ATOS ADMINISTRATIVOS - CONCEITOS, ELEMENTOS E CLASSIFICAÇÃO
|
|
|
- Ivan Milton Branco Guimarães
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Elementos: ATOS ADMINISTRATIVOS - CONCEITOS, ELEMENTOS E CLASSIFICAÇÃO 1. Competência - É a condição primeira para a validade do ato administrativo. Nenhum ato pode ser realizado validamente sem que o agente disponha de poder legal para praticá-lo. 2. Finalidade - É o objetivo de interesse público a atingir. Não se compreende ato administrativo sem fim público. 3. Forma - A forma em que se deve exteriorizar o ato administrativo constitui elemento vinculado e indispensável à sua perfeição. A inexistência da forma induz à inexistência do ato administrativo. A forma normal do ato administrativo é a escrita, embora atos existam consubstanciados em ordens verbais, e até mesmo em sinais convencionais, como ocorre com as instruções momentâneas de superior a inferior hierárquico, com as determinações da polícia em casos de urgência e com a sinalização do trânsito. No entanto, a rigor, o ato escrito em forma legal não se exporá à invalidade. 4. Motivo - O motivo ou a causa é a situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a realização do ato administrativo. O motivo, como elemento integrante da perfeição do ato, pode vir expresso em lei, como pode ser deixado a critério do administrador.em se tratando de motivo vinculado pela lei, o agente da administração, ao praticar o ato, fica na obrigação de justificar a existência do motivo, sem o qual o ato será inválido ou pelo menos invalidável por ausência da motivação. 5. Objeto - O objeto do ato administrativo é a criação, a modificação ou a comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas, coisas ou atividades sujeitas à atuação do Poder Público. Neste sentido, o objeto identifica-se com o conteúdo do ato e por meio dele a administração manifesta o seu poder e a sua vontade ou atesta simplesmente situações préexistentes. Os atos administrativos são classificados como: I - Atos de Correspondência; II - Atos Enunciativos; III - Atos Normativos; IV - Atos de Ajuste; V - Atos Comprobatórios;
2 ATOS DE CORRESPONDÊNCIA Aviso Comunicação pela qual os titulares de órgãos, entidades e presidentes de comissões da Administração do Município comunicam ao público assunto de seu interesse e solicitam a sua participação. Carta Forma de correspondência por meio da qual os dirigentes da Administração Municipal se dirigem a personalidades e entidades públicas e particulares para tratar de assunto oficial. Circular Correspondência oficial de igual teor, expedida por dirigentes de órgãos e entidades e chefes de unidades administrativas a vários destinatários. Exposição de Motivos Correspondência por meio da qual os secretários e autoridades de nível hierárquico equivalente expõem assuntos da Administração Municipal para serem solucionados por atos do Prefeito. Quando a exposição de motivos tratar de assuntos que envolvam mais de uma Secretaria, esta deverá ser assinada pelos Secretários envolvidos. Além do caráter informativo, a exposição de motivos pode propor medidas ou submeter projeto de ato normativo à apreciação da autoridade competente. Memorando Correspondência utilizada pelas chefias no âmbito de um mesmo órgão ou entidade para expor assuntos referentes a situações administrativas em geral. Pode ser usado no mesmo nível hierárquico ou em nível hierárquico diferente. Mensagem Instrumento de comunicação oficial do Prefeito para o Presidente da Câmara Municipal, expondo sobre matérias que dependem de deliberação da Câmara. A mensagem versa sobre os seguintes assuntos, entre outros: encaminhamento de projeto de lei complementar ou financeira; pedido de autorização para o Prefeito e o Vice-Prefeito se ausentarem do Município por mais de 15 dias; encaminhamento das contas referentes ao exercício anterior; abertura da sessão legislativa; comunicação de sanção de veto. Ofício Meio de comunicação utilizado entre dirigentes de órgãos e entidades e titulares de unidades da Prefeitura ou ainda destes para com a Administração Estadual, Federal e Empresas Privadas.
3 Telegrama Forma de correspondência em que são transmitidas comunicações de absoluta urgência e com reduzido número de palavras, uma vez que a sua principal característica é a síntese. ATOS ENUNCIATIVOS Apostila Documento que complementa um ato oficial, em geral ligado à vida funcional dos servidores públicos, fixando vantagens pecuniárias, retificando ou alterando nomes ou títulos. O ato deve ser publicado e registrado no assentamento funcional. É sempre assinado pelo titular do órgão expedidor. Despacho Nota escrita pela qual uma autoridade dá solução a um pedido ou encaminha a outra autoridade pedido para que decida sobre o assunto. O despacho pode ser interlocutório ou decisório: O Interlocutório é breve e baseado em informações ou parecer, e consta do corpo do processo (quando houver). Em geral é manuscrito e assinado pela autoridade competente, podendo, contudo, ser elaborado e assinado por outros servidores desde que lhes seja delegada competência. Nesse caso, inicia-se pela expressão: "De ordem". O decisório defere ou indefere solicitações. Parecer Manifestação de órgãos ou entidades sobre assuntos submetidos à sua consideração. É um ato administrativo usado com mais freqüência por conselhos, comissões, assessorias e equivalentes. Relatório Documento em que se relata ao superior imediato a execução de trabalhos concernentes a determinados serviços ou a um período relativo ao exercício de cargo, função ou desempenho de atribuições.
4 ATOS NORMATIVOS Decreto Ato emanado do Poder Público, com força obrigatória, que se destina a assegurar ou promover a ordem política, social, jurídica e administrativa. É por meio de decretos que o chefe do Governo determina a observância de regras legais. Ordem de Serviço Ato pelo qual os titulares de Coordenações, Departamentos, Presidentes de Comissões, além de outras autoridades de nível hierárquico equivalente, determinam providências a serem cumpridas por unidades orgânicas e/ou servidores subordinados. Portaria Ato pelo qual o Prefeito ou os Secretários (por delegação do Prefeito) expedem determinações gerais ou especiais a seus subordinados; ou designam servidores para substituições eventuais e execução de atividades. Resolução Ato emanado de órgãos colegiados, tendo como característica fundamental o estabelecimento de normas, diretrizes e orientações para a consecução dos objetivos. É válida para assuntos normativos ou de reconhecimento de excepcionalidade. Edital Ato de caráter obrigatório, emitido pelos titulares de órgãos e entidades e presidentes de comissões, que se destina a fixar condições e prazos para a legitimação de ato ou fato administrativo, a ser concretizado pela Administração Municipal. Regimento Ato que indica a categoria e a finalidade dos órgãos e entidades, detalha sua estrutura em unidades organizacionais, especifica as respectivas competências, define as atribuições de seus dirigentes e indica seus relacionamentos interno e externo. Os regimentos serão postos em vigor por decreto do Prefeito, referendado pelo titular da Secretaria a que diga respeito o ato. Regulamento Ato que explica a execução de uma lei ou provê situação ainda não disciplinada por lei. Tem sua aprovação por decreto do Prefeito.
5 ATOS DE AJUSTE Contrato Acordo bilateral firmado por escrito entre a administração pública e particulares, vislumbrando, de um lado, o objeto do acordo, e de outro, a contraprestação correspondente (remuneração). Convênio Acordo firmado por entidades públicas, ou entre estas e organizações particulares, para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. Termo Aditivo Ato lavrado para complementar um ato originário - contrato ou convênio - quando verificada a necessidade de alteração de uma das condições ajustadas. ATOS COMPROBATÓRIOS Alvará Documento firmado por autoridade competente, certificando, autorizando ou aprovando atos ou direitos. Ata Documento que registra, com o máximo de fidelidade, o que se passou em uma reunião, sessão pública ou privada, congresso, encontro, convenção e outros eventos, para comprovação, inclusive legal, das discussões e resoluções havidas. A ata é lavrada por um secretário, indicado pelos membros da reunião. Sua redação obedece sempre às mesmas normas, quer se trate de instituições oficiais ou entidades particulares. Escreve-se seguidamente, sem rasuras e sem entrelinhas, evitando-se os parágrafos ou espaços em branco. A linguagem utilizada na redação é bastante sumária e quase sem oportunidade de inovações, exatamente por sua característica de simples resumo de fatos. Também, em decorrência disso, os verbos são empregados sempre no tempo passado e, tanto quanto possível, devem ser evitados os adjetivos. Os números fundamentais, datas e valores, de preferência, são escritos por extenso.a redação deve ser fiel, clara e precisa com relação aos fatos ocorridos, sem que o relator emita opinião sobre eles. Registra-se, quando for o caso, na ata do dia, as retificações feitas à anterior. Para os erros constatados no momento da redação, consoante o tipo de ata, emprega-se a partícula retificativa "digo".se forem notados erros após a redação, há o recurso da expressão "em tempo". Atestado Documento em que se comprova um fato e se afirma a existência ou inexistência de uma situação de direito da qual se tenha conhecimento em favor de alguém.
6 Certidão Documento oficial onde se transcrevem dados de assentamentos funcionais com absoluta precisão. A certidão deve ser escrita sem abertura de parágrafos, emendas ou rasuras. Quando houver engano ou omissão, o certificante o corrigirá com "digo", colocado imediatamente após o erro. Declaração Documento de manifestação administrativa, declaratório da existência ou não de um direito ou de um fato.
Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 4. Temas: Tipos de Documentos Oficiais
Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 4 Temas: Tipos de Documentos Oficiais Tipos de Documentos Oficiais Nesta aula, continuaremos conhecendo os principais documentos a que temos acesso na Instituição.
REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA
REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - A Secretaria de Relações Institucionais SERIN, criada pela Lei nº 10.549, de 28 de dezembro de 2006, tem
ANEXO III DESCRIÇÃO DOS CARGOS CARGO: PROCURADOR DO MUNICÍPIO DE NÍVEL III
ANEXO III DESCRIÇÃO DOS CARGOS CARGO: PROCURADOR DO MUNICÍPIO DE NÍVEL III - Exercer a representação judicial da administração direta e indireta do Município em primeira instância, atuando em todas as
Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia
Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia No Brasil, vigora o princípio da Supremacia da Constituição, segundo
Português INSS 2015/2016. MARATONA REDAÇÃO OFICIAL Professora Luciane Sartori
Português INSS 2015/2016 MARATONA REDAÇÃO OFICIAL Professora Luciane Sartori Contatos: Email: [email protected] Site: www.sartoriprofessores.com.br Facebook: Luciane Sartori III Página do Facebook:
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS MANUAL DO SERVIDOR
Página 1 de 5 AFASTAMENTO PARA PRESTAR COLABORAÇÃO TÉCNICA DEFINIÇÃO Afastamento de servidor estável, ocupante de cargo do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal ou do Plano de Carreira dos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM JUIZ DE FORA, JULHO DE 2014 REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 475, DE 14 DE ABRIL DE 2008 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E O MINISTRO DE
ANEXO I REGULAMENTO DE APOIO INSTITUCIONAL À PARTICIPAÇÃO DE DOCENTES EM EVENTOS CIENTÍFICOS TÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE
ANEXO I REGULAMENTO DE APOIO INSTITUCIONAL À PARTICIPAÇÃO DE DOCENTES EM EVENTOS CIENTÍFICOS TÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º Este regulamento estabelece critérios e procedimentos referentes
Sexta-feira, 09 de novembro de 2018 Ano III Edição nº 609 Página 1 de 14
Sexta-feira, 09 de novembro de 2018 Ano III Edição nº 609 Página 1 de 14 SUMÁRIO PODER EXECUTIVO DE TREMEMBÉ 2 Atos Oficiais 2 Leis 2 Decretos 7 Licitações e Contratos 12 Aviso de Licitação 12 Atas de
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTANA DA BOA VISTA TERRA DE LUTA E FÉ - DOE ORGÃOS, DOE SANGUE:SALVE VIDAS
EDITAL DE CARTA CONVITE 021/2015 A PREFEITA MUNICIPAL DE SANTANA DA BOA VISTA, torna público, para conhecimento dos interessados, que no dia 22 de Junho de 2015, às 10 horas, reunirse-á a Comissão Permanente
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO À UTFPR
ORDEM DE SERVIÇO CONJUNTA Nº 01/GR/PF-UTFPR, de 02 de DEZEMBRO DE 2013. O REITOR DA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ (UTFPR) E A PROCURADORA-CHEFE DA PROCURADORIA FEDERAL (PF) JUNTO À UTFPR,
REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSO
REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSO MANTIDA PELA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC TUPÃ SP 2016 LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ELEIÇÃO SEÇÃO I DA NATUREZA E COMPOSIÇÃO
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2014
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2014 Dispõe sobre os procedimentos de emissão e homologação da Certidão de Tempo de Contribuição CTC. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS
DECRETO Nº , DE 4 DE JANEIRO DE 2017.
DECRETO Nº 19.651, DE 4 DE JANEIRO DE 2017. Institui o Comitê para Gestão de Despesas de Pessoal (CGDEP). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso de suas atribuições legais, na forma do artigo 94,
Ana Cristina Mendonça Geovane Moraes DELEGADO DE POLÍCIA. Teoria, Peças e Questões Comentadas. 2ª edição revisada, atualizada e ampliada.
Ana Cristina Mendonça Geovane Moraes DELEGADO DE POLÍCIA Teoria, Peças e Questões Comentadas 2ª edição revisada, atualizada e ampliada Recife PE 2016 . DIFERENÇA ENTRE DESPACHO, OFÍCIO, AUTO, TERMO, PORTARIA,
FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS COPPETEC. Regimento Interno. 01 de outubro de 2007
FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS COPPETEC. 01 de outubro de 2007 Regimento elaborado e aprovado pelo Conselho de Administração da Fundação COPPETEC em 01/10/2007, conforme
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 08 QUESTÕES DE PROVAS DA FAPEC-MS 80 QUESTÕES ELABORADAS PELO EMMENTAL Edição Setembro 2017 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste material,
PORTARIA Nº 1478/GR, DE 21 DE JULHO DE 2016.
Regulamenta a solicitação da flexibilização de jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos em educação do Instituto Federal de Alagoas e dá outras providências. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL
Regimento Geral dos Colegiados dos Cursos Superiores do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Campus Campo Novo do Parecis.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CAMPO NOVO DO PARECIS GABINETE DA DIREÇÃO Regimento Geral
PORTARIA N 320, DE 8 DE MARÇO DE 2018.
PORTARIA N 320, DE 8 DE MARÇO DE 2018. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo
PORTARIA RFB Nº 1454, DE 29 DE SETEMBRO DE 2016 (Publicado(a) no DOU de 30/09/2016, seção 1, pág. 59)
PORTARIA RFB Nº 1454, DE 29 DE SETEMBRO DE 2016 (Publicado(a) no DOU de 30/09/2016, seção 1, pág. 59) Altera a Portaria RFB nº 1.098, de 8 de agosto de 2013, que dispõe sobre atos administrativos no âmbito
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO CORRENTE ESTADO DE SÃO PAULO
LEI Nº 1375, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2016. De autoria do Legislativo, que autoriza o Poder Legislativo Municipal a celebrar convênio com farmácias e drogarias, visando o fornecimento de medicamentos e produtos
DIREITO ADMINISTRATIVO. Professor Emerson Caetano
DIREITO ADMINISTRATIVO Professor Emerson Caetano 1. Acerca de ato administrativo e de procedimento de licitação, julgue o item seguinte. Caso seja necessário, a administração pública poderá revogar ato
Superintendência de Colegiados. Regimento do Crea-SP
Superintendência de Colegiados Regimento do Crea-SP Art. 5º A estrutura básica é responsável pela criação de condições para o desempenho integrado e sistemático das finalidades do Conselho Regional, sendo
PARECER JURÍDICO AO PROJETO DE LEI Nº 777/2016
Excelentíssimo Sr. Presidente da Câmara de Vereadores do Município de Pouso Alegre, Minas Gerais, Pouso Alegre 12 de abril de 2016. PARECER JURÍDICO AO PROJETO DE LEI Nº 777/2016 Projeto de autoria do
RESOLUÇÕES DA COMISSÃO DE ÉTICA PÚBLICA
RESOLUÇÕES DA COMISSÃO DE ÉTICA PÚBLICA - Resoluções 1 a 10 da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Professora Claudete Pessôa Regimento Interno da Comissão de Ética Pública Resolução
AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS
AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 6-ANTAQ, DE 17 DE MAIO DE 2016 ALTERA O ANEXO DA RESOLUÇÃO 3.259-ANTAQ, DE 30 DE JANEIRO 2014. O DIRETOR-GERAL SUBSTITUTO DA AGÊNCIA NACIONAL
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ORGANIZAÇÃO GERAL ROCA 21-63 REGULAMENTO DO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA 2011 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA
REGULAMENTO GERAL DO COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA QUÍMICA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPOSIÇÃO
REGULAMENTO GERAL DO COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA QUÍMICA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPOSIÇÃO Art. 1 o O Colegiado do Curso de Engenharia Química, doravante denominado Colegiado, é um
Universidade Federal do Paraná Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças Coordenadoria de Relações Institucionais.
Termo de Contrato O Art. 2º, Parágrafo Único da Lei 8.666/93 define Contrato como: "Para os fins desta Lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS PROGEP COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS PROGEP COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 05/2014 Estabelece os procedimentos a serem
MIINIISTÉRIIO DA EDUCAÇÃO UNIIVERSIIDADE FEDERAL DE IITAJUBÁ. Criada pela Lei nº , de 24 de abril de 2002
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº 10.435, de 24 de abril de 2002 MIINIISTÉRIIO DA EDUCAÇÃO UNIIVERSIIDADE FEDERAL DE IITAJUBÁ REGIMENTO DO CONSELHO CURADOR PREÂMBULO
REGULAMENTO DO CONSELHO NACIONAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DO CONSELHO NACIONAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1 (Objecto) O presente Regulamento estabelece as regras de funcionamento e organização do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados
PREÂMBULO CAPÍTULO I DAS ATRIBUIÇÕES
MIINIISTÉRIIO DA EDUCAÇÃO UNIIVERSIIDADE FEDERAL DE IITAJUBÁ REGIMENTO DO CONSELHO DE CURADORES PREÂMBULO Este Regimento complementa o Regimento Geral da Universidade Federal de Itajubá e regulamenta as
ELABORAÇÃO DE TEXTOS OFICIAIS
VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte ELABORAÇÃO DE TEXTOS OFICIAIS Profa. Ms. Candice Navarro Fernandez A redação oficial deve caracterizar-se pela: 1) Impessoalidade;
REGULAMENTO DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO (CMMB) Preâmbulo
REGULAMENTO DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO (CMMB) Preâmbulo O Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública (SIADAP), estabelecido na
RESOLUÇÃO Nº 057/2017 DE 18 DE AGOSTO DE 2017
RESOLUÇÃO Nº 057/2017 DE 18 DE AGOSTO DE 2017 Aprova o Regimento Interno do Comitê de Governança, Gestão de Riscos e Controles IF Goiano O CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA PORTARIA Nº 754, DE 3 DE OUTUBRO DE 2006
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA PORTARIA Nº 754, DE 3 DE OUTUBRO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da
QUADRO DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS DAS COORDENAÇÕES DOS CURSOS DA UNCISAL
QUADRO DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS DAS COORDENAÇÕES DOS CURSOS DA UNCISAL Competências/atribuições das Coordenações de Curso. Documento que é gerado a partir da competência ou atribuição do setor. Prazo
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO
RESOLUÇÃO Nº 22/2017 Estabelece as diretrizes para a emissão e registro de Diplomas dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco IFPE.
ESPÉCIES NORMATIVAS E PROCESSO LEGISLATIVO. Maira L. de Souza Melo
ESPÉCIES NORMATIVAS E PROCESSO LEGISLATIVO Maira L. de Souza Melo ESPÉCIES NORMATIVAS Art.18 da CE: Emenda Constitucional Lei Complementar Lei Ordinária Lei Delegada Decreto Legislativo Resolução NORMAS
SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexos, operadores sequenciais...10
Língua Portuguesa Leitura e análise de textos... 3 Estruturação do texto e dos parágrafos... 10 Articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexos, operadores sequenciais...10 Significação
PORTARIA Nº 1.095, DE 25 DE OUTUBRO DE 2018
PORTARIA Nº 1.095, DE 25 DE OUTUBRO DE 2018 Foi publicada hoje a Portaria n 1.095/2018, dispondo sobre a expedição e registro de diplomas de cursos superiores de graduação, trazendo importantes alterações
