Versão de trabalho PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJECTOS
|
|
|
- Edison Leveck Marreiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Versão de trabalho PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJECTOS UMCCI Março de 2009
2 Índice 1 Introdução Contabilização do investimento e dos incentivos Execução do projecto Pedidos de Pagamento Publicitação do Apoio Financeiro Organização de dossiers de projecto. 5 2
3 1. Introdução O Programa Modelar regulamentado pela Portaria n.º 376/2008 de 23 de Maio, visa fomentar a participação directa das pessoas colectivas privadas sem fins lucrativos na prossecução dos objectivos estabelecidos no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 186/2006, de 12 de Setembro, através de projectos que respondam a necessidades identificadas no desenvolvimento e consolidação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O presente manual tem como objectivo fornecer orientações sobre os procedimentos (vertente financeira) a adoptar no âmbito do acompanhamento dos projectos financiados pelo Programa Modelar, tendo em vista auxiliar as entidades beneficiárias, assim como as equipas das Comissões Técnicas de Avaliação das Administrações Regionais de Saúde. Estas normas e orientações decorrem das disposições legais em vigor e, em aspectos omissos na legislação, estabelecem algumas regras consideradas necessárias para o bom acompanhamento e controlo da execução dos projectos. 2. Contabilização do investimento e do apoio A entidade beneficiária deve assegurar a adequada contabilização dos investimentos realizados e do apoio financeiro recebido. A Administração Regional de Saúde pode solicitar, a qualquer momento, os documentos que comprovem a correcta contabilização do investimento e do respectivo apoio Contabilização do investimento A contabilização do investimento realizado no âmbito do projecto deve ser efectuada em contas apropriadas e de acordo com as regras do Plano Oficial de Contabilidade, ou equiparado Contabilização do apoio concedido A entidade beneficiária deve assegurar a adequada contabilização do apoio financeiro concedido e recebido, de acordo com o seguinte quadro: Contabilização dos apoios Débito Crédito Quando conhecida a atribuição do apoio financeiro não reembolsável ao investimento Aquando do recebimento de cada tranche do apoio financeiro No final de cada ano e à medida que forem contabilizadas as amortizações dos bens adquiridos pelo projecto, que tenham sido apoiados
4 3. Execução do projecto A entidade beneficiária deve ter em conta, na execução do projecto, a legislação que regula a realização de despesas públicas, sempre que lhes seja aplicável. Neste âmbito, salientamos que existe um regime de excepção constante do Decreto-Lei n.º 34/2009 de 4 de Fevereiro, onde se considera que as entidades constantes do n.º 2 do artigo 2.º do Código dos Contratos Públicos que se encontrem em regime de colaboração com a RNCCI e os seus financiamentos sejam executados em regime de comparticipação com a referida Rede, possam recorrer ao regime excepcional de contratação de empreitadas de obras públicas e a aquisição ou locação de bens ou serviços, desde 1 de Janeiro de O investimento a realizar deve ter em conta os montantes previstos para cada componente do investimento. O IVA não constitui uma despesa elegível, salvo se for efectivamente e definitivamente suportada pelo beneficiário final, ou seja, o IVA recuperável por qualquer meio que seja não pode ser considerado elegível. 4. Pedidos de Pagamento O pagamento dos apoios processa-se de acordo com um conjunto de regras no âmbito da transferência do apoio financeiro Pedido de Pagamento - Reembolso Os documentos a entregar no momento de cada pedido de reembolso são os seguintes: a) Formulário de pedido de pagamento, devidamente preenchido; b) Documentos comprovativos da regular situação contributiva perante a segurança social e administração fiscal ou declaração de autorização de consulta dessa informação por parte da ARS, nos termos da lei; c) Documentos de despesa e de quitação do investimento referido no formulário, devidamente carimbados, com a menção Financiado pelo Programa Modelar ; d) Documentos que comprovem a observação da legislação que regula a realização de despesas públicas, sempre que aplicável. (Procedimentos adoptados na realização do investimento) Pedido de pagamento - Contra-Factura Os documentos a entregar no momento de cada pedido de reembolso são os seguintes: 4
5 a) Formulário de pedido de pagamento, devidamente preenchido; b) Documentos comprovativos da regular situação contributiva perante a segurança social e administração fiscal ou declaração de autorização de consulta dessa informação por parte da ARS, nos termos da lei; b) Documentos de despesa do investimento referido no formulário, devidamente carimbados, com a menção Financiado pelo Programa Modelar ; c) Documentos que comprovem a observação da legislação que regula a realização de despesas públicas, sempre que aplicável. (Procedimentos adoptados na realização do investimento). No caso do pedido de pagamento Contra-Factura a Entidade Promotora terá a obrigação de apresentar os documentos de quitação às Administração Regional de Saúde no prazo que se encontra estipulado nos contratos efectuados. Não haverá lugar a um novo pedido de pagamento Contra-Factura, sem a entrega dos comprovativos do pedido anterior, desde que já tenha ocorrido o pagamento à entidade promotora. 5. Publicitação do Apoio Financeiro Está contemplado no Contrato de Atribuição dos Apoios Financeiros, na alínea o), n.º 1 da Cláusula VI a obrigatoriedade da publicitação da atribuição do apoio financeiro. Existe um documento, que contém as Orientações em matéria de publicitação do Apoio Financeiro, e que constitui o anexo I. 6. Organização de dossiers de projecto As entidades beneficiárias devem organizar dossiers do projecto apoiado pelo Programa Modelar, constituídos pela documentação técnica e financeira. Estes dossiers devem estar devidamente organizados e permanentemente disponíveis, para efeitos de consulta, acompanhamento e controlo, por parte da Administração regional de Saúde e demais entidade competentes, no âmbito de visitas de acompanhamento ou auditorias que se venham a realizar. De forma orientadora e não vinculativa, devem fazer parte destes dossiers de projecto, os seguintes documentos/ elementos, entre outros que a entidade considere necessários: 6.1. Dossier técnico: 5
6 a) Formulário de candidatura e todos os documentos que constituíram o processo de candidatura; b) Contrato de Atribuição de Apoios Financeiros; c) Protocolos ou acordos estabelecidos com entidades parceiras; d) Planeamento actualizado da execução do projecto e eventual arquivo de versões anteriores com respectiva fundamentação de alterações e autorizações; e) Documentos de sistematização de informação produzidos, estudos, diagnósticos, pesquisas, bem como todos os instrumentos de registo de actividade, de recolha e tratamento da informação e de avaliação utilizados no projecto, quando existam Dossier financeiro: a) Mapa do investimento previsto, por componente e por tipologia; b) Cronograma de execução do projecto - previsto e com as respectivas alterações, quando existirem; c) Cópia dos Formulários dos Pedidos de Pagamento enviados à Administração Regional da Saúde; d) Cópia dos documentos justificativos de despesa e de quitação do investimento realizado devidamente carimbados, com a menção Financiado pelo Programa Modelar ; e) Extractos da conta bancária de afectação exclusiva ao projecto, sempre que ocorram pagamentos e/ou recebimentos; f) Cópias dos Relatórios de Execução enviados à Administração Regional de Saúde Intercalares e Final; g) Correspondência entre a entidade beneficiária e a Administração Regional da Saúde, assim como com outras entidades no âmbito do projecto; h) Documentos de divulgação feita ao projecto, quando existam. 6
INTEGRA Regulamento. Artigo1º. Âmbito e objecto
INTEGRA Regulamento Artigo1º Âmbito e objecto 1. A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica lança o Programa Inclusão pela Ciência, doravante designado por INTEGRA. 2. As iniciativas
Normas de Execução Financeira
PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 1. Âmbito do financiamento FCT/PIDDAC Normas de Execução Financeira 1.1. As verbas atribuídas destinam-se a financiar as despesas do projecto
Boas Práticas. Apresentação de Pedidos de Pagamento Checklist de avaliação
Boas Práticas Apresentação de Pedidos de Pagamento Checklist de avaliação O pedido de pagamento só deve ser submetido quando estão reunidas as condições necessárias para, após a submissão, juntar a documentação
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS. Artigo 1.º. Objeto
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS. Artigo 1.º Objeto
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias à concretização
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 01.REV1/POFC/2009
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 01.REV1/POFC/2009 NORMA DE PAGAMENTOS SAESCTN, SAMA E SIAC De acordo com o previsto nos Contratos/Termos de Aceitação de Financiamento, estabelece-se a norma de pagamentos aplicável
1. São efectuados no PCBS os seguintes ajustamentos:
Anexo à Instrução nº 40/98 1. São efectuados no PCBS os seguintes ajustamentos: 1.1. São criadas as contas de seguida assinaladas: 1.1.1. Na contabilidade das SACEG a) 39 - OUTRAS EXIGIBILIDADES 397 -
PROGRAMA MODELAR. Formulário de Candidatura
PROGRAMA MODELAR Formulário de Candidatura Decreto-Lei n.º 186/26, de 12 de Setembro e Portaria n.º 376/28, de 23 de Maio 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO a) Data de entrada Assinatura e Autenticação Código
Regulamento para atribuição do Fundo de Reestruturação
Regulamento para atribuição do Fundo de Reestruturação Nos termos das alíneas c), d) e e) do n.º 2 do artigo 3.º do Decreto- lei n.º 55/2013, de 17 de Abril, que aprova a lei orgânica da Fundação para
ESTUDO DAS NECESSIDADES DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM PORTUGAL
ESTUDO DAS NECESSIDADES DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM PORTUGAL Concurso para financiamento de projecto de investigação - I fase - REGULAMENTO Introdução O Conselho Directivo, na sua
PRODER - Subprograma 3. ACÇÃO Desenvolvimento de actividades turísticas e de lazer DOCUMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE APOIO
PRODER - Subprograma 3 ACÇÃO 3.1.3 - Desenvolvimento de actividades turísticas e de lazer DOCUMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE APOIO DOCUMENTOS DO BENEFICIÁRIO 1 a 9 Declaração Geral de Compromisso
INSTRUTIVO N.º 01 /2003 de 7 de Fevereiro
INSTRUTIVO N.º 01 /2003 de 7 de Fevereiro ASSUNTO: POLITICA CAMBIAL Operações de Capitais Com vista a estabelecer os procedimentos para o licenciamento e a realização das operações de capitais, em conformidade
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO, DA GESTÃO E DO ORDENAMENTO FLORESTAIS
APOIO PARA A ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA ESTRUTURA DA PROPRIEDADE NO ÂMBITO DAS ZONAS DE (Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º 163/2015, de 2 de junho, e Declaração de Retificação
Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II
SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II Candidaturas até 31 de Julho de 2016 Porto Rua Dr. Ernesto Soares dos Reis Nº 208, 1º Andar, Sala M 3720 256 Oliveira de Azeméis - Portugal
PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO
PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO NORMAS PARA A EXECUÇÃO DO PROCESSO DE COFINANCIAMENTO Consideram-se no presente documento os procedimentos a observar, quer pela entidade proponente (ONGD),
PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO)
PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO) Condições de Acesso (Portaria n.º 985/2009 de 4 de Setembro) 0 PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO
REGULAMENTO FUNDO RAINHA D. LEONOR
REGULAMENTO FUNDO RAINHA D. LEONOR CAPITULO I ÂMBITO DE APLICAÇÃO Artigo 1º Objeto O presente regulamento define o regime de acesso, de financiamento e de execução das candidaturas a apresentar pelas Misericórdias
DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS
DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTOS ASSUNTO FUNDO FLORESTAL PERMANENTE EIXO II DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS E AGENTES BIÓTICOS AÇÃO - REALIZAÇÃO DE QUEIMADAS EXTENSIVAS PREVENÇÃO DE FOGOS FLORESTAIS DISTRIBUIÇÃO
SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95)
SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95) - Organização de actividades de intercâmbio, entre as escolas, de projectos de inovação ou de investigação REGULAMENTO ESPECÍFICO -
ESTUDOS SOBRE MACAU. Anexo 1 FUNDAÇÃO MACAU. Regulamento de Atribuição. de Bolsas para Estudos sobre Macau (MINUTA) Artigo 1.º.
Anexo 1 FUNDAÇÃO MACAU Regulamento de Atribuição de Estudos sobre Macau (MINUTA) Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as regras de atribuição de Estudos sobre Macau, adiante designada por Bolsas.
Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira
Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira A Lei nº 59/2008, de 11 de Setembro, que regula o Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009,
Legislação específica
Legislação específica Decreto-Lei nº 186/2006, de 12 de Setembro Estabelece o regime de atribuição de apoios financeiros pelo Estado, através dos serviços e organismos centrais do Ministério da Saúde e
NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 2
NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 2 [Operações públicas FEDER e FSE] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas. CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data de aprovação
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso,
NORMAS PARA A EXECUÇÃO DO PROCESSO DE COFINANCIAMENTO
NORMAS PARA A EXECUÇÃO DO PROCESSO DE COFINANCIAMENTO Consideram-se no presente documento os procedimentos a observar, quer pela entidade proponente (ONGD), quer pela entidade financiadora (Camões, I.P.)
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, ao abrigo da Lei nº 40/2004,
Ciclo e Regras do Programa BIP/ZIP Lisboa Parcerias Locais
1. Objecto Ciclo e Regras do Programa BIP/ZIP Lisboa 2012 - Parcerias Locais O Programa BIP-ZIP Lisboa 2012 - Parcerias Locais, adiante designado por Programa, surge no seguimento do Programa BIP/ZIP Lisboa
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL PREÂMBULO Tendo como objectivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspectos físicos como sob o ponto de vista
Regulamento Nacional para apoio a projectos EUREKA - EUROSTARS
Regulamento Nacional para apoio a projectos EUREKA - EUROSTARS Artigo 1.º Objecto O presente regulamento estabelece as regras para concessão de co-financiamento nacional a entidades portuguesas participantes
Concursos de Principais alterações face a João Carreira
Concursos de 2014 Principais alterações face a 2013 João Carreira Que novos concursos são lançados hoje? São lançados 6 concursos: 2 Concursos de 2014: Principais alterações face a 2013 TIPOLOGIAS DE PROJETO:
Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de Este regulamento está sujeito a alterações anuais
Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2016 Este regulamento está sujeito a alterações anuais Bolsa asppa+: Suporte financeiro a um português que, durante um período limitado de tempo, desenvolva um projecto
REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito
I N S T I T U T O D E E N G E N H A R I A B I O M É D I C A REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente regulamento, aprovado pela Fundação
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2012
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2012 Por alteração da Orientação de Gestão n.º 1/2010 (29-03-2010) e da Orientação de Gestão n.º 7/2008 (21-01-2009) REGRAS ASSOCIADAS À CONTRATAÇÃO PÚBLICA A APLICAR PELA AUTORIDADE
DOCUMENTO DE APOIO À SUBMISSÃO DE PEDIDOS DE PAGAMENTO
DOCUMENTO DE APOIO À SUBMISSÃO DE PEDIDOS DE PAGAMENTO INTRODUÇÃO O pedido de pagamento reporta-se às despesas efectivamente realizadas e pagas pelo beneficiário. APRESENTAÇÃO DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO, DA GESTÃO E DO ORDENAMENTO FLORESTAIS
(Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º 163/2015, de 2 de junho, retificada pela Declaração de Retificação n.º 25/2015 (DR 1.ª série, N.º 111, de 9 de junho) e Portarias n.º 42/2016,
Programa de Apoio ao Associativismo REGULAMENTO 2016
2016 Programa de Apoio ao Associativismo REGULAMENTO 2016 ÍNDICE NOTA JUSTIFICATIVA... 2 CAPÍTULO I... 2 DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 A Fundação INATEL... 2 Conceito de CCD... 2 Objeto e âmbito de aplicação...
CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO PROGRAMA DE APOIO AOS PROJECTOS COMUNITÁRIOS
CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO PROGRAMA DE APOIO AOS PROJECTOS COMUNITÁRIOS 1. Quadro geral O contexto geral da iniciativa resulta de um pedido especifico do Ministério do Género, Criança e Acção Social (ex
