REAÇÃO DE HÍBRIDOS E CULTIVARES DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) À BACTERIOSE EM SEIS MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL
|
|
|
- Beatriz Castilho Filipe
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REAÇÃO DE HÍBRIDOS E CULTIVARES DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) À BACTERIOSE EM SEIS MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL Marco Antonio Sedrez Rangel 1, Naíra Suele da Conceição Santos 2, Rudiney Ringenberg 1, Eder Jorge Oliveira 1, Vanderlei da Silva Santos 1, Saulo Alves dos Santos de Oliveira 1 1 Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura,Caixa Postal 007, , Cruz das Almas, BA. [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected] 2 Estudante de Biologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, , Cruz das Almas, BA. [email protected] Introdução Uma das principais causas de redução da produtividade da cultura da mandioca é a ocorrência de doenças, sendo a bacteriose, causada pela Xanthomonas axonopodis pv. manihotis (Xam), uma das mais destrutivas, por causar destruição da parte aérea e redução na produção de raízes. Dependendo da severidade do ataque, das condições ambientais e do grau de suscetibilidade das cultivares, pode provocar perdas na produção de até 100% (ALMEIDA et al., 2009). Nas regiões onde a bacteriose é endêmica, comumente se encontram variedades crioulas ou melhoradas com resistência à doença. Entretanto, pouco se sabe sobre os efeitos de diferentes ambientes sobre o comportamento das cultivares; ou seja, se uma cultivar se comporta como resistente, independentemente das condições ambientais. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi comparar o comportamento de diferentes genótipos de mandioca, sendo dois do Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BGM , BGM ) e cinco variedade comerciais (BRS Formosa, BRS Kiriris, Cascudinha, Fécula Branca e Baianinha), em seis municípios da Região Centro-Sul do Brasil distribuídos no Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, quanto à resistência à bacteriose. Material e Métodos As avaliações ocorreram no entre os dias 03 e 16 de Fevereiro de 2011, e foram conduzidas em área experimental da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados-MS) e em propriedade de parceiros, nos municípios de Ivinhema-MS, Naviraí-MS, Entre Rios do
2 Oeste-PR, Diamante do Norte-PR e Palmital-SP, escolhidos por apresentar uma alta incidência/severidade da bacteriose. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso (DBC) com sete tratamentos (genótipos de mandioca), dispostos em quatro fileiras com dez plantas, cada, e quatro repetições. O espaçamento utilizado foi de 0,9 m entre linhas e 0,70 m entre plantas. Os tratos culturais foram realizados de acordo com recomendações para a cultura (SOUZA et al., 2006). Os genótipos utilizados (tratamentos) foram: BGM , BGM , BRS Formosa, BRS Kiriris, Cascudinha, Fécula Branca e Baianinha. A mensuração da severidade da bacteriose foi realizada 10 meses após o plantio, durante a estação chuvosa, quando constatou-se alta incidência da doença. As plantas foram avaliadas com base em escala de notas formulada a partir da dinâmica da doença em campo, sendo: 1- sem sintomas; 2- sintomas no terço inferior da planta; 3- sintomas nos terços inferior e médio da planta; 4- sintomas por toda a planta e 5- morte dos ponteiros ou de toda planta. As médias das notas atribuídas a cada um dos genótipos, em cada uma das localidades, foram utilizadas para classificar os mesmos quanto ao seu comportamento, sendo agrupados como resistentes (R), quando a média das notas foi <1,5; moderadamente resistentes (MR) quando as médias foram 1,5 e <3,0; suscetíveis quando as médias foram 3,0 e < 4,0; e muito susceptíveis (MS) quando as médias das notas foram 4,0. Resultados e Discussão Em função de problemas com o plantio e disponibilidade de material, apenas os experimentos situados em Ivinhema-MS, Naviraí-MS e Entre Rios do Oeste-PR possuíram todos os sete genótipos avaliados, sendo que em Dourados-MS foram utilizados quatro genótipos, e em Diamante do Norte-PR e Palmital-SP seis genótipos foram avaliados. A análise estatística dos dados demonstrou a presença de diferença significativa pelo teste t a 1% de probalidade entre as médias das notas para bacteriose (M.BAC) apresentadas pelos genótipos, e diferenças desta médias em função da localidade. Houve também diferenças de comportamento dos genótipos em função da localidade, sendo que, para todas as localidades, houve ao menos um genótipo que se comportou como suscetível, indicando portanto o potencial de inóculo na área, com base nos valores de M.BAC. Dentre os quatro genótipos comparados no município de Dourados-MS
3 a cultivar Fécula-Branca obteve os menores valores de M.BAC (1,0), comportando-se, portanto, como resistente. Já os dois genótipos da Embrapa Mandioca e Fruticultura avaliados comportaram-se como moderadamente resistentes (MR), com valores de M.BAC de 2,0 para BGM e de 2,5 para BGM (Tabela 1). No entanto, a variedade comercial BRS Kiriris comportou-se como suscetível (M.BAC = 3,5). Quando os genótipos foram avaliados nos municípios de Ivinhema-MS, todos obtiveram valores de M.BAC < 3,0 sendo portanto, agrupados como moderadamente resistentes (MR) (Tabela 1). A maior amplitude de reação à bacteriose foi encontrada nas avaliações em Naviraí- MS, uma vez que todas as quatro classes de resistência/suscetibilidade foram encontradas, sendo a cv. Baianinha considerada como resistente nestas condições (M.BAC = 1,0) e o híbrido BGM comportando-se como suscetível (M.BAC = 3,3). Para as demais localidades (Entre Rios do Oeste-PR, Diamante do Norte-PR e Palmital_SP), o comportamento geral das variedades comerciais foi similar aos obtidos para Ivinhema-MS e Naviraí-MS; entretando, alguns genótipos comportaram-se como suscetíveis à bacteriose (Tabela 1). Dentre os seis genótipos avaliados, as cultivares Baianinha, BRS Formosa e Fécula- Branca e o acesso BGM , comportaram-se como sendo resistentes (R) e/ou moderadamente resistentes (MR) na maioria das localidades avaliadas, demonstrando portanto uma maior estabilidade na resistência. Já as variedades BRS Kiriris e Cascuda, assim como o acesso BGM , tiveram uma maior variação do nível de resistência nos diferentes ambientes. Além disso, os genótipos BGM , BRS Kiriris e Cascuda comportaram-se como suscetível ou muito suscetível em duas localidades diferentes (Tabela 1.). Tabela 1. Reação das diferentes cultivares e dos híbridos, em diferentes municípios da Região Centro-Sul do Brasil, quanto à resistência/suscetibilidade à bacteriose incitada por Xanthomonas axonopodis pv. manihotis. Genótipo DOU IVI NAV E.Rio D.Nor PAL BGM ,0 (MR) a 1,5 (MR) 2,0 (MR) 1,9 (MR) 2,0 (MR) 1,7 (MR) Fécula-Branca 1,0 (R) 1,8 (MR) 1,7 (MR) 1,6 (MR) 2,0 (MR) 2,0 (MR) Baianinha - 1,8 (MR) 1,0 (R) 1,8 (MR) 2,5 (MR) 2,0 (MR) BRS Formosa - 2,0 (MR) 2,7 (MR) 2,5 (MR) 2,7 (MR) 2,7 (MR) BGM ,5 (MR) 2,8 (MR) 3,3 (S) 2,8 (MR) - 3,0 (S) BRS Kiriris 3,5 (S) 2,0 (MR) 2,7(MR) 2,9 (MR) 3,0 (S) 2,7 (MR)
4 Cascuda - 2,0 (MR) 2,7 (MR) 3,0 (S) 3,0 (S) - DOU = Dourados-MS; IVI = Ivinhema-MS; NAV = Naviraí-MS; E.Rio = Entre Rios do Oeste-PR; D.Nor = Diamante do Norte-PR; PAL = Palmital-SP. a (R) = Resistente; (MR) = Moderadamente resistente; (S) = Suscetível; (MS) = Muito suscetível. No presente estudo, nenhum indício de resistência completa foi encontrada, uma vez que todas as variedades, independentemente dos valores de M.BAC, foram infectadas por Xam em maior ou menor grau. Ausência de genótipos com resistência não hospedeira ( imunidade ) já foi relatada em diferentes estudos no continente Africano, envolvendo diferentes zonas ecológicas (WYDRA et al., 2007). Os valores de severidade obtidos para a bacteriose na maioria dos munícipios avaliados estavam correlacionados, indicando que, mesmo ocorrendo possíveis diferenças em função da localidade, o comportamento das variedades foi bastante similar (Tabela 2). Das diferentes localidades avaliadas, a única cujos valores de M.BAC não foi significativamente correlacionado com nenhum dos demais municípios foi Dourados-MS, isto provavelmente devido ao menor número de genótipos avaliados em comparação aos demais municípios (Tabela 2). Tabela 2. Análise de correlação das médias das notas obtidas para a bateriose da mandioca em seis municípios de diferentes estados da Região Centro-Sul do Brasil. IVI NAV E.Rio D.Nor PAL DOU 0,33 ns 0,70 ns 0,91 ns 0,92 ns 0,63 ns IVI 0,71 * 0,60 ns 0,85 * 0,86 * NAV 0,85 * 0,61 ns 0,83 * E.Rio 0,92 ** 0,90 ** D.Nor 0,88 * DOU = Dourados-MS; IVI = Ivinhema-MS; NAV = Naviraí-MS; E.Rio = Entre Rios do Oeste-PR; D.Nor = Diamante do Norte-PR; PAL = Palmital-SP * Valor significativo a P < 0,05 ** Valor significativo a P < 0,01 Além das diferenças edafoclimáticas inerentes aos diferentes municípios avaliados, existe também a influência da quantidade de inóculo primário, condições nutricionais da planta, presença de predisposição em função de infecções mistas (ex. antracnose), bem como a presença de variabilidade genética e patogênica dos isolados. Entretanto, em função da complexidade dos fatores envolvidos, a determinação dos fatores que mais influenciaram os resultados é dificultada, sendo, portanto, necessária a realização de estudos mais
5 aprofundados, a fim de identificar os fatores de risco associados ao aumento da severidade da bacteriose. Conclusões As localidades não diferem quanto a conducividade à doença. Os genótipos com comportamentos mais estáveis nas diferentes localidades são: Fécula Branca, Baianinha, BRS-Formosa e o BGM Agradecimentos Os autores agradecem, pelo suporte necessário para realização desta pesquisa, à ABAM, à Embrapa Agropecuária Oeste, à Unioeste, à UEM/CRN; e à FAPESB, pela concessão da bolsa de estudo. Referências ALMEIDA, C. O.; FUKUDA, W. M. G.; CARDOSO, C. E. L.; FUKUDA, C.; SOUZA, J. S.; VASCONCELOS, O. L. Avaliação preliminar de impacto social de cultivar de mandioca resistente à bacteriose: o caso da Formosa no Estado da Bahia. Revista Raízes e Amidos Tropicais, Botucatu, v. 5, p , WYDRA, K.; BANITO, BANITO, A.; KPÉMOUA, K. E. Characterization of resistance of cassava genotypes to bacterial blight by evaluation of leaf and systemic symptoms in relation to yield in different ecozones. Euphytica, v.155, p , SOUZA, L. S., FARIAS, R. N. Aspectos socioeconômicos e agronômicos da mandioca. Cruz das Almas BA. Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, 817 p., 2006.
AGRUPAMENTO NÃO HIERÁRQUICO DE ACESSOS DE GERMOPLASMA DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) COM BASE EM CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS
AGRUPAMENTO NÃO HIERÁRQUICO DE ACESSOS DE GERMOPLASMA DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) COM BASE EM CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS Eder Jorge de Oliveira 1, Fabiana Aud 2, Cinara Fernanda Garcia Morales
CORRELAÇÃO FENOTÍPICA ENTRE CARACTERES EM VARIEDADES E HÍBRIDOS DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz)
CORRELAÇÃO FENOTÍPICA ENTRE CARACTERES EM VARIEDADES E HÍBRIDOS DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) Lauro Saraiva Lessa 1 ; Carlos Alberto da Silva Ledo 2 ; Vanderlei da Silva Santos 2 ; Patrícia da
AVALIAÇÃO AGRONÔMICA DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) EM CRUZ DAS ALMAS, BAHIA
AVALIAÇÃO AGRONÔMICA DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) EM CRUZ DAS ALMAS, BAHIA Lauro Saraiva Lessa 1 ; Carlos Alberto da Silva Ledo 2 ; Vanderlei da Silva Santos 2 ; Patrícia
V Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus
Seleção e difusão de variedades melhoradas de mandioca no Assentamento Margarida Alves em Bambuí - MG. Raul Magalhães FERRAZ 1 ; Luiz Fernando Ghetti PEREIRA ¹ ; Willian Sabino RODRIGUES ¹ ; Raiy Magalhães
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MANDIOCA NA MICRORREGIÃO DE LAGARTO DO ESTADO DE SERGIPE, NO ANO AGRÍCOLA DE 2007/2008.
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MANDIOCA NA MICRORREGIÃO DE LAGARTO DO ESTADO DE SERGIPE, NO ANO AGRÍCOLA DE 2007/2008. Camila Rodrigues Castro 1, Hélio Wilson de Lemos Carvalho 2, Marco Antônio Sedrez Rangel
AVALIAÇÃO AGRONÔMICA DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA NA REGIÃO DE VITÓRIA DA CONQUISTA-BA
AVALIAÇÃO AGRONÔMICA DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA NA REGIÃO DE VITÓRIA DA CONQUISTA-BA VANDERLEI DA SILVA SANTOS1; MARCO ANTÔNIO SEDREZ RANGEL1, HÉLIO WILSON LEMOS DE CARVALHO2; ANSELMO ELOY SILVEIRA VIANA3,
COMPORTAMENTO DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA MANSA NA MICRORREGIÃO DE NOSSA SENHORA DAS DORES, SERGIPE
COMPORTAMENTO DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA MANSA NA MICRORREGIÃO DE NOSSA SENHORA DAS DORES, SERGIPE Cinthia Souza Rodrigues 1, Hélio Wilson Lemos de Carvalho 2, Vanderlei Silva Santos 3, Marco Antônio Sedrez
ANÁLISE DE ADOÇÃO DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) VARIEDADE BRS 'FORMOSA' NA MICRORREGIÃO DE GUANAMBI - BA
ANÁLISE DE ADOÇÃO DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) VARIEDADE BRS 'FORMOSA' NA MICRORREGIÃO DE GUANAMBI - BA Cicero Cartaxo de Lucena 1, Clóvis Oliveira de Almeida 2 1 Analista da Embrapa Mandioca
COMPORTAMENTO DE CULTIVARES DE MANDIOCA NO RIO GRANDE DO NORTE
COMPORTAMENTO DE CULTIVARES DE MANDIOCA NO RIO GRANDE DO NORTE Maria Cléa Santos Alves1, Hélio Wilson de Lemos Carvalho2, Marco Antonio Sedrez Rangel3, Vanderlei da Silva Santos3, Jaeveson da Silva3, Cinthia
DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) NO RIO GRANDE DO NORTE. Introdução
DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) NO RIO GRANDE DO NORTE Maria Cléa Santos Alves 1, Hélio Wilson de Lemos Carvalho 2, Marco Antonio Sedrez Rangel 3, Vanderlei da Silva Santos
AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA PARA MESA EM IVINHEMA, MS
AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA PARA MESA EM IVINHEMA, MS Marco Antônio Sedrez Rangel 1, Hélio Wilson Lemos de Carvalho 2, Vanderlei da Silva Santos 1, Teonília Pereira da Silva 3, Arthur Pereira da
TEMPO DE COZIMENTO DE RAÍZES DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA DE MESA (Manihot esculenta Crantz) SOB SISTEMA IRRIGADO E DE SEQUEIRO)
TEMPO DE COZIMENTO DE RAÍZES DE GENÓTIPOS DE MANDIOCA DE MESA (Manihot esculenta Crantz) SOB SISTEMA IRRIGADO E DE SEQUEIRO) Rosangela Nascimento da Silva Ribeiro 1 ; Maurício Antônio Coelho Filho 2 ;
RESISTÊNCIA DE GENÓTIPOS S1 DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) À MANCHA-PARDA, QUEIMA DAS FOLHAS E MANCHA-BRANCA
RESISTÊNCIA DE GENÓTIPOS S1 DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) À MANCHA-PARDA, QUEIMA DAS FOLHAS E MANCHA-BRANCA Saulo Alves Santos de Oliveira 1, Juan Paulo Xavier de Freitas 2, Fabiana Ferraz Aud
DESEMPENHO DE CLONES DE MANDIOCA NO ESTADO DE SERGIPE. Introdução
DESEMPENHO DE CLONES DE MANDIOCA NO ESTADO DE SERGIPE Hélio Wilson Lemos de Carvalho 1, Wânia Maria Gonçalves Fukuda 2, Vanderlei Silva Santos2, Ivênio Rubens de Oliveira12, Marco Antônio Sedrez Rangel2,
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA PARA TOLERÂNCIA À SECA, EM CONDIÇÕES SEMI-ÁRIDAS DO BRASIL (*)
1 AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA PARA TOLERÂNCIA À SECA, EM CONDIÇÕES SEMI-ÁRIDAS DO BRASIL (*) Alfredo A. C. Alves 1 ; Alineaurea F. Silva 2 ; Dyane C. Queiroz 3 ; Miguel A. Dita 1 1 Pesquisadores
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE HÍBRIDOS DE MANDIOCA À MANCHA-PARDA, QUEIMA DAS FOLHAS E MANCHA-BRANCA
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE HÍBRIDOS DE MANDIOCA À MANCHA-PARDA, QUEIMA DAS FOLHAS E MANCHA-BRANCA Saulo Alves Santos de Oliveira 1, Juan Paulo Xavier de Freitas 2, Fabiana Ferraz Aud 3, Vanderlei da Silva
Avaliação de variedades sintéticas de milho em três ambientes do Rio Grande do Sul. Introdução
Avaliação de variedades sintéticas de milho em três ambientes do Rio Grande do Sul Machado, J.R. de A. 1 ; Guimarães, L.J.M. 2 ; Guimarães, P.E.O. 2 ; Emygdio, B.M. 3 Introdução As variedades sintéticas
MATÉRIA SECA E AMIDO EM GENÓTIPOS DE MANDIOCA DE MESA (Manihot esculenta Crantz) CULTIVADOS SOB SISTEMA IRRIGADO E DE SEQUEIRO
MATÉRIA SECA E AMIDO EM GENÓTIPOS DE MANDIOCA DE MESA (Manihot esculenta Crantz) CULTIVADOS SOB SISTEMA IRRIGADO E DE SEQUEIRO Rosangela Nascimento da Silva Ribeiro 1, Maurício Antônio Coelho Filho 2,
DEFINIÇÃO DA FOLHA A SER AMOSTRADA PARA MONITORAMENTO DE MOSCA BRANCA (Bemisia tuberculata) NA CULTURA DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz)
DEFINIÇÃO DA FOLHA A SER AMOSTRADA PARA MONITORAMENTO DE MOSCA BRANCA (Bemisia tuberculata) NA CULTURA DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) Jonatan Erlan Fredrich 1, Alisson Daroda Cassiano 1, Dione
ÍNDICE DE COLHEITA DE CINCO VARIEDADES DE MANDIOCA EM SETE ÉPOCAS DE COLHEITA 1
ÍNDICE DE COLHEITA DE CINCO VARIEDADES DE MANDIOCA EM SETE ÉPOCAS DE COLHEITA 1 Gilmara Carvalho MAGALHÃES 2 ; Anselmo Eloy Silveira VIANA 3 ; Célia Maria de Araújo PONTE 4 ; Adriana Dias CARDOSO 5 ; Sandro
Adaptabilidade e Estabilidade de Cultivares de Milho na Região Norte Fluminense
Adaptabilidade e Estabilidade de Cultivares de Milho na Região Norte Fluminense Previous Top Next LÚCIA VALENTINI 1, ALDO SHIMOYA 2, PEDRO C. S. CARNEIRO 3, CLESO A. P. PACHECO 4 e CLEBER C. da S. COSTA
l«x Seminário Nacional
l«x Seminário Nacional Rio V~, goiá/v AVALIAÇÃO DE VARIEDADES E HÍBRIDOS ELITE DE MILHO EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL Fábio Yomei Tanamati', Maximiliano Kawahata Pagliarini", Leandro Palombo', Paulo
DESEMPENHO DE VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA NO NÚCLEO RURAL JARDIM-DF
DESEMPENHO DE VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA NO NÚCLEO RURAL JARDIM-DF Josefino de Freitas Fialho 1 ; Eduardo Alano Vieira 1 ; Marilia Santos Silva 1 ; José Nilton Campelo Lacerda 2 ; Gabriel Freitas de
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA EM VITÓRIA DA CONQUISTA - BA
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA EM VITÓRIA DA CONQUISTA - BA Douglas Gonçalves GUIMARÃES 1 ; Anselmo Eloy Silveira VIANA 2 ; Welber Freire MUNIZ 3 Adriana Dias CARDOSO 4 ; Izaltiene Rodrigues GOMES
Arranjo espacial de plantas em diferentes cultivares de milho
Arranjo espacial de plantas em diferentes cultivares de milho JOSÉ C. CRUZ 1,, ISRAEL A. PEREIRA FILHO 1, MAURÍLIO F. de OLIVEIRA 1 1 Embrapa Milho e Sorgo. Caixa Postal 151 CEP. 35.701-970. Sete Lagoas,
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES E LINHAGENS DE ALGODOEIRO NO CERRADO MATOGROSSENSE *
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES E LINHAGENS DE ALGODOEIRO NO CERRADO MATOGROSSENSE * Fábio Akiyoshi Suinaga 1, Eleusio Curvelo Freire 2, Francisco José Correa Farias 3, Luiz Gonzaga Chitarra 4, Mário Cezar Coelho
Avaliação da performance agronômica do híbrido de milho BRS 1001 no RS
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 114 ISSN 1517-4964 Dezembro, 2003 Passo Fundo, RS Avaliação da performance agronômica do híbrido de milho BRS 1001 no RS Beatriz Marti Emygdio 1 O híbrido
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE MANDIOCA INDUSTRIAL SUBMETIDOS À PODA.
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE MANDIOCA INDUSTRIAL SUBMETIDOS À PODA. Auro A. OTSUBO 1 ; Osmar R. BRITO 2 ; Victor Hugo N. OTSUBO 2 ; Aline E. HORI 2 Resumo O trabalho teve por objetivo avaliar
CIRCULAR TÉCNICA. Reação de cultivares de algodoeiro a doenças e nematoides, safra 2017/18
CIRCULAR TÉCNICA Nº36 / 2018 Agosto de 2018 Publicação de difusão científica e tecnológica editada pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e dirigida a profissionais envolvidos com o cultivo e
COMPORTAMENTO DE CLONES DE CAFÉ CONILON DIANTE DE DOENÇAS NO NORTE DO ESPÍRITO SANTO
COMPORTAMENTO DE CLONES DE CAFÉ CONILON DIANTE DE DOENÇAS NO NORTE DO ESPÍRITO SANTO TATAGIBA, J.S. 1 ; VENTURA, J.A. 1 ; COSTA, H. 1 ; FERRÃO, R.G. 1 e MENDONÇA, L.F. 2 1 INCAPER-Instituto Capixaba de
ESCALAS DE NOTAS PARA AVALIAÇÃO DE DOENÇAS FOLIARES DO ALGODOEIRO *
ESCALAS DE NOTAS PARA AVALIAÇÃO DE DOENÇAS FOLIARES DO ALGODOEIRO * Alderi Emídio de Araújo 1, Nelson Dias Suassuna 2, Francisco José Correia Farias 3, Eleusio Curvelo Freire 4. (1) Embrapa Algodão, Rua
INFLUÊNCIA DA INTERAÇÃO DE ACESSOS E MEIOS DE CULTURA NA MICROPROPAGAÇÃO DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz)
INFLUÊNCIA DA INTERAÇÃO DE ACESSOS E MEIOS DE CULTURA NA MICROPROPAGAÇÃO DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) Emanuela Barbosa Santos¹, Karen Cristina Fialho dos Santos 2, Antônio da Silva Souza 3, Honorato
1. Introdução Doenças e nematoides no algodoeiro são um dos principais problemas técnicos enfrentados
CIRCULAR TÉCNICA Nº32 / 2018 Março de 2018 Publicação de difusão científica e tecnológica editada pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e dirigida a profissionais envolvidos com o cultivo e
IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1213
Página 1213 COMPORTAMENTO DA CULTIVAR DE MAMONA BRS ENERGIA CULTIVADA SOB DUAS DENSIDADES DE PLANTIO EM IRECÊ, BA Jalmi Guedes Freitas 1, José Carlos Aguiar da Silva 1, Jocelmo Ribeiro Mota 1 Gilvando
AUMENTO DOS PROBLEMAS COM DOENÇAS NO CERRADO DO BRASIL
R. reniformis AUMENTO DOS PROBLEMAS COM DOENÇAS NO CERRADO DO BRASIL Rafael Galbieri Pesquisador do IMA ([email protected]) RESUMO Quais são as doenças; Análise nos últimos 10 anos; Possíveis
ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA INTRODUÇÃO
ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA JAEVESON DA SILVA 1, JOSÉ RAIMUNDO FERREIRA FILHO 2 1 Eng. Agr., DSc., Pesquisador da Embrapa Mandioca
Resposta das bananeiras BRS Platina e PA 9401 à irrigação no segundo ciclo nas condições do Norte de Minas
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013. Belo Horizonte Resposta das bananeiras BRS Platina e PA 9401 à irrigação no segundo ciclo nas condições do Norte de Minas Miquéias Gomes dos
PRODUTIVIDADE DE RAÍZES EM DIFERENTES ÉPOCAS DE COLHEITA DE VARIEDADES DE MANDIOCA, NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA
PRODUTIVIDADE DE RAÍZES EM DIFERENTES ÉPOCAS DE COLHEITA DE VARIEDADES DE MANDIOCA, NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA Danilo Nogueira dos ANJOS 1 ; Célia Maria de Araújo PONTE 4 ; Anselmo Eloy
Palavras-chave: Oryza sativa, melhoramento de arroz, número ótimo de ambientes.
NÚMERO ÓTIMO DE ANOS AGRÍCOLAS PARA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE ARROZ IRRIGADO NO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Carlos da Silva Júnior 1 ; Plínio César Soares 2 ; Iara Gonçalves dos Santos 3 ; Francyse
CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE SORGO FORRAGEIRO NO OESTE DA BAHIA
CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE SORGO FORRAGEIRO NO OESTE DA BAHIA Luiz Henrique BERTUNES* 1, Danilo Gusmão de QUADROS 1, Alexandro Pereira ANDRADE 1, Eudo Barreto de Sá TELES 1,
CONTROLE DE DOENÇAS POR MEIO DE VARIEDADES RESISTENTES E MANEJO CULTURAL. Nelson Dias Suassuna EMBRAPA - Algodão
CONTROLE DE DOENÇAS POR MEIO DE VARIEDADES RESISTENTES E MANEJO CULTURAL Nelson Dias Suassuna [email protected] EMBRAPA - Algodão Mancha de ramulária Etiologia: Ramularia areola Ciclo do patógeno:
INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE APLICAÇÕES DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DE RAMULÁRIA EM DUAS CULTIVARES DE ALGODOEIRO, EM CAMPO VERDE MT
INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE APLICAÇÕES DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DE RAMULÁRIA EM DUAS CULTIVARES DE ALGODOEIRO, EM CAMPO VERDE MT Edson R. de Andrade Junior (Pequisador IMAmt [email protected]) Resumo.
AVALIAÇÃO DE LINHAGENS AVANÇADAS DE FIBRA COLORIDA NOS MUNICÍPIOS DE ANGICAL E WANDERLEY-BA 1
Página 1280 AVALIAÇÃO DE LINHAGENS AVANÇADAS DE FIBRA COLORIDA NOS MUNICÍPIOS DE ANGICAL E WANDERLEY-BA 1 Murilo Barros Pedrosa¹; Daniel Macedo Rios²; Lindoval Rodrigues do Nascimento³; Carlos Augusto
AVALIAÇÃO DO USO DO PÓ DE ROCHA NO DESEMPENHO DE DUAS VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA
AVALIAÇÃO DO USO DO PÓ DE ROCHA NO DESEMPENHO DE DUAS VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA Fernanda Pereira de Souza 1 Eder de Souza Martins 2 Luise Lottici Krahl 3 Eduardo Alano Vieira 4 Josefino de Freitas
CULTIVARES DE ALGODOEIRO AVALIADAS EM DIFERENTES LOCAIS NO CERRADO DA BAHIA, SAFRA 2007/08 1. INTRODUÇÃO
Página 1481 CULTIVARES DE ALGODOEIRO AVALIADAS EM DIFERENTES LOCAIS NO CERRADO DA BAHIA, SAFRA 2007/08 1. Murilo Barros Pedrosa (Fundação Bahia / [email protected]), Camilo de Lelis Morello (Embrapa
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA NO ESTADO DE SÃO PAULO ( 1 )
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MANDIOCA NO ESTADO DE SÃO PAULO ( 1 ) JOSÉ OSMAR LORENZI (2), DOMINGOS A. MONTEIRO, ARAKEN S. PEREIRA, Seção de Raízes e Tuberculosa e TOSHIO IGUE, Seção de Técnica Experimental
