Ata da Assembleia Geral

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1 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL IX JORNADA PARANAENSE DOS GRUPOS PET IX JOPARPET: O PETIANO NA CONSTRUÇÃO DA UNIVERSIDADE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ MARINGÁ, 10 A 12 DE OUTUBRO DE 2015 Ata da Assembleia Geral No dia doze de outubro de 2015, às oito horas e cinquenta e cinco minutos, iniciou a Assembleia Geral da IX Jornada Paranaense dos Grupos PET, realizada no Ginásio do Colégio de Aplicação Pedagógica, com a presença dos participantes do evento. A Assembleia foi coordenada pelo professor tutor do PET-Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Antônio Carlos Andrade Gonçalves e como vice-presidente a professora tutora do PET-Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá, Sheila Maria Rosin. A Assembleia foi relatada pelo acadêmico petiano Paulo Henrique Polizel Alexandre, do PET-Agronomia. Ao início das atividades ocorreu breve explanação da metodologia de funcionamento da assembleia, leitura e aprovação do Regimento Geral da Assembleia. Em seguida, foi apresentada a pauta da Assembleia, que após observação foi aprovada da seguinte forma: (A) Apresentação de moções; (B) Análise dos encaminhamentos do Encontro de Acadêmicos Petianos e Egressos; (C) Análise dos encaminhamentos do encontro de tutores; (D) Análise dos encaminhamentos dos GDTs; (E) Definição do local da X Jornada Paranaense dos Grupos PET (2016); (F) Encerramento da IX JOPARPET, com a leitura e aprovação da ata. Ao início da pauta, a mesa coordenadora fez a leitura das cartas de moções. (A) O petiano Guilherme Calixto do PET Agronomia UEM leu a moção redigida no XVIII SulPET de Em seguida a tutora Nilce do PET Farmácia UFPR sugeriu que as moções fossem encaminhadas para todas as IES e campus das universidades que contenham grupos PET. A moção foi aprovada por unanimidade e foi encaminhada. (B) O coordenador do encontro de acadêmicos petianos e egressos realizou a leitura dos encaminhamentos. E- ncaminhamento 1 Aprovado com alteração na redação: Cabe ao CLAA, aos grupos, às IES incentivar a criação e a reunião periódica entre os grupos da mesma IES ou do mesmo campus, criando atividades de INTERPET e fortalecendo o PET dentro da IES. Em seguida foi aprovado por unanimidade e será encaminhado. Encaminhamento 2 - Que o CLAA avalie qual é a melhor forma de divulgação de suas atividades (reuniões, avaliações), para que os alunos tenham acesso e consigam formar opiniões, aumentando, portanto, a sua representatividade. Devido a manifestações da plenária que o encaminhamento 2 estaria semelhante ao encaminhamento do GDT, foi questionado a mesa se não seria possível aglutinar os dois encaminhamentos. Dessa forma, o coordenador da mesa deu duas propostas para a plenária. Proposta 1: Manutenção da sequência dos pontos. Proposta 2: Quando surja encaminhamentos semelhantes, que se aglutine os encaminhamentos. Em regime de votação a proposta 1 foi aprovada, tendo 49 votos favoráveis. Portanto, o conteúdo do encaminhamento 2 foi aprovado sem

2 alterações. Encaminhamento 3 - Alterar a data do evento JOPARPET para o início do ano, antes do SULPET. Devido aos obstáculos, como: diferentes calendários entre as instituições, dificuldades financeiras e excesso de eventos em um único semestre. Por meio de votação, a plenária optou por supressão do encaminhamento. Encaminhamento 4 - Que a CENAPET crie um calendário anual de eventos, especificando períodos para realização de eventos estaduais, regionais e nacionais, bem como datas limites para divulgação das atas desses eventos. O item foi aprovado. (C) O coordenador do encontro de tutores realizou a leitura dos encaminhamentos. Encaminhamento 1- O encaminhamento foi alterado pela proposta elaborada pela plenária, que foi encaminhada a mesa coordenadora, a qual deu origem à seguinte redação: Que cada grupo PET elabore uma lista com itens de consumo a serem adquiridos com a verba de custeio que estão OMISSOS, ou seja, não definidos nas normativas legais existentes. Por contraste, a nova redação do encaminhamento foi aprovada. Às dez horas e trinta minutos a assembleia foi suspensa para o coffee break. Após, houve continuação da assembleia às onze horas. (D) O relator de cada GDT leu os encaminhamentos gerados nos mesmos. (GDT-1) POLÍTICAS E LEGISLAÇÃO DO PET. Encaminhamento 1 - Encaminhar a diretoria executiva da CENAPET, a sugestão de se discutir no SulPET de 2016, a importância do repasse do custeio até abril de cada ano, a fim de elaborar um documento a ser apresentado no MEC. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 2 - Sugerir a Diretoria Executiva da CENAPET a inserção na programação do SulPET de 2016 de um espaço para discussão de procedimentos relacionados ao recebimento do custeio perante a troca do tutor. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 3 - Aprovado com alteração na redação: Encaminhar a Diretoria Executiva da CENAPET que proponha ao MEC junto a Comissão de Avaliação, que realize vídeo conferências para findar questões no que se refere ao MOB, visto a necessidade de sua publicação. Encaminhamento 4 Aprovado com alteração na redação: Encaminhar à Diretoria Executiva da CENAPET que proponha aos eventos regionais, em sua programação, um debate sobre a inserção da CENAPET na estrutura formal do programa, oficializada pela portaria que rege o PET. (GDT-2) RENOVAÇÃO TUTORIAL NO PET. Encaminhamento 1 - Maior discussão e análise pelos grupos do impacto da renovação tutorial compulsória conforme a Portaria nº 343, de 24/04/2013, e Portaria nº 976, de 31/10/2013. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 2 - Que o CLAA estabeleça peso para os requisitos exigidos na seleção de novos tutores conforme artigo 12º da portaria MEC 976 de Outubro de Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 3 - Que os critérios para seleção de tutores definidos pela portaria 976/2013 em seu artigo 12º tenham caráter classificatório. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 4 - Foi aprovado por contraste com alteração na redação: Cada grupo elabore um manual de orientação que sistematizasse suas atividades administrativas (SIGPET, CLAA, Relatórios e Planejamentos) a fim de auxiliar os novos integrantes (petianos e tutores) e que a CENAPET disponibilize em sua página um espaço de compartilhamento de tais documentos. (GDT-3) ACOMPANHAMENTO INSTITUCIONAL E AVALIAÇÃO

3 DO PET. Encaminhamento 1 - Aprovado com alteração na redação: Cabe à comissão de organização do evento instituir um espaço em todos os eventos PET para resgate das decisões de eventos anteriores e seus desdobramentos, com relator indicado pelo evento e relato enviado antes para os inscritos. Encaminhamento 2 - instituir no âmbito CLAA um espaço para formação de tutores. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 3 - Aprovado com alteração na redação: incluir nos eventos, escolas (oficinas) preparatórias para petianos (discentes e docentes) preparados pelos petianos antigos com temas, entre outros: legislação, eventos, avaliação, custeio e filosofia. Encaminhamento 4 - Criação de uma página própria do CLAA de cada IES para disponibilizar informações geradas no âmbito do CLAA e de seus grupos PET. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 5 - Aprovado por contraste, com alteração: O CLAA de cada IES deve definir um formulário padrão de parecer circunstanciado (relatório e planejamento) que deve ser encaminhado aos grupos após análise e deliberação do CLAA. Encaminhamento 6 - Com a aglutinação dos encaminhamentos seis e sete. Foi aprovado por contraste, com a seguinte redação: o CLAA deve definir ferramentas de acompanhamento e diagnóstico dos grupos com visitas in loco, entrevistas aos coordenadores do curso, alunos e tutores, priorizando o acompanhamento dos grupos com maior dificuldade, com ações proativas e não punitivas. Encaminhamento 7 - Abrir na página do CLAA espaço para sugestões e reclamações (semelhante à ouvidoria). Foi aprovado por contraste. (GDT-4) INTERPET: INTEGRAÇÃO, ATRIBUIÇÕES, DESAFIOS E INSERÇÃO INSTITUCIONAL. Encaminhamento 1 - Fortalecimento do InterPET em nível local a partir das deliberações feitas em âmbito estadual, regional e nacional, com a criação de espaços para a discussão sobre a aplicação das mesmas. Foi aprovado por contraste. Encaminhamento 2 - Formulação de um grupo abrangente aos grupos PET dentro da Instituição de Ensino Superior e motivação para sua integração. Foi suprimido por contraste. (GDT-5) FORMAÇÃO PETIANA E SUA RELAÇÃO COM A UNIVERSIDADE, SOCIEDADE, ATUAÇÃO PROFISSIONAL E CIDADANIA. Encaminhamento 1 - Aprovado com a seguinte alteração: Fica a cargo da Diretoria Executiva da CENAPET a criação de um GDT permanente nos eventos do PET que discuta sobre quais atividades do grupo visam a integração e interação com a graduação e comunidade externa, bem como a forma que ocorrem (eventos, discussão de projeto político pedagógico de curso, entre outras), e inserção maior dos petianos nas discussões relacionadas à IES. Encaminhamento 2 - Inclusão no planejamento de cada grupo PET, alguma atividade no sentido de participação na construção da universidade. Foi suprimido por contraste. Encaminhamento 3 - Buscar por meio do InterPET, ou conjunto de grupos PET, motivar a realização de projetos em espaços de mobilização comunitária. Procurando interlocutores da comunidade capazes de auxiliar no entendimento das necessidades da comunidade perante IES. Foi aprovado por contraste que o encaminhamento três fosse transformado em sugestão. Encaminhamento 4 - Cabe ao grupo PET promover contínua e sistematicamente, espaços de avaliação das atividades extensionistas desenvolvidas, tanto internamente

4 quanto com as comunidades envolvidas. Os resultados dessa avaliação devem ser documentados para que sirvam de subsídio a futuras ações dos grupos PET. Foi aprovado por contraste que o encaminhamento quatro fosse transformado em sugestão. Encaminhamento 5 - Fica a cargo da CENAPET a criação de pelo menos um fórum online permanente para a interação entre petianos, tutores e egressos de todo o Brasil, além de promover e oficializar mais espaços para participação de egressos em eventos, reuniões, assembleias e projetos. A fim de valorizar a importância do egresso considerando sua experiência no programa, realizando trocas que evidenciam erros e acertos passados servindo de exemplo e incentivo aos petianos. Foi suprimido por contraste e originou duas sugestões. Encaminhamento 6 - Cabe aos grupos PET, trazerem uma reflexão da sua atuação e fomentarem iniciativas concretas de ação junto aos docentes, não se limitando apenas à pesquisa, e principalmente aos servidores da universidade. Foi aprovado por contraste e originou uma sugestão. (E) Foi estabelecido que a X JORNADA PARANAENSE DOS GRUPOS PET (2016) acontecerá na UTFPR de Pato Branco. A tutora Nilce do PET Farmácia UFPR trouxe a reflexão da responsabilidade de assumir os eventos e executá-los, pois a próxima jornada aconteceria em Londrina e devido algumas dificuldades encontradas em realizar a jornada na UEL, houve alteração para a UTFPR de Pato Branco. A assembleia terminou às treze horas e os petianos, Matheus de Freitas Belon, Paulo Henrique Polizel Alexandre e Valéria Antunes Herling lavramos a presente ata.

5 ANEXOS

6 ANEXO 1 SUGESTÕES DOS GDTs. GDT 1. SUGESTÃO 1: Sugere-se a todos os grupos que realizem atividades internas relacionadas a parte histórica e legislativa do programa, visando o fortalecimento da formação petiana. GDT 4. SUGESTÃO 1: Sugere-se estimular o intercâmbio dos grupos Pet dentro da Universidade para troca de experiências e construção da integração. SUGESTÃO 2: Sugere-se que o petiano leve uma proposta de integração ao grupo Pet que visitar. SUGESTÃO 3: Divulgação por meio de uma plataforma interativa única que facilite o acesso às informações e atividades dos outros grupos Pet dentro e fora da instituição. SUGESTÃO 4: Realização de feedback e avaliação de eventos Pet como gatilho para formação do Interpet nas instituições que não o tem. SUGESTÃO 5: Haver reuniões periódicas de maneira a avaliar atividades praticadas no Interpet. Caso não seja possível uma reunião física, deve-se encontrar maneiras para que haja avaliações via internet, por exemplo, um grupo de s. SUGESTÃO 6: Sugere-se que haja feedbacks após eventos e atividades dentro de cada grupo e ao Interpet. SUGESTÃO 7: Realização de uma reunião de pauta única: avaliação semestral para as atividades do Interpet ou das atividades próprias dos grupos caso não exista o Interpet. GDT 5. SUGESTÃO 1: Buscar por meio do INTERPET, ou conjunto de grupos PET, Motivar a realização de projetos em espaços de mobilização comunitária. Procurando interlocutores da comunidade capazes de auxiliar no entendimento das necessidades da comunidade perante IES. SUGESTÃO 2: Cabe ao grupo PET promover contínua e sistematicamente, espaços de avaliação das atividades extensionistas desenvolvidas, tanto internamente quanto com as comunidades envolvidas. Os resultados dessa avaliação devem ser documentados para que sirvam de subsídio a futuras ações dos grupos PET.

7 SUGESTÃO 3: Que cadaa comissão organizadora de eventos inclua no campo de inscrições a opção de participação de egressos. SUGESTÃO 4: Incentive a utilização do fórum online permanente para a interação entre petianos, tutores e egressos de todo o Brasil. SUGESTÃO 5: Cabe aos grupos PET, promoverem uma reflexão da sua atuação e fomentarem iniciativas concretas de ação junto aos docentes, não se limitando apenas à pesquisa, e principalmente aos servidores da universidade.

8 ANEXO 2 MOÇÕES À IES Moção do XVIII SulPET 2015 MOÇÃO 1 (GDT2) Diante do cenário político e econômico vivenciado pela sociedade brasileira, é de extrema importância para o futuro do Brasil a garantia da formação de qualidade do Ensino Superior Brasileiro. Dentre os diversos programas existentes junto ao Ministério da Educação MEC que tem por foco o Ensino Superior, cumpre-nos destacar a relevância do Programa de Educação Tutorial PET sob a responsabilidade da SESu/MEC. O PET visa a formação em nível de graduação baseado na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão, e dentre vários objetivos destacam-se o desenvolvimento de atividades acadêmicas em padrões de qualidade e de excelência; prover a formação de profissionais de elevada qualificação acadêmica, científica, tecnológica e cultural e, principalmente, a formação de novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino superior no país, que referenciem a revisão de projetos pedagógicos, flexibilização curricular e articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Face ao exposto, vimos manifestar de forma respeitosa o entendimento da Assembleia Geral do XVIII SulPET, realizada na Universidade Estadual de Londrina no dia 20 de abril de 2015, da necessidade da institucionalização do Programa de Educação Tutorial PET junto à IES, visando o seu fortalecimento e sua manutenção institucional como instrumento estratégico para a melhoria dos cursos de graduação, estimulando o espírito crítico bem como a atuação profissional pautada pela ética, pela cidadania ativa e pela função social da Educação Superior. Londrina, 20 de abril de Ao ENAPET Administração Institucional de cada IES CENAPET MEC Moção 2 do XVIII SulPET 2015 MOÇÃO 2 (Encontro de Discentes) Diante do cenário político e econômico vivenciado pela sociedade brasileira, é de extrema importância para o futuro do Brasil a garantia da formação de qualidade do Ensino Superior Brasileiro. Dentre os diversos programas existentes junto ao Ministério da Educação MEC que tem por foco o Ensino Superior, cumpre-nos destacar a

9 relevância do Programa de Educação Tutorial PET sob a responsabilidade da SECADI/ SESu/ MEC. O PET visa a formação em nível de graduação baseado na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão, e dentre vários objetivos destacam-se o desenvolvimento de atividades acadêmicas em padrões de qualidade e de excelência; prover a formação de profissionais de elevada qualificação acadêmica, científica, tecnológica e cultural e, principalmente, a formação de novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino superior no país, que referenciem a revisão de projetos pedagógicos, flexibilização curricular e articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Face ao exposto, viemos de forma respeitosa manifestar o entendimento da Assembleia Geral do XVIII SulPET da necessidade, junto ao MEC e às IES, do fortalecimento, manutenção e de possibilidade de ampliação do Programa de Educação Tutorial como instrumento estratégico de Estado para a melhoria dos cursos de graduação, estimulando o espírito crítico bem como a atuação profissional pautada pela ética, pela cidadania ativa e pela função social da Educação Superior. Londrina, 20 de abril de 2015.

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