Utilizadores e grupos
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- Pedro Lucas Carreiro Teixeira
- 9 Há anos
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1 Utilizadores e grupos
2 Estrutura: Visualização dos utilizadores ligados Visualização das secções de login Criação de utilizadores Criação de password do utilizador Criação de grupos Identificação de UID e GID Alteração de nomes de login Desactivação temporária um utilizador Directivas de utilizador
3 Visualização dos utilizadores ligados Quando diversas pessoas têm acesso a um sistema, é necessário que o administrador sistema gira os utilizadores. Para isto, os comandos usuais e os ficheiros a configurar devem ser conhecidos. -l list Mostra os detalhes de todos os usuários conectados no momento. Entre os detalhes, estão incluídos o nome do interpretador de comandos (shell) do usuário, diretório home, nome do usuário, endereço, etc. Os ficheiros a conhecer são : *o ficheiro/etc/passwd *o ficheiro/etc/group
4 O ficheiro /etc/passwd O ficheiro /etc/passwd contém todas as informações relativas aos utilizadores (registo, senha, ). Só o superutilizador Sudo su (root) deve poder alterá-las. É necessário, então, alterar os direitos deste ficheiro de modo a que seja só de leitura para os outros utilizadores Este ficheiro possui um formato especial que permite localizar cada utilizador, cada uma das suas linhas possui o formato seguinte : nom_du_compte ; mot_de_passe ; numero_utilisateur ; numero_de_groupe ; commentaire ; répertoire ; programme_de_demarrage
5 O ficheiro /etc/group O ficheiro /etc/group contém a lista dos utilizadores que pertencem aos diferentes grupos. Com efeito, quando numerosos utilizadores podem ter acesso ao sistema, estes são frequentemente reunidos em diferentes grupos que têm cada um os seus próprios direitos de acesso aos ficheiros e directórios. Compõe-se de diferentes campos separados por : : nom_de_groupe : champ_special : numero_de_groupe : membre1, membre2
6 Visualização das secções de login O sistema operativo Linux oferece-lhe a possibilidade de obter alguma informação sobre os utilizadores que estejam a trabalhar no sistema em simultâneo consigo. Para isso, dispõe de três comandos: who, finger e w.
7 Criação de utilizadores O processo de criação de utilizadores pode ser realizado via consola ou ambiente gráfico. Para quem não está habituado a consola, o ambiente gráfico é mais flexível e simples. Para isso vamos a Sistema >Admistração >Users and Groups
8 adduser -disabled-login usuário; Faz com que a conta do usuário seja criada sem a solicitação de uma senha (ou seja, não executa o comando passwd). No entanto, a conta não poderá ser usada até que o usuário defina sua senha de acesso; adduser -force-badname usuário: Em geral, os sistemas GNU/Linux checam se a conta criada pode ter em seu nome (ou mesmo na senha) algo que aumente os riscos ao sistema. Com esse comando, o sistema é instruído a não fazer esse tipo de verificação;
9 - Em seguida se pretendermos criar um utilizador, podemos carregar em Add e depois indicar as informações para o novo utilizador (que deverá ser diferente dos já existentes no sistema) -Após a criação do utilizador, é de imediato pedido para o utilizador definir uma nova password. -f [nome] Muda o nome completo do usuário.
10 O utilizador pode ainda definir algumas permissões para o utilizador recém criado, assim como modificar outras informações do utilizador (ex. shell, nome, password, home directory, etc). Para apagar um utilizador basta facilmente seleccioná-lo e carregar no botão Delete.
11 Criação de grupos adduser -group grupo; Com esse parâmetro, ao invés de uma conta de usuário, um grupo é criado. Para essa tarefa também pode-se utilizar o comando addgroup; adduser -home diretório usuário; com essa opção, você define em qual diretório ficará o "home" do usuário. Se esse parâmetro não for usado, o sistema criará o "home" no diretório padrão (geralmente, em /home/nome_do_usuário). Se preferir que nenhum diretório desse tipo seja criado, você pode utilizar a opção -no-createhome (não recomendável);
12 Identificação de UID UID: identificador (único) de cada conta de utilizador. Os números de 0 a 99 são frequentemente reservados para próprias contas da máquina. Os valores superiores a 100 ficam reservados para as contas de utilizador. Esta linha de comando encontra todos os arquivos no sistema de propriedade da UID do utilizador e muda a propriedade para o utilizador "newuser": find / -mount -user UID -exec chown newuser {} \;
13 Identificação de GID GID: identificador de grupo. O grupo por defeito (chamado group) tem o número 50. Este identificador é utilizado em relação com os direitos de acesso aos ficheiros. Esta questão dir-lhe-á respeito apenas se o seu sistema comportar mais do que um grupo de utilizadores. (Será necessário então preocupar-se com o ficheiro /etc/group. A variação abaixo muda a propriedade do grupo: find / -mount -group GID -exec chgrp newgroup {} \;
14 Desactivação temporária um utilizador Poderia bloquear uma conta de utilizador com o seguinte comando: passwd peter-i desbloqueá-lo com passwd-u peter Para remover uma conta de utilizador computador poderá também fazer o seguinte: - Login como root - Mudar a identidade para o utilizador a ser removido, para verificar se há alguma nova mensagem importante: doomed_user_login_name su - Excluir a conta do usuário e grupo userdel doomed_user_login_name groupdel doomed_user_login_name
15 -i: deixa a conta inativa, caso a senha tenha expirado; -l: "tranca" a conta do usuário; -u: desbloqueia uma conta que esteja "trancada"; -S: exibe o status da conta (note que a letra S deve estar em maiúscula).
16 Directivas de utilizador /home - Directorias de trabalho locais dos utilizadores; /usr- Contém mais subdirectórios com programas, bibliotecas, utilitários, etc /usr/local Para instalação de programas não oficiais da distribuição /usr/bin A maior parte dos comandos destinados aos utilizadores /usr/src O código fonte do sistema operativo, para quem pretender modificar /usr/lib Bibliotecas (libraries) relacionadas com a programação e os packages
17 BACKUP AGENDAMENTO TAREFAS
18 Estrutura Comando de Backup Linux Compactação ZIP... TAR.GZ Backup Linux o que é importante fazer backup Agendamentos de tarefas o que vamos agendar. Os comandos para o agendamento Diretórios que tem que haver agendamento para executar qualquer coisa.
19 Comandos Backup O comando.tar pode ser considerado o comando mais utilizado para realizar backups no sistema Linux. Com o tar podemos criar um backup geral, seletivo, incremental e até mesmo diferencial, que podem ser feitos em arquivos. Um backup simples com tar pode ser assim: # tar -cf backup.tar /etc/*
20 Esse comando realiza a cópia do diretório /etc inteiro no arquivo backup.tar no diretório corrente. O parâmetro c especificado no comando diz para o tar criar um novo arquivo de backup e o parâmetro f diz que a saída deverá ser redirecionada para um arquivo. Nesse caso especificamos o backup.tar é o mesmo que: # tar -c /etc/* >backup.tar Para extrairmos o conteúdo desse backup é muito simples, basta substituir o parâmetro c pelo parâmetro x. # tar -xf backup.tar
21 Compactação ZIP... TAR.GZ Os arquivos ZIP, em geral, são usados no Microsoft Windows. O formato de compressão preferido no Linux é o GZip (.gz) ou o formato Tarball (.tar.gz). Mas, também se pode compactar e descompactar arquivos ZIP através do zip/unzip, disponível na maioria das distribuições. Para compactar um conjunto de arquivos, faça o seguinte: zip -r nome_do_arquivo.zip diretório_ou_arquivo
22 Compactação ZIP... TAR.GZ O interruptor -r indica que o conteúdo do diretório e seus subdiretórios devem ser compactados. Para descompactar um arquivo, faça o seguinte: unzip nom_du_fichier.zip -d destination
23 Importância do Backup O backup existe como forma de prevenir que os arquivos sejam apagados acidentalmente, seja por falha física, ou por falha humana. O backup garante a integridade dos dados, de configurações, bancos de dados, arquivos de usuários. Mas para um backup ser funcional deve-se ter em mente duas coisas: Um sistema de backup Uma mídia confiável
24 Na primeira parte, vamos considerar primeiro o volume de backup a ser empreendido. Caso o sistema seja pequeno, pode-se considerar um método pequeno, de backups 'full', ou seja, que tudo seja copiado todo o dia, e que garante um pequeno número de mídia. Por isso uma estratégia de backup é importante. Nesses casos criamos um sistema de backup 'full' e um incremental, que copiará somente os dados alterados durante o dia, ou semana.
25 Tipos de Mídia Backup 'FULL' do mês Backup 'FULL' da semana Backup incremental da Segunda Backup incremental da Terça Backup incremental da Quarta Backup incremental da Quinta Backup incremental da Sexta
26 Agendamento de tarefas no Linux (at e cron) O agendamento de tarefas é um recurso muito interessante para a administração de sistemas operacionais. É possível programar a execução de scripts de manutenção do sistema, disparar envio de newsletters, gerar relatórios de analises de logs, entre outros. Podem ser determinados horários específicos para execução ou estabelecer intervalos regulares.
27 Cron No GNU/Linux estes recursos são implementados pelo cron, que pode ser utilizado tanto pelo administrador como pelos outros usuários do sistema. crontab -e Edita o crontab ou cria um caso ainda não exista; crontab -l Mostra o conteúdo do crontab; crontab -r Remove o crontab; crontab -v Mostra quando foi a última vez que o crontab foi editado (disponível em apenas alguns sistemas).
28 Arquivo crontab O crontab controla as tarefas agendadas por cada usuário. Existe um arquivo para o sistema (/etc/crontab) e um para cada usuário, localizado em /var/spool/cron/<usuário>.
29 Comando AT O comando "at" pode agendar tarefas de forma semelhante ao cron, e é integrado à interface de linha de comando do Linux. É muito eficiente se aplicado no agendamento de tarefas que sejam disparadas somente uma vez. Uma características deste programa é a execução de aplicativos que tenham passado de seu horário de execução. É muito útil se o computador é desligado com muita frequência ou quando ocorrer alguma interrupção, nesse caso falta de energia.
30 Agendando tarefas com o at echo ls /var/log at 10am today - Executa às 10 da manhã de hoje; echo updatedb at 10:00pm today - Executa às 10 da noite de hoje; echo netstat at 14:30 tomorrow - executa o comando netstat às 14:30 da tarde; at -f commands.txt teatime - Executa os comandos especificados no arquivos "commands.txt" no horário do chá da tarde (às 16:00 horas); at -f commands.txt +3 minutes - Executa comandos especificados no arquivo "commands.txt" daqui a 3 minutos. Todas as tarefas agendadas são armazenadas em arquivos dentro do diretório /var/spool/cron/atjobs. Para ver as tarefas, digite: # atq Para remover uma tarefa, use comando "atrm" seguido do número da tarefa obtida pelo atq
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