TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE LISBOA
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- Aline do Amaral Alcaide
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1 Vi Proc. N.~ 7251/07 3 Secção Relator: Carlos Rodrigues de Almeícia + Acordam, em conferência, no Tribunal da Relação de Lisboa 1 No dia 29 de Novembro de 2007, deu entrada neste tribunal requerimento que, na parte para este efeito relevante, se transcreve: SOCIEDADE AVEIRENSE DE HIGIENIZA ÇÃO DE SAL, LDA. (adian~e abreviadamente designada por SAHS 9, sociedade com sede na Estrada No+ do Canal, em Aveiro, com o NIPC e matrícula no registo comercial à, 1.
2 com o capital social realizado de ,95, Recorrente nos autos do processa em epigrafe, em que é Recorrido o Ministério Publico e outros, tendo sido notificada do douto Acórdão proferido nestes autos em 07/1 1/2007, vem, nos termos, v. a3 do disposto no art. 380 do CPP, e do CPC, aplicáveis por força do disposta no art do RGCOC e nos ada 40 e do CPP, requerer a rectificação da mesma, o que faz nos termos e com os fundamentos seguintes1: Dos erros materiais cuja rectificação se requer: 1 - Na página 2, terceiro parágrafo, é referido que a ora requerente foi condenada 7...) na coima de 95.00,00 (.4, quando, segundo resulta do próprio contexto, pretenderia referir-se que a mesma tinha sido condenada (.4 na coima de ,00 ( 2 - Na página 28, último parágrafo (Nota 4), onde se diz 7...) direito a que o interessado solicite a sua correcção da sentença (, terá pretendido dizer-se 7...) direito a que o interessado solicite a correcção da sentença (, ou então (...) direito a que o interessado solicite a sua correcção ( Na página 29, segundo parágrafo, onde se diz (...) aquelas que se contém, pretenderia dizer-se 7...) aquelas que se contém ( Na página 30, terceiro parágrafo, onde se diz (...) que considera ser uma factor (.4, pretendia dizer-se 7...) que considera ser um factor ( Na página 34, quarto parágrafo, onde se diz (...) decidir livremente a sua política empresarial (, pretendia dizer-se (..) decidirem livremente a sua política empresarial ( Na página 35, oitavo parágrafo (ponto 14 7, onde se diz (..) a violação do disposto não artigo 4 ~. pretendia dizer-se (...) a violação do disposto no artigo 4(7) No intróito do requerimento, onde se diz tendo sido notificada do douto Acórdão proferido nestes autos em 07/11/2007, vem, nos termos, v. g., dc disposto no art. 380 do CPP, e do CPC, aplicáveis porforça do disposto no art 41-1 do RGCOC e nos ana 4 e do CPP, requerer a rectificação da mesnuz. o que faz nos termos e com os fundamentos seguintes, terá pretendido dizer-se tendo sido notificada do douto Acórdão proferido nestes autos em 07/11/2007, vem, nos termos, v. g., do disposto no art. 380 do CPP, e do CPC, aplicáveis porforça do disposto no art. 41 -) do RGCCC e nos uns. 4 e do CPP, requerer a rectificação do mesmo, o que faz nos termos e com os fundamentos seguintesa. 2
3 Nestes termos, ao abrigo do disposto nos arts do CPP, a~1 do CPC, aplicáveis por força do disposto no ad. 41 0~J do RGCQC nos arts. 4. e do CPP, requerem a V.Exas se dignem proceder à correcção do douto Acórdão, através da rectificação dos pc atos supra referidos, com as legai~ consequências 2. Depois de assegurado o contraditório, importa apreciar esse requerimento. 2 A recorrente SAHS detectou, nas 42 páginas do texto di acórdão proferido nestes autos no dia 7 de Novembro passado, 6 erro de escrita (lapsos, erros ortográficos e sintácticos) que, não obstante r cuidado da revisão, existem efectivamente naquele texto e que, por ts motivo, não podem deixar de ser corrigidos. Dai que: - Quando na p. 2 se lê: «c) A «Sociedade Aveirense de Higienização de Sal, Lda., na coima de (noventa e cinco mil euros);» «e) A «Sociedade Aveirense de Higienização de Sai., Lda., na comia de ,00 (noventa e cinco mil euros); - Quando na nota 4 da p. 28 se lê: 2 Na parte final do requerimento, onde se diz Nestes termos, ao abrigo do disposto nos art: do CPP, do CPC, aplicáveis porforça do disposto no cri do ROCOC ni s afta 4. e do CPP, requerem a V.&cas se dignem proceder à correcçâo do douto Acórdã, através da rectificação dos pontos supra referidos, com as legais consequências», uma vez que o requerimento é formulado apenas pela sociedade recorrente, terá pretendido dizer-se «Nes4~s termos, ao abrigo do disposto nos arts do CPP, do CPC, aplicáveis por força do disposto no art do R0000 nos arts. 4. e do CPP, requer a V.Exas se dignepi proceder à correcção do douto Acórdão, através da rectficaçáo dos pontos supra referidos, com as legais consequéncüis». 3
4 «Dá apenas direito a que o interessado solicite a sua correcção da sentença, como resulta da alínea a) do artigo 380 do mesmo diploma». «Dá apenas direito a que o interessado solicite a correqç~ da sentença, como resulta da alínea a) do artigo 380 do mesmo diploma». - Quando na p. 29 se lê: «A alínea a) do n. 1 do artigo 379 só comina como tal o desrespeito das exigências relativas ao núcleo da sentença, que são aquelas que se contém no n. 2 e na alínea b) do n. 3 do artigo 374 do Código». «A alínea a) do n. 1 do artigo 379 só comina como tal o desrespeito das exigências relativas ao núcleo da sentença, que são aquelas que se contêm no n. 2 e na alínea b) do n. 3 do artigo 374 dc> Código». - Quando na p. 30 se lê: «Ao longo de 20 densas pãginas (fis. 91 a 110) analisa, ponto por ponto, cada um dos factores relevantes para a determinação da coima, nomeadamente sobre a não violação do artigo 810 do Tratado, que considera ser uma factor que diminui a ilicitude da conduta e, por essa via, a gravidade da infracção». «Ao longo de 20 densas páginas (fia. 91 a 110) analisa, ponto por ponto, cada um dos factores relevantes para a determinação da coima, nomeadamente sobre a não violação do artigo 81 do Tratado, que considera ser factor que diminui a ilicitude da conduta e, por essa via, a gravidade da infracção». 4
5 - Quando na p. 34 se lê: «Se analisarmos a matéria de facto provada, em especial os pontos 15 48, 55 a 57 e 71, verificamos que as quatro arguidas celebraran dolosamente um acordo que tinha por objecto (e tinha aptidão para falsear e restringir de forma sensível a concorrência no que respeita comercialização de sal para fins alimentares e industriais no mercadi nacional uma vez que ele afectava o princípio da autonomia d~ estratégia empresarial «que pressupõe a possibilidade de os operadore económicos, que já actuam num mercado, decidir livremente a au: política empresarial, atendendo exclusivamente a elementos como situação do mercado, a relação custo-beneficio ou ao comportamento d outras empresas que operam no mesmo sector». «Se analisarmos a matéria de facto provada, em especial os pontos 15 48, 55 a 57 e 71, verificamos que as quatro arguidas celebraras. dolosamente um acordo que tinha por objecto (e tinha aptidão pan) falsear e restringir de forma sensível a concorrência no que respeita comercialização de sal para fins alimentares e industriais no mercad~ nacional uma vez que ele afectava o princípio da autonomia d t estratégia empresarial que pressupõe a possibilidade de os operadore econômicos, que já actuam num mercado, decidirem livremente a au política empresarial, atendendo exclusivamente a elementos como situação do mercado, a relação custo-beneficio ou ao comportamento d, outras empresas que operam no mesmo sector» i - Quando na p. 35 se lê: «14 De acordo com a alínea a) do n. 1 do artigo 43 da Lei d Concorrência a violação do disposto não artigo 4 «constitui contn ordenação punível com coima que não pode exceder, para cada um 5
6 das empresas partes na infracção, 10% do volume de negócios no último ano». «14 De acordo com a alínea a) do n. 1 do artigo 43 da Lei da Concorrência a violação do disposto ~ artigo 4 «constitui contraordenação punível com coima que não pode exceder, para cada uma das empresas partes na infracção, 10% do volume de negócios no último ano». 3 Não se pode, no entanto, deixar de dizer que, por se tratar de erros completamente inócuos e irrelevantes, que em nada podem ter afectado a compreensão do texto, a pretensão da recorrente não se enquadra no direito de correcção de erros materiais conferido pelas disposições legais por ela invocadas, que sempre pressupõem alguma relevância juridica de tais erros. Para além da busca da perfeição, sempre louvável, não se descortina sequer qualquer interesse legitimo no requerido. Não obstante, e apesar do carácter de certa forma anómalo do requerimento formulado pela recorrente, não se condena a mesma em custas pelo incidente a que deu causa. 4 Assim, e pelo exposto, acordam os juizes da 3~ secção deste Tribunal da Relação em corrigir, nos termos indicados, os lapsos, erros ortográficos e sintácticos indicados pela recorrente Sociedade Aveirense de Higienização de Sal, Lda.. Sem custas. 6
7 .45. Lisboa, 12 de Dezembro de 2007 o»,, (Carlos Rodrigues de Alineid (Horácio Tela Lucas) (Pedro Mourão) 7
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