados em projetos do PEE. A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais levando em consideração fatores como: porte dos projetos, uso de determinada tecnologia. FF2 Pontuação atribuída ao subcritério F2 F2% Nota percentual atribuída ao quesito 39

40 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 F3 Certificação CMVP da EVO A certificação CMVP é reconhecida no mundo como comprovação de expertise em M&V. Considerar a existência na equipe executora de profissional certificado em medição e verificação (CMVP Certified Measurement and Verification Professional) pela EVO (Efficiency Valuation Organization). A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais considerando o número de profissionais certificados ou a experiência demonstrada em M&V. FF3 Pontuação atribuída ao subcritério F3 F3% Nota percentual atribuída ao quesito F4 Certificação PMP A certificação PMP (Profissional em Gerenciamento de Projetos) é reconhecida no mundo como comprovação de expertise em Gestão de Projetos. Considerar a existência na equipe executora de profissional certificado pelo PMI (Project Management Institute). A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais considerando o número de profissionais certificados ou a experiência demonstrada em gestão de projetos. FF4 Pontuação atribuída ao subcritério F4 F4% Nota percentual atribuída ao quesito G Contrapartida financeira O PEE deve ser um programa incentivador do mercado de eficiência energética e não tomar o seu lugar. Para tal, é necessário que haja cada vez mais contribuições outras para a realização de projetos. Este critério estimula o aporte de outros recursos, além do PEE, para a consecução do projeto. Invtotal InvPEE Investimento total do projeto Investimento aportado pelo PEE GG PImáx Pontuação atribuída ao critério G Máximo valor do índice PI entre os projetos concorrentes à Chamada Pública I Ações educacionais, treinamento, divulgação e gestão Este item visa incentivar a aplicação de recursos 22 em ações de treinamento, capacitação, divulgação (marketing) interno ou externo e gestão energética, esta última com incentivo duplo, pela sua importância. Estes investimentos devem ser usados para estabelecer ou consolidar a implantação de um sistema de gestão energética na instalação hospedeira do projeto 23. Invaed Invge Investimento total em ações educacionais (treinamento e capacitação) e divulgação de ações e resultados (marketing) Investimento em gestão energética 22 Estes investimentos são limitados pelo impacto que produzem no critério A. 23 De acordo com a ISO (ABNT, 2011), um sistema de gestão energética é um conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos para estabelecer uma política energética e objetivos energéticos, e processos e procedimentos para atingir tais objetivos. Tais procedimentos envolvem o estabelecimento de uma equipe de gestão de energia, a realização de uma revisão energética, o estabelecimento de uma linha de base energética, capacitação de pessoal, comunicação da importância da gestão energética, etc. Os recursos devem ser utilizados para estes fins. O atendimento à ISO é indicado, mas opcional. 40

41 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Invtotal Investimento total do projeto II PTmáx Pontuação atribuída ao critério I Máximo valor do índice PT entre os projetos concorrentes à Chamada Pública 41

42 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO E TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA SEM REPASSE TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM A CPFL PIRATININGA E, TENDO COMO OBJETO A EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA NAS INSTALAÇÕES DE, SITUADAS NO MUNICÍPIO DE. A xxxxxxxxxx, doravante denominada CLIENTE, situada na Cidade de xxxxxxxxxxx, Estado do Rio Grande do Sul, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda, sob o nº xxxxxxxxxxx, neste ato representado por seus representantes legais, devidamente autorizados nos termos de seus atos constitutivos e, de outro lado, a AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A, doravante denominada CPFL PIRATININGA, concessionária de serviços públicos de distribuição de energia elétrica, com sede na Cidade de Campinas, Estado de São Paulo, na Rodovia Campinas Mogi Mirim, km 2,5, Jardim Santana, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda, sob o no / , neste ato representado por seus procuradores, devidamente autorizados, acordam em celebrar o presente Contrato para realização de PROJETO de Eficiência Energética PROJETO, mediante as condições estabelecidas nas cláusulas seguintes: CONSIDERANDO por força da legislação federal sobre energia elétrica e da regulamentação emanada da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, em especial a Lei n 9.991, de 24 de julho de 2000, Lei n de 28 de março de 2007, Lei n de 20 de janeiro de 2010, e Resolução n 556, de 18 de junho de 2013, como também em decorrência dos contratos de concessão dos serviços e instalações de energia elétrica firmados entre a CPFL PIRATININGA e o Poder Concedente, exigir dos concessionários e/ou autorizados do serviço de energia elétrica a aplicação de parcela da sua receita, na realização de atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico do setor elétrico, bem como em ações de eficiência energética. as ações voltadas à eficiência no uso, na oferta e na conservação de energia elétrica acaba sendo de total relevância, porque visam atingir e alcançar economia em razão de redução do consumo e da demanda, como também perseguem a melhoria da qualidade dos sistemas elétricos. a segurança e funcionalidade que as medidas de eficiência de energia a serem implantadas nas instalações do CLIENTE acabará proporcionando tanto ao CLIENTE como a CPFL PIRATININGA, a racionalidade no uso da energia, como também possibilitará a CPFL PIRATININGA ter a energia economizada pelo CLIENTE disponível no seu sistema, podendo atender mais clientes, sem a necessidade de realizar novos investimentos para tanto. a aproximação com a comunidade, e também com o público em geral, uma vez que medidas como estas, inobstante decorrerem de imposição regulamentar advindas do Poder Concedente do serviço de energia elétrica, consoante referido nos Parágrafos 1 e 2, do presente arrazoado, certamente proporcionará mais conforto e funcionalidade ao estabelecimento, revertendo em proveito daqueles que dele se utilizam. As PARTES resolvem entre si celebrar o presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, sujeitando-se aos termos da Lei Estadual n , de 16/08/2007 e demais normas aplicáveis à matéria, regendo-se pelas disposições estabelecidas nas cláusulas a seguir aduzidas: 42

43 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 CLÁUSULA PRIMEIRA OBJETO Constitui objeto do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA a aplicação, pela CPFL PIRATININGA, de recursos financeiros oriundos do Programa de Eficiência Energética PEE e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento, para a implementação de ações de eficiência energética em usos finais de energia elétrica (discriminar os usos finais do Projeto) nas dependências do CLIENTE, de acordo com o Projeto em Anexo J-I, tendo como objetivos promover a disseminação dos conceitos e procedimentos referentes à conservação de energia, eficiência energética e otimização energética de equipamentos. Benefícios a serem atingidos: Para o CLIENTE: redução dos custos com a energia elétrica, modernização dos ativos com a consequente redução com custos com manutenção. Para a CPFL PIRATININGA: a busca permanente da conscientização dos clientes quanto ao uso inteligente da energia elétrica. Para a SOCIEDADE: com a disseminação dos conceitos de eficientização energética, haverá redução do desperdício de energia elétrica, fato que consequentemente possibilitará a economia na realização de novos investimentos para expansão do sistema elétrico, contribuindo para a não elevação sistemática dos custos do serviço de energia elétrica. CLÁUSULA SEGUNDA - VALOR DO TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA 1. O valor global estimado do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA é da ordem de R$ x.xxx.xxx,xx (valor por extenso). 2. Os itens que compõem o valor global referido no parágrafo anterior encontram-se detalhados no Anexo J-III e Anexo J-IV. CLÁUSULA TERCEIRA - DOCUMENTOS INTEGRANTES Constitui parte integrante do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA como se nele estivessem transcritos: Anexo E-I Cópia do Projeto elaborado pelo CLIENTE e apresentado à CPFL PIRATININGA Anexo E-II Cronograma físico Anexo E-III Modelo de relatório parcial do projeto CLÁUSULA QUARTA - ATRIBUIÇÕES E OBRIGAÇÕES DA CPFL PIRATININGA 1. Designar, a seu critério, coordenador para o Projeto, ficando este responsável pelos contatos e entendimentos necessários à execução do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, devendo informar, via correspondência, nome, endereço, telefone, fax e Elaborar especificação técnica com base no projeto apresentado pelo CLIENTE e aprovado na CHAMADA. 3. Realizar processo de contratação da empresa executora do projeto. 43

44 CHAMADA PEE/P&D 001/ Firmar contrato Turn Key com a empresa vencedora do processo de concorrência, doravante denominada CONTRATADA, contemplando a realização dos serviços de diagnóstico energético, projeto executivo, gerenciamento e aquisição de materiais, execução da obra, descarte dos materiais substituídos, medição e verificação dos resultados, treinamento e capacitação e relatório final do projeto. 5. Fiscalizar a execução e implantação dos serviços, constantes no Projeto. 6. Medir os serviços executados pela CONTRATADA e efetuar os devidos pagamentos previstos em contrato dentro do Programa de Eficiência Energética. 7. Atestar a realização do Projeto, nos termos definidos no Anexo E-I. 8. Comunicar o CLIENTE o resultado do projeto em termos de redução de consumo de energia e de demanda no horário de ponta. 9. A seu exclusivo critério, a CPFL PIRATININGA se reserva o direito de divulgar a qualquer tempo, o projeto objeto do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, bem como os seus resultados, sem a necessidade de comunicação prévia e expressa, e/ou a solicitação de autorização do CLIENTE. CLÁUSULA QUINTA - ATRIBUIÇÕES E OBRIGAÇÕES DO CLIENTE 1. Ter pleno conhecimento e concordância com o escopo do projeto a ser executado, constante no Anexo E-I deste TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. 2. Designar, a seu critério, coordenador para o "Projeto", ficando este responsável pelos contatos, emissão de relatórios e entendimentos necessários à execução do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, devendo informar, via correspondência, nome, endereço, telefone, fax e O coordenador designado pelo CLIENTE deverá pertencer ao seu quadro funcional. 4. Disponibilizar acesso às instalações que serão eficientizadas, fornecendo apoio às equipes da CPFL PIRATININGA e/ou CONTRATADA para a execução do Projeto. 5. Providenciar locais seguros e próximos aos locais de execução dos serviços para armazenagem dos materiais a serem instalados, responsabilizando-se pelos mesmos e observando as normas ambientais vigentes acerca de áreas de armazenamento provisório para resíduos perigosos. 6. Estabelecer critérios, em conjunto com a CPFL PIRATININGA, de monitoramento da implementação do projeto. 7. Seguir e implementar os procedimentos e métodos operacionais de eficientização energética da CPFL PIRATININGA. 8. Responsabilizar-se pela operação e manutenção dos equipamentos que vierem a ser instalados pelo projeto. 9. Prestar toda e qualquer informação sobre o Projeto, bem como disponibilizar pessoal técnico próprio para acompanhar o pessoal contratado e/ou seus prepostos para execução dos serviços. 10. Responsabilizar-se integralmente pelos riscos, conhecidos ou não, bem como por qualquer dano que venha ser causado ao meio ambiente ou a terceiros. 11. Atender à legislação federal, estadual ou municipal em vigor, incluindo, mas não se limitando, às normas de proteção ao meio ambiente, assumindo toda e qualquer responsabilidade decorrente de sua inobservância. 12. Responsabilizar-se pelo recolhimento de encargos tributários, sociais e trabalhistas dos empregados que vierem a atuar na execução do Projeto objeto deste TERMO DE 44

45 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 COOPERAÇÃO TÉCNICA, exigindo a observância da Norma Regulamentadora NR 10 por empresas e empregados envolvidos na execução do Projeto. 13. Permitir a retirada de todos os materiais substituídos no presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, que serão enviados para descarte e descontaminação adequados, atendendo à legislação vigente. 14. Informar antecipadamente por escrito a CPFL PIRATININGA a respeito de toda e qualquer divulgação que venha a fazer referente ao Projeto, devendo constar no material de divulgação, em posição de destaque e fácil visualização, que se trata do Programa de Eficiência Energética executado pela CPFL PIRATININGA, regulamentado pela AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL. 15. Comprometer-se a repassar a CPFL PIRATININGA, a qualquer tempo, informações necessárias para compor o relatório final do Projeto, que deverá ser encaminhamento a ANEEL. 16. Disponibilizar dados técnicos de economia de energia, de demanda e outros necessários para a mensuração dos resultados do projeto, objeto deste TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, autorizando a CPFL PIRATININGA divulgar publicamente os casos de sucesso. 17. Receber, a qualquer momento, as equipes de auditores técnicos e financeiros, indicados pela CPFL PIRATININGA, a fim de verificar a consistência das informações apresentadas com a realidade de campo. CLÁUSULA SEXTA - ITEM ORÇAMENTÁRIO 1. Os recursos para a contratação que será efetuada pela CPFL PIRATININGA para a consecução dos objetivos deste TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA encontram-se inseridos no Programa de Eficiência Energética e no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento. 2. Quanto ao CLIENTE, os recursos estão previstos no. CLÁUSULA SÉTIMA - CRONOGRAMA FINANCEIRO No Anexo E-III encontra-se externado o cronograma de desembolsos dos recursos necessários para a consecução do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, com também a responsabilidade de quem cabe fazê-lo. CLÁUSULA OITAVA - RELAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS A relação dos equipamentos e materiais para execução do Projeto de eficientização energética do CLIENTE está estabelecida no Projeto no Anexo E-I. CLÁUSULA NONA - PRAZO E CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO O prazo de execução do Projeto objeto deste TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, Anexo E-I, será de XX (xxxx) meses, contados a partir da data de assinatura do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. O prazo de execução estabelecido nos Cronogramas Físico e Financeiro, Anexo E-II e Anexo E-III, somente poderão ser alterados mediante aprovação da CPFL PIRATININGA. 45

46 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 Na impossibilidade de cumprimento da condição avençada no parágrafo anterior, desde que devidamente justificado o fato superveniente, o CLIENTE deverá comunicar imediatamente a CPFL PIRATININGA sobre o ocorrido, requerendo a dilação do prazo, possibilitando-lhe consultar a ANEEL sobre a prorrogação do prazo para conclusão do Projeto. CLÁUSULA DÉCIMA VIGÊNCIA O presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA vigorará pelo prazo de XX (xxxxx) meses, contados a partir da data de assinatura do presente instrumento, podendo ser prorrogado por igual período, mediante concordância expressa das PARTES, através de Termo Aditivo. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA PENALIDADES 1. O descumprimento de quaisquer das cláusulas do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, de forma não justificada, sujeitará o CLIENTE a pagar à CPFL PIRATININGA, a título de penalidade, o percentual de 10% (dez por cento), calculado sobre o valor global definido na Cláusula Segunda do instrumento em destaque. 2. Na hipótese da CPFL PIRATININGA vir a ser penalizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, Poder Concedente e Órgão Regulador, responsável pela aprovação do projeto, acompanhamento e fiscalização física e financeira e aprovação final da execução do Programa de Eficiência Energética e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento, em virtude de não cumprimento pelo CLIENTE das atribuições, obrigações e demais encargos ajustados no presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, o CLIENTE deverá obrigatoriamente ressarcir imediatamente e em caráter de urgência à CPFL PIRATININGA referente ao montante da multa aplicada, sem prejuízo de outras sanções cabíveis no caso. 3. No caso de cancelamento do "Projeto" pela AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, em decorrência de descumprimento das metas estabelecidas no "Projeto" por parte do CLIENTE, deverá o CLIENTE ressarcir a CPFL PIRATININGA, obrigando-se lhe devolver todos os valores anteriormente pagos, devendo os valores ser corrigidos pela variação da Taxa Selic apurados no período, a contar da data do pagamento até o dia da efetiva devolução. 4. Na hipótese da CPFL PIRATININGA vir a ser penalizada pelo TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO SÃO PAULO - TCE/SP, em virtude de não cumprimento pelo CLIENTE das atribuições, obrigações e demais encargos ajustados no presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, o CLIENTE deverá obrigatoriamente ressarcir imediatamente e em caráter de urgência à CPFL PIRATININGA referente ao montante da multa aplicada, sem prejuízo de outras sanções cabíveis no caso. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA RESCISÃO 1. Este TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA poderá ser rescindido em caso de inadimplemento de qualquer das cláusulas ou pela superveniência de imposição legal que torne impraticável ou, ainda, mediante acordo entre as PARTES, em vista de manifesto interesse, de conformidade com critérios de conveniência e oportunidade públicas, respeitados os compromissos assumidos com terceiros, até o limite exigível por lei. 46

47 CHAMADA PEE/P&D 001/ Caso este TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA venha a ser rescindido por inadimplemento por parte do CLIENTE, este se obriga a devolver os valores pagos pela CPFL PIRATININGA, corrigidos pela variação da Taxa da Selic apurados no período, a contar da data do repasse até o dia da efetiva devolução. CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA ALTERAÇÕES 1. A qualquer tempo e de comum acordo das PARTES este instrumento poderá sofrer alterações, mediante Termos Aditivos, vedada, porém, a mudança de objeto e finalidade social. 2. Caso venha a ocorrer alterações nos valores definidos e estabelecidos no cronograma financeiro - Anexo E-III, para maior, exigindo desembolsos de valores superiores aos ajustados e pré-estabelecidos no Anexo E-III, ao presente instrumento de ajuste, o CLIENTE, deverá, obrigatoriamente, apresentar justificativa prévia e expressa a CPFL PIRATININGA, amparada e suportada em no mínimo 3 (três) orçamentos financeiros, obtidos junto a entidades idôneas, submetendo-as à apreciação da CPFL PIRATININGA, que analisará e, caso efetivamente se faça necessário para a consecução objetiva e real do projeto, submeterá a aprovação da AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, e uma vez aprovado pela ANEEL, comunicará por escrito ao CLIENTE.. CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - DISPOSIÇÕES GERAIS 1. As PARTES de comum acordo ajustam que fica vedada a cessão ou transferência, total ou parcial, do objeto do presente instrumento para terceiros. 2. O CLIENTE se obriga, sempre que solicitado pela CPFL PIRATININGA ou Tribunal de Contas, a prestar conta dos recursos utilizados, através do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DA DIVULGAÇÃO 1. Convencionam as PARTES que, sempre que houver a divulgação na mídia impressa, falada e televisiva através de releases, do apoio recebido, o CLIENTE deverá indicar o Projeto como integrante do Programa de Eficiência Energética executado pela CPFL PIRATININGA, regulamentado pela AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL. 2. A seu exclusivo critério, a CPFL PIRATININGA se reserva o direito de divulgar, a qualquer tempo, o Projeto, objeto do presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, bem como os seus resultados, sem a necessidade de comunicação prévia, ou de solicitação de autorização do CLIENTE. CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA FORO As PARTES elegem o foro da Comarca de Campinas, Estado de São Paulo, como competente para dirimir as questões decorrentes da execução deste TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, em detrimento de outro por mais privilegiado que seja. 47

48 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 E, por estarem de acordo, firmam o presente TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA em 02 (duas) vias, na presença de 02 (duas) testemunhas abaixo indicadas. Campinas, de de CPFL PIRATININGA CLIENTE TESTEMUNHAS Nome: CPF: Nome: CPF: 48

49 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO E-I PROJETO 49

50 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO E-II CRONOGRAMA FÍSICO ETAPAS ANO 1 Diagnóstico energético Mês 01 Mês 02 Mês 03 Mês 04 Mês 05 Mês 06 Mês 07 Mês 08 Mês 09 Mês 10 Mês 11 Mês 12 Especificação dos materiais e equipamentos Contratação dos serviços Medição e verificação - antes Aquisição dos materiais e equipamentos Execução dos serviços Descarte dos materiais e equipamentos substituídos Medição e verificação - após Treinamento e capacitação Marketing Acompanhamento mensal do projeto (CPFL PIRATININGA) Acompanhamento mensal do projeto (CLIENTE) Avaliação de resultados do projeto e relatório final 50

51 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO E-III MODELO RELATÓRIO PARCIAL 1. Projeto / Obra: Coordenador: Mês / Ano: 2. Descrição de resultados parciais alcançados no mês: 3. Cronograma físico: ETAPAS Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês 4 Mês 5 Mês 6 Mês 7 Mês 8 Mês 9 Mês 10 Mês 11 Mês 12 Celebração de Instrumento de Convênio com a CPFL PIRATININGA Medições e Verificação de consumo e demanda Inicial Elaboração do projeto e especificação dos materiais e equipamentos Aquisição dos materiais e equipamentos Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Contratação dos serviços Supervisão e execução do projeto Divulgação (Marketing) Medições e Verificação de consumo e demanda Final. Descarte Treinamento e Capacitação Fiscalização da execução do projeto - CPFL PIRATININGA Relatório mensal de acompanhamento (Relatório de Medição) Relatório final Repasse Financeiro da CPFL PIRATININGA para o CLIENTE Realização física do Projeto (%) Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. Prev. Real. 51

52 CHAMADA PEE/P&D 001/ Custos: Total (R$): Realizado (R$): % 5. O desenvolvimento das atividades planejadas para o mês ocorreu conforme o planejado? SIM ( ) NÃO ( ) Caso a resposta seja NÃO, preencher os itens 6 e Justificativas: 7. Impacto no cronograma: Data Original: Nova data para o final do projeto: 52

53 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO F DESCARTE DE MATERIAIS E FONTES INCENTIVADAS Descarte de Materiais Todos os materiais e equipamentos que vierem a ser substituídos nas propostas de projetos deverão, obrigatoriamente, serem descartados de acordo com as regras estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n , de 2 de agosto de 2010), pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA (Resolução n 267, de 14 de setembro de 2000, e Resolução n 340, de 25 de setembro de 2003) e demais normas aplicáveis à matéria. No caso da substituição de equipamentos de condicionamento ambiental e/ou refrigeração, as empresas contratadas para realização do descarte deverão, obrigatoriamente, obedecer ao disposto na ABNT NBR Manufatura reversa - Aparelhos de refrigeração e Instrução Normativa n 14, de 20 de dezembro de 2012, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. Fontes Incentivadas Considera-se como geração a partir de fontes incentivadas a central geradora de energia elétrica com potência instalada menor ou igual a 100 kw, no caso de microgeração, ou com potência instalada superior a 100 kw e menor ou igual a 1 MW, para o caso de minigeração, que utilize fontes com base em energia solar, hidráulica, eólica, biomassa ou cogeração qualificada. A proposta de projeto deverá obedecer integralmente ao disposto no Módulo 6 - Projetos com Fontes Incentivadas, bem como as disposições a seguir: a. Atendimento à Norma Técnica da distribuidora. b. Atender os requisitos da Portaria INMETRO n 357/2014 e Portaria INMETRO n 004/2011, observando a obrigatoriedade de uso de inversores certificados para sistemas fotovoltaicos, para modelos até 10 kw. c. Serão passíveis de inclusão na proposta de projeto somente os custos com as fontes incentivadas propriamente ditas (painéis fotovoltaicos, inversores, aerogeradores, controladores de carga, suportes para as placas, etc.), sendo vedada a inclusão de custos com a construção de estruturas físicas, tais como estacionamentos externos, telhados, estruturas em alvenaria, etc, bem como eventuais custos com licenciamento ambiental. Fica vedado, inclusive, a inserção destes custos como contrapartida. d. Caso o projeto venha a ser classificado na primeira etapa da presente CHAMADA, a documentação referente à solicitação de acesso de micro e minigeração distribuída deverá ser encaminhada, para parecer da distribuidora de energia, devendo este parecer ser apresentado na segunda etapa da CHAMADA. e. O proponente deverá protocolar a solicitação de acesso. f. No caso de existir algum impedimento, resultando na não emissão do parecer de acesso da distribuidora, ficará a proposta de projeto automaticamente desclassificada, independente de existirem ou não outras ações de eficiência energética conjuntas. g. O projeto executivo do sistema de geração é inerente às atividades necessárias para a 53

54 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 entrega da segunda etapa da CHAMADA (diagnóstico energético) e poderá compor o custo do diagnóstico energético. h. As propostas de projetos que contemplarem a inclusão de fontes incentivadas deverão apresentar relação custo-benefício conforme exigências do presente edital. i. Serão aceitas somente as propostas de projeto que contemplarem a inclusão de geração de energia em instalações que estiverem sendo (nesta CHAMADA) ou já tiverem sido eficientizadas (comprovadas através do pré-diagnóstico energético), ou seja, deverá ser comprovado que a unidade consumidora esgotou as possibilidades de eficientização energética no uso final da energia elétrica. j. O benefício gerado pelas ações de eficiência energética somente poderá compor o cálculo da relação custo-benefício caso estas ações estejam ocorrendo em paralelo com a implantação da fonte geradora. Em situações em que a unidade consumidora foi eficientizada anteriormente (comprovada através do pré-diagnóstico energético), a parcela referente aos benefícios das ações de eficiência energética anteriormente executadas não poderá integrar a relação custo-benefício da proposta de projeto. k. Deverão ser apresentadas as perdas e/ou a eficiência dos sistemas que forem consideradas no cálculo do RCB. No caso de sistemas de micro ou mini geração de energia solar, deve-se considerar no cálculo, no mínimo, a eficiência ou rendimento do inversor (CEC ou Europeu), e as perdas de potência do módulo fotovoltaico em função da temperatura *, considerando como referência a temperatura em condições normais de operação conforme a tabela do INMETRO, disponível em l. Deverá ser considerado no cálculo da relação custo-benefício todos os custos, de forma anualizada, utilizando a mesma sistemática de cálculo de custos empregados nas ações de eficiência energética, conforme Módulo 7 - Cálculo da viabilidade. m. Recomenda-se descrever, de forma simplificada, características do projeto, como local de instalação (ex: telhados, estacionamentos, piso, postes, etc), tensão do barramento de conexão, orientação e inclinação dos painéis (no caso de módulos fotovoltaicos). n. Prever ações de medição e verificação que registrem a energia gerada e demanda provida no horário de ponta durante o período de um ano, conforme Módulo 6 - Projetos com Fontes Incentivadas, Seção Medição e Verificação dos Resultados. Serão aceitos dados extraídos através do inversor ou de medidor específico. No caso de aquisição de equipamento específico para realização das ações de medição e verificação, a distribuidora estabelece os seguintes requisitos mínimos: Capacidade de monitorar as grandezas necessárias para comprovação dos benefícios proporcionados pela fonte incentivada. Possuir memória de massa compatível e capacidade de extração dos dados. Ser dedicado exclusivamente à medição e verificação dos benefícios da fonte incentivada, não podendo ser utilizado, mesmo que concluído o projeto de eficiência energética, para outros fins além da medição da fonte incentivada. Possuir certificado de calibração. * A potência máxima, no ensaio padronizado, é obtida com o módulo a 25 C. As perdas devem ser calculadas para a temperatura de operação do módulo em condições normais que exceder os 25 C. 54

55 CHAMADA PEE/P&D 001/2016 ANEXO G FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJETO P&D ESTRATÉGICO 55

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