CURSO TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA
|
|
|
- Judite Ventura Borba
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA O Técnico em Prótese Dentária estará preparado para prestar apoio ao cirurgiãodentista, com possibilidade de dominar avançadas técnicas de confecções protéticas, materiais e equipamentos de laboratório. Para frequentar o Curso Técnico em Prótese Dentária o aluno (a), deverá ter concluído ou estar cursando o 3 ano do ensino médio; idade mínima de 17 anos. O curso é regulamentado pela Resolução nº 5701/13 de 12/12/13 em Diário Oficial nº 9116 de 02/01/14. COMPETÊNCIA Compete ao Técnico em Prótese Dentária O Técnico em Prótese Dentária é o profissional da área de saúde responsável pela confecção de próteses odontológicas cooperando dessa forma com o trabalho do cirurgião dentista na recuperação da integridade dentária do cliente/paciente. Tem a capacidade de planejar, executar e avaliar aparelhos e dispositivos protéticos prescritos pelo cirurgiãodentista, reproduzindo as necessidades funcionais, fonéticas e estéticas do paciente. LABORATÓRIO Os alunos do Curso Técnico em Prótese Dentária podem contar com Laboratórios cujo objetivo é de desenvolver a capacidade de articular conhecimentos teóricos e práticas laboratoriais, indispensáveis para a inserção qualificada no mundo do trabalho. O referido Laboratório é constituído por: balança, centrífuga, delineadores, forno micro-ondas, forno para cerâmica, Forno para fundição, Fogão industrial de duas bocas, Jato de areia, Motor para polimento, Motores de bancada, Mulflas Bethil nº 06, Muflas STG, Muflas pequenas (triangular, retangular e meia lua), Plastificadora à Vácuo, Ponto de solda, Polimerizadoras, Prensas manuais para acrilização termopolimerizável, Recortadores de gesso e Vibradores para gesso. É responsabilidade de cada aluno adquirir os materiais para a realização das aulas
2 práticas de laboratório que forem solicitados pelo Instrutor. É PROIBIDO FAZER CONFRATERNIZAÇÕES EM SALA DE AULA SEM A PERMISSÃO DA COORDENAÇÃO. AS TURMAS QUE ASSIM DESEJAREM, DEVERÃO FAZER A SOLICITAÇÃO POR ESCRITO JUNTO AO SETOR DE PROTOCOLO COM NO MÍNIMO 5 DIAS DE ANTECEDÊNCIA, SENDO ENTÃO, AUTORIZADO OU NÃO A CONFRATERNIZAÇÃO PELA COORDENAÇÃO DO CURSO OU COORDENAÇÃO GERAL. NOS LABORATÓRIOS É EXPRESSAMENTE PROIBIDA A ENTRADA DE ALIMENTOS E BEBIDAS. Cada turma deverá eleger um líder de classe. Em casos de assuntos que deverão ser levados ao conhecimento da Coordenação, a turma deverá conversar com o líder para levar à Coordenação do Curso caso não seja possível resolver em sala de aula. AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Antes do início das aulas práticas cada aluno irá adquirir o Kit Lab para elaboração dos Relatórios das Atividades Práticas de Laboratório; Para realização das aulas Práticas de Laboratório, compete ao aluno: Uso de uniforme: calça, camisa, camiseta, blusa, sapato branco sem salto com solado antiderrapante, jaleco branco (padrão ); Respeitar o horário de início e término das aulas; Manter o celular desligado (obrigatório); Fazer Relatório de todas as atividades realizadas em laboratório (orientações do instrutor e de todos os procedimentos realizados pelo aluno durante a aula. O Relatório deverá ser feito diariamente e protocolado no setor financeiro/protocolo do ao término do módulo;
3 Frequência obrigatória de 75% (setenta e cinco por cento); Média: 6,0 (seis vírgula zero); Não comer nem beber no Laboratório; Não riscar as bancadas; Não grudar chicletes embaixo das bancadas e cadeiras; Não deixar lixo sobre as bancadas; Forrar as bancadas antes de usar; Manter ética e coerência nas atividades designadas; Manter os cabelos presos, maquiagem discreta, unhas curtas e sem esmalte, não fazer uso de joias ou bijuterias; Zelar pelos equipamentos utilizados; Respeitar colegas e instrutores; Dúvidas devem ser esclarecidas com a Coordenação do. IMPORTANTE: O uniforme deverá ser discreto (a blusa, camiseta ou camisa não deverá ter decotes, alças e as calças não poderão ser transparentes, coladas ao corpo ou curtas). É responsabilidade do aluno, adquirir o uniforme com antecedência, para realização das aulas práticas de laboratório. RELATÓRIO DE ATIVIDADES PRÁTICAS No final do módulo, o aluno deverá protocolar os Relatórios das aulas práticas desenvolvidas durante as aulas, no finaceiro/protocolo da escola. Não será aceito relatórios faltando assinaturas do aluno e do instrutor. O formulário deverá ser preenchido conforme modelo que segue sem rasuras, assinado pelo instrutor para que tenha validade como documento. CERTIFICAÇÃO Na conclusão de todos os módulos previstos, após a colação de grau o aluno deverá solicitar sua declaração de conclusão do curso, através de requerimento no setor
4 financeiro/protocolo a qual servirá para a solicitação do Registro Profissional junto ao órgão competente. A declaração não será concedida ao aluno que não estiver aprovado em todas as disciplinas teóricas, estágios, TCC, e que não tenha realizado a colação de grau. O Diploma de Técnico em Prótese Dentária, só estará disponível aos alunos após retornar da SEED (Secretaria Estadual de Educação), com os devidos carimbos e assinaturas dos responsáveis da referida Secretaria.
5
1 MANUAL DO ALUNO CENAP
1 2 ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM PODOLOGIA O curso Técnico em Podologia prepara para atuar como profissional na área da saúde, com formação direcionada ao controle e prevenção da saúde dos pés. O curso oferece
12. CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS
12. CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS 12.1 ATUAÇÃO O Técnico em Análises Clínicas é um profissional que participa de ações relativas às análises microbiológicas, químicas e físicas de fluidos e tecidos
CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA
ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA Técnico em Estética é uma ocupação da área da Saúde, cuja formação está regulamentada nacionalmente. O exercício dessas ocupações está sob supervisão do Fisioterapeuta
CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA
ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA Técnico em Estética é uma ocupação da área da Saúde, cuja formação está regulamentada nacionalmente. O exercício dessas ocupações está sob supervisão do Fisioterapeuta
CURSO TÉCNICO EM MASSOTERAPIA
ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM MASSOTERAPIA A Massoterapia se enquadra na área de abrangência da integração terapêutica preconizada pela Organização Mundial de Saúde. O Técnico em Massoterapia poderá prestar
4. CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
4. CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 4.1 ATUAÇÃO O Técnico de Enfermagem atuará em Instituições prestadoras de serviços de saúde que objetivam assistência a nível primário, secundário e terciário. É capacitado
CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA
ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA O Técnico em Radiologia atuará em empresas prestadoras de serviços radiológicos, manipulando equipamentos específicos, implementando normas de biossegurança e de radioproteção.
8. CURSO TÉCNICO EM PODOLOGIA
8. CURSO TÉCNICO EM PODOLOGIA 8.1 ATUAÇÃO O curso Técnico em Podologia prepara para atuar como profi ssional na área da saúde, com formação direcionada ao controle e prevenção da saúde dos pés. O curso
CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA
ATUAÇÃO: CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA O Técnico em Radiologia atuará em empresas prestadoras de serviços radiológicos, manipulando equipamentos específicos, implementando normas de biossegurança e de radioproteção.
Assim, toda equipe do CENAP deseja à todos um excelente aproveitamento durante todo percurso do Curso
Turmas 2015-2016 "...Aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação... (Paulo Freire). Assim, toda equipe do CENAP deseja à todos um excelente aproveitamento durante todo percurso
CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA
CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA ATUAÇÃO Técnico em Estética é uma ocupação da área da Saúde, cuja formação está regulamentada nacionalmente. O exercício dessas ocupações está sob supervisão do Fisioterapeuta
6. CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA
6. CURSO TÉCNICO EM ESTÉTICA 6.1 ATUAÇÃO Técnico em Estética é uma ocupação da área da Saúde, cuja formação está regulamentada nacionalmente. O exercício dessas ocupações está sob supervisão do Fisioterapeuta
LABORATÓRIOS DA ÁREA DE ODONTOLOGIA
LABORATÓRIOS DA ÁREA DE ODONTOLOGIA Laboratório Pré-clínico de Materiais Dentários e Ortodontia Localização: Bloco S 204 Área: 86,40 m² - 02 Motores de bancada - 02 Polimerizadoras - 30 Mochos Propicia
REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM
REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 2015 I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 1. Auxiliar o aluno na introdução das práticas experimentais das disciplinas específicas de
3. CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA
3. CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA 3.1 ATUAÇÃO O Técnico em Radiologia atuará em empresas prestadoras de serviços radiológicos, manipulando equipamentos específi cos, implementando normas de biossegurança
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR FUNÇÃO: Recuperação / Reabilitação SUBFUNÇÃO OU COMPONENTE CURRICULAR:
REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM
REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM TUPÃ/SP 2016 SUMÁRIO I DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS III DO FUNCIONAMENTO IV DOS DIREITOS E DEVERES DOS
MANUAL DE ESTÁGIO TÉCNICO EM RADIOLOGIA
MANUAL DE ESTÁGIO TÉCNICO EM RADIOLOGIA Aluno (a): Módulo: RM: Telefones: Residencial Celular E-mail: 1. APRESENTAÇÃO O Estágio Profissional supervisionado constitui um dos requisitos mínimos obrigatórios
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC
1 DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC CACOAL 2011 REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC Afim de aperfeiçoar as aulas práticas
RELATÓRIO TÉCNICO. RAZÃO SOCIAL: Universidade Federal Fluminense ENDEREÇO: Rua Silvio Henrique Brauner, nº22, Centro, Nova Friburgo, RJ CNPJ:
RELATÓRIO TÉCNICO RAZÃO SOCIAL: Universidade Federal Fluminense ENDEREÇO: Rua Silvio Henrique Brauner, nº22, Centro, Nova Friburgo, RJ CNPJ: MEMÓRIA DESCRITIVA Esta Memória Descritiva, integrante do Projeto
Prezado Aluno. É com muito carinho e satisfação que recebemos você neste ano letivo.
MIRAFLORES 02 Prezado Aluno É com muito carinho e satisfação que recebemos você neste ano letivo. É bom chegar, rever os amigos, conhecer novos colegas, reencontrar professores. Neste manual estão as normas
Regulamento para a utilização do Laboratório de. Anatomia
Regulamento para a utilização do Laboratório de Anatomia 1 REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA 1. Auxiliar o aluno na introdução
5. CURSO TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL
5. CURSO TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL 5.1 ATUAÇÃO O Técnico em Saúde Bucal e Auxiliar de Consultório Dentário são ocupações da área da saúde, cuja informação está regulamentada nacionalmente. O exercício dessas
REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA (SALA A028, A029 e A031) (BLOCO A) CAPÍTULO I DA NATUREZA
REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA (SALA A028, A029 e A031) (BLOCO A) CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º. Os laboratórios da Área de Química, situados no Bloco A da UTFPR,
ANEXO IV RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO
Folha: 1/6 Lote: 1 1 150,00 UN PRÓTESES PARCIAIS REMOVÍVEIS (ESTRUTURA 280,0000 42.000,0000 METÁLICA) DEVERÁ TER SUA ESTRUTURA CONFECCIONADA COM LIGA METÁLICA DE CROMO COBALTO, A QUAL PASSARÁ POR PROCEDIMENTO
ANEXO IV RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO
Folha: 1/5 Lote: 1 1 150,00 UN PRÓTESES PARCIAIS REMOVÍVEIS (ESTRUTURA 250,0000 37.500,0000 METÁLICA) DEVERÁ TER SUA ESTRUTURA CONFECCIONADA COM LIGA METÁLICA DE CROMO COBALTO, A QUAL PASSARÁ POR PROCEDIMENTO
Ensino Fundamental. Guia prático para instruções e esclarecimento do aluno
Ensino Fundamental Guia prático para instruções e esclarecimento do aluno Prezado aluno e família Este é um guia prático com as normas, procedimentos e esclarecimentos pertinentes ao seu cotidiano escolar
10. CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE
10. CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE 10.1 ATUAÇÃO O Técnico em Contabilidade estará habilitado a desenvolver processos contábeis em geral abrangendo as áreas fiscal, tributária, orçamentária, planejamento,
MANUAL DE ESTÁGIO ENFERMAGEM
MANUAL DE ESTÁGIO ENFERMAGEM Aluno (a): Curso: Nº: Turma: Telefones: Residencial Celular E-mail: 1. APRESENTAÇÃO O Estágio Profissional supervisionado constitui um dos requisitos mínimos obrigatórios a
NORMAS PARA O USO DO LABORATÓRIO DE DIETÉTICA
NORMAS PARA O USO DO LABORATÓRIO DE DIETÉTICA Horário de Funcionamento e Agendamento De segunda à sexta das 8:00h às 18:00h; Planejar o término das atividades com 50 minut de antecedência para limpar,
NORMAS E REGULAMENTOS PARA USO DO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS
1 de 6 PARA USO DO LABORATÓRIO DE 1 2 de 6 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE... 4 3. POLÍTICA DE USO E FUNCIONAMENTO DO LABORATÓRIO DE... 5 4. NORMAS DE SEGURANÇA DO
MANUAL DO ALUNO 2018
MANUAL DO ALUNO 2018 1 Prezado Aluno: Nós da Faculdade Andreotti acreditamos que você é indispensável para a construção de uma sociedade mais igualitária e justa. Assim buscamos meios de melhorias constantes
Manual do Aluno 2016
Manual do Aluno 2016 Educação Infantil e Ensino Fundamental I Mensagem para o aluno(a) O Colégio Santa Ângela sente-se feliz e honrado em tê-lo como aluno(a) no ano letivo que se inicia. No C. S. A., o
NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR EM SAÚDE (IMS) CAMPUS ANISIO TEIXEIRA COORDENAÇÃO GERAL DE LABORATÓRIOS NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
CURSO DE FONOAUDIOLOGIA
CURSO DE FONOAUDIOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO Capítulo I Princípios gerais: Art. 1º De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Fonoaudiologia da Faculdade Redentor, os estágios supervisionados fazem
ANESTESIA. Guia do Paciente
ANESTESIA Guia do Paciente ANESTESIA Guia do Paciente Orientações para o Paciente Cirúrgico Caro Paciente e Familiares, Este Guia foi elaborado para contribuir com a sua participação e de seus familiares
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - CAMPUS VACARIA
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Capítulo 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Estas normas regulamentam o funcionamento do Laboratório de Ciências da Natureza do Instituto
Atestado de Prova. Como solicitar? A solicitação deverá ser realizada junto a Secretaria do Curso. Qualéoprazopararetiradadodocumento? 07(sete) dias.
PRAZOS Atestado de Prova Oqueé? Atesta a presença do acadêmico no Curso em determinada data e horário realizando Prova. As informações são verificadas diretamente com o(s) professor(es) da(s) disciplina(s).
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE MECÂNICA
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE MECÂNICA Laboratório de Fabricação Mecânica (D-101) Laboratório de Materiais e Ensaios (D-102) Laboratório de CNC (D-103) Laboratório de Soldagem (D-105) Laboratório
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS AO INGRESSANTE NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS AO INGRESSANTE NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA Facas com Lâmina em Aço Inox para Cozinha Profissional Marcas Recomendadas 1. TRAMONTINA 2. MUNDIAL 3. OXO 4. WMF
REGULAMENTO DE CONDUTA EM AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO TITUOL I Das Disposições Gerais
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA IESUR FACULDADES ASSOCIADAS DE ARIQUEMES - FAAr REGULAMENTO DE CONDUTA EM AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO TITUOL I Das Disposições Gerais Art. 1º As aulas práticas
CURSO DE QUALIFICAÇÃO PÓS-TÉCNICO DE ENFERMAGEM EM INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO SÃO FRANCISCO DE PAULA
CURSO DE QUALIFICAÇÃO PÓS-TÉCNICO DE ENFERMAGEM EM INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO SÃO FRANCISCO DE PAULA Objetivos do curso: Atender às exigências do novo perfil de profissional que hoje
CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE ALFA AUTORIZADA PELA PORTARIA MEC Nº. 443 DE 30/03/2000
CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE ALFA AUTORIZADA PELA PORTARIA MEC Nº. 443 DE 30/03/2000 RESOLUÇÃO nº. 01/2013, de 02 de janeiro de 2013 Estabelece os procedimentos para o
Olá aprendiz, Você tem em mãos o Manual do Aprendiz da Elo Apoio Social e Ambiental. Neste Manual você vai entender melhor o que é ser aprendiz da Elo
Olá aprendiz, Seja bem-vindo ao programa de aprendizagem Projeto Plantando o Futuro! Você tem em mãos o Manual do Aprendiz da Elo Apoio Social e Ambiental. Neste Manual você vai entender melhor o que é
IVENS EDUCACIONAL MANUAL DO ALUNO
IVENS EDUCACIONAL MANUAL DO ALUNO 2018 Carmen Ligia Sanches de Salles carta ao aluno Olá, gostaria de agradecer por estar na IVENS, que desde o início vem aprimorando o ensino na área da saúde e migrando
Guia de Funcionamento dos Laboratórios de Biologia da UAST/UFRPE
Guia de Funcionamento dos Laboratórios de Biologia da UAST/UFRPE Guia de Funcionamento dos Laboratórios de Biologia Das Aulas Práticas 1 Os laboratórios de ensino de Biologia, utilizados amplamente para
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 69/2012 APROVA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA-UESB Recredenciada pelo Decreto Estadual nº 9.996, de 02 de maio de 2006 CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 69/2012
ENSINO MÉDIO MANHÃ. 7h30 8h20 1ª aula. 8h20 9h10 2ª aula. 9h10 9h40 Intervalo. 9h40 10h30 3ª aula
1 ENSINO MÉDIO MANHÃ 7h30 8h20 1ª aula 8h20 9h10 2ª aula 9h10 9h40 Intervalo 9h40 10h30 3ª aula 10h30 11h20 4ª aula 11h20 12h10 5ª aula 12h10 13h 6ª aula ATRASADOS PODERÃO ENTRAR ÀS 7h40 São tolerados
MANUAL DO ALUNO. Dependência 7 dias úteis R$ 15,00 Recuperação 7 dias úteis Isento 2ª chamada de prova sem 7 dias úteis R$ 10,00
MANUAL DO ALUNO Caro (a) aluno (a), Este manual tem por objetivo fornecer o maior número de informações sobre o sistema de funcionamento desta unidade. Esperamos que você possa utilizá-lo no seu cotidiano
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA CADERNO DE ENCARGOS
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA CADERNO DE ENCARGOS (Conforme art.42º do Decreto Leinº18/2008 de 29 de Janeiro de 2008) Cláusula 1.ª Objecto 1. O presente Caderno de Encargos compreende
Manual de Práticas Laboratório do Curso de Enfermagem Elaborado pela Profa. Joanilva Ribeiro Lopes Coordenadora do Curso Graduação Enfermagem
Manual de Práticas Laboratório do Curso de Enfermagem Elaborado pela Profa. Joanilva Ribeiro Lopes Coordenadora do Curso Graduação Enfermagem Montes Claros Janeiro/2017 1 SUMÁRIO MANUAL DE PRÁTICAS LABORATORIAIS...
CURSO: ODONTOLOGIA DISCIPLINA: DENTE E IMPL. EM PRÓTESE TOTAL I CÓDIGO: Z8153
1 CURSO: ODONTOLOGIA DISCIPLINA: DENTE E IMPL. EM PRÓTESE TOTAL I CÓDIGO: Z8153 CARGA HORÁRIA: 01 CRÉDITO TEÓRICO 03 CRÉDITOS PRÁTICOS TURNO: INTEGRAL ETAPA: 3º ANO: 2017 SEMESTRE: II º PROFESSOR: JOSÉ
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL COORDENAÇÃO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL LABORATÓRIO DE ESTUDOS E PRÁTICAS SOCIAIS
ETAPAS A CUMPRIR E PARA INÍCIO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I E II ORIENTAÇÕES GERAIS PARA PREENCHER POR MEIO DO SIGAA O TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO (TCE) E PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL 2013 A Direção da Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro, no uso de suas atribuições regimentais, torna público o presente regulamento Define
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS E FLUXOS PREVISTOS PARA ABERTURA DE PROCESSOS
NECESSÁRIOS E FLUXOS PREVISTOS PARA ABERTURA DE PROCESSOS A Coordenação de Registros Acadêmicos e Escolares (CORAE) é o departamento subordinado à Coordenação de Administração Acadêmica e Apoio ao Ensino
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES Art. 1 O presente regulamento interno disciplina a organização, regulamentação e critérios para
REGULAMENTO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR FACULDADES ESEFAP
REGULAMENTO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR FACULDADES ESEFAP Tupã, SP 2016 NORMAS GERAIS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR 1. INTRODUÇÃO Este documento objetiva apresentar as normas de utilização
Câmpus Universitário de Bauru REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS UNESP / CÂMPUS BAURU
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS UNESP / CÂMPUS BAURU Capítulo I Caracterização e Objetivos Art. 1º - O presente regulamento constitui parte
NORMAS GERAIS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE FITOPATOLOGIA E MICROBIOLOGIA DOS SOLOS
NORMAS GERAIS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE FITOPATOLOGIA E MICROBIOLOGIA DOS SOLOS Itaqui-RS Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVOS... 3 3. COMPONENTES CURRICULARES ATENDIDOS... 3 4. FUNCIONAMENTO
REGULAMENTO PARA USO DOS LABORATÓRIOS DA ASSOCIAÇÃO CARUARUENSE DE ENSINO SUPERIOR/ASCES
REGULAMENTO PARA USO DOS LABORATÓRIOS DA ASSOCIAÇÃO CARUARUENSE DE ENSINO SUPERIOR/ASCES DOS OBJETIVOS Art. 1º São objetivos deste regulamento: I maximizar a eficiência no uso dos laboratórios; II evitar
Manual do Aluno. facebook/colegiosabermogi
Manual do Aluno facebook/colegiosabermogi Normas quanto ao procedimento do aluno com relação à escola Horário: Fundamental II das 07h30 às 12h50. Fundamental I das 13h às 17h30. Educação Infantil das 13h30
