Redes de Computadores e Internet
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- Maria Luiza Leila Figueiroa Botelho
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1 Redes de Computadores e Internet Profa. M.Sc. Enga. Maria Cristina Fischer de Toledo [email protected] Curso : Programação Paralela Distribuida Informação 1 /2011 Adaptação: Livro Kurose Redes 1
2 Sumário Objetivos: Obter contexto, terminologia, sentimento sobre redes Abordagem: Usar a Internet como exemplo Protocolos Visão geral: O que é a Internet O que é um protocolo? Como avaliar um protocolo? Bordas da rede Núcleo da rede Rede de acesso e meio físico Estrutura de Internet/ISP ( capacidade Desempenho: perda, atraso, vazão (ou Camadas de protocolo, modelos de serviços Modelagem de redes Redes 2
3 Introdução 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 3
4 O que é a Internet? Milhões de elementos de computação interligados: hospedeiros = sistemas finais Executando aplicações distribuídas Enlaces de comunicação: fibra, cobre, radiofrequencia largura de banda variável Roteadores: encaminham pacotes (blocos de dados) para seus destinos finais Redes 4
5 O que é a Internet? Protocolos: controlam o envio e a recepção de mensagens ex.: PPP, IP, TCP, UDP, HTTP, FTP Internet: rede de redes fracamente hierárquica Internet pública e Internets ( intranets ) privadas Internet standards RFC: Request for comments IETF: Internet Engineering Task Force Redes 5
6 Serviços de Internet Infra-estrutura de comunicação permite aplicações distribuídas: Web, , jogos, e-commerce, compartilhamento de arquivos Serviços de comunicação oferecidos: sem conexão orientado à conexão Redes 6
7 Protocolos 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 7
8 Protocolos humanos: Que horas são? Eu tenho uma pergunta. Apresentações Protocolos: Humanos x Maquinas msgs específicas enviadas ações específicas tomadas quando msgs são recebidas ou outros eventos Protocolos de comunicação em redes: Máquinas no lugar de humanos Toda atividade de comunicação na Internet é governada por protocolos PROTOCOLOS DEFINEM OS FORMATOS, A ORDEM DAS MSGS ENVIADAS E RECEBIDAS PELAS ENTIDADES DE REDE E AS AÇÕES A SEREM TOMADAS NA TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO DE MENSAGENS Redes 8
9 Protocolo Um protocolo humano e um protocolo de rede de computadores: Redes 9
10 Protocolo O serviço oferecido As hipóteses sobre o ambiente onde ele executa, incluindo os serviços utilizados pelo protocolo O vocabulário de mensagens utilizado para implementá-lo O formato de cada mensagem do vocabulário Os algoritmos garantindo a consistência na troca de mensagens e a integridade do serviço oferecido Redes 10
11 Protocolos Como reconhecer um bom projeto de protocolo? Por exemplo, julgando pela sua sobrevivência: Ethernet e IP são bons; protocolos token ring não são muito bons. Quais os aspectos positivos e negativos em um protocolo? Ex.: TCP se adapta a congestionamentos, mas assume que a Internet entrega os pacotes ordenados! Utilizaremos exemplos de protocolos para analisar estas e outras questões Redes 11
12 Fundamentos de Comunicação: Protocolos Especificação do protocolo: A descrição do protocolo é completa e acurada. Safety: Um protocolo faz o que deve fazer todo o tempo. Liveness: Um protocolo é livre de deadlock (sem ruido). Eficiência: Um protocolo utiliza os recursos disponíveis de uma forma eficiente. Justiça (fairness): utilização justa ou contratual dos recursos Simplicidade é desejável mas não necessária! Redes 12
13 Fundamentos : Desempenho de protocolos Atraso médio: Tempo entre a transmissão do primeiro bit e a recepção do mesmo pelo destino. Vazão ou capacidade: Número total de bits transmitidos dividido pelo tempo entre a transmissão do primeiro bit e a entrega do último bit no destino Redes 13
14 Redes de Redes Borda da rede: aplicações e hospedeiros Núcleo da rede: roteadores rede de redes Redes de acesso, meio físico: enlaces de comunicação Redes 14
15 Caracterização: Borda das Redes 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 15
16 As bordas da rede Sistemas finais (hospedeiros): Executam programas de aplicação Ex.: Web, Localizam-se nas extremidades da rede Modelo cliente/servidor O cliente toma a iniciativa enviando pedidos que são respondidos por servidores Ex.: Web client (browser)/ server; client/server Modelo peer-to-peer: Mínimo (ou nenhum) uso de servidores dedicados Ex.: Gnutella, KaZaA Redes 16
17 Borda da rede: serviço orientado à conexão Meta: transferência de dados entre sistemas finais. Handshaking: estabelece as condições para o envio de dados antes de enviá-los Alô: protocolo humano Estados de conexão controlam a troca de mensagens entre dois hospedeiros TCP - Transmission Control Protocol Realiza o serviço orientado à conexão da Internet Serviço TCP [RFC 793] Transferência de dados confiável e seqüêncial, orientada à cadeia de bytes Perdas: reconhecimentos e retransmissões Controle de fluxo: Evita que o transmissor afogue o receptor Controle de congestão: Transmissor reduz sua taxa quando a rede fica congestionada Redes 17
18 Borda da rede: serviço sem conexão Meta: transferência de dados entre sistemas finais O mesmo de antes! UDP - User Datagram Protocol [RFC 768]: oferece o serviço sem conexão da Internet Transferência de dados não confiável Sem controle de fluxo Sem controle de congestão Aplicações que utilizam TCP: HTTP (Web), FTP (transferência de arquivo), Telnet (login remoto), ( ) SMTP Aplicações que utilizam UDP: Streaming media, teleconferência, DNS, telefonia IP Redes 18
19 O núcleo da rede Malha de roteadores interconectados A questão fundamental: como os dados são transferidos através da rede? Comutação de circuitos: usa um canal dedicado para cada conexão. Ex.: rede telefônica Comutação de pacotes: dados são enviados em blocos discretos Redes 19
20 Nucleo da Redes 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 20
21 Definição : Comutação de circuitos Recursos fim-a-fim são reservados por chamada Taxa de transmissão, capacidade dos comutadores Recursos dedicados: não há compartilhamento!! Desempenho análogo aos circuitos físicos (Qualidade de (! garantido Serviço, QoS, Exige estabelecimento de conexão Redes 21
22 Comutação de circuitos Recursos da rede (ex.: capacidade de transmissão) dividido em pedaços Pedaços alocados às chamadas Pedaço do recurso desperdiçado se não for usado pelo ( divisão dono da chamada (sem Formas de divisão da capacidade de transmissão em pedaços ( FDM ) Divisão-em-freqüência ( TDM ) Divisão temporal Redes 22
23 Comutação de circuitos: FDMA Redes 23
24 Comutação de circuitos: TDMA Redes 24
25 Comutação de circuitos: TDMA + FDMA Redes 25
26 Núcleo da rede: comutação de pacotes Cada fluxo de dados fim-a-fim é dividido em pacotes Os recursos da rede são compartilhados em bases estatísticas Cada pacote usa toda a banda disponível ao ser transmitido ( demanda Recursos são usados na medida do necessário (sob Contenção de recursos: A demanda agregada por recursos pode exceder a capacidade disponível Congestão: ( link ) filas de pacotes, espera para utilizar o enlace Armazena-e-reenvia (store-and-forward): pacotes se movem um salto por vez O nó recebe o pacote completo antes de encaminhá-lo Redes 26
27 Comutação de pacotes: multiplexação ( demanda estatística (sob A seqüência de pacotes de A e B não possui padrão específico ( demanda multiplexação estatística (transmissão sob Em contrapartida, no TDM, cada hospedeiro adquire a mesma fatia de tempo (i.e., slot) dentro do frame TDM Redes 27
28 Comutação de pacotes x Comutação de circuitos Comutação de pacotes permite que mais usuários usem a mesma rede! Veja o seguinte exemplo: Enlace de 1 Mbit/s Cada usuário: 100 Kbits/s quando ativo Ativo 10% do tempo Comutação de circuitos: 10 usuários Comutação de pacotes: Ex.: Com 35 usuários, probabilidade mais que 10 ativos menor que 0,0004 Redes 28
29 Comutação de pacotes x comutação de circuitos A comutação de pacotes é melhor sempre? Ótima para dados esporádicos Melhor compartilhamento de recursos Não há estabelecimento de chamada Congestionamento excessivo: atraso e perda de pacotes Protocolos são necessários para transferência confiável, controle de congestionamento Como obter um comportamento semelhante ao de um circuito físico? Garantias de taxa de transmissão são necessárias para aplicações de áudio/vídeo (! effort Problema ainda sem solução (IP is best Redes 29
30 Comutação de pacotes: armazena-e-reenvia Leva L/R segundos para enviar pacotes de L bits para o enlace de R bps O pacote todo deve chegar no roteador antes que seja transmitido para o próximo enlace: armazena e reenvia (!!! saltos Atraso de transmissao = 3L/R (i.e., são três Exemplo: L = 7,5 Mbits R = 1,5 Mbps atraso = 3 x 5 s por enlace = 15 s Redes 30
31 Redes de comutação de pacotes: roteamento Objetivo: mover pacotes entre roteadores da origem ao destino Iremos estudar vários algoritmos de seleção de rotas Redes de datagrama: O endereço de destino determina o próximo salto Rotas podem mudar durante uma sessão Analogia: dirigir perguntando o caminho Rede de circuitos virtuais: Cada pacote leva um número (virtual circuit ID): o número do circuito virtual determina o próximo salto O caminho é fixo e escolhido no instante de estabelecimento da conexão, permanece fixo durante toda a conexão Roteadores mantêm estado por conexão Redes 31
32 Taxonomia da rede Redes 32
33 Redes de acesso e meios físicos P.: Como conectar o sistema final ao roteador de borda? Redes de acesso residencial Redes de acesso institucionais ( empresas (escolas, bancos, Redes de acesso móveis Lembre-se : Qual a largura de banda (bits por segundo) da rede de acesso? Compartilhado ou dedicado? Redes 33
34 Acesso a rede e meio fio 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 34
35 Modem discado Acesso residencial: redes ponto-aponto Até 56 Kbps com acesso direto ao roteador Não é possível navegar e telefonar ao mesmo tempo: não pode estar sempre on-line ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line. Ex. ADSL2+M: ( kbps Até 3.5 Mbps de upstream (hoje tipicamente < 256 ( Mbps Até 24 Mbps de downstream (hoje tipicamente < 1 FDM: 50 khz 1 MHz para downstream 4 khz 50 khz para upstream 0 khz 4 khz para telefonia comum Redes 35
36 Acesso residencial: redes ponto-aponto ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line. Plano de Frequencia: Redes 36
37 Acesso residencial: cable modems ( coaxial HFC: híbrido (fibra e Assimétrico: até 30 Mbps upstream, 2 Mbps downstream Rede de cabo e fibra liga residências ao roteador do ISP Acesso compartilhado das casas de um condomínio ou de um bairro Deployment: disponível via companhias de TV a cabo Redes 37
38 Acesso institucional: redes de área local A rede local (LAN) da companhia/univ conecta sistemas finais ao roteador de acesso Ethernet: Cabo compartilhado ou dedicado conecta sistemas finais e o roteador 10 Mbs, 100 Mbps, Gigabit Ethernet LANs: estudaremos mais adiante Redes 38
39 Redes de acesso sem fio Rede de acesso sem fio compartilhada conecta sistemas finais ao roteador Através de ponto de acesso da estação base LANs sem fio: b (WiFi): 11 Mbps Wide-area de acesso sem fio ( telco ) Provido pelo operador de telecomunicacao Terceira geracao (3G): ~ 384 kbps O que acontecerá WAP/GPRS na Europa Redes 39
40 Redes residenciais Componentes típicos de uma rede residencial: ADSL ou cable modem Roteador/firewall Ethernet Ponto de acesso sem fio Redes 40
41 Bit: propaga-se entre os pares transmissor/ receptor Enlace físico: meio que fica entre o transmissor e o receptor Meios guiados: Meios físicos Os sinais se propagam em meios sólidos com caminho fixo: cobre, fibra ótica ( TP ) Ex.: Twisted Pair Par de fios trançados de cobre isolados Categoria 3: taxas de transmissão até 10 Mbps Categoria 5: 100 Mbps Ethernet Meios não guiados: Propagação livre. Ex.: rádio Redes 41
42 Meio físico: coaxial, fibra Cabo coaxial: Dois condutores de cobre concêntricos Bidirecional banda base: Um único sinal presente no cabo Legado da Ethernet Banda larga: Canal múltiplo no cabo Cabo de fibra óptica: Fibra de vidro transportando pulsos de luz, cada pulso é um bit Alta velocidade de operação: Alta velocidade com transmissão ( Gps ponto-a-ponto (ex.: 5 Baixa taxa de erros Repetidores bem espaçados; imunidade a ruídos eletromagnéticos Redes 42
43 Meio físico: rádio Sinal eletromagnético ( wireless Não há fios físicos (i.e., Ominidirecional ou Direcional O ambiente afeta a propagação (problema: multipath fading): Reflexão Obstrução por objetos Interferência Redes 43
44 Meio físico: rádio Tipos de canais de rádio: Microondas terrestre Canais de até 45 Mbps ( WiFi LAN (ex.: 2 Mbps, 11 Mbps, 54 Mbps ( celular Wide-area (ex.: Celular terceira geracao (3G): centenas de Kbps Satélite ( menores Canal de até 50 Mbps (ou vários canais 270 ms de atraso fim-a-fim Geossíncrono versus LEOS Redes 44
45 Redes de computadores e a Internet 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 45
46 ISP de Zona-1 ex.: AT & T Redes 46
47 Internet Backbone ( ge:internet_map_1024.jpg) Each line is drawn between two nodes, representing two IP addresses. The length of the lines are indicative of the delay between those two nodes. This graph represents less than 30% of the Class C networks reachable by the data collection program in early Lines are colorcoded according to their corresponding RFC 1918 allocation as follows: * Green: com, org * Red: mil, gov, edu * Yellow: jp, cn, tw, au, de * Magenta: uk, it, pl, fr * White: unknown Redes 47
48 Redes de computadores e a Internet 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 48
49 Quatro fontes de atraso de pacotes 1. Processamento nos nós: Verifica erros de bit Determina link de saída 2. Enfileiramento Tempo de espera no link de saída para transmissão Depende do nível de congestionamento do roteador Redes 49
50 Atraso em redes de comutação de pacotes 3. Atraso de transmissão: ( bps ) R= largura de banda do link ( bits ) L= tamanho do pacote Tempo para enviar bits ao link = L/R 4. Atraso de propagação: d = comprimento do link físico ( m/s s = velocidade de propagação no meio (~2x10 8 Atraso de propagação = d/s Nota: s e R são medidas muito diferentes! Redes 50
51 Atraso nodal d no =d proc +d fila +d trans +d prop d proc = atraso de processamento Tipicamente uns poucos microssegundos ou menos d fila = atraso de fila Depende do congestionamento d trans = atraso de transmissão = L/R, significante para links de baixa velocidade d prop = atraso de propagação Uns poucos microssegundos a centenas de milissegundos Redes 51
52 Atraso de filas ( bps ) R = largura de banda do link ( bits ) L = tamanho do pacote A = taxa média de chegada de pacotes Intensidade de tráfego = La/R La/R ~ 0: atraso médio de fila pequeno La/R -> 1: atraso se torna grande La/R > 1: mais trabalho chega do que a capacidade de transmissão. O atraso médio cresce indefinidamente! Redes 52
53 Atrasos e rotas da Internet real Traceroute: gaia.cs.umass.edu to Três medidas de atraso de gaia.cs.umass.edu para csgw.cs.umass.edu 1 cs-gw ( ) 1 ms 1 ms 2 ms 2 border1-rt-fa5-1-0.gw.umass.edu ( ) 1 ms 1 ms 2 ms 3 cht-vbns.gw.umass.edu ( ) 6 ms 5 ms 5 ms 4 jn1-at wor.vbns.net ( ) 16 ms 11 ms 13 ms 5 jn1-so wae.vbns.net ( ) 21 ms 18 ms 18 ms 6 abilene-vbns.abilene.ucaid.edu ( ) 22 ms 18 ms 22 ms 7 nycm-wash.abilene.ucaid.edu ( ) 22 ms 22 ms 22 ms ( ) 104 ms 109 ms 106 ms 9 de2-1.de1.de.geant.net ( ) 109 ms 102 ms 104 ms 10 de.fr1.fr.geant.net ( ) 113 ms 121 ms 114 ms 11 renater-gw.fr1.fr.geant.net ( ) 112 ms 114 ms 112 ms 12 nio-n2.cssi.renater.fr ( ) 111 ms 114 ms 116 ms 13 nice.cssi.renater.fr ( ) 123 ms 125 ms 124 ms 14 r3t2-nice.cssi.renater.fr ( ) 126 ms 126 ms 124 ms 15 eurecom-valbonne.r3t2.ft.net ( ) 135 ms 128 ms 133 ms ( ) 126 ms 128 ms 126 ms * sem resposta (perda de probe, roteador não 17 * * * 18 * * * ( responde 19 fantasia.eurecom.fr ( ) 132 ms 128 ms 136 ms link transoceânico Redes 53
54 Perda de pacotes A fila no buffer que precede o enlace possui capacidade finita Quando um pacote chega a uma fila ( perdido cheia, ele é descartado (isto é, O pacote perdido pode ser retransmitido pelo nó anterior, pelo sistema final do emissor, ou não ser retransmitido Redes 54
55 Camadas de protocolos Redes são complexas Muitos componentes: Hospedeiros Roteadores Enlaces de vários tipos Aplicações Protocolos Hardware, software QUESTÃO: Há alguma esperança de organizar a arquitetura de uma rede? Ou pelo menos nossa discussão sobre redes? Redes 55
56 Organização de uma viagem aérea Uma série de passos Redes 56
57 Camadas de funcionalidades da companhia aérea Camadas: cada camada implementa um serviço Via suas próprias ações internas Confiando em serviços fornecidos pela camada inferior Redes 57
58 Por que as camadas? Convivendo com sistemas complexos: A estrutura explícita permite identificação, o relacionamento das partes de um sistema complexo Um modelo de referência em camadas permite a discussão da arquitetura Modularização facilita a manutenção, atualização do sistema As mudanças na implementação de uma camada são transparentes para o resto do sistema Ex.: novas regras para embarque de passageiros não afetam os procedimentos de decolagem Redes 58
59 Pilha de protocolos da Internet Aplicação: suporta as aplicações de rede FTP, SMTP, HTTP Transporte: transferência de dados hospedeiro- ( fim-a-fim ) hospedeiro TCP, UDP Rede: roteamento de datagramas da origem ao destino IP, protocolos de roteamento Enlace: transferência de dados entre elementos vizinhos da rede PPP, Ethernet Física: transmissão física dos bits nos canais Redes 59
60 Encapsulamento Redes 60
61 Redes de computadores e a Internet 1.1 O que é Internet? 1.2 Protocolos de comunicação em redes 1.3 Borda da rede 1.4 Núcleo da rede 1.5 Acesso à rede e meio físico 1.6 Estrutura da Internet e ISPs 1.7 Atraso e perda em redes de comutação de pacotes 1.8 Camadas de protocolo, modelos de serviço 1.9 História Redes 61
62 História da Internet : primeiros princípios da comutação de pacotes 1961: Kleinrock - teoria das filas mostra a efetividade da comutação de pacotes 1964: Baran - comutação de pacotes em redes militares 1967: ARPAnet concebida pela Advanced Research Projects Agency 1969: primeiro nó da ARPAnet operacional 1972: ARPAnet é demonstrada publicamente NCP (Network Control Protocol) primeiro protocolo hospedeirohospedeiro Primeiro programa de ARPAnet cresce para 15 nós Redes 62
63 História da Internet : Inter-redes, redes novas e proprietárias 1970: ALOHAnet rede via satélite no Havaí 1973: tese de PhD de Metcalfe propõe a rede Ethernet 1974: Cerf e Kahn - arquitetura para interconexão de redes Final dos anos 70: arquiteturas proprietárias: DECnet, SNA, XNA ( ATM Final dos anos 70: comutação com pacotes de tamanho fixo (precursor do 1979: ARPAnet cresce para 200 nós Princípios de interconexão de redes de Cerf e Kahn : Minimalismo, autonomia - não se exigem mudanças internas para interconexão de redes ( effort Modelo de serviço: melhor esforço (best Roteadores stateless Controle decentralizado Define a arquitetura da Internet de hoje Redes 63
64 História da Internet : comercialização, a Web, novas aplicações Início dos anos 90: ARPAnet descomissionada 1991: NSF retira restrições sobre o uso comercial da NSFnet (descomissionada ( 1995 em Início dos anos 90: WWW Hypertext [Bush 1945, Nelson 1960 s] HTML, HTTP: Berners-Lee 1994: Mosaic, depois Netscape Final dos anos 90: comercialização da Web Final dos anos : Mais aplicações killer : instant messaging, P2P file sharing segurança de redes à dianteira Est. 50 milhões de hospedeiros, 100 milhões de usuários Enlaces de backbone operando a Gbps Redes 64
65 Resumo O que foi abordado nessa primeira parte: Internet overview O que é um protocolo? Borda da rede, núcleo, rede de accesso Comutação de pacotes versus comutação de circuitos Estrutura da Internet/ISP Desempenho: perda, atraso Camadas e modelos de serviços História Você agora tem: Contexto, visão geral, sentimento das redes Mais profundidade e detalhes virão mais tarde no curso Redes 65
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