CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

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1 CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso de Engenharia de Produção tem como objetivo geral formar profissionais generalistas capazes de atuar com destaque em grandes empresas do setor privado, instituições financeiras e importantes áreas e empresas do setor público, oferecendo uma sólida formação teórica e prática[1] capacitando-os para atuar crítica e criativamente sobre as questões fundamentais da Engenharia de Produção, norteada por valores éticos e sociais. É também objetivo do curso, preparar profissionais que: (1) possam desenvolver competências e habilidades dentro da base tecnológica da Engenharia de Produção, consubstanciadas em suas sub-áreas, conforme discorrido anteriormente; (2) sejam capazes de desempenhar as suas atividades dentro do que é preconizado pela legislação educacional e, em consonância, com as necessidades da sociedade; (3) atendam ao perfil geral e específico esperado para o profissional formado e (4) estejam sintonizados com o que ocorre local, regional e nacionalmente com responsabilidade sócioambiental. Para tal, o Curso tem como objetivo geral preparar seus alunos para participar das atividades de projeto, implantação e manutenção de sistemas, que em sua essência é responsável pela integração de processos produtivos, permitindo a perfeita coordenação de tarefas de responsabilidades técnica e administrativa. [1] Inclui os laboratórios de Física, Química e de Informática Objetivos Específicos O Curso de Engenharia de Produção pretende que, com as vivências e conhecimentos adquiridos, ao final do curso os alunos estejam aptos a:

2 Desenvolver atividade investigativa no processo contínuo de conhecimentos na área e de desenvolvimento de novas tecnologias; Executar e gerenciar operações técnico-administrativas em empresas de Engenharia; Elaborar, executar e administrar projetos e sistemas; Aplicar conhecimentos tecnológicos e científicos na identificação, formulação, proposição e resolução de problemas; Identificar e analisar criticamente as influências das decisões técnicas no meio ambiente; Integrar criativamente equipes interdisciplinares; Propor soluções. A formação do Engenheiro de Produção deve atender, portanto, a essa abrangência de interesses, tendo em vista a extensa aplicabilidade de seus métodos, o seu contato com diversas ciências humanas, sendo, portanto, visto como um engenheiro interdisciplinar por excelência, no qual a competência técnico-científica se alie a um embasamento humanístico sólido. PERFIL DO EGRESSO De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia (Resolução MEC n o 11 de 11 de março de 2002), o perfil dos egressos de um curso de engenharia compreenderá uma sólida formação técnico-científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. O egresso do curso de Engenharia de Produção será possuidor de sólida formação científica e profissional que o capacite a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços,

3 considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas profissionais. O egresso do curso de Engenharia de Produção será um engenheiro com capacidade de analisar, atuar e subsidiar decisões estratégicas, relacionadas aos ambientes competitivos e regulados, da economia moderna integrada e globalizada. O campo de atuação do Engenheiro de Produção vem se diversificando cada vez mais. O seu precursor, o Engenheiro Industrial, tinha formação voltada para atuar principalmente no chão de fábrica, tendo uma formação gerencial apensada à formação tecnológica. Hoje o Engenheiro de Produção se habilita também a projetar, operar e manter os sistemas de produção de bens ou serviços a partir de uma formação bem mais abrangente em termos de gestão de sistemas e de organizações. O egresso estará capacitado a exercer tais funções, a partir dos ensinamentos adquiridos durante o curso. Os aspectos relacionados à gestão dos sistemas produtivos, conforme organizados nas 10 sub-áreas da ABEPRO, têm se tornado cada vez mais complexos, vindo a constituir-se no que é considerado hoje como uma base tecnológica própria da Engenharia de Produção. Com as recentes mudanças estruturais e organizacionais desses sistemas de produção e a evolução dos cursos de Engenharia de Produção, os profissionais egressos desta modalidade têm se mostrado, ainda, hábeis empreendedores e capazes de atuar nas mais diversas organizações da sociedade, tanto públicas como privadas. Em verdade, a Instituição deve formar o Engenheiro de Produção voltado, não apenas, para a realidade atual, como também estará capacitado para inserir-se neste contexto de constantes mudanças. Intervindo, inclusive, como agente destas mudanças. Considerando estes aspectos, o Engenheiro de Produção deve ter uma formação completa em termos de Engenharia de Produção, tendo o curso características da chamada Engenharia de Produção Plena, ou seja, um engenheiro projetista, gestor de organizações, tanto unitárias quanto em redes ou cadeias de sistemas produtivos. Isto permite que os egressos do curso

4 aumentem o seu espectro de opções de exercício profissional e de contribuição efetiva para o desenvolvimento da sociedade e para o crescimento do país. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Dado que a Engenharia de Produção não se insere em uma área específica da tecnologia, caracterizando-se antes como uma engenharia de métodos e de procedimentos. O graduado no curso de Engenharia de Produção deve ser capaz de desenvolver, pelo menos, as seguintes competências e habilidades. Competências: Dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de viabilizar a produção com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas; Utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões; Projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas; Prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e know-how, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade; Incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas; Prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade; Acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocandoos a serviço da demanda das empresas e da sociedade; Compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meioambiente, tanto no que se refere à utilização de recursos escassos,

5 quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência da sustentabilidade; Utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos; Gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias adequadas. Habilidades: Iniciativa empreendedora; Disposição para auto-aprendizado e educação continuada; Comunicação oral e escrita; Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos; Visão crítica de ordens de grandeza; Domínio de técnicas computacionais; Conhecimento da legislação profissional pertinente; Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares; Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas; Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio-ambiente; ESTRUTURA CURRICULAR Eixos Temáticos As Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia ressaltam no item conteúdos curriculares que: todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a sua modalidade. Analisando-se o percentual da carga horária distribuída por núcleo neste currículo obtém-se: Núcleo de Conteúdos Básicos: 37,0 %; Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes: 21,0 %;

6 Núcleo de Conteúdos Específicos: 34,0 %; Núcleo Integrador: 8,0%. Percentuais estes, que atendem as especificações das diretrizes. Núcleo de conteúdos Básicos Esse núcleo envolve 24 disciplinas. Em relação às matemáticas, compreende um conjunto de disciplinas que abordam tópicos de referentes aos fundamentos matemáticos indispensáveis ao acompanhamento de diversas disciplinas do curso. São elas: Introdução ao Cálculo, Cálculo Diferencial e Integral I,II eiii, Cálculo Vetorial e Geometria Analítica, Álgebra Linear, Probabilidade e Estatística e Cálculo Numérico. As disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear e Cálculo Vetorial e Geometria Analítica têm por objetivos a abstração do cálculo, aplicando esses conhecimentos a diferentes áreas do conhecimento da Engenharia evidenciadas as disciplinas: Pesquisa Operacional I, entre outras. Do mesmo modo, a disciplina Probabilidade e Estatística dá subsídio para compreensão de tópicos abordados em disciplinas como Estatística Aplicada à Engenharia de Produção, Teoria das Filas e Simulação da Produção, por exemplo. A disciplina Cálculo Numérico aborda a teoria relacionada aos algoritmos computacionais, que são utilizados como ferramentas para obtenção de aproximações de soluções de problemas de diversas áreas da Engenharia, envolvendo principalmente equações diferenciais. Três disciplinas que compõem a área de Física: Física Teórica e Experimental I,II e III. Análogo ao ocorrido na área das matemáticas, estas disciplinas irão municiar os alunos no embasamento físico necessário para compreensão de diversos fenômenos tratados em várias disciplinas, como por exemplo, Resistência dos Materiais e Mecânica Geral. As habilidades de comunicação e expressão são desenvolvidas na disciplina Análise Textual.

7 A área de programação é constituída por duas disciplinas: Lógica de Programação e Linguagem de Programação I, que abordam o desenvolvimento de algoritmos, o raciocínio lógico e a materialização deste raciocínio através da criação de programas executáveis, utilizando uma linguagem de programação de paradigma imperativo. A criação destes programas pode ser entendida como mais uma ferramenta que o engenheiro possui para auxiliá-lo na resolução de problemas das diversas áreas de conhecimento. A disciplina Ciências do Ambiente trata dos conceitos relacionados ao meio-ambiente e sustentabilidade. É de suma importância, pois agrega valor à formação do Engenheiro, à medida que passa a conscientizá-lo dos efeitos que o desenvolvimento tecnológico passa a ter no meio-ambiente, formando assim um novo papel do Engenheiro em consonância com a política ambiental. A disciplina Eletricidade Aplicada compõe a área que tratará dos conceitos elétricos básicos e de instalações elétricas, fundamentais para a formação do Engenheiro de Produção. O grupo de Mecânica dos Sólidos e dos Fluidos é composto pelas disciplinas Fenômenos do Transporte, Resistência dos Materiais I e Mecânica Geral, que possibilitam a compreensão de problemas práticos de transferência de calor e massa, e no entendimento de conceitos estruturais, relativos à resistência de materiais. A disciplina Química Geral trata dos conceitos de termodinâmica química e eletroquímica de forma que os Engenheiros consigam aplicar esses conceitos na abordagem de assuntos gerais relacionados ao meio-ambiente. A Expressão Gráfica do Currículo é tratada na disciplina Desenho Técnico, pois possibilita ao Engenheiro a leitura de plantas, não só as plantas e desenhos arquitetônicos, como também plantas baixas contendo diagramas de instalações. A disciplina Fundamentos de Economia possibilita ao Engenheiro a trabalhar as questões de estrutura de mercado, dando um embasamento teórico para as disciplinas Fundamentos de Contabilidade, Fundamentos de Orçamento Empresarial, Fundamentos de Microeconomia e Fundamentos de Macroeconomia.

8 A disciplina Introdução à Administração possibilita ao Engenheiro adquirir uma visão estratégica que o permita participar das decisões gerenciais a serem tomadas nas empresas em que estiver inserido, como também conhecer as técnicas de análise de trabalho, importantíssimas no dia a dia do engenheiro de produção. Período Cód. Disciplina Disciplina 1 CCE0032 QUÍMICA GERAL 1 CEL0009 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 1 CCE0005 CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA 1 CEL0014 ANÁLISE TEXTUAL 1 CEL0017 METODOLOGIA CIENTÍFICA 1 CCE0002 ÁLGEBRA LINEAR 2 CCE0006 CIÊNCIAS DO AMBIENTE 2 CCE0044 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I 2 CCE0056 FÍSICA TEÓRICA I 2 CCE0067 LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO 2 CCE0477 FÍSICA EXPERIMENTAL I 3 CCE0292 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA 3 CCE0008 DESENHO TÉCNICO 3 CCE0189 FÍSICA TEÓRICA II 3 CCE0256 MECÂNICA GERAL 3 CCE0115 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 3 CCE0478 FÍSICA EXPERIMENTAL II 4 CCE0443 FUNDAMENTOS DE ECONOMIA - EAD 4 CCE0242 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I 4 CCE0291 PRINCÍPIOS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS 4 CCE0116 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III 4 CCE0190 FÍSICA TEÓRICA III 4 CCE0479 FÍSICA EXPERIMENTAL III 5 CCE0013 ELETRICIDADE APLICADA 6 CCE0436 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO - EAD 7 CCE0117 CÁLCULO NUMÉRICO 9 CCE0187 FENÔMENOS DE TRANSPORTES 10 CCJ0001 FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS A disciplina Metodologia Científica possibilita ao Engenheiro analisar os aspectos metodológicos de um trabalho acadêmico: levantamento e tratamento de dados, redação de trabalhos científicos, etc. Esta disciplina dará o embasamento teórico e prático às disciplinas TCC I e TCC II. Pode-se dizer

9 que a tônica desse eixo é a interdisciplinaridade, como não poderia deixar de ser, por se tratar de um eixo básico de formação. Os pré-requisitos colocados na estrutura curricular evidenciam esse fato. As disciplinas contidas neste núcleo não tratam as informações de modo internalista (a matemática pela matemática ou a física pela física, por exemplo), mas sim de uma forma externalista onde as soluções dadas por engenheiros serão integradas às teorias básicas que irão comprovar e validar estas soluções. Tabela 1 Núcleo Básico de Formação do Engenheiro. Período Código Disciplina 4 CCE0329 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I 5 CCE0455 FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE - EAD 5 CCE0456 FUNDAMENTOS DE ORÇAMENTO EMPRESARIAL 5 CCE0457 FUNDAMENTOS DE MACROECONOMIA 5 CCE0458 FUNDAMENTOS DE MICROECONOMIA 5 GST0054 MATEMÁTICA FINANCEIRA 7 CCE0215 GESTÃO DO CONHECIMENTO 8 CCE0052 ERGONOMIA, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO 8 CCE0281 PESQUISA OPERACIONAL 10 CCE0411 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 10 GST0134 GESTÃO DA QUALIDADE Tabela 2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Período Código Disciplina 2 CCE0234 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 6 CCE0174 ESTATÍSTICA APLICADA A ENGENHARIA 6 CCE0244 LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO APLICADA A ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 6 GST0242 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 7 CCE0206 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO 7 CCE0284 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 8 CCE0046 CUSTOS INDUSTRIAIS 8 CCE0157 ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHARIA 8 CCE0263 MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 9 CCE0168 ENGENHARIA DE MÉTODOS 9 CCE0302 PROJETO DE FÁBRICA E LAYOUT 9 CCE0341 SIMULAÇÃO DA PRODUÇÃO E TEORIA DAS FILAS 9 CCE0401 TCC 1 EM ENGENHARIA 10 CCE0403 TCC 2 EM ENGRANHARIA DE PRODUÇÃO 10 CCE0212 GESTÃO DE PROJETOS TECNOLÓGICOS Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes e Específicos: Integrador

10 Esse é um núcleo que apresenta uma característica marcante: a interdisciplinaridade, que pode ser vista perpassando os conteúdos programáticos das diversas disciplinas, como explicado nas seções anteriores, bem como, em um nível macro quando se analisa os núcleos temáticos. Nesse núcleo estão inseridas as disciplinas terminais do curso. Essas disciplinas empregam todos os conhecimentos adquiridos pelo aluno ao longo do curso. O aluno potencialmente instrumentalizado pelos conhecimentos adquiridos terá condições de aplicá-los na sua vida profissional. Período Código Disciplina 9 CCE0401 TCC 1 EM ENGENHARIA 10 CCE0411 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 10 CCE0403 TCC 2 EM ENGRANHARIA DE PRODUÇÃO Tabela 4 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes e Específicos: Integrador Apresentação da Matriz Curricular Período Código Disciplina Total de créditos Carga Horária 1 CCE0032 QUÍMICA GERAL CEL0009 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL CCE0005 CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA CEL0014 ANÁLISE TEXTUAL CEL0017 METODOLOGIA CIENTÍFICA CCE0002 ÁLGEBRA LINEAR CCE0234 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CCE0006 CIÊNCIAS DO AMBIENTE CCE0044 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I CCE0056 FÍSICA TEÓRICA I CCE0067 LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO CCE0477 FÍSICA EXPERIMENTAL I CCE0292 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA 4 80

11 3 CCE0008 DESENHO TÉCNICO CCE0189 FÍSICA TEÓRICA II CCE0256 MECÂNICA GERAL CCE0115 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II CCE0478 FÍSICA EXPERIMENTAL II CCE0443 FUNDAMENTOS DE ECONOMIA - EAD CCE0242 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I CCE0291 PRINCÍPIOS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS CCE0329 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I CCE0116 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III CCE0190 FÍSICA TEÓRICA III CCE0479 FÍSICA EXPERIMENTAL III CCE0013 ELETRICIDADE APLICADA CCE0455 FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE - EAD CCE0456 FUNDAMENTOS DE ORÇAMENTO EMPRESARIAL CCE0457 FUNDAMENTOS DE MACROECONOMIA CCE0458 FUNDAMENTOS DE MICROECONOMIA GST0054 MATEMÁTICA FINANCEIRA CCE0174 ESTATÍSTICA APLICADA A ENGENHARIA CCE0436 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO - EAD CCE0244 LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO APLICADA A ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GST0242 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CCE0117 CÁLCULO NUMÉRICO CCE0206 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO CCE0284 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO CCE0215 GESTÃO DO CONHECIMENTO CCE0052 ERGONOMIA, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO CCE0046 CUSTOS INDUSTRIAIS CCE0157 ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHARIA CCE0263 MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CCE0281 PESQUISA OPERACIONAL CCE0168 ENGENHARIA DE MÉTODOS CCE0302 PROJETO DE FÁBRICA E LAYOUT CCE0341 SIMULAÇÃO DA PRODUÇÃO E TEORIA DAS FILAS CCE0187 FENÔMENOS DE TRANSPORTES CCE0401 TCC 1 EM ENGENHARIA CCJ0001 FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS 2 36

12 10 CCE0169 ENGENHARIA DE PRODUTO CCE0411 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CCE0403 TCC 2 EM ENGRANHARIA DE PRODUÇÃO CCE0212 GESTÃO DE PROJETOS TECNOLÓGICOS GST0134 GESTÃO DA QUALIDADE 2 36 ATIVIDADES DE ESTÁGIO Estágio Curricular Supervisionado / Prática Profissional O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia de Produção é uma atividade obrigatória que proporciona ao aluno uma atuação na área, sob supervisão de um profissional, que é um Engenheiro de Produção ou um outro profissional com formação aderente ao perfil do curso. Essa atividade de supervisão está integrada nas ações do professor da disciplina Estágio Supervisionado, que é membro do corpo docente do Curso de Engenharia de Produção. As atividades de Estágio Curricular Supervisionado atendem ao disposto na Lei no de 25 de setembro de 2008 e na Resolução MEC n o 11 de 11 de março de 2002, que determina a carga horária de 160 horas de estágio. Dentre os principais objetivos do Estágio Curricular Supervisionado estão: Proporcionar oportunidades de integração, de conhecimentos teóricos e práticos multidisciplinares, através de situações reais de trabalho; Oferecer oportunidades da atuação em equipes, desenvolvendo assim, capacidades de cooperação e de iniciativa; Proporcionar oportunidade de reflexão crítica da realidade e de efetiva relação entre a teoria aprendida e a prática na área de produção vivenciada. Para que o Estágio Curricular Supervisionado possa ter o significado desejado e alcance os objetivos pretendidos, faz-se necessário que o aluno tenha maturidade acadêmica, isto é, o domínio de um significativo conjunto

13 de conhecimentos. Com isso, o estágio só deverá ser iniciado por alunos que tenham cumprido um mínimo de horas/aula, o correspondente a aproximadamente 61,5% da carga horária total do curso. O aluno pode se matricular na disciplina Estágio Supervisionado, desde que tenha cumprido o pré-requisito (2.700 horas/aula). Cabe ao professor responsável pela disciplina acompanhar e controlar todos os atos e atividades relativas ao estagio e encaminhar, ao final de cada semestre, à Coordenação do Curso, a Avaliação da Apresentação do Trabalho de Conclusão de Estágio, as Observações do Estagiário pelo Professor e o Relatório Final de Estágio, conforme preconizado nas diretrizes curriculares. O Estágio Supervisionado terá carga horária mínima de 198 (cento e noventa e oito) horas de campo e 36 (trinta e seis) horas teóricas a serem cumpridas durante um período letivo. Serão consideradas, para efeito de cumprimento de carga horária, no máximo de 08 (oito) horas de atividades diárias. O aluno poderá cursar (estagiar) mais que 234 horas estabelecidas pela Estrutura Curricular, o que não fará parte da integralização curricular, devendo, no entanto, constar do Histórico Escolar. A carga horária do Estágio inclui somente as atividades dos alunos no local do estágio. As atividades de campo, desenvolvidas pelos alunos ao longo do Curso, devem concernir atividades profissionais na área de estágio, emprego, prestação de serviços ou empreendimento próprio, razão pela qual só poderão matricular-se nas 36 horas de crédito teórico, com freqüência obrigatória em sala de aula, os alunos que já iniciaram ou concluíram as atividades de prática profissional, pois estas irão subsidiar a elaboração e apresentação escrita e oral do relatório de experiência profissional. Estágio Não Obrigatório O Estágio não obrigatório é a oportunidade proporcionada ao aluno como atividade opcional, acrescida à carga horária regular obrigatória do curso. Assim, esta atividade deve ser complementar ao estágio curricular supervisionado previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação.

14 Como o objetivo principal reside no desenvolvimento de atividades de práticas profissionais pelo aluno como complemento à sua formação acadêmica, as atividades desenvolvidas pelos alunos no estágio não obrigatório deverão ser compatíveis com sua maturidade acadêmica pertinentes às competências e habilidades já alcançadas pelo mesmo. Dessa forma, deve-se zelar pelo cumprimento da jornada de atividades em estágio não obrigatório, atendendo ao disposto na Lei nº 11788, de 25 de setembro de ESTÁGIOS E EMPREGOS A Instituição, por meio de um serviço gratuito e informatizado, integrado ao mercado de trabalho, oferece estágios e empregos a seus graduandos ou já graduados, utilizando um banco atualizado de empresas parceiras, com sucessivas boas ofertas. De acordo com a legislação em vigor, foram estabelecidas diretrizes, normas e procedimentos, unificando processos e atendimentos. Funções principais: Incentivar o acesso de alunos e de formados à prática profissional; Estabelecer ligação entre os programas de Graduação e de Pós- Graduação com as expectativas do mercado; Propor parcerias que colaborem para a melhoria constante da qualificação dos graduandos e graduados. O acesso, tanto para o aluno (graduando ou formado) quanto para as empresas se cadastrarem, deve ser feito pela Internet, bastando para isso login e senha. O processamento de avaliação é feito através do sistema, pelo estudante, e validado pelo Coordenador do Curso ou pelo Orientador do Estágio, a partir de 90 (noventa) dias.

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