2) TECNOLOGIAS DE REDE
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- Vinícius Dias Sanches
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1 2) TECNOLOGIAS DE REDE 2.1) TECNOLOGIA ETHERNET 2.1.1) PADRÃO IEEE Tecnologia usada para LANs Usa um meio de comunicação compartilhado (transmissão multiponto), disputado por vários computadores ao mesmo tempo Tipicamente, funciona a 10 Mbps ou 100 Mbps (mas tem 1000 Mbps e Mbps) Controle de acesso ao meio compartilhado feito com CSMA-CD Carrier-Sence Multiple Access with Collision Detection Para transmitir, um computador: Espera até o meio ficar livre Transmite Se houver colisão, para, espera um tempo aleatório (crescente a cada colisão consecutiva) e tenta novamente UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 1
2 2.1.2) CABEAMENTO IEEE ETHERNET Nome Cabo Segmento max. (m) Nós/Seg. Velocidade Onbervações 10Base5 Coaxial grosso Era bom para espinha 10 Mbps dorsal; obsoleto 10Base2 Coaxial fino Barato; 10 Mbps obsoleto 10/100/ /100/1000 Par trançado Fácil manutenção BaseT Mbps 10/100/1000/ a Entre prédios, Fibra ótica 2000 a BaseF Mbps logradouros, cidades Cabo coaxial grosso Transceptores Cabo coaxial fino Terminador BNC Ethernet Conector BNC Cabo AUI Ethernet com coaxial grosso Ethernet com coaxial fino UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 2
3 10/100/1000BaseT usa concentrador para simular barramento CATEGORIAS 1 e 2: Especificadas pela norma EIA/TIA-568-A, eram recomendadas para comunicação de voz e dados até 9,6 Kbps. Fora de uso. CATEGORIA 3: Características de desempenho para cabeamento e conexões em transmissões de dados e voz até 16Mhz, na velocidade de até 10 Mbps. Fora de uso. CATEGORIA 4: Características de desempenho para cabeamento e conexões em transmissões de dados e voz na velocidade de até 16 Mbps. Fora de uso. CATEGORIA 5: Características de desempenho para cabeamento e conexões em transmissões de dados e voz na velocidade de até 100 Mbps (100 MHz). Fora de uso. CATEGORIA 5e: (Enhanced - Melhorada), é uma melhoria das características dos materiais utilizados na categoria 5, que permite um melhor desempenho (125 MHz). Cada vez menos uso. CATEGORIA 6: Características para desempenho especificadas até 250 Mhz e velocidades de 1Gbps (100 m) até 10Gbps (55 m). Cada vez mais uso. CATEGORIA 6A: Características para desempenho especificadas até 500 Mhz e velocidades de 10 Gbps (100 m). Uso em Data Center. UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 3
4 Cabo de pares trançados Hub UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 4
5 ) CABEAMENTO xbasef Fibra Óptica Alternativa mais cara devido ao custo de conectores, adaptadores de rede e concentradores ópticos Hoje é a alternativa padrão para espinha dorsal de rede, quer seja rede campus, MANs ou WANs UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 5
6 2.1.3) CONCENTRADORES DE FIAÇÃO (HUBS) São repetidores de sinal (atuam na camada física) Hubs cascateáveis Hub Hub Hub Hubs empilháveis conexões de Empilhamento (alta velocidade) São ditos gerenciáveis quando podem ser configurados e/ou monitorados via rede (inband), recebendo endereço de rede, e oferecendo serviço telnet/ssh/web e/ou agente snmp. UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 6
7 2.1.4) ADAPTADORES DE REDE Adaptadores de rede podem oferecer opções para diversos tipos de cabeamento (10/100/1000baseT, 100/1000baseF) com custos variáveis Placa de rede Adaptador Small Formfactor Pluggable (SFP) Uso de SFP em equipamentos (comutadores / roteadores) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 7
8 2.1.5) REPETIDORES Cada tipo de cabeamento tem um limite no tamanho máximo do cabo de um segmento de rede Para redes maiores (mais extensas), repetidores (repeaters) de sinal devem ser usados Repetidores ampliam o sinal (operando na camada física) e são, portanto, transparentes ao software de rede Limites no IEEE Distância máxima de 2.5 Km entre dois transceptores (no cabo coaxial grosso) Nenhum caminho pode atravessar mais do que 4 repetidores UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 8
9 2.1.6) PROPRIEDADES DE ETHERNET Barramento Canal único de comunicação compartilhado entre as estações Difusão (broadcast) Cada transceptor recebe todos os quadros A interface seleciona os quadros destinados à estação Mecanismo de entrega: MELHOR ESFORÇO O hardware não avisa ao emissor sobre a entrega ou não do quadro A sub-camada LLC (Logical Link Control) pode mudar isso, oferecendo um serviço confiável Mecanismo de controle de acesso é distribuído (CSMA-CD) 2.1.7) CSMA-CD Algoritmo p/ transmissão Escute o meio Quando ficar livre, inicie a transmissão Se sentir colisão, pare imediatamente; Espere um tempo aleatório crescente; reinicie o algoritmo UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 9
10 2.1.8) TRATAMENTO DE COLISÃO: ALGORITMO DE ESPERA Detecção da colisão pode demorar até 2 T Com 2500 m de cabo e velocidade de propagação igual a 80% da velocidade da luz, tempo de propagação, T, chega a 11 µ seg Com [mais] o atraso de 4 repetidores, o tempo máximo (2T, ida e volta) chega perto de 50 µ seg IEEE definiu uma fatia (slot) de transmissão como sendo de 51,2 µseg bits (64 bytes) que é o menor blocos de dados que pode ser transmitido no Ethernet Algoritmo Binary Exponential Backoff Espera 0 ou 1 fatia de tempo (aleatória) Se houver nova colisão, espera 0 ou 1 ou... ou 2 n-1 fatias de tempo, onde n é o número de colisões adicionais consecutivas (máximo n é 10) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 10
11 UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 11
12 2.1.9) ENDEREÇAMENTO NO IEEE 802 (TODAS AS VERSÕES) 48 bits (6 bytes), espaço de endereçamento "plano" Byte 1, 2 e 3: informação do fabricante da placa de interface de rede, Byte 4, 5 e 6: identificação da placa Exemplos: 02:60:8C 3Com 08:00:20 Sun Microsystem 08:00:5A IBM 02:60:8C:20:2D:07 uma placa da 3Com identificada por 20:2D:07 Endereço único no mundo todo para cada placa Endereço conhecido como: Endereço MAC (MEDIUM ACCESS CONTROL) Endereço de Hardware Endereço Físico Observe que se trocar a placa de uma máquina, muda-se seu endereço físico A interface de rede só entrega ao software os quadros destinados para esta máquina UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 12
13 2.1.10) TIPOS DE ENDEREÇOS ETHERNET UNICAST Quadro destinado a uma única máquina BROADCAST Em nível de enlace (ao nível físico sempre ocorre BROADCAST) Quadro destinado a todas as máquinas Endereço MULTICAST Quadro destinado a algumas máquinas Pouco usado no dia-a-dia; Usado com roteamento Multicast em aplicações de transmissão de áudio e/ou vídeo; Usado por alguns protocolos de roteamento dinâmico (OSPF, p. ex.) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 13
14 2.1.11) O QUADRO ETHERNET Bytes a 6 2 a a a 46 4 Preâmbulo Início Ender. Ender. Tamanho Destino Origem dos Dados Dados Preenchimento CRC Preâmbulo = , para sincronização de relógios durante 5,6 µ Seg Início do quadro = Preenchimento (pad), usado para garantir quadros de 64 bytes Para durar pelo menos 2T segundos e permitir a detecção de colisão antes do fim do quadro UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 14
15 2.1.12) COMUTADORES (ETHERNET) LAN Ethernet satura com 40/50% de uso do canal devido às colisões Aumentar a velocidade para 100 Mbps era caro; Implicava em trocar todas as placas de rede e o concentrador Solução encontrada: usar comutador (switch) [existem outras] Comutador (Switch) Concentrador de Chassi Concentrador (Hub) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 15
16 Comutadores podem ser de mesa (com 16, 32, 48 portas) ou de chassi (tipicamente com 4 a 20 placas, cada uma com até 48 portas) Switch de Mesa Switch de Chassi UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 16
17 O comutador recebe um quadro em uma porta e envia para a porta destino por meio de comutação veloz Se duas ou mais portas origem tentarem transmitir para a mesma porta destino simultaneamente, pode ocorrer: Colisão, em comutadores simples, sem memória para armazenamento temporário de quadros; Armazenamento de quadros em uma fila de saída, em comutadores mais elaborados, com memória para armazenamento temporário dos quadros; Pode-se dedicar uma porta a uma máquina com muito tráfego ou juntar várias máquinas em uma mesma porta usando-se concentradores UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 17
18 2.1.13) FAST ETHERNET (802.3U) Basicamente igual ao Ethernet de 10 MHz (10 Mbps), funcionando a 100 MHz (100 Mbps) Todas as versões funcionando com concentradores (HUBs) ou comutadores (Switchs) Devido às vantagens trazidas pelo 10baseT Nome Cabo Segmento Máx. (m) Vantagens 100base-TX Par trançado 100 Full-duplex a 100 Mbps 100base-FX Fibra ótica 2000 Full-duplex a 100 Mbps; Maior distância (uma fibra p/ tx, outra fibra para rx) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 18
19 ) CONCENTRADORES/COMUTADORES PARA 100BASE-TX Alternativas Concentrador (HUB) sem armazenamento (buffering) - HUB NORMAL - formando um domínio de colisão Comutador (Switch) sem armazenamento: Tem colisão Comutador com armazenamento: Não tem colisão Para 100base-FX, a fibra é longa demais para o algoritmo de colisão Só usa Comutador com armazenamento Todos os comutadores aceitam conexões a 10 Mbps e a 100 Mbps para facilitar a migração/integração (pode ser feita aos poucos) Novos comutadores aceitam conexões 10 / 100 / 1000 Mbps UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 19
20 2.1.14) GIGABIT ETHERNET (IEEE 802.3AB/Z) Surgiu como opção mais barata que a tecnologia ATM (Asyncronous Transfer Mode) em situações que necessitam de grande largura de banda Aplicações Científicas, Publicações e Aplicações Médicas Internet e Intranet Data Warehousing e Backup Aplicações de Groupware Surge como nova (e forte) opção para backbone de rede local corporativa Mantém compatibilidade total com Ethernet por várias razões Extensão das redes Ethernet existentes Gerenciamento direto Custo de aquisição Mínimo treinamento de pessoal Tecnologia familiar UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 20
21 ) PADRONIZAÇÃO (IEEE 802.3z) Objetivos Permitir operação half e full-duplex a 1Gbps Usar o formato de frame do Ethernet Usar o método de acesso CSMA/CD Manter a compatibilidade com as tecnologias 10/100BaseT ) MEIOS DE TRANSMISSÃO Padrao (1000base) Meio Alcance (m) CX Cabo coaxial (75 Ohms) 25 SX Fibra ótica multimodo 260 a 2000 LX Fibra ótica multi/monomodo 550 a ZX Fibra ótica monomodo Até 140 Km T Cabo par trançado 100 UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 21
22 ) TAMANHO DO QUADRO Em Ethernet 10/100, o quadro precisa ter um tamanho mínimo de 64 bytes p/ CSMA-CD funcionar corretamente na detecção de colisão Gigabit Ethernet mantém compatibilidade com Ethernet 10/100 em relação ao quadro Usa quadro útil mínimo de 64 bytes, mas usa quadro real mínimo de 512 bytes Quando um quadro útil a ser transmitido não tem 512 bytes, é preenchido até chegar ao tamanho necessário (carrier extension) Alternativa possível para maximizar uso do meio quando muitos quadros úteis pequenos precisam ser transferidos é agrupá-los em um único quadro real (packet bursting) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 22
23 Ethernet Padrão P I ED EO T Dados Pad crc 64 bytes Gigabit Ethernet (carrier extension) P I ED EO T Dados Pad crc Extensão 64 bytes 512 bytes UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 23
24 Gigabit Ethernet (packet bursting) F#1 F#2... F#n quadro 1 quadro 2 quadro n 512 bytes 1500 a 9216 bytes (acima de 1500 são chamados jumbo frames) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 24
25 2.1.15) WIRELESS ETHERNET (IEEE , A,B,Z - WIFI) ) Introdução Tecnologia de comunicação sem fio, nos padrões da tecnologia Ethernet, oferecendo: simplicidade de uso compatibilidade em camada 2 com qualquer arquitetura de rede (camada 3 e superiores) uso da rede a partir de qualquer ponto de uma organização (mobilidade) eficiência acesso em tempo real à informação precisão instalação mais rápida e mais barata menos fiação e menos preparação maior disponibilidade UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 25
26 Como toda tecnologia de comunicação sem fio: tem topologia dinâmica os elementos não estão o tempo todo conectados o meio de propagação (espaço) não tem limites o meio de propagação não é bem protegido de sinais externos a propagação dos sinais não é simétrica pode sofrer (ou gerar) interferência de (nas) outras redes sem fio (telefones sem fio, microondas, etc.) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 26
27 ) Padrões a b g n 5 GHz, 54 Mbps 2,4 GHz, 11 Mbps 2,4 GHz, 54 Mbps 5 GHz, 300 Mbps OFDM DSSS, FHSS OFDM OFDM não compatível com a, b a origem upgrade da b upgrade da a (objetivo: ultrapassar 100baseT) maior capacidade menor capacidade capacidade moderada alta capacidade interferência limitada interferência potencial interferência potencial padronização padronização padronização mundialmente aceita mundialmente aceita mundialmente aceita interferência limitada padronização não aceita mundialmente UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 27
28 ) Características de Rádio Freqüência (RF) Usa faixa ISM (Industrial, Scientific and Medical band), de uso não licenciado MHz ,5 MHz MHz Modulação Frequency Hopping Spread Spectrum (FHSS) Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS) Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM) Potência máxima de transmissão 1 Watt (mundo EU) 0,1 Watt (UE) Alcance Até aprox. 244 m (uso interno indoor) Até aprox. 45 Km (uso externo outdoor) com antena apropriada UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 28
29 ) Modulação Spread Spectrum (espalhamento espectral) Diminui o impacto da interferência causada na rede (inward) e pela rede (outward) amplitude sinal em faixa estreira (banda necessária) sinal em faixa espalhada (banda usada) frequência UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 29
30 Frequency Hopping Spread Spectrum FHSS Transmite os dados em uma seqüência aleatória de sub-faixas de freqüências, previamente acertadas entre transmissor e receptor, buscando evitar receber/causar interferências. tempo Características E D C B A frequência Largura de banda total de 84 MHz, com definição de 79 sub-faixas de 1 MHz cada Operação a 1 Mbps (codificação monobit) ou a 2 Mbps (codificação dibit) Baixo consumo de energia Menor taxa de transmissão por interface física (bw = 1 MHz) Maior capacidade agregada (várias interfaces físicas) Menor alcance UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 30
31 Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS) Transmite os dados espalhando cada bit a ser transmitido em uma seqüência de n chips através de um chipping code previamente acertado entre transmissor e receptor. dados originais (A) chipping code (B) dados transmitidos C = A xor B bits Obs. Chipping code é seqüência pseudoaleatória Características Largura de banda total de 84 MHz, com definição de 11 subfaixas (que se sobrepõe) de 22 MHz cada Operação a 1, 2, 5,5 e 11 Mbps (de acordo com a distância e a relação S/N) Menor consumo de energia Maior taxa de transmissão por interface física (bw = 22 MHz) Menor capacidade agregada (várias interfaces físicas) Maior alcance UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 31
32 Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM) Transmite blocos de dados em paralelo em subfaixas de freqüência previamente acertadas entre transmissor e receptor. tempo Características A B A B C A B A B A B B B B A A C A C C A B C C frequência Largura de banda total de 84 MHz, com definição de 48 (52 no n) subfaixas de 22 MHz cada Operação entre 6 e 54 Mbps (300 Mbps no n) (de acordo com a distância e a relação S/N) Maior consumo de energia (e maior poder de processamento no n) Maior taxa de transmissão por interface física (bw = 22 MHz (44 MHz no n)) Menor alcance UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 32
33 No n Usa-se 2 a 4 transmissores / receptores em paralelo (mais comum é 3) é o MIMO (Multiple-input, multiple-output) usando o SDM (Spatial Division Multiplexing outro nome bonito para FDM); Dispõe-se de 52 subcanais de 22 MHz, 24 dos quais não se sobrepõe; Dois canais não sobrepostos podem ser unidos (channel bonding = link agregation do Ethernet) para formar um canal de 40 MHz (aumento de largura de banda); Equipamentos são mais caros! UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 33
34 Channel Bonding MIMO (SDM) Access Point (ou Roteador) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 34 Antena e Placa de rede
35 ) Elementos de Rede Placa de Interface de Rede Computadores Desktop: Placas PCI ou cartões PCMCIA com adaptador PCI Laptop/Handheld: Cartões PCMCIA Qualquer dispositivo c/ interface USB: Dispositivos USB Muitos dispositivos novos (2003) possuem placas de rede sem fio embutidas Rede sem fio e Rede cabeadas são interconectados através de dispositivos que: recebem e transmitem via rádio, em um lado (a rede sem fio), recebem e transmitem via cabeamento (para trançado ou fibra ótica), do outro lado (a rede cabeada) Dispositivos Access Points - APs: Dispositivos que podem prover serviços de acesso dos clientes sem fio às redes cabeadas Bridges: Dispositivos que permitem conectar (sem fio) 2 ou mais segmentos de rede cabeada Roteadores: Junção de Roteador padrão com AP ou Bridge UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 35
36 UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 36
37 Antenas Muitas placas de rede sem fio trazem antenas embutidas Outras devem ser ligadas a antenas que têm abrangência multidirecional (omnidirecional) ou setorizada (mono, bi ou poli-direcional) Antena omnidirecional para uso interno/externo Antena direcional para uso interno/externo Antena omnidirecional para uso interno (no teto) Antena bidirecional para uso interno (no teto) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 37
38 ) Organização de Rede Infraestrutura Interconexão de elementos sem-fio com elementos de uma rede com cabeamento tradicional cliente cliente cliente cliente servidor Hub Hub Hub BSS 1 BSS 2 AP AP cliente cliente. ESS. cliente cliente BSS - Basic Service Set ESS - Extended Service Set UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 38
39 Ad-hoc ou Infra-estruture Basic Service Set (IBSS) Interconexão de elementos sem fio entre si cliente/servidor cliente/servidor IBSS 1 cliente/servidor IBSS - Infrastructure Basic Service Set UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 39
40 Ponte sem fio Interconexão de redes tradicionais (cabeadas) entre si através de comunicação sem fio cliente cliente cliente servidor Hub Hub wireless bridge wireless bridge antena antena Enlace sem fio (até 45 Km, em linha de visada) UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 40
41 Como em uma mesma área geográfica pode existir mais de uma rede sem fio operando, cada elemento de uma rede sem fio deve indicar em que rede quer operar, através de: Service Set ID (SSID): cadeia alfanumérica que identifica uma wlan (wireless local area network) Canal de RF: número que identifica em que canal (802.11b/DSSS) ou canais (802.11a/FHSS ou g/OFDM) de radio freqüência vai operar Além disso, como o meio (espaço) é compartilhado por todas as redes, uma dada rede pode aumentar (um pouco) o nível de segurança com o uso de criptografia: Wireless Equivalent Privacy (WEP): permite a utilização de chaves privadas (RC4) de 64 ou 128 bits na comunicação entre elementos de uma rede sem fio Wi-fi protected Access (WPA): adiciona mais recursos e segurança na comunicação em relação ao WEP trata a autenticação de usuários UFCG / CEEI / DSC / PSN, 2014 * Parte 2.1: Ethernet * Pág. 41
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