Relações entre os atores da realidade
|
|
|
- Rubens Lopes Almeida
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Relações entre os atores da realidade Em vários exemplos de nossa agência de viagens, vimos podem ser estabelecidas diferentes relações entre que os atores da realidade. Vimos, por exemplo, que uma atração pode pertencer a uma categoria que, por sua vez, pode ser a categoria de muitas atrações.
2 Vimos que a maneira que temos para representar essas relações é na hora de criar as transações, incluir atributos de uma transação em outra. Sabemos que nossa agência trabalha com fornecedores que lhe oferecem periodicamente visitas a atrações turísticas em várias partes do mundo. Cada fornecedor oferece muitas atrações turísticas, mas cada atração é administrada por um único fornecedor. Para representar essa realidade, vamos criar a transação Supplier, na qual registraremos os fornecedores...
3 Clicamos em File... New... Object... chamamos Supplier... E acrescentamos os atributos: SupplierId como identificador, SupplierName para armazenar o nome do fornecedor e SupplierAddress para o seu endereço. Notemos, que pelo objeto diagrama de transações, a relação entre os fornecedores e as atrações. Clicamos em New... Object do tipo Diagrama e arrastamos as transações Attraction e Supplier do Folder View. Como vemos, ainda não estabelecemos nenhuma relação entre esses dois atores.
4 Como uma atração turística é oferecida por apenas um único fornecedor, vamos incluir o identificador de fornecedor na estrutura da transação Attraction, abrindo tal transação e acrescentando o atributo SupplierId. Acrescentamos também o atributo Supplier Name para podermos assim mostrar o nome do fornecedor na tela das atrações. Criamos agora um novo diagrama, arrastamos ambas as transações novamente... e vemos que há uma seta simples apontando em direção a Supplier e uma seta dupla em direção a Attraction, indicando que uma atração tem um único fornecedor e que um fornecedor pode oferecer muitas atrações. Recapitulando: se acrescentarmos o identificador de uma transação a outra transação (que como já vimos, cumprirá o papel de chave estrangeira, fica estabelecida uma relação de 1 para
5 muitos também chamada 1 para N ), em que o lado muitos da relação é onde está a chave estrangeira. Se analisarmos agora quais seriam as tabelas que GeneXus gera a partir desse desenho de transações, vemos que a partir da transação Supplier, será criada uma tabela SUPPLIER com a mesma estrutura da transação: E a partir da estrutura da transação Attraction, GeneXus cria uma tabela ATTRACTION com a seguinte estrutura: Se compararmos a estrutura da tabela ATTRACTION com a da transação Attraction, vemos que os atributos CountryName, CategoryName, CityName e SupplierName não estão incluídos na tabela, já que são atributos inferidos e, como vimos anteriormente, como estão na
6 tabela estendida da tabela ATTRACTION, seu valor pode ser recuperado da tabela onde estão fisicamente armazenados. Esta é a forma mais comum de representar a relação 1 para muitos entre dois atores da realidade, ou seja, entre 2 entidades do nosso sistema. No entanto, há outros casos de relações 1 para muitos mas nessas usaremos outro tipo de representação. Vamos lembrar o caso dos voos, em que um voo tem muitos assentos e cada assento pertence a um voo, ou seja, uma relação de 1 para muitos. Vamos abrir a estrutura da transação Flight para ver como representamos essa relação...
7 Vemos que, neste caso, o assento (Seat) está como um segundo nível na transação Flight. Dessa forma, qual a diferença desta relação de 1 para muitos da relação de 1 para muitos que vimos entre as Atrações e seus Fornecedores? Por que não representamos da mesma maneira (com o mesmo desenho de transações) ambos os casos?
8 Não faz sentido existir assentos se não estiverem num voo, isto é, não faz sentido considerar um assento sem que esteja relacionado sempre ao voo que pertence... Entretanto, uma atração poderia não ter um fornecedor que a oferecesse, existindo por si mesma... A outra diferença é que quando inserimos os dados de um voo, já inserimos também os dados de seus assentos (da mesma forma, quando inserimos uma fatura com suas linhas, inserimos de uma única vez toda a informação). Por outro lado, não existe razões para inserir os dados dos Fornecedores e das Atrações no mesmo momento. Dizemos que uma entidade como os assentos, só faz sentido existir quando representada em função de outra entidade (neste caso, os voos), é uma entidade fraca. Representamos este tipo de relação 1 para N fraca com uma única transação de 2 níveis, onde a entidade fraca está no segundo nível; diferente da relação de 1 para N de Fornecedores e Atrações, na qual criamos 2 transações e colocamos uma como chave estrangeira da chave primária de outra.
9 Até agora, vimos relações 1 para muitos, mas este não é o único caso da realidade que devemos representar. Imaginemos, por exemplo, que a agência de viagens nos informa uma mudança em sua realidade: Cada fornecedor oferece muitas atrações turísticas (como vimos até agora), mas cada atração pode ser administrada por VÁRIOS fornecedores (e não por 1, como até o momento). Ou seja, a relação entre Fornecedores e Atrações já não seria 1 para muitos, mas muitos para muitos.
10 Como representamos isso em GeneXus? A solução é utilizar 2 transações, uma para cada entidade. Além disso, acrescentamos em uma delas como segundo nível da outra. Fazemos isso levando em consideração como os dados serão inseridos, se a partir do fornecedor e todas suas atrações turísticas ou a partir da atração e todos os seus fornecedores. Neste caso, o mais lógico é que quando formos inserir os dados de um fornecedor, já inserimos todas as transações que este fornece. Façamos isso em GeneXus... Abrimos a transação Attraction, tiramos os atributos SupplierId e SupplierName e salvamos. Agora abrimos a transação Supplier, onde acrescentamos um segundo nível e acrescentamos os atributos: AttractionId, Attraction Name e AttractionPhoto. Como vemos o segundo nível ficou com o nome Attraction.
11 Veremos como ficou esta relação criando um diagrama novo... File... New... Diagram... e arrastamos as transações Attraction e Supplier ao digrama. Agora já existe uma seta dupla em cada extremo da relação, o que indica que a relação é de muitos para muitos, isto é, uma atração é oferecida por muitos fornecedores e um fornecedor fornece muitas atrações. Vejamos agora as tabelas que o GeneXus criará a partir do desenho anterior... Vemos que encontramos uma tabela ATTRACTION, uma tabela SUPPLIER e uma tabela chamada SUPPLIERATTRACTION.
12 Devemos criar um objeto diagrama novo e arrastar as 3 tabelas ao digrama... Devemos observar que, neste caso, GeneXus cria uma tabela para cada transação que intervém na relação muitos para muitos (ATTRACTION e SUPPLIER), mas cria também uma terceira tabela chamada SUPLLIERATTRACTION para estabelecer a relação. Se observarmos a estrutura dessa terceira tabela, vamos perceber que são incluídos somente os atributos identificadores das outras duas tabelas. Portanto, cada vez que GeneXus estabelecer uma relação de muitos para muitos, tal relação será representada no banco de dados por 3 tabelas, uma para cada entidade que intervir e uma terceira com os dos identificadores de ambas. Vemos que a relação de muitos para muitos entre Attraction e Supplier se desmembra em 2 relações um para muitos, utilizando a tabela SUPPLIERATTRACTION para estabelecer a relação entre as anteriores.
13 Vimos assim que mediante as transações e seus atributos, podemos representar as diferentes relações entre os atores da nossa realidade.
Identificando atributos disponíveis
Identificando atributos disponíveis Explicaremos agora a definição de tabela base e tabela estendida. São dois conceitos muito simples e é importante compreendê-los, já que são muito aplicados no uso da
Curso GeneXus - Fazendo crescer a aplicação
Curso GeneXus - Fazendo crescer a aplicação Ao mostrar aos usuarios da Agência de Viagens o aplicativo que temos até o momento, ganhamos a aprovação deles e eles nos lembram que, para cada atração turística,
Cursos GeneXus - Carregando os tipos de dados estruturados
Cursos GeneXus - Carregando os tipos de dados estruturados Em mais de uma oportunidade, precisamos armazenar na memória uma lista de elementos que contem o mesmo tipo de informação, mas diferentes valores
Curso GeneXus - Comunicação entre Objetos
Curso GeneXus - Comunicação entre Objetos Em situações anteriores encontramos a necessidade de chamar um objeto a partir de outro. Por exemplo, no evento Enter da web panel EnterPercentage2, estamos chamando
Curso Genexus - Introdução a Web Panels
Curso Genexus - Introdução a Web Panels A web panel é o objeto mais flexível dentre os oferecidos por GeneXus. Como já havíamos indicado, trata-se basicamente de uma página web que nos permite resolver
Curso GeneXus - Otro ejemplo de uso de Business components
Curso GeneXus - Otro ejemplo de uso de Business components Veremos, a seguir, um exemplo prático do uso de Business Components. Comecemos postulando o seguinte cenário: Todo cliente da agência de viagens
Curso GeneXus - Comando for each para listar info agrupada
Curso GeneXus - Comando for each para listar info agrupada Havíamos implementado um procedimento que listava as categorias das atrações turísticas e, para cada categoria, as suas atrações. O que teria
Curso GeneXus - Atualização do banco de dados - Business Components
Curso GeneXus - Atualização do banco de dados - Business Components Até o momento, vimos que as transações permitem aos usuários inserir, modificar e excluir dados nas tabelas do banco de dados do aplicativo.
Curso GeneXus Criação da Base de Conhecimento
Curso GeneXus Criação da Base de Conhecimento Vamos executar GeneXus (clique duplo no ícone do desktop) Este nome e este número que vemos aqui, nos indicam qual é a versão de GeneXus que estamos executando.
Administrando as bases de conhecimento (GXserver)
Administrando as bases de conhecimento (GXserver) Quando desenvolvemos um aplicativo com GeneXus, seja em equipe ou individualmente, precisamos manter a KB sempre acessível e atualizada. GXserver possibilita
Verificação da instalação do GeneXus 15. Como verificar se o GeneXus 15 tm está instalado corretamente
Como verificar se o GeneXus 15 tm está instalado corretamente Conteúdo Resumo... 2 Criação de uma aplicação Web e para Smart Devices em GeneXus... 3 Passo 1 Criação de uma Base de Conhecimento... 3 Passo
Modelo conceitual de Smart Devices
Modelo conceitual de Smart Devices Os aplicativos para Smart Devices organizam e manipulam a informação estruturada com a realidade das entidades com as quais se trabalha. Por exemplo, a realidade poderia
Mapeamento Modelo Entidade Relacionamento para Modelo Relacional. Evandro E.S Ruiz, Ph.D.
Mapeamento Modelo Entidade Relacionamento para Modelo Relacional Evandro E.S Ruiz, Ph.D. [email protected] 1 Objetivo Projetar um esquema de BD Relacional Base: projeto conceitual usando modelo ER (ou EER,
Trabalhando com documentos
Trabalhando com documentos Continuando com a associação de objetos GeneXus às tarefas do diagrama de validação da reserva, seguiremos com as tarefas interativas Add customer information required for traveling
Modelagem Entidade Relacionamento Estendida. Evandro E.S. Ruiz, Ph.D.
Modelagem Entidade Relacionamento Estendida Evandro E.S. Ruiz, Ph.D. São todos veículos e elétricos! São todos iguais? Todos tem os mesmos atributos? Trabalhadores Por que estender? 1. Requisitos dos BD
Criação da Base de Conhecimento
Criação da Base de Conhecimento Vamos executar GeneXus Este número que vemos aqui nos indica qual é a versão de GeneXus que estamos executando. É importante estar sempre atualizado com a última versão.
Bases de Dados. Modelo Entidade-Associação. Exemplo do banco. IST DEI Bases de Dados
Bases de Dados Modelo Entidade-Associação Exemplo do banco 2 1 Exemplo do banco Entidade Associação 3 Exemplo do banco Conceptualmente branch account depositor loan borrower customer 4 2 Exemplo do banco
Aulas 03, 04 e 05. Relacionamentos entre Entidades Tipos de Relacionamentos Cardinalidade Relacionamento Identificador Entidade Associativa
INSTITUTO FEDERAL NORTE DE MINAS GERAIS Curso Técnico em Informática Disciplina: Banco de Dados Professor: Alessandro Carneiro Ribeiro E-mail: [email protected] Aulas 03, 04 e 05 Relacionamentos
Prefácio 7 Como este livro está organizado 8
SUMÁRIO Sumário Prefácio 7 Como este livro está organizado 8 1 O que é SAP FI? 11 1.1 O que é SAP? 11 1.2 Introdução à contabilidade 11 1.3 Por que SAP FI? 13 1.4 Menu SAP FI 13 1.5 Documentos SAP 16 1.6
Programação Orientada a Objetos
Programação Orientada a Objetos Programação Orientada a Objetos Na aula passada vimos: Introdução a linguagem java; Introdução ao Eclipse IDE; Revisão sobre programação; Programação Orientada a Objetos
Unidade 8: Componentes avançados do App Inventor
Unidade 8: Componentes avançados do App Inventor Indice 1. Introdução...3 2. Abrindo Links de Web...... 3 3. Envio de Correios Eletrônicos.....6 4. Uso de Mapas....9 5. Realização de Chamadas Eletrônicas...11
Base de Dados. Base de Dados. O diagrama Entidade - Relacionamento Setembro, Msc Célio B. sengo. Ano Lectivo 2013
Base de Dados O diagrama Entidade - Relacionamento Setembro, 2013 Msc Célio B. sengo Ano Lectivo 2013 Uma empresa quer ter o controle dos cursos internos realizados de todos funcionários. Os dados que
Revisando Banco de Dados. Modelo Relacional
: Revisando Banco de Dados Banco de Dados (BD) é o arquivo físico, em dispositivos periféricos, onde estão armazenados os dados de diversos sistemas, para consulta e atualização pelo usuário. Sistema Gerenciador
UNIP Ciência da Computação AES Análise Essencial de Sistemas MER (Modelo Entidade Relacionamento)
MER (Modelo Entidade Relacionamento) O Modelo Entidade Relacionamento é uma ferramenta para modelagem de dados, utilizada durante a modelagem do projeto conceitual de banco de dados. A utilização do MER
Modelo Entidade Relacionamento (MER) Professor : Esp. Hiarly Alves
Tópicos Apresentação Entidade, Atributo e Relacionamento Cardinalidade Representação simbólica Generalizações / Especializações Agregações Apresentação O Modelo Entidade-Relacionamento tem o objetivo de
ENGL71 - TEAU-Dados Espaciais Aplicados a Transportes e Geodésia
ENGL71 - TEAU-Dados Espaciais Aplicados a Transportes e Geodésia CIRA SOUZA PITOMBO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES O QUE VIMOS ATÉ AQUI? RECAPITULANDO... OS
Atividade 07 - Tutorial sobre o Astah Community
Atividade 07 - Tutorial sobre o Astah Community 1. Introdução Astah Community é uma poderosa ferramenta que ajuda você a modelar seus diagramas em UML. Nesse tutorial nós vamos guiar você na criação de
Disciplina: Unidade III: Prof.: E-mail: Período:
Encontro 09 Disciplina: Sistemas de Banco de Dados Unidade III: Modelagem Lógico de Dados Prof.: Mario Filho E-mail: [email protected] Período: 5º. SIG - ADM 6. Introdução ao MS Access O Microsoft
Restrições de Integridade. Prof. Jefferson Silva CEFET.PHB - PI
Restrições de Integridade Prof. Jefferson Silva CEFET.PHB - PI Restrições de Integridade Um dos principais objetivos de um SGBD é a integridade dos dados. Um banco de dados íntrego é um banco que reflete
Resumo do Módulo 2 Access
Resumo do Módulo 2 Access 1 - Criar uma Base de Dados Abre o Access, e aparece a janela de Introdução ao Access Clica no botão Base de Dados Vazia, e irá aparecer no lado direito da janela a seguinte informação
Bem-vindo ao tópico sobre depósitos.
Bem-vindo ao tópico sobre depósitos. Neste tópico, discutiremos a importância dos depósitos nos processos de negócios. Vamos criar um depósito e visualizar as opções disponíveis. Veremos como utilizar
TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS BANCO DE DADOS I PROFA. CLEIANE GONÇALVES OLIVEIRA
TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS BANCO DE DADOS I PROFA. CLEIANE GONÇALVES OLIVEIRA Gincana Questão 01 A técnica de diagramação no modelo de Entidade-Relacionamento é bem simples. Utiliza
UFCD 786. Exercicios de DER s
UFCD 786 Exercicios de DER s 1 Exercicio 1 Uma transportadora aérea pretende implementar uma base de dados com a seguinte informação: A transportadora tem vários aviões. Cada avião tem, para além da matrícula,
Java Swing: Netbeans
Java Swing: Netbeans Swing Atualmente, o Java suporta, oficialmente, dois tipos de bibliotecas gráficas:awt e Swing. A AWT foi a primeira API para interfaces gráficas a surgir no Java e foi, mais tarde,
DIAGRAMAS DE CLASSE UML
DIAGRAMAS DE CLASSE UML Projeto Detalhado de Software (PDS) Profa. Cynthia Pinheiro Antes de mais nada... Calendário de Reposições Aula 1: 27/10/2017, 8h-10h, Sala 8 Aula 2: A verificar Aula 3: A verificar
Banco de Dados. André Luís Duarte Capítulo 2. exatasfepi.com.br
exatasfepi.com.br Banco de Dados André Luís Duarte Capítulo 2 Eu é que sei os pensamentos que tenho a vosso respeito... pensamentos de bem e não de mal... (Jr 29:11) Modelo Conceitual (MER) Abstração e
ASSOCIAÇÃO ENTRE CLASSES
Cursos: Análise, Ciência da Computação e Sistemas de Informação Programação I - Prof. Aníbal Notas de aula 5 ASSOCIAÇÃO ENTRE CLASSES O objetivo deste texto é rever, um pouco mais detidamente, o relacionamento
1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim:
Gerenciamento de Dados Assunto 2. MODELAGEM DE DADOS Consiste em mapear o mundo real do sistema em um modelo gráfico que irá representar o modelo e o relacionamento existente entre os dados. MODELO DE
Templates e Preferências
Templates e Preferências Olá! Neste vídeo, vamos aprender como usar os Templates pra criar projetos com maior rapidez. Os tópicos deste vídeo são os seguintes: 1. Templates; 2. Tipos de Tracks; 3. Criando
RATIONAL ROSE FUNÇÕES BÁSICAS CRIANDO E DETALHANDO UM DIAGRAMA DE CASO DE USO OPÇÕES DE FERRAMENTAS SUPORTE ESCOLHENDO TIPO DE DIAGRAMA
OPÇÕES DE FERRAMENTAS SUPORTE RATIONAL ROSE FUNÇÕES BÁSICAS Escolha um modelo suporte Prossiga sem escolher modelos específicos ESCOLHENDO TIPO DE DIAGRAMA Selecione o diagrama desejado. CRIANDO E DETALHANDO
Curso GeneXus X Ev2: Ejercicios prácticos
Copyright Artech Consultores S. R. L. 1988-2013. Todos os direitos reservados. Este documento não pode ser reproduzido em nenhum meio sem o consentimento explícito de Artech Consultores S.R.L. A informação
ENGL71 - TEAU-Dados Espaciais Aplicados a Transportes e Geodésia
ENGL71 - TEAU-Dados Espaciais Aplicados a Transportes e Geodésia CIRA SOUZA PITOMBO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES O QUE VIMOS ATÉ AQUI? RECAPITULANDO... OS
Para entender o conceito de objetos em programação devemos fazer uma analogia com o mundo real:
Introdução a Orientação a Objetos com Java Autor: Professor Victor Augusto Zago Menegusso. Orientação a Objetos É um paradigma de programação que define a estrutura de um programa baseado nos conceitos
Criando a Classe Pessoa Exemplo: Crie e modele uma classe que receba o nome, idade e peso de uma Pessoa. Ao final mostre os dados na tela.
Aula 09 Criando a Classe Pessoa Exemplo: Crie e modele uma classe que receba o nome, idade e peso de uma Pessoa. Ao final mostre os dados na tela. Conforme a aula anterior vamos seguir as regras de padronização
Banco de Dados. Aula 03. Prof. Diemesleno Souza Carvalho
Banco de Dados Aula 03 Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Na aula passada vimos... Na aula passada vimos... Unidade II - O Modelo Entidade-Relacionamento;
1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim:
MODELAGEM DE DADOS Consiste em mapear o mundo real do sistema em um modelo gráfico que irá representar o modelo e o relacionamento existente entre os dados. MODELO DE ETIDADE-RELACIOAMETO Principal ferramenta
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS FORMULÁRIOS
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS FORMULÁRIOS Os constituem uma outra forma de visualizar os dados armazenados nas tabela ou disponibilizados numa consulta. Também
SISTEMA DE INFORMAÇÃO Modelo Conceitual. Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos FMS
SISTEMA DE INFORMAÇÃO Modelo Conceitual Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos FMS [email protected] Modelo conceitual Um modelo conceitual é uma descrição do banco de dados de forma independente
Aula 05. Prof. Diemesleno Souza Carvalho
Banco de Dados Aula 05 Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Na aula passada vimos... Na aula passada vimos... Unidade IV - Normalização de Dados; - Primeira,
Aula 1 Conjuntos Numéricos
1 FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA Aula 1 Conjuntos Numéricos Professor Luciano Nóbrega UNIDADE 1 2 EMENTA Basicamente, veremos: U1 Conjuntos Numéricos. Regra de três (simples e compostas). Funções de 1º e 2º
Tutorial rápido CMAP TOOLS
UFAL - Universidade Federal de Alagoas FEAC Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Tutorial rápido CMAP TOOLS Maceió 04 de Outubro de 2007 Sumário 1.0 Tela de Abertura do CMAP TOOLS... 3
Aula 4 Introdução ao C
Considere o nosso MSC. O Processador Central, entende o conjunto de instruções, leia, imprima, atribuição e condicional e com ela resolvemos vários problemas, construindo vários algoritmos. As instruções
Banco de Dados. Diagramas de Entidade Relacionamento (DER) - Complementos. Ref. Prof. Renato de Oliveira Violin - UFSCar
Banco de Dados Diagramas de Entidade Relacionamento (DER) - Complementos Ref. Prof. Renato de Oliveira Violin - UFSCar Tipo de Entidade Fraca ou Dependente É a entidade cuja identificação não pode ser
2010 Diagrama Entidade - Associação
2010 Diagrama Entidade - Associação Patrícia da Conceição Mega Expansão 01-01-2010 O que é Diagrama de Entidade associação É uma técnica de representação gráfica que auxilia vivamente a visualização das
3 Arquitetura MVC baseada em modelos
Arquitetura MVC baseada em modelos 30 3 Arquitetura MVC baseada em modelos 3.1. Visão geral Na arquitetura proposta os componentes de Controle e Visão, da arquitetura tradicional do padrão de projetos
Bem-vindo ao tópico sobre a compra de itens.
Bem-vindo ao tópico sobre a compra de itens. Neste tópico, vamos executar as etapas básicas da compra de itens. Conforme seguirmos o processo, explicaremos as consequências de cada etapa do processo para
Introdução ao Max+Plus II
Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia de Telecomunicações Técnicas Digitais A Laboratório no. 02 Objetivo Iniciar o aprendizado do software Max+Plus II utilizado
Modelos. Banco de dados. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER.
Modelos Banco de dados Professor: Jarbas Araújo [email protected] CENTRO EDUCACIONAL RADIER Projeto de banco de dados Todo bom sistema de banco de dados deve apresentar um projeto, que visa
1 kp. k=1. + Na série. 1 temos p = 2 p >1 converge. k=1 + Na série k=1. temos p = 1/7 p <1 diverge. ⁷ k. se lim u k. k +
TESTES DE CONVERGÊNCIA Existem diversos testes de convergência e que são cobrados em provas, mas não fique preocupado, pois fizemos esse resumão pra te ajudar a lembrar de todos! Lembre-se que esses testes
Conjuntos de entidades Conjuntos de relações Restrições de Mapeamento Chaves Diagrama ER Opções de desenho Extensões ao modelo ER Exemplo
Capítulo 2: Modelo ER Conjuntos de entidades Conjuntos de relações Restrições de Mapeamento Chaves Diagrama ER Opções de desenho Extensões ao modelo ER Exemplo 1 Diagramas ER (DER) Permitem representar
AULA 4: EQUIVALÊNCIA DE TAXAS
MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. ELISSON DE ANDRADE Blog: www.profelisson.com.br AULA 4: EQUIVALÊNCIA DE TAXAS Exercícios resolvidos e comentados Proibida reprodução e/ou venda não autorizada. REVISÃO: COMO
Diagramas Entidade-Associação
As cardinalidades afectam a concepção Relembrando o exemplo: o conjunto de associações depositante entre os conjuntos de entidades cliente e conta pode ter um atributo dataacesso. O atributo da associação
O quadrado da diferença de dois termos Observe a representação e utilização da propriedade da potenciação a seguir:
PRODUTOS NOTÁVEIS Chamamos de Produtos Notáveis algumas expressões algébricas ou polinômios que aparecem com mais frequência em cálculos algébricos. Devido a essa regularidade recebem esse nome e são utilizados
MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL. Professora Lucélia Oliveira
MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL Professora Lucélia Oliveira OS PROBLEMAS A Tecnologia orientada a objetos se consolidou como forma usual para desenvolver sistemas de software. A tecnologia de banco de dados
Rotinas do MULTITERM 95.
Rotinas do MULTITERM 95 http://www.trados.com I. Para iniciar o programa (já instalado) e criar uma Base de Dados Teminológica: 1) vá em Programas; 2) procure Multiterm; 3) clique no ícone Multiterm 95.
No sub menu de Formatos temos algumas opções a trabalhar. Vejamos cada uma
Módulo de Topografia Avançada Formatos. Esta ferramenta auxilia na criação de formatos para impressão, tais como: A0; A1; A2; A3 e A4. O acesso a este recurso está no menu suspenso Posição, Formatos: delas.
Revisão Diagrama de classes Elementos do diagrama de classes Exemplo: Sistema de matrícula
Revisão Diagrama de classes Elementos do diagrama de classes Exemplo: Sistema de matrícula 1 Mostra um conjunto de classes e seus relacionamentos. É o diagrama central da modelagem orientada a objetos.
Modelo Relacional. Aula 02
Aula 02 Modelo Relacional É um modelo baseado em relações, seus dados no BD são representados através de tabelas, ou seja, sua coleção ou relação recebe cada uma um nome único. Revisando: Dados: é o conteúdo
MySQL Workbench: Aprenda a criar Bases de dados e tabelas
MySQL Workbench: Aprenda a criar Bases de dados e tabelas Date : 1 de Novembro de 2015 Para quem se dedica à concepção de base de dados é importante que possua uma ferramenta que facilite todo o processo.
Diagramas Entidade-Relação
Diagramas Entidade-Relação (DER) Diagramas Patas de Corvos (com algumas adaptações próprias). Diagramas Entidade-Relação id Rectângulos representam entidades; Losangos representam associações; Linhas unem
PCS Laboratório de Engenharia de Software I Tutorial de Modelagem de Dados no RSA v9.5 (por Michelet dal Carpio Chávez)
PCS 3443 - Laboratório de Engenharia de Software I Tutorial de Modelagem de Dados no RSA v9.5 (por Michelet dal Carpio Chávez) 1. Pré-requisitos 1. Rational Software Architect instalado com as seguintes
Bem-vindo ao tópico sobre o processo de suprimento.
Bem-vindo ao tópico sobre o processo de suprimento. Nesta sessão, será apresentada uma visão geral do processo de suprimento. Ao final, você será capaz de listar as etapas do processo de suprimento e comprar
