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- Luiza Azenha Ferrão
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1 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº DF (2008/ ) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO ESPECIAL. OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. - Rejeitam-se os embargos de declaração quando ausentes omissão, contradição ou obscuridade no acórdão. - Não existe omissão na decisão que apresenta fundamentação clara e precisa quanto aos pontos jurídicos relevantes ao deslinde da disputa. - Ofensa à Súmula de Tribunal não autoriza interposição de Recurso Especial arrimado na alínea "a", do permissivo constitucional. Embargos de declaração rejeitados. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da TERCEIRA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas constantes dos autos, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora. Os Srs. Ministros Massami Uyeda, Sidnei Beneti, Vasco Della Giustina e Paulo Furtado votaram com a Sra. Ministra Relatora. Brasília (DF), 17 de março de 2009(Data do Julgamento) MINISTRA NANCY ANDRIGHI Relatora Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 1 de 6
2 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº DF (2008/ ) RELATÓRIO A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relator): Trata-se de embargos de declaração interpostos por Comercial São Patrício Ltda. contra decisão colegiada assim ementada: "DIREITO CIVIL. VIZINHANÇA. CONDOMÍNIO COMERCIAL QUE ADMITE UTILIZAÇÃO MISTA DE SUAS UNIDADES AUTÔNOMAS. INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO POR CONDÔMINO QUE CAUSA RUÍDO. INDENIZAÇÃO DEVIDA. DANO MORAL FIXADO EM QUANTUM RAZOÁVEL. - O exercício de posições jurídicas encontra-se limitado pela boa-fé objetiva. Assim, o condômino não pode exercer suas pretensões de forma anormal ou exagerada com a finalidade de prejudicar seu vizinho. Mais especificamente não se pode impor ao vizinho uma convenção condominial que jamais foi observada na prática e que se encontra completamente desconexa da realidade vivenciada no condomínio. - A 'suppressio', regra que se desdobra do princípio da boa-fé objetiva, reconhece a perda da eficácia de um direito quando este longamente não é exercido ou observado. - Não age no exercício regular de direito a sociedade empresária que se estabelece em edifício cuja destinação mista é aceita, de fato, pela coletividade dos condôminos e pelo próprio Condomínio, pretendendo justificar o excesso de ruído por si causado com a imposição de regra constante da convenção condominial, que impõe o uso exclusivamente comercial, mas que é letra morta desde sua origem. - A modificação do quantum fixado a título de compensação por danos morais só deve ser feita em recurso especial quando aquele seja irrisório ou exagerado. Recurso especial não conhecido". Os embargos apontam omissão quanto aos seguintes dispositivos da Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 2 de 6
3 legislação federal: arts , 2º, 1.277, 1.332, III, do CC/02. Apontam também omissão quanto a Súmula 260/STJ. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 3 de 6
4 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº DF (2008/ ) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI VOTO A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relator): O recurso especial apontou violação ao art. 187 do CC/02 e aos arts , 2º, 1.277, 1.332, III, do CC/02, sempre dentro de um mesmo contexto, pois, no seu entender foi desconsiderada a "destinação comercial do imóvel prevista na Convenção do Condomínio, dando o direito a pessoa que mora irregularmente em imóvel comercial, o direito ao sossego e ao silêncio de imóvel eminentemente comercial" (fls. 745). Ao contrário, estaria demonstrado que a embargante em momento algum "utilizou o imóvel de forma abusiva e com o fim de prejudicar terceiros" (fls. 757/758). Esses argumentos foram apresentados pela embargante, por oportunidade do recurso especial, sob a consideração de que a convenção do condomínio dá ao imóvel destinação comercial, sendo certo que o embargado lhe deu utilização residencial. O acórdão impugnado analisou tais argumentos em conjunto, como indicou expressamente, concluindo que "não se pode impor ao vizinho uma convenção condominial que jamais foi observada na prática e que se encontra completamente desconexa da realidade vivenciada no condomínio", pois, ao assim agir, a embargante age de forma contrária ao princípio da boa-fé objetiva. Em síntese, "não age no exercício regular de direito a sociedade empresária que se estabelece em edifício cuja destinação mista é aceita, de fato, pela coletividade dos condôminos e pelo próprio Condomínio, pretendendo Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 4 de 6
5 justificar o excesso de ruído por si causado com a imposição de regra constante da convenção condominial, que impõe o uso exclusivamente comercial, mas que é letra morta desde sua origem". Com essas conclusões caem por terra as premissas que levaram a embargante a suscitar a violação aos arts. 187, 1.228, 2º, 1.277, 1.332, III, do CC/02. No que diz respeito à Súmula 260/STJ deve-se destacar que essa não foi apontada como "norma" violada. Ainda que assim não fosse, vale destacar que a alegação de afronta à Súmula de Tribunal não viabiliza a interposição de Recurso Especial, pela alínea "a", do permissivo constitucional, de acordo com entendimento desta Corte expresso, por exemplo, nos REsps n /RJ, DJ 28/05/2001, Rel. Min. Felix Fischer; /RJ, DJ 26/06/2001, Rel. Min. Francisco Peçanha Martins; e /PE, DJ 12/11/2001, Rel. Min. Vicente Leal. Por essas razões, vê-se que o acórdão impugnado foi absolutamente claro nas suas premissas e conclusões, tratando de todos os temas que levaram à interposição do recurso especial. Não há que se falar, por isso, em omissão, contradição ou obscuridade que deem ensejo à interposição de embargos de declaração. Forte em tais razões, REJEITO os embargos de declaração. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 5 de 6
6 CERTIDÃO DE JULGAMENTO TERCEIRA TURMA Número Registro: 2008/ EDcl no REsp / DF Número Origem: EM MESA JULGADO: 17/03/2009 Relatora Exma. Sra. Ministra NANCY ANDRIGHI Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro SIDNEI BENETI Subprocurador-Geral da República Exmo. Sr. Dr. JUAREZ ESTEVAM XAVIER TAVARES Secretária Bela. MARIA AUXILIADORA RAMALHO DA ROCHA RECORRENTE RECORRIDO AUTUAÇÃO ASSUNTO: Civil - Direito das Coisas - Posse - Interdito - Proibitório EMBARGOS DE DECLARAÇÃO CERTIDÃO Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: A Turma, por unanimidade, rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora. Os Srs. Ministros Massami Uyeda, Sidnei Beneti, Vasco Della Giustina (Desembargador convocado do TJ/RS) e Paulo Furtado (Desembargador convocado do TJ/BA) votaram com a Sra. Ministra Relatora. Brasília, 17 de março de 2009 MARIA AUXILIADORA RAMALHO DA ROCHA Secretária Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/03/2009 Página 6 de 6
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