MODELO CP V NBR 01
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- Ana Vitória Pacheco de Vieira
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1 CENTRAL DE SEGURANÇA PERIMETRAL MODELO CP V NBR 01 MANUAL DE INSTALAÇÃO ATENÇÃO! LEIA TODAS AS INSTRUÇÕES DO MANUAL ANTES DE INSTALAR ESTE EQUIPAMENTO. INDÚSTRIA BRASILEIRA JULHO / 2011 MAN-048
2 INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO AGENTE INSTALADOR - LEIA ATENTAMENTE E SIGA TODAS AS INSTRUÇÕES DESTE MANUAL ANTES DE INSTALAR E/OU UTILIZAR ESTE EQUIPAMENTO. LEIA TAMBÉM EM SUA TOTALIDADE O MANUAL DO USUÁRIO QUE ACOMPANHA O PRODUTO, NELE HÁ INFORMAÇÕES QUE PODEM LHE AUXILIAR NA INSTALAÇÃO DESTE EQUIPAMENTO. - NESTE MANUAL UTILIZAREMOS AS DENOMINAÇÕES V c.a. (VOLTAGEM EM CORRENTE ALTERNADA) E V c.c. (VOLTAGEM EM CORRENTE CONTÍNUA), TAMBÉM CONHECIDAS RESPECTIVAMENTE COMO V a.c. E V d.c.. PORTANTO, NESTE MANUAL, SEMPRE ONDE SE LÊ REDE ELÉTRICA c.a. OU ALIMENTAÇÃO c.a., ENTENDA COMO VOLTAGEM EM CORRENTE ALTERNADA PROVENIENTE DA REDE ELÉTRICA DO IMÓVEL ONDE O EQUIPAMENTO ESTIVER INSTALADO. - ESTE MANUAL REFERE-SE EXCLUSIVAMENTE AO EQUIPAMENTO MODELO CP-8000 V NBR O EQUIPAMENTO E A CERCA POR ELE ELETRIFICADA NÃO DEVEM SER INSTALADOS EM LOCAIS ONDE PREVALEÇAM CONDIÇÕES ESPECIALMENTE PERIGOSAS. COMO POR EXEMPLO, NA PRESENÇA DE CORROSIVOS, ATMOSFERA EXPLOSIVA (COM PRESENÇA DE GASES), LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS, ETC. - A FIAÇÃO FIXA PARA ALIMENTAÇÃO V c.a. DO EQUIPAMENTO DEVE POSSUIR UM INTERRUPTOR DE SEGURANÇA OU DISPOSITIVO SEMELHANTE (RECOMENDAMOS A UTILIZAÇÃO DE UM DISJUNTOR DE 5 AMPÈRES) QUE PERMITA O DESLIGAMENTO DA ALIMENTAÇÃO SEM A NECESSIDADE DE SE ABRIR O GABINETE DO EQUIPAMENTO E QUE PROTEJA A INSTALAÇÃO CONTRA EVENTUAIS CURTOS NA ENTRADA DE ALIMENTAÇÃO DO EQUIPAMENTO. - ESTE EQUIPAMENTO DEVE SER FIXADO À UMA PAREDE RÍGIDA OU CONSTRUÇÃO SIMILAR DE MANEIRA QUE O USUÁRIO NÃO POSSA ALTERAR SEU POSICIONAMENTO SEM O AUXÍLIO DE FERRAMENTAS ( VIDE ESQUEMA GENÉRICO DE INSTALAÇÃO NAS FIGURAS 6 E 7 ). - O EQUIPAMENTO CP-8000 FOI PROJETADO PARA UTILIZAR APENAS BATERIAS 12 V c.c. DO TIPO RECARREGÁVEL, PREFERENCIALMENTE AS DO TIPO GEL-SELADAS, DE 12 Vc.c. / 7 Ah E COM TENSÃO DE FLUTUAÇÃO ( STAND BY USE ) DE 13,5 ~ 13,8 Vc.c. NO CASO DE UTILIZAÇÃO DE UMA BATERIA DO TIPO CHUMBO-ÁCIDO, ESTA DEVERÁ POSSUIR CARACTERISTICAS DE TENSÃO/CORRENTE DE CARGA COMPATÍVEIS COM AS APRESENTADAS, ALÉM DE SER INSTALADA FORA DO GABINETE DO EQUIPAMENTO E EM ÁREA VENTILADA. EM CASO DE NECESSIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA, ESTA OPERAÇÃO DEVERÁ SER FEITA POR UM TÉCNICO ESPECIALIZADO, SENDO QUE O MESMO DEVERÁ DESLIGAR O EQUIPAMENTO E INTERROMPER A ALIMENTAÇÃO DA REDE c.a. DO MESMO ANTES DE INICIAR A SUBSTITUIÇÃO. - ESTE EQUIPAMENTO NUNCA DEVE SER ABERTO PELO USUÁRIO. INFORME AO MESMO QUE EM CASO DE NECESSIDADE DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA ESTE RECORRA À EMPRESA INSTALADORA OU AGENTE ESPECIALIZADO. - RECOMENDAÇÕES PRESENTES NESTE MANUAL QUANTO A ALTURA MÍNIMA DE UMA CERCA OU DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE PLACAS DE ADVERTÊNCIA SÃO BASEADAS EXCLUSIVAMENTE EM NOSSA EXPERIÊNCIA COMO FABRICANTES. EFETUE UMA CONSULTA PRÉVIA SOBRE A LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA DE CADA MUNICÍPIO. - RESERVAMOS O DIREITO DE ALTERAR AS ESPECIFICAÇÕES AQUI PRESENTES EM FUTUROS MODELOS DESTE PRODUTO SEM PRÉVIO AVISO. 1
3 - A ATD SHELTER DESENVOLVEU SEUS EQUIPAMENTOS BASEANDO-SE EM NORMAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA E NA NORMA ABNT NBR IEC PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES, CONSULTE-NOS OU CONSULTE A NORMA ABNT. - ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO DE UMA CERCA ELÉTRICA, O AGENTE INSTALADOR DEVE SE INFORMAR SE HÁ ALGUMA LEGISLAÇÃO NO MUNICÍPIO ONDE ESTÁ LOCALIZADO O IMÓVEL QUE REGULAMENTE ESTE TIPO DE INSTALAÇÃO. - SIGA FIELMENTE AS RECOMENDAÇÕES DESTE MANUAL QUANTO AOS PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO E MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS NA EXECUÇÃO DA CERCA. - EM CASO DE DEFEITO OU MAU FUNCIONAMENTO DO EQUIPAMENTO, UTILIZE APENAS OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA AUTORIZADA. INFORMAÇÕES SOBRE NOSSA REDE DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PODEM SER OBTIDAS ATRAVÉS DO TELEFONE 0 XX INFORMAR O USUÁRIO DO SISTEMA SOBRE O FUNCIONAMENTO E A PERICULOSIDADE DA CERCA ELETRIFICADA E DOS CUIDADOS QUE O MESMO DEVE TER EM SEU MANUSEIO. - SOLICITAR AO USUÁRIO QUE O MESMO PERMITA À EMPRESA INSTALADORA, SEMPRE QUE ESTA JULGAR NECESSÁRIO, O ACESSO AO EQUIPAMENTO E AOS COMPONENTES DA CERCA ELETRIFICADA PARA REVISÕES TÉCNICAS PERIÓDICAS. - INFORMAR AO USUÁRIO QUE ESTE DEVERÁ INFORMAR AOS SEUS VIZINHOS, ÀS CRIANÇAS E A TODAS AS PESSOAS QUE TIVEREM ACESSO À ÁREA PROTEGIDA SOBRE A FINALIDADE DA CERCA E SUA PERICULOSIDADE. - INFORMAR AO USUÁRIO QUE ESTE DEVERÁ DESLIGAR O EQUIPAMENTO ANTES DE REGAR PLANTAS, PODAR PLANTAS OU REALIZAR QUALQUER OUTRO TIPO DE MANUTENÇÃO PRÓXIMA À FIAÇÃO DA CERCA. - INFORMAR AO USUÁRIO QUE O EQUIPAMENTO MONITORA A TENSÃO APLICADA NA CERCA, E QUE EM CASOS DE ALGUMA DÚVIDA SOBRE SEU FUNCIONAMENTO, ESTE NUNCA DEVERÁ TOCAR NA CERCA, DEVENDO NESTES CASOS SOLICITAR À EMPRESA INSTALADORA UMA DEMONSTRAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA. - SOLICITAR AO USUÁRIO QUE ESTE NÃO PERMITA QUE A VEGETAÇÃO, SE EXISTENTE, VENHA A TOCAR NA CERCA. - APÓS O TÉRMINO DA INSTALAÇÃO, ENTREGUE AO PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL, OU À PESSOA RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO DO SISTEMA, O MANUAL DO USUÁRIO DO EQUIPAMENTO. - INFORME AO USUÁRIO QUE O EQUIPAMENTO NÃO DEVE NUNCA SER ABERTO POR PESSOAS NÃO AUTORIZADAS PELA EMPRESA INSTALADORA. - NUNCA INTERLIGUE MAIS DE UM EQUIPAMENTO A UMA MESMA CERCA A SER ELETRIFICADA. - FORNEÇA AO USUÁRIO UM DESCRITIVO COMPLETO DE TODO O SISTEMA INSTALADO E CERTIFIQUE-SE DE QUE O MESMO O COMPREENDEU E ESTÁ APTO PARA UTILIZAR/OPERAR TODOS OS EQUIPAMENTOS INSTALADOS. - A INSTALAÇÃO DA CERCA ELETRIFICADA ASSIM COMO DO EQUIPAMENTO CP-8000 V NBR 01 DEVEM ESTAR DE ACORDO COM AS DETERMINAÇÕES PRESENTES NA NORMA ABNT NBR IEC ATENÇÃO: ANTES DE ACESSAR OS TERMINAIS, TODOS OS CIRCUITOS ALIMENTADORES DEVEM SER DESENERGIZADOS 2
4 CENTRAL DE SEGURANÇA CP V NBR 01 O equipamento CP V NBR 01 tem sua aplicação voltada ao auxílio na prevenção de invasão em imóveis residenciais, comerciais, condomínios, indústrias, etc. Este auxílio é efetuado através da eletrificação de cercas instaladas sobre os muros ou grades do imóvel. Sua função básica é dificultar o acesso de intrusos à área protegida, provendo um choque elétrico não fatal àqueles que venham a "tocar" na fiação que compõe a cerca eletrificada. Visando obter a melhor performance possível do CP V NBR 01, apresentamos neste manual os esclarecimentos necessários inerentes ao seu funcionamento, instalação, operação e manutenção ( vide figura 1 ). A ATD SHELTER ministra regularmente cursos de instalação / manutenção deste equipamento. Inscreva-se pelo telefone 0 XX A) O EQUIPAMENTO CP V NBR 01 É o equipamento destinado a eletrificar / monitorar a cerca, composto basicamente de : A.1 SENSOR ATIVA / DESATIVA - LIGA / DESLIGA: A condição equipamento ativado aparecerá várias vezes neste manual e significa que o mesmo está gerando pulsos para serem aplicados à fiação da cerca e monitorando o retorno dos mesmos. Para ativar o equipamento, passar o chaveiro magnético sobre a inscrição SENSOR, localizada no painel. A função é visualizada através do LED amarelo ATIVADO, que permanece aceso quando o equipamento estiver ativado. Caso o LED amarelo começar a piscar, isto indica que a alimentação c.a. do equipamento foi interrompida e que o mesmo está sendo alimentado pela bateria. Para desativar o equipamento, passar o chaveiro magnético sobre a inscrição SENSOR, o LED amarelo irá apagar e o equipamento será desativado. Caso alguma das memórias de alarme estiver piscando, esta permanecerá funcionando e somente será apagada quando o equipamento for novamente ativado. A.2 GERADOR DE CHOQUE: É o módulo do equipamento que gera a tensão de saída ( terminal " T1" ) na faixa de 9000 volts ( +/- 20% ) com duração inferior a 1 ms (um milésimo de segundo) e com intervalo entre pulsos de 1,2 +/- 10% segundos. O seu funcionamento pode ser observado através do LED vermelho LD5 (figura em forma de raio no painel do equipamento), que acenderá a cada pulso de saída do equipamento que é aplicado à cerca. A.3 MONITOR DE PULSO: Monitora o retorno da tensão de saída do gerador de choque após esta haver percorrido a cerca. Visualizada pelo LED verde (LD3) que piscará a cada pulso monitorado. Caso este LED pare de piscar a cerca pode estar interrompida, "aterrada" ou cortada: para qualquer destes casos, após decorridos o número de falta de pulsos pré-programados ( vide A.7.1 ), o LED vermelho de memória de disparo da cerca (LD1) irá acender (alarme), acionando imediatamente o relé de saída RS e, caso esta esteja programada para ser acionada, a sirene interna. O disparo ocorrerá apenas 1 vez caso a cerca permaneça rompida ou aterrada e a função Checagem Temporizada estiver desativada ( vide A.7.5 ). O LED vermelho (LD1) DISPARO DA CERCA atua como memória de alarme. Para apagá-lo, deve-se desativar o equipamento, mesmo com o equipamento desativado o LED de memória (LD1) permanecerá indicando que houve um disparo, ao ativar novamente o equipamento a memória será automaticamente apagada. 3
5 A.4 JUMPERS DE CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA São denominados Jumpers de Configuração os 4 jumpers da placa inferior (placa maior): jumpers B, C, F e L. Estes são considerados jumpers de configuração porque basicamente definem condições de funcionamento do equipamento que são determinadas pelo tipo de instalação, como por exemplo: o tamanho da cerca, se será ou não utilizado um sensor ligado a entrada auxiliar, etc. A.4.1 JUMPER B Este jumper ajusta a tensão / corrente de saída do equipamento de acordo com a extensão da cerca a ser eletrificada. Para instalações em cercas de pequena extensão ( +/- 100 metros lineares de fio ) conectar o jumper ( FORÇA REDUZIDA ). Para cercas maiores este deverá permanecer desconectado ( FORÇA TOTAL ). Este procedimento é necessário para se garantir que em cercas de pequeno porte o sistema dispare quando a fiação for rompida. A.4.2 JUMPER C Deve permanecer aberto em uso normal, porém quando curto-circuitado aciona o relé RS sem ativar o LED de memória. Utilizado, por exemplo, para testes de sirenes externas. A.4.3 JUMPER F Quando fechado, interliga o contato comum do relé RS à saída 12 V c.c., possibilitando assim o disparo de sirenes externas, conforme ilustrado na figura 2 ( página 9 deste manual ). A.4.4 JUMPER L Quando fechado, inibe a entrada auxiliar de alarme ( vide A.6.1 ). Caso não exista um sensor interligado à entrada auxiliar, mantenha este jumper fechado. A.5 FONTE DE ALIMENTAÇÃO/CARREGADOR DE BATERIA O equipamento CP V NBR 01 é bi-volt automático e pode ser ligado à rede elétrica 127 ou 220 V c.a., de acordo com o esquema apresentado na figura 2. Seu carregador de bateria interno possui configuração de carga flutuante, mantendo a bateria sempre a plena carga. ATENÇÃO! UTILIZAR APENAS BATERIAS RECARREGÁVEIS. O fusível F1 de 0,40 A corresponde à proteção 127 V V c.a. de entrada de alimentação do equipamento. A saída do carregador de bateria possui um fusível automático rearmável e fornece uma tensão de 13,5 V c.c. para a bateria (utilizar bateria recarregável 12 volts com tensão de flutuação entre 13,5 e 13,8 V c.c.). Caso o fornecimento de energia da rede c.a. seja interrompido, seja por queda da rede ou queima do fusível F1, o LED amarelo ATIVADO (LD4) começará a piscar, indicando assim que o equipamento está sendo alimentado apenas pela bateria. O equipamento indica que sua bateria está Fraca (pouca carga) quando o LED amarelo ATIVADO (LD4) estiver piscando em intervalos regulares de +/- 0,5 segundos. Esta função pode se somar à função anterior, neste caso o LED amarelo irá piscar alternadamente em intervalos de 1,0 segundo e em seguida em intervalos de 0,5 segundos, indicando assim falta de rede elétrica e bateria fraca. 4
6 A.6 AJUSTES E CONEXÕES A.6.1 BORNES ( ) ~AC ~ : Entrada de alimentação c.a. para o equipamento. Utilizar fiação de no mínimo 2 2,5 mm. Toda a fiação utilizada na instalação do equipamento deverá estar em conformidade com a norma NBR 9117 ( 105 ºC ). Utilizar fiação com dupla isolação ( como do tipo CABO PP ) para interligação do equipamento à rede de alimentação c.a.. BAT. + / - : Entrada para bateria 12 V c.c.. Um tipo de bateria comum no mercado é a denominada gelatinosa de 12 V / 7 Ah com dimensões 15,0 x 9,5 x 6,5 cm. Para ser instalada dentro do gabinete do equipamento, utilizar a abraçadeira fornecida para fixá-la no gabinete, conforme sequência a seguir: 1º - Soltar os parafusos que prendem a abraçadeira ao gabinete; 2º - Encaixar a bateria entre os postes de fixação ( figura 8, letra J ); 3º - Recolocar a abraçadeira sobre a bateria e fixá-la com os parafusos. O equipamento possui cabos com conectores apropriados para este tipo de bateria. NF : Contato normalmente fechado do relé RS. C : Contato comum do relé RS. NA : Contato normalmente aberto do relé RS. A (ENTRADA AUXILIAR DE ALARME) Utilizada para interligação de sensores infravermelhos (vide fig. 3) ou outros tipos de sensores com contato NF (normalmente fechado). Quando o laço A abrir o relé RS será acionado e o LED de memória (LD2) irá acender, indicando a origem do disparo. Esta entrada, ao ser disparada uma vez, necessita ter seu laço fechado para que possa disparar novamente. Caso a entrada auxiliar de alarme não for utilizada, fechar o jumper L. L/D (SAÍDA ATIVADO/DESATIVADO) Saída em coletor aberto. Deve ser conectada a um setor da central de alarme (vide fig. 3) para comunicar ao monitoramento quando o equipamento for ativado ou desativado. A.6.2 CONECTOR PARA CONTROLE REMOTO ( S1 ): Utilizado para ativar / desativar o equipamento via controle remoto sem fio. A cada pulso do relé do receptor que provocar um curto entre os contatos - e S ( vide figura 1 ); o equipamento mudará de estado, ou seja, caso o equipamento se encontre desativado e ocorrer um pulso, este será ativado. Esta entrada para controle remoto segue o mesmo funcionamento do conjunto chaveiro magnético/sensor. A.6.3 CONECTOR DE SAÍDA 12 VOLTS AUXILIAR ( S2 ): Fornece 13,5 Vc.c ma em seus terminais quando o equipamento estiver ATIVADO. A.6.4 TERMINAIS DE ATERRAMENTO, SAÍDA E RETORNO DA CERCA: Com a cerca já instalada, orientando-se pela figura 1, conectar o cabo de alta-isolação que determina o início da cerca ao terminal T1 e ao terminal T3 o cabo de alta-isolação do retorno da cerca. Conectar ao terminal T2 o fio terra ( vide item C.5 ). A.6.5 AJUSTE DE SENSIBILIDADE AJ Ajusta a sensibilidade de disparo do equipamento, evitando disparos falsos do sistema em conseqüência de chuvas, ventos ou pequenas fugas elétricas causadas por vegetação. 5
7 A.7 JUMPERS DE PROGRAMAÇÃO São considerados Jumpers de Programação os jumpers da placa superior (placa menor). Estes são considerados de programação porque definem parâmetros de funcionamento do equipamento que são adaptáveis às necessidades de cada instalação e que podem ser definidas em conjunto com o usuário final do sistema. Suas funções são descritas a seguir. A.7.1 Nº DE FALTA DE PULSOS PARA DISPARO DO RELÉ - JUMPERS FP1 E FP2 As centrais CP-8000 V NBR 01 possuem um contador programável de falta de pulsos para disparo do sistema, o que permite uma programação mais adequada a cada tipo de instalação. Salientamos que são faltas de pulsos consecutivos, ou seja, a cada pulso reconhecido como válido a contagem de falta de pulsos é zerada. Por exemplo, uma casa de veraneio no litoral, normalmente desabitada, com a vegetação que não é podada constantemente e onde uma rápida detecção do rompimento ou aterramento da cerca não é primordial. Neste caso, para se evitar disparos falsos em virtude de pequenas fugas que podem ocorrer durante o período de chuvas (quando a vegetação não podada encosta na fiação da cerca), podemos programar o equipamento para disparar com um número maior de faltas consecutivas de pulsos. São 4 opções disponíveis; 4, 8, 12 ou 16 pulsos. Esta programação é efetuada através dos jumpers FP1 e FP2, conforme tabela 1 (página 10). A.7.2 TEMPO DE ACIONAMENTO DO RELÉ ( ALARME ) - JUMPERS TA1 E TA2 O tempo de acionamento do relé RS em caso de alarme, seja em virtude de um disparo oriundo da cerca ou proveniente do sensor ligado na entrada auxiliar, pode ser programado para 1, 5, 10 ou 15 minutos. Esta programação é efetuada através dos jumpers TA1 e TA2, de acordo com a tabela 2 apresentada na página 10. É importante salientar que o tempo programado será o mesmo para disparos oriundos da cerca ou da entrada auxiliar. A.7.3 REARME AUTOMÁTICO DO RELÉ RS - JUMPER RA O jumper RA (Rearme Automático) possibilita, no caso do restabelecimento da leitura dos pulsos, o cancelamento da temporização do relé RS quando este for acionado em virtude do disparo do circuito da cerca. Para que isto ocorra, será necessário um número de pulsos consecutivos considerados válidos igual ao número programado para disparo em consequência de falta de pulsos, ou seja, um equipamento que foi programado para disparar após a falta de 8 pulsos consecutivos e com tempo de alarme de 5 minutos, somente irá desatracar o relé RS antes de 5 minutos caso receba 8 pulsos consecutivos considerados válidos. Neste caso o relé será desatracado imediatamente e o equipamento estará então pronto para um novo disparo após a falta de 8 pulsos consecutivos. A memória de alarme (LD1) DISPARO DA CERCA não será apagada em virtude da atuação da função Rearme Automático. Ressaltamos que esta função somente se aplica a acionamentos do relé RS em virtude de disparos oriundos do circuito de cerca. A função Rearme Automático pode ser programada como ativada ou desativada, de acordo com a tabela 3 da página 10. A.7.4 FUNCIONAMENTO DA SIRENE INTERNA (BUZZER) - JUMPER BZ Como visto anteriormente, a central modelo CP-8000 V NBR 01 possui uma sirene interna que é acionada e emite pulsos curtos ao se ativar/desativar o equipamento. Esta sirene pode também ser utilizada como a sirene principal de alarme, ou seja, ela pode ser programada para, além de sua função básica, acompanhar o acionamento do relé RS. Desta forma, caso seja conveniente, pode-se dispensar a instalação de uma sirene externa. É importante salientar que não é possível programar a sirene para acompanhar apenas o acionamento do relé RS, ignorando a sinalização de ativação/desativação do equipamento. Para desativar totalmente a sirene interna, desconectar o conector da saída CIG. A função BZ pode ser programada como ativada ou desativada, de acordo com a tabela 4 da página 10. 6
8 A.7.5 CHECAGEM TEMPORIZADA DA CERCA - JUMPER CT Esta função permite a checagem do estado da cerca 30 minutos após a ocorrência de um disparo gerado pela falta de retorno de pulsos da mesma. Todas as outras programações são obedecidas para esta checagem, ou seja, o número de falta de pulsos para ocorrer um disparo, o tempo que a sirene (relé RS ) permanecerá ativado, etc. Esta programação é efetuada através do jumper CT, conforme tabela 5 apresentada na página 10. Aplicação: A função de checagem temporizada é uma boa opção para ser aplicada em imóveis onde não há um responsável sempre presente no mesmo e que possa solicitar uma assistência técnica em caso de rompimento ou defeito na cerca que provoque um ou mais disparos. No caso de um imóvel de veraneio, por exemplo, pode-se programar o equipamento para acionar a sirene por apenas 1 minuto em caso de disparo e com a função checagem temporizada ativada. Com este tipo de programação, caso a cerca seja definitavamente rompida, a sirene do sistema será acionada por 1 minuto a cada 30 minutos, não provocando o inconveniente de ficar constantemente disparada e incomodando vizinhos. FIGURA 1 T1 T3 AJUSTE DE SENSIBILIDADE * T2 ** LD5 JUMPER B + D+ D- AJ SENSOR LD1 LD2 LD4 LD3 T1 = SAÍDA T2 = TERRA T3 = RETORNO FP1 FP2 TA1 TA2 CT RA JUMPERS DE PROGRAMAÇÃO BZ CIG S S J F J C S 2 RS F1 CABOS P/ BATERIA AZUL + VERMELHO - OO OO OOO - BAT. + A L/D NA C NF J L OO ~ AC ~ * SENSIBILIDADE : JUMPER B : D+ = DISPARA MAIS FACILMENTE D - = MAIS DIFÍCIL DE DISPARAR ** ABERTO = CERCAS COM MAIS DE 100 M DE FIO ( LINEAR ) FECHADO = CERCAS COM MENOS DE 100 M DE FIO ( LINEAR ) 7
9 PROCEDIMENTOS DE AJUSTE ( SENSIBILIDADE DE DISPARO ) - Com o equipamento desligado (desativado), conectar à cerca um pedaço de fio de aço inox de mais ou menos três metros de comprimento, de modo que a extensão do fio fique em contato com o muro, o solo e uma das hastes da cerca. - Girar o trim-pot de ajuste AJ totalmente no sentido anti-horário (D+). - Ativar o equipamento e observar o LED verde PULSO (LD3). Este não deverá piscar, gire agora lentamente o trim-pot de ajuste no sentido horário (D-) até que o LED verde passe a piscar. Girar agora levemente e lentamente o trim-pot AJ no sentido inverso até que o LED verde pare de piscar novamente. Desligue (desative) o equipamento. - Retire o fio ligado à cerca e em contato com o muro, ative o equipamento e verifique o LED verde: este deverá piscar de acordo com o pulso de saída do equipamento (LED vermelho LD5). Corte a cerca no ponto mais distante possível da central, o LED verde (LD3) deverá parar de piscar, provocando o disparo da central, caso isso não ocorra, regule lentamente o trim-pot AJ até encontrar o ponto ideal de disparo. Faça a emenda da cerca corretamente. OBS. Efetuar estes ajustes somente após definida a condição do jumper B. A.8 CONSIDERAÇÕES GERAIS: - O equipamento deve ser instalado em local protegido contra intempéries, assim como não deve ser de fácil acesso a crianças e curiosos. - É PROIBIDA a instalação de mais de um eletrificador à fiação de uma mesma cerca. - Não instalar a central CP-8000 próxima a equipamentos / fiação de audio / vídeo / telefonia / computadores, evitando interferências / danos nestes equipamentos. - É recomendada a instalação de 1 ( um ) CP-8000 para cada 1000 metros de fio, com tolerância máxima de 1500 m; ou seja, em uma instalação a 4 fios, a extensão adequada para um equipamento será de 250 metros de cerca. Para extensões maiores, consultar nosso departamento técnico pelo telefone 0 XX A instalação do equipamento, assim como a instalação da cerca, deverão estar em conformidade com a NBR IEC A.9 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO EQUIPAMENTO CP V NBR 01: - Tensão nominal de alimentação c.a. : V c.a. - Tensão nominal de alimentação c.c. : 12,5-13,5 V c.c. - Freqüência nominal : Hz - Corrente máx. de saída c.c. (Terminais para bateria): 400 ma - Potência nominal consumida : Máx. 5 W (ou 3,6 KWh/mês) - Consumo de corrente c.c. : 70,0 ma (mín.) - 110,0 ma (máx ) - Tensão máxima de saída ( sem carga ): 9000 volts +/- 20% - Tensão máxima de saída ( sobre carga padrão ): 2000 volts +/- 10% - Duração do pulso de saída* : 1,0 milissegundo +/- 10% - Intervalo entre pulsos : 1,2 segundos +/- 10% - Energia máxima por pulso* ( Força Total ): 0,5 J - Energia máxima por pulso* ( Força Reduzida ): 0,2 J - Índice de proteção : IPX4 - Dimensões: 300 x 190 x 80 mm - Contatos do Relé : 250 V c.a. / 10 A (Máx.) * sobre carga padrão 8
10 FIGURA 2 * JUMPER F FECHADO - + A L/D NA C NF ~ AC ~ + SIRENE - ALIMENTAÇÃO: 127 A 220 V c.a. FIGURA A L/D NA C NF ~ AC ~ * ENTRADA AUXILIAR UTILIZADA, JUMPER L ABERTO SAÍDA L/D INTERLIGADA A UM SETOR DA CENTRAL DE ALARME (SAÍDA EM COLETOR ABERTO ) IVA C NF IVA RECEPTOR EMISSOR + FIGURA 4 S 1 _ + S EXEMPLO DE UM CONTROLE REMOTO COM FIO NA RELÉ C NF CHAVE (PULSO) _ S 2 LED A L/D NA C NF ~ AC ~ R1 CONTROLE REMOTO OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: 1ª - O relé (usar relé de 12 V) e o diodo D1 devem ficar no máximo a 1,0 metro da central CP ª - Siga o esquema de ligação fornecido. Variações podem danificar o equipamento. 3ª - A chave a ser utilizada no controle remoto deve ser do tipo sem trava, ou seja, seus contatos devem fechar apenas durante o tempo em que estiver sendo acionada. O LED 1 permanecerá aceso sempre que o equipamento estiver na condição ATIVADO. 4ª - Os pinos do conector S1 podem também ser utilizados para alimentar um receptor de controle remoto sem fio. Para tanto, deve-se observar a polaridade de alimentação ( + e - ). O receptor ao ser acionado deve conectar momentaneamente o pino S e o pino - do conector S1. Não utilizar receptores com retenção de pulso. 5ª - Interligar um resistor ( R1 ) de 1K5-1/8W entre o LED 1 e o pino + de S2. 9
11 TABELAS DE JUMPERS DE PROGRAMAÇÃO TABELA 1 FALTA DE PULSOS PARA DISPARO DE ALARME FP1 FP2 NÚMERO DE PULSOS ABERTO ABERTO 4 FECHADO ( ON ) ABERTO 8 ABERTO FECHADO ( ON ) 12 FECHADO ( ON ) FECHADO ( ON ) 16 TABELA 2 TEMPO DE ACIONAMENTO DO RELÉ ( ALARME ) TA1 TA2 ALARME ( MINUTOS ) ABERTO ABERTO 1 FECHADO ( ON ) ABERTO 5 ABERTO FECHADO ( ON ) 10 FECHADO ( ON ) FECHADO ( ON ) 15 TABELA 3 REARME AUTOMÁTICO DO RELÉ RS RA REARME AUTOMÁTICO ABERTO FECHADO ( ON ) DESATIVADO ATIVADO TABELA 4 FUNCIONAMENTO DA SIRENE INTERNA BZ MODO DA SIRENE INTERNA ABERTO FECHADO ( ON ) NÃO ACOMPANHA O RELÉ ACOMPANHA O RELÉ TABELA 5 CHECAGEM TEMPORIZADA DA CERCA CT CHECAGEM TEMPORIZADA ABERTO FECHADO ( ON ) DESATIVADA ATIVADA 10
12 B) MATERIAIS PARA EXECUÇÃO DA CERCA B.1 HASTES: Pela sua facilidade de montagem e eventuais dobras, recomenda-se a utilização de barras chatas de alumínio de 1" x 1/4", conforme exemplificado da figura 5. Não obstante, o uso de barras ou cantoneiras de ferro são também apreciáveis. O critério a ser adotado deve ter como objetivo uma movimentação mínima das hastes quando expostas a correntes de ar ou impactos mecânicos ( em casos de instalações sobre grades e portões ). Quanto à distância linear entre as hastes, é recomendável que esta não seja superior a 3,0 metros. Não devem ser utilizadas hastes de alumínio com espessura inferior a 1/4", uma vez que estas além de acarretarem os problemas anteriormente citados, não permitem um tracionamento ideal dos fios da cerca. B.2 ISOLADORES: Devido à alta tensão aplicada à fiação da cerca, é necessária uma perfeita isolação entre esta e as hastes de sustentação da mesma. Para tanto, indicamos a utilização dos isoladores SHELTER (verifique sempre a marca SHELTER estampada no corpo do isolador) ou outro tipo de isolador que forneça uma isolação de no mínimo volts a seco e volts sob chuva. Os isoladores SHELTER foram rigorosamente testados, suportando até volts a seco e volts sob chuva sem apresentar fugas de tensão. A utilização de isoladores de porcelana ou plásticos para instalações elétricas residenciais, além de não possuirem a isolação necessária, acarretam freqüentemente problemas de disparos do sistema na ocorrência de chuvas, não sendo portanto indicados para este tipo de instalação. B.3 FIAÇÃO: A fiação a ser utilizada na construção da cerca deve ser obrigatoriamente do tipo lisa. Recomendamos a utilização do fio de aço inox com 0,45 mm a 0,60 mm de diâmetro, pela sua facilidade de instalação e manutenção, bem como pela sua boa condutibilidade elétrica. A tensão mecânica a ser aplicada nos fios (esticamento) deve ser suficiente para não criar barrigas ao longo da cerca, bem como suportar algum balanço tolerável das hastes em função de ventos. Evite o tensionamento superior ao necessário, fato que poderá causar rompimentos constantes da fiação. B.4 CABOS DE ALTA-ISOLAÇÃO: São os cabos necessários para interligação da cerca ao equipamento CP-8000 V NBR 01, devem possuir isolação elétrica adequada para evitar fugas de tensão indesejadas. A ATD SHELTER desenvolveu um cabo específico para esta aplicação, que pode ser adquirido em seu distribuidor. Alguns critérios devem ser considerados para sua correta utilização: - O espaçamento mínimo entre cabos deve ser de 1,0 cm. Caso a distância entre o eletrificador e a cerca seja superior a 20 metros, este espaçamento deverá ser de no mínimo 5,0 cm. - Os cabos deverão ser instalados individualmente em eletrodutos de PVC rígido ou flexível ( embutidos ou aparentes ) ou em canaletas de uso aparente (Pial Legrand ou similar), evitando o entrelaçamento dos mesmos e a entrada d`água nos eletrodutos. - Não utilizar eletrodutos de ferro galvanizado, assim como não aproveitar eletrodutos em que existam fiação de outros circuitos (rede elétrica, telefone, antena, etc ). 11
13 C) A INSTALAÇÃO DA CERCA ELETRIFICADA : C.1 INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO CP V NBR 01 Conforme visto anteriormente, o equipamento deve ser instalado em local protegido contra umidade e intempéries, assim como possuir acesso conveniente em eventuais casos de manutenções. A figura 6 ilustra uma instalação típica deste tipo de sistema, já a figura 7 ilustra a fixação da base do gabinete em uma parede de alvenaria. É fundamental que o equipamento seja instalado na posição horizontal ( utilizar um nível durante a instalação ) e que sua fixação, a entrada da fiação no equipamento e sua posterior ancoragem, a instalação das abraçadeiras fornecidas e as demais informações e instruções apresentadas a seguir sejam corretamente compreendidas e executadas. A instalação tanto do equipamento quando da cerca e seus componentes devem estar de acordo com a NBR IEC Qualquer dúvida, entre em contato com nosso departamento técnico pelo telefone 0XX C.2 FIXAÇÃO DO EQUIPAMENTO: O equipamento deve ser sempre instalado na posição apresentada na figura 7. Para tanto, utilize um nível para o posicionamento correto do gabinete do equipamento. As figuras 7 e 8 ilustram as marcações para execução dos furos para os parafusos de fixação do equipamento ( furos B1, B2 e B3 ). Após a instalação do parafuso utilizado no furo B2, instalar sobre este a tampa de proteção fornecida. Para fixação em paredes de alvenaria, utilizar parafusos e buchas plásticas no mínimo nº 5, com parafusos do tipo cabeça panela. Certifique-se de que a fixação seja bem feita, evitando que o equipamento possa cair acidentalmente ou se mover durante sua utilização normal ou durante a limpeza do mesmo. Para fixação em outros tipos de superfícies, utilizar parafusos apropriados e seguir critérios que forneçam uma fixação segura. Nunca aperte demasiadamente os parafusos de fixação, evitando assim danos ao gabinete do equipamento. C.3 ENTRADA DA FIAÇÃO: A entrada de toda a fiação que será utilizada para a instalação do equipamento (exceto dos cabos de alta-isolação e da fiação de aterramento) deve obrigatoriamente ser realizada através do prensa-cabos G presente na base do gabinete do equipamento, conforme exemplificado na figura 8. C.4 ANCORAGEM DA FIAÇÃO: A entrada da fiação no gabinete do equipamento, sua posterior ancoragem e ligação deve seguir a seqüência apresentada nos ítens C.4.1, C.4.2 e C
14 C ANCORAGEM DO FIO TERRA A ancoragem da fiação de aterramento (fio terra) deve ser feita utilizando-se a presilha F (exemplificado na figura 8). Solte parcialmente o parafuso que prende a presilha e passe o fio terra por baixo dela, entre a mesma e o gabinete; em seguida, reaperte o parafuso até que a pressão exercida não permita a movimentação do fio. Efetue a ligação do fio no terminal T2 ( figura 1), não deixando sobras desnecessárias. C ANCORAGEM DA FIAÇÃO DE ALIMENTAÇÃO, SIRENE E SENSORES: A fiação da rede elétrica ( c.a. ), da sirene, dos sensores e outras que eventualmente forem necessárias devem ser ancoradas em três etapas, conforme descrição abaixo: 1º ETAPA: Passar a fiação através do prensa-cabos G e girar a rosca de aperto no sentido horário até que a fiação fique bem travada. Em seguida passar a fiação através da presilha de fixação E ( conforme figura 8 ). 2º ETAPA: Tracionando levemente toda a fiação, passar todos os fios através do labirinto ( D na figura 8 ), seguindo os exemplos apresentados nas fotos 2 e 3 ( Pág. 16 ). 3º ETAPA: Soltar parcialmente os parafusos que prendem o prensa-cabos C e passar a fiação por baixo deste, entre a placa do prensa-cabos e o gabinete do equipamento. Reapertar os parafusos até que a pressão exercida não permita a movimentação dos fios. Efetuar as ligações dos fios em seus respectivos conectores. Não deixe excesso de fios entre o prensa-cabos C e os conectores ou fios desencapados que possam provocar curto-circuitos. Certifique-se de que os parafusos dos conectores estejam corretamente apertados. C.4.3 ANCORAGEM DOS CABOS DE ALTA-ISOLAÇÃO: A entrada dos cabos de alta-isolação é feita através dos furos na lateral esquerda do gabinete. Após passarem pelos dois furos de entrada e transporem totalmente o compartimento H ( conforme figura 8 ), os cabos devem ser amarrados com as abraçadeiras fornecidas, evitando assim que estes possam se movimentar para fora do equipamento. Efetue a ligação dos cabos em seus respectivos conectores. Não deixe sobras desnecessárias de cabos dentro do equipamento. Finalizada a passagem dos cabos, sua amarração e conexão, deve-se preencher o compartimento H com silicone objetivando a total vedação contra entrada d água. C.5 ATERRAMENTO: O aterramento é de suma importância para a sensação de choque a quem vier a tocar na cerca, assim como para o disparo do sistema em caso de rompimento dos fios da cerca. Para tanto, existe um borne específico de conexão ( T2 ), conforme mencionado no ítem A.6.4 deste manual. A distância entre o terra a ser utilizado pelo equipamento e qualquer outro sistema de aterramento deve ser superior a 2,0 metros, exceto quando associados a uma malha de aterramento. O terra utilizado deve ser de boa qualidade e específico para o equipamento, sendo constituído de no mínimo 2,0 metros de haste de aterramento de 5/8,com revestimento de cobre e fincada no solo. Em regiões muito áridas poderá ser melhorada a eficiência do aterramento através de três hastes de aterramento fincadas no solo, interligadas e eqüidistantes entre si (2,0 metros), formando um triângulo ou delta. NUNCA UTILIZE O NEUTRO DA REDE ELÉTRICA COMO TERRA PARA O EQUIPAMENTO. 13
15 Hmín. = 2,50 metros CP V NBR 01 - MANUAL DE INSTALAÇÃO FIGURA 5 70,0 CM 17,5 CM ISOLADOR HASTE DE ALUMÍNIO OU FERRO DE 1" X 1/4" PARAFUSOS COM BUCHAS 8 OU 10 MURO EM ALVENARIA ÁREA EXTERNA ÁREA INTERNA DA PROPRIEDADE IMPORTANTE! POR MOTIVOS DE SEGURANÇA, AS HASTES DEVEM SEMPRE ESTAR INCLINADAS PARA DENTRO DA PROPRIEDADE DO USUÁRIO DO SISTEMA E OS ISOLADORES INSTALADOS CONFORME A FIGURA ACIMA. ANTES DE EFETUAR A INSTALAÇÃO, CONSULTE A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL EXISTENTE! 14
16 INTERLIGAÇÃO DA CERCA À CENTRAL UTILIZANDO-SE CABOS DE ALTA ISOLAÇÃO. FIGURA 6 ISOLADORES PULSO SIRENE FIOS DA CERCA CP-8000 HASTE INICIAL CUIDADO!!! CERCA ELÉTRICA PLACAS DE ADVERTÊNCIA INSTALADAS A CADA 10 m ( ESTA DISTÂNCIA PODE VARIAR. CONSULTE ANTES A LEGISLAÇÃO DE SEU MUNICÍPIO ) CUIDADO!!! CERCA ELÉTRICA HASTE FINAL BARRA DE ATERRAMENTO FIGURA 7 MURO OU PAREDE EM ALVENARIA FURO B2 INDICA A BORDA SUPERIOR BUCHAS Nº 5 OU 6 90º B2 PARAFUSOS PARA BUCHA 5 OU 6 (CABEÇA PANELA) B1 B3 VISTA LATERAL BASE DO GABINETE VISTA FRONTAL 15
17 I FIGURA 8 B2 H L1 K F A J L2 D M G B1 C E B3 A - Orifício e borracha para entrada da fiação de aterramento. B1, B2 e B3 - Marcações para furos dos parafusos de fixação do equipamento. C - Prensa-cabos ( aperto via aparafusamento ). D - Postes do labirinto de ancoragem da fiação. E - Presilha da fiação. F - Presilha para ancoragem do fio terra. G - Prensa-cabos de entrada da fiação ( aperto via rosqueamento ). H - Compartimento de entrada e vedação (com silicone) dos cabos de alta-isolação. I - Abraçadeiras para ancoragem dos cabos de alta-isolação. J - Postes de fixação da abraçadeira de fixação da bateria. K - Exemplo do caminho da fiação de aterramento ( foto nº 4 ). L1 e L2 - Furos dos parafusos de fixação lateral da tampa do equipamento.. M - Exemplo do caminho da fiação de alimentação c.a. e da sirene ( foto nº 3 ). FOTOS ILUSTRATIVAS DA ENTRADA E ANCORAGEM DA FIAÇÃO ª - Passagem da fiação pelo prensa-cabos G e pela presilha E. 2ª - Passagem da fiação pelo labirinto e prensa-cabos de aparafusamento 3ª - Visão geral do encaminhamento da fiação de entrada e saída 4 4ª - Entrada no gabinete, ancoragem e ligação do fio terra 16
18 D) CONSIDERAÇÕES FINAIS: D.1 TESTES PARA LIBERAÇÃO DO SISTEMA - Conectar a cerca à central CP-8000 V NBR 01, ligar o equipamento e percorrer toda a extensão da cerca a procura de pontos de fuga de tensão, aproveitando para verificar o esticamento e emendas dos fios. - Testar o equipamento quando alimentado apenas pela rede elétrica c.a. e em seguida quando alimentado apenas pela bateria 12 Volts. - Utilizando uma chave de fenda grande (com cabo que possua alta-isolação), provocar um curto-circuito entre a fiação da cerca e uma das hastes, após decorridos o nº de pulsos programado nos jumpers FP1 e FP2 o equipamento deverá disparar. - Interromper a cerca no ponto mais distante da central, o equipamento deverá disparar. - Caso tenha sido utilizada a entrada auxiliar de alarme, testar o disparo do sensor interligado a este laço e o conseqüente disparo da central. - Testar todas as funções do equipamento. D.2 CONSIDERAÇÕES GERAIS - Instalar a cerca eletrificada somente no domínio de propriedade do cliente e sempre em alturas iguais ou superiores a 2,50 metros ( Consultar legislação local para certificar-se ). - Impedir que a vegetação (se existente ) venha a tocar na cerca eletrificada. Este cuidado é de suma importância, uma vez que isto resulta em fugas elétricas que podem ocasionar disparos falsos do sistema. - A instalação da cerca eletrificada e do equipamento CP-8000 V NBR 01 devem ser realizadas de acordo com as determinações presentes na norma ABNT NBR IEC É indispensável que a cada 10 metros de cerca seja instalada uma placa de advertência amarela, confeccionada em material isolante (dimensões mínimas iguais a 27,0 X 17,0 cm ) com os seguintes dizeres em preto: CUIDADO! CERCA ELÉTRICA e com o símbolo apresentado no modelo abaixo. A placa deverá ser dupla face, ou seja, possuir o texto e o símbolo presentes em ambos os lados da mesma. CUIDADO! CERCA ELÉTRICA EXEMPLO DE PLACA IMPORTANTE!!! Nunca utilizar o neutro da rede elétrica como terra para o equipamento. 17
19 E) MANUTENÇÃO ( somente deve ser realizada por técnicos especializados ) Como todo equipamento eletrônico a central CP-8000 V NBR 01 poderá apresentar algum tipo de defeito ao longo do tempo, porém antes de encaminhá-la à assistência técnica credenciada, verifique as seguintes considerações: E.1 EQUIPAMENTO NÃO LIGA: Verificar as tensões de alimentação e o fusível F1. E.2 EQUIPAMENTO ALIMENTADO APENAS PELA BATERIA NÃO LIGA: Verificar a tensão da mesma e os encaixes dos conectores nos bornes da bateria. E.3 EQUIPAMENTO NÃO DISPARA O RELÉ RS : Verificar se ocorre o acionamento de alguma memória de alarme. Caso isto ocorra, feche os contatos do jumper C e verifique se há acionamento do relé. E.4 NÃO EXISTE CHOQUE NA CERCA: Verificar se não há cabos de alta isolação ou fiação da cerca rompidos, se o aterramento está adequado e se não há pontos de aterramento na cerca. E.5 OCORREM DISPAROS FALSOS CONSTANTES: Verificar se não há fugas de tensão ao longo da cerca (plantas, fios encostados em hastes, etc.), verificar as condições dos cabos de alta-isolação e dos isoladores, verificar o ajuste do trim-pot AJ assim como se a programação do jumper B está correta. E.6 ENTRADA AUXILIAR DE ALARME NÃO FUNCIONA: Verificar se o jumper L está desconectado. Certificar-se de que o laço do equipamento interligado à entrada auxiliar A realmente abre quando acionado. E.7 OUTROS DEFEITOS: A ATD SHELTER fornece suporte técnico via telefone, de segunda à sexta-feira no horário comercial. Caso seja necessário, entre em contato pelo tel. (11)
20 CERTIFICADO DE GARANTIA A ATD SHELTER, empresa brasileira cadastrada no CNPJ sob nº / , garante este produto contra defeitos de fabricação e/ou de componentes por um período de 12 meses, sendo facultado a mesma a opção de reparo ou troca do produto. Em regiões onde não existam serviços técnicos autorizados as despesas de transporte / envio do equipamento a assistência técnica correrão por conta do consumidor. Esta garantia perderá o efeito nos seguintes casos: Utilização fora das especificações apresentadas neste manual; Danos causados por agentes da natureza, raios, inundações, etc; Danos ao produto causados por equipamentos acoplados ao mesmo; Reparos/consertos no produto efetuados por agentes não autorizados; Casos em que se evidenciem a não responsabilidade do fabricante. Esta garantia restringe-se única e exclusivamente ao reparo ou substituição do equipamento, não abrangendo portanto quaisquer tipos de indenizações decorrentes de danos físicos ou financeiros reclamados pelo consumidor deste produto, sejam eles imputados em função de falha ou mau funcionamento do produto, tendo ciência o usuário de que este produto tem como função reduzir os riscos de roubos, assaltos e outras ações danosas ao patrimônio e/ou pessoas físicas, sendo porém impossível ao fabricante garantir que tais fatos não ocorrerão, visto que o funcionamento correto deste equipamento está vinculado às características ambientais de utilização e de instalação adequadas, condições estas que fogem ao controle do fabricante. Como todo equipamento destinado ao complemento de segurança, o mesmo deve ser diariamente submetido a testes regulares de funcionamento. Em caso de dúvida de sua eficácia, solicite imediatamente à empresa instaladora uma revisão técnica.
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