GRAU II ESTÁGIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GRAU II ESTÁGIO"

Transcrição

1 GRAU II ESTÁGIO

2 ESTÁGIO Início: 3 de Outubro Fim: Até 30 de Junho Uma época desportiva: 800 horas (Inclui todas as atividades de treinador, desde o planeamento, preparação, treinos, reuniões, estágios, participação em ações de formação, estudo individual, ) Sessões de treino: 180 h (Nr. mínimo horas) Obrigatório um tutor com perfil adequado e disponibilidade. (ver doc. anexo) 2

3 Na situação de treinador principal :. Todos escalões, acima sub 14 exceto: - Liga Portuguesa - Camp. Proliga - Camp. Liga Feminina Na situação de treinador adjunto :. Todos escalões (acima de Sub14) 3

4 ESTÁGIO Equipas para realizar o Estágio : Na situação de treinador adjunto : - Séniores Masculinos e Femininos - Liga Portuguesa de Basquetebol - Campeonato da Próliga - Campeonato da Liga Feminina 4

5 IMPORTANTE: ESTÁGIO O treinador estagiário apenas pode orientar e treinar uma equipa/escalão/género, exceto minibasquete desde que tenha aprovação da ENB. A violação desta regra de exclusividade, implica a suspensão imediata do estágio. Atos de indisciplina penalizados pelo CD da FPB ou da Associação respetiva, implicará de imediato a suspensão do estágio. 5

6 ESTÁGIO Fatores de Ponderação na Avaliação: A avaliação do estágio na situação de treinador adjunto e será objeto de uma ponderação diferente à de situação de treinador principal. A ponderação poderá ser até 30% da avaliação final. 6

7 ESTÁGIO ACTIVIDADES /FUNÇÕES ESPECIFICAS: 7

8 1-Direção de treino de acordo com a função que desempenha (principal ou adjunto). 2-Quando na situação de adjunto, definição das sessões de treino em que assumirá a função de treinador principal. 3-Direção de jogos oficiais de acordo com a função que desempenha (principal ou adjunto). CURSO DE TREINADORES DE GRAU II

9 4-Presença obrigatória em todos os treinos e jogos realizados pela sua equipa excepto em situações excepcionais devidamente justificadas, reconhecidas pelo tutor e validada pelo coordenador 5-Preenchimento de ficha de preparação de cada um dos treinos em que exerce a função de principal. 6-Exercício da função durante uma época completa com definição da data do seu início e final (treinos e jogos). 9

10 7-Organização do dossier de treinador com elaboração dos vários documentos que o componham. 8-Atualização permanentemente do dossier do treinador que deverá estar ao dispor do tutor e ou coordenador para consulta. 9-Participação em todas as reuniões/encontros agendados por tutor ou coordenador de estágio. 10

11 10-Participação nas reuniões da equipa técnica da entidade de acolhimento/clube. 11-Participação em reuniões de outras estruturas da entidade de acolhimento/clube, para que seja convocado. 12-Participação na estruturação do enquadramento humano de apoio à sua equipa. 11

12 13-Elaboração do relatório de estágio em obediência ao guião mínimo publicado pela entidade formadora. 14-Na situação de realizar estágio em Sub14, o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático com equipas de rendimento ou seleções regionais sub Na situação de realizar estágio como adjunto, sugere-se o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático junto de seleções nacionais./regionais sub 16 ou superiores. 12

13 Quando na situação de adjunto deverá: A) Dirigir um mínimo de 15 treinos na função de treinador principal, responsável pela direção da globalidade do treino OU B) Estar-lhe atribuída a responsabilidade de uma área específica do treino, (Exs: treino físico, preparação da defesa, preparação dos postes, etc.), que exerça regularmente sempre que a matéria de sua responsabilidade integre o plano de treino. 13

14 Frequentar Ações de Formação Contínua: Obrigatoriedade de presença nas Ações de Formação realizadas na Associação respetiva; Obrigatoriedade de presença em uma das Ações de Formação Nacional: - Clinic Internacional de Formação - Clinic ANTB 14

15 A ausência a estas ações implica uma penalização da Avaliação Final "da Componente de Formação Prática - Estágio Por cada ausência a uma formação de âmbito regional 10% na avaliação final Por ausência à Formação Nacional, penalização até 30% 15

16 Momento de Avaliação Intermédia - Sessão prática com tema pré-definido, pelo próprio, a realizar em data e local a definir pelo Coordenador de estágio ou ENB Objetivo: Expor o treinador/ estagiário numa situação de formador, em sessão pública, clinic, partilhando e cooperando com os seus parceiros. 16

17 Estagiário em Situação especial Apresentação de um trabalho público sobre jogadores/seleções regionais ou nacionais de sub 16 ou superiores. Objetivo: Refletir e analisar de acordo como perfil definido nos referenciais de formação do treinador de grau II. 17

18 1-Direção de treino 2-Direção de jogos oficiais 3-Reuniões com equipa e/ou jogadores, individualmente 4-Organização e atualização do dossier de treinador 5-Participação em todas as reuniões/encontros agendados por tutor ou coordenador de estágio, da equipa técnica da entidade de acolhimento/clube. 18

19 6-Elaboração e entrega obrigatória do dossier do treinador e relatório de estágio até data a definir pelo Coordenador de Estágio, que em qualquer caso não poderá ir além de 15 de Julho. Apresentação dos trablhos complementares Participar nas ações de formação definidas. A ENB (Coordenador de Estágio) define a data de entrega obrigatória do Relatório de Estágio, até 15 de julho. 19

20 A avaliação do desempenho do Treinador Estagiário no exercício concreto da função (treino e competição), ao longo do Estágio (60%); A avaliação do Dossiê de Treinador(30%). A avaliação do Relatório de Estágio (10%); 20

21 Condições para a validação do Tutor: 1. Disponibilidade para o exercício da função; 2. Possuir TPTD de Grau III ou Grau II; 3. Ter conhecimentos na área pedagógica, metodológica e didática em consonância com o desempenho da função de Tutor; 4. Experiência de, pelo menos 5 anos, como Treinador na preparação e direção de praticantes e/ou equipas em quadros competitivos federados; 21

22 5. Ter reconhecido percurso profissional como Treinador; 6. Possuir uma postura ética e deontológica exemplar. CURSO DE TREINADORES DE GRAU II

23 Tutor: Indicado pelo estagiário com acordo da Entidade de Acolhimento, e validado pela ENB Indicado pela ENB - Elementos do Corpo Regional de Formadores CURSO DE TREINADORES DE GRAU II

24 Tutor: Indicado pelo estagiário com acordo da Entidade de Acolhimento, e validado pela ENB. Preferencialmente: - Coordenador Técnico da Entidade de Acolhimento (Clube) que exerça atividade no máximo em uma só equipa; - Treinador da Entidade de Acolhimento (Clube), que exerça atividade em uma só equipa; - Treinador Principal da Equipa em que faz Estágio e que somente exerça atividade nessa equipa; - Treinador sem vínculo à Entidade de Acolhimento mas que não está em atividade. 24

25 A ENB não validará: -Os treinadores que não cumpram o requisitos apresentados; - Treinadores que exerçam atividade em outra Entidade de Acolhimento que não assumam a disponibilidade necessária para a missão de tutoria; -Treinadores que não tenham estado presentes em recentes Ações de Formação continua Associativa e/ou Nacional na época imediatamente anterior à do presente estágio. 25

26 Em casos especiais, nomeadamente em zonas de menor desenvolvimento da modalidade, poderá admitir-se como tutor um treinador com menor número de anos de experiência, desde que cumpridas as seguintes condições: 26

27 a) O Coordenador de Estágio faça proposta fundamentada de aceitação do treinador em causa como tutor b) A Entidade Formadora dê despacho favorável à proposta referida em a) 27

28 1. Elaborar, em conjunto com o Coordenador de Estágio e o Treinador Estagiário, o Plano Individual de Estágio (PIE); 2. Acompanhar, supervisionar e orientar a evolução do Treinador Estagiário e a execução do PIE, nomeadamente através da observação de treinos e de competições; 28

29 3. Apoiar a preparação dos planos de época e das unidades de treino a ministrar pelo Treinador Estagiário; 4. Apoiar o Treinador Estagiário no levantamento das questões a analisar e no estabelecimento de metodologias a seguir; 5. Organizar a observação e recolher informação das situações treino e de competição (se for caso disso) para análise nas sessões de tutoria; 29

30 6. Estimular o desenvolvimento da capacidade de raciocínio crítico e de reflexão sobre a prática do Treinador Estagiário; 7. Apoiar o Treinador Estagiário na elaboração e desenvolvimento do Dossiê de Treinador, do Relatório de Estágio e trabalhos suplementares 8. Avaliar o Estágio e propor ao Coordenador de Estágio a respetiva classificação; Importante: As notas de avaliação de valor igual ou superior a 18, serão suportadas por justificação apresentada pelo Tutor, para avaliação e validação pela ENB. 30

31 1. Validar o Plano Individual de Estágio (PIE) e acompanhar a sua execução; 2. Acompanhar os principais intervenientes do Estágio, garantindo a existência de 3 momentos (mínimo obrigatório) de contacto formal com o Treinador Estagiário e o Tutor: Antes do início do Estágio; Momento de Avaliação Intermédia (definido no PIE); Momento de Avaliação Final e conclusão do Estágio. 31

32 3. Atribuir a classificação final do Estágio, na sequência do trabalho de avaliação efectuado com os Tutores; 4. Cumprir outras responsabilidades que lhe forem cometidas pela Entidade Formadora no garante da qualidade e bom funcionamento dos Estágios (trabalhos suplementares e ações de formação continua) 32

33 Documentos para Inscrição em Estágio: Modelo ENB de inscrição em estágio (ENB9) Protocolo de Estágio entre Entidade de Acolhimento e Entidade Formadora. Info: A inscrição é enviada para a ENB Documento emitido pela ENB Setembro

Deve ser nomeado um Coordenador de Estágio, de preferência o Diretor do Curso, neste caso o Professor José Barros.

Deve ser nomeado um Coordenador de Estágio, de preferência o Diretor do Curso, neste caso o Professor José Barros. REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DE GRAU I (Resumo) 1. Carga Horária O Curso de Treinadores de Atletismo de Grau I passa a englobar na sua componente curricular, para além das matérias gerais do treino desportivo

Leia mais

Federação Portuguesa de Pesca Desportiva REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO E SELECÇÕES NACIONAIS

Federação Portuguesa de Pesca Desportiva REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO E SELECÇÕES NACIONAIS Federação Portuguesa de Pesca Desportiva REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO E SELECÇÕES NACIONAIS Aprovado em Assembleia Geral de 16 de Novembro de 2002 Preambulo A Alta Competição é um importante factor de

Leia mais

EESTÁGIO PROFISSIONAL

EESTÁGIO PROFISSIONAL CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior

Leia mais

Federação Portuguesa de Voleibol Departamento Técnico / Formação CURSO TREINADORES GRAU III

Federação Portuguesa de Voleibol Departamento Técnico / Formação CURSO TREINADORES GRAU III CURSO TREINADORES GRAU III Abertura de Inscrições A FPV vai realizar a nível Nacional o Curso de Grau III, que se realiza de acordo com o Programa Nacional de Formação de Treinadores ( PNFT ). Assim, anuncia-se

Leia mais

Regulamento Selecções Nacionais

Regulamento Selecções Nacionais Regulamento Selecções Nacionais 1. OBJECTIVOS 1.1. Consideram-se Objectivos Estruturais: a) Definição das equipas nacionais por arma cadetes, juniores e seniores, sendo que por equipas nacionais deve entender-se

Leia mais

ESCOLAS PORTUGUESAS DE MINIBASQUETE

ESCOLAS PORTUGUESAS DE MINIBASQUETE COMUNICADO DO COMITÉ NACIONAL DE MINIBASQUETE OMUNICADO DA CNMB COMUNICADO Nº 11 ÉPOCA: 2017/2018 DATA: 19. Abr.2018 Para conhecimento geral, a seguir se informa: ESCOLAS PORTUGUESAS DE MINIBASQUETE 2017-18

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR (a que se refere o Despacho nº 9332-A/2013 de 16 de julho)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR (a que se refere o Despacho nº 9332-A/2013 de 16 de julho) REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR 2013-2014 (a que se refere o Despacho nº 9332-A/2013 de 16 de julho) 1. ÂMBITO O presente regulamento define as normas e procedimentos de participação dos agrupamentos

Leia mais

REGULAMENTO CONCENTRAÇÕES MINIBASQUETE

REGULAMENTO CONCENTRAÇÕES MINIBASQUETE REGULAMENTO CONCENTRAÇÕES 2015 / 2016 1 Concentrações de Minibasquete da ABB Regulamento Nota: Os intervenientes, não devem esquecer que estamos a promover uma actividade para jovens praticantes, a qual

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE BASQUETEBOL ESCOLA NACIONAL DO BASQUETEBOL CURSO TREINADOR Grau II 2018 Madeira 2018

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE BASQUETEBOL ESCOLA NACIONAL DO BASQUETEBOL CURSO TREINADOR Grau II 2018 Madeira 2018 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE BASQUETEBOL ESCOLA NACIONAL DO BASQUETEBOL CURSO TREINADOR Grau II 2018 Madeira 2018 CURSO TREINADOR DE GRAU II da FPB Nº 82 AVISO ABERTURA DE INSCRIÇÕES A FPB/ENB e AB Madeira

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA O ESCALÃO DE SUB-14

REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA O ESCALÃO DE SUB-14 REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA O ESCALÃO DE SUB-14 1. INTRODUÇÃO 1.1. A FPB de acordo com as propostas da DTN aprovou o Regulamento Técnico- Pedagógico para o escalão de SUB-14,

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ REGULAMENTO DAS REPRESENTAÇÕES NACIONAIS FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ Aprovado a 21 de janeiro de 2017 PARTE I - DISPOSIÇÕES GERAIS...2 ARTIGO 1 - (Âmbito de aplicação).2 PARTE II REPRESENTAÇÕES NACIONAIS..2

Leia mais

Curso Treinador Desporto Futebol - Grau I

Curso Treinador Desporto Futebol - Grau I Curso Treinador Desporto Futebol - Grau I PROGRAMA DE FORMAÇÃO Neste documento, poderá encontrar as principais informações sobre o curso pretendido, nomeadamente a duração, área temática, enquadramento,

Leia mais

As aulas teóricas serão realizadas no local a definir e as práticas em campos a definir.

As aulas teóricas serão realizadas no local a definir e as práticas em campos a definir. Organização O Curso de Treinadores de Futsal Raízes (Grau I) será organizado pela Associação de Futebol de Bragança (AFB), nos termos das Normas de Licenciamento de Cursos de Treinadores da Federação Portuguesa

Leia mais

ACÇÃO Nº CURSO TREINADORES GRAU 1 LOCAL Bairrada/Anadia DATA 28/9 a 1/ Metodologia de ensino Jogos de Iniciação: Jogos Prédesportivos

ACÇÃO Nº CURSO TREINADORES GRAU 1 LOCAL Bairrada/Anadia DATA 28/9 a 1/ Metodologia de ensino Jogos de Iniciação: Jogos Prédesportivos DIRETOR SECRETÁRIO TOTAL HORAS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA 40h GERAL 41h FORMAÇÃO Inicial OBJECTIVOS DESTINATÁRIOS Competência para direção de equipas Sub-8 a Sub- 12 Ex-jogadores Pais Alunos universitários

Leia mais

Versão Regulamento de ESTÁGIOS ATLETISMO. Graus I/II

Versão Regulamento de ESTÁGIOS ATLETISMO. Graus I/II Versão 1.00 Regulamento de ESTÁGIOS ATLETISMO Graus I/II Versão 1.00 Regulamento de ESTÁGIOS ATLETISMO Graus I/II Edição: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Conteúdos: Federação Portuguesa

Leia mais

Para o conhecimento dos Clubes nossos filiados, Rádio, Imprensa, Televisão e demais interessados, comunica-se:

Para o conhecimento dos Clubes nossos filiados, Rádio, Imprensa, Televisão e demais interessados, comunica-se: CIRCULAR Nº 1 2016/ 2017 Para o conhecimento dos Clubes nossos filiados, Rádio, Imprensa, Televisão e demais interessados, comunica-se: 1. FILIAÇÃO DE CLUBES A efectuar de 01 a 29 de Agosto, em impresso

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DO CURSO TÉCNICO SUPERIOR PROFISSIONAL (CTeSP) Introdução

PROPOSTA DE REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DO CURSO TÉCNICO SUPERIOR PROFISSIONAL (CTeSP) Introdução PROPOSTA DE REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DO CURSO TÉCNICO SUPERIOR PROFISSIONAL (CTeSP) Introdução Artigo 1º Definição da formação em contexto de trabalho e suas finalidades 1. A formação

Leia mais

Licenciatura em MOTRICIDADE HUMANA

Licenciatura em MOTRICIDADE HUMANA INSTITUTO PIAGET Campus Universitário de Almada Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (ISEIT) / Almada Despacho Nº14446/2012 REGULAMENTO DE ESTÁGIO E RELATÓRIO FINAL Treino

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE PADEL ESCOLAR (REVISTO EM NOVEMBRO DE 2018)

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE PADEL ESCOLAR (REVISTO EM NOVEMBRO DE 2018) PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE PADEL ESCOLAR 2017-2021 (REVISTO EM NOVEMBRO DE 2018) ÍNDICE I. MISSÃO 4 II. VALORES 4 III. OBJETIVOS 4 IV. PLANO ESTRATÉGICO 5 1. PRIMEIRA FASE: 5 1.1.FORMAÇÃO PROFESSORES

Leia mais

REGULAMENTO DO TREINADOR

REGULAMENTO DO TREINADOR REGULAMENTO DO TREINADOR (Versão01/2018) Índice Introdução... 3 1-Artigo 1º- objeto e âmbito... 4 2- Artigo 2º-Atitudes e Comportamentos... 4 2.1- Responsabilidades... 4 2.2-Regras de Faltas... 4 3- Artigo

Leia mais

Versão Regulamento de ESTÁGIOS SURFING. Grau

Versão Regulamento de ESTÁGIOS SURFING. Grau Versão 1.00 Regulamento de ESTÁGIOS SURFING Grau I Versão 1.00 Regulamento de ESTÁGIOS SURFING Grau I Edição: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Conteúdos: Federação Portuguesa de Surf Instituto

Leia mais

O presente regulamento destina-se a definir os direitos e deveres dos intervenientes nas atividades desportivas de competição.

O presente regulamento destina-se a definir os direitos e deveres dos intervenientes nas atividades desportivas de competição. Regulamento Interno das Atividades de Competição O presente regulamento destina-se a definir os direitos e deveres dos intervenientes nas atividades desportivas de competição. Os Serviços de Ação Social

Leia mais

Regulamento de Estágios - Mestrados

Regulamento de Estágios - Mestrados Regulamento de Estágios - Mestrados (Em anexo, formulário do plano de estágio e ficha de avaliação do estágio) Faro, Setembro de 2012 1. ENQUADRAMENTO A estrutura curricular dos Mestrados da Faculdade

Leia mais

Regulamento do III Curso de Treinadores de Triatlo Grau II. Caxias, Direção de Formação - Versão 2.00

Regulamento do III Curso de Treinadores de Triatlo Grau II. Caxias, Direção de Formação - Versão 2.00 Regulamento do III Curso de Treinadores de Triatlo Grau II Caxias, 2017 Direção de Formação - Versão 2.00 Índice 1. Introdução... 3 2. Condições de acesso e saídas profissionais... 4 2.1. Acesso ao Grau

Leia mais

As aulas teóricas serão realizadas no Auditório da Sede da AFVR e as práticas em campos a definir.

As aulas teóricas serão realizadas no Auditório da Sede da AFVR e as práticas em campos a definir. Organização O Curso de Treinadores de Futebol UEFA C / Raízes (Grau I) é organizado pela Associação de Futebol de Vila Real (AFVR), nos termos das Normas de Licenciamento de Cursos de Treinadores da Federação

Leia mais

Associação de Basquetebol de Lisboa

Associação de Basquetebol de Lisboa Associação de Basquetebol de Lisboa ORGÃOS SOCIAIS GABINETE TÉCNICO DIRECÇÃO Sel.Distritais Comissão Formação CONSELHO DISCIPLINA Disciplina Reuniões Inquéritos ASSEMBLEIA GERAL Minibasquete Sorteios CONS.JURISDICIONAL

Leia mais

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO (CURSOS PROFISSIONAIS)

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO (CURSOS PROFISSIONAIS) REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO (CURSOS PROFISSIONAIS) O presente documento regula a Formação em Contexto de Trabalho (FCT) dos Cursos Profissionais criados ao abrigo do Decreto Lei n.º 74/2004,

Leia mais

Regulamento dos Cursos de Treinadores. Hóquei em Patins Grau II

Regulamento dos Cursos de Treinadores. Hóquei em Patins Grau II Regulamento dos Cursos de Treinadores Hóquei em Patins Grau II 1. Organização A responsabilidade dos Cursos de Treinadores é da Federação de Patinagem de Portugal (FPP), através da Direcção Técnica Nacional

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTUDANTE ATLETA

REGULAMENTO DO ESTUDANTE ATLETA REGULAMENTO DO ESTUDANTE ATLETA Preâmbulo A atividade física e desportiva é, no quotidiano, um fator primordial na formação do ser humano enquanto indivíduo que busca a integração plena na sociedade contemporânea.

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA PLANO DE ATIVIDADES 2012 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA DESPORTIVA ALTO RENDIMENTO E SELEÇÕES NACIONAIS FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS MARKETING, COMUNICAÇÃO & IMAGEM 1.-

Leia mais

ANEXO V Federação Portuguesa de Padel REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPÍTULO I. Artigo 1.º Âmbito

ANEXO V Federação Portuguesa de Padel REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPÍTULO I. Artigo 1.º Âmbito ANEXO V Federação Portuguesa de Padel REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPÍTULO I Artigo 1.º Âmbito Estão abrangidos pelo presente regulamento os praticantes desportivos de Padel que se enquadrem nos critérios

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PADEL REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPITULO I. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2. Categorias de Alta Competição

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PADEL REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPITULO I. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2. Categorias de Alta Competição FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PADEL REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO CAPITULO I Artigo 1.º Âmbito Estão abrangidos pelo presente regulamento os praticantes desportivos de Padel que se enquadrem nos critérios deste

Leia mais

CONVENÇÃO DE ESTÁGIO / ENSINO CLÍNICO

CONVENÇÃO DE ESTÁGIO / ENSINO CLÍNICO Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) Licenciaturas Mestrados GESP.0004 1/2 O presente documento tem como finalidade regular as relações entre o Instituto Politécnico da Guarda (IPG), sito em

Leia mais

4º Critério Apresentarem documentos comprovativos da frequência de ações de formação de Treinadores de Natação.

4º Critério Apresentarem documentos comprovativos da frequência de ações de formação de Treinadores de Natação. REGULAMENTO CURSO DE GRAU II 1. ORGANIZAÇÃO A organização do Curso de Grau II de Treinador de Natação Pura, Natação Artística e Polo Aquático é da responsabilidade da Federação Portuguesa de Natação..

Leia mais