NÚCLEO DISTRITAL DE MERGULHO
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- Victorio de Barros Mendes
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1 NÚCLEO DISTRITAL DE MERGULHO REGULAMENTO GERAL INTRODUÇÃO O Decreto Lei n.º. 295/2000, de 17 de Novembro, que aprova o Regulamento Geral dos Corpos de Bombeiros, atribui-lhes, entre outras, a missão do socorro a náufragos e buscas subaquáticas (Art.º. 3º. Alínea c). O grau de risco e a especialidade que representa o exercício da actividade que permite o cumprimento desta missão, recomendam uma organização sinérgica adequada, de modo a que impere o rigor técnico, tendo como objectivo a obtenção de resultados operacionais que assentem em padrões de eficiência, no cumprimento escrupuloso, tanto das regras de segurança como das demais regras técnicas, que norteiam a actividade do mergulho, envolvendo Bombeiros. Pretende este regulamento, criar as condições de organização no Sector Operacional Distrital de Portalegre, através do qual, a actividade do mergulho se desenvolva de forma objectiva, orientada e com elevados padrões de segurança. SECÇÃO I ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO Dec.-Lei n.º 49/2003 de 25 de Março Cria o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil. Dec.-Lei n.º 295/2000 de 17 de Novembro Regulamento Geral dos Corpos de Bombeiros. Dec.-Lei n.º 296/2000 de 17 de Novembro Centros de Coordenação de Socorros. PDF by
2 Portaria n.º 449/2001 de 5 de Maio Sistema de Socorro e Luta contra Incêndios (SSLI) Dec.-Lei n.º 209/2001 de 28 de Julho Alteração aos DL n.º s 293/2000; 295/2000; 296/2000 e 297/2000. Portaria n.º 1314/2001 de 24 de Novembro Regulamento de Uniformes de Bombeiros; Normas Operacionais Permanentes, em vigor. SECÇÃO II ÂMBITO 1 OBJECTIVO O presente regulamento visa criar condições para a constituição, de forma organizada e coordenada, de um núcleo de mergulho no SOD de Portalegre, adiante designado por NMERG12, integrando todos os elementos dos Corpos de Bombeiros devidamente credenciados para esta prática de acordo com a legislação em vigor. 2 ORGANIZAÇÃO OPERACIONAL O NMERG12 assenta numa forma de organização conjuntural e quando em operação, respeita sempre o Sistema de Comando Operacional. SECÇÃO III MISSÃO No âmbito do Artº.3º., alínea c) do Regulamento Geral dos Corpos de Bombeiros, o NMERG12 tem por missão, o socorro a náufragos e buscas subaquáticas.
3 SECÇÃO IV ACTIVIDADE 1. Para além da intervenção urgente nas operações de socorro imprevisíveis, toda a actividade do Núcleo de Mergulho será planeada através de um Plano Anual de Actividades. 2. Para o desempenho da sua missão, o NMERG12 desenvolve o seguinte tipo de mergulhos: a. Resgate de vitimas. b. Resgate de equipamentos e materiais. c. Apoio e segurança a eventos desportivos e outros. d. Verificação e reparação de estruturas. e. Treino. SECÇÃO V ÁREA GEOGRÁFICA DE ACTUAÇÃO 1. Em toda a área do território do Distrito de Portalegre, mediante mobilização do Coordenador Distrital/CDOS. 2. Em toda a área do território Nacional, mediante mobilização do CNOS.
4 SECÇÃO VI PESSOAL O núcleo de mergulho é constituído pelos seguintes elementos: 1- SUPERVISOR DO NÚCLEO Bombeiro mergulhador detentor, obrigatória e cumulativamente dos seguintes requisitos: a) Habilitação especializada como mergulhador, credenciado por uma escola reconhecida, de acordo com a legislação em vigor. b) Habilitação especializada como bombeiro mergulhador, credenciado pela Marinha Portuguesa. c) Habilitação especializada como Supervisor de mergulho, credenciado pela Marinha Portuguesa. d) Experiência reconhecida na actividade do mergulho. 2 CORPO DE MERGULHADORES Todos os elementos dos Corpos de Bombeiros devidamente credenciados para esta prática de acordo com a legislação em vigor, com inspecção médica válida e classificação de APTO nas Provas Anuais de Aptidão para o Mergulho. 3 CONDUTORES DE BOTES Todos os elementos dos Corpos de Bombeiros devidamente credenciados com Carta de Marinheiro, por um Escola credenciada, de acordo com a legislação em vigor.
5 SECÇÃO VII ORGANIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO 1. As intervenções de mergulho só podem ser levadas a efeito na presença de um Supervisor de Mergulho. 2. O número de mergulhadores a intervir em qualquer missão é definido pelo Supervisor, atendendo às características da missão. 3. Estabelece-se como número mínimo de mergulhadores o seguinte: a) Missões com profundidades até 10 metros 2 mergulhadores; b) Missões com profundidades superiores a 10 metros 3 mergulhadores; 4. Nas missões que envolvam apoio por botes, estes devem ser guarnecidos com um condutor de embarcações devidamente credenciado. 5. Nos mergulhos previstos em e) do nº. 2 da Secção IV Actividades, o NMERG12 intervém com a totalidade dos elementos que o integram. 6. Em todas as actividades de mergulho, a profundidades superiores a 10 metros, é obrigatório a existência de um Mergulhador Pronto. 7. Todas as acções de mergulho, são apoiadas, no mínimo, por um bote, uma ABSC e uma VAME ou, na sua falta, um VTPT. Estes meios serão reforçados de acordo com as necessidades da operação. 8. A intervenção do NMERG 12 carece sempre do conhecimento do Coordenador Distrital/CDOS. local.
6 SECÇÃO VIII ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 1 Do Supervisor do Núcleo: 1.1 Em fase de planeamento: a. Elaborar um Plano de Anual de Actividades, a apresentar ao CDCDOS até ao fim do mês de Novembro, anterior ao ano a que se refere. b. Propor um Plano Anual de Formação que comporte as necessidades de actualização, cursos especializados assim como necessidade de meios humanos. c. Avaliar e classificar os mergulhadores nas Provas Anuais de Aptidão para o Mergulho (PAAM), durante o mês de Junho. d. Elaborar e enviar ao CDCDOS, relatório mensal, onde constem os mergulhos verificados. d.1. No mês de Junho anexar os resultados das PAAM e o período de férias de cada mergulhador APTO nas PAAM. d.2. No mês de Maio, Outubro e Janeiro anexar as cadernetas individuais de mergulho para homologação dos mergulhos. 1.2 Em fase de operação: a. Comparecer no T.O. e assumir a supervisão da operação; b. Colaborar com o CMDT das operações na elaboração do plano estratégico de acção; c. Elaborar o planeamento com vista à mobilização dos meios necessários à operação;
7 d. Comparecer em todos os T.O. S, desde que mobilizado pelo CDCDOS, assumindo as missões que lhe forem confiadas; e. Propor ao CMDT das operações a desmobilização de meios; f. Reportar ao CDCDOS, mediante relatório, todo e qualquer incidente fora da rotina da intervenção. 2 Corpo de mergulhadores: A) Cumprir com as missões que lhe forem confiadas, assumindo a execução táctica da estratégia definida em plano estratégico de acção pelo Supervisor; B) Colaborar com o Supervisor no planeamento das operações. 3 Condutores de botes: A) Conduzir os botes de apoio às operações, cumprindo e respeitando as indicações do Supervisor. SECÇÃO IX EQUIPAMENTO 1- Os equipamentos de mergulho são os existentes nos Corpos de Bombeiros aos quais os mergulhadores, que integram o núcleo, pertencem. 2- Os botes de apoio são os existentes nos Corpos de Bombeiros do Distrito.
8 SECÇÃO X FLUXO DE INFORMAÇÕES De toda a actividade do NMERG12, é dado conhecimento ao CDOS, que informa: 1 O Coordenador Distrital. 2 O Supervisor do Núcleo. 3 O CNOS nos casos previstos nas NOP s para o efeito. SECÇÃO XI CONSIDERAÇÕES FINAIS Assumem-se todas as alterações legais aplicáveis, que entrem em vigor após a aprovação do presente Regulamento. Portalegre, 23 de Fevereiro de 2005 O Coordenador Distrital Belo Costa
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