GESSOS PARA USO ODONTOLÓGICO
|
|
|
- Ana Sofia Sanches Minho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Faculdade de Odontologia Departamento de Biomateriais e Biologia Oral Materiais para Uso Indireto GESSOS PARA USO ODONTOLÓGICO ROTEIRO DE AULA Apresentação e usos Composição, reação e estrutura Requisitos Relação água/pó e Propriedades Tipos de gesso Cuidados de manipulação APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO USOS Gipsita: sulfato de cálcio di-hidratado Material para modelo modelos de estudo modelos de trabalho 1
2 USOS Material para modelo MATERIAL ACESSÓRIO Fixação de modelos em articulador modelos de estudo modelos de trabalho MATERIAL ACESSÓRIO Preenchimento de mufla Aglutinante em revestimentos para fundição Material de moldagem em prótese bucomaxilofacial COMPOSIÇÃO, REAÇÃO E ESTRUTURA sulfato de cálcio dihidratado 2CaSO 4.2H 2 O sulfato de cálcio hemihidratado + H 2 O (CaSO 4 ) 2.H 2 O + 3H 2 O GIPSITA -H 2 O di-hidrato hemidrato (pó de gesso) (SULFATO DE CÁLCIO DIHIDRATADO) GESSO + H 2 O (SULFATO DE CÁLCIO HEMIHIDRATADO) 2
3 calcinação Durante a espatulação, o dentista devolve ao hemihidrato a água perdida pela calcinação processo de aquecimento ( o C) que transforma o minério gipsita (dihidrato) em gesso (hemihidrato) hemidrato alfa hemidrato beta requisitos dos gessos RELAÇÃO ÁGUA/PÓ E PROPRIEDADES Resistência mecânica Alteração dimensional Estabilidade dimensional Reprodução de detalhes Compatibilidade com o material de moldagem Resistência à abrasão Cor contrastante Relação água:pó (A/P) é determinada por: Formato, densidade e tamanho das partículas Presença de aceleradores e retardadores da reação RELAÇÃO ÁGUA/PÓ 1 resistência mecânica: alteração dimensional: tempo de trabalho: tempo de presa: 2 1 > 2 1 > 2 1 < 2 1 < 2 V 1 < V 2 (A/P) 1 < (A/P) 2 estequiometricamente, são necessários 18 ml de água para 100 g de pó Resistência à compressão (MPa) Resistência úmida versus seca Tempo de secagem (h) 3
4 ALTERAÇÃO DIMENSIONAL Efeito da relação A/P na expansão de presa de um gesso tipo II Expansão aparente (entrelaçamento dos cristais) Para um mesmo tipo de gesso: quanto menor A/P, maior a expansão de presa Relação A/P Expansão de presa (%) Para diferentes tipos de gesso: gessos com menor A/P apresentam menor expansão de presa (aditivos controlam o crescimento dos cristais) Atenção: o gesso é o mesmo!! Expansão normal de presa Expansão Higroscópica TEMPO DE TRABALHO/TEMPO DE PRESA Tempo de espatulação: 45 seg X Tempo de trabalho: ~ 3 min Tempo de presa: inicial (perda de brilho): ~ 10 min final (término da exotermia): ~ 30 min 4
5 TEMPO DE TRABALHO/TEMPO DE PRESA TEMPO DE TRABALHO/TEMPO DE PRESA fatores que aceleram a reação de presa: menor A/P (núcleos de cristalização mais próximos) tempo e energia de espatulação aditivos incorporados pelo fabricante: aceleradores (sal de cozinha, raspas de gesso) retardadores (bórax, citratos) temperatura: pouca influência GESSO COMUM (TIPO II) Gesso comum (tipo II) indicação: material acessório A/P: 50% expansão de presa: 0,3% resist. à compressão: 10 MPa hemihidrato beta poroso e irregular (Gipsita aquecida em forno aberto) GESSO PEDRA (TIPO III) Gesso pedra (tipo III) indicação: modelos de estudo e antagonistas A/P: 30% expansão de presa: 0,1% (modificadores) resist. à compressão: 20 MPa hemihidrato alfa denso e prismático Calcinação sob pressão e com adição de modificadores químicos 5
6 GESSO ESPECIAL (TIPO IV) Gesso especial ou pedra melhorado (tipo IV) indicação: modelos de trabalho e troquéis A/P: 18-24% expansão de presa: 0,05% (modificadores) resist. à compressão: 50 MPa hemihidrato alfa com melhor distribuição de partículas Gesso especial de alta expansão (tipo v) indicação: modelos de trabalho e troquéis A/P: 18-24% expansão de presa: 0,1-0,3% resist. à compressão: 50 MPa peças metálicas confeccionadas em ligas com alta temperatura de fusão CUIDADOS DE MANIPULAÇÃO O molde deve estar limpo e seco Obedecer a relação A/P Para reduzir porosidade: adicionar o pó à água (e não o contrário) espatular contra as paredes do gral vibrar a mistura preencher o molde sob vibração, deixando o gesso fluir nos detalhes do molde Aguardar a presa final para separar o modelo do molde Não deixar o pote de gesso aberto: hemihidrato reage com a umidade do ar, alterando o tempo de trabalho e de presa Espatulação a vácuo 6
PROPRIEDADES DOS MATERIAIS PARA MODELO. Modelo. Modelos
Disciplina Ano-semestre 2016-1 Materiais Dentários I INDICAÇÃO DE USO DOS GESSOS Titulo da aula Expositor Gessos Odontológicos Prof. Dr. Eclérion Chaves Modelos Slides 35 Duração Aproximadamente 1:30 Texto
Gessos Odontológicos. Capítulo 9
Disciplina Materiais Dentários I Ano-semestre 2017-1 Titulo da aula Gessos Odontológicos Expositor Prof. Dr. Eclérion Chaves Slides 40 Duração Aproximadamente 1:30 Texto base Anusavice Phillips s Materiais
Gesso Odontológico. Unidade III. André Guimarães Machado DDS, MDSc
Gesso Odontológico Unidade III André Guimarães Machado DDS, MDSc Introdução Modelos de trabalho Modelos de estudo Troquéis Características desejáveis Precisão Estabilidade dimensional Capacidade de reproduzir
Roteiro de aula de GESSO
Roteiro de aula de GESSO Produtos à base de gesso O gesso é obtido da pedra natural de Gipsita, através de um tratamento térmico chamado de calcinação. A Gipsita é um mineral encontrado em várias partes
Histórico. Histórico. Conceito. Conceito. Requisitos. Requisitos. Composição. Composição. Indicação. Indicação. Tipos. Tipos. Histórico.
Disciplina Titulo da aula Expositor Slides 34 Materiais Dentários I Revestimentos odontológicos Prof. Dr. Eclérion Chaves Duração Aproximadamente 1:30 Plano de aula Publicado em: http://usuarios.upf.br/~fo/disciplinas/materiais%20dentarios/materiais1.htm
PROCEDIMENTOS DE FUNDIÇÃO Prof. Cassius Rebelatto
PROCEDIMENTOS DE FUNDIÇÃO Prof. Cassius Rebelatto Sempre que desejarmos um procedimento restaurador fazendo uso de ligas metálicas, torna-se obrigatório o procedimento de fundição. Coroas metálicas, restaurações
Técnica de Fundição. Prof. Dr. Carlos Francci. Disciplina de Biomateriais e Bioquímica Oral
Técnica de Fundição Prof. Dr. Carlos Disciplina de Biomateriais e Bioquímica Oral 3-5mm Centro geotérmico 3-5mm Materiais que servem para construir modelos de restaurações num processo de fundição
Revestimentos Odontológicos
Revestimentos Odontológicos HISTÓRICO: ± 500 AC Roma - Coroas e pontes em ouro. Séc.. 11 Theophilus - Técnica da cera perdida. 1907 - W. H. Taggart - Máquina de fundição utilizando a técnica da cera perdida.
Gesso de Construção FATEC SP. Aglomerante Aéreo
(http://www.tallestskyscrapers.info/images/tallest-buildings.jpg) MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Gesso de Construção O gesso de construção é produzido por calcinação do minério
FUNDIÇÃO ODONTOLÓGICA
FUNDIÇÃO ODONTOLÓGICA DEFINIÇÃO É o processo de se obter objetos vazando líquidos ou metal viscoso em um molde preparado ou forma. O objetivo de uma fundição é o de produzir réplicas de um objeto qualquer.
Gesso Odontológico. Curso de ASB. Prof. Eclérion Chaves Curso de ASB. Prof. Eclérion Chaves Curso de ASB. Prof. Eclérion Chaves Curso de ASB
Curso de ASB Gesso Odontológico Modelos Modelos Modelos Modelos Moldes para fabricação de dentaduras GESSO Revestimentos Sulfato de cálcio di-hidratado, quimicamente quase puro (Gipsita) (CaSO 4. 2H 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina Departamento ODT 7102 - Materiais Dentários II ODT - Odontologia Identificação da Oferta Odontologia 4ª Fase UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
16/10/2018. Ceras odontológicas. Núcleos metálicos fundidos. Copings metálicos próteses fixas. Material termoplástico
Ceras odontológicas Copings metálicos próteses fixas Material termoplástico Há 200 anos, a cera já era utilizada na área odontológica para moldagem; hoje, a sua principal aplicação é a tomada de registro,
Materiais de Moldagem Elásticos I (Paulo Capel)
DEPARTAMENTO DE BIOMATERIAIS E BIOLOGIA ORAL Disciplina ODB 401 Materiais para uso indireto Roteiro de estudos Data: 14/02/2017 Materiais de Moldagem Elásticos I (Paulo Capel) 1 Introdução 1. Os materiais
UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO. Departamento ODT - Odontologia
UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7102 Materiais Dentários II Departamento ODT - Odontologia
PLANO DE ENSINO Semestre DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7102 Materiais Dentários II
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA COORDENADORIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Campus Prof. João David Ferreira Lima CEP 88040-900 Trindade
Materiais Dentários - Exercícios 2
Materiais Dentários - Exercícios 2 1. Durante a inclusão do padrão no anel de fundição, onde deve estar localizada a câmara de compensação? a) a 3mm da base do anel e a 3mm do padrão de cera. b) a 2mm
Mercado Mundial de Gipsita Países Produção (103t) TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 8 Mercado Brasileiro de Gipsita Mercado Brasileiro de Gesso
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL Mercado Mundial de Gipsita TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 8 Revestimento de gesso Profa. Dra. Yêda Vieira Póvoas Produção em 2013 160.000.000t (SUMÁRIO
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 098-ETE PHILADELPHO GOUVEA NETTO - São José do Rio Preto SP
CEETEPS Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 098-ETE PHILADELPHO GOUVEA NETTO - São José do Rio Preto SP APOSTILA DE MATERIAIS DE PROTESE GESSOS ODONTOLOGICOS
Cerâmicos encontrados na natureza como a argila. Utilizado basicamente para peças de cerâmica tradicional.
PROCESSAMENTO DE CERÂMICOS 1. Características de materiais cerâmicos - alta dureza (resistência à abrasão) e resistência a elevadas temperaturas - alta fragilidade - grande diferença entre resistência
o Pisos: de 2 a 10 mm; o Paredes: de 2 a 5 mm; Áreas úmidas, residenciais, industriais e comercias; Pisos aquecidos (até 40 C).
Criado: 11/08/2016 1. PRODUTO Rejunte Fácil Epóxi 2. DESCRIÇÃO O Rejunte Fácil Epóxi é um rejuntamento a base de resina epóxi tri componente, para juntas largas e estreitas em placas que exigem excelente
Gesso para Construção Civil: Novas Tecnologias
Universidade de Pernambuco Escola Politécnica Mestrado em Engenharia Civil Mercado Mundial de Gipsita Produção em 2015 258.000.000t Gesso para Construção Civil: Novas Tecnologias Disciplina: GRCD-Gestão
Cerâmicas Odontológicas
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ODONTOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOMATERIAIS E BIOLOGIA ORAL Disciplina ODB401 - Materiais para uso indireto Roteiro de estudos (24/04/13) Prof. Paulo Francisco Cesar
Chimica Edile Group CHIMICA EDILE DO BRASIL DRY D1 NG
Chimica Edile Group & CHIMICA EDILE DO BRASIL DRY D1 NG Page1 Dry D1 NG para concreto, argamassas e rebocos leve - celular Em março de 2013, Riccardo Vannetti, do grupo Chimica Edile assinou um acordo
TÉCNICA PARA FUNDIÇÃO: EMPREGO: DOSAGEM: Para cada 100g de pó, usar entre 24 a 26 ml de Líquido. TEMPO DE TRABALHO: Cerca de 5 min.
MANUAL TÉCNICO TÉCNICA PARA FUNDIÇÃO: Revestimento para todas as ligas metálicas, coroas e pontes fixas, também para a técnica de cerâmica prensada, podendo o revestimento ser utilizado na técnica convencional
Instruções de uso. revestimento micro fine Revestimento para fundição
Instruções de uso revestimento micro fine 1700 Revestimento para fundição Informações Técnicas Proporção para pacote com 90 g e 23 ml (líquido + água destilada) Ligas não preciosas Ligas Cerâmicas Tilite
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil.
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Aglomerantes Referência desta aula Mehta & Monteiro (1994), Capítulo
2 - CLASSIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM
1 - SOLDAGEM: TERMO GENÉRICO Disciplina Titulo da aula Expositor Materiais Dentários I Soldagem odontológica Prof. Dr. Eclérion Chaves Processo de união de metais, envolvendo ou não o fluxo de um metal
Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas
Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas DEFINIÇÃO TIPOS DE CERA PARA FUNDIÇÃO COMPOSIÇÃO PROPRIEDADES ESCOAMENTO PROPRIEDADES TÉRMICAS DISTORÇÃO MANIPULAÇÃO OUTRAS CERAS ODONTOLÓGICAS CERAS
ARGAMASSAS E CONCRETOS AGLOMERANTES
ARGAMASSAS E CONCRETOS AGLOMERANTES DEFINIÇÃO São materiais ligantes, em geral pulverulentos, que promovem a união entre os grãos de agregados. Estes materiais sofrem transformações químicas, por isso
FQ-PD-05 Criado: 11/08/2016 Atualizado em: 29/01/2018 FICHA TÉCNICA Rev.: PRODUTO. Rejunte Porcelanatos e Pedras 2.
1. PRODUTO Rejunte Porcelanatos e Pedras 2. DESCRIÇÃO O Rejunte Porcelanatos e Pedras é uma argamassa de rejuntamento Tipo II para usos especiais, de fácil aplicação e excelente flexibilidade, aderência
Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho de Conclusão de Curso Gessos odontológicos: Avaliação da resistência à compressão e da morfologia ao microscópio eletrônico de varredura, em relação à técnica de espatulação Aline Luiza Marodin
CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS
CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS 1 CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS: Introdução Classificação (tipos de cerâmicas) Resumo das propriedades gerais MICROESTRUTURA Tipo de Cerâmica PROCESSAMENTO USO CLÍNICO 2 Definição Cerâmicas:
2 de 2. Instruções de uso. revestimento. Técnica para refratário
2 de 2 Instruções de uso revestimento GALAXY II Técnica para refratário Informações Técnicas Proporção para pacote com 100 g e 23 ml (líquido + água destilada) Refratário 11,5 ml líquido 11,5 ml água destilada
ESTUDO DO EFEITO DE MODIFICADORES DE PEGA NO PROCESSO DE CRISTALIZAÇÃO E NA MICROESTRUTURA DO GESSO
Evolvere Scientia, V. 3, N. 1, 2014 ARTIGO ESTUDO DO EFEITO DE MODIFICADORES DE PEGA NO PROCESSO DE CRISTALIZAÇÃO E NA MICROESTRUTURA DO GESSO Guilherme M. Farias 1*, Andréa de V. Ferraz 1, Ana L. M. de
- (11) (21) Pl A ~ ~~~~~~~~ ~
- (11) (21) Pl 0402314-5 A 111111~ 111111 ~~~~~~~~1111111111111111111111111~ 1111111 República Federativa do Brasil Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior Instituto Nacional da
ARGAMASSAS E CONCRETOS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
ARGAMASSAS E CONCRETOS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO Definição: O cimento Portland é um pó fino com propriedades aglutinantes que endurece sob a ação da água, ou seja, é um aglomerante ativo hidráulico. Influência
Roteiro de Aula Materiais de Moldagem Elastoméricos
Roteiro de Aula Materiais de Moldagem Elastoméricos Elastômeros: São borrachas sintéticas semelhantes às borrachas naturais, formados a partir de uma rede tridimensional de grandes moléculas (polímeros),
Materiais de Moldagem
Materiais de Moldagem Departamento de Biomateriais e Biologia Oral - FOUSP Igor Definição Geral: Uma cópia em negativo ou reversa de uma superfície ou objeto. A impressão de um dente e/ ou tecidos de interesse
Mercado Mundial de Gipsita. Mercado Brasileiro de Gesso. Mercado Brasileiro de Gipsita. O que é o gesso. Gipsita
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL Mercado Mundial de Gipsita Produção em 2015 258.000.000t TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 8 Revestimento de gesso Profa. Dra. Yêda Vieira Póvoas (SUMÁRIO
GABRIEL REIS FELIPE SOUZA LUIZ DOHOPIATI THALES PANKE DESENHOMECÂNICO FUNDIÇÃO E METALURGIA DO PÓ
GABRIEL REIS FELIPE SOUZA LUIZ DOHOPIATI THALES PANKE DESENHOMECÂNICO FUNDIÇÃO E METALURGIA DO PÓ METALURGIADOPÓ PROCESSO MECÂNICO DE PRODUÇÃO QUE FABRICA PEÇAS METÁLICAS ATRAVÉS DA COMPACTAÇÃO DE PÓ-METÁLICO
ANEXO IV RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO
Folha: 1/5 Lote: 1 1 150,00 UN PRÓTESES PARCIAIS REMOVÍVEIS (ESTRUTURA 250,0000 37.500,0000 METÁLICA) DEVERÁ TER SUA ESTRUTURA CONFECCIONADA COM LIGA METÁLICA DE CROMO COBALTO, A QUAL PASSARÁ POR PROCEDIMENTO
PROGRAMA DE ENSINO ODT 7101 Materiais Dentários I
PROGRAMA DE ENSINO ODT 7101 Materiais Dentários I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina Departamento ODT 7101 Materiais Dentários I ODT Odontologia Identificação da Oferta Odontologia,
PRODUTOS EM PÓ. O aditivo multifuncional
SICIT2000 S.p.A. a S.I.C.IT. S.p.A. Group Company PRODUTOS EM PÓ O aditivo multifuncional RETARDADORE PARA A PEGA DO GESSO > Aumenta o tempo de pega inicial; > Alta produtividade com baixas doses; > Produto
DEFEITOS DE FUNDIÇÃO AREIA VERDE RSCP/LABATS/DEMEC/UFPR/2017
DEFEITOS DE FUNDIÇÃO AREIA VERDE RSCP/LABATS/DEMEC/UFPR/2017 DEFEITOS DE MOLDAGEM Inclusão de areia Causas:.erosão (lavagem).explosão (reação de oxidação).escamas.rabo-de-rato.quebra de cantos do molde..fechamento
LIGANTES E CALDAS BETÃO
LIGANTES E CALDAS BETÃO Mistura fabricada in situ constituída por: ligante hidráulico (cimento) agregados grosso (brita ou godo) fino (areia) água [adjuvantes] [adições] Controlo de qualidade na obra Qualidade
Revestimentos de Argamassa Conceitos P R O M O Ç Ã O
Revestimentos de Argamassa Conceitos P R O M O Ç Ã O TECNOLOGIA DA ARGAMASSA Conceitos Sistema de Revestimento de Argamassa Desempenho do sistema Materiais Constituintes Dosagem Escolha do Sistema de Revestimento
BOLETIM TÉCNICO BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 26 ENDURECEDOR G 226 CARGA HF-32
BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 26 ENDURECEDOR G 226 CARGA HF-32 Resina PC 26_Endurecedor G 226_Carga HF-32 Resina poliuretânica para prototipagem rápida Descrição Resina PC 26_Endurecedor G 226 formam um sistema
Quanto maior o tempo. de espatulação mais. rápida é a presa
Materiais de Moldagem MATERIAIS DE MOLDAGEM Material de moldagem ideal: É o material que captura com precisão os detalhes das estruturas bucais, solta-se se da boca sem distorção, permanecendo dimensionalmente
A LINHA DE ALGINATOS COLTENE APRESENTA UM NOVO PADRÃO EM IMPRESSÕES DE PRECISÃO. SÃO INDICADOS PARA MOLDAGENS TOTAIS OU PARCIAIS REMOVÍVEIS.
A LINHA DE ALGINATOS COLTENE APRESENTA UM NOVO PADRÃO EM IMPRESSÕES DE PRECISÃO. SÃO INDICADOS PARA MOLDAGENS TOTAIS OU PARCIAIS REMOVÍVEIS. Vantagens: Maior precisão de detalhes de bolhas na superfície
ANEXO IV RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO
Folha: 1/6 Lote: 1 1 150,00 UN PRÓTESES PARCIAIS REMOVÍVEIS (ESTRUTURA 280,0000 42.000,0000 METÁLICA) DEVERÁ TER SUA ESTRUTURA CONFECCIONADA COM LIGA METÁLICA DE CROMO COBALTO, A QUAL PASSARÁ POR PROCEDIMENTO
MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD.
MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA MOLDAGEM EM AREIA Vantagens 1. A moldagem por areia verde é o mais barato dentre todos os métodos de
Mercado Mundial de Gipsita TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 8 Mercado Brasileiro de Gipsita Mercado Brasileiro de Gesso O que é o gesso
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL Mercado Mundial de Gipsita Produção em 2014 246.000.000t TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 8 Revestimento de gesso Profa. Dra. Yêda Vieira Póvoas (SUMÁRIO
FQ-PD-05 FICHA TÉCNICA. Rev.: 02 Pág.: 1/5. Criado: 11/08/2016. Atualizado: 30/06/ PRODUTO: Rejunte Cerâmicas
Rev.: 02 Pág.: 1/5 1. PRODUTO: Rejunte Cerâmicas 2. DESCRIÇÃO: O Rejunte Cerâmicas é uma argamassa de rejuntamento Tipo I para placas cerâmicas, de fácil aplicação, excelente aderência e resistência mecânica.
Boas ideias transformadas em inovação
Boas ideias transformadas em inovação A Yller atua de forma inovadora e sustentável, contribuindo para o desenvolvimento da odontologia brasileira e fornecendo produtos e serviços que superam as expectativas
MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA. Tópicos de Química Experimental. Débora Alvim/ Willian Miguel
MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Tópicos de Química Experimental Débora Alvim/ Willian Miguel BÉQUER OU BECHER É de uso geral em laboratório: Serve para fazer reações entre soluções Dissolver
5º Capítulo: Montagem, Inclusão e Fundição.
Autor: Rogério Goulart da Costa Técnico: Luís Fernando Filther 5º Capítulo: Montagem, Inclusão e Fundição. 1 Capítulo: Montagem, Inclusão e Fundição. Conpings encerados e com os sprue posicionado. Este
Materiais de Construção
Materiais de Construção Materiais de construção Os podem ser simples ou compostos, obtidos diretamente da natureza ou resultado de trabalho industrial. Condições econômicas. As condições técnicas (solidez,
FQ-PD-05 FICHA TÉCNICA. Rev.: 02 Pág.: 1/5. Criado: 11/08/2016. Atualizado: 03/04/ PRODUTO: REVEST LISO Camada Fina.
Rev.: 02 Pág.: 1/5 1. PRODUTO: REVEST LISO Camada Fina. 2. DESCRIÇÃO: O REVESTLISO CAMADA FINA é uma argamassa branca, mineral, de alta resistência e aderência, para acabamento de paredes e tetos com camada
Conceitos básicos. Cimentos Odontológicos. Descrição geral Indicações Requisitos
ESTRUTURA DA AULA Conceitos básicos Cimentos Odontológicos Descrição geral Indicações Requisitos CONCEITOS BÁSICOS Restauração Direta Indireta Definitiva Provisória Definitiva Provisória Longa duração
Disciplina: Projeto de Ferramentais I
Aula 04: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas empregadas 02:
bronze), sendo que não há necessidade da sua destruição para a retirada da peça fundida
8 FUNDIÇÃO EM MOLDES PERMANENTES (COQUILHAS) Nos processos com moldes permanentes, o molde (também chamado de coquilha) é confeccionado em material metálico (ferro fundido, aço e, mais raramente, bronze),
3º Capítulo: Confecção de Modelo e do Troquel usando Sistema Giriform.
Autor: Rogério Goulart da Costa 3º Capítulo: Confecção de Modelo e do Troquel usando Sistema Giriform. Em ambiente laboratorial procede-se a desinfeção do molde no intuito prevenir contágio com doenças
1 de 2. Instruções de uso. revestimento. Revestimento Universal Fundição - Cerâmica prensada - Refratário
1 de 2 Instruções de uso revestimento GALAXY II Revestimento Universal Fundição - Cerâmica prensada - Refratário Informações Técnicas Proporção para pacote com 100 G e 23 ml (líquido + água destilada)
+Hg Compromete a biocompatibilidade Diminui resistência à corrosão e mecânica. Diminui resistência à corrosão e mecânica
Estrutura da aula 1. Introdução 2. Toxicidade do Mercúrio: mitos, verdades e cuidados 3. Manipulação: aspectos gerais 4. Histórico e classificação 5. Requisitos/propriedades 6. controle do fabricante 7.
Áreas externas; Porcelanatos e pedras naturais; Pastilhas de vidro, de porcelana ou outros materiais;
Criado: 11/08/2016 1. PRODUTO Arga Cozinhas e Banheiros 2. DESCRIÇÃO A Arga Cozinhas e Banheiros é uma argamassa colante especial para assentamento de placas cerâmicas em áreas internas com ação hidrorrepelente
ARGAMASSAS E CONCRETOS ADIÇÕES
ARGAMASSAS E CONCRETOS ADIÇÕES Adições Minerais CONCEITUAÇÃO Definição: São materiais adicionados ao concreto (com teores superiores a 5%) que tem a função de substituir o cimento ou se somar a ele devido
FQ-PD-05 FICHA TÉCNICA. Rev.: 02 Pág.: 1/5. Criado: 11/08/2016. Atualizado: 03/04/ PRODUTO: Arga Cozinhas e Banheiros
Rev.: 02 Pág.: 1/5 1. PRODUTO: Arga Cozinhas e Banheiros 2. DESCRIÇÃO: A Arga Cozinhas e Banheiros é uma argamassa colante especial para assentamento de placas cerâmicas em áreas internas, com ação hidro-repelente
ESTUDO DA COMPACTAÇÃO DE MASSAS PARA CERÂMICA VERMELHA
ESTUDO DA COMPACTAÇÃO DE MASSAS PARA CERÂMICA VERMELHA Adans Custódio 1, Manuela Custódio 1, Rafael Pereira Da Coreggio 1, Maykon Cargnin 2 1 Instituto Maximiliano Gaidzinski / Colégio Maximiliano Gadizinski
Design de Móveis. Chapas de madeira processada
Design de Móveis Chapas de madeira processada O que são chapas de madeira processada? São chapas formadas por madeira em formatos diferenciados (lâminas, fibras, partículas, etc.), processadas industrialmente
Nome da Disciplina: Carga Horária: Período:
1 FACULDADES INTEGRADAS DA Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº 368/2008 de 19//2008 (DOU 20//2008) PLANO DE ENSINO CURSO DE ODONTOLOGIA (para alunos ingressantes a partir do 1º semestre letivo de 2006)
Alvenaria: caracterização
Alvenaria: caracterização Julio Cesar Sabadini de Souza Vedação vertical Conceituação Importância Funções Classificação Relembrando... a) quanto à posição no edifício b) quanto à técnica de execução 1
Concreto de Alto Desempenho
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Concretos Especiais Concreto de Alto Desempenho Material de alta resistência
SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA
SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA MOZAR MARTINS DE SOUZA MANUAL DE LIGAS FUNDIÇÃO E SOLDAGEM SÉRI E: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGI CA 2 ÍNDICE Manual técnico de ligas dentais O padrão Fabricação da
ESTUDO DO PROCESSO DE CALCINAÇÃO COMO ALTERNATIVA PARA A RECICLAGEM DE GESSO PROVENIENTE DA CONSTRUÇÃO CIVIL
ESTUDO DO PROCESSO DE CALCINAÇÃO COMO ALTERNATIVA PARA A RECICLAGEM DE GESSO PROVENIENTE DA CONSTRUÇÃO CIVIL Felipe Carvalho Cagnoni ¹; Heloísa Cristina Fernandes Cordon ² ¹ Aluno de Iniciação Científica
FUNDIÇÃO POR GRAVIDADE OU COQUILHAMENTO EM MOLDE PERMANENTE
FUNDIÇÃO POR GRAVIDADE OU COQUILHAMENTO EM MOLDE PERMANENTE RSCP/LABATS/DEMEC/UFPR 2017 O que é Fundição com Molde Permanente? O que é Fundição com Molde Permanente? A fundição com molde permanente emprega
Estrutura Interna do Concreto
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Estrutura Interna do Concreto Referência desta aula Mehta & Monteiro
Metais não ferrosos Prof. Dr. Julio Cesar Sabadini de Souza
Ligas não ferrosas Metais não ferrosos Prof. Dr. Julio Cesar Sabadini de Souza Dentre as mais importantes na construção civil estão incluídas as ligas de Alumínio Cobre Zinco Alumínio É o terceiro elemento
PROGRAMA DA DISCIPLINA
VIGÊNCIA: 2016/1-2019/1 PROGRAMA DA DISCIPLINA DISCIPLINA: FUNDICAO CODCRED CARGA HORÁRIA MÓDULO 4444D-02 30 60 EMENTA: Princípios gerais da fundição. Concepção- desenho modelo molde. Areias para moldagem.
PROSPECÇÃO E ANÁLISE TÉCNICA DA JAZIDA DE CALCÁRIO RENAUX COM O OBJETIVO DE DESENVOLVER CALCITA #200 PARA APLICAÇÃO EM MASSAS DE MONOPOROSA
PROSPECÇÃO E ANÁLISE TÉCNICA DA JAZIDA DE CALCÁRIO RENAUX COM O OBJETIVO DE DESENVOLVER CALCITA #200 PARA APLICAÇÃO EM MASSAS DE MONOPOROSA Nilson Schwartz da Silva T cota Engenharia e Minerais Industriais
ENSAIOS DE RETRAÇÃO DE ARGAMASSAS NOS ESTADOS FRESCO E ENDURECIDO - CONTRIBUIÇÃO PARA A NORMALIZAÇÃO BRASILEIRA
ENSAIOS DE RETRAÇÃO DE ARGAMASSAS NOS ESTADOS FRESCO E ENDURECIDO - CONTRIBUIÇÃO PARA A NORMALIZAÇÃO BRASILEIRA PEDRO KOPSCHITZ XAVIER BASTOS ELZA HISSAE NAKAKURA MARIA ALBA CINCOTTO Realização Escola
Ligas com Memória de Forma
3 de Novembro de 2016 Ligas com Memória de Forma Educação de uma Liga TiNi Equipa 6 Mestrado Integrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais Licenciatura em Ciências da Engenharia Engenharia de Minas
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I AULA 01: AGLOMERANTES
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I AULA 01: AGLOMERANTES UNIDADE 01 [2019/1] PROFESSORA: MOEMA CASTRO DISCIPLINA: MACO I IFBA FEIRA DE SANTANA MATERIAL DE APOIO BAUER, L FALCÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VOL 1 E 2
FQ-PD-05 Criado: 11/08/2016 Atualizado em: 29/01/2018 Rev.: 02 FICHA TÉCNICA 1. PRODUTO. Revestliso Massa Niveladora 2. DESCRIÇÃO
1. PRODUTO Revestliso Massa Niveladora 2. DESCRIÇÃO O Revestliso Massa Niveladora é uma argamassa branca, mineral, de alta resistência, aderência e com tecnologia hidro-repelente para acabamento de paredes
FQ-PD-05 Criado: 11/08/2016 Atualizado em: 29/01/2018 FICHA TÉCNICA Rev.: PRODUTO. Cerâmicas Internas ACI 2. DESCRIÇÃO
1. PRODUTO Cerâmicas Internas ACI 2. DESCRIÇÃO A Cerâmicas Internas ACI é uma argamassa colante tipo ACI para assentamento de placas cerâmicas em áreas internas. É produzida com matérias-primas selecionadas,
rejuntamento flexível
01 Descrição: O votomassa é uma argamassa a base de cimento Portland indicado para rejuntar revestimentos cerâmicos, em pisos e paredes, com juntas de 2 a 10 mm em áreas internas e externas. 02 Classificação
TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível. Polimetacrilato de metila
Disciplina Materiais Dentários II Ano-semestre 2016-1 Titulo da aula Expositor Resinas Acrílicas Prof. Dr. Eclérion Chaves Slides 46 Duração Aproximadamente 1:50 Texto base Plano de aula Anusavice Phillips
