ANEXO III MEMORIAL DE CÁLCULO
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- Thalita Salgado de Vieira
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1 Pág. 1 Memorial de Calculo Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília Agência Valparaíso de Goias Novas Instalações Código do Projeto:
2 Pág. 2 Índice 1.Premissas e Parâmetros de Projeto Alimentação Elétrica Esquema de Aterramento Queda de Tensão Temperatura Ambiente Divisão das Instalações Composição e Tabela de Cargas Dimensionamento da Rede Estabilizada: Dimensionamento do No-break (Elétrica) Equipamentos de Iluminação: Potência dos Equipamentos de Utilização Tabela de Carga Nominal de Equipamentos Elétricos Fatores de Projeto Influências Externas Meio Ambiente Utilização Construção das edificações Parâmetros e Dimensionamento do Sistema de Iluminação Parâmetros Considerados por Ambiente da Instalação Parâmetros de Projeto Parâmetros e Dimensionamento do QGBT Dimensionamento de Condutores e Queda de Tensão Seletividade e Proteção Lista de Anexos Normas de Referência:...11
3 Pág Premissas e Parâmetros de Projeto A. A instalação projetada terá fins comerciais e terá utilização final como agência do BRB. B. No tocante ao dimensionamento das instalações elétricas, foram considerados os parâmetros abaixo relacionados. 2. Alimentação Elétrica Tensão Nominal V/ 220 V (entre fases e entre fase e neutro) Faixa II (50 V < U <= 1000 V entre fases) Freqüência Nominal - 60 Hz; Corrente de Curto Circuito Presumida - 15 ka; 3. Esquema de Aterramento A. A instalação possui um ponto de alimentação diretamente aterrado (neutro) sendo as massas ligadas a este ponto através de condutores de proteção, configurando um esquema TN. B. No caso específico desta instalação a função do condutor neutro e do condutor de proteção serão executados por alimentadores distintos, caracterizando um esquema TN-S. 4. Queda de Tensão A. A instalação é atendida por ramal aéreo de média ( > 1 kv) tensão terá queda de tensão máxima de 7 % desde o secundário de saída do transformador até o circuito terminal. B. Abaixo indicamos os valores de queda de tensão percentual considerados, baseado no diagrama unifilar da instalação: 4,00% 1,00% MEDIÇÃO QGBT CARGA DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS 5. Temperatura Ambiente A. Como temperatura ambiente foi considerada a temperatura média, obtida através do site do INMET, para a região baseada nos últimos doze meses. B. A temperatura média considerada foi de 35ºC. C. Este fator foi considerado como índice para cálculos de correção de agrupamento de condutores e de ajuste dos dispositivos de proteção, caso a temperatura de ajuste padrão fornecida pelo fabricante seja diferente da considerada neste cálculo.
4 Pág Divisão das Instalações A. A instalação será dividida de acordo com as características das cargas, nos seguintes circuitos de distribuição: Iluminação; Pontos de Tomadas; Equipamentos de Ar Condicionado; Fonte Auxiliar de Energia Ininterrupta (UPS); Sistema de Segurança com Circuito Interno de TV e sensores. 7. Composição e Tabela de Cargas A. Para o projeto em questão foram consideradas as seguintes potências unitárias e respectivos fatores de potência. B. Os parâmetros a seguir baseiam-se nas informações fornecidas pelos fabricantes e definições estipuladas pelo projetista Dimensionamento da Rede Estabilizada: Dimensionamento do No-break (Elétrica) Nº DO CIRCUITO POT. UNITÁRIA ( W) fp ELETRICIDADE POT. POT. UNITÁRIA TOTAL (VA) (VA) POT. DEMANDADA (VA) TENSÃO (V) EQUIPAMENTO DESCRIÇÃO QTDE FD NB , COMPUTADOR GERÊNCIA 3 0,7 NB , COMPUTADOR ATENDIMENTO 3 0,7 NB , COMPUTADOR ATENDIMENTO 2 0,7 NB , COMPUTADOR ATENDIMENTO 3 0,7 NB , COMPUTADOR B ATERIA DE CAIXAS 2 0,7 NB , COMPUTADOR B ATERIA DE CAIXAS 2 0,7 NB , COMPUTADOR RETPV 5 0,7 NB , RACK 1 1 NB , RACK SEGURANÇA 1 1 NB , CENTRAL ALARME 1 1 NB ,5 0, CENTRAL TELEFÔNICA PAB X 1 1 NB , SERVIDOR SALA TÉCNICA 1 1 NB , FECHADURA DE RETARDO P/ COFRE 1 1 NB , QCB T 1 1 NB , QFNB AA 1 1 RES , RESERVA 0 1 RES , RESERVA 0 1 RES , RESERVA 0 1 RES , RESERVA Equipamentos de Iluminação: Tipo de Luminária:Embutir Rendimento: 73 % Tipo de Lâmpada: T5 Número de Lâmpadas: 2 Tipo de Dispositivo de Partida: Reator Eletrônico
5 Pág. 5 Número de Dispositivos de Partida: 1 Rendimento: 90% THD do Dispositivo de Partida: <12% 7.3. Potência dos Equipamentos de Utilização Tabela de Carga Nominal de Equipamentos Elétricos Cliente: CAIXA Potência Unit. Item Característica da Carga Local de Instalação Média (VA) FP 1 Terminal de Consulta/Extrato/Saque Auto Atendimento 400 VA 0,78 X X 2 Fechadura Magnética Auto Atendimento 100 VA 0,7 X 3 Microcomputador (CPU+Vídeo) Todas as áreas 200 VA 0,78 X X REDE 4 Impressora Laser Áreas indicadas 1500 VA 0,7 X 5 Rack de Telecomunicações Sala Técnica 800 VA 0,8 X 6 Servidor Sala Técnica 450 VA 0,78 X 7 Central Telefônica Sala Técnica X 8 Geladeira 340 Lts Copa 120 VA 0,8 X 9 Ventilador Áreas afins 75 VA 0,8 X 10 Televisor até 20 Copa 100 VA 0,8 X 11 TUG (tomada de uso geral) Todas as áreas 200 VA 0,8 X 12 Chuveiro Vestiários 4000 VA 0,8 X Sistema de Alimentação UPS Obs. : 1. As tomadas para alimentação de equipamentos específicos, tais como ar condicionado tipo split, serão consideradas como Tomadas de Uso Específico (TUE) e terão a potência nominal, FP, nº de fases (nº de condutores) dimensionados de acordo com as características do equipamento, a serem fornecidas pelo projetista de ar condicionado ou fabricante do aparelho. 2. As colunas de REDE e No Break (UPS), indicam de onde deverá partir a alimentação do circuito terminal (Quadro de Força e Luz ou Quadro de Força No Break). 3. As potências nominais acima indicadas, representam uma média de parâmetros de fabricantes de equipamentos e aparelhos com características similares e de medições efetuadas em campo. 4. Para circuitos de tomadas de REDE comum será considerado um fator de Demanda de 30%. 5. Para circuitos de tomadas de No Break será considerado um fator de Demanda de 70% Fatores de Projeto A. No projeto em questão foram considerados os seguintes fatores de projeto: Fator de Demanda Quadro geral e entrada da Instalação:1 Fator de Demanda Quadros de Distribuição Intermediários:1 Fator de Demanda Quadros Terminais: 1 Fator de Utilização para Equipamentos específicos: 1
6 Pág. 6 Taxa de terceira harmônica: <15% Fator Fh para determinação da Corrente de Neutro: 1 8. Influências Externas A. A classificação das influências externas, referentes aos projetos elaborados pela Fox Engenharia para prédio de escritório, atende às prescrições contidas no item 4.2 da NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão. B. A seguir apresentamos os quadros resumo específico para cada característica externa, contendo a codificação das influências externas consideradas na concepção do projeto e na execução das instalações elétricas Meio Ambiente Item Condição Características Observação 01 Temperatura ambiente AA5 Normal 02 Condições climáticas do Ambiente AB 5 Temperado Temperatura do ar de +5º C a +40º C Umidade Relativa de +5 a +85 % Umidade Absoluta de 1 a 25g/m³ Locais abrigados com temperatura ambiente controlada 03 Altitude AC 1- Normal a 2000 m 04 Presença de Água AD 2- desprezível Existe possibilidade de presença 05 Presença de Corpos Sólidos AE 1- desprezível Não existe nenhuma quantidade apreciável de poeira ou de corpos estranhos 06 Presença de Substâncias Corrosivas ou Poluentes AF 1 desprezível 07 Choques Mecânicos AG 1- Fracos Meios que podem produzir choques de energia igual ou inferior a 0,25 J 08 Vibrações AH 1- Fracas 09 Presença de Flora e Mofo AK 1 desprezível Ausência de riscos de danos devidos à flora ou ao mofo 10 Presença de Fauna AL 1 - desprezível Ausência de riscos de danos devidos à fauna 11 Influências Eletromagnéticas, Harmônicas e Inter Harmônicas AM 1 2 Redes de Baixa Tensão 12 Influências Eletromagnéticas, AM 2-2 Nível Sem requisitos Instalações Residenciais,
7 Pág. 7 Item Condição Características Observação Tensões de sinalização 13 Influências Eletromagnéticas, Variações de amplitude da Tensão 14 Influências Eletromagnéticas, Desequilíbrio de Tensão Médio adicionais comerciais e Industriais AM 3-1 Nível Controlado AM 4 Nível Normal 15 Influências Eletromagnéticas, Variações de Freqüência AM 5 Nível Normal Caso geral, +- 1 Hz de acordo com a IEC Influências Eletromagnéticas, Tensões Induzidas de Baixa Freqüência AM 6 Sem Geradas permanentemente ou na ocorrência de faltas ITU-T 17 Influências Eletromagnéticas, Componentes contínuas em C.A. AM 7 Sem classificação 18 Influências Eletromagnéticas, Campos magnéticos Radiados AM 8-1 Nível Médio Normal Produzidos por linhas de energia, transformadores e outros equipamentos de frequência industrial e suas harmônicas 19 Influências Eletromagnéticas, Campos elétricos AM 9-1Nível Desprezível Normal 20 Influências Eletromagnéticas, Tensões ou correntes induzidas oscilantes AM 21 Sem 21 Influências Eletromagnéticas, Transitórios Unidirecionais Conduzidos, na faixa do nanossengudo AM 22-3 Nível alto Equipamento normal Rede de baixa tensão 22 Influências Eletromagnéticas, Transitórios Unidirecionais conduzidos, na faixa do micro ao milisegundo 23 Influências Eletromagnéticas, Transitórios Oscilantes Conduzidos AM 23-1 Nível Controlado AM 24 1 Nível Médio Circuitos ou instalações equipadas com dispositivos de proteção contra sobretensões, transformadores aterrados Situações controladas Fenômenos de chaveamento presente normalmente em instalações de edificações 24 Influências Eletromagnéticas, AM 25-1 Nível
8 Pág. 8 Item Condição Características Observação Fenômenos Radiados de Alta frequência Desprezível 25 Influências Eletromagnéticas, descargas eletrostáticas AM 31-1 Nível baixo Normal Descargas geradas particularmente por pessoas caminhando sobre carpetes sintéticos. Nível depende do tipo de carpete e da umidade do ar 26 Influências Eletromagnéticas, Radiações ionizantes Sem 27 Radiação Solar AN - 1 desprezível Intensidade 500 W/m² 28 Descargas Atmosféricas AQ 1 Desprezíveis Normal 29 Movimentação do Ar AR 1 Desprezível Velocidade 1 m/s 30 Vento AS 1 Desprezível Velocidade 20 ms 8.2. Utilização Item Condição Características Observação 1 Competência das pessoas BA 4 Advertidas Pessoas Advertidas A instalação é mantida por pessoas suficientemente informadas ou supervisionada por pessoas qualificadas 2 Resistência elétrica do Corpo Humano BB 2 Normal Condições secas 3 Contato das Pessoas com o potencial de terra BC 2 Raro Em condições habituais, as pessoas não estão em contato com elementos condutivos ou postadas sobre superfícies condutivas 4 Condições de Fuga das Pessoas em Emergências 5 Natureza dos materiais Processados ou Armazenados BD 3 Tumultuada BE 1 Riscos Desprezíveis Locais de afluência de público 8.3. Construção das edificações Item Condição Características Observação 1 Materiais de Construção CA 1 Não Combustíveis
9 Pág. 9 2 Estrutura das edificações CB 1 Riscos Desprezíveis 9. Parâmetros e Dimensionamento do Sistema de Iluminação A. Norma de Referência : NBR 5413 Iluminância de Interiores - Data de Publicação: Parâmetros Considerados por Ambiente da Instalação Item Descrição Dados 1 Tipo de Atividade BANCO 2 Classe de Tarefa Visual B 3 Fatores de Determinação de Iluminância 3.1 idade (anos) Fator: velocidade de precisão Fator: refletância do fundo de tarefa Superior a 70 % Fator: soma total dos fatores: Parâmetros de Projeto A. Vide Anexo 1 B. OBSERVAÇÃO: Nem todos os modelos de luminárias utilizados no projeto existem no software. Assim, para efeitos de cálculo, utiliza-se uma luminária de um modelo diferente, mas com as mesmas características daquela definida no projeto. Por isso não se deve utilizar o memorial de cálculo como referência para as luminárias, mas sim os modelos descritos e especificados no projeto.
10 Pág Parâmetros e Dimensionamento do QGBT Tabela 1 Cargas consideradas em projeto Nº DO CIRCUITO POT. UNITÁRIA (W) RELAÇÃO DE CARGA - QGB T ELETRICIDADE EQUIPAMENTO fp POT. UNI- POT. DE- POT. TO- TÁRIA MANDADA TAL (VA) (VA) (VA) TENSÃO (V) FASES DESCRIÇÃO QTDE FD QFL- T , F+ N+ T QUADRO DE FORÇA E LUZ DO TÉRREO 1 0,83 QFL- M , F+ N+ T QUADRO DE FORÇA E LUZ DO MEZANINO 1 0,78 QFNB , F+ N+ T QUADRO DE FORÇA DO NO BREAK 1 0,91 QFAC , F+ N+ T QUADRO DE FORÇA DO AR CONDICIONADO 1 0,8 RES , F+ N+ T RESERVA 0 1 RES , F+ N+ T RESERVA 0 1 P S Sd FP FD ILUM/ TOMADAS 36,75kW 45,88kVA 38,67kVA 0,8 0 0,84 AR CONDICIONADO 3 1,0 2kW 32,65kVA 2 6,12kVA 0,9 5 0,80 RESERVA 0,72kW 0,90kVA 0,9 0kVA 0,8 0 1,00 TOTAL 68,49kW 78,56kVA 64,82kVA 0,8 7 0,83 P - POTÊNCIA ATIVA INSTALADA S - POTÊNCIA APARENTE INSTALADA Sd - POTÊNCIA APARENTE DEMANDADA fp - FATOR DE POTÊNCIA MÉDIO FD - FATOR DE DEMANDA MÉDIO 11. Dimensionamento de Condutores e Queda de Tensão Resultados 1 Software utilizado Doc 2 Norma de Referência NBR Instalações Elétricas de Baixa Tensão 3 Data de Publicação 01/09/09 4 Tabela de resultados Vide ANEXO A. Para os cálculos das correntes de curto, utiliza-se o programa DOC. Os dados de entrada considerados e os resultados de saída estão nos Anexos descritos abaixo. O diagrama associa os dados de entrada aos de saída, para referências: Alimentação
11 Pág. 11 No-Break Cargas Genéricas Quadros Correntes de Curto-Circuito A tabela abaixo resume algumas abreviações apresentadas nos anexos: L[m] distância em m Ib [A] corrente de projeto Iz [A] condutividade do cabo I k [ka] corrente de curto de falta direta simétrica inicial Ib [Ka] corrente simétrica de abertura em curto-circuito Ibasym [ka] corrente assimétrica de abertura em curo FF - Fase-Fase FG - Fase-Terra Krid produto total dos coeficientes de correção dv % - queda de tensão percentual Ik [ka] corrente de curto circuito permanente, onde Ik min representa o valor de Ik mínimo (ponto mais distante da fonte) e Ik max representa o valor máximo (ponto mais próximo da fonte) Ip [ka] valor de crista da corrente de curto presumida Idc [ka] componente aperiódica da corrente de curo FFF - Trifásica FN Fase-Neutro B. Os disjuntores apresentados no diagrama são sugestivos e não são aqueles utilizados em projeto. O projeto apresenta os valores corretos a serem utilizados. 12. Seletividade e Proteção Resultados 1 Software utilizado Doc 2 Norma de Referência NBR Instalações Elétricas de Baixa Tensão 3 Data de Publicação 01/09/09 4 Tabela de resultados Vide gráficos abaixo A. A proteção dos cabos alimentadores é garantida quando a curva de atuação do disjuntor (faixa vermelha) está à esquerda da curva do cabo ( linha azul), ou seja, o disjuntor atua antes que ocorra a danificação do cabo. O gráfico 1 ilustra a proteção existente no alimentador do QGBT. B. A seletividade entre os disjuntores é comprovada por suas curvas de atuação. As curvas coloridas representam os disjuntores a jusante. A curva vermelha representa o disjuntor a montante. Como as curvas azul, verde e rosa estão a esquerda da curva vermelha, a seletividade entre os dois disjuntores está garantida, ou seja, o disjuntor à jusante atua primeiro do que o disjuntor a montante. Os gráficos 2 ilustra a seletividade entre os disjuntores do QGBT.
12 Pág. 12 Curva Tempo-Corrente LLL Ikmax=10.0kA 1E4s 1E3s 100s 10s 1s QGBT 0.1s Alim QGBT 1E-2s 1E-3s 1E-4kA 1E-3kA 1E-2kA 0.1kA 1kA 10kA 100kA 1E3kA 1E4kA 1E5kA 1E6kA 1E7kA Gráfico 1 - Proteção do cabo alimentador geral pelo disjuntor geral de entrada Curva Tempo-Corrente LLL Ikmax=10.0kA 1E4s 1E3s 100s 10s 1s QGBT 0.1s QNB 1E-2s 1E-3s 1E-4kA 1E-3kA 1E-2kA 0.1kA 1kA 10kA 100kA 1E3kA 1E4kA 1E5kA 1E6kA 1E7kA Gráfico 2 Seletividade entre o disjuntor geral de entrada e os disjuntores de saída do QGBT 13.Lista de Anexos Diagrama Anexo 01 Iluminância de interiores Anexo 02 Relatórios 14.Normas de Referência:
13 Pág. 13 NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão Data de Publicação: 09/2004 NBR Instalações Elétricas de Média Tensão de 1,0kV a 36,2kV Data de Publicação: 05/2005 NBR 5413 Iluminância de Interiores Data de Publicação: 04/1992 NBR 5419 Proteção de Estruturas Contra Descargas Atmosféricas Data de Publicação: 07/2005 NBR Sistema de Iluminação de Emergência Data de Publicação: 09/1999 Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho - NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Data de Publicação: 12/2004
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