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1 ESCOLA MAGNUS DOMINI O VILÃO SILENCIOSO DAS NOVAS EPIDEMIAS TROPICAIS: AEDES AEGYPTI Luis Gustavo Felipe Soares Mikael Mikio Kohatsu Koseki Pedro Augusto Ascencio Dalla Vecchia Victor Nogaroli Guioti MARINGÁ 2016

2 1. INTRODUÇÃO A dengue é uma doença muito perigosa que está atingindo a nossa população principalmente nesses últimos anos. Para eliminarmos o mosquito transmissor, é necessário que cada um faça sua parte, no entanto, sabemos que isso é muito difícil. O mosquito transmissor da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya (Aedes aegypti) nasce em água parada de pouca matéria orgânica, não resiste a temperaturas muito baixas, possui listras brancas e pretas. Devido ao aumento da incidência das doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti nos últimos 5 anos, torna-se significativo explicar os aspectos biológicos e comportamentais que interferem no ciclo de transmissão dessas enfermidades na sociedade atual. O nosso trabalho parece ainda mais relevante devido ao surgimento de outras doenças, como a Zika e a Chikungunya. Nesse sentido, temos por objetivo identificar as características morfofisiológicas, comportamentais e ecológicas do mosquito Aedes aegypti. Durante as pesquisas, houve certas dúvidas, como: sua relação entre mosquito e o ser humano; seu ciclo de vida; e como é sua transmissão. 2. O AEDES AEGHYPTI CONSIDERAÇÕES INICIAIS A dengue, uma doença muito antiga, ressurgiu nos últimos 20 anos com uma distribuição expandida geográfica de ambos os vírus e dos mosquitos vetores, acarretando o aumento da atividade epidêmica, o desenvolvimento de hiperendemicidade (a co-circulação de múltiplos sorotipos), e o surgimento da dengue febre hemorrágica em novas regiões. As mudanças demográficas ocorridas nos países subdesenvolvidos, a partir dos anos 60, geradas por intenso fluxo migratório rural-urbano, resultaram em crescimento desordenado das cidades, nas quais se destacam a carência de facilidades em particular, de habitação e saneamento básico. Cerca de 20% da população das grandes e médias cidades estão vivendo em favelas, cortiços ou em áreas de invasão. Pela falta de abastecimento de água,

3 há necessidade de armazená-la precariamente, tal como pela ausência de destino adequado do lixo ocorre a proliferação de criadouros potenciais do Aedes aegypti, principal mosquito vetor da dengue, ou seja, depósitos improvisados para água potável e recipientes em que a água é acumulada, constituídos principalmente por latas, plásticos e garrafas usadas. A indústria moderna, por outro lado, privilegia a produção de material descartável. Estes são alguns dos fatores que tentam explicar o ressurgimento do dengue, a mais importante arbovirose no mundo atualmente e que acomete milhares de pessoas todos os anos. O Aedes aeghypti está presente nos grandes centros urbanos de várias regiões do mundo, inclusive do Brasil. O acompanhamento da atual situação de circulação dos quatro sorotipos dos vírus do dengue e o conhecimento das dificuldades que estão sendo enfrentadas para impedir a ocorrência destas infecções e do risco potencial do reflexo destes acontecimentos para a população são fundamentais para que dirigentes e profissionais da saúde possam discutir, posicionar-se e orientar suas estratégias de prevenção. 3. ORIGEM MIGRATÓRIA DO AEDES AEGYPTI O Aedes aegypti teve sua origem na África e foi se expandindo pelo continente e transportado para as Américas pelo mercado de escravos. Vindos pelos navios negreiros durante a colonização da América no séc. XVI. Os primeiros surtos da doença ocorreram no final do séc. XVIII no sudeste asiático, Estados Unidos e Egito. E nos séculos seguintes quatro epidemias assolaram Caribe, Estados Unidos, Colômbia e Venezuela. O primeiro relato de dengue no Brasil ocorreu em 1685 no Recife (PE). E o segundo em Salvador (BA), causando aproximadamente 2000 mortes. O Aedes só foi reconhecido como epidemia em 1846, atingindo as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Em 1851, 1853 e em 1916, São Paulo foi atingida por epidemias da doença. E em 1923, Niterói, no Rio de Janeiro, lutou contra uma epidemia da doença na região oceânica. Em 1903, Osvaldo Cruz implantou o combate ao mosquito. Após um tempo, em 1957/1958, foi anunciado que o mosquito foi erradicado do Brasil,

4 mas os outros países da América do Sul não fizeram o mesmo e, uns anos depois, foi reintroduzido no Brasil na década de 60. Em 1986, foram novamente registradas epidemias de dengue nos estados do Rio de Janeiro, de Alagoas e do Ceará, e, com o tempo, outros estados foram afetados. Em 1998, esta doença transmitida por mosquitos é a doença infecciosa tropical mais importante depois da malária, com um número estimado de 100 milhões de casos de dengue, casos de dengue hemorrágica e mortes por ano. As razões para esse ressurgimento e surgimento de febre hemorrágica da dengue nos anos finais do século 20 são complexas e não totalmente compreendidas. 4. AEDES E PERNILONGO: CONHEÇA AS DIFERENÇAS Há várias diferenças entre o Aedes aegypti e o pernilongo normal, no entanto, muitas pessoas acabam confundindo um com o outro. O mais conhecido é um inseto do gênero Culex e é diferente dos do gênero Aedes em cor, comportamento, tamanho, entre outros aspectos. Apesar de se tratar de milímetros de tamanho, é possível diferenciar os dois e ter uma noite mais tranquila. A seguir, apresentamos A Imagem 1 que descreve algumas dessas características.

5 Imagem 1 Comparação entre o mosquito vetor da dengue e o pernilongo comum De acordo com Pereira, o mosquito Aedes aegypiti tem hábitos diurnos, ou seja, ele pica frequentemente durante o dia, mas tem a raríssima chance de picar durante a noite. Já o pernilongo, além de voar alto e fazer um zunido, sai para se alimentar apenas à noite. Além disso, o mosquito Aedes aegypiti costuma voar abaixo de 1,2 metros e, por isso, pica mais pés, pernas e joelhos, e tem uma picada indolor. O Aedes aegypiti tem a coloração mais escura com listras brancas, o seu criadouro é em água menos suja com pouca matéria orgânica, tem o tamanho de 4mm a 6mm e seus ovos são distribuídos em vários lugares. Já o Pernilongo (Culex), é marrom, o seu criadouro é em água mais suja com bastante matéria orgânica, é maior que o Aedes aegypiti e seu tamanho é de 4mm a 10mm. Seus ovos são distribuídos em forma de jangada, ou seja, em conjunto.

6 4.1 Adaptação à cidade Um dos motivos mais conhecidos para essa enorme flexibilidade de adaptar-se à cidade apresentada pelo mosquito é a sua proximidade com populações humanas. Com sua evolução, as fêmeas de Aedes aegypti podem colocar seus ovos em qualquer tipo de água, desde água limpa até água suja. Além disso, os ovos conseguem sobreviver por até um ano em ambientes secos, eclodindo rapidamente ao menor sinal de água. Essas características tornaram os mosquitos da dengue altamente adaptados ao ambiente urbano, o que consequentemente resultou em uma grande proximidade com os seres humanos. Apesar de também alimentaremse do sangue de outros mamíferos, o Aedes aegypti prefere o sangue de seres humanos, e foi isso que os tornou altamente adaptados à transmissão de doenças virais humanas. Somado a tudo isso, tem-se a alta reprodutibilidade da espécie. Uma única fêmea pode colocar centenas de ovos de uma só vez, distribuindo esses ovos por diferentes ambientes. Com uma grande quantidade de ovos espalhados por diversos locais, um número muito alto de larvas consegue desenvolver-se e chegar à vida adulta. 4.2 Fases do Aedes aegypti O mosquito vetor da dengue possui desenvolvimento característico dos insetos. A seguir, apresentaremos as suas características e particularidades Os ovos Os ovos do Aedes aegypti medem, aproximadamente, 1mm de comprimento e contorno alongado. Depositados pela fêmea, individualmente, suas paredes internas constituem-se depósitos que servem como criadouros. No momento da postura, os ovos são brancos, mas com o tempo, adquirem cor negra brilhante (Imagem 2).

7 Imagem 2 Ovo do mosquito A fecundação se dá durante a postura e o desenvolvimento do embrião se completa em 48 horas, com condições favoráveis à reprodução. Completado o desenvolvimento embrionário, os ovos resistem a longos períodos de dessecação, que podem prolongar-se por mais de um ano. Sendo um sério obstáculo para sua erradicação, permitindo que sejam transportados a grandes distâncias Larva Como o Aedes é um inseto holometabólico, ou seja, que sofre metamorfose completa durante o seu desenvolvimento, sua fase larvária é o período de alimentação e crescimento, passando maior tempo alimentando-se principalmente de material orgânico. As larvas possuem quatro estágios evolutivos. Sua duração depende da temperatura, disponibilidade de alimento e densidade das larvas no criadouro. Composta de cabeça, tórax e abdômen, conforme revela a Imagem 3. Imagem 3 Larva

8 4.2.3 Pupa As pupas não se alimentam. É nessa fase que ocorre a metamorfose do estágio larval para o mosquito adulto. Quando inativas se mantêm na superfície da água, flutuando, o que facilita a emergência do adulto. Dura, geralmente, de dois a três dias. A pupa, representada na Imagem 4, é dividida em cefalotórax (cabeça e tórax unidos) e abdômen. Imagem 4 Pupa Adulto Tem olhos e glândulas salivares especiais para detectar humanos e uma picada imperceptível. Vive 30 dias quando adulto, o suficiente para contagiar cerca de 300 pessoas. Representa a fase reprodutora do inseto. O Aedes aegypti é escuro, com faixas brancas nas bases dos segmentos tarsais e um desenho em forma de lira no mesonoto (parte dorsal do mesotórax dos insetos; dórsulo). O macho se distingue essencialmente da fêmea por possuir antenas plumosas e palpos mais longos. Os machos se alimentam principalmente de plantas. Mas as fêmeas se alimentam de sangue, dos animais vertebrados e do humano, o que causa suas doenças (Dengue, Zika, Febre Amarela e Chikungunya). Anatomicamente ele é constituído de cerdas, palpos, probóscide, saliva, papilas gustativas, asas, manchas brancas e olhos.

9 Cerdas Com elas, os machos detectam a vibração das asas das fêmeas, localizando possíveis parceiras. Para as fêmeas, as cerdas possuem função tátil: ajudam o animal a sentir a pele humana e ver se ela é própria para a picada (livre de pelos e lisa) Palpos Ajudam o Aedes a manter o equilíbrio na hora de pousar e criam estabilidade na hora de inserir a probóscide (Imagem 5). São divididos em cinco segmentos e permitem diferenciar os machos das fêmeas, já que os primeiros possuem palpos maiores. Imagem 5 Probóscide Probóscide É a tromba que contém a mandíbula, a traqueia e outras partes. A fêmea a utiliza para penetrar a pele em busca de sangue. Possui dois canais: a hipofaringe, que insere a saliva (contaminada com os vírus) e o labro, que suga o sangue Saliva Na hora do ataque, o Aedes injeta na vítima sua saliva, a qual contém substâncias anticoagulantes (para manter o fluxo constante de sangue) e

10 anestésicas (para bloquear momentaneamente a sensação de dor). Por isso, só sentimos a picada bem depois Papilas Gustativas Após identificar possíveis alvos, o Aedes se guia pelos odores emitidos pelo corpo humano e pelo CO2 liberado na respiração. Esses componentes são detectados pelas papilas gustativas, localizadas próximas à probóscide Asas As asas são recobertas por escamas escuras. As fêmeas atingem uma frequência de 400 batidas por segundo, enquanto os machos podem chegar a 600 batidas. O som do voo, no entanto, é praticamente inaudível para nós Manchas Brancas Marcas típicas do Aedes aegypti, as manchinhas brancas (que, na verdade, são pequenas escamas) estão espalhadas por todo o corpo, mas não possuem nenhum papel importante na vida do inseto Olhos São compostos de até 492 omatídeos, lentes minúsculas e extremamente sensíveis à luz. Por meio delas, o Aedes possui um campo de visão de 225, o que é essencial para o primeiro passo de sua caça: a percepção de nossa silhueta no ambiente, conforme a Imagem 6, a seguir.

11 Imagem 6 Olhos 4.3 A Picada A picada (Imagem 7) constitui-se de, basicamente, três passos: Na picada, um par de maxilares perfura a pele com movimentos para cima e para baixo, como uma serra. Quando o vaso sanguíneo é alcançado, o movimento para. A hipofaringe injeta a saliva. O sangue é então sugado, passando pelo labro até o estômago do mosquito. Imagem 7 Picada 4.4 Macho e Fêmea os machos. A sua principal diferença é que apenas a fêmea pica e são maiores que

12 Imagem 8 Diferença do mosquito macho e mosquito fêmea 5. CONCLUSÃO Com todo esse trabalho, esperamos grande compreensão pelo público a combater o Aedes de maneira efetiva, com isso, aumentando o controle dessa situação lamentável que vem acontecendo nos últimos anos e evitar uma epidemia cada vez maior. REFERÊNCIAS Acesso em 13/08/2016 LUCAS/ Acesso em 24/09/2016 TAUIL/2001, Pedro. TEIXEIRA, Maria. Acesso em 12/08/2016.

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