Tecido nervoso Capítulo 4
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- Andreia Castelhano Cavalheiro
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1 Tecido nervoso Capítulo 4 1 SISTEMA NERVOSO CENTRAL O tecido nervoso encontra-se distribuído pelo organismo, mas está interligado, resultando no sistema nervoso. Forma órgãos como o encéfalo e a medula espinal, que compõem o sistema nervoso central (SNC). O tecido nervoso localizado além do sistema nervoso central é denominado sistema nervoso periférico (SNP) e é constituído por aglomerados de neurônios, os gânglios nervosos, e por feixes de prolongamentos dos neurônios, os nervos. Os neurônios são responsáveis pela transmissão da informação através da diferença de potencial elétrico na sua membrana, enquanto as demais células, as células da neuróglia (ou glia), sustentam-nos e podem participar da atividade neuronal ou da defesa. No SNC, essas células são os astrócitos, os oligodendrócitos, as células da micróglia e as células ependimárias. No SNP, são as célulassatélites e as células de Schwann. No SNC, há uma segregação entre os corpos celulares dos neurônios e os seus prolongamentos, de modo que duas porções distintas sejam reconhecidas macroscopicamente: a substância cinzenta, onde se situam os corpos celulares dos neurônios e parte dos seus prolongamentos e as células da glia, e a substância branca, que contém somente os prolongamentos dos neurônios e as células da glia. A presença da mielina, um material lipídico esbranquiçado que envolve um dos prolongamentos do neurônio (axônio), é responsável pela coloração branca. T. Montanari, USP Figura O córtex do cérebro é de substância cinzenta: estão presentes os corpos dos neurônios, além das células da glia, como os astrócitos protoplasmáticos ( ). Os neurônios visualizados são piramidais quanto à forma do corpo celular; multipolares quanto ao número de prolongamentos, e motores quanto à sua função. Método de Golgi. Objetiva de 10x. 51
2 TATIANA MONTANARI T. Montanari, USP Figura A substância branca, posicionada internamente no cérebro, não possui corpos de neurônios e tem astrócitos fibrosos. Método de Golgi. Objetiva de 10x. D A D Piazza, Meireles & Marcuzzo, UFRGS Figura Microscopia confocal de neurônio piramidal do córtex motor de rato, onde são indicados dendritos (D), axônio (A), espículas dendríticas ( ) e botões sinápticos ( ). Dupla marcação fluorescente, com DNA corado em azul com DAPI (4',6 - diamidino phenylindole) (laser 405nm) e membrana corada em vermelho com DiIC18(3) (1,1' - dioctadecyl - 3,3,3'3 '- tetramethylindocarbocyanine perchlorate) (laser 555nm). Objetiva de 60x e zoom de 2x. Cortesia de Francele Valente Piazza, André Luís Ferreira de Meireles e Simone Marcuzzo, UFRGS. D Os neurônios possuem um corpo celular com o núcleo e outras organelas e do qual partem os prolongamentos, que são os dendritos e o axônio. A forma do corpo celular varia conforme a localização e a atividade funcional do neurônio, podendo ser piramidal, estrelada, fusiforme, piriforme ou esférica. Os dendritos são as terminações aferentes, isto é, recebem os estímulos do meio ambiente, de células epiteliais sensoriais ou de outros neurônios. Eles se ramificam, afilando até as extremidades e exibem pequenas expansões bulbosas, as espículas dendríticas, onde ocorre o contato com outros neurônios. O axônio é um prolongamento eferente do neurônio; conduz os impulsos a outro neurônio, a células musculares ou glandulares. Ele é geralmente mais delgado e bem mais comprido que os dendritos e tem um diâmetro constante. Ao longo do seu trajeto, o axônio pode emitir ramos colaterais. A porção final do axônio é o telodendro. Ele se ramifica e se dilata nas extremidades, onde há o contato com a célula seguinte (botões sinápticos). Os locais de contato entre dois neurônios ou entre um neurônio e a célula efetora, como uma célula glandular ou uma célula muscular, são as sinapses. 52
3 ATLAS DIGITAL DE BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL T. Montanari, USP Figura Astrócito protoplasmático fazendo contato com os dendritos de um neurônio (piramidal e multipolar). Um oligodendrócito é apontado. Método de Golgi. Objetiva de 100x (1.373x). Os astrócitos são as maiores e mais numerosas células da glia do SNC. Apresentam uma morfologia estrelada, devido aos prolongamentos; núcleo ovoide ou irregular, e citoplasma com a proteína ácida fibrilar glial (GFAP de glial fibrillary acidic protein), um filamento intermediário exclusivo dessas células no SNC. Segundo a quantidade e o comprimento dos prolongamentos, os astrócitos são classificados em protoplasmáticos ou fibrosos. Os astrócitos protoplasmáticos são encontrados na substância cinzenta e apresentam muitos prolongamentos, mas curtos e espessos, com poucos feixes de GFAP. Os astrócitos fibrosos são encontrados na substância branca e exibem menos prolongamentos, os quais são mais longos, ricos em GFAP. Os astrócitos fornecem suporte físico e metabólico aos neurônios do SNC e contribuem para a manutenção da homeostase. A extremidade dos prolongamentos dos astrócitos circunda os vasos sanguíneos e, através desses pés vasculares, nutrientes são levados para os neurônios e neurotransmissores e íons em excesso são retirados do fluido extracelular. Os pés vasculares modificam a estrutura do endotélio, impedindo a passagem de macromoléculas para o tecido nervoso (barreira hematoencefálica). Na superfície do cérebro, os prolongamentos dos astrócitos protoplasmáticos formam uma camada, a glia limitante, uma barreira relativamente impermeável. Os oligodendrócitos estão localizados na substância cinzenta e na substância branca do SNC. São menores do que os astrócitos e com poucos prolongamentos. Na substância cinzenta, os oligodendrócitos estão próximos aos corpos celulares dos neurônios, e há uma interdependência no metabolismo dessas células. Na substância branca, os prolongamentos dos oligodendrócitos envolvem segmentos de vários axônios, formando a bainha de mielina. T. Montanari, USP Figura Dois astrócitos fibrosos, sendo que o prolongamento de um deles envolve um vaso sanguíneo (V) como pé vascular. Método de Golgi. Objetiva de 100x (1.373x). 53
4 TATIANA MONTANARI Griscelda da Conceição da Silva, Thaís de Oliveira Plá & B G M Figura O córtex do cerebelo é de substância cinzenta e tem três camadas: camada molecular (M), que é a mais externa e contém poucos neurônios; camada de células de Purkinje ( ), as quais são neurônios multipolares, cujos dendritos se projetam para a camada molecular, e camada granulosa (G), com neurônios multipolares, os menores neurônios do corpo. B - substância branca. HE. Objetiva de 10x (137x). Figura Célula de Purkinje do cerebelo. A forma do corpo celular desse neurônio é piriforme. Impregnação pela prata pelo método de Cajal-Castro. Objetiva de 40x (550x). 54
5 ATLAS DIGITAL DE BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL D V Figura Na medula espinal, a substância cinzenta localiza-se internamente, em forma de H ou borboleta. Nos cornos dorsais (D) (ou posteriores), entram os axônios dos neurônios situados nos gânglios sensoriais, que captam estímulos do ambiente externo ou interno. Os cornos ventrais (V) (ou anteriores) contêm neurônios multipolares, motores, cujos axônios conduzem os impulsos para os músculos. No centro, há o canal medular (ou ependimário). HE. Objetiva de 4x (34x). Nos cornos ventrais (ou anteriores) da medula espinal, há os corpos dos neurônios. Eles são multipolares, quanto ao número de prolongamentos celulares; motores quanto à sua função, e estrelados quanto à forma do corpo celular. Seu núcleo é esférico ou ovoide e eucromático, com nucléolo proeminente. No sexo feminino, pode ser observado, associado ao nucléolo ou à face interna da membrana nuclear, um corpúsculo que corresponde à cromatina sexual (ou corpúsculo de Barr), ou seja, ao cromossomo X heterocromático. O retículo endoplasmático rugoso é bem desenvolvido e há abundância de ribossomos livres, o que confere basofilia ao citoplasma. Esses grânulos basófilos foram denominados corpúsculos de Nissl. O núcleo eucromático, o nucléolo proeminente e a abundância de retículo endoplasmático rugoso e ribossomos estão relacionados com a intensa síntese proteica. Além das proteínas necessárias para manter a sua estrutura e o seu metabolismo, o neurônio produz neurotransmissores peptídicos. G. da C. da Silva, T. de O. Plá & Figura Substância cinzenta (C) e substância branca (B) da medula espinal. O neurônio é volumoso para manter o longo axônio. Além do nucléolo proeminente, é possível visualizar a cromatina sexual no núcleo. O citoplasma é rico na substância de Nissl. Núcleos de astrócito ( ) e oligodendrócitos ( ) são indicados. A substância branca contém os axônios envoltos pela bainha de mielina produzida pelos oligodendrócitos, resultando nas fibras nervosas. HE. Objetiva de 40x (550x). 55
6 TATIANA MONTANARI As células ependimárias (epêndima) são células cúbicas ou colunares, com núcleo ovoide, prolongamentos na superfície basal e microvilos ou cílios na superfície apical. Elas se colocam lado a lado e revestem as cavidades cerebrais (ventrículos) e o canal central da medula espinal. As células ependimárias que revestem os ventrículos são modificadas e formam o epitélio dos plexos coroides. Elas transportam água, íons e proteínas, produzindo o líquido cerebrospinal. Figura Células ependimárias do canal medular. HE. Objetiva de 100x (1.373x). 56
7 ATLAS DIGITAL DE BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL 2 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Figura Gânglio sensorial (ou cerebrospinal). Possui uma cápsula de tecido conjuntivo denso não modelado ( ). Os corpos dos neurônios pseudounipolares predominam na zona cortical, e as fibras nervosas, formadas pelos axônios envoltos pelas células de Schwann, situam-se na zona medular. Elas captam estímulos dos ambientes interno e externo e os enviam para o cérebro pelos nervos cranianos ou para a medula espinal pelos nervos espinais. HE. Objetiva de 4x (34x). G. da C. da Silva, T. de O. Plá & Figura Na zona cortical do gânglio sensorial, há os corpos dos neurônios pseudounipolares circundados pelas células satélites. Na zona medular, há as fibras nervosas. Entre os elementos nervosos, há fibroblastos e fibras colágenas. HE. Objetiva de 10x. 57
8 TATIANA MONTANARI Figura Neurônio pseudounipolar do gânglio sensorial. HE. Objetiva de 100x (851x). Os neurônios dos gânglios sensoriais cranianos e espinais são esféricos quanto à forma do corpo celular e pseudounipolares quanto ao número de prolongamentos. Os neurônios pseudounipolares surgem na vida embrionária como neurônios bipolares, mas os dois prolongamentos fundem-se próximo ao corpo celular. As arborizações terminais do ramo periférico recebem estímulos, funcionando como dendritos, e esses estímulos, sem passar pelo corpo celular, transitam pelo prolongamento que se dirige para o SNC, funcionando como axônio. Os neurônios pseudounipolares são classificados, segundo a sua função, como neurônios sensoriais, pois recebem estímulos sensoriais do meio ambiente e do próprio organismo e os conduzem ao SNC para o processamento. As células satélites e as células de Schwann estão localizadas no SNP. As células satélites estão ao redor dos corpos dos neurônios nos gânglios nervosos. São pequenas, achatadas, com núcleo heterocromático. Possuem GFAP e uma lâmina basal na face externa. As células satélites mantêm um microambiente controlado em torno do neurônio, permitindo isolamento elétrico e uma via para trocas metabólicas. Aquelas dos gânglios autônomos do intestino podem ainda participar na neurotransmissão e ajudar a coordenar as atividades dos sistemas nervoso e imune. Figura Neurônio pseudounipolar com célula satélite adjacente na microscopia eletrônica. Cortesia de Patrícia do Nascimento e Matilde Achaval Elena, UFRGS. 58
9 ATLAS DIGITAL DE BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL Na submucosa do intestino, há o plexo nervoso submucoso (ou de Meissner), e, entre as duas subcamadas musculares, há o plexo nervoso mioentérico (ou de Auerbach). Esses plexos nervosos contêm gânglios do sistema nervoso autônomo, cujos neurônios são multipolares e motores. O plexo nervoso submucoso controla o movimento da muscular da mucosa, a secreção das glândulas e o fluxo sanguíneo. O plexo nervoso mioentérico coordena o peristaltismo. Figura Gânglio intramural do intestino. Apresenta neurônios multipolares e poucas células satélites. HE. Objetiva de 100x (851x). Figura Fibras nervosas de um nervo em corte longitudinal. É possível observar os axônios envoltos pela bainha de mielina, núcleos de células de Schwann e nódulos de Ranvier ( ). HE. Objetiva de 100x (851x). As células de Schwann são alongadas, com GFAP e circundadas pela lâmina externa. Não possuem prolongamentos e com seu próprio corpo, envolvem o axônio. O axônio e a bainha envoltória constituem a fibra nervosa. Axônios de pequeno diâmetro (menores que 1µm) invaginam-se em recessos da célula de Schwann, e não há formação da bainha de mielina, tendo-se as fibras nervosas amielínicas. Nesse caso, uma única célula pode envolver mais de um axônio. Axônios mais calibrosos são circundados por uma dobra da célula envoltória em espiral, a bainha de mielina, e as fibras nervosas são mielínicas. O envolvimento por mielina não é contínuo ao longo do axônio. Ocorre em pequenos segmentos (internódulo), e, entre estes, há uma área nua, o nódulo de Ranvier, onde há uma alta densidade de canais de Na +. Enquanto, no SNC, os axônios estão expostos nos nódulos de Ranvier, no SNP, eles estão parcialmente revestidos por projeções de citoplasma das células de Schwann adjacentes. 59
10 TATIANA MONTANARI Figura Eletromicrografia de fibras nervosas de um rato com diabetes induzido experimentalmente. Notam-se fibras amielínicas (FA), fibras mielínicas (FM) e fibras mielínicas alteradas. Cortesia de Patrícia do Nascimento e Matilde Achaval Elena, UFRGS. A Figura Eletromicrografia da célula de Schwann circundando o axônio (A), em corte transversal. Cortesia de Patrícia do Nascimento e Matilde Achaval Elena, UFRGS. 60
11 ATLAS DIGITAL DE BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL O agrupamento das fibras nervosas em feixes no sistema nervoso periférico é denominado nervo. P O epineuro é a camada que reveste o nervo e preenche os espaços entre os feixes de fibras nervosas. É constituído por tecido conjuntivo frouxo, podendo incluir células adiposas e a artéria muscular principal, que irriga o tronco nervoso, e por tecido conjuntivo denso não modelado, cujas fibras colágenas estão orientadas para suportar o estiramento do feixe nervoso. E O perineuro contorna cada fascículo (ou feixe) de fibras nervosas. É formado por várias camadas concêntricas de fibroblastos modificados. Eles possuem lâmina basal e filamentos de actina associados à membrana plasmática, possibilitando a sua contração. Ligam-se por junções de oclusão, o que protege os axônios de agentes nocivos e de mudanças bruscas na composição iônica. Entre as células, há fibrilas colágenas e elásticas esparsas. P E P O endoneuro envolve cada fibra nervosa e consiste em fibras reticulares, sintetizadas pelas células de Schwann, fibrilas colágenas, glicosaminoglicanos e fibroblastos esparsos. Podem ser encontrados ainda macrófagos e mastócitos. Figura Corte transversal de um nervo, onde são indicados o perineuro (P), ao redor de fascículos nervosos, e o epineuro (E), formando o envoltório mais externo. No centro, no epineuro, há a artéria muscular principal. Objetiva de 3,2x. Figura Corte transversal de um nervo mostrando o endoneuro (E) e o perineuro (P). HE. Objetiva de 100x (851x). 61
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