RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013/14
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- Aurélio Vilalobos Marreiro
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1 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013/14 ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO
2 Índice 1. Introdução 4 2. Orgânica Associativa Corpos Sociais Gabinete Técnico Director Técnico Regional Seleccionadores Regionais Corpo Regional de Formadores de Treinadores Comissões Coordenadoras Regionais de Formação de Juízes Corpo Regional de Formadores de Juízes Coordenador Local 3X Enquadramento Administrativo Avaliação 8 3. Demografia Associativa Clubes Filiados e Equipas Inscritas por escalão Praticantes Treinadores Árbitros Oficiais de Mesa Comissários Restante enquadramento Humano Concelhos abrangidos pela prática federada Avaliação Provas organizadas pela Associação Competições Distritais/Regionais Provas InterAssociativas Pontos Altos Nacionais Actividade Internacional Avaliação Provas organizadas pelos Clubes (não inclui actividades de minibasquete) Avaliação Participação de clubes em provas organizadas por outras Associações Avaliação Participação de clubes em provas organizadas por clubes de outras Associações Selecções Distritais S S14 Femininos S16 Femininos S14 Masculinos S16 Masculinos Enquadramento Humano InterSelecções Avaliação Participação em Selecções Nacionais/Centros de Treino Avaliação 36 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
3 10. Formação de Quadros Área de Treinadores Formação Curricular Formação Continua Formação Minibasquete Área de Juízes Formação Curricular Formação Continua Outras Acções de Iniciativa Associativa Avaliação da Taxa de Execução do Plano Anual Relação Equipas/Nível Treinadores Caracterização/ Avaliação da situação quanto à formação de quadros Área dos Treinadores Área do Minibasquete Área dos Juízes Captação e Fomento Minibasquete Actividades desportivas e de divulgação organizadas pela Associação Actividades desportivas e de divulgação organizadas pelos clubes Participação em actividades organizadas pelo CNMB Participação em actividades organizadas por outras Associações e Clubes de outras Associações Projecto de Minibasquete com apoios Autárquicos FPB 3X3 nas escolas Acções e encontros realizados Outros projectos Avaliação Outras Acções Gala do 87º Aniversário da ABP Conclusões 49 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
4 1. INTRODUÇÃO Apesar de continuarmos a atravessar um período de significativa austeridade, 2013/2014 afirmou-se como época de ligeiro crescimento face ao período homólogo anterior, facto que, de alguma forma, demonstra o potencial que a modalidade continua a revelar junto dos mais jovens. Por outro lado, esta época também fica assinalada no historial da Associação de Basquetebol do Porto (AB PORTO) pela realização de eleições para os seus corpos sociais, acto que representou o fim de um ciclo/início de outro, nos destinos da maior associação da modalidade em Portugal. O acima referenciado crescimento, em quase todos os indicadores, foi de algum relevo na medida em que se aproximou dos valores mais elevados de sempre, ocorridos em 2010/11. Em harmonia com este crescimento, registámos com satisfação a presença de clubes filiados na ABP, na discussão de praticamente todos os pontos altos do calendário competitivo da FPB, verificando-se, nalguns casos a obtenção de importantes títulos nacionais. É deste e de muitos outros factos que procuraremos dar conta no documento que aqui apresentamos. 2. ORGÂNICA ASSOCIATIVA 2.1. CORPOS SOCIAIS (eleitos a ) ASSEMBLEIA GERAL NOME FUNÇÃO Bernardino Barros Joaquim Ribeiro André Seabra Presidente Vice- Presidente Secretário DIRECÇÃO NOME FUNÇÃO Vitor Carneiro Pedro Barros Sérgio Teixeira Luis Silva José Nogueira Diamantino Carmo Miguel Costa Presidente Vice-Presidente Administrativo Vice- Presidente Financeiro Vice-Presidente Desportivo Vice- Presidente Arbitragem Vice- Presidente Captação Vice- Presidente Marketing CONSELHO FISCAL NOME FUNÇÃO Luis Gonçalves Manuel Ferreira Jorge Araújo Presidente Vice-Presidente Relator RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
5 CONSELHO JURISDICIONAL NOME FUNÇÃO Sérgio Sousa Pedro Almeida Claúdia Dantas Presidente Vice-Presidente Secretário CONSELHO DE DISCIPLINA NOME FUNÇÃO Alberto Nogueira Nuno Maia Duarte Leal Presidente Vice-Presidente Secretário CONSELHO DE ARBITRAGEM NOME FUNÇÃO José Nogueira Cristina Reis Joaquim Lemos Rui Vieira António Almeida Presidente Vogal Vogal Vogal Vogal COMITÉ REGIONAL DE MINIBÁSQUETE NOME Instituição Diamantino Carmo Paulo Neta António Barbosa António Meireles António Santos Cristina Leite Fernanda Maia Filipe Santos Gonçalo Silva Isabel Lemos Jorge Gonçalves José Luis Gonçalves Lara Marques Luis Leitão M.ª Lurdes Miranda Mª. Cristina Leite Patricia Correia Patricia Lopes Sandra Batista Sérgio Pinto Vice-Presidente Fomento ABP Director Técnico ABP AC Alfenense CDCJ Pacense CD Póvoa GD Bolacesto CAA Salesianos JF Campo Maia BC Dragon Force Juvemaia ACDC FIDES UAA Aroso UAA Aroso Guifões SC Juvemaia ACDC JF Campo FC Gaia SC Coimbrões Guifões SC RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
6 2.2. GABINETE TÉCNICO DIRECTOR TÉCNICO REGIONAL NOME NÍVEL FORMAÇÃO Paulo Alexandre Neta GRAU III SELECCIONADORES REGIONAIS NOME NÍVEL FORMAÇÃO ESCALÃO SEXO Hugo Linhares Grau II S16 Femininos João Silva Grau III S16 Masculinos SELECCIONADORES REGIONAIS ADJUNTOS Marco Rodrigues Grau II S14/S13 Femininos Filipe Dinis Grau III S14/S13 Masculinos Gonçalo Silva Grau II S12 Patricia Lopes Grau I S12 André Matos Grau III S16 Femininos Luis Pereira Grau III S16 Masculinos André Silva Grau II S14/S13 Masculinos André Lopes Grau I S14/S13 Femininos Sérgio Pinto Grau I S12 Sandra Batista Grau II S CORPO REGIONAL DE FORMADORES DE TREINADORES NOME António Santos Dimas Pinto Eugénio Rodrigues João Silva Jorge Correia Mário Barros Paulo Neta Rui Gomes Rui Vanzeller NÍVEL FORMAÇÃO Grau III Grau III Grau III Grau III Grau III Grau III Grau III Grau III Grau III RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
7 COMISSÕES COORDENADORAS REGIONAIS DE FORMAÇÃO DE JUIZES NOME Rui Vieira Nuno Monteiro Paulo Neta FUNÇÃO Comissário técnico ANJB DTR - ABP CORPO REGIONAL DE FORMADORES DE JUIZES NOME CATEGORIA José Nogueira Rui Vieira Jorge Rodrigues Fernando Rocha Nuno Monteiro Luis Lopes Paulo Marques Presidente CAD/ABP Comissário técnico Comissário técnico Àrbitro Internacional Àrbitro Internacional Àrbitro Internacional Àrbitro Internacional Ivo Rosário Àrbitro Nacional 1ª Nélson Guimarães Àrbitro Nacional 1ª António Almeida Andreia Fonseca Rui Azevedo Oficial de Mesa Nacional Oficial de Mesa Nacional Oficial de Mesa Nacional COORDENADOR LOCAL 3X3 NOME NÍVEL FORMAÇÃO 2.3. ENQUADRAMENTO ADMINISTRATIVO FUNCIONÁRIOS NOME FUNÇÃO Rui Casais Sofia Rodrigues Secretário Admnistrativo RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
8 2.4. AVALIAÇÃO Em época de eleições para os órgãos sociais da AB PORTO, a orgânica interna desta associação sofreu uma natural transformação, com uma nova equipa directiva a assumir as respectivas funções de gestão institucional. Como expectável, neste período inicial o objectivo central foi o de adaptação a uma realidade nova, procurando conhecer em profundidade os principais problemas e constrangimentos do basquetebol do distrito do Porto. Daí que em termos estruturais apenas se registaram mudanças nominais nalguns sectores dos seus sectores. Talvez a única nota de destaque mais particular será o aumento, ainda que ligeiro do número de clubes representados no Comité Distrital de Minibasquete, factor que consideramos primordial no intento de ampliar o nível de influência sobre atitudes e comportamentos desejáveis e apropriados ao espirito preconizado no Minibasquete. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
9 3. DEMOGRAFIA ASSOCIATIVA 3.1. CLUBES FILIADOS E EQUIPAS INSCRITAS POR ESCALÃO FEMININOS ESCALÕES JOVENS FEMININOS SENIORES ESCALÕES JOVENS SENIORES CLUBES Mini 8 Mini 10 Mini 12 S 13 S 14 S 16 S 19 IIª divisão Iª divisão LIGA TOTAL Académico FC JF Campo e Sobrado Basquete de Leça BC Gaia 1 1 CD Póvoa CD José Régio CDC Juv. Pacense CLIP CP Natação GD Bolacesto Guifões SC Juvemaia ACDC Lousada AC Maia BC NCR Valongo SC Coimbrões SC Vasco Gama UA António Aroso TOTAL MASCULINOS ESCALÕES JOVENS SENIORES CLUBES Mini 8 Mini 10 Mini 12 S13 S 14 S 16 S 18 S 20 1ª Div. PROLIGA LIGA TOTAL AC Alfenense APOD 1 1 ACR Vigorosa AD Grijó Académico FC APT Basquete de Leça BC Gaia CB Felgueiras CB Penafiel CD Póvoa CDC Juv. Pacense CD José Régio C5 Basket CLIP FC Foz FC Gaia Dragon Force FIDES GD Bolacesto Guifões SC Juvemaia ACDC Lousada AC Maia BC SC Vasco Gama Salesianos UA António Aroso TOTAL RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
10 3.2. PRATICANTES FEMININO MASCULINO CLUBES MINI 8 MINI 10 MINI 12 S 14 S 16 S 19 SEN TOT MINI 8 MINI 10 MINI 12 S 14 S 16 S 18 S 20 SEN TOT TOTAL AC Alfenense ACR Vigorosa AD Grijó Académico FC A. Paroquial OD A. Powertogether JF Campo e Sobrado Basquete de Leça BC Gaia CB Felgueiras CB Penafiel CD Póvoa CDC Juv. Pacense CD José Régio CLIP CP Natação C5 Basket FC Gaia FC Foz Dragon Force FIDES GD Bolacesto Guifões SC Juvemaia ACDC Lousada AC Maia BC NCR Valongo RFM Lixa SC Coimbrões SC Vasco Gama Salesianos UA António Aroso TOTAL TREINADORES ASSOCIAÇÃO ESTAGIÁRIOS GRAU I GRAU II GRAU III TOTAL AB Porto RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
11 3.4. ÁRBITROS ÁRBITROS ASSOCIAÇÃO NACIONAIS 1ª NACIONAIS 2ª REGIONAIS ESTAGIÁRIOS JOVEM ESTAG TOTAL AB Porto OFICIAIS DE MESA OFICIAIS DE MESA ASSOCIAÇÃO NACIONAIS REGIONAIS ESTAGIÁRIOS JOVEM ESTAG TOTAL AB Porto OBSERVADORES OBSERVADORES ASSOCIAÇÃO NACIONAIS INTERNACIONAIS TOTAL AB Porto RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
12 3.7. RESTANTE ENQUADRAMENTO HUMANO CLUBES ENQUADRAMENTO HUMANO AB Porto 6 AC Alfenense 12 Académico FC 19 ACR Vigorosa 4 C5 Basket 4 CB Felgueiras 2 CB Penafiel 4 CD José Régio 6 CD Póvoa 7 CDC Juv. Pacense 7 CLIP 4 CP Natação 6 Dragon Force 24 FC Foz 1 FC Gaia 9 FIDES 4 GD Bolacesto 6 GDB Leça 18 Guifões SC 25 Juvemaia ACDC 18 Lousada AC 5 Maia BC 28 NCR Valongo 9 Salesianos 17 SC Coimbrões 11 SC Vasco Gama 7 UAA Aroso 17 Total 280 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
13 3.8. CONCELHOS ABRANGIDOS PELA PRÁTICA FEDERADA Concelhos Basquetebol Federado Clubes Compal Air 3x3 Desporto Escolar PNIA Amarante Sim Baião Sim Felgueiras Sim 1 CB FELGUEIRAS; RFM LIXA; Sim Gondomar Sim 1 - FIDES; C5 BASKET; Sim Sim Lousada Sim 1 - LOUSADA AC; Sim Sim Maia Sim 2 - JUVEMAIA ACDC; MAIA BC; Sim Sim Marco de Canavezes Sim Matosinhos Sim 2 - GDB LEÇA; GUIFÕES SC; Sim Sim Paços de Ferreira Sim 1 CDC JUV. PACENSE; Sim Paredes Sim Sim Sim Penafiel Sim 1 - CB PENAFIEL; Sim Sim Porto Sim 6 - ACADÉMICO FC; CAA SALESIANOS; DRAGON FORCE; UAA AROSO; SC VASCO GAMA; CLIP; FC FOZ; Sim Sim Póvoa de Varzim Sim 1 - CD PÓVOA; Sim Sim Stº. Tirso Sim Trofa Sim 1 ACR VIGOROSA; Sim Valongo Sim 4 AC ALFENENSE; CP NATAÇÃO; NCR VALONGO; JF CAMPO E SOBRADO; Sim Sim Vila do Conde Sim 1 - CD JOSÉ RÉGIO; Sim Vila Nova de Gaia Sim 5 FC GAIA; GD BOLACESTO; SC COIMBRÕES; AD GRIJÓ; BC GAIA; ASS. POWERTOGETHER; APOD; Sim Sim RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
14 3.9. AVALIAÇÃO Contrariando a tendência negativa registada em 2012/13, alguns importantes indicadores apresentaram um crescimento positivo interessante, aproximando-se mesmo dos melhores registos de sempre, verificados em 2011/12. A nossa primeira referência vai para o número de equipas inscritas nas competições distritais e nacionais, número esse que apresentou uma subida relevante, com maior realce para o sector masculino. EQUIPAS INSCRITAS ÉPOCA 2011/12 ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 Feminino Masculino Total No que respeita ao NÚMERO DE PRATICANTES importa destacar um crescimento interessante na ordem dos 5%, sustentado no sector masculino, uma vez que apesar de pouco relevante, o sector feminino apresentou um crescimento negativo. Nº. PRATICANTES ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 % CRESCIMENTO Feminino ,6% Masculino ,2% Total ,5% Analisando em maior detalhe os valores registados por escalão etário e género, podemos afirmar que o Minibasquete destaca-se pela positiva em ambos os casos, factor determinante para a sustentabilidade da modalidade num futuro a médio prazo. Aliás, neste sector e para este indicador esta foi a melhor época de sempre duma associação distrital, tendo ultrapassado em mais duma centena, o patamar referencial dos 1500 MINIS federados. Este é um dos pontos onde se deverá preservar o investimento dos nossos recursos. SECTOR FEMININO ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 Minibasquete SUB SUB SUB SENIORES Total SECTOR MASCULINO ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 Minibasquete SUB SUB SUB SUB SENIORES Total RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
15 No entanto, no sector feminino somente o escalão SUB 16 registou, também ele, um aumento de praticantes inscritos, ao mesmo tempo que no masculino o mesmo se verificava nos SUB 18 e Seniores. Nos restantes escalões e para ambos os géneros verificaram-se perdas no número de praticantes, ainda que pouco expressivas na maioria dos casos. Reportando-nos a outro aspecto central no desenvolvimento da modalidade, e considerando a tardia entrada em vigor do PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TREINADORES, finalmente foi possível realizar uma edição do CURSO de TREINADORES de GRAU I, facto que teve imediatas repercussões no crescimento do número de técnicos inscritos e disponíveis para desenvolver tão importantes funções nos clubes. ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/ Também no que diz respeito à FORMAÇÃO de JUÍZES foi possível concretizar novamente (após uma época de interregno) um CURSO de JUÍZES ESTAGIÁRIOS, em parceria com o Desporto Escolar, facto com reflexos positivos no número de juízes inscritos, disponíveis para actuar, mas também no número de jogos oficiais com juízes nomeados pelo Conselho de Arbitragem da AB PORTO (embora esse indicador aqui não conste). JUÍZES ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 Árbitros Oficiais de Mesa Total Numa área FORMAÇÃO DE QUADROS DIRIGENTES - onde importará investir a curto prazo, a estabilidade quantitativa parece ser a tendência, uma vez que o aumento foi pouco relevante, no que diz respeito ao Enquadramento Humano. ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/ Também no que diz respeito à EXPANSÃO GEOGRÁFICA, as melhorias são pouco significativas demonstrando alguma dificuldade sentida pela modalidade, na sua afirmação em determinadas zonas/concelhos do distrito do Porto. Projectos mais recentes como AD Grijó, Associação Powertogether, BC Gaia e Freguesia de Campo e Sobrado, entre outros, aparecem em freguesias necessitadas de mais e melhor oferta desportiva, embora em concelhos onde o basquetebol já existia, RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
16 4. PROVAS ORGANIZADAS PELA ASSOCIAÇÃO 4.1. COMPETIÇÕES DISTRITAIS/REGIONAIS PARTICIPAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMPETIÇÃO Nº DE JOGOS Nº DE EQUIPAS VENCEDOR Tº Distrital Infantis (S13) s/ vencedor Tº InterAssociações S14M CD PÓVOA Tº InterAssociações S16M SANGALHOS DC Tº InterAssociações S18M CP ESGUEIRA Tº São João S16M 28 8 UAA AROSO "A" CD 1ª Div. S14M SC VASCO GAMA CD 2ª Div. S14M GUIFÕES SC CD 1ª Div. S16M C5 BASKET CD 2ª Div. S16M AC ALFENENSE CD 1ª Div. S18M DRAGON FORCE CD 2ª Div. S18M UAA AROSO CD 1ª Div. S20M 5 6 DRAGON FORCE Tº Interdistrital Sen. Masc GUIFÕES SC Tº InterAssociações S14F CD PÓVOA Tº InterAssociações S16F GD BOLACESTO Tº InterAssociações S19F GUIFÕES SC Tº Porto/Aveiro S16F 6 7 s/vencedor CD 1ª Div. S14F SC COIMBRÕES CD 2ª Div. S14F CLIP "B" CD 1ª Div. S16F CP NATAÇÃO CD 2ª Div. S16F 33 6 CP NATAÇÃO "B" CD 1ª Div. S19F CP NATAÇÃO CD 2ª Div. S19F 23 5 GD BOLACESTO Tº InterDistrital Sem. Fem GUIFÕES SC TOTAL 2425 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
17 4.2. PROVAS INTER ASSOCIATIVAS PARTICIPAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ESCALÃO ORGANIZAÇÃO COMPETIÇÃO EQUIPAS PARTICIPANTES Nº TOTAL JOGOS VENCEDOR S14 AB PORTO Tº INTASSOCIAÇÕES CD PÓVOA FEMININOS S16 AB AVEIRO Tº INTASSOCIAÇÕES GD BOLACESTO S19 AB COIMBRA Tº INTASSOCIAÇÕES GUIFÕES SC SENIOR AB PORTO Tº INTERDISTRITAL 7 21 GUIFÕES SC S14 AB PORTO Tº INTASSOCIAÇÕES CD PÓVOA MASCULINOS S16 AB AVEIRO Tº INTASSOCIAÇÕES SANGALHOS DC S18 AB COIMBRA Tº INTASSOCIAÇÕES CP ESGUEIRA SENIOR AB PORTO Tº INTERDISTRITAL 7 21 GUIFÕES SC 4.3. PONTOS ALTOS NACIONAIS COMPETIÇÃO LOCAL Nº DE JOGOS ESCALÃO VENCEDOR Fase Final Nacional Ermesinde 6 SUB 16 Femininos NDA POMBAL Total 6 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
18 4.4. ACTIVIDADE INTERNACIONAL COMPETIÇÃO LOCAL Nº DE JOGOS ESCALÃO VENCEDOR U18WEC Fiba Europe Matosinhos 72 Sub 18 Femininos Rússia Eurobasket 2015 Gondomar 1 Seniores Masculinos Rep. Checa 4.5. AVALIAÇÃO No que diz respeito ao número de jogos realizados e competições organizadas, a tendência de crescimento foi comum. Reapareceu o interesse em realizar Torneios Distritais de seniores e o Torneio Distrital de Infantis SUB 13, apresenta uma adesão significativa, fazendo dele uma iniciativa a desenvolver sustentadamente e de acordo com a receptividade granjeada. Os modelos competitivos adoptados mantiveram-se estáveis, com pequenas alterações pontuais decorrentes das necessárias adaptações impostas pelo número de equipas inscritas nas diferentes competições. Procurámos desenvolver o conceito de PONTO ALTO distrital, recorrendo à realização de FASES FINAIS DISTRITAIS (em todos os escalões e géneros) salvaguardando a concentração de mais do que um escalão/género no mesmo local e em datas coincidentes (sempre que tal foi possível), mobilizando um número significativo de equipas, atletas e de público simpatizante da modalidade. Foi nossa prioridade localizar os referidos eventos em espaços de excelência para a prática da modalidade, mas também bem servidos em termos de acessibilidades e que apresentassem boas condições para quem aí se dirige para assistir. Criámos uma referência para futuro FINAL ABP, de modo a identificar claramente o produto concebido. FINAL ABP LOCAL CONCELHO SUB 14 Femininos 1ª Divisão SUB 14 Femininos Torneio InterAssociações SUB 14 Femininos 2ª Divisão SUB 14 Masculinos 1ª Divisão SUB 14 Masculinos Torneio InterAssociações SUB 14 Masculinos 2ª Divisão Pav. CLIP Pav. Mun. Gaia Pav. Mun. Gaia Pav. Mun. Gaia Pav. Mun. Gaia Pav. Mun. Gaia Porto Gaia Gaia Gaia Gaia Gaia SUB 20 Masculinos Dragão Caixa Porto SUB 19 Femininos 1ª Divisão SUB 19 Femininos 2ª Divisão SUB 18 Masculinos 1ª Divisão SUB 18 Masculinos 2ª Divisão SUB 16 Femininos 1ª Divisão SUB 16 Femininos 2ª Divisão Pav. Mun. Formigueiro Pav. CLIP Pav. Mun. Formigueiro Pav. ES Freamunde CDC Matosinhos Pav. Gimn. AC Alfenense Maia Porto Maia Paços Ferreira Matosinhos Valongo RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
19 SUB 16 Masculinos 1ª Divisão SUB 16 Masculinos 2ª Divisão CDC Matosinhos Pav. Gimn. AC Alfenense Matosinhos Valongo Como não pode deixar de ser, a promoção da modalidade e a afirmação da AB PORTO enquanto entidade que lidera o desenvolvimento do basquetebol em Portugal, passa também e muito pela assunção directa de responsabilidades na organização de grandes eventos como são o caso dos PONTOS ALTOS FPB. Em 2013/2014 assumimos a organização da FINAL NACIONAL de SUB 16 Femininos, em Ermesinde. Para além disso e pela 2ª vez consecutiva, tivemos entre nós (mais concretamente em Matosinhos) uma das competições mais importantes de basquetebol de formação na europa Campeonato Europeu SUB 18 Femininos, divisão A, que contou com as melhores 16 selecções deste continente, no qual fomos parceiros activos. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
20 5. PROVAS ORGANIZADAS PELOS CLUBES (NÃO INCLUI ACTIVIDADES DE MINIBÁSQUETE) PARTICIPAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ESCALÃO ORGANIZAÇÃO COMPETIÇÃO Nº TOTAL JOGOS EQUIPAS PARTICIPANTES GUIFÕES SC Tº IBÉRICO 11 GUIFÕES; GALITOS; AROSO; PÓVOA; D. LEÇA; COIMBRÕES MAIA BC Tº NATAL 6 CLIP; BOLACESTO; MAIA; AB PORTO; S14 JUVEMAIA ACDC CP NATAÇÃO Tº CIDADE EUROPEIA DESPORTO Tº INTERNACIONAL CPN 3 PORRIÑO; JUVEMAIA; VILA POUCA AGUIAR 17 CORTEGADA; D. LEÇA; ED VIANA; GUIFÕES; CLIP; ORENSE; AROSO; CPN; COIMBRÕES; FEMININOS S16 GDB LEÇA CP NATAÇÃO JUVEMAIA ACDC CDJ RÉGIO Tº INTERNACIONAL "O FAROL" Tº INTERNACIONAL CPN Tº CIDADE EUROPEIA DESPORTO Tº CIDADE V. CONDE CPN; ESTUDIANTES, D. LEÇA; GUIFÕES; JUVEMAIA; AB PORTO; AB VIANA CASTELO; VILA POUCA AGUIAR; ILLIABUM; JUVEMAIA; PÓVOA; CARNIDE; VASCO GAMA; VALONGO; CPN; 3 PORRIÑO; JUVEMAIA; SANJOANENSE 3 DIOGO CÃO; BARCELOS; CDJ RÉGIO; MAIA BC Tº NATAL 6 CLIP; COIMBRÕES; MAIA; AB PORTO; S19 SENIORES GUIFÕES SC Tº IBÉRICO 11 CP NATAÇÃO CP NATAÇÃO GUIFÕES SC Tº INTERNACIONAL CPN Tº INTERNACIONAL CPN Tº QUADRANGULAR GUIFÕES 17 CPN: SC BRAGA; SOLEIRA CORT.; ALGÉS; GUIFÕES; PORTOMAR CORT. GDEMAM; SC BRAGA; ORENSE; COIMBRÕES; CORTEGADA; CPN; ACADÉMICO; GDESSA; CDJ RÉGIO; NCR VALONGO; 4 CPN; GD BOLACESTO; CLIP; GUIFÕES; 4 GUIFÕES; MAIA; ESGUEIRA; ACADÉMICO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
21 GDB LEÇA Tº INTERNACIONAL "O FAROL" 15 ACADÉMICO; DRAGON FORCE; ESTUDIANTES; FOLKSTONE; D. LEÇA; OVARENSE; S14 JUVEMAIA ACDC Tº CIDADE EUROPEIA DESPORTO 3 BARCELOS; JUVEMAIA; VILA POUCA AGUIAR MAIA BC Tº NATAL 6 CURTATONE; C5 BASKET; MAIA; AB PORTO; GUIFÕES SC Tº IBÉRICO 11 SAN ADRÉS; BEIRA-MAR; VASCO GAMA; GUIFÕES; DRAGON FORCE; D. LEÇA MASCULINOS S16 GUIFÕES SC Tº IBÉRICO 11 JUVEMAIA ACDC Tº CIDADE EUROPEIA DESPORTO CAA SALESIANOS Tº PRIMAVERA 11 SAN ADRÉS; GUIFÕES; MAIA; SANJOANENSE; DRAGON FORCE; BEIRA-MAR; 3 BARCELOS; JUVEMAIA; GUIMARÃES ATC; CAA SALESIANOS; DRAGON FORCE; ACADÉMICO; MAIA; SALESIANOS OSJ MAIA BC Tº NATAL 6 CURTATONE; SANGALHOS; MAIA; AB PORTO; CDJ RÉGIO Tº CIDADE V. CONDE 3 DIOGO CÃO; BARCELOS; CDJ RÉGIO; S18 FIDES Tº ÁLVARO SANTOS 4 CDCJ PACENSE; FIDES "A"; FIDES "B"; GD BOLACESTO; SENIORES GUIFÕES SC Tº QUADRANGULAR GUIFÕES 4 GUIFÕES; GDB LEÇA; ILLIABUM; MAIA 5.1. AVALIAÇÃO A época a que nos reportamos foi, seguramente, a que mais torneios particulares registou, demonstrando uma dinâmica e vitalidade extraordinárias. Se nalguns casos as equipas presentes eram de associações limítrofes, noutros houve a preocupação e capacidade logística de proporcionar outras vivências competitivas com atletas e equipas de outros países, com particular destaque para Espanha. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
22 6. PARTICIPAÇÃO DE CLUBES EM PROVAS ORGANIZADAS POR OUTRAS ASSOCIAÇÕES Ver ponto AVALIAÇÃO Neste indicador apenas há a referir a longevidade que os TORNEIOS INTERASSOCIAÇÕES apresentam e que já ultrapassam as duas décadas de existência. Tendo-se iniciado com representantes de apenas 3 associações distritais, nas épocas mais recentes alargou-se e pela 2ª época consecutiva abrange 9 associações do norte do país, assumindo- se já como uma competição de referência para todo o país. Tem procurado salvaguardar os aspectos competitivos, sem comprometer financeiramente a sua viabilidade, partindo sempre duma organização inicial, baseada em princípios geográficos. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
23 8. SELECÇÕES DISTRITAIS/REGIONAIS 8.1. SUB 12 Geração 2002 Atleta João Pires Mafalda Ferreira Marta Amorim Pedro Baptista Daniel Madeira Sofia Carvalho Francisco Costa Carolina Moura Catarina Ferreira Afonso Brandão Tomás Castro Diogo Carvalho Pedro Carvalho Guilherme Fortunato Gonçalo Dias Fábio Vieira Henrique Gonçalves Mateus Silva Tomás Ferreira José Santos Mª. Inês Silva Ana Monte Margarida Moreira Diogo Leite João Teixeira Francisco Silva Gonçalo Felgueiras Francisca Nogueira Carolina Coelho Natália Santos Beatriz Brito Tiago Almeida Nelson Danso Manuel Magalhães Guilherme Mendes Rui Santos David Sousa João Pinto Rui Vaz Miguel Neto Clube AC Alfenense Académico FC Académico FC Académico FC Académico FC Académico FC ACR Vigorosa C5 Basket C5 Basket C5 Basket C5 Basket CAA Salesianos CAA Salesianos CAA Salesianos CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CDCJ Pacense CDCJ Pacense CDCJ Pacense CDJ Régio CDJ Régio CDJ Régio CDJ Régio CLIP CLIP CLIP CP Natação CP Natação CP Natação Dragon Force Dragon Force Dragon Force FC Gaia FC Gaia FC Gaia FIDES FIDES GD Bolacesto RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
24 Mário Henriques Joana Leal Ana Rodrigo Maria Morim Afonso Soares Bernardo Almeida Miguel Queiroga Leonor Ferreira Filipa Trancoso Rita Silva Adriana Paiva Inês Dias Bárbara Costa Filipa Costa Renato Teixeira Daniel Fidalgo Francisca Silva Inês Garcia João Portugal Miguel Ribeiro Leonor Lima Miriam Umabano Rafaela Lima Beatriz Teixeira Bárbara Silva Inês Oliveira Ana Ramos Rita Camelo Lia Carvalho Rui Silva Luis Bandeira Diogo Rodrigues Francisca Santos Inês Abreu GD Bolacesto GD Bolacesto GD Bolacesto GD Bolacesto Guifões SC Guifões SC Guifões SC Guifões SC JF Campo e Sobrado JF Campo e Sobrado JF Campo e Sobrado Juvemaia ACDC Juvemaia ACDC Lousada AC Lousada AC Maia BC Maia BC Maia BC Maia BC Maia BC NCR Valongo NCR Valongo NCR Valongo SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Vasco Gama UAA Aroso UAA Aroso UAA Aroso UAA Aroso ESTÁGIOS DE PREPARAÇÃO/SESSÕES DE TREINO E COMPETIÇÕES 1º Estágio NATAL 12 18, 19, 26 e 27 de Dezembro de 2013; 2º Estágio PÁSCOA 13 de 14 a 17 de Abril de 2014; 3º Estágio FESTA NACIONAL DE MINIBASQUETE De 25 de Junho a 02 de Julho de 2014 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
25 8.2. SUB - 14 FEMININOS Geração 2000 Atleta Maria Marinho Joana Ramos Leonor Gonçalves Mariana Teixeira Filipa Castro Sofia Meira Leonor Ferreira Marta Figueira Marta Leite Maria Varandas Marta Afonso Gabriela Saldanha Francisca Monteiro Cátia Machado Leonor Ferreira Joana Gonçalves Ana Lages Ana Leal Rita Soares Mariana Ribeiro Tânia Mendes Rita Oliveira Carolina Bandeira Carolina Baptista Clube Académico FC CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CDCJ Pacense CLIP CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação GD Bolacesto GDB Leça Guifões SC Guifões SC Juvemaia ACDC SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Vasco Gama UAA Aroso UAA Aroso ESTÁGIOS DE PREPARAÇÃO/SESSÕES DE TREINO E COMPETIÇÕES 1º Estágio NATAL 13 de 18 a 29 de Dezembro de 2013; 2º Estágio CARNAVAL 14 de 01 a 05 de Março de 2014; 3º Estágio PÁSCOA 14 de 05 a 13 de Abril de 2014; ALBUFEIRA 13 FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL de 09 a 13 de Abril de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
26 Geração 2001 Atleta Carolina Martins Diana Alves Ana Bompastor Maria Gomes Margarida Fonseca Marta Afonso Marta Leite Natália Santos Francisca Simões Rita Fortunato Leonor Carvalho Leonor Ferreira Cláudia Caxias Mariana Eugénio Rita Amaral Ana Mota Carolina Moreira Inês Silva Sofia Barbosa Clube CD Póvoa CDCJ Pacense CDJ Régio CLIP CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação GDB Leça GDB Leça Guifões SC Guifões SC Guifões SC JF Campo e Sobrado NCR Valongo SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões 4º Estágio VERÃO a 27 de Junho de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
27 8.3. SUB - 16 FEMININOS Geração 1998 Atleta Helena Pinheiro Ana Ramos Mariana Costa Ana Gonçalves Catarina Miranda Rita Teixeira Catarina Almeida Celeste Almeida Bruna Costa Maria Inês Neves Rita Pereira Beatriz Osório Sofia Jesus Beatriz Miranda Mariana Vieira Ana Sá Catarina Teixeira Catarina Fernandes Mariana Camelo Catarina Lopes Inês Silva Clube CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CDJ Régio CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação GD Bolacesto Guifões SC Guifões SC Juvemaia ACDC Juvemaia ACDC Maia BC NCR Valongo SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões ESTÁGIOS DE PREPARAÇÃO/SESSÕES DE TREINO E COMPETIÇÕES 1º Estágio NATAL 13 de 18 a 29 de Dezembro de 2013; 2º Estágio CARNAVAL 14 de 01 a 05 de Março de 2014; 3º Estágio PÁSCOA 14 de 05 a 13 de Abril de 2014; ALBUFEIRA 13 FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL de 09 a 13 de Abril de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
28 Geração 1999 Atleta Maria Marinho Ana Ramos Ana Gonçalves Bárbara Silva Catarina Almeida Patricia Almeida Bruna Costa Maria Inês Neves Marta Santiago Inês Alves Ana Pinto Maria Bessa Bruna Ferreira Mariana Coelho Mariana Camelo Catarina Lopes Ana Cristóvão Ana Pintassilgo Rita Soares Rita Oliveira Clube Académico FC CD Póvoa CDJ Régio CLIP CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação CP Natação GDB Leça Juvemaia ACDC Lousada AC Lousada AC SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Coimbrões SC Vasco Gama 4º Estágio VERÃO a 27 de Junho de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
29 8.4. S14 MASCULINOS Geração 2000 Atleta Pedro Hemsworth Tiago Alves Diogo Nova Rui Silva Miguel Rodrigues João Santos Rui Sousa Hugo Pires Ruben Conceição Gonçalo Monteiro André Valgode Hugo Ferreira Gustavo Rodrigues José Magalhães Pedro Ferreira Tiago Albano Afonso Oliveira Ricardo Pereira Gustavo Teixeira Ruben Nobre Pedro Rodrigues Hugo Neves Pedro Rothes Clube Académico FC Académico FC Académico FC AC Alfenense CD Póvoa CD Póvoa C5 Basket Dragon Force Dragon Force Dragon Force GD Bolacesto GD Bolacesto GD Bolacesto GDB Leça GDB Leça Guifões SC Guifões SC Maia BC SC Vasco Gama SC Vasco Gama SC Vasco Gama SC Vasco Gama UAA Aroso ESTÁGIOS DE PREPARAÇÃO/SESSÕES DE TREINO E COMPETIÇÕES 1º Estágio NATAL 13 de 18 a 29 de Dezembro de 2013; 2º Estágio CARNAVAL 14 de 01 a 05 de Março de 2014; 3º Estágio PÁSCOA 14 de 05 a 13 de Abril de 2014; ALBUFEIRA 13 FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL de 09 a 13 de Abril de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
30 Geração 2001 Atleta Diogo Barbosa Francisco Castanheira Gonçalo Rocha João Fernandes Rodrigo Lopes Alexandre Barbosa Diogo Gomes Miguel Rodrigues Fábio Assunção Nuno Santos Pedro Antunes Daniel Peixoto Ricardo Teixeira Diogo Matias André Valgode Hugo Ferreira Miguel Barros Paulo Barbosa Francisco Borges Pedro Pacheco Afonso Corte-Real Clube AC Alfenense AC Alfenense AC Alfenense Académico FC C5 Basket CAA Salesianos CD Póvoa CD Póvoa Dragon Force Dragon Force Dragon Force FC Gaia FC Gaia FIDES GD Bolacesto GD Bolacesto Guifões SC Maia BC SC Vasco Gama SC Vasco Gama UAA Aroso 4º Estágio VERÃO a 27 de Junho de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
31 8.5. S16 MASCULINOS Geração 1998 Atleta Nuno Oliveira Tomás Ferreira José Lino Raúl Pinto Pedro Costa Gustavo Romão João Magalhães João Rodrigues António Carneiro Ricardo Dias Pedro Silva Pedro Santos Fernando Maia Afonso Machado Valter Quitumba Bruno Cunha João Ribeiro Pedro Teixeira Gonçalo Madureira Miguel Pereira Rodrigo Teixeira Vinicius Agueiro João Marçal Paulo Martinho Luis Azevedo Clube AC Alfenense C5 Basket C5 Basket C5 Basket C5 Basket C5 Basket CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CD Póvoa CDCJ Pacense CDJ Régio Dragon Force Dragon Force Dragon Force Dragon Force Dragon Force Guifões SC Guifões SC Guifões SC Guifões SC Maia BC Maia BC SC Vasco Gama UAA Aroso ESTÁGIOS DE PREPARAÇÃO/SESSÕES DE TREINO E COMPETIÇÕES 1º Estágio NATAL 13 de 18 a 29 de Dezembro de 2013; 2º Estágio CARNAVAL 14 de 01 a 05 de Março de 2014; 3º Estágio PÁSCOA 14 de 05 a 13 de Abril de 2014; ALBUFEIRA 13 FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL de 09 a 13 de Abril de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
32 Geração 1999 Atleta Pedro Figueiredo Cláudio Santos João Barbosa Henrique Barros Gonçalo Salgueiro Gonçalo Sousa Pedro Azevedo Bernardo Azevedo Bernardo Cunha João Ribeiro Tomás Barros Miguel Cunha António Mota Josuel Mbaye Ricardo Lourenço João Festas João Marçal Vinicius Agueiro Gonçalo Monteiro Paulo Martinho Pedro Toreia Diogo Garcia Clube AC Alfenense Académico FC CAA Salesianos CB Penafiel CD Póvoa CD Póvoa CDJ Régio Dragon Force Dragon Force Dragon Force Dragon Force FC Gaia GDB Leça GDB Leça Guifões SC Juvemaia ACDC Maia BC Maia BC Maia BC SC Vasco Gama SC Vasco Gama SC Vasco Gama 4º Estágio VERÃO a 27 de Junho de 2014; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
33 8.6. ENQUADRAMENTO HUMANO RESPONSÁVEIS INICIADOS FEM. CADETES FEM. INICIADOS MAS. CADETES MASC. SELECCIONADOR Marco Rodrigues Hugo Linhares Filipe Dinis João Tiago Silva TREINADOR-ADJUNTO André Lopes André Matos André Silva Luis Pereira SECRETÁRIO Jorge Gonçalves Sofia Rodrigues Rui Casais Eduartino Pereira FISIOTERAPEUTA CHEFE COMITIVA OUTRO Miguel Ribeiro Jorge Gonçalves 8.7. INTER SELECÇÕES ESCALÃO ORGANIZAÇÃO GRUPO Nº JOGOS REALIZADOS CLASSIFICAÇÃO S14 Femininos A 6 2º CM Albufeira, FPB e S16 Femininos A 6 1º Associações S14 Masculinos A 6 3º Distritais S16 Masculinos A 6 1º SUB 14 Femininos FASE DE GRUPOS FASE DE SÉRIES FASE CLASSIFICATÓRIA Braga 14 x 95 Porto Porto 65 x 37 Santarém Porto 49 x 22 Coimbra Porto 52 x 29 Coimbra Lisboa 50 x 52 Porto Porto 55 x 60 Lisboa Classificação Final: 2º Lugar SUB 16 Femininos FASE DE GRUPOS FASE DE SÉRIES FASE CLASSIFICATÓRIA Aveiro 24 x 77 Porto Madeira 34 x 59 Porto Porto 61 x 53 Setúbal Porto 73 x 17 Braga Porto 62 x 35 Leiria Lisboa 56 x 60 Porto Classificação Final: 1º Lugar SUB 14 Masculinos FASE DE GRUPOS FASE DE SÉRIES FASE CLASSIFICATÓRIA Porto 84 x 15 C. Branco Porto 44 x 37 Braga Porto 31 x 47 Setúbal Lisboa 40 x 43 Porto Madeira 43 x 63 Porto Porto 60 x 44 Madeira Classificação Final: 3º Lugar SUB 16 Masculinos FASE DE GRUPOS FASE DE SÉRIES FASE CLASSIFICATÓRIA Vila Real 36 x 59 Porto Porto 40 x 33 Braga Porto 59 x 55 Setúbal Porto 50 x 49 Lisboa Coimbra 40 x 63 Porto Porto 55 x 42 Lisboa Classificação Final: 1º Lugar RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
34 8.8. AVALIAÇÃO Em consequência do acto eleitoral se ter realizado no final do mês de Outubro, só mais tarde do que habitual foi possível dar início ao planeamento de todo o trabalho de concepção/orientação dos diferentes grupos geracionais a observar. Assim, entendemos manter todo o corpo técnico, pois, para além da experiência acumulada e do conhecimento adquirido nos estágios de observação anteriores, estes treinadores apresentaram uma dinâmica de grupo excepcional, que muito contribuiu para os sucessos que se vieram a alcançar. Apesar de termos sentido algumas dificuldades logísticas, foi possível organizar todos os estágios de observação/preparação programados inicialmente. Procurámos melhorar os canais de comunicação entre a equipa técnica ABP e os clubes e respectivos treinadores, tendo inclusive destinado uma das sessões do projecto de Formação Continua de Treinadores que desenvolvemos em parceria com a Dragon Force, aos conteúdos técnico-tácticos utilizados nas Selecções Distritais ABP. Não foi ainda possível promover oportunidades de contacto internacional, factor determinante para desenvolver a experiência competitiva de que os/as nossos/as jovens atletas tanto carecem. Foi ainda possível melhorar um registo já de si muito bom, conquistando novamente 2 títulos nacionais (SUB 16 Masculinos e Femininos) interselecções e acrescentando ainda mais dois lugares no pódio (2º - SUB 14 Femininos e 3º SUB 14 Masculinos). Continuamos a ser a Associação que lidera o ranking de vitórias e presenças em finais, tendo conquistado títulos em todos os escalões e géneros. ESCALÃO/GÉNERO ÉPOCA 2011/12 ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 SUB 14 Masc. 2º 5º 3º SUB 14 Fem. 1º 1º 2º SUB 16 Masc. 5º 1º 1º SUB 16 Fem. 2º 2º 1º RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
35 9. PARTICIPAÇÃO EM SELECÇÕES NACIONAIS/CENTROS DE TREINO SECTOR MASCULINO SENIORES Miguel Queiroz (DRAGON FORCE) 6 Internacionalizações SUB-20 Pedro Meireles (GDB LEÇA) 15 Internacionalizações João Grosso (DRAGON FORCE) 13 Internacionalizações Pedro Bastos (DRAGON FORCE) 12 Internacionalizações João Gallina (DRAGON FORCE) 10 Internacionalizações José Miranda (DRAGON FORCE) 1 Internacionalização SUB-18 Diogo Brito (DRAGON FORCE) 15 Internacionalizações João Lucas (DRAGON FORCE) 15 Internacionalizações João Oliveira (SC VASCO GAMA) 14 Internacionalizações Pedro Oliveira (DRAGON FORCE) 13 Internacionalizações Diogo Araújo (DRAGON FORCE) 12 Internacionalizações Carlos Cardoso (GDB LEÇA) 5 Internacionalizações SUB-16 Gonçalo Madureira (GUIFÕES SC) 11 Internacionalizações Pedro Teixeira (GUIFÕES SC) 10 Internacionalizações Fernando Maia (DRAGON FORCE) 1 Internacionalização CNT JAMOR Carlos Cardoso Nuno Sá Pedro Teixeira (GDB LEÇA) (DRAGON FORCE) (GUIFÕES SC) RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
36 SECTOR FEMININO SENIORES Francisca Braga (LOUSADA AC) 7 Internacionalizações SUB-20 Joana Cortinhas (ACADÉMICO FC) 12 Internacionalizações Sara Dias (ACADÉMICO FC) 3 Internacionalizações SUB-18 Sofia Almeida (CP NATAÇÃO) 16 Internacionalizações Susana Lopes (SC COIMBRÕES) 15 Internacionalizações Francisca Meinedo (CP NATAÇÃO) 15 Internacionalizações Catarina Rolo (CP NATAÇÃO) 6 Internacionalizações Sara Moreira (CP NATAÇÃO) 4 Internacionalizações SUB-16 Catarina Miranda (CP NATAÇÃO) 13 Internacionalizações Helena Pinheiro (CD PÓVOA) 13 Internacionalizações CNT JAMOR Susana Lopes Sara Moreira Catarina Mateus (SC COIMBRÕES) (CP NATAÇÃO) (CP NATAÇÃO) 9.1. AVALIAÇÃO Demonstrando alguma sustentabilidade no registo referente à época transacta, o número de atletas internacionais sofreu uma redução, quanto a nós, pouco significativa. Destacamos mesmo termos tido internacionalizações nas selecções seniores, facto que não se tinha verificado na última época. Sabemos bem que esta dificuldade resulta de não dispormos de projectos consistentes na Liga Portuguesa de Basquetebol e na Liga Feminina de Basquetebol. ATLETAS NAS SEL. ÉPOCA 2011/12 ÉPOCA 2012/13 ÉPOCA 2013/14 NAC./CT Sector Masculino Sector Feminino RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
37 10. FORMAÇÃO DE QUADROS ÁREA DE TREINADORES FORMAÇÃO CURRICULAR CURSO NÍVEL I 2013 (1de Set a 31 de Dez) 2014 (1de Jan a 31 de Ag) FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES DATA DATA Aptos Não aptos CURSO GRAU I de 2 a 29 de Setembro Eurico Brandão; João Silva; Rui Gomes; 30 4 Nuno Leite; Paulo Neta; Joana Costa; Rui Vanzeller; Dimas Pinto; André Dias; Cristina Oliveira; António Santos; Ricardo Neves; FORMAÇÃO CONTÍNUA TÍTULO DA ACÇÃO (1de Set a 31 de Dez) (1de Jan a 31 de Agt) FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES DATA DATA Projecto FORMAÇÃO CONTINUA TREINADORES ABP/DRAGON FORCE: "Introdução de uma estratégia de ataque na unidade de treino" MONCHO LOPEZ 126 Projecto FORMAÇÃO CONTINUA TREINADORES ABP/DRAGON FORCE: "Conteúdos técnico-táticos do trabalho das Selecções ABP " JOÃO TIAGO SILVA 107 Projecto FORMAÇÃO CONTINUA TREINADORES ABP/DRAGON FORCE: "Treino da condição física" PAULO COLAÇO 127 Projecto FORMAÇÃO CONTINUA TREINADORES ABP/DRAGON FORCE: "Exercicios para aperfeiçoar o jogo colectivo no ataque e na defesa" MONCHO LOPEZ E RUI GOMES FORMAÇÃO MINIBÁSQUETE ACÇÕES REALIZADAS TÍTULO DA ACÇÃO (1de Set a 31 de Dez) (1de Jan a 31 de Agt) FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES DATA DATA RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
38 10.3. ÁREA DOS JUIZES FORMAÇÃO CURRICULAR CURSOS ESTAGIÁRIOS ANO DE 2013 (1de Set a 31 de Dez) DATA ANO DE 2014 Jan a 31de Agt) (1de DATA FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES Aptos Não aptos Àrbitros 14/12/2013 Àrbitros 11/01/ FASE INICIAL FASE FINAL Oficiais de Mesa 14/12/2014 Oficiais de Mesa 11/01/2014 Àrbitros 19/06/2014 Oficiais de Mesa 19/06/2014 Ivo Rosário; Rui Vieira; Fernando Rocha; Paulo Marques; Luis Lopes; Nuno Monteiro; Rui Azevedo; FORMAÇÃO CONTÍNUA TÍTULO DA ACÇÃO 2013 (1de Set a 31 de Dez) 2014 (1de Jan a 31 de Agt) FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES DATA DATA Regras Oficiais de Arbitragem 23-set Rui Vieira 48 Procedimentos e Regras para Oficiais de Mesa 14-out Rui Azevedo 35 Teste escrito e teste vídeo 11-nov Rui Vieira Critérios de Arbitragem 02-dez Rui Vieira Técnica de Arbitragem 10-fev Rui Vieira Aspectos ténicos fundamentais para actuação do oficial de mesa Basquetebol: Modalidade de eleição 24-fev 07-abr Rui Azevedo Rui Vieira Análise Vídeo FIBA 12-mai Fernando Rocha Ponto de vista do treinador de critérios de jogo 26-mai Manuel Romão Análise de critérios e pontos a melhorar na arbitragem 09-jun Rui Vieira 32 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
39 10.4. OUTRAS ACÇÕES DE INICIATIVA ASSOCIATIVA ACÇÕES DE INICIATIVA ASSOCIATIVA TÍTULO DA ACÇÃO (1de Set a 31 de Dez) (1de Jan a 31 de Agt) FORMADORES Nº DE PARTICIPANTES DATA DATA AVALIAÇÃO DA TAXA DE EXECUÇÃO DO PLANO ANUAL CURSO TREINADORES Nível I Nº ACÇÕES EM PLANO 1 Nº ACÇÕES REALIZADAS TAXA DE EXECUÇÃO 1 100% FORMAÇÃO CONTÍNUA % ACÇÕES MINIBÁSQUETE 1 0 0% CURSO JUIZES EST. FASE INICIAL FASE FINAL FASE INICIAL FASE FINAL FASE INICIAL FASE FINAL % 100% FORMAÇÃO CONTÍNUA DE JUÍZES % OUTRAS ACÇÕES DE INICIATIVA ASSOCIATIVA % RELAÇÃO EQUIPAS/NÍVEL TREINADORES TREINADORES INSCRITOS PRINCIPAIS ADJUNTOS EQUIPAS QUE EXIGEM Nº EQUIPAS N I N II N III TOTAL N I N II N III TOTAL GRAU I GRAU II GRAU III RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
40 10.7. CARACTERIZAÇÃO/AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO QUANTO À FORMAÇÃO DE QUADROS ÁREA DOS TREINADORES Desde a implementação do novo Plano Nacional de Formação de Treinadores que não tinha sido ainda possível às associações distritais organizar qualquer curso de treinadores de Grau I. Em Setembro de 2013 a AB PORTO conseguiu finalmente, organizar uma edição da referida iniciativa que imediatamente esgotou as 30 vagas permitidas. Paralelamente foi ainda realizada a IX edição do CLINIC INTERNACIONAL de TREINADORES, iniciativa que contou com a presença de mais dois nomes credenciados do basquetebol europeu: JAUME PONSARNAU e PACO REDONDO. Mais uma vez esta iniciativa justificou (mais de 140 treinadores presentes) os pergaminhos granjeados em edições anteriores justificando assumir-se como uma das 3 acções nacionais que constam no Plano de Formação da própria Federação Portuguesa de Basquetebol. Por outro lado, também o Projecto de Formação Continua de Treinadores ABP/DRAGON FORCE reeditou-se, desta vez com uma adesão ainda mais significativa, ultrapassando sempre a centena de assistentes em todas as 4 acções protagonizadas por MONCHO LOPEZ, PAULO COLAÇO, JOÃO TIAGO SILVA e RUI GOMES ÁREA DO MINIBÁSQUETE ÁREA DOS JUIZES Numa das áreas mais importantes para a modalidade e depois de, em 2012/13, não se ter realizado nenhum Curso de juízes, foram reunidas condições logísticas assinaláveis para que pudéssemos concretizar esta importante iniciativa. Em parceria com o DESPORTO ESCOLAR, foram formados cerca de mais de 20 árbitros e oficiais de mesa estagiários que, quase imediatamente, iniciaram a sua actividade como juízes, em resultado do défice de juízes verificado. Importa reflectir e estudar novas propostas de angariação de recursos humanos neste sector, pois a sua escassez condiciona por um lado a melhoria qualitativa da própria arbitragem assim como a própria evolução da modalidade. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
41 11. CAPTAÇÃO E FOMENTO MINIBÁSQUETE ACTIVIDADES DESPORTIVAS E DE DIVULGAÇÃO ORGANIZADAS PELA ASSOCIAÇÃO ACTIVIDADE 12 Horas Minibasquete Dia do Minibasquete "José Anjos" FESTA NACIONAL de MINIBASQUETE ENTIDADES ENVOLVIDAS AB Porto; CNMB; CM Lousada; Lousada AC; AB Porto; CM Gondomar; C5 Basket; FIDES; CNMB; AB PORTO; CM PAÇOS FERREIRA; GESPAÇOS; Nº TOTAL JOGOS Nº EQUIPAS Nº PARTICIPANTES (CRIANÇAS) ACTIVIDADES DESPORTIVAS E DE DIVULGAÇÃO ORGANIZADAS PELOS CLUBES ACTIVIDADE ORGANIZAÇÃO Nº. TOTAL JOGOS Nº EQUIPAS Nº PARTICIPANTES Convívio de Abertura Guifões SC e JF Guifões Convívio MINI 8 Guifões SC Convívio 25 de Abril Guifões SC e JF Guifões Convívio JOSÉ MAGALHÃES Guifões SC; JF Guifões; CM Matosinhos III Convívio Bar do Óscar Guifões SC; Bar do Óscar; JF Leça Palmeira ETAPA Circuito TICHA PENICHEIRO Torneio FREGUESIA de CAMPO Torneio Internacional FERNANDA MAIA Torneio Internacional Dr. VIEIRA CARVALHO SC Coimbrões; JF Campo e Sobrado; JUVEMAIA ACDC Junta de Freguesia de Campo; CM Valongo; CAA Salesianos; Maia BC; Torneio de SÃO PEDRO CD Póvoa; Convívio MATOS PACHECO Dragon Force; Torneio Internacional JUVEMAIA JUVEMAIA ACDC Convívio JOSÉ LOPES GDBL; Matosinhosport; Torneio Prof. ÂNGELO CRISTIANO Torneio do AC ALFENENSE GD Bolacesto AC Alfenense; Junta de Freguesia de Alfena; CM Valongo; RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
42 PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES ORGANIZADAS PELO CNMB EVENTO Memorial Mário Lemos Nº REPRESENTAÇÃO EQUIPAS Clubes participantes: CD Póvoa, JF Campo, FC Foz 3 Nº PARTICIPANTES XXV Jamboree Paredes de Coura FESTA NACIONAL de MINIBASQUETE Adriana Paiva - J.F.Campo Beatriz Matos - Guifões Filipa Trancoso - J.F. Campo Diogo Carvalho - Salesianos Iva Cunha - J.F. Campo João Portugal - Maia Luana Agueiro - Maia Pedro Carvalho - Salesianos Rita Silva - J.F. Campo Sofia Gomes - Guifões Atletas referidos no ponto 8.1. SD Sub PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES ORGANIZADAS POR OUTRAS ASSOCIAÇÕES E CLUBES DE OUTRAS ASSOCIAÇÕES EVENTO ORGANIZAÇÃO REPRESENTAÇÃO (SELECÇÃO OU CLUBE) Nº EQUIPAS Nº PARTICIPANTES PROJECTO DE MINIBÁSQUETE COM APOIOS AUTÁRQUICOS ORGANIZAÇÃO ENTIDADES ENVOLVIDAS FREQUENCIA SEMANAL DA ACTIVIDADE Nº PARTICIPANTES AB Porto - CM Paços Ferreira AB Porto; CM Paços Ferreira; GESPAÇOS; CDC Juv. Pacense; Treinos regulares + Concentrações Regulares 60 AB PORTO - CM Lousada - Lousada AC AB PORTO - CM Lousada - Lousada AC Treinos regulares + Concentrações Regulares 40 AB PORTO - AD GRIJÓ AB Porto; JF Grijó; Treinos regulares + Concentrações Regulares 30 AB Porto - JF Campo AB Porto; Junta de Freguesia de Campo (Valongo) Treinos regulares + Concentrações Regulares 60 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
43 11.2. FPB 3X3 NAS ESCOLAS ACÇÕES E ENCONTROS REALIZADOS Considerando a inexistência de patrocinador para o projecto 3x3 da FPB e atendendo á necessidade de se realizar uma actividade que pudesse dar resposta aos anseios de alunos e professores, a direcção técnica da AB Porto entendeu assumir a coordenação local do projecto em dois locais: PORTO e TÂMEGA. Assim, foi com extremas limitações e com o apoio de importantes parcerias (nomeadamente do DE e suas estruturas locais, assim como a ES do Pinheiro e a ES Rocha Peixoto) que foi possível realizar 2 encontros locais: PORTO: ES Rocha Peixoto (Póvoa de Varzim), 10/05/2014 INFANTIS INICIADOS JUVENIS JUNIORES ESCOLAS F M F M F M F M AE Águas Santas AE António Sérgio AE Carolina Michaelis AE Carvalhos AE Castêlo Maia 1 AE Garcia Orta 1 AE Srª. Hora AE Trofa Col. N. Srª. Esperança 1 1 Colégio D. Duarte 1 Colégio D.Dinis 1 Colégio Paulo VI Conservatório de Música 1 EB Barranha 1 EB D. António Ferreira Gomes 1 1 EB Dr. Costa Matos EB Eugénio Andrade 1 1 EB Frei M. Stª. Inês EB Matosinhos 1 1 EB Ponte EB Santa Bárbara EBS Cerco EBS Rodrigues Freitas 1 1 ES Alexandre Herculano ES Almeida Garrett ES Artistica Soares Reis 1 ES Clara Resende ES Eça Queirós ES Rio Tinto ES Rocha Peixoto ES S. Pedro Cova ES Srª. Hora Escolas; 126 Equipas; 441 alunos RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
44 TÂMEGA: Pav. Mun. Fernanda Ribeiro (Penafiel), 7/05/2014 INFANTIS INICIADOS JUVENIS JUNIORES ESCOLAS F M F M F M F M EB Amarante EB Penafiel Sudeste AE Eiriz - Ancede AE Lousada Oeste - Nevogilde EB 2,3 Lousada AE Paços de Ferreira 1 1 AE Sudeste Baião EB D. António Ferreira Gomes EB Lustosa EB Penafiel Sul EB Toutosa 1 EB Marão EBS Nogueira EBS Pinheiro EBS Vale de Ovil - Baião EB 2,3 Sec. Rebordosa ES Amarante ES Felgueiras AE Felgueiras ES Paços Ferreira ES Paredes ES Vilela EBS Joaquim Araújo ES Flávio Resende - Cinfães Ext. Vila Meã Escolas; 156 equipas; 546 alunos/as OUTROS PROJECTOS AVALIAÇÃO Em coerência com o crescimento anteriormente apontado no número de jovens que iniciaram no MINIBASQUETE a prática da modalidade em 2013/14, registou-se o maior número de que há memória de torneios/eventos particulares neste sector. Este dado, assim como igual aumento do número de Concentrações Regulares calendarizadas e geridas pela ABP, demonstra que, cada vez mais os clubes atribuem mais importância ao MINIBASQUETE. A crescente exigência na organização e na logística dos eventos para tal tem muito contribuído, conferindo-lhes maior credibilidade e consequentemente maior adesão. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
45 Com a perda do principal patrocinador do projecto 3x3 nas escolas, só muito tardiamente foi possível reestruturá-lo e relança-lo, não perdendo a oportunidade de poder realizar alguma actividade, em face até da adesão que o mesmo revelou nas épocas anteriores. Ainda assim, e contando com o imprescindível apoio das Coordenações Locais do Desporto Escolar do Porto e do Tâmega, e naturalmente com o voluntarismo de professores e motivação dos alunos, foi possível organizar as respectivas fases locais, na ES Rocha Peixoto (Póvoa de Varzim) e Penafiel, respectivamente. Não deixa, no entanto de ser preocupante, a perda de qualidade sofrida resultante da ausência quase total de apoios por parte da entidade que gere o projecto. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
46 12. OUTRAS ACÇÕES SESSÃO SOLENE DO 87º ANIVERSÁRIO DA ABP LISTA DE GALARDOADOS ATLETAS INTERNACIONAIS - (1ª INTERNACIONALIZAÇÃO NO ESCALÃO) Sector Feminino ESCALÃO CLUBE ATLETA SENIORES LOUSADA AC Francisca Braga SUB 18 CP NATAÇÃO Ana Moniz CP NATAÇÃO Francisca Meinedo ACADÉMICO FC Joana Cortinhas SC COIMBRÕES Susana Lopes SUB 16 CP NATAÇÃO Catarina Mateus NCR VALONGO Maianca Umabano Sector Masculino ESCALÃO CLUBE ATLETA SUB 20 DRAGON FORCE João Galina DRAGON FORCE Pedro Bastos SUB 18 CD PÓVOA Diogo Brito SC VASCO GAMA Nuno Ferreira GDB LEÇA Pedro Meireles SUB 16 GDB LEÇA Carlos Cardoso GDB LEÇA Hugo Pereira DRAGON FORCE Guilherme Amorim DRAGON FORCE Pedro Oliveira RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
47 OUTROS PRÉMIOS DISTINÇÃO CLUBE DO ANO Sector Masculino MAIA BC PREMIADO CLUBE DO ANO Sector Feminino CP NATAÇÃO CLUBE DO ANO Sector Minibasquete MAIA BC DIRIGENTE DO ANO PRÉMIO MOISÉS SANTOS ANTÓNIO SOUSA (LOUSADA AC) TREINADOR DO ANO PRÉMIO FRANCISCO COSTA JOÃO TIAGO SILVA (DRAGON FORCE) TREINADOR DO ANO DA FORMAÇÃO PRÉMIO PROF. ARMELINO BENTES AGOSTINHO PINTO (CP NATAÇÃO) ÁRBITRO DO ANO PRÉMIO ERNESTO MARTINS PEDRO LOURENÇO OFICIAL DE MESA DO ANO PRÉMIO BENJAMIM DO SUL ANDREIA FONSECA PRÉMIO MINIBASQUETE FUNDAÇÃO JOSÉ ANJOS GONÇALO SILVA (MAIA BC) PRÉMIO DEDICAÇÃO CÉLIO ALVES FRANCISCO MIRANDA (CAA SALESIANOS) ATLETAS DO ANO Sector Feminino ESCALÃO CLUBE ATLETA SENIORES LOUSADA AC Francisca Braga SUB-19 ACADÉMICO FC Joana Cortinhas SUB-16 CP NATAÇÃO Sofia Almeida SUB-14 CD PÓVOA Ana Ramos RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
48 Sector Masculino ESCALÃO CLUBE ATLETA SENIORES MAIA BC Pedro Tavares SUB-20 DRAGON FORCE Pedro Bastos SUB-18 GDB LEÇA Pedro Meireles SUB-16 CD PÓVOA Diogo Brito SUB-14 MAIA BC Vinicius Agueiro VENCEDORES DE PROVAS PARTICIPAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMPETIÇÃO VENCEDOR Tº InterAssociações S14M CD Póvoa "A" Tº InterAssociações S18M FC Gaia CD 1ª Div. S14M CD 2ª Div. S14M CD 1ª Div. S16 M CD 2ª Div. S16 M CD 1ª Div. S18 M CD 2ª Div. S18 M CD 1ª Div. S20 M Maia BC UAA Aroso GDB Leça Club 5 Basket SC Vasco Gama CDJ Régio Dragon Force Tº InterAssociações S14 F CD Póvoa Tº InterAssociações S19 F Juvemaia ACDC CD 1ª Div. S14F CD 2ª Div. S14F CD 1ª Div. S16 F CD 2ª Div. S16 F CD 1ª Div. S19 F CD 2ª Div. S19 F CP Natação GD Bolacesto CP Natação "A" CP Natação "B" CP Natação CDJ Régio RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
49 13. CONCLUSÕES Num contexto de clara mudança, caracterizado pela entrada de novos elementos e nova equipa directiva, a AB PORTO, também desta forma, assume mais uma vez um papel de liderança, estabelecendo um novo paradigma para toda a comunidade basquetebolística. Para fazer face a grandes desafios é necessário implementar novas medidas e ir à procura de novas soluções. O financiamento estatal do movimento associativo parece tem os dias contados e as instituições gestoras do fenómeno desportivo necessitam de se ajustar a esta nova conjuntura. Criar, inovar e empreender são palavras-chave de um futuro que já começou e que muitos ainda não se deram conta. Relativamente à avaliação dos principais indicadores referenciados neste documento, importa recuperar a alusão ao crescimento generalizado verificado no seio da AB PORTO. Parece ter-se invertido um ciclo de decréscimo anunciado na época transacta e que agora é categoricamente desmentido. Tal, reafirma ainda mais a liderança nacional desta associação em praticamente todas as frentes desportivas do basquetebol. Ainda no que diz respeito aos principais indicadores quantitativos, importará perceber porque motivos alguns escalões contribuem negativamente para este crescimento, em desfavor de outros. O mesmo se passará com o género. E o que se poderá fazer para influenciar determinadas tendências? Desportivamente e apesar dos clubes ABP terem conquistado um menor número de títulos nacionais, comparativamente com a época anterior, a presença constante nos principais momentos da sua discussão foi em quase todas as circunstâncias, uma realidade. Nos escalões de formação, os clubes da AB PORTO estiveram presentes em todas as Finais Nacionais, destacando-se as vitórias em campeonatos nacionais de SUB 20 Masculinos (DRAGON FORCE) e SUB 14 Femininos (SC COIMBRÕES). Nas Taças Nacionais podemos ainda realçar as conquistas do GUIFÕES SC (SUB 18 Masculinos) e do MAIA BC (SUB 19 Femininos). Nos escalões seniores, as prestações desportivas mais relevantes foram a conquista do titulo da PROLIGA pela DRAGON FORCE, o 2º lugar do SC VASCO da GAMA (CN 1ª Divisão Masculina) e consequente subida á PROLIGA e ainda o 2º lugar do ACADÉMICO FC (CN 1ª Divisão Feminina) e a resultante ascensão á LIGA FEMININA. Do ponto de vista da representação distrital, as Selecções AB Porto, melhoraram globalmente as prestações anteriormente obtidas, trazendo do Algarve (FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL) mais 2 títulos InterSelecções (SUB 16 Masculinos e Femininos) e acrescentando-lhes mais duas subidas ao pódio (2º lugar SUB 14 Femininos e 3º lugar SUB 14 Masculinos), reeditando assim o 1º lugar no ranking das associações presentes. Também a sua congénere SUB 12 obteve um valoroso 2º lugar na FESTA NACIONAL de MINIBASQUETE, evento que co-organizámos e que decorreu pela 4ª vez em Paços de Ferreira. Um dos sectores mais valorizados foi, sem dúvida, o da FORMAÇÃO DE TREINADORES, com a realização dum Curso de Grau I, do IX CLINIC INTERNACIONAL de TREINADORES e do projecto de FORMAÇÃO CONTINUA de TREINADORES ABP/DRAGON FORCE, todas elas iniciativas com expressivas adesões, reveladoras do interesse suscitado e granjeado em acções anteriores. Com idênticas preocupações, mas no âmbito da formação de outros agentes determinantes para a evolução da modalidade, retomámos a realização (que suscita uma necessária periodicidade anual) do Curso de JUÍZES ESTAGIÁRIOS, recuperando uma importante parceria com o DESPORTO ESCOLAR. Esta iniciativa permitiu-nos, a partir de Fevereiro e com a inclusão de 43 novos elementos, reduzir significativamente, o número de jogos oficiais sem juízes nomeados, factor que devemos considerar prioritário para o desenvolvimento do jovem praticante. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
50 Retomando um ciclo regular de crescimento, somente interrompido na última época, no sector de MINIBASQUETE registaram-se mais de 6 centenas de jogos realizados no âmbito das Concentrações Regulares da AB PORTO. De igual modo, aumentou o número de Torneios particulares da responsabilidade directa dos clubes (e em muitos casos com o apoio do poder local), tornando este sector o mais dinâmico da modalidade. Ainda neste parâmetro há a registar 3 PONTOS ALTOS da responsabilidade da AB PORTO e que representaram, seguramente, 3 importantes momentos na promoção e divulgação da modalidade: 12 HORAS de MINIBASQUETE; o DIA DO MINIBASQUETE e a FESTA NACIONAL de MINIBASQUETE. No primeiro exemplo referido, foram cerca de 80 equipas de 6 associações distritais diferentes que encheram o Pav. Mun. de Lousada e o Pav. EB 2,3 Nogueira na cidade de Lousada, durante 2 dias inteiros (01 e 02 de Março). No dia 10 de Junho, foi a vez de comemorarmos o encerramento oficial das actividades do escalão organizadas pela ABP e pela primeira vez foi possível realizar um evento da modalidade no magnífico Pav. Multiusos de Gondomar, no qual marcaram presença mais de 70 equipas, que jogaram todo o dia em 6 campos montados propositadamente para o efeito. Por último, mais uma vez, acolhemos em Paços de Ferreira, o mais importante evento de Minibasquete organizado a nível nacional, que contabilizou 15 selecções/representações de diferentes distritos de todo o país - FESTA NACIONAL de MINIBASQUETE, só possível com o apoio directo do Comité Nacional de Minibasquete e da CM Paços de Ferreira. Neste domínio, um dos aspectos a valorizar futuramente, prende-se necessariamente, com a formação dos monitores, área especifica muito deficitária, não só ao nível local, como também ao nível nacional. De igual modo, importa intervir na realização de iniciativas direccionadas para os pais dos atletas, elementos intervenientes que sustentam (acompanham, transportam, financiam, etc ) toda esta dinâmica e que necessitam também de influências positivas do ponto de vista comportamental. Com a perda do patrocinador, foi feito um grande esforço envolvendo toda a estrutura nacional e distrital da modalidade, no sentido de assegurar a realização de, pelo menos, alguma actividade no âmbito do projecto 3X3 nas escolas. Com a sua tardia reformulação e pelas suas fortes restrições logísticas, apenas foi possível, realizar uma Fase Local em cada CLDE da nossa responsabilidade. Naturalmente, que todos estes constrangimentos tiveram óbvios reflexos na qualidade das organizações. Ainda assim, na CLDE Tâmega foi possível dinamizar esta vertente da modalidade com a participação de mais de 5 centenas de alunos, divididos em 156 equipas oriundas de 25 escolas, ao passo que na CLDE Porto a iniciativa contou com a presença de 441 alunos, 126 equipas de 32 escolas inscritas. Um dos dados mais positivos registados foi, seguramente, o desenvolvimento das relações institucionais das estruturas da modalidade com as suas congéneres do Desporto Escolar. Com o intuito de reconhecer meritoriamente, todos aqueles que, de algum modo, se destacaram no decorrer da época desportiva anterior, realizou-se mais uma edição da GALA ABP cerimónia comemorativa do seu 87º aniversário, que decorreu novamente no Salão Nobre dos Paços de Concelho da CM Matosinhos, autarquia que tem prestado um apoio inexcedível à modalidade. Um dos aspectos no qual a AB PORTO tem-se destacado diz respeito à regular organização de PONTOS ALTOS do calendário competitivo não só distrital, como também nacional e até internacional. 2013/14 foi uma época desportiva marcada pela importante realização do Campeonato Europeu de SUB 18 Femininos Divisão A, evento que decorreu no Concelho de Matosinhos e que, mais uma vez, contou com uma significativa adesão de público, bem expresso nas assistências registadas no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. Esta foi uma organização que recebeu rasgados elogios de todas as comitivas presentes, assim como da própria FIBA EUROPE e constitui-se como uma excelente oportunidade de promoção e divulgação da modalidade, só possível com o importante contributo da autarquia de Matosinhos, que nas épocas mais recentes tem demonstrado um inequívoco apoio à modalidade. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
51 Ainda no âmbito da realização de PONTOS ALTOS, a AB PORTO associou-se à CM VALONGO, à Junta de Freguesia de Ermesinde e ao CP Natação, na organização da FASE FINAL do Campeonato Nacional de SUB 16 Femininos. RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
52 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
53 PLANO DE ACTIVIDADES 2014/15 ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO
54 Índice 1. Introdução Objectivos e Estratégias Definição de Metas para o quadriénio 2008/ Praticantes Federados Treinadores Inscritos Juízes Inscritos Equipas Clubes Expansão territorial Principais vectores para concretizar as metas propostas Regulamento de Provas Programa 1 Captação e Formação de Praticantes Captação e Fomento Minibasquete FPB 3X3 nas escolas Variante 3x3 âmbito distrital Projectos para os mais aptos Selecções Distritais Festas Nacionais Programa 2 Rendimento Calendarização Distrital AB Porto Sector Masculino Sector Feminino Programa 3 Formação de Quadros Linhas Orientadoras para Objectivos Específicos Área Treinadores Área Minibasquete Área Juízes Acções a realizar Área Treinadores Formação Curricular Cursos de GRAU I Formação Continua Candidatura a Acções de âmbito nacional Área Juízes Formação Curricular Cursos de Juízes Estagiários Formação Continua Dirigentes 121 PLANO DE ACTIVIDADES
55 1.INTRODUÇÃO Tendo assumido funções há sensivelmente um ano (desde Outubro de 2013), a actual direcção da AB Porto procura, paulatinamente estabelecer/executar alguns dos objectivos/estratégias definidos/as no seu programa eleitoral, tendo consciência de que o seu sucesso dependerá sempre de um rigoroso cumprimento orçamental a par da capacidade de implementação de medidas que visem atrair/criar recursos financeiros alternativos. Paralelamente procurará intensificar a promoção e dinamização dos diferentes sectores da modalidade, procurando inovar e adoptar um posicionamento proactivo face ao contexto onde nos inserimos. Será com certeza motivo de grande importância proporcionar oportunidades de participação interna, motivando intervenções activas, positivas e assíduas dos agentes envolvidos na modalidade, na lógica distrital. Neste sentido, o Plano de Actividades 2014/15 patenteia as linhas orientadoras que nortearão toda a actividade a desenvolver no seio da AB Porto. PLANO DE ACTIVIDADES
56 2. OBJECTIVOS E ESTRATÉGIAS 2.1. DEFINIÇÃO DE METAS PARA O QUADRIÉNIO 2012/ PRATICANTES FEDERADOS FEMININOS MASCULINOS TOTAL TREINADORES INSCRITOS GRAU I GRAU II GRAU III TOTAL TOTAL JUIZES INSCRITOS ÁRBITROS OFICIAIS DE MESA TOTAL PLANO DE ACTIVIDADES
57 EQUIPAS MASCULINOS ESCALÕES JOVENS SENIORES S14 S16 S18 S20 CN 1ª D PROLIGA LIGA TOTAL FEMININOS ESCALÕES JOVENS SENIORES S14 S16 S19 2ª DIVISÃO 1ªDIVISÃO LIGA TOTAL CLUBES TOTAL CLUBES PLANO DE ACTIVIDADES
58 2.1.6 EXPANSÃO TERRITORIAL Concelhos Basquetebol Federado Clubes FPB 3x3 Desporto Escolar Amarante Sim Baião Sim Felgueiras Sim 1 CB FELGUEIRAS; RFM LIXA; Sim Gondomar Sim 1 - FIDES; C5 BASKET; Sim Sim Lousada Sim 1 - LOUSADA AC; Sim Sim Maia Sim 2 - JUVEMAIA ACDC; MAIA BC; Sim Sim Marco de Canavezes Sim Matosinhos Sim 2 - GDB LEÇA; GUIFÕES SC; Sim Sim Paços de Ferreira Sim 1 CDC JUV. PACENSE; Sim Paredes Sim Sim Sim Penafiel Sim 1 - CB PENAFIEL; Sim Sim Porto Sim 6 - ACADÉMICO FC; CAA SALESIANOS; DRAGON FORCE; UAA AROSO; SC VASCO GAMA; CLIP; FC FOZ; Sim Sim Póvoa de Varzim Sim 1 - CD PÓVOA; Sim Sim Stº. Tirso Sim Sim Trofa Sim 1 ACR VIGOROSA; Sim Valongo Sim 4 AC ALFENENSE; CP NATAÇÃO; NCR VALONGO; JF CAMPO E SOBRADO; Sim Sim Vila do Conde Sim 1 - CD JOSÉ RÉGIO; Sim Vila Nova de Gaia Sim 5 FC GAIA; GD BOLACESTO; SC COIMBRÕES; AD GRIJÓ; BC GAIA; ASS. POWERTOGETHER; APOD; Sim Sim PLANO DE ACTIVIDADES
59 2.2. PRINCIPAIS VECTORES PARA CONCRETIZAR AS METAS PROPOSTAS É nossa crença que a modalidade apresenta um significativo potencial e que esse potencial está longe de se encontrar devidamente explorado e valorizado. Elevar, de forma sustentada, o número de praticantes (entre outros indicadores), num contexto social e financeiro adverso (realidade registada há algumas épocas a esta parte) é um facto que sugere isso mesmo. Não obstante, os aspectos qualitativos da dinâmica do basquetebol deverão ser igualmente merecedores da maior atenção. Nesse sentido, perspectivamos: (a) Promover o envolvimento e a participação colectiva de CLUBES, DIRIGENTES, TREINADORES, JUÍZES, PAIS e outros agentes, estimulando um ambiente mobilizador, solidário e inclusivo; (b) Apoiar o crescimento registado no número de praticantes com iniciativas que exijam maior rigor no planeamento das diversas actividades, no sentido de melhorar a organização e credibilizar o MINIBASQUETE; (c) Desenvolver projectos estruturantes no âmbito da FORMAÇÃO de agentes, nomeadamente no que diz respeito a DIRIGENTES, TREINADORES, JUÍZES, mas também (e não menos importante) PAIS; (d) Envolver, enquadrar e organizar a variante de 3x3, numa perspectiva integrada das componentes lúdica, desportiva e comercial, subjacente aos princípios traçados pela FIBA Mundo, adaptados à realidade distrital, na tentativa de angariar, melhorar e fidelizar praticantes, outros agentes desportivos, patrocinadores e adeptos da modalidade;. PLANO DE ACTIVIDADES
60 3. REGULAMENTO DE PROVAS 1. CALENDÁRIO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB NOVEMBRO DEZEMBRO 2015 JANEIRO DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB FEVEREIRO MARÇO ABRIL DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB MAIO JUNHO JULHO DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB FERIADOS: Agosto 6ª feira N. Srª. Assunção 01 Janeiro 5ª feira Ano Novo 08 Dezembro 2ª feira N. Srª. Conceição 17 Fevereiro 3ª feira Carnaval 25 Dezembro 5ª feira Natal 03 Abril 6ª feira Sexta-feira santa 05 Abril Domingo Páscoa 25 Abril Sábado Dia da Liberdade 01 Maio 6ª feira Dia do Trabalhador 10 Junho 4ª feira Dia de Portugal 24 Junho 4ª feira São João PLANO DE ACTIVIDADES
61 2. CALENDÁRIO ESCOLAR (Despacho nº 8651/2014, publicado em DR nº ª série, de ) 2.1. Ensino Básico e Secundário PERÍODO INÍCIO TERMO 1º Entre 11 e 15 de Setembro de Dezembro º 05 de Janeiro de Março de º 07 de Abril de Junho para os 6º, 9.º 11º e 12.º anos; 12 Junho para 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 7º, 8º e 10º anos INTERRUPÇÕES LECTIVAS 1ª 2ª 3ª De 17 de Dezembro 2014 a 02 Janeiro Natal De 16 a 18 de Fevereiro Carnaval De 23 de Março a 06 de Abril Páscoa 2.2. Períodos de Exames EXAMES DO 1º E 2º CICLO 1ª Fase De 12 a 21 de Maio de 2015 inclusive 2ª Fase Entre 13 a 17 de Julho de 2015 inclusive EXAMES DO 3º CICLO 1ª Chamada Entre 15 e 24 de Junho de 2015 inclusive 2ª Chamada Entre 01 e 07 de Setembro de 2015 inclusive ENSINO SECUNDÁRIO 1ª Fase Entre 15 e 25 de Junho de 2015 inclusive 2ª Fase Entre 17 e 21 de Julho inclusive PLANO DE ACTIVIDADES
62 3. PARAGENS OBRIGATÓRIAS DAS COMPETIÇÕES EM 2014: SETEMBRO 12 A 14: SETEMBRO 21, 22, 27 E 28: Árbitros Nacionais de 1ª Categoria e Comissários Anadia; Oficiais de Mesa Nacionais (de Leiria para Norte) Porto e Anadia/Sangalhos; Oficiais de Mesa Nacionais (de Santarém para Sul e Ilhas) Lisboa, Olhão, Funchal e Angra do Heroísmo; SETEMBRO 26 A 28: Árbitros Nacionais de 2ª Categoria Sangalhos; OUTUBRO (DATAS A DESIGNAR): - Acções de Formação: Promoções e Potenciais Talentos Sangalhos/Anadia; OUTUBRO 31 A NOVEMBRO 02: - CLINIC ANJB (Juízes) COVILHÃ; - CLINIC INTERNACIONAL de Treinadores AB PORTO; DEZEMBRO 16 A 31: As competições regionais serão autorizadas mas sem prejuízo do trabalho das SELECÇÕES NACIONAIS E REGIONAIS. ESTÁGIOS DAS SELECÇÕES DISTRITAIS SUB 12, SUB 13, SUB 14 E SUB 16; EM 2015: FEVEREIRO 14 A 18: As competições regionais serão autorizadas mas sem prejuízo do trabalho das SELECÇÕES NACIONAIS E REGIONAIS. ESTÁGIOS DAS SELECÇÕES DISTRITAIS SUB 12, SUB 13, SUB 14 E SUB 16; Março 21 a 29 JUNHO 13 E 14: JUNHO 27 E 28: FESTA DO BASQUETEBOL JUVENIL E ACTIVIDADES PARALELAS; CLINIC INTERNACIONAL DE TREINADORES ANTB/ENB; CLINIC INTERNACIONAL DE FORMAÇÃO FPB/ENB: paragem de todas as competições nacionais e regionais oficiais, incluindo torneios particulares e convívios de Minibasquete; JUNHO 23 A 05 DE JULHO: ESTÁGIOS DAS SELECÇÕES DISTRITAIS SUB 12, SUB 13 E SUB 15; PLANO DE ACTIVIDADES
63 4. ESTÁGIOS DAS SELECÇÕES DISTRITAIS CALENDARIZAÇÃO DAS ACÇÕES SECTOR MASCULINO SECTOR FEMININO 1ª Acção NATAL 2014 DEZEMBRO: 22, 23, 26, 27, 28, 29, 30 JANEIRO: 02, 03, 04; 2ª Acção CARNAVAL 2015 FEVEREIRO: 14, 15, 16, 17, 18; 3ª Acção PÁSCOA 2015 MARÇO: 21, 22, 23, 24 Festa do Basquetebol Juvenil 2015 MARÇO 25, 26, 27, 28, 29 4ª Acção VERÃO 2015 JUNHO: 22, 23, 25, 26, 27, 28 1ª Acção NATAL 2014 DEZEMBRO: 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 26, 27, 28, 29, 30; 2ª Acção CARNAVAL 2015 FEVEREIRO: 14, 15, 16, 17, 18; 3ª Acção PÁSCOA 2015 MARÇO: 21, 22, 23, 24 Festa do Basquetebol Juvenil 2015 MARÇO 25, 26, 27, 28, 29 4ª Acção VERÃO 2015 JUNHO: 22, 23, 25, 26, 27, 28 SUB 14 SUB 16 MINIBASQUETE 1ª Acção NATAL 2014 DEZEMBRO: 22, 23, 26, 27, 28, 29, 30 JANEIRO: 02, 03, 04; 2ª Acção CARNAVAL 2015 FEVEREIRO: 14, 15, 16, 17, 18; 3ª Acção PÁSCOA 2015 MARÇO: 21, 22, 23, 24 Festa do Basquetebol Juvenil 2015 MARÇO 25, 26, 27, 28, 29 4ª Acção VERÃO 2015 JUNHO: 22, 23, 25, 26, 27, 28 1ª Acção NATAL 2014 DEZEMBRO: 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 26, 27, 28, 29, 30; 2ª Acção CARNAVAL 2015 FEVEREIRO: 14, 15, 16, 17, 18; 3ª Acção PÁSCOA 2015 MARÇO: 21, 22, 23, 24 Festa do Basquetebol Juvenil 2015 MARÇO 25, 26, 27, 28, 29 4ª Acção VERÃO 2015 JUNHO: 22, 23, 25, 26, 27, 28 1ª Acção NATAL 2014 DEZEMBRO: 22, 23, 26, 27, 28, 29, 30 JANEIRO: 02, 03, 04; 2ª Acção PÁSCOA 2015 MARÇO: 30, 31 ABRIL: 01, 02; SUB 12 4ª Acção VERÃO 2015 JUNHO: 28, 29, 30, JULHO: 01, 02, 03, Festa Nacional de Minibasquete 2015 JULHO 02, 03, 04, 05 PLANO DE ACTIVIDADES
64 5. ESCALÕES ETÁRIOS SECTOR MASCULINO ESCALÕES ANO DE NASCIMENTO Mini a), 2008; e 2009 (*) Mini , 2006 Mini , 2004 Sub , 2002 Sub , 2000 Sub , 1998 Sub , 1996 c) Seniores 1994 e antes d) (Esperanças) (*) Inscrição após seis anos completos. a) Os nascidos em 2007 jogarão em Mini 08 e em Mini 10, de acordo com a decisão do clube. b) Os nascidos em 2005 jogarão em Mini 10 e em Mini 12 de acordo com a decisão do clube. c) Em cada jogo nas competições de Sub 20 cada equipa pode inscrever no Boletim de Jogo 1 (um) jogador que complete 20 ou 21 anos até 31 Dezembro, o mesmo será dizer, até 1 jogador nascido em 1993 e d) Esperanças: este escalão engloba todos os jogadores nascidos em 1991 ou depois. SECTOR FEMININO ESCALÕES ANO DE NASCIMENTO Mini a), 2008; e 2009 (*) Mini , 2006 Mini , 2004 Sub , 2002 Sub , 2000 Sub , 1997, 1998 Seniores 1995 ou antes (*) Inscrição após seis anos completos. a) Os nascidos em 2007 jogarão em Mini 08 e em Mini 10, de acordo com a decisão do clube. b) Os nascidos em 2005 jogarão em Mini 10 e em Mini 12 de acordo com a decisão do clube. PLANO DE ACTIVIDADES
65 MASCULINOS CATEGORIA (IDADE) MINI 12 d) SUB 14 (a) SUB 16 (a) 6. SUBIDAS DE ESCALÃO SUBIDA SIMPLES DE ESCALÃO PARA SUB 14 SUB 16 Fica vinculado a este escalão logo que tome parte activa no jogo, excepto os 3 jogadores expressamente indicados pelo clube até 8 dias antes do inicio da competição nacional de SUB 16; b) SUB 18 Pode jogar em ambos os escalões (Sub 16 e Sub 18); SUB 20 SUB 18 Pode jogar em sénior, sénior Sub 20 e Sub (a) 18 com a subida simples; NOTA: Os jogadores Sub 18 podem jogar simultaneamente em Sub 18, Sub 20 e Esperanças. DUPLA SUBIDA DE ESCALÃO PARA SUB 18 Pode jogar em ambos os escalões (Sub 16 e Sub 18); (c) SUB 20 Após 1º jogo de participação activa, não poderá jogar em Sub 16; só em Sub 20 e Sub 18; (c) FEMININOS CATEGORIA (IDADE) MINI 12 d) SUB 14 (a) SUB 16 (a) SUB 19 SUBIDA SIMPLES DE ESCALÃO PARA SUB 14 SUB 16 Fica vinculado a este escalão logo que tome parte activa no jogo, excepto os 3 jogadores expressamente indicados pelo clube até 8 dias antes do inicio da competição nacional de SUB 16; b) SUB 19 Pode jogar em ambos os escalões (Sub 16 e Sub 19); SÉNIOR Poderá jogar em Sub 19 e Sénior, quando solicitada a subida de escalão, através de impresso próprio. DUPLA SUBIDA DE ESCALÃO PARA SUB 19 Pode jogar em ambos os escalões (Sub 16 e Sub 19); (c) SÉNIOR Pode jogar em ambos os escalões (Sub 19 e Sénior); a) Aplica-se nas provas de âmbito nacional. Cada Associação decidirá de acordo com as suas realidades a opção a tomar, que deverá ser clarificada antes do início de qualquer competição ou torneio distrital ou interdistrital; b) Considera-se participação efectiva quando o jogador toma parte activa no jogo. Tal comprova-se documentalmente através do Boletim de Jogo. c) Um(a) jogador(a), nas provas nacionais, pode jogar simultaneamente no escalão correspondente à sua idade ou dois escalões acima, desde que o Clube a que está vinculado(a) não participe no escalão intermédio. Não se aplica à dupla subida Sub 14 / Sub 18 e Sub 14 Femininos/Sub 19. Nestes casos o(a) Jogador(a) ficará preso(a) ao escalão a que subiu logo que tome parte activa num jogo desse escalão. d) Em ambos os casos (atletas nascidos/as em 2003 e 2004) os/as atletas poderão efectuar subida de escalão para SUB 14, sem qualquer tipo de vinculo ao escalão superior; PLANO DE ACTIVIDADES
66 ÂMBITO ASSOCIATIVO Ao abrigo da alínea a) Sub 14 / Sub 16 MASCULINO E FEMININO De acordo com o regulamentado para as competições nacionais procede-se, em certa medida, a uma uniformização de critérios, no que diz respeito às Subidas de Escalão Sub 14 / Sub 16 MASCULINO e FEMININO. Nesse sentido, permitir-se-á que quaisquer 3 (três) atletas SUB 14 possam actuar (por jogo) no escalão SUB 16, sem vinculo definitivo, desde que sejam possuidores da respectiva subida de escalão. No caso de algum clube pretender actuar com mais do que o número estipulado (3 atletas Sub 14/ por jogo no escalão SUB 16), só o poderá fazer definindo antecipadamente qual (ais) os (as) atletas que actuam no escalão superior a título definitivo, antes de os utilizar novamente nos jogos do escalão SUB 14, sob pena da equipa poder vir a ser penalizada com FALTA DE COMPARÊNCIA, por participação irregular de atletas. Esta penalização incidirá sempre sobre o escalão SUB 14. A referidas definições deverão ser comunicadas por escrito para os serviços administrativos da ABP antes do inicio da prova. Recordamos que o controle desta normativa associativa só se produzirá contra denúncia de algum dos intervenientes. NOTA: A SUBIDA DE ESCALÃO, NO ENTANTO, DEVE SER SEMPRE EFECTUADA. PLANO DE ACTIVIDADES
67 7. CLUBES COM 2 OU MAIS EQUIPAS NO MESMO ESCALÃO Os clubes que têm duas ou mais equipas inscritas no mesmo escalão devem indicar à AB Porto os nomes e os números de licença federativa dos atletas que compõem cada uma das equipas, com uma antecedência de 8 (oito) dias úteis em relação à data do primeiro jogo em que participam. Devem observar as seguintes normas: a) Cada uma das equipas deverá de ser composta por um mínimo de 10 (dez) atletas; b) Os clubes poderão fazer alterações à composição das equipas, no final de provas e/ou fases, observando-se sempre a autorização prévia e respectiva divulgação em comunicado por parte da Associação de Basquetebol do Porto; c) Os (as) atletas das equipas «B» e «C» poderão participar nos jogos da equipa «A» sem carecer de informação ou autorização da AB Porto. Excluem-se desta normativa se ambas as equipas disputarem o mesmo grupo/série de uma mesma prova; d) Em caso algum os atletas pertencentes à equipa «A» podem participar nos jogos das equipas «B» ou «C»; e) As equipas «B», «C» e seguintes não se poderão classificar para qualquer competição Nacional, Interdistrital, 2ª Fase de Campeonatos Distritais da 1ª Divisão, bem como para qualquer Fase Final Distrital, assim como não se poderão sagrar CAMPEÕES DISTRITAIS em qualquer categoria e/ou escalão; Em provas que não seja possível criar séries/grupos compostos exclusivamente por equipas «B», o sorteio será condicionado de modo a evitar a integração no mesmo grupo da respectiva equipa «A». PLANO DE ACTIVIDADES
68 8. TAMANHO DAS BOLAS As bolas de jogo para as diferentes categorias, para a época 2014/2015 serão as seguintes: CATEGORIA (masculinos) TAMANHO SENIORES SUB 20 SUB 18 Modelo nº 7 SUB 16 SUB 14 Modelo nº 6 MINIBASQUETE Modelo nº 5 CATEGORIA (femininos) TAMANHO SENIORES SUB 19 Modelo nº 6 SUB 16 SUB 14 MINIBASQUETE Modelo nº 5 PLANO DE ACTIVIDADES
69 9. REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO (ESCALÕES SUB 14 E SUB 16) O regulamento a ser aplicado em TODAS AS PROVAS DE ÂMBITO ESTRITAMENTE DISTRITAL, nos escalões de Sub 14 e Sub 16, masculinos e femininos, na época 2014/2015 é o constante das REGRAS OFICIAIS FPB, com as seguintes alterações e ajustamentos: A A existência dos aparelhos de 24 segundos em jogos de SUB 14 Masculinos e Femininos não é obrigatória devendo, no entanto, ser da responsabilidade do cronometrista a determinação dos 24 segundos, sempre que o aparelho de 24 segundos não exista. B Art.º 1. - Definições Vencedor do Jogo ESCALÃO SUB 14 A equipa que tenha marcado um maior número de pontos no final do tempo regulamentar do 4º período ou, se necessário, do período suplementar, será a vencedora, excepto se uma equipa se apresentar com 9, 8, 7, 6 ou 5 jogadores (as). ESCALÃO SUB 16 A equipa que tenha marcado um maior número de pontos no final do tempo regulamentar do 4º período ou, se necessário, do período suplementar, será a vencedora, excepto se uma equipa se apresentar com 7, 6 ou 5 jogadores (as) Nestes casos a equipa realizará obrigatoriamente o jogo, contudo os pontos correspondentes à vitória serão averbados à equipa que cumpriu o presente regulamento O resultado do jogo será: A equipa cumpridora vence por 20 0 se ficou em desvantagem no marcador no final do jogo ou em vantagem por menos de 20 pontos. A equipa cumpridora vence pelo resultado final do jogo, se ficou em vantagem superior a 20 pontos no marcador. ESCALÃO SUB Sempre que o jogo for realizado nestas circunstâncias, à equipa que se apresentar com 9, 8, 7, 6 ou 5 jogadores (as) será sempre atribuído 1 (um) ponto de classificação (derrota). No caso de ambas as equipas se apresentarem em incumprimento, a ambas será atribuído 1 (um) ponto de classificação (derrota). ESCALÃO SUB Sempre que o jogo for realizado nestas circunstâncias, à equipa que se apresentar com 7, 6 ou 5 jogadores (as) será sempre atribuído 1 (um) ponto de classificação (derrota). No caso de ambas as equipas se apresentarem em incumprimento, a ambas será atribuído 1 (um) ponto de classificação (derrota). C Art.º 12º Equipas ESCALÃO SUB Cada equipa é constituída por um máximo de 12 (doze) jogadores membros da equipa qualificados para jogar e no mínimo por 10 (dez), um dos quais é o capitão. ESCALÃO SUB Cada equipa é constituída por um máximo de 12 (doze) jogadores membros da equipa qualificados para jogar e no mínimo por 8 (oito), um dos quais é o capitão. D Art.º 28º Substituições Os jogadores que participaram efectivamente no primeiro período serão substituídos no segundo período por outros cinco jogadores que jogarão, por sua vez, todo o tempo deste período Na segunda parte (terceiro e quarto períodos) as substituições e o tempo de cada jogador em campo estarão de acordo com o critério do Treinador. PLANO DE ACTIVIDADES
70 As equipas que se apresentem com 11 (onze) jogadores (as) poderão utilizar 6 (seis) jogadores (as) no 1º ou 2º período, fazendo substituições livremente entre os 6 (seis) jogadores (as) que deverão ser devidamente assinalados no boletim de jogo. As equipas que se apresentem com 12 (doze) jogadores (as) poderão utilizar 6 (seis) jogadores (as) no 1º período e outros (as) 6 (seis) jogadores (as) no 2º período, fazendo substituições livremente entre os 6 (seis) jogadores (as) que deverão ser devidamente assinalados no boletim de jogo; No caso de uma equipa que se apresente com 12 (doze) jogadores (as), a utilização do 11º e/ou 12º jogador (a) durante a segunda parte do jogo (3º e 4º períodos), bem como o tempo de jogo a eles destinados será de acordo com o critério do treinador, independentemente do número de jogadores (as) que a outra equipa inscreva no boletim de jogo Em qualquer circunstância, nenhum jogador poderá jogar mais de três períodos de uma partida e terá de descansar no mínimo um período completo até final do terceiro período, a não ser quando, manifestamente seja impossível cumprir com este pressuposto Situação de excepção: se uma equipa ficar reduzida a menos de cinco jogadores em campo, por acumulação de faltas, ou por lesão evidente de um jogador, e se houver um só substituto no banco ele poderá substituir o jogador desqualificado, independentemente do tempo e períodos que tenha jogado anteriormente Se no banco estiverem dois ou mais substitutos, entrará em jogo o que tiver menos pontos marcados até ao momento. FASE FINAL DISTRITAL SUB Os jogos terão 4 (quatro) períodos com a duração de 8 (oito) minutos cada; O intervalo entre o 1º e o 2º períodos e entre o 3º e o 4º períodos será de 2 (dois) minutos; O intervalo entre o 2º e o 3º períodos terá a duração de 5 (cinco) minutos; Cada período suplementar terá a duração de 4 minutos e será antecedido de um intervalo de (2) dois minutos; 2. Cada um dos jogadores/jogadoras de cada clube que dispute FASE FINAL DISTRITAL tem de participar efectivamente em, pelo menos, um jogo do respectivo Torneio. /// RECOMENDAÇÕES TÉCNICO-PEDAGÓGICAS PARA O ESCALÃO SUB 14 O escalão de SUB 14 é aquele onde a competição começa a ser mais formal: jogos com árbitros, campo e altura das tabelas às dimensões reais, aplicação das regras oficiais do jogo de Basquetebol; e como tal deve merecer por parte dos Treinadores uma atenção especial em virtude de ser uma fase de aprendizagem do jogo, fundamental para o desenvolvimento dos jovens atletas. Neste sentido devemos: Reforçar nos jovens praticantes a importância do respeito por todos os intervenientes no jogo de Basquetebol; Ensinar e Aperfeiçoar os aspectos da responsabilidade individual defensiva, assumindo A DEFESA HxH como a estratégia basilar de todo o trabalho defensivo a desenvolver neste escalão; Nesse sentido ACONSELHA-SE A UTILIZAÇÃO EXCLUSIVA DA DEFESA DE HXH NESTE ESCALÃO. Utilizar o número máximo de atletas permitido por jogo, em todos os jogos, possibilitando assim, que todos, sem excepção, tenham uma participação o mais efectiva nos mesmos. PLANO DE ACTIVIDADES
71 10. RANKING DE CLUBES 2014/2015 NOTA PRÉVIA: Atendendo à complexidade de elaboração dos dados aqui apresentados recomenda-se a respectiva consulta e sua confirmação. Caso seja detectado algum lapso agradecemos que o comuniquem coma brevidade possível. - OS S PRESENTES RANKINGS SERÃO CONSIDERADOS OS HOMOLOGADOS NO DIA Tendo em conta o Regulamento de Provas da ABP, o ranking de clubes por escalão para a época de 2014/2015 é o seguinte: SUB-14 MASCULINOS: Ordenação das seguintes classificações: (TN) Torneio Nacional, (TIA) Torneio Inter-Associações 2ª Fase, e (CD2)Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Ranking Final Clubes Pontuação CN TIA CD2 1 Dragon Force 1 2 SC Vasco Gama 2 3 GD Bolacesto 3 4 CD Póvoa 4 5 Académico FC 5 6 UAA Aroso 6 7 GDB Leça 7 8 Maia BC 8 9 Guifões SC 9 10 CAA Salesianos CDJ Régio 11 FC Gaia AC Alfenense FIDES C 5Basket ACR Vigorosa Lousada AC CLIP Juvemaia ACDC CB Felgueiras CB Penafiel CDC J. Pacense 22 PLANO DE ACTIVIDADES
72 SUB-16 MASCULINOS: - Ordenação das seguintes classificações: (CN CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA TIA) Torneio InterAssociações 2ª Fase e (CD2 CD2) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, do escalão desub-16 Masculinos, somando a ordenação da classificação (TN) Torneio Nacional de Sub-14, (TIA) Torneio Inter-Associações 2ª Fase, e (CD2) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, referente ao escalão Sub-14 Masculinos,da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goalaverage dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Desempates na pontuação Final: a) É privilegiada a classificação no escalão de Sub-16 Masculinos; b) Aos clubes que apenas tenham participado num escalão é atribuída a mesma pontuação + um ponto, do último classificado no ranking do escalão em que não participaram; Ranking Final Clubes Pontuação CN TN TIA CD2 CN TIA CD2 S16 Masculinos S14 Masculinos 1º Dragon Force º CD Póvoa º SC Vasco Gama º Guifões SC º Maia BC º GDB Leça º UAA Aroso º C5 Basket º Académico FC º CAA Salesianos º GD Bolacesto º Alfenense º FC Gaia º CDJ Régio º CDCJ Pacense º Juvemaia ACDC º Lousada AC º ACR Vigorosa º FIDES º CB Penafiel º CLIP º CB Felgueiras PLANO DE ACTIVIDADES
73 SUB 18 MASCULINOS: - Ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA), Torneio InterAssociações 2ª Fase, e (2ªD) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase do escalão de Sub-18 Masculinos, somando a ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA) Torneio Inter-Associações 2ª Fase, e (CD2 CD2) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, do escalão de Sub-16 Masculinos da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Desempates na pontuação Final: a) É privilegiada a classificação no escalão de Sub-18 Masculinos; b) Aos clubes que apenas tenham participado num escalão é atribuída a mesma pontuação + um ponto, do último classificado no ranking do escalão em que não participaram; Ranking Final Clubes Total CN TN TIA CD2 CN TN TIA CD2 S18 Masculinos S16 Masculinos 1º Dragon Force º Guifões SC º Maia BC º GDB Leça º C5 Basket º SC Vasco Gama º CD Póvoa º Académico FC º FC Gaia º UAA Aroso º CAA Salesianos º CDJ Régio º CDCJ Pacense º AC Alfenense º CLIP º Lousada AC º GD Bolacesto º CB Penafiel º Juvemaia ACDC º FIDES º ACR Vigorosa º CB Felgueiras PLANO DE ACTIVIDADES
74 SUB-20 MASCULINOS: - Ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA)Torneio InterAssociações 2ª Fase, do escalão de Sub-20 Masculinos, somando ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA), Torneio Inter-Associações- 2ª Fase, e (CD2) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, de Sub-18 Masculinos da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Desempates na pontuação Final: a) É privilegiada a classificação no escalão de Sub-20 Masculinos; b) Aos clubes que apenas tenham participado num escalão é atribuída a mesma pontuação + um ponto, do último classificado no ranking do escalão em que não participaram; Ranking Final Clubes Total CN TN CN TN TIA CD2 S20 Masculinos S18 Masculinos 1º Dragon Force º GDB Leça º Guifões SC º SC Vasco Gama º Maia BC º FC Gaia º Académico FC º CD Póvoa º C 5Basket º CLIP º CDJ Régio º Lousada AC º UAA Aroso º AC Alfenense º CDCJ Pacense º FIDES º CAA Salesianos º CB Penafiel º GD Bolacesto º Juvemaia ACDC º ACR Vigorosa º CB Felgueiras PLANO DE ACTIVIDADES
75 SUB-14 FEMININOS: Ordenação das seguintes classificações: (TN) Torneio Nacional, (TIA) Torneio Inter-Associações 2ª Fase, e (CD2) Campeonato Distrital da 2ª Divisão 2ª Fase, da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Ranking Final Clubes Pontuação CN TIA CD2 1º SC Coimbrões 1 1 2º CP Natação 2 2 3º UAA Aroso 3 3 4º CD Póvoa 4 4 5º CLIP 5 5 6º Guifões SC 6 6 7º GDB Leça 7 7 8º SC Vasco Gama 8 8 9º Juvemaia ACDC º Académico FC º CDCJ Pacense NCR Valongo º JF Campo esobrado º Maia BC CDJ Régio º GD Bolacesto º Fides Lousada AC º ACR Vigorosa PLANO DE ACTIVIDADES
76 SUB-16 FEMININOS: - Ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA) Torneio InterAssociações 2ª Fase, e (CD2) Campeonato Distrital 2ª Divisão do escalão desub-16 Femininos 2ª Fase, somando ordenação das seguintes classificações: (TN) Torneio Nacional, (TIA) Torneio Inter-Associações, e (CD2) Campeonato Distrital 2ª Divisão 2ª Fase, do escalão de Sub-14 Femininos, da época de 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Desempates na pontuação Final: a) É privilegiada a classificação no escalão de Sub-16 Femininos; b) Aos clubes que apenas tenham participado num escalão é atribuída a mesma pontuação + um ponto, do último classificado no ranking do escalão em que não participaram; Ranking Final Clubes Total CN TN TIA CD2 CN TIA CD2 S16 Femininos S14 Femininos 1º CP Natação º CD Póvoa º SC Coimbrões º Juvemaia ACDC º Guifões SC º NCR Valongo º UAA Aroso º GDB Leça º CLIP º Académico FC º SC Vasco Gama º CDJ Régio º GD Bolacesto º Maia BC º CDCJ Pacense º JF Campo e Sobrado º Lousada AC º Fides º ACR Vigorosa PLANO DE ACTIVIDADES
77 SUB-19 FEMININOS: - Ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA) Torneio InterAssociações, e (CD2 CD2) Campeonato Distrital 2ª Divisão Sub-19 Femininos, somando a ordenação das seguintes classificações: (CN) Campeonato Nacional, (TN) Taça Nacional, (TIA) Torneio InterAssociações, (CD2 CD2) Campeonato Distrital 2ª Divisão de Sub-16 Femininos da época 2013/2014. Para efeito de desempate entre equipas que disputaram séries diferentes da mesma competição proceder-se-á, da seguinte forma: 1) Nº final de pontos obtidos na classificação da respectiva série (caso tenham ambas as equipas realizado o mesmo número de jogos); 2) Se, mesmo assim, as equipas continuarem empatadas, a classificação será determinada usando o goal average dos resultados de todos os jogos realizados no grupo; 3) Percentagem de vitórias na competição considerando o número total de jogos (caso as equipas não tenham realizado o mesmo número total nas respectivas séries); Desempates na pontuação Final: a) É privilegiada a classificação no escalão de Sub-19 Femininos; b) Aos clubes que apenas tenham participado num escalão é atribuída a mesma pontuação + um ponto, do último classificado no ranking do escalão em que não participaram; Ranking Final Clubes Total CN TN TIA CD2 CN TN TIA CD2 S19 Femininos S16 Femininos 1º CP Natação º SC Coimbrões º NCR Valongo º Juvemaia ACDC º Académico FC º CD Póvoa º Guifões SC º Maia BC º CDJ Régio º GD Bolacesto º GDB Leça º Lousada AC º SC Vasco Gama º CLIP º UAA Aroso º CDCJ Pacense º ACR Vigorosa º CB Penafiel PLANO DE ACTIVIDADES
78 4. PROGRAMA 1 CAPTAÇÃO E FORMAÇÃO DE PRATICANTES 4.1. CAPTAÇÃO E FOMENTO MINIBÁSQUETE A nossa intervenção neste sector centrar-se-á fundamentalmente da seguinte forma: (a) Apoiar/incentivar o aparecimento de novos projectos através da atribuição de material didáctico, assim como, da realização local de iniciativas de formação de monitores/treinadores; (b) Promover/apoiar novas iniciativas que visem a melhoria qualitativa das actividades desenvolvidas para o escalão (ex.: Acção para AMIGOS do MINIBASQUETE; Circuito SUB 12/ABP); (c) Organizar acções especificamente vocacionadas para o ensino do jogo nos escalões de MINIBASQUETE (ex.: CLINIC INTERNACIONAL de MINIBASQUETE; Curso de Monitores de Minibasquete); (d) Conceber e implementar iniciativas de modelação comportamental, destinadas a pais e familiares dos jovens praticantes (ex.: Projecto OS PAIS TAMBÉM JOGAM ); (e) Garantir a realização dos dois grandes eventos de MINIBASQUETE da responsabilidade da AB PORTO (12 Horas de MINIBASQUETE e DIA do MINIBASQUETE), aperfeiçoando o seu modelo e acrescentando outros atributos, no sentido de ocasionar mais e melhores experiências de participação desportiva; (f) Estudar formas de cooperação/integração da actividade competitiva do DESPORTO ESCOLAR com o basquetebol federado a nível distrital; X3 NAS ESCOLAS VARIANTE 3X3 âmbito distrital INTRODUÇÃO A AB Porto observa as tendências do desporto internacional e da modalidade em particular, ao mesmo tempo que acompanha o fenómeno do basquetebol na perspectiva das directrizes da FIBA Mundo e FIBA Europa. O 3x3 foi um dos quatro pilares defendidos pela FIBA Mundo no ciclo de e mantém-se como prioridade na agenda para o ciclo de Durante este período continuará a ser defendida a integração no programa olímpico, o que, por si só, comprova a extrema importância que a entidade reguladora internacional atribui a esta variante REALIDADE Na actualidade, a nível distrital existem iniciativas pontuais de 3x3, organizadas por clubes ou entidades externas, sem calendarização oficial e sem uma vertente competitiva bem vincada, mas que, apesar de tudo, apresentam-se como um bom aliciante para os atletas. PLANO DE ACTIVIDADES
79 Em termos nacionais, o 3x3 é promovido em acções nas escolas, com reduzida exposição dos patrocinadores e escassa participação dos professores. Vive um período de constrangimentos após ter perdido um importante patrocinador ENQUADRAMENTO Pretende-se realizar um circuito distrital desta variante, incluindo as iniciativas pontuais de clubes ou entidades externas, devidamente calendarizado e organizado do ponto de vista regulamentar, seguindo os requisitos da FIBA Mundo OBJECTIVOS O projecto do 3x3 pretende contribuir para que o basquetebol lute pela visibilidade de outros desportos nos diferentes circuitos de comunicação. Ao mesmo tempo, dinamizará a modalidade, no incremento quantitativo e qualitativo dos seus praticantes PROJECTOS PARA OS MAIS APTOS SELECÇÕES DISTRITAIS Neste domínio a prioridade deverá passar por preservar uma estrutura composta por 5 principais grupos de observação/preparação (SUB 12; SUB 14 Masculinos e Femininos; SUB 16 Masculinos e Femininos) oferecendo-lhes melhores condições de trabalho, salvaguardando a complementaridade que este projecto pretende assumir face ao trabalho que cada clube realiza internamente. Considerando que, na época transacta, se encerrou um ciclo de trabalho, renovaremos o quadro técnico de colaboradores das Selecções Distritais ABP, no sentido de proporcionar esta experiência a mais treinadores e com isso contribuir objectivamente para a sua formação específica. Fá-lo-emos, salvaguardando o compromisso entre a necessária e reconhecida competência, experiência, capacidade de relacionamento interpessoal, motivação e disponibilidade. Pretenderemos a médio prazo garantir condições para proporcionar contactos de carácter internacional, participando em Torneios Internacionais, ou até mesmo organizando-os, considerando sempre os constrangimentos e requisitos financeiros impostos nestas circunstâncias FESTAS NACIONAIS PLANO DE ACTIVIDADES
80 5. PROGRAMA 2 RENDIMENTO 5.1. CALENDARIZAÇÃO DISTRITAL AB PORTO DESTINATÁRIOS: Nascidos em 2002, 2003, 2004 SUB 13 - TORNEIO DISTRITAL DE INFANTIS - CLUBES PARTICIPANTES: Inscrição livre mediante comunicação escrita prévia (via para [email protected]); SEXO: As equipas poderão ou não, ser constituídas na sua totalidade por atletas do mesmo sexo; SISTEMA DE DISPUTA: a) Inicialmente as equipas serão agrupadas em função do género; Caso não existam equipas do mesmo género em nº. suficiente, considerar-se-á a possibilidade de participarem conjuntamente com as restantes equipas; b) Na 1ª Fase a proximidade geográfica será o critério preferencial de organização das séries; c) As equipas serão agrupadas em séries de 4 a 6 equipas, jogando em sistema de poule, a uma volta, todos contra todos; d) Preferencialmente, os jogos terão uma periodicidade quinzenal; Contudo e tal como na época passada poder-se-á constituir séries de equipas que compitam semanalmente; REGULAMENTO: Com a excepção das questões já referenciadas, esta prova obedecerá, no restante, ao REGULAMENTO TÉCNICO- PEDAGÓGICO aprovado para o escalão SUB 14; Todas as faltas de comparência serão penalizadas de acordo com o estipulado nas NORMAS e INSTRUÇÕES ABP 2012/13, para o escalão SUB 14; CLASSIFICAÇÃO FINAL: Apresentar-se-á uma tabela classificativa de acordo com o nº de vitórias, derrotas e restante pontuação, embora não se reconheça formalmente vencedores de fases e/ou grupos; ARBITRAGEM: Caso seja possível, aproveitaremos este Torneio para desenvolver o processo de formação inicial dos juízes estagiários, propondo ao CAD que os referidos juízes actuem mediante o subsídio de deslocação; Em todo o caso e atendendo às dificuldades sentidas no contexto actual, os clubes inscritos deverão estar preparados para realizarem os jogos de forma autónoma; PLANO DE ACTIVIDADES
81 CALENDARIZAÇÃO: 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Novembro Novembro Novembro Dezembro ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Janeiro Fevereiro Fevereiro Março Março ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Abril Abril Maio Maio Maio PLANO DE ACTIVIDADES
82 CALENDARIZAÇÃO SECTOR MASCULINO INICIO DAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: CAMPEONATO NACIONAL SUB 20 1ª FASE (INTERDISTRITAL) 10/10/2014 2ª FASE (ZONAL) 06/02/2015 TAÇA NACIONAL SUB 20 06/02/2015 CAMPEONATO NACIONAL SUB 18 07/02/2015 TAÇA NACIONAL SUB 18 07/02/2015 CAMPEONATO NACIONAL SUB 16 22/02/2015 TAÇA NACIONAL SUB 16 21/02/2015 TORNEIO NACIONAL SUB 14 11/01/2015 PONTOS ALTOS ESCALÃO COMPETIÇÃO DATA FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 19, 20 E 21 DE DEZEMBRO DE 2014 SUB 14 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 30 E 31 DE MAIO DE 2015 FASE FINAL NACIONAL 19, 20 E 21 DE JUNHO DE 2015 FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 6, 7 E 8 DE FEVEREIRO DE 2015 SUB 16 FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 23 E 24 DE MAIO DE 2015 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FASE FINAL NACIONAL 5, 6, E 7 DE JUNHO DE 2015 FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 23, 24 E 25 DE JANEIRO DE 2015 SUB 18 FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 08 E 09 DE MAIO DE 2015 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FASE FINAL NACIONAL 29, 30 E 31 DE MAIO DE 2014 PLANO DE ACTIVIDADES
83 SUB 14 - MASCULINOS - CAMPEONATO DISTRITAL 1ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de grupos com um máximo de 6 equipas cada, respeitando o ranking de clubes do escalão de SUB 14 Masculinos para a presente época, considerando o seguinte formato de distribuição: Grupo A 1º ao 6º classificados do ranking Grupo B, C e D distribuição em espiral, do 7º ao 24º classificado do ranking Grupo E restantes equipas; Grupo F Equipas «B» (caso existam em número suficiente para formar uma série) A B C D E F Restantes Equipas Equipas "B" Em cada grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados; Classificam-se directamente para a Fase Final Distrital: os 3 (três) primeiros classificados do Grupo A; os vencedores da Fase de Qualificação; O Vencedor do GRUPO A qualifica-se directamente para a I Fase do Torneio Nacional, do escalão respectivo, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. FASE DE QUALIFICAÇÃO De modo a evitar realizar-se sorteio para a Fase de Qualificação e assim proceder-se à marcação imediata dos jogos na condição de visitado, nas datas referidas as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas. PLANO DE ACTIVIDADES
84 Segundo o seguinte emparelhamento, as equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora: 1ª Jornada ( ) 4º classificado Grupo A x 1º classificado Grupo D 5º classificado Grupo A x 1º classificado Grupo C 6º classificado Grupo A x 1º classificado Grupo B 2ª Jornada ( ) 1º classificado Grupo D x 4º classificado Grupo A 1º classificado Grupo C x 5º classificado Grupo A 1º classificado Grupo B x 6º classificado Grupo A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. Os vencedores de cada uma das ELIMINATÓRIAS apuram para a Fase Final Distrital. FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. A ordem dos jogos é a seguinte: Fase Final Distrital 19H00 1º A 6ºA/1ºB 19/12/2014 1ª Jornada 20H20 4ºA/1ºD 3º A 21H40 2º A 5ºA/1ºC 20/12/2014 2ª Jornada 3ª Jornada 09H00 6ºA/1ºB 4ºA/1ºD 10H20 3º A 2º A 11H40 5ºA/1ºC 1º A 15H30 2º A 6ºA/1ºB 16H50 5ºA/1ºC 3º A 18H10 1º A 4ºA/1ºD 21/12/2014 4ª Jornada 5ª Jornada 09H00 6ºA/1ºB 5ºA/1ºC 10H20 1º A 3º A 11H40 4ºA/1ºD 2º A 15H30 3º A 6ºA/1ºB 16H50 5ºA/1ºC 4ºA/1ºD 18H10 2º A 1º A O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para o TORNEIO NACIONAL de SUB 14 Masculinos as seguintes equipas: o 1º classificado da Fase Regular garante a 1ª vaga na 1ª Fase do Torneio Nacional do escalão; Para além do 1º classificado da Fase regular, apurará garantidamente, o 1º classificado da FASE FINAL DISTRITAL* * O número de equipas apuradas para esta competição definir-se-á a partir da percentagem de clubes por Associação não apurados para o Torneio em referência. PLANO DE ACTIVIDADES
85 CALENDARIZAÇÃO: CAMPEONATO DISTRITAL 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Novembro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Dezembro Dezembro FASE de QUALIFICAÇÃO 1ª Jornada 2ª Jornada Dezembro Dezembro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Dezembro Dezembro Dezembro SUB 14 - MASCULINOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES FASE DE QUALIFICAÇÃO SISTEMA DE DISPUTA: As equipas classificar-se-ão para esta prova de acordo com o número de equipas apuradas para o Torneio Nacional do escalão; Se for necessário realizar-se-á uma Fase de Apuramento extraordinária de modo a determinar quem são as a integrar na prova em referência; Em principio, as equipas a designar defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora: Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. FASE DE QUALIFICAÇÃO - TIA 1ª Jornada 2ª Jornada Dezembro Dezembro SUB 14 - MASCULINOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
86 SUB 14 - MASCULINOS - CD 2ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE Constituição de SÉRIES, distribuindo as equipas em espiral de acordo com as classificações obtidas no Campeonato Distrital, de modo a que cada série não tenha mais de 6 (seis) equipas; Disputa de uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. A B C D E Restantes Equipas 2ª FASE Nesta fase, as equipas serão reorganizadas em 4 GRUPOS, integrando as equipas ABP eliminadas da 1ª Fase do Torneio InterAssociações, juntamente com as equipas que participaram na 1ª Fase da competição em referência, distribuindo-as em espiral, de acordo com a classificação obtida, de modo a que cada série não tenha mais de 4 (quatro) equipas; TIA TIA TIA TIA A (1º) B(1º) C (1º) D (1º) D (2º) A(2º) B (2º) C (2º) C (3º) D (3º) A (3º) B (3º) Restantes Equipas CALENDARIZAÇÃO: CD 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro Fevereiro Fevereiro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Fevereiro Fevereiro Março Março Março PLANO DE ACTIVIDADES
87 CD 2ª DIVISÃO 2ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada 6ª Jornada Abril Abril Abril Maio Maio Maio ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-á para esta fase da competição o 1º classificado de cada grupo, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 30 de Maio 1º Gr.1 X 1º Gr.3 1º Gr. 2 X 1º Gr. 4 FINAL 31 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: MEIAS - FINAIS 1ª Jornada (30/05/2015) 1º Grupo 1 x 1º Grupo 3 1º Grupo 2 x 1º Grupo 4 2ª Jornada (31/05/2015) 1º Grupo 3 x 1º Grupo 1 1º Grupo 4 x 1º Grupo 2 FINAL 1ª Jornada (06/06/2015) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada (07/06/2015) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. PLANO DE ACTIVIDADES
88 SUB 16 - MASCULINOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de 2 (dois) grupos, respeitando o ranking de clubes do escalão em referência, para a presente época. O Grupo A é constituído pelos primeiros 8 (oito) classificados do ranking do escalão, enquanto que as restantes equipas integrarão o Grupo B, distribuídas em espiral por duas séries, considerando o seguinte formato: Grupo A do 1º ao 8º classificados do ranking; Grupo B distribuição em espiral, do 9º ao último classificado do ranking; A B1 B Para além da distribuição acima referida procurar-se-á ainda criar Grupo (s)/série (s) constituído (s) exclusivamente por equipas «B». No entanto e caso estas não sejam inscritas em número suficiente as referidas equipas «B» serão sorteadas no Grupo B, tendo em atenção que não poderão ficar na mesma série da respectiva equipa «A». Em cada série, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas todos contra todos". O Vencedor da 1ª Fase GRUPO A qualifica-se directamente para a Fase Zonal do Campeonato Nacional, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. O 1º e 2º classificados da 1ª Fase GRUPO A qualificam-se directamente para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. São apuradas para a 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão as seguintes equipas: O 3º classificado do Grupo A; O 4º classificado do Grupo A; Os 1º e 2º classificados das séries B1 e B2 da 1ª Fase; 2ª FASE Nas datas abaixo referenciadas, as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas, enquanto que na 2ª jornada o farão no Pavilhão indicado pelos seus adversários directos, pelo que atempadamente deverão salvaguardar as respectivas marcações. PRÉ-ELIMINATÓRIA (PE) GRUPO B Participam nesta Pré-eliminatória os 2 (dois) primeiros classificados das Séries B1 e B2. As equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: 1ª Jornada ( ) PE 1 1º B1 x 2º B2 PE 2 1º B2 x 2º B1 2ª Jornada ( ) PE 1 2º B2 x 1º B1 PE 2 2º B1 x 1º B2 PLANO DE ACTIVIDADES
89 FASE DE QUALIFICAÇÃO (FQ) Participam nesta Fase de Qualificação o 3º e 4º classificados do Grupo A, juntamente com os vencedores da PRÉ-ELIMINATÓRIA GRUPO B. As equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: 1ª Jornada ( ) FQ1 3º A x Vencedor PE 2 FQ2 4º A x Vencedor PE 1 2ª Jornada ( ) FQ1 Vencedor PE 2 x 3º A FQ2 Vencedor PE 1 x 4º A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. Os vencedores de cada uma das FQ (1 e 2) apuram para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. Na impossibilidade de encontrar um local para a realização desta fase e na ausência de candidaturas e como recurso final prevalecerá a classificação obtida na 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. A ordem dos jogos é a seguinte: 1º dia Jogo 1 1º classificado da 1ª Fase vs. Vencedor FQ2 Jogo 2 2º classificado da 1ª Fase vs. Vencedor FQ1 2º dia Jogo 3 Vencido do Jogo 2 vs. Vencedor do Jogo 1 Jogo 4 Vencedor do Jogo 2 vs. Vencido do Jogo 1 3º dia Jogo 5 Vencido do Jogo 1 vs. Vencido do Jogo 2 Jogo 6 Vencedor do Jogo 1 vs. Vencedor do Jogo 2 O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para a Fase Zonal do Campeonato Nacional do escalão em referência, as 3 equipas melhores classificadas na FASE FINAL DISTRITAL, considerando sempre que, o Vencedor da 1ª Fase GRUPO A, garantiu, desde logo, a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. A 4ª equipa participante desta FASE FINAL DISTRITAL integrará a Fase Zonal da Taça Nacional do escalão; De acordo com o que ficar estabelecido para o TORNEIO INTER ASSOCIAÇÕES 2013/2014 do escalão, apurar-se-ão os representantes ABP para a referida prova, tendo em consideração as classificações e os resultados obtidos até então: - Vencidos FQ1 e FQ2; - o 5º e 6º classificados; e realizando-se (se necessário) as FASES de APURAMENTO, envolvendo, prioritariamente e por esta ordem; 7º e 8 classificados GRUPO A; vencedores PE GRUPO B; vencidos PE GRUPO B; A referida FASE de APURAMENTO para esta competição realizar-se-á no sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, nas seguintes datas: 1ª Jornada ( ) 2ª Jornada ( ) Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. PLANO DE ACTIVIDADES
90 CALENDARIZAÇÃO: 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Novembro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Dezembro Dezembro ª Jornada 12ª Jornada 13ª Jornada 14ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro Janeiro PRÉ ELIMINATÓRIA (PE) GRUPO B 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Janeiro FASE DE QUALIFICAÇÃO (FQ) 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Fevereiro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Fevereiro Fevereiro Fevereiro FASE DE APURAMENTO (FA) TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES 1ª Jornada 2ª Jornada Fevereiro Fevereiro SUB 16 MASCULINOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
91 SUB 16 - MASCULINOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 2ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE Reordenamento das equipas em GRUPOS com o máximo de 6 (seis) equipas distribuídas respeitando as classificações obtidas durante as fases antecedentes do Campeonato Distrital da 1ª Divisão, de acordo com o seguinte princípio: GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 vencido FA1 vencido FA2 Vencido PE1 Vencido PE2 4º B2 4º B1 3º B2 3º B1 5º B1 5º B2 6º B1 6º B2 8º B2 8º B1 7º B2 7º B1 1º C 2º C 3º C 4º C 8º C 7º C 6º C 5º C Este reagrupamento deverá já incluir a participação das equipas B, que serão igualmente distribuídas em espiral, de acordo com a respectiva classificação, tendo em atenção que não poderão ficar no mesmo grupo da respectiva equipa «A». Em cada grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas todos contra todos". 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Fevereiro Março Março Março Abril ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Abril Abril Maio Maio Maio ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-á para esta fase da competição o 1º classificado de cada grupo, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 23 de Maio 1º Gr.1 X 1º Gr.3 1º Gr. 2 X 1º Gr. 4 FINAL 24 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: PLANO DE ACTIVIDADES
92 MEIAS - FINAIS 1ª Jornada ( ) 1º Grupo 1 x 1º Grupo 3 1º Grupo 2 x 1º Grupo 4 2ª Jornada ( ) 1º Grupo 3 x 1º Grupo 1 1º Grupo 4 x 1º Grupo 2 FINAL 1ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. DATA LIMITE de INSCRIÇÃO: SORTEIO: SUB 16 - MASCULINOS - TORNEIO DE SÃO JOÃO - Distribuição por sorteio puro, constituindo séries, por forma a que nenhuma tenha mais de 6 (seis) equipas. Disputa de uma poule a 1 (uma) volta "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. CALENDARIZAÇÃO: 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Maio Junho Junho Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
93 SISTEMA DE DISPUTA: SUB 18 - MASCULINOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO - 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de 2 (dois) grupos, respeitando o ranking de clubes do escalão em referência, para a presente época. O Grupo A é constituído pelos primeiros 8 (oito) classificados do ranking do escalão, enquanto que as restantes equipas integrarão o Grupo B, distribuídas em espiral por duas séries (a ser necessário), considerando o seguinte formato: Grupo A do 1º ao 8º classificados do ranking; Grupo B distribuição em espiral, do 9º ao último classificado do ranking; A B1 B Para além da distribuição acima referida procurar-se-á ainda criar Grupo (s)/série (s) constituído (s) exclusivamente por equipas «B». No entanto e caso estas não sejam inscritas em número suficiente as referidas equipas «B» serão sorteadas no Grupo B, tendo em atenção que não poderão ficar na mesma série da respectiva equipa «A». Em cada grupo/série, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas todos contra todos". O Vencedor da 1ª Fase GRUPO A qualifica-se directamente para a Fase Zonal do Campeonato Nacional, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. O 1º e 2º classificados da 1ª Fase GRUPO A qualificam-se directamente para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. São apuradas para a 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão as seguintes equipas: O 3º classificado do Grupo A; O 4º classificado do Grupo A; Os 1º e 2º classificados das séries B1 e B2 da 1ª Fase; 2ª FASE PRÉ-ELIMINATÓRIA (PE) GRUPO B Participam nesta Pré-eliminatória os 2 (dois) primeiros classificados das Séries B1 e B2. As equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: A , as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas, enquanto que a fá-lo-ão no Pavilhão indicado pelos seus adversários directos, pelo que atempadamente deverão salvaguardar as respectivas marcações: 1ª Jornada ( ) PE 1 1º B1 x 2º B2 PE 2 1º B2 x 2º B1 2ª Jornada ( ) PE 1 2º B2 x 1º B1 PE 2 2º B1 x 1º B2 PLANO DE ACTIVIDADES
94 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. FASE DE QUALIFICAÇÃO (FQ) Participam nesta Fase de Qualificação o 3º e 4º classificados do Grupo A, juntamente com os vencedores da PRÉ-ELIMINATÓRIA GRUPO B. As equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: A , as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas, enquanto que a fá-lo-ão no Pavilhão indicado pelos seus adversários directos, pelo que atempadamente deverão salvaguardar as respectivas marcações: 1ª Jornada ( ) FQ1 3º A x Vencedor PE 2 FQ2 4º A x Vencedor PE 1 2ª Jornada ( ) FQ1 Vencedor PE 2 x 3º A FQ2 Vencedor PE 1 x 4º A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. Os vencedores de cada uma das FQ (1 e 2) apuram para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. Na impossibilidade de encontrar um local para a realização desta fase e na ausência de candidaturas e como recurso final prevalecerá a classificação obtida na 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. A ordem dos jogos é a seguinte: 1º dia Jogo 1 1º classificado da 1ª Fase vs. Vencedor FQ2 Jogo 2 2º classificado da 1ª Fase vs. Vencedor FQ1 2º dia Jogo 3 Vencido do Jogo 2 vs. Vencedor do Jogo 1 Jogo 4 Vencedor do Jogo 2 vs. Vencido do Jogo 1 3º dia Jogo 5 Vencido do Jogo 1 vs. Vencido do Jogo 2 Jogo 6 Vencedor do Jogo 1 vs. Vencedor do Jogo 2 O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para a Fase Zonal do Campeonato Nacional do escalão em referência, todas as equipas participantes na FASE FINAL DISTRITAL, considerando sempre que, o Vencedor da 1ª Fase GRUPO A, garantiu, desde logo, a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. Se necessário, o(s) representante(s) para a Fase Zonal da Taça Nacional e para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão será (ão) determinado(s) com recurso à realização de Fases de Apuramento; São apuradas para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão as seguintes equipas: Equipa(s) derrotada da FA Taça Nacional; A ser necessário, as restantes equipas serão definidas a partir da realização de uma Poule de Apuramento, envolvendo o 7º, 8º classificados da 1ª Fase Grupo A e os vencidos da Fase de Qualificação (FQ); A referida FASE de APURAMENTO para esta competição realizar-se-á no sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, nas seguintes datas: 1ª Jornada ( ) 2ª Jornada ( ) PLANO DE ACTIVIDADES
95 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. CALENDARIZAÇÃO: 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Novembro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Novembro Dezembro ª Jornada 12ª Jornada 13ª Jornada 14ª Jornada Dezembro Dezembro Janeiro Janeiro PRÉ ELIMINATÓRIA (PE) GRUPO B 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Janeiro FASE DE QUALIFICAÇÃO (FQ) 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Janeiro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro FASE DE APURAMENTO (FA) TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Janeiro SUB 18 MASCULINOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
96 SUB 18 - MASCULINOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 2ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE Reagrupamento das equipas em GRUPOS com o máximo de 6 (seis) equipas cada, distribuídas respeitando as classificações obtidas durante as fases antecedentes do Campeonato Distrital da 1ª Divisão, de acordo com o seguinte principio: GRUPO 1 GRUPO 2 Vencido FA1 Vencido FA2 Vencido PE2 Vencido PE1 3º B1 3º B2 4º B2 4º B1 5º B1 5º B2 6º B2 6º B1 Este reagrupamento deverá incluir a participação das equipas B, tendo em atenção que não poderão ficar no mesmo grupo da respectiva equipa A. Em cada grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. CALENDARIZAÇÃO: 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Fevereiro Fevereiro Fevereiro Fevereiro Março ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Março Março Abril Abril Abril ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-á para esta fase da competição o 1º e 2º classificado de cada grupo, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 08 de Maio 1º Gr.1 X 2º Gr.2 1º Gr. 2 X 2º Gr. 1 FINAL 09 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência.. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: PLANO DE ACTIVIDADES
97 MEIAS - FINAIS 1ª Jornada ( ) 1º Grupo 1 x 2º Grupo 2 1º Grupo 2 x 2º Grupo 1 2ª Jornada ( ) 2º Grupo 2 x 1º Grupo 1 2º Grupo 1 x 1º Grupo 2 FINAL 1ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. DATA LIMITE de INSCRIÇÃO: SORTEIO: SUB 18 MASCULINOS - TORNEIO DE SÃO JOÃO - Distribuição por sorteio puro, constituindo séries, por forma a que nenhuma tenha mais de 6 (seis) equipas. Disputa de uma poule a 1 (uma) volta "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. CALENDARIZAÇÃO: 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Maio Maio Junho Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
98 SUB 20 MASCULINOS - FINAL DISTRITAL- As equipas apurar-se-ão para a FINAL DISTRITAL tendo em consideração a classificação final obtida na Fase Interdistrital do Campeonato Nacional do escalão. Considerando a possibilidade da divisão das equipas representantes da AB Porto, pelas séries do referido campeonato, ser feita de acordo com critérios meramente geográficos e de forma a procurar equilibrar as hipóteses desportivas de apuramento, o modelo de Final Distrital poderá responder à seguinte estrutura: EQUIPAS APURADAS: 1º (ou melhor) classificado ABP - série Norte A 1º (ou melhor) classificado ABP série Norte B 2º (ou seguinte melhor) classificado ABP série Norte A 2º (ou seguinte melhor) classificado ABP série Norte B 3º (ou seguinte melhor) classificado ABP série Norte A 3º (ou seguinte melhor) classificado ABP série Norte B Poder-se-ão candidatar à organização da FINAL DISTRITAL, os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local da prova. SISTEMA DE DISPUTA: As equipas apuradas para esta fase disputam, em campo considerado neutro (a designar), jogos a eliminar: QUARTOS DE FINAL 30/01/2015 (6ª FEIRA) Jogo 1 -(20H15) 2º Norte A x 3º Norte B Jogo 2 -(22H15) 2º Norte B x 3º Norte A MEIAS FINAIS 31/01/2015 (SÁBADO) Jogo 3 -(20H15) 1º Norte B x vencedor (2º A x 3º B) Jogo 4 -(22H15) 1º Norte A x vencedor (2º B x 3º A) FINAL 01/02/2015 (DOMINGO) Jogo 5 (17H00) Vencedor 3 x Vencedor 4 SUB 20 MASCULINOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
99 SUB 20 / SENIORES MASCULINOS - TORNEIO DISTRITAL - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE As equipas participantes são divididas em grupos de 4 (QUATRO) equipas cada, nas quais disputarão uma poule a 2 (duas) volta, todos contra todos. 2ª FASE Nesta fase, redefinir-se-ão os grupos segundo a classificação obtida na 1ª Fase: 1º da Série A a defrontar com o 1º Série B; o 2º série A com o 2º série B; e assim sucessivamente para os restantes classificados; Disputar-se-ão, de acordo com o emparelhamento citado, ELIMINATÓRIAS casa/fora de modo a determinar a classificação final da prova. Nesta FORMULA DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. De modo a evitar realizar-se sorteio para a 2ª Fase e assim poder-se proceder à marcação imediata dos jogos na condição de visitado, a 17 de Junho as equipas do Grupo A dever-se-ão assumir-se como visitadas, sendo as equipas do Grupo B visitadas a 22 de Junho; CALENDARIZAÇÃO: 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Maio Maio Maio ª Jornada 5ª Jornada 6ª Jornada Maio Junho Junho ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
100 CALENDARIZAÇÃO SECTOR FEMININO INICIO DAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: CAMPEONATO NACIONAL SUB TAÇA NACIONAL SUB CAMPEONATO NACIONAL SUB TAÇA NACIONAL SUB TORNEIO NACIONAL SUB PONTOS ALTOS ESCALÃO COMPETIÇÃO DATA SUB 14 SUB 16 SUB 19 FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 19, 20 E 21 DE DEZEMBRO DE 2014 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 30 E 31 DE MAIO DE 2015 FASE FINAL NACIONAL 19, 20 E 21 DE JUNHO DE 2015 FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 6, 7 E 8 DE FEVEREIRO DE 2015 FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 23 E 24 DE MAIO DE 2015 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FASE FINAL NACIONAL 5, 6, E 7 DE JUNHO DE 2015 FASE FINAL DISTRITAL (CD 1ª DIV.) 23, 24 E 25 DE JANEIRO DE 2015 FINAL FOUR (CD 2ª DIV.) 08 E 09 DE MAIO DE 2015 FINAL FOUR (Tº. INTERASSOCIAÇÕES) (A AGENDAR OPORTUNAMENTE) FASE FINAL NACIONAL 29, 30 E 31 DE MAIO DE 2014 PLANO DE ACTIVIDADES
101 SUB 14 FEMININOS - CAMPEONATO DISTRITAL 1ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de grupos com um máximo de 6 equipas cada, respeitando o ranking de clubes do escalão de SUB 14 Femininos para a presente época, considerando o seguinte formato de distribuição: Grupo A 1º ao 6º classificados do ranking Grupo B, e C distribuição em espiral, do 7º ao 18º classificado do ranking Grupo D Equipas «B» (caso existam em número suficiente para formar uma série); A B C D* Equipas "B" *No caso do número de equipas A ser inferior a 16, poder-se-á incluir equipas B nas séries B e C; Em cada grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados; Classificam-se directamente para a Fase Final Distrital: os 2 (dois) primeiros classificados do Grupo A; os vencedores da Fase de Qualificação; O Vencedor do GRUPO A qualifica-se directamente para a I Fase do Torneio Nacional, do escalão respectivo, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. FASE DE QUALIFICAÇÃO De modo a evitar realizar-se sorteio para a Fase de Qualificação e assim proceder-se à marcação imediata dos jogos na condição de visitado, nas datas referidas as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas. Segundo o seguinte emparelhamento, as equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora: 1ª Jornada ( ) 3º classificado Grupo A x 2º classificado Grupo B1 4º classificado Grupo A x 2º classificado Grupo B2 5º classificado Grupo A x 1º classificado Grupo B2 6º classificado Grupo A x 1º classificado Grupo B1 2ª Jornada ( ) 2º classificado Grupo B1 x 3º classificado Grupo A 2º classificado Grupo B2 x 4º classificado Grupo A 1º classificado Grupo B2 x 5º classificado Grupo A 1º Classificado Grupo B1 x 6º classificado Grupo A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. Os vencedores de cada uma das ELIMINATÓRIAS apuram para a Fase Final Distrital. PLANO DE ACTIVIDADES
102 FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. Fase Final Distrital 19H00 1º A 6ºA/1ºB ª Jornada 3º 20H20 4ºA/2ºB2 A/2ºB1 21H40 2º A 5ºA/1ºB ª Jornada 3ª Jornada 09H00 6ºA/1ºB1 4ºA/2ºB2 3º 10H20 A/2ºB1 2º A 11H40 5ºA/1ºB2 1º A 15H30 2º A 6ºA/1ºB1 3º 16H50 5ºA/1ºB2 A/2ºB1 18H10 1º A 4ºA/2ºB ª Jornada 5ª Jornada 09H00 6ºA/1ºB1 5ºA/1ºB2 3º 10H20 1º A A/2ºB1 11H40 4ºA/2ºB2 2º A 15H30 3º A/2ºB1 6ºA/1ºB1 16H50 5ºA/1ºB2 4ºA/2ºB2 18H10 2º A 1º A O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para o TORNEIO NACIONAL de SUB 14 Femininos as seguintes equipas: o 1º classificado da Fase Regular garante a 1ª vaga na 1ª Fase do Torneio Nacional do escalão; Para além do 1º classificado da Fase regular, apurará garantidamente, o 1º classificado da FASE FINAL DISTRITAL* * O número de equipas apuradas para esta competição definir-se-á a partir da percentagem de clubes por Associação não apurados para o Torneio em referência * O número de equipas apuradas para esta competição definir-se-á a partir da percentagem de clubes por Associação não apurados para o Torneio em referência. CALENDARIZAÇÃO: CAMPEONATO DISTRITAL 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Outubro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Novembro Dezembro PLANO DE ACTIVIDADES
103 FASE de QUALIFICAÇÃO 1ª Jornada 2ª Jornada Dezembro Dezembro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Dezembro Dezembro Dezembro SUB 14 FEMININOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES FASE DE QUALIFICAÇÃO SISTEMA DE DISPUTA: As equipas classificar-se-ão para esta prova de acordo com o número de equipas apuradas para o Torneio Nacional do escalão; Se for necessário realizar-se-á uma Fase de Apuramento extraordinária de modo a determinar quem são as a integrar na prova em referência; Em principio, as equipas a designar defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora: Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. FASE DE QUALIFICAÇÃO - TIA 1ª Jornada 2ª Jornada Dezembro Dezembro SUB 14 FEMININOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
104 SUB 14 FEMININOS - CD 2ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE Constituição de SÉRIES, distribuindo as equipas em espiral de acordo com as classificações obtidas no Campeonato Distrital, de modo a que cada grupo não tenha mais de 6 (seis) equipas; Disputa de uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. A B C ª FASE Nesta fase, as equipas serão reorganizadas em 3 GRUPOS, integrando as equipas ABP eliminadas da 1ª Fase do Torneio InterAssociações, juntamente com as equipas que participaram na 1ª Fase da competição em referência, distribuindo-as em espiral, de acordo com a classificação obtida, de modo a que cada série não tenha mais de 4 (quatro) equipas; TIA TIA TIA A (1º) B(1º) C (1º) B (3º) A(2º) B (2º) C (2º) C (3º) A (3º) Restantes Equipas CALENDARIZAÇÃO: CD 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro Fevereiro Fevereiro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Fevereiro Março Março Março Março CD 2ª DIVISÃO 2ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada 6ª Jornada Abril Abril Abril Maio Maio Maio PLANO DE ACTIVIDADES
105 3ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-á para esta fase da competição o 1º classificado de cada grupo, juntamente com o melhor dos 2os. Classificados, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 30 de Maio 1º Gr.1 X 1º Gr.3 1º Gr. 2 X Melhor 2º FINAL 31 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: MEIAS - FINAIS 1ª Jornada ( ) 1º Grupo 1 x 1º Grupo 3 1º Grupo 2 x 1º Grupo 4 2ª Jornada ( ) 1º Grupo 3 x 1º Grupo 1 1º Grupo 4 x 1º Grupo 2 FINAL 1ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. PLANO DE ACTIVIDADES
106 PLANO DE ACTIVIDADES
107 SUB 16 FEMININOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de 2 (dois) grupos, respeitando o ranking de clubes do escalão em referência, para a presente época. O Grupo A é constituído pelos primeiros 8 (oito) classificados do ranking do escalão, enquanto que as restantes equipas integrarão o Grupo B, considerando o seguinte formato: Grupo A do 1º ao 8º classificados do ranking Grupo B do 9º ao 16º classificado do ranking Obs.: Se se inscreverem mais de 16 equipas, o Grupo B incluirá duas séries, com as equipas do 9º ao último lugar do ranking a serem distribuídas em espiral, de acordo com o sistema vigente nos Sub 16 Masculinos. A B Em cada Grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas todos contra todos. O Vencedor da 1ª Fase GRUPO A qualifica-se directamente para a Fase Zonal do Campeonato Nacional, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. O 1º e 2º classificados da 1ª Fase GRUPO A qualificam-se directamente para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. São apuradas para a 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão as seguintes equipas: O 3º, 4º, 5º e 6º classificados do Grupo A; Os 1º e 2º classificados do Grupo B; 2ª FASE FASE DE QUALIFICAÇÃO (FA) As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1(uma) volta, todos contra todos, no Pavilhão da equipa designada como visitada, de acordo com o seguinte reagrupamento: FQ1: FQ2: 3ºA; 6ºA; 1ºB; 4ºA; 5ºA; 2ºB; 1ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 1ª Jornada 3ºA 6ºA 1ª Jornada 4ºA 5ºA 2ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 2ª Jornada 6ºA 1ºB 2ª Jornada 5ºA 2ºB 3ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 3ª Jornada 1ºB 3ºA 3ª Jornada 2ºB 4ºA PLANO DE ACTIVIDADES
108 Os vencedores de cada uma das FQ (1 e 2) apuram para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. Na impossibilidade de encontrar um local para a realização desta fase e na ausência de candidaturas e como recurso final prevalecerá a classificação obtida na 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. A ordem dos jogos é a seguinte: 1º dia Jogo 1 1º classificado da 2ª Fase vs. Vencedor FQ2 Jogo 2 2º classificado da 2ª Fase vs. Vencedor FQ1 2º dia Jogo 3 Vencido do Jogo 2 vs. Vencedor do Jogo 1 Jogo 4 Vencedor do Jogo 2 vs. Vencido do Jogo 1 3º dia Jogo 5 Vencido do Jogo 1 vs. Vencido do Jogo 2 Jogo 6 Vencedor do Jogo 1 vs. Vencedor do Jogo 2 O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para a Fase Zonal do Campeonato Nacional do escalão em referência, todas as equipas participantes na FASE FINAL DISTRITAL, considerando sempre que, o Vencedor da 1ª Fase GRUPO A, garantiu, desde logo, a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. Se necessário, o(s) representante(s) para a Fase Zonal da Taça Nacional e para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão será (ão) determinado(s) com recurso à realização de Fases de Apuramento; São apuradas para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão as seguintes equipas: Equipa derrotada da FA Taça Nacional; Se necessário, as restantes equipas serão definidas a partir da realização de uma Poule de Apuramento, envolvendo o 7º e 8º classificados da 1ª Fase Grupo A e os 3os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); FASE DE APURAMENTO TAÇA NACIONAL (SE NECESSÁRIO) Participam os 2os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); FASE DE APURAMENTO TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES (SE NECESSÁRIO) Participam nesta Fase de Apuramento, os 7º e 8º classificados do Grupo A, juntamente 3os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); Nesta fases de Apuramento, as equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: Nas datas abaixo referenciadas, as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas, enquanto que na 2ª jornada o farão no Pavilhão indicado pelos seus adversários directos, pelo que atempadamente deverão salvaguardar as respectivas marcações: 1ª Jornada ( ) FA 1 7º A x 3º FQ2 FA 2 8º A x 3º FQ1 2ª Jornada ( ) FA 1 3º FQ2 x 7º A FA 2 3º FQ1 x 8º A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. PLANO DE ACTIVIDADES
109 CALENDARIZAÇÃO: CD 1ª DIVISÃO - 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Novembro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Dezembro Dezembro ª Jornada 12ª Jornada 13ª Jornada 14ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro Janeiro CD 1ª DIVISÃO 2ª FASE FASE DE QUALIFICAÇÃO (FQ) 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Janeiro Janeiro Fevereiro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Fevereiro Fevereiro Fevereiro FASE DE APURAMENTO (FA) TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES 1ª Jornada 2ª Jornada Fevereiro Fevereiro SUB 16 FEMININOS - TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
110 SUB 16 FEMININOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 2ª DIVISÃO - 1ª FASE Reagrupamento das equipas em GRUPO ÚNICO no qual as equipas que o integram disputam uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados, de acordo com o seguinte principio: GRUPO 1 Vencido PE1 Vencido PE2 3ºB 4ºB 5ºB 6ºB CALENDARIZAÇÃO: 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Fevereiro Março Março Março Abril ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Abril Abril Maio Maio Maio ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-ão para esta fase da competição os 4 (quatro) primeiros classificados de cada grupo, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 23 de Maio 1º X 4º 2º X 3º FINAL 24 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência.. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: MEIAS - FINAIS 1ª Jornada ( ) 1º x 4º 2º x 3º 2ª Jornada ( ) 4º x 1º 3º x 2º PLANO DE ACTIVIDADES
111 FINAL 1ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. DATA LIMITE de INSCRIÇÃO: SORTEIO: SUB 16 FEMININOS - TORNEIO DE SÃO JOÃO - Distribuição por sorteio puro, constituindo séries, por forma a que nenhuma tenha mais de 6 (seis) equipas. Disputa de uma poule a 1 (uma) volta "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. CALENDARIZAÇÃO: 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Maio Junho Junho Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
112 SUB 19 FEMININOS - CAMPEONATO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO - SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE ATENÇÃO: Um Clube cuja equipa integre o Grupo A do Campeonato Distrital da 1ª Divisão 1ª Fase, em resultado do seu posicionamento no Ranking de Clubes do respectivo escalão, e daí pretenda prescindir de modo a integrar qualquer um dos outros Grupos/Séries da mesma prova, não poderá classificar-se para a 2ª Fase da mesma competição ; Constituição de 2 (dois) grupos, respeitando o ranking de clubes do escalão em referência, para a presente época. O Grupo A é constituído pelos primeiros 8 (oito) classificados do ranking do escalão, enquanto que as restantes equipas integrarão o Grupo B, considerando o seguinte formato: Grupo A do 1º ao 8º classificados do ranking Grupo B do 9º ao 16º classificado do ranking Obs.: Se se inscreverem mais de 16 equipas, o Grupo B incluirá duas séries, com as equipas do 9º ao último lugar do ranking a serem distribuídas em espiral, de acordo com o sistema vigente nos Sub 16/18 Masculinos. A B Em cada Grupo, as equipas disputam uma poule a 2 (duas) voltas todos contra todos. O Vencedor da 1ª Fase GRUPO A qualifica-se directamente para a Fase Zonal do Campeonato Nacional, garantindo a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. O 1º e 2º classificados da 1ª Fase GRUPO A qualificam-se directamente para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. São apuradas para a 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão as seguintes equipas: O 3º, 4º, 5º e 6º classificados do Grupo A; Os 1º e 2º classificados do Grupo B; 2ª FASE FASE DE QUALIFICAÇÃO (FA) As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1(uma) volta, todos contra todos, no Pavilhão da equipa designada como visitada, de acordo com o seguinte reagrupamento: FQ1: FQ2: 3ºA; 6ºA; 1ºB; 4ºA; 5ºA; 2ºB; 1ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 1ª Jornada 3ºA 6ºA 1ª Jornada 4ºA 5ºA 2ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 2ª Jornada 6ºA 1ºB 2ª Jornada 5ºA 2ºB 3ª Jornada ( ) FQ1: FQ2: 3ª Jornada 1ºB 3ºA 3ª Jornada 2ºB 4ºA PLANO DE ACTIVIDADES
113 Os vencedores de cada uma das FQ (1 e 2) apuram para a 3ª FASE FASE FINAL do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. FASE FINAL DISTRITAL As equipas apuradas para esta fase disputam uma poule a 1 (uma) volta, todos contra todos, em local a designar. Poder-se-ão candidatar à organização da Fase Final Distrital os clubes que para ela se classifiquem, cabendo à ABP a decisão final sobre o local de realização da prova. Na impossibilidade de encontrar um local para a realização desta fase e na ausência de candidaturas e como recurso final prevalecerá a classificação obtida na 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. A ordem dos jogos é a seguinte: 1º dia Jogo 1 1º classificado da 2ª Fase vs. Vencedor FQ2 Jogo 2 2º classificado da 2ª Fase vs. Vencedor FQ1 2º dia Jogo 3 Vencido do Jogo 2 vs. Vencedor do Jogo 1 Jogo 4 Vencedor do Jogo 2 vs. Vencido do Jogo 1 3º dia Jogo 5 Vencido do Jogo 1 vs. Vencido do Jogo 2 Jogo 6 Vencedor do Jogo 1 vs. Vencedor do Jogo 2 O vencedor será considerado CAMPEÃO DISTRITAL DA 1ª DIVISÃO. São apuradas para a Fase Zonal do Campeonato Nacional do escalão em referência, todas as equipas participantes na FASE FINAL DISTRITAL, considerando sempre que, o Vencedor da 1ª Fase GRUPO A, garantiu, desde logo, a 1ª vaga atribuída aos representantes da ABP, na referida prova. Se necessário, o(s) representante(s) para a Fase Zonal da Taça Nacional e para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão será (ão) determinado(s) com recurso à realização de Fases de Apuramento; São apuradas para o TORNEIO INTER - ASSOCIAÇÕES do escalão as seguintes equipas: Equipa derrotada da FA Taça Nacional; Se necessário, as restantes equipas serão definidas a partir da realização de uma Poule de Apuramento, envolvendo o 7º e 8º classificados da 1ª Fase Grupo A e os 3os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); FASE DE APURAMENTO TAÇA NACIONAL (SE NECESSÁRIO) Participam os 2os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); FASE DE APURAMENTO TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES (SE NECESSÁRIO) Participam nesta Fase de Apuramento, os 7º e 8º classificados do Grupo A, juntamente 3os classificados da 2ª Fase Fase de Qualificação (FQ 1 e 2); Nesta fases de Apuramento, as equipas designadas defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: Nas datas abaixo referenciadas, as equipas indicadas em primeiro lugar actuarão na condição de visitadas, enquanto que na 2ª jornada o farão no Pavilhão indicado pelos seus adversários directos, pelo que atempadamente deverão salvaguardar as respectivas marcações: 1ª Jornada ( ) FA 1 7º A x 3º FQ2 FA 2 8º A x 3º FQ1 2ª Jornada ( ) FA 1 3º FQ2 x 7º A FA 2 3º FQ1 x 8º A Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. PLANO DE ACTIVIDADES
114 CALENDARIZAÇÃO: CD 1ª DIVISÃO - 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Outubro Outubro Outubro Outubro Novembro ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Novembro Novembro Novembro Novembro Dezembro ª Jornada 12ª Jornada 13ª Jornada 14ª Jornada Dezembro Dezembro Janeiro Janeiro CD 1ª DIVISÃO - 2ª FASE FASE QUALIFICAÇÃO (FQ) 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro FASE FINAL DISTRITAL 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Janeiro Janeiro Janeiro FASE DE APURAMENTO (FA) TORNEIO INTERASSOCIAÇÕES 1ª Jornada 2ª Jornada Janeiro Janeiro SUB 19 JUNIORES FEMININOS - TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES - Observação: Regulamento e Calendarização a divulgar oportunamente; PLANO DE ACTIVIDADES
115 SUB 19 FEMININOS - CAMPEONATO DISTRITAL 2ª DIVISÃO - 1ª FASE Reagrupamento das equipas em GRUPO ÚNICO no qual as equipas que o integram disputam uma poule a 2 (duas) voltas "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados, de acordo com o seguinte principio: CALENDARIZAÇÃO: GRUPO 1 Vencido PE1 Vencido PE2 3ºB 4ºB 5ºB 6ºB 2ª DIVISÃO 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Fevereiro Fevereiro Fevereiro Fevereiro Março ª Jornada 7ª Jornada 8ª Jornada 9ª Jornada 10ª Jornada Março Março Abril Abril Abril ª FASE FINAL FOUR Classificar-se-ão para esta fase da competição os 4 (quatro) primeiros classificados de cada grupo, sendo a mesma disputada em sistema de FINAL FOUR de acordo com a seguinte chave: MEIAS - FINAIS 08 de Maio 1º X 4º 2º X 3º FINAL 09 de Maio Vencedor ½ Final 1 Vencedor ½ Final 2 Este sistema de competição foi aprovado mediante o compromisso dos clubes intervenientes salvaguardarem um Pavilhão para a realização da mesma. Nesse sentido, o local de realização desta FINAL FOUR será determinado pela ABP, a partir das candidaturas apresentadas pelos clubes intervenientes, de acordo com as respectivas condições apresentadas e sua ordem de chegada. As referidas candidaturas deverão chegar à ABP com, pelo menos, 12 dias de antecedência. Caso nenhum dos clubes intervenientes tenha disponibilidade para acolher esta FINAL FOUR, as equipas acima designadas, defrontar-se-ão em sistema de ELIMINATÓRIAS casa/fora, segundo o seguinte emparelhamento: MEIAS - FINAIS 1ª Jornada ( ) 1º x 4º 2º x 3º 2ª Jornada ( ) 4º x 1º 3º x 2º PLANO DE ACTIVIDADES
116 FINAL 1ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 1 x Vencedor ½ Final 2 2ª Jornada ( ) Vencedor ½ Final 2 x Vencedor ½ Final 1 Neste FORMATO DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. DATA LIMITE de INSCRIÇÃO: SORTEIO: SUB 19 FEMININOS - TORNEIO SÃO JOÃO - Distribuição por sorteio puro, constituindo séries, por forma a que nenhuma tenha mais de 6 (seis) equipas. Disputa de uma poule a 1 (uma) volta "todos contra todos", no campo dos clubes indicados como visitados. CALENDARIZAÇÃO: 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada 4ª Jornada 5ª Jornada Maio Maio Junho Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
117 SUB 19 / SENIORES FEMININOS - TORNEIO DISTRITAL - SISTEMA DE DISPUTA: SISTEMA DE DISPUTA: 1ª FASE As equipas participantes são divididas em grupos de 4 (QUATRO) equipas cada, nas quais disputarão uma poule a 2 (duas) volta, todos contra todos. 2ª FASE Nesta fase, redefinir-se-ão os grupos segundo a classificação obtida na 1ª Fase: 1º da Série A a defrontar com o 1º Série B; o 2º série A com o 2º série B; e assim sucessivamente para os restantes classificados; Disputar-se-ão, de acordo com o emparelhamento citado, ELIMINATÓRIAS casa/fora de modo a determinar a classificação final da prova. Nesta FORMULA DE COMPETIÇÃO os jogos podem terminar empatados, não se efectuando o prolongamento, excepto no caso de no final do tempo regulamentar do segundo jogo, o somatório dos pontos sofridos e marcados em ambos os jogos colocar as equipas empatadas; nesse caso, proceder-se-á a prolongamentos até se encontrar o vencedor. De modo a evitar realizar-se sorteio para a 2ª Fase e assim poder-se proceder à marcação imediata dos jogos na condição de visitado, a 17 de Junho as equipas do Grupo A dever-se-ão assumir-se como visitadas, sendo as equipas do Grupo B visitadas a 22 de Junho; CALENDARIZAÇÃO: 1ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada 3ª Jornada Maio Maio Maio ª Jornada 5ª Jornada 6ª Jornada Maio Junho Junho ª FASE 1ª Jornada 2ª Jornada Junho Junho PLANO DE ACTIVIDADES
118 ASSOCIAÇÃO DE BASQUE ASQUETEBOL DO PORTO 6. PROGRAMA 3 FORMAÇÃO DE QUADROS 6.1. LINHAS ORIENTADORAS PARA 2015 Conforme foi já possível constatar, a FORMAÇÃO de AGENTES é uma das grandes prioridades da AB PORTO. Em nossa opinião só será possível sustentar o crescimento verificado e ampliá-lo no futuro, se formos capazes de formarmos mais e melhores quadros técnicos. Paralelamente e igualmente decisivo é a valorização dos DIRIGENTES, no domínio dos seus conhecimentos e desenvolvimento de competências próprias, através da realização regular de formação específica e actualizada. Também o sector de ARBITRAGEM deve ser valorizado nesta dinâmica da formação, pois este indicador tem forte relevância na qualidade do jogo OBJECTIVOS ESPECÍFICOS ÁREA DE TREINADORES A relação entre a qualidade do jovem praticante e o grau de experiência, conhecimento e competências do treinador é, nos tempos actuais uma verdade inquestionável. O desenvolvimento da modalidade está pois, directamente dependente da qualidade de formação disponibilizada ao treinador, pelo que esta é uma das preocupações centrais da AB PORTO. Nesse sentido para 2014/2015 projectaremos: 1) Realizar um CURSO de TREINADORES de GRAU I, contrapondo as carências sentidas no acompanhamento das equipas de jovens praticantes; 2) Organizar o X CLINIC INTERNACIONAL de Treinadores de Basquetebol, facultando assim uma oportunidade privilegiada de aprendizagem e partilha de conhecimentos, com formadores de alto nível; 3) Um PLANO de FORMAÇÃO CONTINUA de TREINADORES projecto ABP/DRAGON FORCE parceria que se revelou de enorme sucesso nas suas duas primeiras edições e que tem como objectivo central a criação de hábitos regulares de estudo e reflexão sobre temas muitos específicos no âmbito do treino do basquetebol; ÁREA DE MINIBÁSQUETE Este sector da modalidade apresenta especificidades muito próprias e talvez por isso justifique que a formação de técnicos/monitores se deva apresentar de modo independente e personalizado, relativamente às restantes temáticas que integram os referenciais de formação de Grau I. Este facto sugere a importância da realização de uma acção específica que recorra a formadores e conteúdos próprios e muito específicos, pelo que nos propomos a organizar um CLINIC INTERNACIONAL vocacionado exclusivamente para o MINIBASQUETE e que conte com contributos de formadores de reconhecidos méritos na área ÁREA DE JUIZES Embora entendamos que deverá existir um PLANO NACIONAL de CAPTAÇÃO de NOVOS JUÍZES, que tenha a sua génese numa lógica (inter) distrital/regional, a verdade é que deveremos por em prática algumas medidas que no passado foram bem-sucedidas e que quando implementadas com regularidade parecem atenuar as carências por demais evidentes. Desta forma parece-nos importante: PLANO DE ACTIVIDADES
119 ASSOCIAÇÃO DE BASQUE ASQUETEBOL DO PORTO 1) Realizar (no mínimo) um Curso de Juízes Estagiários e fazê-lo, reforçando a parceria institucional com a CL DESPORTO ESCOLAR Porto, que tão bem funcionou na época transacta; 2) Garantir a realização e aperfeiçoar o modelo de FORMAÇÃO CONTINUA de JUÍZES em vigor; 3) Ampliar o CORPO REGIONAL DE FORMADORES de JUÍZES, procurando fundamentalmente, melhorar a qualidade do acompanhamento dos juízes estagiários; 4) Implantar e desenvolver o sistema de observações já iniciado, no domínio dos árbitros e oficiais de mesa regionais; 5) Organizar um CAMPO de APERFEIÇOAMENTO de JUÍZES, que utilize um conjunto de ferramentas que possibilite uma aprendizagem eminentemente prática, realizada em exercício das respectivas funções; 6.3. ACÇÕES A REALIZAR ÁREA DE TREINADORES FORMAÇÃO CURRICULAR CURSOS GRAU I PARTE CURRICULAR LOCAL 2014 (1de Set a 31 de Dez) 2015 (1de Jan a 31 de Dez) FORMADORES DATA DATA GONDOMAR Dezembro Janeiro Eurico Brandão; Rui Gomes; Nuno Leite; Paulo Neta; Joana Costa; Rui Vanzeller; António Santos; Dimas Pinto; André Dias; Ricardo Neves; João Tiago Silva; Cristina Oliveira; FORMAÇÃO CONTINUA ACÇÕES DE INICIATIVA ASSOCIATIVA TEMA LOCAL 2014 (1de Set a 31 de Dez) 2015 (1de Jan a 31 de Dez) PRELECTORES DATA DATA "Treino funcional em Basquetebol" Dragão Caixa Janeiro Paulo Colaço a designar Dragão Caixa Fevereiro Felix Alonso "Treinar o Lançamento" Dragão Caixa Março José Ricardo "A análise do jogo como meio de preparação." Dragão Caixa Abril Moncho Lopez e Rui Gomes PLANO DE ACTIVIDADES
120 ASSOCIAÇÃO DE BASQUE ASQUETEBOL DO PORTO CANDIDATURA A ACÇÕES DE ÂMBITO NACIONAL ACÇÃO DATA LOCAL X CLINIC Internacional AB PORTO'14 01 e 02 de Novembro de 2014 Póvoa de Varzim CLINIC Internacional de MINIBASQUETE 21 e 22 de Março de 2015 Maia JUSTIFICAÇÃO DE APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA JUIZES FORMAÇÃO CURRICULAR CURSO DE JUIZES ESTAGIÁRIOS PARTE CURRICULAR LOCAL 2014 (1de Set a 31 de Dez) 2015 (1de Jan a 31 de Dez) FORMADORES DATA DATA ES MAIA ES MAIA 29 de Novembro 11 de Janeiro Rui Azevedo; Fernando Rocha; Luís Lopes; Nuno Monteiro; Paulo Marques; Nélson Guimarães; Paulo Sousa; Jorge Carbral; Pedro Costa; Ivo Rosário; FORMAÇÃO CONTINUA ACÇÕES DE INICIATIVA ASSOCIATIVA TEMA LOCAL 2014 (1de Set a 31 de Dez) 2015 (1de Jan a 31 de Dez) PRELECTORES DATA DATA Alterações às Regras FIBA 2014 Setembro Nuno Monteiro Testes Teórico e Físico Outubro José Nogueira e Rui Vieira O trabalho da equipa de arbitragem do ponto de vista do Comissário Técnico Novembro Jorge Rodrigues Técnica de Arbitragem: conceitos fundamentais Dezembro Fernando Rocha e Luis Lopes A indicar Acções a definir com uma periodicidade mensal A indicar PLANO DE ACTIVIDADES
121 ASSOCIAÇÃO DE BASQUE ASQUETEBOL DO PORTO DIRIGENTES Temas - Workshops Local Acções de Iniciativa Associativa 2015 (1 de 2014 (1 a 31 Janeiro a 31 de de Dezembro) Março) Data Data Prelectores Gestão de Patrocínios Dezembro Daniel Sá Vendas de Merchandising e Bilheteira Janeiro Daniel Sá Gestão da Comunicação Fevereiro Ana Paula Cruz IPAM Porto Base de Dados Março José Luis Reis Facebook e Redes Sociais Abril Paulo Morais Plano de Marketing Maio Daniel Sá PLANO DE ACTIVIDADES
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2015/16
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2015/16 COMUNICADO N.º 10 1 I DIREÇÃO (nada a comunicar) II - SETOR ADMINISTRATIVO 1. TRANSFERÊNCIAS 1.1. Correção ao comunicado nº 9 Nome Licença nº Para o Clube Diogo
Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino
Corrida da Saúde Classificação geral do corta-mato, realizado no dia 23 de Dezembro de 2007, na Escola E.B. 2,3 de Valbom. Contou com a participação dos alunos do 4º ano e do 2º e 3º ciclos do Agrupamento
COMUNICADO 24-2013/2014 25/02/2014 Para conhecimento geral a seguir se informa
Rua António Pinto Machado, 60 1º 4100-068 Porto Telefone: 226052980 Fax: 226091214 email: [email protected] Internet: www.abp.pt COMUNICADO 24-2013/2014 25/02/2014 Para conhecimento geral a seguir se informa
RESULTADOS. Nome Global ( /100) PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1
PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1 PT1840721 ADRIANA XAVIER DA SILVA FERNANDES 38 Pré-A1 PT1840722 ALEXANDRA FILIPA AZEVEDO SANTOS 52 A1 PT1840723
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GERAL 1 1 129 00817 Herculano Lopes do Nascimento 8 C.C. Matosinhos S 25 24 25 25 1 99 2 113 00540 Rodrigo Dourado Fernandes 10 C.T. S. Pedro de Rates S 25 25 24 25 0 99 3 88 00588 Carlos Augusto Torres
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superio Resultados da 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2011
14286394 ALBANO LUIS ANDRADE PEREIRA Não colocado 14388714 ANA BEATRIZ MARTINS MACHADO Colocada em 3133 9104 14371141 ANA CATARINA MOREIRA LEAL Colocada em 7003 14319342 ANA CATARINA SOUSA RIBEIRO Colocada
161342 - Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 340613 - Escola Básica nº 2 de Condeixa-a-Nova Relação de Alunos
: A 12 1 Adriana Beatriz Pinto Pereira Cortez S 13078 2 Ana Francisca Conceição Costa S 136 3 Ana Francisca Rodrigues Preces 1307 4 António José da Silva Loreto S 13084 Beatriz Moura Neves Beja Facas S
Resultados da Candidatura a Alojamento
Resultados da Candidatura a Alojamento Unidade Orgânica: Serviços de Acção Social RESIDÊNCIA: 02 - ESE ANO LECTIVO: 2015/2016 2ª Fase - Resultados Definitivos >>> EDUCAÇÃO BÁSICA 14711 Ana Catarina Mendes
COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA
COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA CLASSIFICAÇÕES DO SEGUNDO TESTE E DA AVALIAÇÃO CONTINUA Classificações Classificação Final Alex Santos Teixeira 13 13 Alexandre Prata da Cruz 10 11 Aleydita Barreto
ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DO PORTO TRANSFERÊNCIAS 2010/2011
162.024 Renata Sofia Mendes Barbosa Infantil Assoc. Rec. Luz e Vida Gondomarense Alunos de Meirim Futebol Clube 157.431 Bruno Manuel Ribeiro da Silva Juvenil Futebol Clube do Porto Alunos de Meirim Futebol
ÉPOCA 2018/19 COMUNICADO Nº 28 4/01/2019
1. SELEÇÕES DISTRITAIS AB PORTO 2018-19 ESTÁGIO DE NATAL 2018 SUB 12 Masculinos SUB 12 Femininos AC ALFENENSE SIMÃO SOUSA DIOGO CARNEIRO BC GAIA RODRIGO MESQUITA PEDRO COSTA ANA OLIVEIRA CAA SALESIANOS
Campeonato de Inverno de NS FIGURAS CATEGORIA INFANTIL Vila Franca de Xira, 10 de Abril de 2015
FIGURAS CATEGORIA INFANTIL 1 131962 Maria Lazutina 2 126201 Beatriz Cerqueira Teixeira 3 125652 Maria Tribuzi Melo 4 126262 Mariana Goncalves Carvalho 5 128715 Rita Manuela Silva 6 125651 Mafalda Ventura
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2016/17
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2016/17 COMUNICADO N.º 8 1 I DIREÇÃO (nada a comunicar) II - SETOR ADMINISTRATIVO 1. TRANSFERÊNCIAS 1.1. Em devido tempo foram autorizadas as seguintes transferências:
CURSO: ANIMADOR SOCIOCULTURAL LISTA PROVISÓRIA DE ALUNOS SELECIONADOS
CURSO: ANIMADOR SOCIOCULTURAL Adriana da Conceição Palhares Lopes Alexandra Rodrigues Barbosa Ana Salomé Lopes Queirós Andreia Dias da Costa Bianca Patricia Gonçalves Ramos Carina Filipa Monteiro Rodrigues
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2017/18
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2017/18 COMUNICADO N.º 5 1 I DIREÇÃO (nada a comunicar) II - SETOR ADMINISTRATIVO 1. SUBIDAS DE ESCALÃO Nome Licença nº Clube Subida de escalão a Filinta Silva BC Gaia
COMISSÃO ELEITORAL REDUZIDA. Ata da Quarta Reunião
ELEIÇÃO PARA OS ÓRGÃOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO COMISSÃO ELEITORAL REDUZIDA Ata da Quarta Reunião Ao sexto dia do mês de novembro de dois mil
1-1ª Jornada 06-11-2010-16:00
1-1ª Jornada 06-11-2010-16:00 Prova 1 Masc., 100m Estilos Cad B 06-11-2010-16:00 Resultados 1. Lucas Pereira BASTOS 00 Nautico/Matobra 1:25.91 206 2. Miguel Diogo AGOSTINHO 00 Fundacao Beatriz Santos 1:27.64
Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva Nº Escola: 171888 Nº Horário: 51
Nº Horário: 51 4625160693 Sofia Margarida Santos Ferreira Admitido 7197226139 Mónica Sofia Jesus Mateus Admitido 6392341730 Gonçalo Jorge Fernandes Rodrigues Fiúza Admitido 7816555741 Dora Maria Gonçalves
LISTA DE ORDENAÇÃO ENSINO INGLÊS ANO LETIVO 2012-2013
LISTA DE ORDENAÇÃO ENSINO INGLÊS ANO LETIVO 2012-2013 OFERTA 2737 433133 2737 435006 2737 433645 2737 431145 2737 411431 2737 447993 2737 432457 2737 412330 2737 415973 2737 427952 2737 417413 2737 417268
LISTA DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS GRUPO DE RECRUTAMENTO 600. Horário 28
LISTA DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS GRUPO DE RECRUTAMENTO 600 Horário 28 Graduação Profissional Nº Candidato Nome 24,508 4716699811 Vanda Isabel do Vale Silva Almeida 24,203 8219102942 Cristina Maria da
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Resultados da 2ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2011
14320023 ALEXANDRE VAZ MARQUES VASCONCELOS Colocado em 1105 Universidade do Porto - Faculdade de Engenharia 9897 Ciências de Engenharia - Engenharia de Minas e Geoambiente 13840715 ANA CLÁUDIA DIAS MARTINS
Análise Matemática I - Informática de Gestão Avaliação da 1ª frequência
Análise Matemática I - Informática de Gestão Avaliação da 1ª frequência Número Nome Nota Obs 10780 ALEXANDRE JOSÉ SIMÕES SILVA 15 11007 ALEXANDRE REIS MARTINS 7,7 11243 Álvaro Luis Cortez Fortunato 11,55
MESTRADOS E DOUTORAMENTOS - 2015
MESTRADOS E DOUTORAMENTOS - 2015 2ª FASE - ECT SUPLENTE EXCLUÍDO LISTA DE CANDIDATOS SERIAÇÃO CARLA MARIA CARNEIRO ALVES Doutoramento em Didática de Ciências e Tecnologias 3,9 de 5 4 CARLOS EDUARDO DOS
Ministério da Educação e Ciência Resultados da 2ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2013
14870896 ANA CATARINA DE JESUS RIBEIRO Não colocada 14583084 ANA CATARINA DA ROCHA DIAS Não colocada 14922639 ANA CATARINA SOARES COUTO Colocada em 7230 Instituto Politécnico do Porto - Escola Superior
Desportos Náuticos - Canoagem
Desportos Náuticos - Canoagem Clube Náutico de Ponte de Lima Ponte de Lima 2 ESCOLAS PARTICIPANTES - EB2,3 de Sande- 5 Alunos - Escola Secundária Marco de Canavezes- 3 Alunos - Agrupamento de Escolas de
Artigo 23.º da Portaria 243/ 2012, de 10 de agosto 10.º ANO
Adriano Filipe Dias Sequeira Ana Carolina Leite da Silva 10.º ANO Ana Filipa Martins Façanha Marques Ana Laura Martins Dengucho Ana Luísa Marques Tomé Ana Sofia Tomé Vicente Andreia Cristina de Oliveira
161342 - Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 340613 - Escola Básica nº 2 de Condeixa-a-Nova Relação de Alunos
1642 - Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 3406 - Escola Básica nº 2 de Condeixa-a-Nova : A Processo Nome Idade EMR. Rep. LE1 LE2 NEE 440 1 André Daniel Almeida Pimentel 98 2 Daniel Gonçalves Tomé
151713 - Agrupamento de Escolas de Mosteiro e Cávado 346652 - Escola E.B.2,3 do Cávado. Relação de Alunos
3452 - Escola E.B.2,3 do Cávado Turma : A 2002 1 Ana Catarina Loureiro Silva S 171 2 André Eduardo Dias Santos S 173 3 Ângelo Rafael Costa e Silva S S 2007 4 Bruno da Silva Gonçalves S 20 5 Catarina Daniela
Estádio Municipal da Guarda, 20 de Março de 2012 1 / 8
MEGASPRINT INFANTIS A FEMININOS - FINAL 175 Ana Marques 2001 Agrupamento de Escolas de Trancoso 6,3 259 Soraia Pires 2001 Agrupamento de Escolas do Sabugal 6,6 260 Carolina Afonso 2001 Agrupamento de Escolas
Nome Curso Golos Amarelos Vermelhos
Nome Curso s Amarelos Vermelhos Carlos Júnior Mestrado 4 Jogo 15 Rui Nascimento Mestrado Jerónimo Mestrado 1 Jogo 15 Pedro Francês Mestrado 1 Andre Figueiredo Mestrado 3 Jogo6 Artur Daniel Mestrado 2 João
Lista de Contactos do Departamento de Engenharia Informática
Lista de Contactos do Departamento de Engenharia Informática Gabinete/Cargo Nome Extensão E-mail Diretor Luiz Felipe Rocha de Faria 1450 [email protected] Sub-diretor(es) António Constantino Lopes 1462 [email protected]
4º Encontro Inter-Regional Zona A Oliveira de Azeméis
Dorsal Nome Categoria Equipa Licença Tempo º Manga Tempo 2º Manga Melhor Tempo 1º 26 Gabriel Baptista benjamins Seiça/Roriz 42421 1:25:55 0:59:50 0:59:50 2º 824 Daniel Ferraz benjamins Escolinha Gatõs
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2015/16
ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO 2015/16 COMUNICADO N.º 27 1 I DIREÇÃO 1. VOTOS DE LOUVOR A Direção da ABP, decidiu exarar em ata VOTOS DE LOUVOR aos atletas, treinadores e dirigentes do ACADÉMICO FC
31º Curso Normal de Magistrados para os Tribunais Judiciais
A 796 Neuza Soraia Rodrigues Carvalhas Direito e Processual 729 Maria Teresa Barros Ferreira Direito e Processual 938 Rute Isabel Bexiga Ramos Direito e Processual 440 Inês Lopes Raimundo Direito e Processual
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. SANCHO I. Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões. Ano letivo 2012-2013. AEC - Atividade Física e Desportiva.
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. SANCHO I Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões Ano letivo 2012-2013 AEC - Atividade Física e Desportiva Oferta nº 2384 Ordem Pontuação Nome do Docente 1 19 Joana Tavares da Rocha Melo
Associação Distrital de Atletismo de Coimbra. Comunicado de Resultados nº 02/2011. Grande Prémio Atletismo 20º Aniversário do Cluve
Associação Distrital de Atletismo de Coimbra Comunicado de Resultados nº 02/2011 Grande Prémio Atletismo 20º Aniversário do Cluve Escola Superior Agrária de Coimbra 31 Outubro 2010 500 Metros Masculinos
ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE SÃO MIGUEL
ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE SÃO MIGUEL FOLHA DE RESULTADOS CORTA-MATO ESCOLAR 2013 PROVA: Corta-Mato Escolar - Fase de Ilha ORGANIZAÇÃO: S. Desporto de S. Miguel / A. Atletismo de S. Miguel DATA: 16 de
Iflfl flfl 5 95 12 39
Ano Escolar 0 1 PORTUGAL 0 Ano de Escolaridade Turma D Estabelecimento de Ensino 0 Escola Básica de Vale de Milhaços 05 0 0 1 1 5 110 0 pg irncpp 51 105 0 1 01 001 0 1 01 05 001 11 1 055 ALINE VALENCE
Lista dos Aprovados - Ensino do Inglês
Lista dos Aprovados - Ensino do Inglês Nº de Oferta Ordem Pontuação Nome do Docente 2216 1 100 Cidália Maria Faria Mendes de Sousa 2216 2 100 Mariana Borges Dias Moreira 2216 3 100 Marta Raquel Cardoso
H764-AEC Lista de Aprovados-AFD
H764-AEC Lista de Aprovados-AFD Ficheiro gerado em: 17/09/2015 11:27:39 Nº de Oferta Ordem Pontuação Nº do Docente Nome do Docente 764 1 100 1260917894 Nuno Tiago Teixeira 764 2 100 7752957046 Lino Manuel
aelousada.net AE Lousada Ministério da Educação e Ciência Resultados da 2ª Fase do Concurso Nacional de Acesso de 2014
ALBERTINO CLÁUDIO DE BESSA VIEIRA Colocado em 3138 Instituto Politécnico do Porto - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras ALBERTO RAFAEL SILVA PEIXOTO Colocado em 3064 Instituto Politécnico
ENCONTRO NACIONAL CASTELO DE VIDE 2013
ENCONTRO NACIONAL CASTELO DE VIDE 2013 EQUIPAS PARTICIPANTES Escalão 11-12 Anos - Feminino - Campos - 9,10,11 N.º CENTRO GIRA-VOLEI Serie Nome dos atletas 1 CV TOCHA Serie A Matilde Azenha / Barbara Pina
Associação Distrital de Atletismo de Coimbra
Associação Distrital de Atletismo de Coimbra Comunicado de Resultados nº 15/2011 III CORTA MATO CONDEIXA 20 Março 2011 500 Metros Benjamins A Masculinos 1º 33 André Antunes 2002 Benj-A CBFF 2.26 2º 434
Listas dos Aprovados - Ensino de Inglês
Listas dos Aprovados - Ensino de Inglês Nº de Oferta Ordem Pontuação Nome do Docente 758 1 100 Andreia Cristina de Sousa Gomes 758 2 100 Cidália Maria Faria Mendes de Sousa 758 3 100 Marta Raquel Cardoso
XX - Torn. CIDADE DE VILA DO CONDE
Nº ATLETA Clube INES FERREIRA MATILDE PINTO BEATRIZ ROCHA LAIS MENDES FILIPA ESTEVES INES SALGADO INES FERNANDES PROVA: CTM Chaves MARGARIDA DOMINGUES DIANA GOMES hm hm hm hm 13 hm INES SALGADO M - Lourosa
Notas do exame da época de recurso de Contabilidade Financeira II 2008/09 Curso de Gestão
Notas do exame da época de recurso de Contabilidade Financeira II 2008/09 Curso de Gestão Exame Nota No. Nome Regime Recurso Final 22528 Adriana da Silva Afonso Ordinário 1.25 R 21342 Alexandra Crespo
LISTA ORDENADA DOS CANDIDATOS DO CONCURSO PARA LECCIONAR A DISCIPLINA DE Inglês (1440) 6 Horas - Abelheira + NO 1º CICLO
A DISCIPLINA DE Inglês (1440) 6 Horas - Abelheira + NO 1º CICLO Elisabete Margarida Viana G. da Rocha 15,00 Deolinda Rosa Arantes Torres 15,00 Raquel Maria SantosB. Oliveira Silva 9,50 Eunice Calisto Soares
1º Ciclo 1ª Categoria. 5.º Campeonato Regional de Jogos Matemáticos. Classificação Nome Escola 1º 9 Vasco Batista. 2º 2 Rodrigo de Carvalho F.
1º 9 Vasco Batista Matriz 2º 2 Rodrigo de Carvalho F. Junior y 3º 7 Beatriz Cunha São Roque 4º 1 Isabel Maria C. R. da Ponte Medina y 5º 5 Maria João Cabral 6º 4 Ângela Oliveira 7º 6 Letícia Rego 8º 3
Certificado de Presença em Evento no ISEP
*** Adam Silva *** ***c527078fe56b04280dcae9cc3541593d73d82015c12f65f060135ed5*** *** Adulcínio Adulcínio Duarte Rodrigues *** ***09d09b00214962ffdfefa4e2473001b55ffba6c7bbdc74ef3063ec95*** *** Alberto
Mapa de Candidaturas com Pedidos de Residência da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas 2010/2011
Candidatura Estado Aluno Nome Aproveitamento R. Candidatura 224563 Entregue 224378 Entregue 90874 Ana Luísa Vieira Soares Falta matrícula e 104407 Ana Manuela Matos Magalhães Sim Alojar 235605 Aberta 110101
Direção Regional de Educação Norte 152389 - Agrupamento de Escolas Afonso Betote 341605 - Escola Básica do 2º e 3º Ciclos de Frei João
no Letivo E 2, 3 de Frei João de Vila do Conde 15238 - grupamento de Escolas fonso etote 341605 - Escola ásica do 2º e 3º Ciclos de Frei João Relação de lunos no : Turma : 1 Programa Integrado de Educação
Classificação Benjamins A Fem. Classificação Benjamins A Masc
06 de Julho de 2013 Classificação Benjamins A Fem 1 196 Catarina João CLAC 01:52:9 2 113 Magda Aleixo Casa Benfica de Abrantes 01:56:0 3 206 Mariana Faria Casa Benfica de Abrantes 02:23:9 4 136 Márcia
Escola Localidade Estudantes-Estagiários Agrupamento de Escolas João da Silva Correia São João da Madeira Hélder Xavier da Silva Pinto Marta
Escola Localidade Estudantes-Estagiários Agrupamento de Escolas João da Silva Correia São João da Madeira Hélder Xavier da Silva Pinto Marta Alexandra Oliveira Costa Susana Tavares da Silva Agrupamento
161718 - Agrupamento Escolas Castro Daire 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Castro Daire. Relação de Alunos
343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º s de Castro Daire Turma : A 1498 1 Ana Catarina Costa Esteves 14920 2 Ana Francisca da Silva Fernandes 16292 3 Beatriz Monteiro Andrade 14409 4 Camila Almeida Oliveira
RESULT m. Amarante, 14 de Março de CLDE - Tâmega Projecto Mega 2012
116 ANA GOMES 2001 INF A F EB23 Eiriz 1000 m 351,00 1º 306 CATARINA TEIXEIRA 2001 INF A F EB23 Sobreira 1000 m 354,00 2º 661 CARINA COSTA 2001 INF A F Sec Pinheiro 1000 m 355,00 3º 152 JOANA MARINHO 2001
DESPORTO ESCOLAR R E S U L T A D O S
COMPETIÇÃO: TORNEIO DE ATLETISMO DE PISTA DO DESPORTO ESCOLAR Fase Equipa de Apoio às Escolas - GUARDA DATA: 25 DE MARÇO DE 2009 LOCAL: ESTÁDIO MUNICIPAL DA GUARDA ORGANIZAÇÃO: - DESPORTO ESCOLAR COLABORAÇÃO:
Lista de Resultados da 6ª Fase de Seleção - Curso de Tripulante de Ambulância de Socorro - TAE-INEM 01/2015 NOTA 1ª F NOTA 2ª F
Lista de Resultados da ase de Seleção - Curso de Tripulante de Ambulância de Socorro - TAE-INEM 01/2015 106 2165 02291253122165975318 Abílio Fernando Bragança Milheiro 15,250 14,050 18,400 12,000 12,900
1 - Sessão Única 30-11-2008-15:00
1 - Sessão Única 30-11-2008-15:00 Prova 1 Femin., 50m Livres 8-10 anos 30-11-2008-15:00 Resultados 1. PEREIRA, Joana Sousa 99 Académico de Leiria 39.35 222 2. REIS, Ana Miguel 00 Columbófila Cantanhedense
Técnicos Especializados
Nome da Escola : Data final da candidatura : Disciplina Projeto: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto Nº Escola : 153000 2015-09-03 Nº Horário : 75 Escola de Referência para a Educação Bilingue
Classificação por categorias
EPIC TRAIL SOLIDÁRIO ADIB 25 de Abril de 2015 Classificação por categorias Vet F50 Fem Trail 15km 1 Magalhães, Maria Falta Muito? 2:09:03 2 Silva, Deolinda Noctiluzes 2:28:38 Vet M50 Masc Trail 15km 1
Agrupamento de Escolas Professor Abel Salazar Escola EB 2,3 Abel Salazar - Ronfe. Relação de Alunos
: A 3241 1 Ana Catarina Castro Pereira 4028 2 Ana Rafaela Alves Gomes 3433 3 Diana Letícia Silva Macedo 3550 4 Diogo Filipe Silva Baptista 2806 5 Fábio André Salazar Oliveira 3650 6 Marco Isidro Martins
Alunos apurados para a 2ª fase do concurso: 7º ano
DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CONCURSO ORTOGRÁFICO DE INGLÊS - 3º CICLO 2011 /2012 Resultados da 1ª fase Alunos apurados para a 2ª fase do concurso: 7º ano 7º A 7º B Nº 1, André Santos Nº 2, André Matos Nº 4,
1º Festival de Escolas - Técnicas alternadas Porto de Mós, 1-11-2014. Prova 1 Misto, 4 x 25m Costas Absoluto 01-11-2014-15:30 Lista inscritos
Prova 1 Misto, 4 x 25m Costas Absoluto Prova 2 Misto, 4 x 50m Costas Absoluto Prova 3 Femin., 25m Livres Escolinhas Femininos 1 Maria Silva, CARVALHO 05 Soc Instrucao e Recreio Os Pimpoes/Cimai NT 2 Carlota
> LISTA DE CANDIDATOS POR GRAU DE FORMAÇÃO (v5) Modalidade: Lohan Tao REGIME TRANSITÓRIO FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
PROGRAMA NACONAL DE FORMAÇÃO DE TRENADORES REGME TRANSTÓRO FORMAÇÃO COMPLEMENTAR > LSTA DE CANDDATOS POR GRAU DE FORMAÇÃO (v5) Modalidade: Lohan Tao Dados fornecidos pela: Federação Portuguesa de Lohan
Nº Escola : 145464. Nº Horário : 79. Nº Horas: 25. Tempo de Serviço antes da profissionalização. Data de Nascimento
Nome da Escola : Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, Portimão Nº Escola : 145464 Data final da candidatura : 2016-01-19 Nº Horário : 79 Grupo de Recrutamento: 110-1º Ciclo do Ensino Básico Nº
Pos. NUM. NOME CLUBE ESC. TEMPO
BENJAMINS FEMININOS 600metros Pos. NUM. NOME CLUBE ESC. TEMPO 1ª 195 VERA CABRAL GD AMIGOS B MUNIC COVILHÃ BEN 01m25s 2ª 165 ANA PASTOR ACR SENHORA DO DESTERRO BEN 01m37s 3ª 164 JOANA GARCIA ACR SENHORA
Atividades de Enriquecimento Curricular Ensino do Inglês. Candidatos Excluídos Oferta 923
Atividades de Enriquecimento Curricular Ensino do Inglês Candidatos Excluídos Oferta 923 Motivo de Exclusão candidatos excluídos pela plataforma da DGRHE por não apresentaram dados válidos no preenchimento
XXV Torneio de Natação do CNAC - Shigeo Tsukagoshi Coimbra, 18.4.2009. Prova 1 Femin., 200m Livres 12-13 anos 18.4.09-15:30 Resultados
Prova 1 Femin., 200m Livres 12-13 anos 18.4.09-15:30 Resultados Recorde do Torneio 2:17.89 Susana Patricia, MIGUEL SFUAP Coimbra 1. F., MACHADO 96 Assoc. Solid.Social Sociedade 2:22.82 Columbófila Cantanhedense
DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DAS EQUIPAS VENCEDORAS
DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DAS EQUIPAS VENCEDORAS Os docentes responsáveis pela elaboração e pela correção das provas das Olimpíadas do Conhecimento 2ª Edição 2012 fizeram chegar à Comissão Organizadora
Ano Lectivo 2009/2010. Berçário Educadora Andreia Pinto Auxiliares Teresa Lopes e Elisa Silva
Ano Lectivo 2009/2010 Berçário Andreia Pinto Teresa Lopes e Elisa Silva 1 Lídia Pinho Mourato 2 Alice Pina 3 Francisca de Freitas Meneses 4 Hugo Filipe Gomes Ferreira 5 Macedo Correia 6 Matilde Anastácio
LISTAS ANO LECTIVO 09/10 JI - SALA A
JI - SALA A AFONSO PEREIRA GOMES ANA BEATRIZ SILVA MONTEIRO ANA CAROLINA BRANCO FREITAS ANA FRANCISCA CARVALHO MACEDO CAROLINA PEREIRA GOMES CRISTIANA FERREIRA SILVA FRANCISCO VAZ PINHEIRO NUNES GABRIELA
152729 - Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins 401535 - Escola Secundária Dr. Júlio Martins Relação de Alunos
: A 1248 1 Ana Garcia Amarante 1239 2 André Carneiro Rodrigues 124 3 Beatriz Branco Ramos 151 4 Camila Alves Salgado 16485 5 Daniel Emídio Costa dos Santos 1648 6 Débora Barroso Fernandes 16528 Hugo Paulo
Cursos Profissionais Turma 1P1 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos
Turma 1P1 Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Nome * Bruno Miguel de Sá Gonçalves b 3,818 TGPSI Fábio Daniel de Sá Gonçalves b 3,727 TGPSI Leandro Filipe da Silva Veiga b 3,364 TGPSI
Departamento Nome Abreviado Função
Departamento Nome Abreviado Função Administração António Lamas Madalena Castro Dalila Rodrigues Ricardo Cerqueira Miguel Coelho Luísa Inês Fernandes Paula Martins Presidente CA Vogal CA Assistente Vogal
Associação de Atletismo de Braga
Fase Regional de Atletismo (DREN ) Estádio º de Maio 60 M Barr.Ini.Fem-76 Vento: Fav: + 2,7 v ª Ana Oliveira 92INI PALME 9,63 2ª Kelly Oliveira 92INI EBFAJ 0,8 3ª Ana Monjane 93INI S-BRG 0,30 4ª Marlene
Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área
Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Carina Coelho Cariologia/Med. dentária Preventiva Dentisteria Operatória 1 11 15h00-16h00 Investigação Isabel Roçadas Pires Cariologia/Med.
