Obras de J.-D. Nasio publicadas por esta editora:
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- Anderson Custódio Pinho
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1 A dor física
2 Obras de J.-D. Nasio publicadas por esta editora: A alucinação E outros estudos lacanianos Cinco lições sobre a teoria de Jacques Lacan Como trabalha um psicanalista? A criança do espelho (com Françoise Dolto) A criança magnífica da psicanálise O conceito de sujeito e objeto na teoria de Jacques Lacan Édipo O complexo do qual nenhuma criança escapa Os grandes casos de psicose Introdução às obras de Freud, Ferenczi, Groddeck, Klein, Winnicott, Dolto, Lacan Lições sobre os 7 conceitos cruciais da psicanálise O livro da dor e do amor O olhar em psicanálise O prazer de ler Freud Um psicanalista no divã Psicossomática As formações do objeto a Em formato de bolso: A dor de amar A dor física Uma teoria psicanalítica da dor corporal A fantasia O prazer de ler Lacan
3 J.-D. Nasio A dor física Uma teoria psicanalítica da dor corporal Rio de Janeiro
4 Título original: La douleur physique (Une théorie psychanalytique de la douleur corporelle) Tradução autorizada da edição francesa, publicada em 2006 por Payot & Rivages, de Paris, França Copyright 2006, J.-D. Nasio Copyright da edição em língua portuguesa 2008: Jorge Zahar Editor Ltda. rua México 31 sobreloja Rio de Janeiro, RJ tel.: (21) / fax: (21) [email protected] site: Todos os direitos reservados. A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação de direitos autorais. (Lei 9.610/98) Alguns capítulos deste livro são uma versão amplamente revista e aumentada das páginas dedicadas à dor corporal em O livro da dor e do amor (Jorge Zahar, 1997), traduzido por Lucy Magalhães e aqui revisto por André Telles, que traduziu também os demais capítulos do presente volume. Capa: Sérgio Campante N211d CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ. Nasio, Juan-David A dor física: uma teoria psicanalítica da dor corporal / J.-D. Nasio; [tradução, André Telles e Lucy Magalhães]. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., Tradução de: La douleur physique ISBN Dor Aspectos psicológicos. 2. Sofrimento. 3. Psicanálise. I. Título. CDD: CDU:
5 Sumário A dor física, 7 Perguntas e respostas sobre a dor física, 47 Excertos de obras de Freud e Lacan sobre a dor física, precedidos de nossos comentários, 99 Indicações bibliográficas sobre a dor física, 113 Notas, 121
6
7 A dor física
8 A dor da lesão * A dor da comoção * A dor de reagir
9 Em geral, pensamos que a dor física é do domínio exclusivo da neurofisiologia, só dizendo respeito ao psiquismo quando repercute na pessoa do homem sofredor. A dor de uma queimadura, por exemplo, só seria explicada por me canismos neuroquímicos, e o psiquismo da pessoa queimada não seria atingido senão pelas repercussões morais da dor sofrida. Como se houvesse, de um lado, o fenômeno doloroso que se explica cientificamente pela transmissão da mensagem nociceptiva no seio do sistema nervoso, e do outro lado as inevitáveis conse qüências psicológicas e sociais que, por exemplo, uma dor crônica acarreta. Haveria a dor, e depois os seus prolongamentos emocionais. Sabemos da importância, para um clínico médico ou psicanalista, de escutar não só a dor corporal do paciente, mas também as perturbações psicológicas por ela desencadeadas. Entretanto, preferimos ocupar-nos aqui não das repercussões do distúrbio doloroso, mas da origem psíquica do distúrbio doloroso; mais exatamente do fator psíquico que intervém na gênese de toda dor corporal. Ressaltamos que o nosso interesse em definir o melhor possível o componente psíquico do fato dolo- 9
10 10 A dor física roso é curiosamente compartilhado pelos pesquisadores atuais em neurociências. Fiquei surpreso ao descobrir, por exemplo, as dúvidas e interrogações dos cientistas da International Association for the Study of Pain (Iasp) a respeito da incidência do psiquismo na neurofisiologia da dor. Sem conseguir explicar-se formalmente, eles consideram o fator psíquico uma das principais causas da emoção dolorosa, cujos mecanismos continuam inexplorados. Especificamente, consideram que esse fator desconhecido seria também o responsável por uma dor corporal muito atípica, qualificada de psicogênica, isto é, de origem exclusivamente psíquica. Trata-se de uma sensação dolorosa efetivamente sentida pelo sujeito, mas sem nenhum motivo tangível que a explique. Assim, a definição oficial de dor proposta pela Iasp deixa transparecer essas diversas incertezas quanto ao papel do fator psíquico. Desejo reproduzir aqui os termos exatos dessa definição: a dor seria uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão tissular real ou potencial, ou ainda descrita em termos que evocam essa lesão. Relendo essas linhas, medimos a ambigüidade do termo dor. Mais do que uma sensação, ela é emoção, e até uma emoção que pode nascer sem lesão tissular responsável: uma experiência... descrita em termos que evocam essa lesão. Vemos como essa definição reconhece a existência de uma dor real, isto é, concretamente sentida e deplorada pelo paciente, mas
11 A dor física 11 sem ter, necessariamente, uma agressão orgânica que a justifique. Em resumo, a Iasp reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime. Mede-se assim a extensão do campo da dor, que excede amplamente uma concepção estritamente neurofisiológica, e compreende-se por que atualmente é necessário abrir novos caminhos na pesquisa psicanalítica para situar corretamente a parte do psiquismo na determinação do fato doloroso.
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a justifique. Em resumo, a IASP reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime.
No livro A DOR FÍSICA, Nasio se preocupa com as origens psicológicas da dor corporal, mais claramente falando, se preocupa com aquela parte enigmática que vem descrita nos artigos médicos como o fator
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