Presidentes brasileiros maçons
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- João Lucas Luiz Gustavo Camelo Camarinho
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1 Por:, de Curitiba-PR. A idéia original era falar apenas sobre os presidentes da República. Daí o título do artigo. Só que, além deles, um Imperador também foi maçom. Então, levando em conta os Chefes de Estado, temos a seguinte relação: D. Pedro I Iniciado no Grande Oriente, em , quando adotou o nome de Guatimozim (cf. Aslan, Castellani e Durão). D. Pedro II Segundo Castellani (1996), ao contrário do que afirmam alguns autores, D. Pedro II não foi Maçom, apesar de algumas Lojas terem usado seu nome como título distintivo. Mal. Deodoro da Fonseca Iniciado na Loja Rocha Negra, de São Gabriel (RS), em , cf. Aslan, Castellani, Costa e Rodrigues. Mal. Floriano Peixoto Após alguma polêmica sobre sua condição de maçom, descobriu-se em Alagoas que ele foi iniciado na Loja Perfeita Amizade Alagoana nº 181, de Maceió (AL), em (cf. Castellani e Rodrigues). Prudente de Morais Provavelmente iniciado na Loja Sete de Setembro, de São Paulo, em 1862 ou 1863 (cf. Castellani). Campos Sales Iniciado na Loja Independência, de Campinas (SP), provavelmente em 1863 (cf. Aslan, Castellani e Costa). Rodrigues Alves D Albuquerque e Xavier o relacionam entre os maçons, mas Castellani nega (A ação secreta..., p. 127) e Costa nega a existência de comprovação. Sobre essas informações de D Albuquerque contestadas por outros autores, opina João Alberto de Carvalho: Para Tenório de Albuquerque tudo o que se fez de importante no Brasil foi obra de maçons. Só lhe faltou escrever que foi a maçonaria que descobriu o Brasil, que Pedro Álvares Cabral e Pero Vaz de Caminha eram maçons. Nenhum autor como Tenório de Albuquerque, provavelmente de boa-fé, divulgou tantas inverdades sobre a maçonaria.
2 O maior defeito apontado é a falta de fontes, como se vê nesta crítica de Frederico Guilherme Costa: Trabalhos como o de A. Tenório de Albuquerque, Sociedades secretas. Rio de Janeiro: Editora Aurora, s/d, que não cita uma fonte sequer, não devem ser considerados para pesquisa, a não ser para, eventualmente, ser lido como obra de ficção. Afonso Pena Luiz Rocha afirma que ele foi maçom, mas Costa nega a existência de comprovação. Nilo Peçanha Iniciado na Loja Ganganelli do Rio, do Rio de Janeiro, em (cf. Castellani). Mal. Hermes da Fonseca Segundo Castellani e Rodrigues, foi iniciado na Loja Ganganelli do Rio, do Rio de Janeiro, em Segundo D Albuquerque, iniciado em Segundo Aslan e Costa, iniciado na Loja Rocha Negra, de São Gabriel (RS), em , na qual também fora iniciado o seu tio Deodoro da Fonseca, por aquela época. Só que a iniciação do tio, segundo o próprio Aslan, foi em 1873, mesma época de 1876, tal como apontado por Castellani e Rodrigues. Wenceslau Brás Iniciado na Loja Caridade Mocoquense, de Mococa (SP), em (cf. Castellani e Costa). Delfim Moreira A mais antiga notícia de sua atividade maçônica foi a participação na instalação da Loja Atalaia do Sul, de Santa Rita do Sapucaí (MG), fundada em Castellani tem um artigo exclusivamente sobre isso, no qual cita um diploma de filiando livre concedido por essa Loja a Delfim Moreira, em , identificando-o como membro ativo da Loja Belo Horizonte, da capital mineira. Daí Rodrigues deduzir que provavelmente ele foi iniciado na Loja Belo Horizonte. Washington Luís Não se sabe onde nem quando foi iniciado. A mais antiga notícia de sua atividade maçônica foi na Loja Filantropia II, de Batatais (SP). Castellani ora especula que ele pode ter sido iniciado nela (2003, p. 84), ora afirma que participou de sua fundação (2009, p. 198), que ocorreu em (1994, p. 100). Júlio Prestes Maçom cf. Castellani. Café Filho Maçom cf. D Albuquerque e Xavier. No entanto, segundo Castellani, apesar de algumas versões, sem base, de alguns autores, não foi maçom (A ação secreta..., p. 150). 2
3 Nereu Ramos Maçom cf. Castellani, D Albuquerque e Lysis Rocha. Jânio Quadros Iniciado na Loja Libertas, de São Paulo, em (cf. Castellani). Quadro-resumo Chefe de Estado Período* Maçom? Início Fim Sim Controverso Imperador D. Pedro I Imperador D. Pedro II Mal. Deodoro da Fonseca Mal. Floriano Peixoto Prudente de Morais Campos Sales Rodrigues Alves Afonso Pena Nilo Peçanha Mal. Hermes da Fonseca Wenceslau Brás Rodrigues Alves* - - Delfim Moreira Epitácio Pessoa Artur Bernardes Washington Luís Júlio Prestes* - - Gen. Tasso Fragoso Gen. Mena Barreto Contra-Alm. Isaías de Noronha Getúlio Vargas José Linhares Mal. Dutra Getúlio Vargas Café Filho Carlos Luz Nereu Ramos Café Filho* - - Juscelino Kubitschek Jânio Quadros Ranieri Mazzilli João Goulart Ranieri Mazzilli Mal. Castello Branco Mal. Costa e Silva
4 Pedro Aleixo* - - Gen. Lyra Tavares Alm. Rademaker Mal. Sousa e Melo Gen. Garrastazu Médici Gen. Ernesto Geisel Gen. João Figueiredo Tancredo Neves* - - José Sarney Fernando Collor Itamar Franco Fernando Henrique Cardoso Lula Dilma Rousseff * Ver nosso artigo A história do Brasil reescrita pelas leis. Para finalizar A República Velha teve 14 presidentes (contando Júlio Prestes) e vai de até , o que resulta em 41 anos. Desses, 9 presidentes (64%) foram comprovadamente maçons, durante 27 anos (66%). Se incluirmos os 3 não comprovados, temos 12 presidentes (86%) maçons, durante 34 anos (83%). Portanto, não seria um exagero chamar a República Velha de República Maçônica. Em compensação, da Revolução de 1930 até hoje, o país teve mais 23 presidentes (contando Pedro Aleixo e Tancredo Neves, mas não os integrantes das Juntas Militares ver nosso artigo A história do Brasil reescrita pelas leis ), durante 83 anos. Desses, as fontes abaixo só confirmam 2 presidentes (9%) maçons, durante apenas 9 meses (1%). Se incluirmos Café Filho, cuja condição de maçom é discutida, temos 3 presidentes (13%) maçons, durante 2 anos (2%). É inegável a queda no número de presidentes maçons. O que a explica? Há várias hipóteses não excludentes entre si: 1. A Revolução de 1930, além de apear do poder a República Velha e, com ela, quem a apoiava, entre os quais, os maçons, desembocou no golpe de 1937, a partir de quando a repressão política do Estado Novo se abateu inclusive sobre a maçonaria, que teve várias Lojas fechadas. 2. Para Brasil Bandecchi, em 1964, subiu ao poder a Bucha Militar (apud Luiz Rocha). Como se sabe, Bucha, do alemão Burschenschaft, é uma sociedade secreta criada na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, que deu ao país vários presidentes da República Velha (ver o livro de Luiz Rocha). Por Bucha Militar, Bandecchi provavelmente se refere a um eventual grupo secreto de militares que teria arquitetado a deposição de João Goulart e o regime pós-64. P.ex., o grupo coordenado pelo general Golbery do Couto e Silva, a partir do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes) e do Grupo de Levantamento de Conjuntura do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibade). 3. Não há confirmação oficial se certos políticos da história mais recente foram ou não iniciados na maçonaria. P.ex., Fernando Henrique Cardoso, citado 4
5 por Castellani e Carvalho (p ), porém sem qualquer menção à sua eventual condição de maçom ou não. Embora, segundo Paulo Rezzutti, há rumores de que ele tenha sido membro da E.S.P.A.R.T.A., um suposto ramo da Bucha. 4. Para exercer influência não precisa ocupar a Presidência da República. P.ex., o general Golbery, ministro-chefe da Casa Civil e eminência parda dos presidentes Geisel e Figueiredo, era maçom (cf. Castellani e Carvalho, p. 511). 5. Se um ambiente pouco democrático obriga as pessoas a se reunirem secretamente, a liberdade de reunião esvazia essas válvulas de escape. Por isso, quem ingressou na maçonaria para fazer política não precisa mais recorrer a esse expediente. Mesmo porque, desde a Constituição maçônica de , a maçonaria parece ter se afastado da política que não a de princípios (cf. Aslan). Referências bibliográficas ASLAN, Nicola. Pequenas biografias de grandes maçons brasileiros. Rio de Janeiro: Maçônica, ASLAN, Nicola. Uma radioscopia da maçonaria ou a maçonaria ao alcance de todos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Aurora, s/d. p BARROSO, Gustavo. Segredos e revelações da história do Brasil. Brasília: Senado, t. 1, p CARVALHO, João Alberto de. Foram maçons os inconfidentes? Cadernos de Pesquisas Maçônicas, Londrina, nº 8, 1995, p CASTELLANI, José. A maçonaria e o movimento republicano brasileiro. São Paulo: Traço, CASTELLANI, José. A ação secreta da maçonaria na política mundial. São Paulo: Landmar, CASTELLANI, José. Delfim Moreira, presidente da República, maçom. In: Fragmentos da pedra bruta. Londrina: A Trolha, v. 2, p CASTELLANI, José. História do Grande Oriente de São Paulo. Brasília: GOB, CASTELLANI, José. 1998: bicentenário de nascimento de D. Pedro I. In: Do pó dos arquivos. Londrina: A Trolha, v. 3, p CASTELLANI, José. O julgamento da história: Washington Luís. In: Fragmentos da pedra bruta. Londrina: A Trolha, v. 3, p. 84, 87. CASTELLANI, José. Os maçons e a questão religiosa. Londrina: A Trolha, p CASTELLANI, José; CARVALHO, William Almeida de. História do Grande Oriente do Brasil: a maçonaria na história do Brasil. São Paulo: Madras, COSTA, Frederico Guilherme. A Bucha. In: Questões controvertidas da Arte Real. Londrina: A Trolha, v. 4, p COSTA, Frederico Guilherme. A maçonaria durante o Estado Novo. In: Questões controvertidas da Arte Real. Londrina: A Trolha, v. 4, p COSTA, Frederico Guilherme. Assino a carta de alforria do último escravo do Brasil [sobre Deodoro]. Cadernos de Pesquisas Maçônicas, Londrina, nº 19, 2001, p
6 COSTA, Frederico Guilherme. O primeiro período republicano brasileiro: os presidentes e a maçonaria. In: Questões controvertidas da Arte Real. Londrina: A Trolha, v. 5, p D ALBUQUERQUE, A. Tenório C. O que é a maçonaria. 3ª ed. Rio de Janeiro: Aurora, p. 271 e ss. DURÃO, João Ferreira. Pequena história da maçonaria no Brasil: São Paulo: Madras, p REZZUTTI, Paulo. O lado oculto do poder: como organizações que existiam à margem da vida pública do Brasil ajudaram a moldar os destinos do país desde seu nascimento. Aventuras na História, São Paulo, nº 134, set/2014, p ROCHA, Luiz Gonzaga da. A Bucha e outras reminiscências maçônicas. Londrina: A Trolha, p. 126, 150. ROCHA, Lysis Brandão da. A maçonaria do Brasil na proclamação da República. Cadernos de Pesquisas Maçônicas, Londrina, nº 2, 1990, p. 99. RODRIGUES, Raimundo. Presidentes do Brasil. In: Entre colunas. Londrina: A Trolha, p XAVIER, Raymundo Francisco. A maçonaria e a proclamação da República. Cadernos de Pesquisas Maçônicas, Londrina, nº 2, 1990, p
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Brasil: os anos mais repressivos do regime militar Ago/69: Costa e Silva adoece e é afastado. Vice Pedro Aleixo é impedido de assumir. Ago-out/1969 Junta militar assume o poder e escolhe novo presidente.
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LOJA MAÇÔNICA SÃO JOÃO DA ESCÓCIA N 1587 Oriente de Coroatá Ma. Fundada em 13.06.1963 Grande Oriente do Brasil no Maranhão G O B - MA Grande Oriente do Brasil G O B Ao postulante e família. Coroatá - MA
C. C. S. Moçambique Tete - Fingoé 1972 a 1974
C. C. S. Batalhão de Caçadores 3885 Companhia de Comandos e Serviços Moçambique Tete - Fingoé 1972 a 1974 Lista de Militares à data do regresso a Lisboa Posto Nome Coronel José da Silva Pinto Ferreira
Grupo 1. I - 7 a 11 de agosto
Grupo 1 André Melero Poisson Cunha Coutinho Beatriz Almeida Santos Catarina Oliveira Tomé David Cardoso da Cunha Filipa Nogueira Morais Gonçalo da Costa Ribeiro Gonçalo Duarte Lima da Costa Guilherme Ramos
Caderno de Atividades para o fim do Semestre
Colégio Estadual Guatupê Ensino Fundamental e Médio Av. Thomaz Carmeliano de Miranda, 127 Guatupê CEP: 83 060 000 São José dos Pinhais PR Fone: (41) 3382-4755 / 3382-0564 e-mail: [email protected]
Numero Nome Turma Equipa Numero Nome Turma Equipa
201704011 André Araújo Sá 1M01 1M01_3 201705027 Bernardo Gomes Ribeiro dos Santos Rocha 1M01 1M01_3 201707256 Cíntia Sofia Ribas Silva 1M01 1M01_1 201707415 Duarte Jose Lourenco Cachulo 1M01 1M01_2 201705117
MICROECONOMIA II - LGE108 - NOTAS DA AVALIAÇÃO CONTINUADA
060402127 ALBERTO DE OLIVEIRA FERREIRA NETO 20 13,5 15 13 12,05 13,51 14 060402011 ANA FILIPA COSTA DA PURIFICACAO 18 14,75 14,75 15 13,70 14,52 15 060402061 ANA MARGARIDA BARBOSA DOS SANTOS CASTRO 11,6
Centro Escolar de Gilmonde
Pré-Escolar - Grupo: A N.º Nome Idade 1 Ana Margarida Abreu Carvalho 5 2 Daniel Gomes Ferreira 5 3 Filipa Ferreira Portela 5 4 Gonçalo Dinis Rodrigues Carvalho 5 5 Guilherme Fernandes Rocha 5 6 Inês Ferreira
PLANO DE ENSINO EMENTA OBJETIVOS. Geral
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do Componente Curricular: História III Curso: Técnico de Nível Médio Integrado em Mineração Série/Período: 3º ano Carga Horária: 2 a/s - 80 h/a - 67
Getúlio Vargas e o Golpe de História 9.º ano Prof.ª Marilia C. C. Coltri Complementação: Colégio Ser!
Getúlio Vargas e o Golpe de 1930 História 9.º ano Prof.ª Marilia C. C. Coltri Complementação: www.elton.pro.br Colégio Ser! Sorocaba Getúlio Vargas e o Golpe de 1930 Período eleitoral no Brasil: Washington
ERA VARGAS ( )
Antecedentes: ERA VARGAS (1930-1945) - República Oligárquica Crise política no Brasil - alternância entre São Paulo (maior economia) e Minas Gerais (maior colégio eleitoral) - (República do café com Leite)
30º CURSO DE FORMAÇÃO DE MAGISTRADOS
Grupo: 1 Sala: 1.1 1 Ana Margarida Allen Camacho Quental MJ 2 Bárbara da Costa Oliveira MJ 3 Bruno António Oliveira Mestre MJ 4 Carla Susana da Costa Campos MJ 5 Carlos André Soutelo Pinheiro MJ 6 Edgar
30º CURSO DE FORMAÇÃO DE MAGISTRADOS
Grupo: A Sala: 1.1 1 Ana Margarida Allen Camacho Quental MJ 2 Bárbara da Costa Oliveira MJ 3 Carolina Andreia Marques Sousa Dias MP 4 Edgar Nunes Fernandes MJ 5 Inês Torgal Mendes Pedroso da Silva MP 6
Às 19h30 Procissão comunidade Nossa Senhora Aparecida Interdição parcial: Rua Brás Antônio Falco, Rua Humberto Berzoine, Avenida Santa Luzia.
PARÓQUIA DE SÃO MATEUS Às 19h30 Procissão com a Imagem de Nossa Senhora das Dores Interdição parcial: Rua Imaculada Conceição, Rua João Manata, Rua Araguari, Rua Cruzador Bahia, Rua Monsenhor Gustavo Freire
Escola de Formação Política Miguel Arraes. Módulo I História da Formação Política Brasileira. Aula 2 A História do Brasil numa dimensão ética
LINHA DO TEMPO Módulo I História da Formação Política Brasileira Aula 2 A História do Brasil numa dimensão ética SEC XV SEC XVIII 1492 A chegada dos espanhóis na América Brasil Colônia (1500-1822) 1500
Centro Escolar de Gilmonde
Turma: A Ano: 1.º 1 Ana Margarida Abreu Carvalho 1.º 2 António Leandro Pereira Mugenge 1.º 3 Bernardo Costa Almeida 1.º 4 Bruno Dias da Silva 1.º 5 Dinis Correia Silva 1.º 6 Filipa Ferreira Portela 1.º
Quadro de Mérito Ensino Básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) Ano Letivo 2014/2015
Quadro de Mérito Ensino Básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) Ano Letivo 2014/2015 A) Mérito Académico Alcancem excelentes resultados escolares A este grupo de alunos os PARABÉNS por terem alcançado, no primeiro
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Alunos para o Quadro de Honra 2016-2017 4º ano Afonso Maia Barbosa Vieira Veloso André Wang Zhang Dinis Vicente Martins 4A-BA Fabiana Vieira Henriques Luís Pedro Magalhães Ribeiro Rodrigo Alexandre Teles
Brasil: Nasce a República
Brasil: Nasce a República Apostila 1 Capitulo 1 1 Um novo país? Depois de 67 anos, Monarquia no Brasil foi substituída pela República. O país já havia ficado livre da escravidão um ano antes (1888). (Pintura
aelousada.net página 1 de 1 RESULTADOS Escola: Escola Básica de Lousada Centro, Lousada Código: AMC Classificação Código PET do Aluno
Escola: Escola Básica de Lousada Centro, Lousada Código: AMC do Aluno ANA ISABEL DA SILVA MAGALHÃES 24 Inferior a A2 ANABELA QUEIRÓS MENDES 26 Inferior a A2 ANDRÉ EMANUEL SANTOS BARBOSA 41 Inferior a A2
Ministério da Educação
14762193 ALEXANDRA MARIA PINTO SILVA Sim 18 085 09 15 (quinze) Aprovado 15194664 ÁLVARO FILIPE PINTO SOARES Sim 10 076 08 09 (nove) 32/49 15597854 ÁLVARO JOSÉ GOMES DA SILVA Sim 11 070 07 10 (dez) Aprovado
Miguel António Magalhães Correia e Mota Jorge Miguel Albergaria Rodrigues Nuno Miguel Valente de Almeida e Silva
Nº de Oferta Ordem Pontuação Nome do Docente 1255 1 100 José Pedro Macedo Calçada 1255 2 100 Pedro Miguel Moreira da Silva 1255 3 100 Miguel António Magalhães Correia e Mota 1255 4 90 Jorge Miguel Albergaria
COLOCAÇÃO REGISTRO CBC NOME EQUIPE 1ª ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4 ETAPA2 5 ETAPA 7 ETAPA 8 ETAPA2 9 ETAPA 13 ETAPA TOTAL
COLOCAÇÃO REGISTRO CBC NOME EQUIPE 1ª ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4 ETAPA2 5 ETAPA 7 ETAPA 8 ETAPA2 9 ETAPA 13 ETAPA TOTAL 19.10777.09 LAYANE LIMA SEM EQUIPE 50 50 12 45 45 45 41 41 0 329 2 19.20464.13 ELIANE
DO REGIME MILITAR A NOVA REPÚBLICA
DO REGIME MILITAR A NOVA REPÚBLICA Ditadura Militar Eventos Fundamentais: Goulart propõe as reformas de base Eleitoral Educacional Bancária / Tributária Agrária Marcha da TFP Tradição Família e Propriedade
