Prof. Esp. Reinaldo do Valle Jr.

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1 Faculdade de Informática SALTO 2011 Prof. Esp. Reinaldo do Valle Jr. Pós-graduado em Gestão da Segurança da Informação Microsoft Certified Professional MCP Consultor em Tecnologia da Informação

2 Dias e horários Sextas-feiras 19:00 às 20:40 horas

3 Valor das Avaliações PO1 Prova Oficial 1 PO1 (matéria somente até a PO1): 8,0 Trabalho prático: 2,0 A PO1 + Trabalho têm peso 2 PO2 Prova Oficial 2 PO2 (matéria somente após PO1 até a PO2) : 8,0 Trabalho prático: 2,0 A PO2 + Trabalho têm peso 4

4 Valor das Avaliações PO3 Prova Oficial 3 PO3 (matéria do semestre todo): 10,0 Trabalho prático em aula: não há A PO3 tem peso 4 PSO Prova Substitutiva Oficial PSO (matéria do semestre todo): 8,0 Trabalho prático em aula: será considerada nota do Trabalho, caso entregue na data prevista, referente ao bimestre a que se refere a PSO. A PSO tem peso referente à PO que estará sendo substituída.

5 Aulas Para que esta turma possa receber material didáticos enviados pelo professor, a turma deverá criar um grupo para que todos possam receber os s do Professor simultaneamente. Ex.: Yahoo Grupos O para contato com o Professor é: [email protected]

6 Avaliações PSO Prova Substitutiva Oficial Avaliação disponível nas seguintes condições: O aluno não fez a PO1 e/ou PO2 O aluno deve requerer a PSO na Casa Amarela dentro dos prazos estipulados pela Secretaria do CEUNSP. Caso o aluno perca a PO1 e PO2, a PSO substituirá apenas uma das avaliações. O conteúdo da PSO inclui a matéria do semestre todo, ou seja, matéria da PO1 e PO2. A PSO tem o peso da avaliação que será substituída.

7 Avaliações PO3 Prova Oficial 3 O aluno que não alcançar 30 pontos na soma das notas PO1 e PO2, deverá fazer a PO3.

8 Avaliações Como fazer os cálculos após a realização da PO1, PO2 e, eventualmente, PSO: (PO1 x 2) + (PO2 x 4) Exemplo de aluno aprovado: 5,0 x 2 + 5,0 x 4 = 30 pontos (não precisa fazer a PO3) Exemplo de aluno que deverá fazer a PO3: 4,0 x 2 + 4,0 x 4 = 24 pontos (precisa fazer a PO3)

9 Avaliações Fiquei de PO3. Qual a nota necessária para ser aprovado na PO3? (50 (PO1 x 2 + PO2 x 4)) / 4 Exemplo: (50 (4,0 x 2 + 4,0 x 4)) / 4 = 6,5

10 Avaliações Como fazer os cálculos após a realização da PO3: (PO1 x 2) + (PO2 x 4) + (PO3 x 4) Exemplo de aluno aprovado: 4,0 x 2 + 4,0 x 4 + 6,5 x 4 = 50 pontos Exemplo de aluno que deverá fazer Dependência (DP): 4,0 x 2 + 4,0 x 4 + 5,0 x 4 = 44 pontos

11 Avaliações Somente na aula seguinte à PO haverá a Lição do Erro na qual o aluno, individualmente, poderá conferir sua avaliação e realizar eventuais questionamentos. Terminada a Lição do Erro haverá aula normal com matéria nova. As datas da PO1, PO2, PSO e PO3 serão determinadas pela Coordenação e comunicadas aos alunos.

12 Avaliações O aluno deve acompanhar suas notas por meio de acesso ao Portal Educacional. Cada aluno deve obter sua senha para acesso ao Portal Educacional. Observação importante: A interpretação das questões faz parte das avaliações.

13 Presença Carga horária: 40 horas Limite percentual de faltas: 25% ou 10 horas, equivalente a 5 aulas (duas horas/aula). O aluno que ultrapassar o limite de faltas fica em Dependência (DP), independente da média. O abono de faltas somente é possível por intermédio de solicitação junto à Casa Amarela.

14 Presença O aluno deve acompanhar o registro de suas faltas por meio de acesso ao Portal Educacional. Cada aluno deve obter sua senha para acesso ao Portal Educacional.

15 Algumas regras Celulares e similares Por educação, os celulares devem ficar desligados e guardados durante as aulas, sendo terminantemente proibido seu uso durante as avaliações.

16 Sugestões Anotar as informações apresentadas em aula procurando desenvolver seu próprio texto Estudar aula anterior, antes da próxima aula Utilizar a bibliografia citada pelo professor Evitar faltar Tirar as dúvidas em aula Tirar dúvidas da aula anterior na aula seguinte, após estudo

17 Ementa da disciplina Ligação inter-redes. Comutação de pacotes. Multiplexação. Descrição das camadas física, enlace, de rede, transporte e aplicação (modelo TCP/IP). Protocolos e suas respectivas portas e estabelecimento de sockets. Controle e protocolos de acesso ao meio. Protocolos de roteamento orientados à conexão e não orientados à conexão.

18 Bibliografia BIBLIOGRAFIA BÁSICA CLASSIFICAÇÃO CUTTER TORRES G.; Redes de Computadores: Curso Completo. Axcel, T693r MAIA, L. P. Arquitetura de redes de computadores. LTC, M217a CARISSIMI A. S. Redes de Computadores. Bookman, C277r BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TANENBAUM, Andrew. Redes de Computadores. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, T164r COMER, D. E. Interligação de Redes com TCP/IP: Princípios, Protocolos e Arquitetura, V. 1. Elsevier, C732i BURGESS, M. Princípios de administração de redes e sistemas. LTC, B955p FOROUZAN, B. A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4 ed. McGraw Hill, F692c PETERSON, L. L., DAVIE, B. Redes de computadores: uma abordagem de sistemas. 3 ed. Campus, P485r

19 Modelos de referência Modelo de Referência ISO/OSI Modelo TCP/IP

20 RM-OSI Modelo ISO/OSI ISO International Standards Organization é a entidade organizadora, responsável por acordos mundiais de padronização, em diversas áreas técnicas. OSI Open System Interconection é o modelo. Oferecer, por meio de um conjunto de protocolos que atuam em camadas específicas, conexão flexível entre dois sistemas: Esses sistemas podem ser diferentes. Não exige alterações no hardware e softwares das redes. Modelo teórico que permite estudar e projetar uma arquitetura de redes confiável.

21 RM-OSI Modelo baseado em camadas. Cada camada define um conjunto de funções. Cada conjunto de funções é distinto das outras camadas. Dentro do sistema, cada camada solicita os serviços da camada que está imediatamente acima dela. Entre sistemas, cada camada comunica-se com a camada correspondente do outro sistema.

22 RM-OSI

23 RM-OSI Funções das camadas

24 RM-OSI Interfaces entre camadas adjacentes Permite a passagem de dados transmitidos em rede pelas diferentes camadas adjacentes. Cada interface define quais informações e serviços uma camada deve servir à camada adjacente. Esses serviços são fornecidos sem exigir alterações nas camadas adjacentes para implementações específicas. Assim, diferentes protocolos podem ser criados ou modificados sem necessitar alterar as características da camada adjacente.

25 RM-OSI Camadas ISO/OSI Os protocolos atuam no mesmo nível, em camadas. Os serviços atuam intercamadas. Os protocolos precisam dos serviços para atuarem. Os serviços dependem das primitivas.

26 RM-OSI

27 RM-OSI

28 RM-OSI

29 RM-OSI

30 RM-OSI

31 RM-OSI

32 RM-OSI

33 Modelo TCP/IP

34 Modelo TCP/IP Protocolos Internet (TCP/IP) Camada 5.Aplicação 4.Transporte 3.Rede 2.Enlace 1.Física Protocolo HTTP, SMTP, FTP, SSH,Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3, IMAP, DNS, X.400, X.500, FTAM TCP, UDP, RTP, SCTP, DCCP IP (IPv4, IPv6), ARP, RARP, ICMP, IPsec, ICMP, IGMP Ethernet, WiFi, IEEE 802.1Q, g, HDLC,Token ring, FDDI, PPP, Frame Relay Modem, RDIS, RS-232,EIA-422, RS- 449,Bluetooth, USB

35 Modelo TCP/IP

36 Comparação entre modelos

37 Protocolos Comparação entre Modelos Cada camada tem funções específicas. As funções se complementam. Para cada função existe um protocolo que a executa, em camada específica. Cisco

38 Comparação entre modelos Ambos são baseados no conceito de pilha de protocolos independentes. A funcionalidade das camadas é semelhante. Veremos aqui as principais diferenças entre os dois modelos. Podemos comparar os dois modelos de referência, mas não as pilhas de protocolo correspondentes.

39 Comparação entre modelos O modelo OSI faz distinção entre serviços, interfaces e protocolos. As camadas inferiores fornecem serviços para as superiores. Na definição de serviço, especifica-se o que cada camada faz, não diz como as camadas acima acessam e como ela trabalha. Há uma interface de camada que diz aos processos acima como acessá-lo, especificando os parâmetros e os retornos esperados, mas não fala sobre o funcionamento interno da camada. Os protocolos usados na camada são assunto próprio da camada.

40 Comparação entre modelos Cada camada pode usar quaisquer protocolos, desde que forneça o serviço requerido. Também pode mudá-los sem afetar o software nas camadas mais altas. Estas ideias são muito próximas às modernas ideias de programação orientada a objeto. Cada objeto (camada) tem um conjunto de métodos que podem ser acessados por processos externos ao objeto.

41 Comparação entre modelos O modelo de referência OSI foi criado antes do desenvolvimento dos protocolos. Desta forma ele não foi feito sobre um conjunto particular de protocolos, o que o torna bem geral. Por esta razão, os protocolos OSI tem maior adaptabilidade para mudanças de tecnologia. Em contraponto, os projetistas não tinham experiência prática e não poderiam ter uma boa visão quanto a funcionalidade das camadas.

42 Comparação entre modelos Tentativas de implementar protocolos do modelo OSI mostraram que era necessário implementar subcamadas às camadas. Finalmente, o comitê esperava que cada país criasse sua rede, controlada pelo Governo. A ideia era atender ao conceito de interoperabilidade. No entanto, a história mostra que isso não ocorreu.

43 Comparação entre modelos O modelo TCP/IP foi desenvolvido pelo DoD. O modelo TCP/IP originalmente não faz distinção entre serviço, interface e protocolo. Houve tentativas posteriores para fazer ajustes. Por exemplo, os únicos serviços reais oferecidos pela camada de internet são ENVIAR PACOTE IP e RECEBER PACOTE IP. O TCP/IP foi desenvolvido no padrão aberto permitindo a interoperabilidade.

44 Comparação entre modelos Com o TCP/IP os protocolos vieram primeiro e o modelo foi apenas uma descrição dos protocolos existentes. Portanto, este modelo somente serve para pilhas de protocolos TCP/IP, ou seja, não é um modelo geral. Isto ocorreu porque já haviam implementações desses protocolos em redes com mainframes com Unix. Estas implementações eram consideradas satisfatórias, apesar das limitações. Por essa razão, havia conhecimento prático suficiente para pensar nas funcionalidades de cada camada.

45 Comparação entre modelos O RM-OSI demorou longo tempo para ser desenvolvido. As tentativas de implantação do RM-OSI não foram bem sucedidas. Com os protocolos do modelo TCP/IP já estavam em uso com bons resultados. O modelo TCP/IP foi adaptado com rapidez a esses protocolos. Para que o RM-OSI fosse implantado seriam necessários grandes investimentos. Esses investimentos o mercado já havia feito no TCP/IP. O TCP/IP assumiu o papel que seria do RM-OSI.

46 Encapsulamento

47 Encapsulamento

48 Encapsulamento

49 Encapsulamento

50 Camada de transporte Estabelecimento de Sessão A camada de Transporte pode fornecer a orientação de conexão por meio da criação de sessões entre as aplicações. Estas conexões preparam as aplicações para se comunicarem entre si antes que qualquer dado seja transmitido. Dentro destas sessões, os dados para uma comunicação entre as duas aplicações podem ser gerenciados de perto.

51 Camada de transporte Entrega Confiável Por muitas razões, é possível que um segmento de dados se torne corrompido, ou completamente perdido, quando ele é transmitido na rede. A camada de Transporte pode assegurar pelo rastreamento que todos os segmentos atinjam seu destino. O dispositivo de origem poderá retransmitir qualquer dado que seja perdido, quando solicitado.

52 Camada de transporte Controle de Fluxo Os hosts de rede têm recursos limitados, como memória e largura de banda. Quando a camada de Transporte está ciente de que esses recursos estão sobrecarregados, alguns protocolos podem solicitar que a aplicação de envio reduza a taxa de fluxo de dados. Isto é feito na camada de Transporte regulando a quantidade de dados que a origem transmite como um grupo. O controle de fluxo pode prevenir a perda de segmentos na rede e evitar a necessidade de retransmissão.

53 Camada de transporte Entrega na Mesma Ordem Devido ao fato de que as redes podem fornecer múltiplas rotas que podem ter diferentes tempos de transmissão, os dados podem chegar na ordem errada. Por meio da numeração e sequenciamento dos segmentos, a camada de Transporte pode assegurar que esses segmentos sejam reagrupados na ordem apropriada.

54 Protocolos da Camada de Transporte Protocolos da camada de transporte não orientados à conexão Protocolos da camada de transporte orientados à conexão

55 Segmentação

56 Segmentação O que é a segmentação Divisão da comunicação em partes. A segmentação ocorre na camada de transporte. A camada de transporte movimenta os dados entre dispositivos e aplicativos em rede. A camada de Transporte proporciona a segmentação de dados e o controle necessário para reagrupar esses segmentos em fluxos de comunicação.

57 Segmentação Segmentação e Reagrupamento A maioria das redes tem uma limitação da quantidade de dados que podem ser incluídos em uma única PDU. A camada de Transporte divide os dados da aplicação em blocos de dados que estão em um tamanho apropriado. No destino, a camada de Transporte reagrupa os dados antes de enviá-los à aplicação ou serviço de destino.

58 Segmentação As responsabilidades primárias da camada de transporte para segmentar são: Rastrear a comunicação individual entre as aplicações nos hosts de origem e destino. Segmentar dados e gerenciar cada segmento Reagrupar os segmentos em fluxos de dados de aplicação Identificar as diferentes aplicações

59 Segmentação Segmentar mensagens gera dois benefícios primários. Primeiro, ao se enviar partes individuais menores da origem ao destino, várias transmissões diferentes podem ser intercaladas na rede. Segundo, a segmentação pode aumentar a confiabilidade das comunicações de rede. As partes separadas de cada mensagem não precisam viajar pelo mesmo caminho da rede da origem ao destino. Se um caminho específico se tornar congestionado ou falhar, partes individuais da mensagem ainda podem ser direcionados ao destino usando caminhos alternativos (roteamento). Se uma parte da mensagem falhar ao ser enviada ao destino, somente as partes perdidas precisam ser retransmitidas.

60 Segmentação Rastreamento de Transmissões Individuais Qualquer host pode ter múltiplas aplicações que se comunicam por uma rede. Cada uma destas aplicações se comunicará com uma ou mais aplicações em hosts remotos. É responsabilidade da camada de Transporte manter fluxos múltiplos de comunicação entre estas aplicações.

61 Segmentação Segmentação de Dados Como cada aplicação cria um fluxo de dados para ser enviado a uma aplicação remota, estes dados devem ser preparados para serem enviados pelo meio físico em segmentos gerenciáveis. Os protocolos de camada de Transporte descrevem serviços que segmentam estes dados a partir da camada de Aplicação. Isto inclui o encapsulamento necessário em cada lado do segmento. Cada segmento de dados de aplicação requer a adição de cabeçalhos da camada de Transporte para indicar a qual comunicação ele está associado.

62 Segmentação Reagrupamento de Segmentos No host de destino, cada segmento de dados pode ser direcionado para a aplicação apropriada. Estes segmentos de dados individuais também precisam ser reconstruídos em um fluxo completo de dados que seja útil para a camada de Aplicação. Os protocolos da camada de Transporte descrevem como a informação do cabeçalho da camada de Transporte é usada para reagrupar os segmentos de dados em fluxos a serem passados para a camada de Aplicação.

63 Segmentação Identificação das Aplicações Para passar os fluxos de dados para as aplicações apropriadas, a camada de Transporte deve identificar a aplicação de destino. Para realizar isso, a camada de Transporte designa à aplicação um identificador. Os protocolos TCP/IP chamam esse identificador de número de porta. A cada processo de software que precise acessar a rede é designado um número de porta único naquele host. Este número de porta é usado no cabeçalho da camada de transporte para indicar a qual aplicação aquele segmento de dado está associado.

64 Segmentação A camada de Transporte é o link entre a camada de Aplicação e a camada inferior, que são responsáveis pela transmissão na rede. Esta camada aceita dados de diferentes conversações e os passa para as camadas inferiores como segmentos gerenciáveis que podem ser finalmente multiplexados no meio.

65 Segmentação Adicionalmente, as camadas inferiores não estão a par de que existem múltiplas aplicações enviando dados na rede. Sua responsabilidade é entregar os dados ao dispositivo apropriado. A camada de transporte então organiza esses segmentos antes de entregá-los à aplicação apropriada.

66 Segmentação As aplicações não precisam saber dos detalhes operacionais da rede em uso. As aplicações geram dados que são enviados de uma aplicação a outra, sem considerar o tipo de host de destino, o tipo de meio sobre o qual o dado deve trafegar, o caminho tomado pelo dado, o congestionamento em um link, ou o tamanho da rede.

67 Segmentação As necessidades dos dados variam Devido ao fato de diferentes aplicações terem diferentes necessidades, existem múltiplos protocolos da camada de Transporte. Para algumas aplicações, os segmentos devem chegar em uma sequência específica para serem processados com sucesso. Em alguns casos, todos os dados precisam ser recebidos por qualquer um deles para poder ser usado. Em outros casos, uma aplicação pode tolerar alguma perda de dados durante a transmissão através da rede.

68 Segmentação Nas redes convergidas atuais, as aplicações com diferentes necessidades de transporte podem se comunicar na mesma rede. Os diferentes protocolos da camada de Transporte têm diferentes regras que permitem aos dispositivos lidar com essas necessidades diversas de dados.

69 Segmentação Alguns protocolos fornecem apenas as funções básicas para entregar eficientemente os segmentos de dados entre as aplicações apropriadas. Estes tipos de protocolos são úteis para aplicações cujos dados são sensíveis a atrasos. Outros protocolos da camada de Transporte descrevem processos que fornecem características adicionais, tais como assegurar a entrega confiável entre as aplicações. Embora estas funções adicionais proporcionem uma comunicação mais robusta na camada de Transporte entre as aplicações, elas geram uma sobrecarga adicional e fornecem maiores demandas sobre a rede.

70 Segmentação Correção de erros A verificação de erros pode ser realizada nos segmentos de dados. Assim, é possível verificar se um segmento foi alterado durante a transmissão.

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