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- Nicholas Barreiro Candal
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1 LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º Processo n.º 2907 / 2013-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto n.º , de 28/12/90, registrado no Ofício do Registro Oficial em 01/02/91, no uso das atribuições que lhe confere a Lei n.º 6.938, de 31/08/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto n.º , de 06/06/90 e com base nos autos do processo administrativo n.º /09-8 concede a presente LICENÇA DE OPERAÇÃO nas condições e restrições abaixo especificadas. I - Identificação: EMPREENDEDOR: TAMBORSUL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE EMBALAGENS LTDA CPF / CNPJ: / ENDEREÇO: AV: ESTRADA DO GRAVATÁ, 730 DEOLINDA GOULART GRAVATAÌ - RS EMPREENDIMENTO: 7790 LOCALIZAÇÃO: AV: ESTRADA DO GRAVATÁ, 730 DEOLINDA GOULART GRAVATAÌ - RS COORDENADAS GEOGRÁFICAS LATITUDE: -29, LONGITUDE: - 50,94647 A PROMOVER A OPERAÇÃO RELATIVA À ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO DE EMBALAGENS METÁLICAS E PLÁSTICAS E FABRICAÇÃO DE EMBALAGENS/BOMBONAS PLÁSTICAS RAMO DE ATIVIDADE: 1141,00 ÁREA ÚTIL EM M²: 6.013,00 ÁREA DO TERRENO EM M²: ,00 ÁREA CONSTRUÍDA EM M²: 5.393,00 Nº DE EMPREGADOS: 75 II - Condições e Restrições: 1- Quanto ao Empreendimento: 1.1- esta licença revoga a licença de operação LO n o. 926/2010 DL; 1.2- a empresa está autorizada a realizar mensalmente a descontaminação de tambores metálicos de 200 l via úmida e de tambores metálicos de 200 l, pelo processo de queima, 160 toneladas de embalagens e peças metálicas pelo processo de queima, 125 toneladas de embalagens plásticas com volume inferior ou igual a 200 litros, 50 toneladas de contêineres com volume inferior ou igual a litros, 230 toneladas de sucata plástica, 275 toneladas de latas, baldes e sucatas metálicas e a produção de unidades de embalagens plásticas (220 L, 60 L e 30 L); 1.3- está ainda, autorizada, dentro da capacidade acima descrita, a receber e realizar a descontaminação de embalagens metálicas de óleo lubrificante; 1.4- no caso de qualquer alteração que a empresa pretenda fazer (alteração de processo, implantação de novas linhas de produção ou equipamentos, ampliação de área ou de produção, relocalização, etc.) deverá ser providenciado o licenciamento prévio junto à FEPAM; 1.5- empresa deverá apresentar à FEPAM, com antecedência de mínima de 180 (cento e oitenta) dias antes do prazo de vencimento desta licença, Relatório de Auditoria Ambiental, conforme as Diretrizes Mínimas a Serem Atendidas na Realização de Auditorias Ambientais disponibilizadas no site da FEPAM licenciamento ambiental\normas Técnicas\ Diretrizes para Auditorias Ambientais, acompanhado da(s) ART(s) (Anotação de Responsabilidade Técnica) dos profissionais envolvidos e dos documentos comprobatórios da referida habilitação dos mesmos para a realização da referida Auditoria Ambiental; 2- Quanto ao risco industrial: 2.1- a empresa deverá manter atualizado o Alvará do Corpo de Bombeiros Municipal, de conformidade com as Normas em vigor, relativo ao sistema de combate à incêndio, durante o período de validade desta licença; LO N.º 2907 / 2013-DL Identificador de Documento Folha 1/5
2 3- Quanto ao processamento de embalagens de óleo lubrificante pós-consumo: 3.1- a empresa está apta a processar (escorrimento/lavagem/secagem/moagem) até 50 toneladas/mês de embalagens plásticas pós-consumo contaminadas com óleo lubrificante. O processo atende a destinação final preconizada na Portaria SEMA/FEPAM n o. 001/2003, publicada no DOE em 13/05/2003; 3.2- a empresa está credenciada como receptor local de embalagens plásticas de óleo lubrificante pósconsumo para: SOMENTE PARA RECICLAGEM das comercializadas no Rio Grande do Sul, pelos fornecedores/produtores representados pelo SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES SINDICOM, a saber: EMPREENDEDOR: PETROBRAS DISTRIBUIDORA S/A. CNPJ: / ENDEREÇO: Rua General Canabarro, n.º 500/ 12º ao 16º andar, bairro Maracanã, CEP: MUNICIPIO: Rio de Janeiro RJ, EMPREENDEDOR: CASTROL BRASIL LTDA, CNPJ: / ENDEREÇO: Avenida Itaóca, nº 2400, Inhaúma, CEP: MUNICÍPIO: Rio de Janeiro RJ, EMPREENDEDOR: IPIRANGA PRODUTOS DE PETRÓLEO S/A. CNPJ: / ENDEREÇO: Rua Monsenhor Manuel Gomes, 140, bairro São Cristóvão, CEP: MUNICIPIO: Rio de Janeiro RJ, EMPREENDEDOR: COSAN COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES S/A. CNPJ: / ENDEREÇO: Praia da Ribeira Ilha do Governador, CEP: MUNICIPIO: Rio de Janeiro RJ, EMPREENDEDOR: PETRONAS LUBRIFICANTES BRASIL S/A. CNPJ: / ENDEREÇO: Rua Santiago Ballesteros, nº 379, bairro Cinco, CEP: MUNICÍPIO: Contagem - MG, EMPREENDEDOR: REPSOL YPF BRASIL S/A CNPJ: / ENDEREÇO: Alameda Campinas, andar, CEP: MUNICÍPIO: São Paulo SP, EMPREENDEDOR: SHELL BRASIL LTDA CNPJ: / ENDEREÇO: Av. das Américas, 4200, bloco 05 e 6.º andar, Barra da Tijuca, CEP: MUNICIPIO: Rio de Janeiro RJ, EMPREENDEDOR: CHEVRON BRASIL LUBRIFICANTES LTDA. CNPJ: / ENDEREÇO: Rua Silésia, 3501, bairro Campos Elíseos, CEP: MUNICÍPIO: Duque de Caxias RJ pela operacionalização e o licenciamento das atividades de COLETA, ARMAZENAGEM, RECICLAGEM (DESTINAÇÃO FINAL) comercializadas no Rio Grande do Sul, pelo fornecedor/produtor: EMPREENDEDOR: INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA. CPF / CNPJ: / ENDEREÇO: RUA SENEGÁLIA, Nº 181, BAIRRO ATUBA, LO N.º 2907 / 2013-DL Identificador de Documento Folha 2/5
3 CEP: MUNICÍPIO: COLOMBO PR. 4- Quanto ao recebimento das embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante do SINDICOM: 4.1. toda a remessa das embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante prensadas provenientes do SINDICOM deverá obedecer a Portaria n FEPAM/34/09, publicada no Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul de 06 de agosto de 2009; 5- Quanto ao sistema de coleta de embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante da INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA: 5.1. os veículos utilizados na coleta deverão estar identificados como coleta e reciclagem de embalagens pós-consumo de lubrificantes e adesivados com mensagens para divulgação do sistema o recebimento e o envio de embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante só poderá ser realizado por veículos licenciados para Fontes Móveis de Poluição na FEPAM; 5.3. deverá ser fornecido um comprovante de coleta, conforme proposta apresentada, em todos os pontos previstos, contendo a razão social do empreendimento, endereço, data e hora da coleta e peso total coletado, a cada recolhimento realizado ou nos casos de entrega voluntária. O comprovante de coleta adotado deverá estar disponível nos veículos de coleta, e posteriormente arquivado nas unidades de armazenagem; 5.4. a empresa deverá atender aos itens constantes da Portaria FEPAM n 34/2009, de 19/08/ Quanto ao armazenamento temporário das embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante: 6.1. deverão ser segregadas as embalagens plásticas pós-consumo provenientes do SINDICOM das embalagens coletadas pela empresa para a INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA; 6.2. manter sistema de armazenamento para resíduos classificados como Classe I (perigosos), para recipientes e embalagens contaminadas, de acordo com a Norma Técnica NBR da ABNT manter as atividades de: a- recebimento, escorrimento, prensagem, enfardamento e armazenagem, de embalagens plásticas de óleo lubrificante, coletadas nos pontos de geração de embalagens pós-consumo, determinados pelos fornecedor/produtor da INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA; b- recebimento, escorrimento, prensagem, enfardamento e armazenagem de embalagens plásticas de óleo lubrificantes entregues voluntariamente pelos fornecedores/distribuidores e estabelecimentos comerciais, clientes da INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA; 6.4. a área de recebimento e processamento de embalagens deverá ser mantida organizada e identificada, para posterior classificação quanto ao processo a ser utilizado (processo a úmido ou a fogo); 7- Quanto as condições gerais e acompanhamento e melhoria do sistema de armazenamento temporário das embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante: 7.1. em atendimento ao art. 6º. da Portaria SEMA/FEPAM n o. 001/2003, publicada no DOE em 13/05/2003, a empresa só poderá receber embalagens de PEAD vazias contaminadas com óleo lubrificante para destinação final, com o credenciamento pelo fornecedor/produtor. Caso seja descredenciada pelo fornecedor/produtor esta Licença será alterada; 7.2. apresentar relatório anual consolidado, no mês de janeiro, sobre as quantidades recebidas e processadas mensalmente, de embalagens plásticas prensadas pós-consumo de óleo lubrificante recebidas do SINDICOM apresentar relatório anual consolidado, no mês de janeiro, sobre as quantidades coletadas e processadas mensalmente, de embalagens plásticas pós-consumo de óleo lubrificante oriundas de pontos de coleta da recebidas da INGRAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GRAXAS LTDA as embalagens recebidas e seus subprodutos, mesmo após descontaminadas, não poderão ser utilizados para fabricação de embalagens de alimentos, medicamentos, cosméticos ou utensílios domésticos; onde a empresa deverá ter o registro e controle da venda/destinação das mesmas após a descontaminação; 7.5. esta licença não autoriza a empresa a comercializar embalagens não descontaminadas previamente; 7.6- a empresa não poderá receber embalagens de produtos agrotóxicos, seus componentes e afins; 7.7- a operação da atividade ora licenciada pressupõe que a empresa, antes de encaminhar as embalagens ao processo de queima a fogo, execute a remoção mecânica dos resíduos aderidos nas mesmas, de forma que seja evitada, ao máximo, a queda de resíduos na correia de acesso ao forno. Estes resíduos deverão ser segregados, identificados e armazenados, para posterior destinação final; 7.8- a empresa deverá manter a disposição da FEPAM pelo período de 02 (anos), as Planilhas de Acompanhamento de Recebimento e Processamento de Embalagens, contendo obrigatoriamente os seguintes itens: data, origem (razão social e endereço), número de embalagens recebidas, tipos e volumes, conteúdos originais, número de embalagens processadas, processo de descontaminação, e quantidades estocadas, bem como os registros dos lotes devolvidos aos geradores por desconformidade dos critérios de aceitabilidade; LO N.º 2907 / 2013-DL Identificador de Documento Folha 3/5
4 7.9- a empresa deverá alertar aos receptores de embalagens recuperadas que o uso futuro das mesmas deverá cumprir com a legislação específica para embalagem de novos produtos; a empresa deverá manter atualizada a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável pelas atividades industriais da mesma; todas as áreas de tancagem e de injeção de combustível deverão ser impermeabilizadas e protegidas por bacias de contenção, conforme NBR da ABNT, de modo a evitar a contaminação da área por possíveis vazamentos; 8- Quanto aos efluentes líquidos: 8.1- a empresa deverá manter a recirculação dos efluentes líquidos gerados no processo de descontaminação por via úmida e de lavagem das bombonas até o esgotamento dos mesmos, quando deverá armazená-los, em tanques, de forma segura, para posterior envio para tratamento em estação de tratamento terceirizada, licenciada por esta Fundação ou em estação de tratamento de efluentes líquidos industriais própria, sem lançamento ; 8.2- a empresa deverá, manter arquivado pelo período de 02 (dois) anos, relatórios do envio do efluente líquido para tratamento, contendo os volumes tratados mensalmente, a forma de acondicionamento, razão social da empresa transportadora e do receptor; 9- Quanto às emissões atmosféricas: 9.1- fica proibida a queima, a céu aberto, de resíduos sólidos de qualquer natureza, ressalvadas as situações de emergência sanitária, reconhecidas por esta Fundação, conforme parágrafo 3, Art. 19 do Decreto n.º , de 01/04/98; 9.2- fica vetada a utilização do forno de queima para destruição de resíduos, exceto aqueles intimamente aderidos às paredes dos tambores, cuja remoção por via seca ou úmida seja impraticável; 9.3- a empresa fica proibida de queimar óleo lubrificante usado conforme determina a RESOLUÇÃO CONAMA N 09 de 31/08/93, que estabelece em seu artigo 7, "todo óleo lubrificante deverá ser destinado à reciclagem"; 9.4- o teor de enxofre no óleo combustível, caso venha utilizar tal combustível pelo sistema forno e pósqueimador, não poderá se superior a 1 % em massa; 9.5- a empresa somente poderá iniciar a queima de tambores, após o pós-queimador atingir a temperatura mínima de 760 ºC, devendo esta temperatura associada ao tempo de residência mínimo de 0,5 segundos serem mantidos durante a operação do pós-queimador, para que as emissões geradas no forno sejam oxidadas; 9.6- o padrão de emissão a ser obedecido no sistema forno, pós-queimador e caldeira para MPT (material particulado total) é 70 mg/nm 3 em base seca e nas condições normais; 9.7- o padrão de emissão a ser obedecido no sistema forno, pós-queimador e caldeira para NOx é 500 mg/nm 3 em base seca e nas condições normais; 9.8- a empresa deverá manter arquivado pelo período de 02 (dois) anos, planilhas contendo: o consumo diário de combustíveis, tipo de combustível utilizado, procedência, teor de enxofre, temperatura de hora em hora durante o período do processamento dos tambores à fogo, assim como o número de horas trabalhadas do sistema forno e pós-queimador; 9.9- a empresa está autorizada a utilizar gás natural, GLP ou óleo BTE como fonte de combustível no forno de recuperação de tambores e no pós-queimador; 10- Quanto aos resíduos sólidos industriais: a empresa deverá segregar, identificar, classificar e acondicionar os resíduos sólidos gerados para a armazenagem provisória na área da empresa, observando as NBR e NBR , da ABNT, em conformidade com o tipo de resíduo, até posterior destinação final dos mesmos; as lâmpadas fluorescentes usadas deverão ser armazenadas íntegras, embaladas individualmente, em papel ou papelão de origem e acondicionadas de forma segura para posterior transporte a empresas que realizem sua descontaminação; o transporte dos resíduos Classe I, gerados na empresa, somente poderá ser realizado por veículos licenciados pela FEPAM para Fontes Móveis com potencial de poluição ambiental, devendo ser acompanhado do respectivo Manifesto de Transportes de Resíduos MTR, conforme Portaria FEPAM n.º 34/09, publicada no DOE em 06/08/09; a empresa somente poderá encaminhar tambores vazios e descontaminados originados do processo industrial e enquadrados como sucatas, para atividades previamente licenciadas junto à FEPAM para recebimento dos mesmos; a empresa deverá preencher e enviar à FEPAM, trimestralmente, nos meses de janeiro, abril, julho e outubro, via digital, a "Planilha de Geração de Resíduos Sólidos" para a totalidade dos resíduos sólidos (a Planilha digital encontra-se disponível na home-page da FEPAM: em Licenciamento Ambiental/ Resíduos e Efluentes Industriais - Planilhas de Acompanhamento/ SIGECORS/Planilhas de Destino de Resíduos Sólidos On Line); LO N.º 2907 / 2013-DL Identificador de Documento Folha 4/5
5 10.6- a empresa deverá verificar o licenciamento ambiental das centrais de recebimento de resíduos, bem como das empresas para as quais seus resíduos são encaminhados, observando previamente a compatibilização dos mesmos com as condicionantes das licenças em questão, já que, de acordo com o Artigo 9º do Decreto Estadual n.º de 01/04/98, a fonte geradora de resíduos é responsável, independente da contratação de serviços de terceiros, pela destinação adequada dos resíduos sólidos gerados; 11- Quanto à Publicidade da Licença: deverá ser fixada, em local de fácil visibilidade, placa para divulgação da presente licença, tamanho pequeno, conforme modelo disponível no site da FEPAM, A placa deverá ser mantida durante todo o período de vigência desta Licença. III - PARA SOLICITAÇÃO DA RENOVAÇÃO DA LICENÇA DE OPERAÇÃO, a empresa deverá solicitar juntada ao processo da Licença de Operação em vigor, devendo apresentar a seguinte documentação: 1. requerimento solicitando a inclusão da ampliação na Licença de Operação; 2. o formulário ILAI - Informações para Licenciamento de Atividades Industriais devidamente preenchido e atualizado em todos os seus itens (o formulário encontra-se disponível na home-page da FEPAM: em Licenciamento Ambiental/ Formulários/ Licenciamento/ Indústrias/Atividades Industriais-ILAI); 3. cópia desta licença; 4. comprovante de pagamento da atualização de documento licenciatório, conforme Tabela de Custos disponível na home-page da FEPAM: Havendo alteração nos atos constitutivos, cópia da mesma deverá ser apresentada, imediatamente, à FEPAM, sob pena do empreendedor acima identificado continuar com a responsabilidade sobre a atividade/empreendimento licenciado por este documento. Este documento licenciatório perderá sua validade caso os dados fornecidos pelo empreendedor não correspondam à realidade ou algum prazo estabelecido nas condições acima seja descumprido. Esta Licença não dispensa nem substitui quaisquer alvarás ou certidões de qualquer natureza exigidos pela legislação Federal, Estadual ou Municipal, nem exclui as demais licenças ambientais. Esta licença deverá estar disponível no local da atividade licenciada para efeito de fiscalização. Data de emissão: Porto Alegre, 17 de Junho de Este documento licenciatório é válido para as condições acima no período de 17/06/2013 à 22/02/2014. A renovação desta licença deverá ser solicitada até 120 dias antes de seu vencimento, conforme Art º da Lei Complementar Nº 140, de 08/12/2011. Este documento licenciatório foi certificado por assinatura digital, processo eletrônico baseado em sistema criptográfico assimétrico, assinado eletronicamente por chave privada, garantida integridade de seu conteúdo e está à disposição na página fepam. LO N.º 2907 / 2013-DL Identificador de Documento Folha 5/5
6 Nome do arquivo: pdf Autenticidade: Documento Íntegro DOCUMENTO ASSINADO POR DATA CPF/CNPJ VERIFICADOR Rafael Volquind 20/06/ :15:21 GMT-03: Assinatura válida Documento eletrônico assinado digitalmente conforme MP nº /2001 de 24/08/2001, que institui a infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
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LICENÇA DE OPERAÇÃO A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual nº 9.077 de 04/06/90, registrada no Ofício do Registro Oficial em 01/02/91, e com seu Estatuto aprovado pelo Decreto
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LICENÇA DE OPERAÇÃO A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual nº 9.077 de 04/06/90 e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto nº 33.765, de 28/12/90, registrado no Ofício do
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PORTARIA N 127, DE 30 DE JULHO DE 1999
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