MONITORAMENTO ELETRÔNICO GEDER GOMES
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- Eduardo Barreto Molinari
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1 MONITORAMENTO ELETRÔNICO GEDER GOMES
2 VISÃO PANORÂMICA DO MONITORAMENTO ELETRÔNICO NO MUNDO 1) EUA 2) FARANÇA PRINCIPAIS PAISES QUE ADOTAM: 3) INGLATERRA 4) CANADÁ 5) SUÉCIA 6) ESCÓCIA 7) ESPANHA 8) PORTUGAL
3 SISTEMAS UTILIZADOS NO MUNDO GLOBALIZADO - VIGILÂNCIA VIA SATÉLITE - Acompanhamento do deslocamento do infrator por um sistema de radar, com conexão a cabo, via satélite.
4 SISTEMA DE MICRO CHIP
5 Unidade de Micro chip
6 Sistema de Implante
7 Monitoramento Eletrônico Bracelete no pulso ou na perna do infrator.
8 PULSEIRA ELETRÔNICA
9 Tornozeleira
10 monitoramento
11 SISTEMA NACIONAL: SAC 24
12 Especificações UPR homologados na ANATEL Tornozeleira Tamanho: 143 x 83 x 26 mm Peso: 265 g LEDs de sinalização Memória para 240h de dados Bateria Recarregável Indicação de nível da bateria Autonomia para 20h Sensores anti-fraude Ruptura do invólucro Movimentação sem GPS GPS Super sensibilidade Tempo de aquisição configurável Acuracidade 1 a 5 metros GPRS Comunicação criptografada Transmissão redundante Tempo da transmissão configurável Peso: 65 g Trasnmissor Frequência 915MHz Comunicação bi-direcional Comunicação criptografada Tempo de transmissão configurável Bateria Vida útil 12 meses Sensores anti-fraude Ruptura da tira de fixação Ruptura do invólucro Tira de fixação ajustável Material anti alergênico A prova d`água
13 DIMENSÕES E MEDIDAS
14
15 Área de monitoramento
16 Monitoramento - informações Data e Hora da última posição Velocidade do Monitorado Altitude
17 Sinalizações UPR LEDs de sinalização: Indicação de falta de comunicação/gprs; Ausência de sinal de GPS; Afastamento da tornozeleira; Indicação de chamada de contato para o supervisor; Nível de bateria baixo ou carregamento. Alertas sonoros e vibratórios Movimento sem GPS; Afastamento da tornozeleira; Nível de bateria baixo; Descumprimento das regras de áreas de inclusão e exclusão; Indicação de chamada de contato para o supervisor.
18 Funcionalidades e Segurança Segurança Sistema Gerenciamento Protocolo seguro HTTPS Cadastro de computadores de acesso Acesso Usuário e Senha criptografada Informações confidenciais criptografadas Sistema auditável UPR / Tornozeleira Transmissão bi-direcional entre o par Transmissão criptografada UPR/Tornozeleira Transmissão criptografada via GPRS Mais segurança anti fraude e violação Protocolo proprietário e único Alarmes Violação ou rompimento da Tornozeleira Violação da UPR Fora de alcance Tornozeleira / UPR Movimentação sem sinal de GPS Nivel de bateria baixo Violação de zonas de Inclusão / Exclusão Falta de comunicação GPRS Envio de ou SMS para autoridade responsável
19 Monitoramento On-line O Monitoramento permite: Notificar qualquer tipo de violação (nível 2 ou 3); Acompanhar o movimento em tempo real do Monitorado; Analisar o comportamento; Verificar se o monitorado está com afastamento, recarregando a bateria, em movimento, se está na área de inclusão; Consultar o histórico de violações; Analisar todo o comportamento anterior do monitorado.
20 A Relação Custo x Benefício Qual o custo médio de produção de uma vaga no sistema prisional brasileiro? 30 a 35 mil reais, dependendo do Estado. Qual o custo médio de manutenção de uma vaga no sistema prisional brasileiro? 800 a reais. Qual o custo de implantação de ME para hipotéticos 3 mil presos? 430 reais/preso Qual o custo de manutenção desse ME implantado? 360 reais/mês. Fonte DEPEN-MJ/2010
21 Ativismo Judicial...
22 Tipos penais previstos no Brasil AMPLIAÇÃO DO CONTROLE PENAL Em 1990 : 820 (Total de infrações penais) Em 2008 : ( Total de infrações penais) SISPENAS 2008 DIREITO FGV - SAL/MJ
23 Tempo de Pena Substituição da prisão por pena alternativa: condenação igual ou inferior a: 4 anos (Lei 9.714/98): tipos = 86% Eliminando o critério VGA: tipos = 89,9% Total de tipos penais = = 100% Tipos graves 14% SISPENAS 2008 DIREITO FGV - SAL/MJ
24 FUNPEN EM NÚMEROS Período de FUNPEN ( ) , ,00 % Construção/Reforma/Equipamentos ,0 0 97,93% Geração de vagas ,0 0 75,27% vagas Mutirão - Revisão de Processos ,00 0,40% Apoio a Medidas e Penas Alternativas ,00 1,02% Capacitação de Servidor Penitenciário ,00 0,67% Formação Educacional do Preso ,00 0,14% Profissionalização do Preso ,00 0,68% Fonte: Coordenação Geral do Fundo Penitenciário Nacional CGFPN/DPP/DEPEN
25 BRASIL N. DE UNIDADES PRISIONAIS: EM Em CRESCIMENTO Total 261% FONTE: DADOS EXTRAÍDOS DO NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DA USP 2009 E DO CENSO PENITENCIÁRIO NACIONAL DE 1994
26 FATOS IMPORTANTES O nº de presos provisórios cresceu 1.253% entre ( ) O nº de presos definitivos cresceu 278% no mesmo período Os presos provisórios aumentaram 13,5x enquanto os presos definitivos aumentaram quase 4x FONTE: DADOS EXTRAÍDOS DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA-CNJ 2010.
27 FATOS IMPORTANTES O nº de presos no Brasil cresceu: cerca de 450% entre ( ) O nº de presos EM MIL O N. De presos EM MIL FONTE: DEPEN-MJ.
28 FATOS IMPORTANTES Evolução da População Nacional ( ) hab. FATOS IMPORTANTES População Carcerária: crescimento de 450% entre ( População Nacional: crescimento de 26,7% no mesmo período. População Carcerária quintuplicou enquanto a População Nacional aumentou pouco mais que 1/4. Houve um salto considerável na População Carcerária entre 2003 e 2008 FONTE: DEPEN-MJ.
29 INDICATIVOS PRESOS 503 mil PROVISÓRIOS 45% EM DELEGACIA 15% DESTES, JÁ CONDENADOS 25% CONDENADOS 55% FECHADO 75,8% S.ABERTO 19% ABERTO 2,7% Fonte: DEPEN-MJ-2010
30 ME Prop. legais p/ o uso (PL 175/1288/07) Sursis art. 77 DO CP Prisão domic. e reg. Aberto art. 117 LEP P. R. Direitos (freq. det. Lugares e Lim. de fim de semana art.43 e ss CP) Livramento condicional art. 83 do CP Progressão de regime art. 112 da LEP Saída temporária art. 122 LEP Trabalho externo art. 36 LEP
31 Propostas Inviáveis para o uso Progressão de reg. art. 112 Lep. Livramento condicional art. 83 do CP Saída temporária art. 122 LEP Sursis art. 77 C.P. Trabalho Externo semi-aberto e aberto art. 36 da LEP
32 Propostas Viáveis Prisão domiciliar e aberto art. 117 LEP Proib. de freq. det. Lugares art.47, IV CP Limit.de fim de semana art. 43,VI do CP Presos Provisórios art. 312 CPP. Saída especial art. 120 LEP (Fechado) Trabalho externo art. 36 LEP (Fechado) Pena alternativa autônoma
33 Propostas Legais Lei n /2010 Prisão domiciliar art. 117 e art. 146-B,IV da LEP. Saída Temporária art. 122 e ss e art.146- B,II da LEP (Quando o Juiz determinar) Presos Provisórios Lei /2011.
34 LEI Nº /06/ Art. 146-B. O juiz poderá definir a fiscalização por meio da monitoração eletrônica quando: II - autorizar a saída temporária no regime semiaberto; IV - determinar a prisão domiciliar; Art. 146-C. O condenado será instruído acerca dos cuidados que deverá adotar com o equipamento eletrônico e dos seguintes deveres: I - receber visitas do servidor responsável pela monitoração eletrônica, responder aos seus contatos e cumprir suas orientações; II - abster-se de remover, de violar, de modificar, de danificar de qualquer forma o dispositivo de monitoração eletrônica ou de permitir que outrem o faça;
35 LEI Nº /06/ Parágrafo único. A violação comprovada dos deveres previstos neste artigo poderá acarretar, a critério do juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a defesa: I - a regressão do regime; II - a revogação da autorização de saída temporária; VI - a revogação da prisão domiciliar; VII - advertência, por escrito, para todos os casos em que o juiz da execução decida não aplicar alguma das medidas previstas nos incisos de I a VI deste parágrafo.
36 LEI Nº /06/ Art. 146-D. A monitoração eletrônica poderá ser revogada: I - quando se tornar desnecessária ou inadequada; II - se o acusado ou condenado violar os deveres a que estiver sujeito durante a sua vigência ou cometer falta grave. Art. 3 o O Poder Executivo regulamentará a implementação da monitoração eletrônica. (Decreto MJ) Art. 4 o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
37 Propostas Legais Presos Provisórios Lei /2011. DA PRISÃO, DAS MEDIDAS CAUTELARES E DA LIBERDADE PROVISÓRIA Art As medidas cautelares previstas neste Título deverão ser aplicadas observando-se a: I - necessidade para aplicação da lei penal, para a investigação ou a instrução criminal e, nos casos expressamente previstos, para evitar a prática de infrações penais; II - adequação da medida à gravidade do crime, circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado. 1 o As medidas cautelares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente.
38 Propostas Legais Presos Provisórios Lei /2011. Art o A prisão preventiva será determinada quando não for cabível a sua substituição por outra medida cautelar Art Ao receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deverá fundamentadamente: I - relaxar a prisão ilegal; ou II - converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes do art. 312 deste Código, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão; ou DAS OUTRAS MEDIDAS CAUTELARES Art São medidas cautelares diversas da prisão: IX - monitoração eletrônica.
39 DEBATE NOVAS FERRAMENTAS x DIGNIDADE HUMANA
40 Principais Críticas a LEI N /10 Decisão judicial imotivada Desnecessidade de concordância do monitorado Ausênc.de Projeto Piloto (tecnologias?) Ausência de prev. do impacto na saúde Ausência da prev. EXPRESSA. para os presos provisórios Não diminui custos e não gera vagas Expansão do controle penal
41 ARGUMENTOS CRÍTICOS VIOLAÇÃO FÍSICA E MORAL ESTIGMATIZAÇÃO PERDA DA INTIMIDADE DESRESPEITO À DIGNIDADE HUMANA
42 MAZELAS DO CÁRCERE
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45 Vaso Sanitário
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53 SUGESTÕES SOBRE O TEMA: Não implantar sem antes experimentar; Implantar gradativamente e com avaliação de resultados: todos os países fizeram assim; Não visualizar como solução mágica. É mais uma ferramenta de auxílio; O ME, reduz a criminalidade na medida que evita a contaminação com os presos perigosos; Monitoramento como alternativa a prisão e não como aumento do controle penal Ouvir o preso sempre. Ele é parte do processo.
54 Tempo virá. Uma vacina preventiva de erros e violência se fará. As prisões se transformarão em escolas e oficinas. E os homens imunizados contra o crime, cidadãos de um novo mundo, contarão às crianças do futuro estórias absurdas de prisões, celas, altos muros, de um tempo superado. (Cora Coralina)
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