Literatura Portuguesa
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- Rebeca Filipe Faro
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1 Prova de Exame Nacional de Literatura Portuguesa Prova º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspeção-Geral de Educação Direções Regionais de Educação Secretaria Regional de Educação da Madeira Secretaria Regional de Educação dos Açores Escolas com ensino secundário Estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com paralelismo e com ensino secundário CIREP FERLAP CONFAP 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame nacional do ensino secundário da disciplina de Literatura Portuguesa, a realizar em 2012 pelos alunos que se encontram abrangidos pelos planos de estudo instituídos pelo Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, com a última alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 50/2011, de 8 de abril, que procedeu à republicação integral e atualizada do diploma. Deve ainda ser tida em consideração a Portaria n.º 550-D/2004, de 21 de maio, com a última alteração introduzida pela Portaria n.º 244/2011, de 21 de junho, que procedeu à republicação integral e atualizada do diploma. As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina. O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova: Objeto de avaliação; Características e estrutura; Critérios de classificação; Material; Duração. As provas desta disciplina disponíveis em exemplificam, de um modo geral, os tipos de itens das provas a realizar em Este documento deve ser dado a conhecer aos alunos e com eles deve ser analisado, para que fiquem devidamente informados sobre a prova que irão realizar. Importa ainda referir que, nas provas desta disciplina, o grau de exigência decorrente do enunciado dos itens e o grau de aprofundamento evidenciado nos critérios de classificação estão balizados pelo Programa, em adequação ao nível de ensino a que o exame diz respeito. Prova 734 1
2 2. Objeto de avaliação A prova a que esta informação se refere incide nos conhecimentos e nas competências enunciados no Programa de Literatura Portuguesa em vigor (homologado em 2001). A avaliação sumativa externa, realizada através de uma prova escrita de duração limitada, só permite avaliar parte dos conhecimentos e das competências enunciados no Programa. A resolução da prova pode implicar a mobilização de aprendizagens inscritas no Programa, mas não expressas nesta informação. A prova permite avaliar as seguintes competências, explícitas ou implícitas no Programa e entendidas no horizonte da formação em Literatura Portuguesa: Compreensão e interpretação de textos de diferentes modos e géneros, nomeadamente, líricos, dramáticos, narrativos e ensaísticos; Reconhecimento de elos de ligação entre significados, circunstâncias de produção e / ou opções do(s) autor(es) no que respeita a modos e géneros, estrutura e linguagem; Deteção e interpretação de diferenças e de semelhanças entre textos; Desenvolvimento e fundamentação de uma argumentação interpretativa; Produção de textos com correção e coerência, envolvendo e distinguindo diferentes perspetivas: recriativa (escrita com o texto), pessoal e experiencial (escrita a partir do texto) e analítico-descritiva (escrita sobre o texto); Utilização, em tarefas interpretativas, de teorias e de terminologia apropriadas. A prova permite avaliar, ainda, o desempenho dos examinandos relativamente aos objetivos programáticos que a seguir se referem: Desenvolver a competência de leitura crítica a partir do contacto com vários modos, géneros e convenções textuais; Conhecer aspetos dos contextos culturais de produção e de receção das obras e respetivas contingências, reconhecendo o texto literário como objeto que transcende as suas circunstâncias; Utilizar uma terminologia literária adequada e rigorosa sempre que o discurso analítico o suscitar; Produzir textos de diferentes tipologias, escrevendo sobre o texto, a partir do texto e com o texto, integrando competência textual e expressão pessoal; Relacionar a Literatura com outras formas de arte e outros produtos culturais da atualidade, evidenciando a especificidade da experiência estética e da fruição individual que dela podem decorrer. Prova 734 2
3 Relativamente aos conteúdos, lembra-se que, dentro do Quadro de Referências I do Programa, são indicados como sendo de leitura obrigatória os textos de «Poesia e Prosa Medievais» e da lírica camoniana. As restantes indicações programáticas desse Quadro de Referências permitem escolhas apenas condicionadas pela obrigatoriedade / recomendação de representação dos modos literários indicados em cada módulo e referidos no Programa enquanto «Poesia», «Textos de Teatro» e «Prosa». Por esse motivo, quando se opta por autores ou obras constantes do Quadro de Referências I, em regime de leitura opcional, a avaliação pode ser realizada por duas vias, a seguir explicitadas. a) Se a prova incluir itens que incidem em conhecimentos de obras, de autores ou de contextos histórico-literários, são propostas tantas alternativas quantas as que são necessárias para garantir a equivalência de circunstâncias a todos os examinandos. Por exemplo, no caso da opção por texto de teatro referente ao módulo intitulado «Do Renascimento ao Pré-Romantismo», apresentam-se, em alternativa, conjuntos de itens relativos a todas as possibilidades programáticas, ou seja: Inês Pereira, Lusitânia e Dom Duardos, de Gil Vicente, e Guerras do Alecrim e Manjerona, de António José da Silva. b) Se a prova incluir itens que visam avaliar o desempenho de competências de leitura do texto literário, anteriormente identificadas, sem exigir conhecimentos específicos relativos a autores, a obras ou a contextos histórico-literários, é apresentado apenas um texto para análise. Neste caso, é requerido ao examinando que mobilize os saberes interpretativos e estratégicos envolvidos na leitura literária, bem como factos e conceitos previstos no Quadro de Referências III, sobretudo enquanto elementos auxiliares da leitura e da escrita. Quando a prova incluir texto(s) de autor ou de obra não indicados no Quadro de Referências I, o procedimento adotado é o descrito na alínea b). 3. Caracterização da prova A prova apresenta três grupos de itens. A prova reflete, no seu conteúdo e na sua estrutura, a necessidade de avaliar os desempenhos de competências referidos no ponto 2. Por conseguinte, inclui itens que abrangem, no todo ou em parte, as atividades a seguir indicadas: Atividades de interpretação e de análise de um texto literário; Atividades relacionadas com a leitura de um texto literário, em articulação com um ou mais textos (outro texto literário, texto crítico, verbete de dicionário especializado, excerto de uma História da Literatura, etc.); Atividades relacionadas com a leitura de um texto crítico, de um verbete de dicionário especializado, de um excerto de uma História da Literatura, etc.; Atividades de escrita relacionadas com a leitura de um texto literário. Prova 734 3
4 A estrutura da prova sintetiza-se no Quadro 1. Quadro 1 Valorização das competências e dos conteúdos na prova Competências Conteúdos Cotação (em pontos) Leitura Texto Literário Quadro de Referências I Poesia e Prosa Medievais Do Renascimento ao Pré-Romantismo Romantismo, Realismo e Simbolismo Do Orpheu à Contemporaneidade Texto de autor incluído, ou não, no Quadro de Referências II Texto Informativo Verbete de dicionário Texto de teoria ou de crítica literária Conceitos de teorização literária apresentados no Quadro de Referências III 120 Escrita Escrita analítico-descritiva Escrita recriativa Escrita pessoal e experiencial 80 A prova pode incluir os tipos de itens discriminados no Quadro 2. Quadro 2 Tipologia, número de itens e cotação Tipologia de itens Número de itens Cotação por item (em pontos) ITENS DE CONSTRUÇÃO Resposta restrita 6 a a 30 Resposta extensa (ou de ensaio) 1 40 Nota: Alguns dos itens de resposta restrita podem apresentar-se sob a forma de tarefas de transformação. Prova 734 4
5 4. Critérios de classificação A classificação a atribuir a cada resposta resulta da aplicação dos critérios gerais e dos critérios específicos de classificação apresentados para cada item e é expressa por um número inteiro. As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero pontos. A classificação das provas nas quais se apresente, pelo menos, uma resposta escrita integralmente em maiúsculas é sujeita a uma desvalorização de cinco pontos. Até ao ano letivo de 2013/2014, na classificação das provas de exame nacional, continuarão a ser consideradas corretas as grafias que seguirem o que se encontra previsto quer no Acordo de 1945, quer no Acordo atualmente em vigor. Itens de construção RESPOSTA RESTRITA Os critérios de classificação das respostas aos itens de resposta restrita apresentam-se organizados por níveis de desempenho. A cada nível de desempenho corresponde uma dada pontuação. A cotação é distribuída pelos parâmetros relativos aos aspetos de conteúdo e aos aspetos de organização e correção linguística. O afastamento integral dos aspetos de conteúdo implica que a resposta seja classificada com zero pontos. RESPOSTA EXTENSA (OU DE ENSAIO) Os critérios de classificação das respostas aos itens de resposta extensa (ou de ensaio) apresentam-se organizados por níveis de desempenho. A cada nível de desempenho corresponde uma dada pontuação. A cotação é distribuída pelos parâmetros relativos aos aspetos de conteúdo e aos aspetos de organização e correção linguística. O afastamento integral dos aspetos de conteúdo implica que a resposta seja classificada com zero pontos. Prova 734 5
6 5. Material O examinando apenas pode usar, como material de escrita, caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. As respostas são registadas em folha própria, fornecida pelo estabelecimento de ensino (modelo oficial). Não é permitida a consulta de dicionário. Não é permitido o uso de corretor. 6. Duração A prova tem a duração de 120 minutos, a que acresce a tolerância de 30 minutos. Prova 734 6
Informação n.º Data: (Republicação) Para: Inspeção-Geral de Educação. Direções Regionais de Educação. Escolas com 3.
Prova Final de Ciclo de Língua Portuguesa Prova 91 2012 3.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspeção-Geral
Data: Para: Inspeção-Geral de Educação. Direções Regionais de Educação. Escolas com ensino secundário CIREP FERLAP CONFAP
Prova de Exame Nacional de Português (Alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo) Prova 239 2012 12.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de
Data: Para: Inspeção-Geral de Educação. Direções Regionais de Educação. Escolas com ensino secundário CIREP FERLAP CONFAP
Prova de Exame Nacional de Filosofia Prova 714 2012 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspeção-Geral
História da Cultura e das Artes
Prova de Exame Nacional de História da Cultura e das Artes Prova 724 2012 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular
Data: Para: Inspeção-Geral de Educação. Direções Regionais de Educação. Escolas com ensino secundário CIREP FERLAP CONFAP
Prova de Exame Nacional de Latim A Prova 732 2012 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspeção-Geral
Informação n.º Data: Para: Direção-Geral da Educação. Inspeção-Geral de Educação e Ciência. Direções Regionais de Educação
Prova de Exame Nacional de Português (Alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo) Prova 239 2013 12.º Ano de Escolaridade Para: Direção-Geral da Educação Inspeção-Geral de Educação e Ciência
Português. Língua Não Materna (A2) 1. Introdução. Informação n.º Data: Para: Prova 63/93/
Prova Final / Prova de Exame Nacional de Português Língua Não Materna (A2) Prova 63/93/739 2012 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular
Português. Língua Não Materna (B1) 1. Introdução. Informação n.º Data: Para: Prova 64/94/
Prova Final / Prova de Exame Nacional de Português Língua Não Materna (B1) Prova 64/94/839 2012 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular
Data: Para: Inspecção-Geral de Educação. Direcções Regionais de Educação. Escolas com 3.º Ciclo CIREP FERLAP CONFAP
Prova de Exame Nacional de Língua Portuguesa Prova 22 2011 3.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro Para: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspecção-Geral
Geometria Descritiva A
Prova de Exame Nacional de Geometria Descritiva A Prova 708 2012 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular
Informação n.º Data: Para: Direção-Geral da Educação. Inspeção-Geral de Educação e Ciência. AE/ENA com ensino secundário CIREP
Prova de Exame Nacional de Espanhol Prova 547 2013 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Para: Direção-Geral da Educação Inspeção-Geral de Educação e Ciência Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Secretaria
História da Cultura e das Artes
Prova de Exame Nacional de História da Cultura e das Artes Prova 724 2011 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Para: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento
Informação n.º Data: Para: Direção-Geral da Educação. Inspeção-Geral de Educação e Ciência. Direções Regionais de Educação CIREP
Prova Final / Prova de Exame Nacional de Português Língua Não Materna (B1) Prova 64/94/839 2013 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade Para: Direção-Geral da Educação Inspeção-Geral de Educação e
Deve ainda ser tido em consideração o Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, bem como o Despacho n.º 15971/2012, de 14 de dezembro.
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