Setor Elétrico Brasileiro: Crescimento e Desafios
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- Francisca Madureira Raminhos
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1 XXIII SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRNSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Setor Elétrico Brasileiro: Crescimento e Desafios Políticas do Ministério de para o Setor Elétrico Brasileiro Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Foz do Iguaçu, 19 de Outubro de 2015
2 SUMÁRIO TEMA I - QUESTÕES ESTRUTURAIS 1) POLÍTICA ENERGÉTICA E PRINCIPAIS DESAFIOS DO SETOR ENERGÉTICO NACIONAL 2) MATRIZES ENERGÉTICAS DO MUNDO E DO BRASIL ATUAIS 3) EXPANSÃO DO SISTEMA ENERGÉTICO NACIONAL NO HORIZONTE DECENAL 4) EXPANSÃO DO SISTEMA ENERGÉTICO NO LONGO PRAZO - APÓS O HORIZONTE DECENAL TEMA II - QUESTÕES CONJUNTURAIS 1) USINAS HIDROELÉTRICAS SEM RESERVATÓRIOS DE REGULARIZAÇÃO PLURIANUAL 2) SISTEMA HIDRO / TÉRMICO SEGURANÇA ENERGÉTICA E OPERAÇÃO DAS USINAS 3) SUPRIMENTO NO TRIÊNIO 2015 / 2016 / 2017 E NO HORIZONTE DO PDE 2024
3 PRINCIPAIS DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO ( 1 / 2 ) Planejamento e Políticas Energéticas (MME e EPE) Atuação das Agências Reguladoras (ANEEL, ANA e ANP) Expansão do Sistema Elétrico / Energético - Energia do Amanhã Financiamento do Programa de Expansão (BNDES) Operação do Sistema Elétrico Confiabilidade / Custos (ONS) Comercialização da Energia Fluxo Financeiro entre Agentes (CCEE)
4 PRINCIPAIS DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO ( 2 / 2 ) Desenvolvimento Tecnológico Integração Indústria / Universidade Formação e Treinamento das Equipes do Setor Energético Integração Elétrica / Energética com os Países Vizinhos e Outras Ações Internacionais Transição da Expansão Hidro para a Expansão Térmica e a Inserção das Fontes Renováveis Eólica, Biomassa e Solar no Sistema Gerador Usinas Hidroelétricas a Fio-d água (sem reservatórios de regularização plurianual), Inclusão de Usinas Reversíveis (de bombeamento) e o Balanço de Ponta (demandas elevadas diárias) da Carga de Energia
5 CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA (Período 2000 / 2012) País Taxa de Crescimento Sistema Elétrico 2000 / 2012 (%) Dobra em N Anos China 11,4 7 Índia 7,2 10 Correia Sul 5,3 14 Brasil 3,5 (*) 21 (*) França 0,7 100 Alemanha 0,6 116 USA 0,4 174 Canadá 0,3 232 (*) Taxa de Crescimento Anual Média de 4,5%: Sistema Elétrico Dobra em 16 Anos 5
6 MW Ministério de BRASIL CAPACIDADE INSTALADA INCREMENTO ANUAL MÉDIO - MW Histórico MW Previsão PDE 2024
7 PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DO SETOR ENERGÉTICO BRASILEIRO VISÃO ESTRATÉGICA ESTUDOS DE LONGO PRAZO (ATÉ 30 ANOS) PLANO NACIONAL DE ENERGIA MATRIZ ENERGÉTICA NACIONAL VISÃO DE PROGRAMAÇÃO ESTUDOS DE CURTO E MÉDIO PRAZOS (ATÉ 10 ANOS) PLANO DECENAL DE ENERGIA LEILÕES MONITORAMENTO VISÃO DE 1 A 3 ANOS Petróleo e Gás Energia Elétrica Transmissão Biodiesel
8 BRASIL - PDE 2014 DEMOGRAFIA E ECONOMIA Milhões de habitantes 10 3 R$ per capita (2010) ,7 População 0,7% a.a. 1,4 milhões/ano PIB Per Capita 2,5% a.a. PDE ,2% a.a. bilhões de habitantes 25, PIB: 3,2% a.a. Fonte: Plano Decenal 2024, IBGE, MME/SPE. e EPE
9 milhões tep Ministério de 306 BRASIL - PDE 2014 OFERTA DE ENERGIA % Renováveis 39,4 % Fósseis 59,3 Energia 2,7% a.a. PDE ,7% a.a. % Renováveis 45,2 % Fósseis 53,1 TWh Fonte: Plano Decenal 2024, MME/SPE e EPE. 624,3 Energia Elétrica 4,2% a.a. 941, % Renováveis 74,6 % Fósseis 22,9 % Renováveis 86,2 % Fósseis 11,1
10 RECURSOS ENERGÉTICOS NACIONAIS Renováveis Não Renováveis Hidroelétrica Biomassa Eólica Solar Petróleo Gás Natural Carvão Mineral Urânio
11 % ,4 Ministério de 34,9 Petróleo e Derivados MATRIZ DE OFERTA DE ENERGIA BRASILEIRA PDE 2014 Participação das Fontes 2014 / 2024 (%) 16,9 15,7 Derivados da Cana 13,5 11,8 11,5 13,3 8,1 Gás Natural Hidro Lenha e Carvão Vegetal Oferta de Energia (milhões tep) ,6; ,5 Crescimento anual médio: 2,7% Crescimento (%) PIB: 3,2 População: 0,7 6,9 5,7 5,8 4,7 8,8 1,3 1,7 Carvão Outras (*) Nuclear * Inclui Gás Industrial Taxa de crescimento Anual Médio (%) 1,5 3,5 1,3 4,2 1,1 2,9 9,4 5,5 Combustíveis Fósseis Brasil: ,3% ,1% Mundo: ,2% Renováveis Brasil: ,4% ,2% Mundo: ,6% Fonte: Balanço Energético Nacional e Plano 2024
12 65,2 Ministério de MATRIZ DE OFERTA DE ELETRICIDADE BRASILEIRA PDE 2024 Participação das Fontes 2014 / 2024 (%) % ,8 Oferta de Energia Elétrica - TWh ,3; ,8 Crescimento anual médio: 4,2% ,0 8,1 Hidro Gás Natural Biomassa Petróleo e Derivados Crescimento (%) PIB: 3,2 População: 0,7 11,8 7,4 5,1 8,0 0,3 2,9 1,6 2,5 2,8 2,0 1,9 1,1 0,0 0,6 Carvão Nuclear Eólica Gás Industrial Solar Taxa de crescimento Anual Médio (%) 4,3-0,6 9,1-21,5-1,8 5,2 19,7-1,4 - Combustíveis Fósseis Brasil: ,9% ,1% Mundo: ,5% Fonte: Balanço Energético Nacional e Plano 2024 Renováveis Brasil: ,6% ,2% Mundo: ,6%
13 BRASIL CAPACIDADE INSTALADA - PDE : 133,9 GW (89 hidro 67%) 2024: 212,5 GW (120 hidro 56%) 78,6 GW no Decênio 2014 / 2024 (7,86 GW/ano) Fonte GW % Hidro 30,8 39 Eólica 19,3 25 Biomassa 8,7 11 Solar 8, % Gás 10,9 14 Nuclear 1,4 2 Petróleo (-1,4) (-2) Carvão 0,5 1 15% Total 78,6 100,0 (6,8 GW de Autoprodutor) Fonte: PDE 2024, MME/SPE e EPE Obs.- Não inclui a importação de Itaipu/Paraguai e a geração nas plataformas de petróleo
14 BRASIL CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO ELÉTRICA (*) (GW) CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO (GW) Fonte Estrutura (%) Hidro 89,2 120,0 66,6 56,5 Nuclear 2,0 3,4 1,5 1,6 Gás Natural 12,5 23,2 9,4 10,9 Carvão 3,4 3,9 2,5 1,8 Óleo 7,9 6,5 5,9 3,1 Gás Industrial 1,7 1,9 1,2 0,9 Biomassa 12,3 21,1 9,2 9,9 Eólica 4,9 24,2 3,7 11,4 Solar 0,015 8,3 0,0 3,9 TOTAL 133,9 212,5 100,0 100,0 Fonte: PDE 2024, MME/SPE e EPE Obs.- Inclui autoprodutor cativo, e não inclui a importação de Itaipu/Paraguai e plataformas de petróleo
15 BRASIL PDE 2024 EXPANSÃO DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS Petróleo Produção atual (2,3 milhões bbl/dia). Produção 2024 (5,1 milhões bbl/dia). Crescimento de 8,5 % ao ano. Superávit em 2024 (2,2 milhões bbl/dia, incluindo derivados); Gás Natural Produção atual (87,4 milhões m 3 /dia). Produção bruta potencial de gás convencional 2024 (172 milhões m 3 /dia). Crescimento de 7,0 % ao ano. Déficit líquido em 2024 (8 milhões m 3 /dia); Etanol Produção atual (28,5 milhões m 3 ). Produção 2024 (43,9 milhões m 3 ). Crescimento de 4,4 % ao ano. Exportações líquidas em 2024 (1,8 milhões m 3 ); Biodiesel Produção atual (3,4 milhões m 3 ). Produção 2024 (5,1 milhões m 3 ). Crescimento de 4,1% ao ano. Percentual mistura com diesel fóssil (7%).
16 BRASIL PDE 2024 INVESTIMENTOS NO SISTEMA ENERGÉTICO PERÍODO 2014 / 2024 Investimentos em Energia R$ bilhões (*) % Petróleo e Gás Natural ,6 Eletricidade ,7 Biocombustíveis 39 2,6 Total de Investimentos (**) ,0 A expansão prevista para a produção primária de energia possibilitará Superávit de 25,6% sobre a demanda total de energia, revertendo os atuais déficits, próximos de 13% (*) Câmbio R$ 2,65/US$ (**) Representa cerca de 2,8% do PIB e 14,4% da FBCF, ambos acumulados no período
17 POTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO APROVEITÁVEL (Competitivo e Ambientalmente Viável) Potencial Hidrelétrico Brasileiro: MW (3º / 4º do mundo) PLANO 2030 (11 / 2007 ): cerca de MW aproveitável, semelhante ao PLANO 2015 da ELETROBRAS (04 / 1994) Atualmente conta-se com segurança com MW, montante necessário até o final da década 2020 / 2030 (função do cenário energético e ambiental futuro)
18 BRASIL - HIDRELETRICIDADE Usinas de Maior Porte na Região Norte Bacia do Madeira (7.310 MW) : Jirau (3.750 MW) e Santo Antônio (3.560 MW) / 2016 Bacia do Xingu ( MW) : Belo Monte ( MW) 2016 / 2018 Bacia do Tapajós (~ MW) : Alto Tapajós : Teles Pires (5 usinas, ~3.600 MW) e Juruena (13 usinas, ~8.600 MW), totalizando MW 2015 / Médio Tapajós: 7 usinas (Complexo São Luiz), totalizando MW 2021 / 2026;
19 EXPANSÃO DA CAPACIDADE INSTALADA DE ENERGIA ELÉTRICA DO BRASIL NO FINAL DA DÉCADA 2020 / 2030 (Após o Aproveitamento do Potencial Hidrelétrico Econômico e Ambientalmente Viável ) Programa Térmico (operação de base) Gás Natural (outros usos, matéria prima na indústria, oferta e preço) Nuclear (aceitação pública, resíduos, segurança e outros) Carvão Mineral (queima limpa, gases de efeito estufa e captura do carbono). Complementado por Fontes Energéticas Renováveis Eólica Biomassa (bagaço de cana-de-açúcar) Solar Fotovoltaica Lixo Urbano Eficiência Energética com Avanços Tecnológicos
20 SUMÁRIO TEMA II - QUESTÕES CONJUNTURAIS 1) USINAS HIDRELÉTRICAS SEM RESERVATÓRIOS DE REGULARIZAÇÃO PLURIANUAL 2) SISTEMA HIDRO / TÉRMICO SEGURANÇA ENERGÉTICA E OPERAÇÃO DAS USINAS 3) SUPRIMENTO NO TRIÊNIO 2015 / 2016 / 2017 E NO HORIZONTE DO PDE 2024
21 UHEs COM RESERVATÓRIOS DE REGULARIZAÇÃO PLURIANUAL (Existentes) Histórico ( 1 / 2 ) Bacia do São Francisco (década 1970): Sobradinho (volume útil: 29 bilhões m 3 ); Três Marias (volume útil: 15 bilhões m 3 ) Bacia do Paraná (década 1970): Furnas (volume útil: 17 bilhões m 3 ) Emborcação (volume útil: 13 bilhões m 3 ) Itumbiara (volume útil: 12 bilhões m 3 ) Nova Ponte (volume útil: 10 bilhões m 3 )
22 UHEs COM RESERVATÓRIOS DE REGULARIZAÇÃO PLURIANUAL (Existentes) Histórico ( 2 / 2 ) Bacia do Tocantins (década 1980) Serra da Mesa (volume útil: 43 bilhões m 3 ) Tucuruí (volume útil: 32 bilhões m 3 ) Bacia do Iguaçu (década 1980) Foz do Areia (volume útil: 6 bilhão m 3 ) Salto Santiago (volume útil: 4 bilhões m 3 ) Segredo (volume útil: 0,4 bilhões m 3 ) Bacia do Uruguai (década 1980) Barra Grande (volume útil: 2 bilhão m 3 ) Machadinho (volume útil: 1 bilhão m 3 )
23 UHEs A FIO D ÁGUA DA REGIÃO NORTE (Operação, Construção) Bacia do Madeira (operação / ampliação) Jirau Santo Antônio Obs.: nenhuma usina a jusante; reservatórios de regularização na Bolívia (eventualmente a binacional em fase de planejamento) Bacia do Xingu (construção) Belo Monte Obs.: Nenhuma usina a jusante; regularização com reservatório a montante em região de planície (grande área inundada com reduzida profundidade / antigo reservatório de Babaquara com km 2 )
24 UHEs A FIO D ÁGUA DA REGIÃO NORTE (Construção e Planejadas) Bacia do Tapajós (planejada / construção) UHEs do Complexo São Luis (cerca de MW) Obs.: nenhuma usina a jusante UHEs no Rio Teles Pires Obs.: usinas de Teles Pires e Colider são a fio d água; usina de Sinop tem um reservatório de regularização com 2 bilhões m 3 )
25 SEGURANÇA ENERGÉTICA E OPERAÇÃO DAS USINAS Critério de Suprimento da Geração Histórico 1. Critério Determinístico da CANAMBRA de Energia Firme de Período Crítico,dadécadade1970atémeadosdadécadade1980; 2. Critério Probabilístico de 5% de Risco Anual de Déficit, de 1985 até o racionamento de 2001 (o custo unitário de déficit da energia não suprida é resultado, parâmetro implícito, a partir da igualdade do CME com o CMO) 3. Critério do Custo do Déficit, Limitado a 5% de Risco de Déficit Anual (CNPE), desde o racionamento de 2001 (o risco de déficit anual de energia é resultado, parâmetro implícito, a partir da igualdade do CME comocmo)
26 Sistema Hidrelétrico / séries Energias Afluentes Déficit de Energia Anual, Geração Térmica, Excedente Hidrelétrico % Hidrologias com algum Déficit Hidrologias Favoráveis Hidrologias com as Térmicas na Base Séries de Energia Afluentes às Hidrelétricas (*) (*) 100 Déficit de Energia Anual (% da Carga) Risco de déficit anual de 2% 2 Risco de déficit anual de 5% (*) Indicação Qualitativa Sem adoção de escala
27 OPERAÇÃO DAS USINAS TÉRMELÉTRICAS (Sistema Gerador Nacional - Hidrelétrico / Termelétrico / Eólico) As condições hidrológicas são em geral favoráveis; Anos isolados de hidrologias muito desfavoráveis (60/65% da média de longo termo) são eventos estatisticamente raros. Vários anos consecutivos de hidrologias muito desfavoráveis são estatisticamente mais raros; A operação das térmicas, neste contexto hidrológico, é da seguinte forma: usinas com custos de combustível baixos (nuclear, carvão mineral e gás natural)- operação de base usinas com custos de combustível elevados (óleo diesel e óleo combustível) de complementação ao sistema gerador hidroelétrico, nos raros eventos de hidrologias desfavoráveis
28 QUALIFICAÇÃO DA SEGURANÇA ENERGÉTICA Critério Atual de Suprimento da Geração O critério de suprimento da geração atualmente adotado resulta em riscos de déficit anuais na faixa de 2 a 3%, ao longo do horizonte de planejamento analisado; A segurança energética do sistema de geração é elevada, com a adoção deste critério. O evento racionamento é raro, estatisticamente ocorrendo uma vez ao longo de várias décadas e quando ocorre implica numa parcela reduzida, em geral inferior a 10 / 15 % da carga total, podendo ser plenamente ou parcialmente administrado por medidas operativas e de conservação e uso consciente da energia por parte dos consumidores, com reduzidos impactos na economia nacional
29 PLANO DECENAL 2024 Riscos de Déficit Anuais de Energia (%) Subsistema SE/CO 1,7 0,6 0,6 S 1,4 0,3 0,3 NE 0,1 0,0 0,4 N 0,1 0,3 0,4 29
30 85 Ministério de CARGA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL (GWmédio) PDE 2015, PDE 2019, PDE 2023 e PDE 2024 Carga de Energia (Gwmédio) PDE 2015 PDE 2023 PDE 2019 PDE 2024 CARGA Fonte: PDE 2015, PDE 2019 e PDE 2023.
31 ARMAZENAMENTO NOS RESERVATÓRIOS (%) Sudeste / Centro-Oeste % Armazenamento jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Chuvoso Seco Fonte: MME/SEE.
32 Armazenamento % Ministério de ARMAZENAMENTO NOS RESERVATÓRIOS (%) Nordeste jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Chuvoso Seco Fonte: MME/SEE.
33 EVOLUÇÃO DA OFERTA DE GERAÇÃO E DA CARGA Biênio 2013 / 2014 (taxa de crescimento anual média) Capacidade instalada: 5,6% Carga: 2,6% ( Cerca de MW entraram em operação no ano 2014 ) Ano de 2015 (taxa de crescimento anual) Capacidade instalada: 5% Carga: próximo de zero ( Cerca de MW deverão entrar em operação no ano 2015 ) Biênio 2016 / 2017 Previstos MW e MW, neste biênio, em usinas em fase final de construção e fora das regiões com hidrologias desfavoráveis. Esta expansão terá um crescimento superior à da carga. O suprimento de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (geração) está assegurado no triênio 2015/2017, não sendo estatisticamente visualizados déficits ou racionamentos neste período
34 Muito Obrigado Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético MME/ Brasil [email protected]
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