CAPÍTULO I ÂMBITO E DEFINIÇÃO. Artigo 1.º
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- Mirela Vasques Filipe
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1 Regulamento de Formação em Contexto de Trabalho (FCT) CAPÍTULO I ÂMBITO E DEFINIÇÃO Artigo 1.º A FCT é um conjunto de atividades profissionais desenvolvidas sob a coordenação e acompanhamento da escola, que visam a aquisição ou o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para o perfil de desempenho à saída do curso frequentado pelo aluno. É uma modalidade de formação, realizada pelos alunos do Ensino Profissional e que pretende atingir os seguintes objectivos: a) Contribuir para uma melhor orientação e formação profissional dos alunos; b) Aplicar a atividades concretas, no mundo real do trabalho, conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação; c) Promover a inserção dos alunos no mundo do trabalho; d) Desenvolver o espírito empreendedor e de iniciativa; e) Observar o quotidiano das Empresas, Instituições, Associações, com as quais os alunos tomem contacto; f) Desenvolver hábitos de trabalho, espírito criativo e capacidade de atualização constante. Artigo 2.º 1. A FCT realiza- se em postos de trabalho, em empresas ou noutras organizações, sob a forma de experiências de trabalho por períodos de duração variável ao longo da formação, ou sob a forma de estágio em etapas intermédias ou na fase final do curso.
2 2. A FCT pode assumir, parcialmente, a forma de simulação de um conjunto de actividades profissionais relevantes para o perfil de saída do curso, a desenvolver em condições similares à do contexto real de trabalho. Artigo 3.º A classificação da FCT é autónoma e integra o cálculo da média final do curso, nos termos previstos na Portaria 550- C/2004 de 21 de Maio. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Artigo 4.º A organização e o desenvolvimento da FCT obedecem a um plano, elaborado com a participação dos alunos, do diretor de curso, do professor orientador e do monitor da entidade de acolhimento. Este plano deverá ser assinado pelo órgão competente da escola, pela entidade de acolhimento, pelo aluno e ainda pelo encarregado de educação, caso o aluno seja de menor idade. 1. O plano da FCT é homologado pela direção executiva, mediante parecer favorável do diretor de curso, antes do início das atividades a que respeita. Artigo 5.º O plano a que se refere o número anterior, depois de assinado pelas partes, será considerado como parte integrante do contrato de formação subscrito entre a escola e o aluno e identifica os objectivos, o conteúdo, a programação, o período, o horário e o local de realização das atividades, as formas e monitorização e acompanhamento do aluno, bem como os direitos e deveres dos intervenientes, da escola e da entidade onde se realiza a FCT. 2
3 Artigo 6.º A concretização da FCT será antecedida e prevista em protocolo celebrado entre a escola e a entidade de acolhimento, as quais deverão desenvolver atividades profissionais compatíveis e adequadas ao perfil de desempenho visado pelo curso frequentado pelo aluno. Artigo 7.º Quando as atividades são desenvolvidas fora da escola, a orientação e o acompanhamento do aluno são partilhados, sob coordenação da escola, entre esta e a entidade de acolhimento, cabendo a esta designar um monitor para o efeito. Artigo 8.º Contratos e protocolos referidos não geram nem titulam relações de trabalho subordinado e caducam com a conclusão da formação para que foram celebrados. CAPÍTULO III INTERVENIENTES NA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Artigo 9.º São responsabilidades da escola: a) Assegurar a realização da FCT, nos termos definidos na lei e nos regulamentos aplicáveis; 3
4 b) Estabelecer os critérios de distribuição dos alunos pelas entidades de acolhimento para realizar a formação; c) Assegurar a elaboração dos protocolos com as entidades de acolhimento; d) Assegurar a elaboração e a assinatura dos contratos de formação com os alunos e os seus encarregados de educação, se aqueles forem menores; e) Assegurar a elaboração do plano da FCT, bem como a respectiva assinatura por parte de todos os intervenientes; f) Acompanhar o acompanhamento da execução do plano da FCT; g) Assegurar a avaliação do desempenho dos alunos formandos, em colaboração com a entidade de acolhimento; h) Assegurar que o aluno se encontra coberto por seguro em todas as atividades da FCT; i) Assegurar, em conjunto com a entidade de acolhimento e o aluno, as condições logísticas necessárias à realização e acompanhamento da FCT. Artigo 10.º O professor orientador da FCT é designado pela direção executiva, ouvido o diretor de curso, de entre os professores que leccionam as disciplinas técnicas. São responsabilidades específicas do professor orientador da FCT: a) Elaborar o plano da FCT, em articulação com a direção executiva, o diretor de curso, bem como, quando for o caso, com os demais órgãos ou estruturas de coordenação pedagógica, restantes professores e monitor designado pela entidade de acolhimento; b) Acompanhar a execução do plano de formação, nomeadamente através de deslocações periódicas aos locais de realização da FCT; c) Avaliar, em conjunto com o monitor designado pela entidade de acolhimento, o desempenho do aluno formando; d) Acompanhar o aluno formando na elaboração dos relatórios da FCT; 4
5 e) Propor ao conselho de turma, ouvido o monitor, a classificação do aluno; Artigo 11.º São responsabilidades da entidade de acolhimento: a) Designar o monitor da empresa; b) Colaborar na elaboração do protocolo e do plano da FCT; c) Colaborar no acompanhamento e na avaliação do desempenho do aluno formando; d) Assegurar o acesso à informação necessária ao desenvolvimento da FCT, nomeadamente no que diz respeito à integração socioprofissional do aluno formando na instituição; e) Atribuir ao aluno formando tarefas que permitam a execução do plano de formação; f) Controlar a assiduidade do aluno formando; g) Assegurar, em conjunto com a escola e o aluno formando, as condições logísticas necessárias à realização e ao acompanhamento da FCT; Artigo 12.º São responsabilidades do aluno formando: a) Colaborar na elaboração do protocolo e do plano da FCT; b) Participar nas reuniões de acompanhamento e avaliação da FCT; c) Cumprir, no que lhe compete, o plano de formação; d) Respeitar a organização do trabalho na entidade de acolhimento e utilizar com zelo os bens, equipamentos e instalações; e) Não utilizar, sem prévia autorização da entidade de acolhimento, a informação a que tiver acesso durante a FCT; 5
6 f) Ser assíduo e pontual e estabelecer comportamentos assertivos nas relações de trabalho; g) Justificar as faltas perante o diretor de turma, o professor orientador e o monitor, de acordo com as normas internas da escola e da entidade de acolhimento; h) Elaborar os relatórios intercalares e o relatório final da FCT. Artigo 13.º São responsabilidades do diretor de curso: a) Estabelecer contactos com empresários, via telefone ou preferencialmente, deslocando- se às empresas; b) Promover uma reunião com os pais/encarregados de educação dos alunos envolvidos; c) Envolver os professores da área técnica, reunindo propostas e planos de trabalho; d) Manter- se informado sobre o desempenho dos alunos durante a FCT, recolhendo os elementos necessários para a avaliação; Diagnosticar eventuais problemas, procurando corrigi- los, sempre que possível; e) Informar regularmente o órgão de gestão da escola, Conselho Pedagógico, sobre o decorrer do processo; f) Supervisionar a assinatura dos contratos da Formação em Contexto de Trabalho. CAPÍTULO IV AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Artigo 14.º Para a avaliação da FCT serão considerados os seguintes parâmetros: 6
7 a) A avaliação qualitativa é recolhida durante o desenvolvimento do projeto, na caderneta de estágio, entregue pelo diretor de Curso ao professor orientador do aluno/monitor da empresa; b) A avaliação quantitativa é traduzida numa proposta quantificada, numa escala de 0 a 20 valores, a apresentar pelo professor orientador ao Conselho de Turma e será obtida através de uma ponderação a cada um dos itens abaixo, que contemplarão critérios, a definir caso a caso, consoante a natureza do curso a que este regulamento se aplicará: Desempenho Profissional 60 % Atitudes e Valores 40% c) A avaliação conjunta basear- se- á nas observações efectuadas no decorrer da FCT, nos elementos anotados na grelha de avaliação da caderneta e na apreciação do relatório elaborado pelo formando. No relatório deve constar obrigatoriamente os seguintes elementos: * Caracterização da empresa ou instituição; * Tarefas desempenhadas pelo aluno durante o período de FCT; * Autoavaliação crítica do desempenho do aluno; 4) Suporte documental, em anexo, que ilustre a actividade do aluno durante a FCT. d) A avaliação final de desempenho da FCT (AFD) integra a avaliação da entidade de acolhimento (EA) e a avaliação do relatório das actividades desenvolvidas pelo formando (RA) através da seguinte expressão: AFD=AE x0.9+ra x 0.1 d) Do relatório terão de constar obrigatoriamente os seguintes elementos: 1) Caracterização da empresa ou instituição; 2) Tarefas desempenhadas pelo aluno durante o período de FCT; 3) Autoavaliação crítica do desempenho do aluno; 4) Suporte documental, em anexo, que ilustre a actividade do aluno durante a FCT Artigo 15.º 7
8 Durante a FCT, o professor orientador deverá preencher obrigatoriamente uma ficha de controlo de cada contacto efectuado com a empresa/instituição, registando nomeadamente as atividades desenvolvidas pelo aluno e a pessoa com quem estabeleceu o contacto. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 16.º Durante o período de tempo em que decorre a FCT o aluno envolvido está sujeito ao regime disciplinar em vigor. Artigo 17.º O aluno em formação em contexto de trabalho mantém todos os benefícios de que é titular na sua qualidade de aluno, nomeadamente o seguro escolar. Artigo 18.º O aluno durante a FCT tem direito a: a) Usufruir de subsídio de alojamento, transporte e alimentação de acordo com a legislação em vigor; 8
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