A POESIA ANDA À SOLTA
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- Stéphanie de Carvalho Malheiro
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1 A POESIA ANDA À SOLTA Caderno Poético de Abril
2 ABRIL DE ABRIL Era um Abril de amigo Abril de trigo Abril de trevo e trégua e vinho e húmus Abril de novos ritmos novos rumos. Era um Abril comigo Abril contigo ainda só ardor e sem ardil Abril sem adjetivo Abril de Abril. Era um Abril na praça Abril de massas era um Abril na rua Abril a rodos Abril de sol que nasce para todos. Abril de vinho e sonho em nossas taças era um Abril de clava Abril em ato em mil novecentos e setenta e quatro. Era um Abril viril Abril tão bravo Abril de boca a abrir-se Abril palavra esse Abril em que Abril se libertava. Era um Abril de clava Abril de cravo Abril de mão na mão e sem fantasmas esse Abril em que Abril floriu nas armas. Manuel Alegre 1
3 ABRIL DE SIM, ABRIL DE NÃO Eu vi Abril por fora e Abril por dentro vi o Abril que foi e Abril de agora eu vi Abril em festa e Abril lamento Abril como quem ri como quem chora. Eu vi chorar Abril e Abril partir vi o Abril de sim e Abril de não Abril que já não é Abril por vir e como tudo o mais contradição. Vi o Abril que ganha e Abril que perde Abril que foi Abril e o que não foi eu vi Abril de ser e de não ser. Abril de Abril vestido (Abril tão verde) Abril de Abril despido (Abril que dói) Abril já feito. E ainda por fazer. Manuel Alegre 2
4 TROVA DO VENTO QUE PASSA Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas. Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz. Se o verde trevo desfolhas pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país. Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio é tudo o que tem quem vive na servidão. Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados. E o vento não me diz nada ninguém diz nada de novo. Vi minha pátria pregada nos braços em cruz do povo. Vi minha pátria na margem dos rios que vão pró mar como quem ama a viagem mas tem sempre de ficar. Vi navios a partir (minha pátria à flor das águas) vi minha pátria florir (verdes folhas verdes mágoas). Há quem te queira ignorada e fale pátria em teu nome. 3
5 Eu vi-te crucificada nos braços negros da fome. E o vento não me diz nada só o silêncio persiste. Vi minha pátria parada à beira de um rio triste. Ninguém diz nada de novo se notícias vou pedindo nas mãos vazias do povo vi minha pátria florindo. E a noite cresce por dentro dos homens do meu país. Peço notícias ao vento e o vento nada me diz. Mas há sempre uma candeia dentro da própria desgraça há sempre alguém que semeia canções no vento que passa. Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não. Manuel Alegre 4
6 LIBERDADE Viemos com o peso do passado e da semente Esperar tantos anos torna tudo mais urgente e a sede de uma espera só se estanca na torrente e a sede de uma espera só se estanca na torrente Vivemos tantos anos a falar pela calada Só se pode querer tudo quando não se teve nada Só quer a vida cheia quem teve a vida parada Só quer a vida cheia quem teve a vida parada Só há liberdade a sério quando houver A paz, o pão habitação saúde, educação Só há liberdade a sério quando houver Liberdade de mudar e decidir quando pertencer ao povo o que o povo produzir quando pertencer ao povo o que o povo produzir Sérgio Godinho 5
7 DE CORAÇÃO E RAÇA "Sou português de coração e raça Não há talvez maior fortuna e graça" (De um conhecido hino) Sou português de coração e raça meio século comido pela traça fechados numa caixa e agora ou vai ou racha e agora ou vai ou racha Agora vamos é ser donos do nosso trabalhar em vez de andar para alugar com escritos na camisa e o dinheiro que desliza do salário prá despesa compro cama vendo mesa deito contas à pobreza Sou português de coração e raça meio século comido pela traça fechados numa caixa e agora ou vai ou racha e agora ou vai ou racha Agora vamos é ser donos do nosso produzir em vez de ter que partir com escritos numa mala e a idade que resvala do nascimento prá morte vou pró leste perco o norte e o meu corpo é passaporte. Sou português de coração e raça meio século comido pela traça fechados numa caixa e agora ou vai ou racha e agora ou vai ou racha Sérgio Godinho 6
8 25 DE ABRIL Esta é a madrugada que eu esperava O dia inicial inteiro e limpo Onde emergimos da noite e do silêncio E livres habitamos a substância do tempo Sophia de Mello Breyner REVOLUÇÃO Como casa limpa Como chão varrido Como porta aberta como puro início Como tempo novo Sem mancha nem vício Como a voz do mar Interior de um povo Como página em branco Onde o poema emerge Como arquitetura Do homem que ergue Sua habitação Sophia de Mello Breyner 7
9 CANTATA DA PAZ Vemos, ouvimos e lemos Não podemos ignorar Vemos, ouvimos e lemos Não podemos ignorar Vemos, ouvimos e lemos Relatórios da fome O caminho da injustiça A linguagem do terror A bomba de Hiroxima Vergonha de nós todos Reduziu a cinzas A carne das crianças D'África e Vietname Sobe a lamentação Dos povos destruídos Dos povos destroçados Nada pode apagar O concerto dos gritos O nosso tempo é Pecado organizado Sophia de Mello Breyner Andresen 8
10 O DIA DA LIBERDADE 25 DE ABRIL Este dia é um canteiro com flores todo o ano e veleiros lá ao largo navegando a todo o pano. E assim se lembra outro dia febril que em tempos mudou a história numa madrugada de Abril, quando os meninos de hoje ainda não tinham nascido e a nossa liberdade era um fruto prometido, tantas vezes proibido, que tinha o sabor secreto da esperança e do afeto e dos amigos todos juntos debaixo do mesmo teto. José Jorge Letria 9
11 GRÂNDOLA, VILA MORENA Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina um amigo Em cada rosto igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola a tua vontade. José Afonso 10
12 TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM Amigo Maior que o pensamento Por essa estrada amigo vem Não percas tempo que o vento É meu amigo também Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também Aqueles Aqueles que ficaram (Em toda a parte todo o mundo tem) Em sonhos me visitaram Traz outro amigo também José Afonso 11
13 VAMPIROS No céu cinzento Sob o astro mudo Batendo as asas Pela noite calada Vêm em bandos Com pés de veludo Chupar o sangue Fresco da manada Se alguém se engana Com seu ar sisudo E lhes franqueia As portas à chegada Eles comem tudo Eles comem tudo Eles comem tudo E não deixam nada A toda a parte Chegam os vampiros Poisam nos prédios Poisam nas calçadas Trazem no ventre Despojos antigos Mas nada os prende Às vidas acabadas São os mordomos Do universo todo Senhores à força Mandadores sem lei Enchem as tulhas Bebem vinho novo Dançam a ronda No pinhal do rei Eles comem tudo E não deixam nada No chão do medo tombam os vencidos Ouvem-se os gritos na noite abafada Jazem nos fossos Vítimas dum credo E não se esgota O sangue da manada 12
14 Se alguém se engana Com seu ar sisudo E lhes franqueia As portas à chegada Eles comem tudo E não deixam nada José Afonso 13
15 CANTAR ALENTEJANO Chamava-se Catarina O Alentejo a viu nascer Serranas viram em vida Baleizão a viu morrer Ceifeiras na manhã fria Flores na campa lhe vão pôr Ficou vermelha a campina Do sangue que então brotou Acalma o furor campina Que o teu pranto não findou Quem viu morrer Catarina Não perdoa a quem a matou Aquela pomba tão branca Todos a querem p'ra si Ó Alentejo queimado Ninguém se lembra de ti Aquela andorinha negra Bate as asas p'ra voar Ó Alentejo esquecido Inda um dia hás-de cantar. Zeca Afonso 14
16 SOMOS LIVRES Ontem apenas fomos a voz sufocada dum povo a dizer não quero; fomos os bobos-do-rei mastigando desespero. Ontem apenas fomos o povo a chorar na sarjeta dos que, à força, ultrajaram e venderam esta terra, hoje nossa. Uma gaivota voava, voava, asas de vento, coração de mar. Como ela, somos livres, somos livres de voar. Uma papoila crescia, crescia, grito vermelho num campo qualquer. Como ela somos livres, somos livres de crescer. Uma criança dizia, dizia "quando for grande não vou combater". Como ela, somos livres, somos livres de dizer. Somos um povo que cerra fileiras, parte à conquista do pão e da paz. Somos livres, somos livres, não voltaremos atrás. Ermelinda Duarte 15
17 LIBERDADE Liberdade, que estais no céu... Rezava o padre-nosso que sabia, A pedir-te, humildemente, O pio de cada dia. Mas a tua bondade omnipotente Nem me ouvia. Liberdade, que estais na terra... E a minha voz crescia De emoção. Mas um silêncio triste sepultava A fé que ressumava Da oração. Até que um dia, corajosamente, Olhei noutro sentido, e pude, deslumbrado, Saborear, enfim, O pão da minha fome. Liberdade, que estais em mim, Santificado seja o vosso nome. Miguel Torga 16
18 PORTUGAL RESSUSCITADO Depois da fome, da guerra da prisão e da tortura vi abrir-se a minha terra como um cravo de ternura. Vi nas ruas da cidade o coração do meu povo gaivota da liberdade voando num Tejo novo. Agora o povo unido nunca mais será vencido nunca mais será vencido Vi nas bocas vi nos olhos nos braços nas mãos acesas cravos vermelhos aos molhos rosas livres portuguesas. Vi as portas da prisão abertas de par em par vi passar a procissão do meu país a cantar. Agora o povo unido nunca mais será vencido nunca mais será vencido Nunca mais nos curvaremos às armas da repressão somos a força que temos a pulsar no coração. Enquanto nos mantivermos todos juntos lado a lado somos a glória de sermos Portugal ressuscitado. Agora o povo unido nunca mais será vencido nunca mais será vencido. José Carlos Ary dos Santos 17
19 UM HOMEM NA CIDADE Agarro a madrugada como se fosse uma criança, uma roseira entrelaçada, uma videira de esperança. Tal qual o corpo da cidade que manhã cedo ensaia a dança de quem, por força da vontade, de trabalhar nunca se cansa. Vou pela rua desta lua que no meu Tejo acendo cedo, vou por Lisboa, maré nua que desagua no Rossio. Eu sou o homem da cidade que manhã cedo acorda e canta, e, por amar a liberdade, com a cidade se levanta. Vou pela estrada deslumbrada da lua cheia de Lisboa até que a lua apaixonada cresce na vela da canoa. Sou a gaivota que derrota tudo o mau tempo no mar alto. Eu sou o homem que transporta a maré povo em sobressalto. E quando agarro a madrugada, colho a manhã como uma flor à beira mágoa desfolhada, um malmequer azul na cor, o malmequer da liberdade que bem me quer como ninguém, o malmequer desta cidade que me quer bem, que me quer bem. Nas minhas mãos a madrugada abriu a flor de Abril também, a flor sem medo perfumada com o aroma que o mar tem, flor de Lisboa bem amada que mal me quis, que me quer bem. José Carlos Ary dos Santos 18
20 POEMA DE ABRIL A farda dos homens voltou a ser pele (porque a vocação de tudo o que é vivo é voltar às fontes). Foi este o prodígio do povo ultrajado, do povo banido que trouxe das trevas pedaços de sol. Foi este o prodígio de um dia de Abril, que fez das mordaças bandeiras ao alto, arrancou as grades, libertou os pulsos, e mostrou aos presos que graças a eles a farda dos homens voltou a ser pele. Ficou a herança de erros e buracos nas árduas ladeiras a serem subidas com os pés descalços, mas no sofrimento a farda dos homens voltou a ser pele e das baionetas irromperam flores. Minha pátria linda de cabelos soltos correndo no vento, sinto um arrepio de areia e de mar ao ver-te feliz. Com as mãos vazias vamos trabalhar, a farda dos homens voltou a ser pele. Sidónio Muralha 19
21 TANTO MAR Sei que estás em festa, pá Fico contente E enquanto estou ausente Guarda um cravo pra mim Eu queria estar na festa, pá Com a tua gente E colher pessoalmente Uma flor do teu jardim Sei que há léguas a nos separar Tanto mar, tanto mar Sei também que é preciso, pá Navegar, navegar Lá faz primavera, pá Cá estou doente Manda urgentemente Algum cheirinho de alecrim Chico Buarque 20
22 LIVRE Não há machado que corte a raiz ao pensamento Não há machado que corte a raiz ao pensamento Se ao morrer o coração morresse a luz que lhe é querida sem razão seria a vida sem razão Nada apaga a luz que vive num amor num pensamento porque é livre como o vento porque é livre Carlos de Oliveira 21
23 PEDRA FILOSOFAL Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer como esta pedra cinzenta em que me sento e descanso como este ribeiro manso em serenos sobressaltos como estes pinheiros altos que em verde e oiro se agitam como estas árvores que gritam em bebedeiras de azul. Eles não sabem que sonho é vinho, é espuma, é fermento bichinho alacre e sedento de focinho pontiagudo que fuça através de tudo em perpétuo movimento. Eles não sabem que o sonho é tela é cor é pincel base, fuste, capitel que é retorta de alquimista mapa do mundo distante Rosa dos Ventos Infante caravela quinhentista que é cabo da Boa-Esperança Ouro, canela, marfim florete de espadachim bastidor, passo de dança Columbina e Arlequim passarola voadora para-raios, locomotiva barco de proa festiva alto-forno, geradora cisão do átomo, radar ultrassom, televisão desembarque em foguetão na superfície lunar Eles não sabem nem sonham que o sonho comanda a vida que sempre que o homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos duma criança. António Gedeão 22
24 25 DE ABRIL DE 1974 Dia 25 de Abril Dia da liberdade Partiram homens para a guerra Ficaram famílias cheias de saudade. Não podiam mulheres votar nem cantar Os casais na rua Não puderam namorar. Passaram famílias fome, foram pessoas para a prisão Matavam-se pessoas E não era à traição. Depois do 25 de Abril Foi liberdade eterna As mulheres cantavam Na rua o Hino Toda a gente se alegrava Os casais podiam namorar As crianças podiam sorrir As pessoas se divertirem. Agora que somos livres Quero aproveitar A liberdade verdadeira Para não acabar. Viva a liberdade!!! Ana Sofia, 4º ano Fonte: 23
25 O MEU POEMA DO 25 DE ABRIL DE 1974 No dia 25 de Abril de 1974 Houve uma revolução Todo o povo aderiu E por isso houve confusão. Os militares festejaram colocaram cravos na sua espingarda Vinham todos a marchar Com a sua bonita farda. Marcelo Caetano Impôs a ditadura Meu avô no quartel nervoso Minha avó pensativa na costura. Os países da Europa avançavam E Portugal a retroceder As ideias não circulavam Então o que fazer? Por fim a ditadura terminou Venceu a democracia Agora que tudo passou Devemos festejar com muita alegria! Publicada por "Datas com História" Etiquetas: Diogo Fonseca 6ºB 24
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