Controlador de Percentual
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- Ana Luísa Palhares Beretta
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1 Controlador de Percentual de Carbono PV SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ Indústria brasileira Manual de Operação 1ª EDIÇÃO (JANEIRO/2013) Rua Bragança Paulista, Santo Amaro - São Paulo - SP - CEP Tel: (11) Fax: (11) [email protected] Website:
2 ÍNDICE 2 pág Características técnicas... 3 Codificação / especificação... 4 Instalação (dimensional)... 4 Instalação (furação de painel, fixação, plug-in)... 5 Instalação (conexões elétricas)... 5 Painel frontal... 6 Parâmetros e níveis de programação... 7 Função trava LCK... 8 Programação do nível 0 (parâmetros de operação)... 9 Programação do nível 1 (parâmetros de controle)...10 Programação do nível 2 (parâmetros de configuração)...14 Programação do nível 3 (parâmetros de calibração) Garantia / Assistência técnica Protocolo de Comunicação Serial RS 485 ModBus RTU APRESENTAÇÃO O controlador microprocessado CARBOTHERM foi desenvolvido para controlar o percentual de carbono em atmosferas de processos industriais. Este controlador combina a entrada de uma sonda de zircônio e de um termopar tipo K, N, R ou S para calcular o percentual de carbono do processo. Também é possível visualizar a informação da combinação da sonda de zircônio e a temperatura para indicar o ponto de orvalho (dewpoint), conteúdo de vapor de água na atmosfera do ambiente controlado. A tabela utilizada pelo CARBOTHERM como referência para indicação do % C e ponto de orvalho encontra-se disponível no link: Possui uma saída serial RS 485 MODBUS que possibilita a comunicação com um CLP ou computador.
3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3 Indicação digital Através de 2 displays de 4 dígitos (indicam até 9999), de alta luminosidade; Display vermelho (altura de 14mm): indicação do valor do processo Display verde (altura de 10mm): indicação do valor do set point Sinal de entrada configurável (com 14 bits de resolução) Termopares: K ( ºC) ( ºF) N ( ºC) ( ºF) R ou S ( ºC) ( ºF) Saída de controle (possui apenas uma saída de controle, configurada em fábrica conforme a solicitação do cliente) Saída a rele mecânico, 5A, 250Vac SPDT (para controle de válvulas solenóides) Saída de tensão pulsante 24Vcc PWM (máximo 20mAcc) Saída contínua para controle de válvulas proporcionais: 0-20mAcc, 4-20mAcc (máximo 600 Ohms) ou 0-10Vcc, 0-5Vcc, 2-10Vcc, 1-5Vcc (mínimo 1KOhm). Ação de controle: PID (proporcional-integral-derivativo) ou ON-OFF (para saída a relé) Auto sintonia (para ajuste automático dos parâmetros PID) Alarmes Com 2 relés de alarme 5A 250Vac Alarmes configuráveis em % do campo de medição, com histereses ajustáveis Estação de comando manual: percentual de saída de controle ajustável manualmente através do teclado frontal, com barra de leds para indicação Isolação galvânica (entre sinal de entrada e saída) Circuito AUTO-ZERO e AUTO-SPAN (garantindo uma alta precisão) Tempo de resposta: 250ms Limitação da saída de controle em % Função de trava eletrônica para bloquear alterações indesejadas na configuração dos parâmetros (sempre que o instrumento for desenergizado, ao ser reenergizado os parâmetros serão bloqueados) Memória: elemento EEPROM, não volátil Precisão: ± 0,2% + 1 dígito Consumo: 4VA Temperatura ambiente de operação: ºC Alimentação: Vac (50/60Hz), 24Vac (50/60Hz), 12Vcc, 24Vcc, 48Vcc, 125Vcc. Retransmissão proporcional ao sinal de entrada: 4-20mAcc, 0-20mAcc, 0-10Vcc, 0-5Vcc. Obs: alimentação e retransmissão de sinal conforme a solicitação do cliente. Comunicação serial RS 485 (protocolo MODBUS-RTU) Características físicas Construído em alojamento plástico para montagem em frontal de painel (encaixe plug in) Frontal em acrílico com teclado em silicone Peso: aproximadamente 0,4 kg Conexões através de terminais com parafusos na parte traseira do controlador, com tampa de proteção contra choques. Grau de proteção: IP 60
4 CODIFICAÇÃO / ESPECIFICAÇÃO 4 TH 2040D A B C INSTALAÇÃO / DIMENSIONAL (A) Saída de controle 1 = relé mecânico 5A 240Vac (SPDT) 2 = tensão pulsante de 24Vcc - PWM (máximo 20mA) 3 = 4..20mAcc (máximo 600 Ohms) 4 = 0..20mAcc (máximo 600 Ohms) 5 = 0..10Vcc (mínimo 1KOhm) 6 = 2..10Vcc (mínimo 1KOhm) 7 = 0..5Vcc (mínimo 1KOhm) 8 = 1..5Vcc (mínimo 1KOhm) (B) Retransmissão proporcional ao sinal de entrada 1 = com retransmissão de mAcc 2 = com retransmissão de mAcc 3 = com retransmissão de Vcc 4 = com retransmissão de 0...5Vcc (C ) Alimentação 1 = Vac (50/60Hz) 2 = 24Vac (50/60Hz) 3 = 12Vcc 4 = 24Vcc 5 = 48Vcc 6 = 125Vcc 96 mm 95 mm (profundidade) PV 96 mm FURAÇÃO DE PAINEL Instalação em frontal de painel nas seguintes furações: +0,6mm 90mm SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ 90mm+0,6mm 90,6 mm VISTA LATERAL 80 mm (profundidade interna) OBS: 1) O controlador Carbotherm deve ser instalado longe de fontes excessivas de calor, umidade e vibração. 2) Por ser de alta impedância, o comprimento do cabo da sonda de carbono deve ser o mais curto possível, blindado e aterrado. Este e os demais cabos de conexão devem passar longe de cabos de alta corrente, que são fontes de ruídos excessivos. 3) A sonda de zircônio deve ser instalada conforme orientações do fabricante. 4) O termopar da sonda (sensor de temperatura) deve ser conectado apenas ao controlador Carbotherm, nunca devendo ser do em paralelo com outros dispositivos.
5 SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO INSTALAÇÃO 5 FIXAÇÃO Primeiramente, retire a alça de fixação e introduza o controlador no painel pela parte frontal e encaixe a alça pela parte traseira do controlador pressionando-o contra o painel, OUT1 até travá-la. Aperte os parafusos para garantir uma boa fixação. PV M TH 2040D- _ PV SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ O controlador também possui uma tampa de proteção para as conexões. Após feitas as ções coloque a tampa na parte traseira do controlador e encaixe os pinos no alojamento para travá-la. SISTEMA DE ENCAIXE PLUG-IN Com o sistema de encaixe plug in, o controlador pode ser retirado facilmente do alojamento, sem necessidade de desconectar os cabos, conforme figura abaixo: 1º Pressione as travas PV SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ PV SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ 2º Puxe a parte removível do controlador (o alojamento se mantém fixo no painel) CONEXÕES ELÉTRICAS As conexões elétricas são feitas através de terminais com parafusos localizados na traseira do instrumento. Estas ções estão exemplificadas na etiqueta do controlador, verifique. Alimentação Vac Alarme Sonda de CO mVcc Retransmissão Alarme 2 Controle macc ou Vcc Controle Pulsos 24Vcc 8 38 RT 18 Controle Comunicação RT Relé + RS GND 20 + Sinal de entrada Termopar Obs: não remover o diodo de compensação de temperatura ambiente dos bornes 18 e 19.
6 PAINEL FRONTAL 6 PV SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO M TH 2040D- _ DISPLAY PV 8888 DISPLAY SV CT1 CT2 AL1 AL2 AL3 AT MAN PRO 8888 LEDS Indica o valor de CO, níveis e parâmetros de configuração. Display de 4 dígitos / vermelho. Indica o valor do set point e os valores dos parâmetros. Display de 4 dígitos / verde. Indica atuação da saída de controle Não utilizado Indica atuação do alarme 1 Indica atuação do alarme 2 Não utilizado Indica auto sintonia ativada Indica controle manual ativado Não utilizado BARRA DE LEDS Indica o percentual da saída de controle TECLAS (membrana em silicone) M Tecla ENTRA utilizada para: - selecionar o nível de programação (n0, n1, n2 ou n3); - confirmar os valores configurados. Tecla MANUAL utilizada para: - configurar manualmente o percentual de saída de controle Tecla ALTERA utilizada para: - liberar a alteração do parâmetro selecionado; - escolher o dígito do parâmetro a ser alterado. Tecla DESCE utilizada para: - selecionar parâmetros (em ordem decrescente) dentro de um determinado nível de programação; - diminuir o valor do dígito escolhido (durante a edição de um parâmetro); - alterar (em ordem decrescente) o modo de atuação do parâmetro. Tecla SOBE utilizada para: - selecionar parâmetros (em ordem crescente) dentro de um determinado nível de programação; - aumentar o valor do dígito escolhido (durante a edição de um parâmetro); - alterar (em ordem crescente) o modo de atuação do parâmetro. MODELO TH 2040D- _ ** O modelo varia de acordo com as características do controlador
7 PARÂMETROS E NÍVEIS DE PROGRAMAÇÃO O instrumento possui 4 níveis de programação; Para passar de um nível ao outro utilize a tecla E ; Para navegar entre os parâmetros utilize as teclas. Para editar um parâmetro utilize a tecla. Com as teclas configure o valor e confirme com a tecla E. NÍVEL 0 (INICIAL) Valor do processo Set point (0, ,30%C) TPSO - Temperatura da sonda Pág 9 PO - Ponto de orvalho Pág 9 VTSO - Tensão da sonda Pág 9 AL 1 - Alarme 1 Pág 9 AL 2 - Alarme 2 Pág 9 PCO - Percentual de CO Pág 9 NÍVEL 1 AT - Auto sintonia Pág 10 Pág 9 OUT1 - Ajuste do limite máximo de saída de controle - Pág 11 P1 - Banda proporcional de controle Pág 12 I1 - Tempo integral Pág 12 D1 - Tempo derivativo Pág 13 CYT1 - Tempo de ciclo de controle Pág 13 NÍVEL 2 TCSO - Termopar da sonda Pág 14 LSPL - Valor mínimo do set point de %C - Pág 14 USPL - Valor máximo do set point de %C - Pág 14 HYS1 - Histerese de controle Pág 14 ALD - Seleção dos tipos de alarme Pág 15 SETI - Seleção para alarmes inibidos Pág 21 SETL - Inversão da sinalização dos leds - Pág 21 HYA1 - Histerese do alarme 1 Pág 21 HYA2 - Histerese do alarme 2 Pág 21 TR - Retransmissão do valor de %C Pág 21 UNIT - Unidade de medida de temperatura - Pág 21 IDNO - Número de identificação para comunicação serial - Pág 22 BAUD - Velocidade de comunicação Pág 22 PARI - Teste de consistência de comunicação - Pág 22 NÍVEL 3 LCK - Função trava Pág 23 PVOS - Correção do valor de %C Pág 23 VTOS - Correção dos milivolts da sonda de %C - Pág 23 TSOS - Correção da leitura de temperatura - Pág 23 TA - da temperatura ambiente Pág 23 SOFT - Filtro digital Pág 23 CL 01 - Ajuste do valor mínimo da saída de controle - Pág 24 CH 01 - Ajuste do valor máximo da saída de controle - Pág 24 CL 02 - Ajuste do valor mínimo da saída de retransmissão - Pág 24 CH 02 - Ajuste do valor máximo da saída de retransmissão - Pág 24 HMAN - Habilitação da tecla manual Pág 24 7
8 FUNÇÃO TRAVA 8 PARÂMETRO LCK (FUNÇÃO TRAVA) Ao energizar o controlador, a função LCK configura-se automaticamente para o padrão 0002 bloqueando os parâmetros do controlador. Portanto, após energizá-lo, para liberação dos parâmetros dos níveis 1, 2 e 3 o LCK deverá ser configurado em 0003, 0004 ou 0005 conforme a necessidade. Obs: quando o aparelho é configurado em LCK = 0 ou 1, ao ser reenergizado esta configuração permanece a mesma. O parâmetro LCK (trava) é utilizado para evitar alterações indesejadas nos parâmetros do controlador. O usuário pode bloquear os parâmetros para evitar que pessoas não habilitadas ou não autorizadas desconfigurem o controlador, ou mesmo para ocultar parâmetros facilitando a operação. O parâmetro LCK encontra-se no nível 3 e sempre está acessível para configuração. Pode ser configurado da seguinte forma: Bloqueia todos os parâmetros. Oculta os parâmetros do nível 1, 2 e 3. Bloqueia todos parâmetros exceto o SV (set point) no nível 0. Oculta parâmetros dos níveis 1, 2 e 3. Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 1, 2 e 3. Libera os parâmetros do nível 0.. Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 2 e 3. Libera os parâmetros dos níveis 0 e 1. Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 3. Libera os parâmetros dos níveis 0, 1 e 2. Libera todos os parâmetros. ANTES DE INICIAR A PROGRAMAÇÃO, LEMBRE-SE: utilize as teclas para mudar de parâmetro e para alterar os valores dos parâmetros E M para habilitar a edição do parâmetro e escolher o dígito a ser alterado para mudar de nível de programação e para confirmar os valores configurados para habilitar a configuração manual do percentual de saída de controle Obs:não esqueça de confirmar com tecla E o valor configurado.
9 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 0 9 parâmetros de operação Após feita a correta instalação do controlador, energize-o. Inicialmente ele fará uma varredura inicial mostrando a versão do software, o tipo de termopar configurado, valor mínimo e máximo do campo de medição e valor do set point. Após feita a varredura inicial, ele passa a indicar o valor do processo (%C). Siga as instruções seguintes para a correta configuração do controlador: PV SV Valor do processo (%C) Set point de controle de % C (ajuste de 0, ,30 % C) Configure conforme a necessidade. Função de controle manual: o controlador possui a função manual, que através da tecla M habilita a configuração manual do percentual de saída (de %). Procedimento: configure o parâmetro LCK em 0005 ; configure o parâmetro Hman no nível 3 em ON ; configure o parâmetro P1 no nível 1 com qualquer valor diferente de 0 ; volte ao nível 0 e pressione a tecla M (o led MAN acenderá); então configure o percentual de saída desejado ( %) no display SV. Para desativar o controle manual o controlador deve estar no nível 0, então pressione novamente a tecla M e o controle passa a ser automático. Travamento da tecla M : configurando o parâmetro HMAN (nível 3) em OFF a tecla M será desabilitada travando o controlador no tipo de controle que estiver configurado (manual ou automático). Para habilitar a tecla M basta reconfigurar o parâmetro HMAN (nível 3) em ON. Obs: a barra de leds não funcionará quando a função Manual estiver ativa. TPSO Temperatura da sonda: neste parâmetro é feita a leitura de temperatura da sonda (de acordo com o campo de medição do termopar configurado). PO Ponto de orvalho: neste parâmetro é feita a leitura do ponto de orvalho (campo de leitura de -33, ,4) VTSO Tensão da sonda: neste parâmetro é feita a leitura da tensão da sonda (campo de leitura de Vcc). AL 1 Valor do set point do alarme 1 Verificar os possíveis tipos de alarme no parâmetro ALD, nível 2, pág 15. AL 2 Valor do set point do alarme 2 Verificar os possíveis tipos de alarme no parâmetro ALD, nível 2, pág 15. PCO Escolha do percentual de carbono do processo (5...35% CO) A tabela de referência encontra-se disponível no link: Pressione a tecla E para passar ao nível 1.
10 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 1 10 parâmetros de controle O controlador poderá ter dois tipos de controle: ON-OFF e PID Controle ON-OFF (somente para saída a relé) No controle tipo ON-OFF a saída permanece da até o valor do processo atingir o valor do set point e só então. Esse tipo de controle pode causar uma oscilação do valor do processo em relação ao ponto de controle pois não elimina a inércia do processo. Para evitar acionamentos muito frequentes da saída de controle utiliza-se o recurso da histerese, que determina um intervalo entre o acionamento e o mento da saída, conforme instruções na página 14. Obs: no controle ON-OFF a barra de leds não funciona. SET POINT Valor do processo Des Des Des tempo Controle PID No controle tipo PID a saída de controle atuará entre 0 a 100% em tempos controlados, proporcionando um controle estável e preciso do processo, de acordo com o set point ajustado e a demanda de potência necessária. Os parâmetros PID devem ser ajustados de acordo com o processo de controle em questão. Este ajuste poderá ser feito manualmente ou através da auto sintonia. Valor do processo Des Des SET POINT do Controle Sintonizado tempo N1 Nível 1 Obs: utilize as teclas (sobe) e (desce) para mudar de parâmetro AT Auto sintonia. É o ajuste automático dos parâmetros (PID) do controlador em função do processo a ser controlado, evitando que a inércia faça com que o valor do processo exceda o valor do set point. A auto sintonia altera os parâmetros P1, D1 e I1 (nível 1) automaticamente através de cálculos no microprocessador. Para ativar a auto sintonia, configurar YES no parâmetro AT: Auto sintonia ATIVADA Ao ativá-la o led AT acenderá e o controlador passa a funcionar em ação ON-OFF, ndo e rendo no valor do set point. O algoritmo de sintonia mede a inércia do processo e reajusta os parâmetros PID.
11 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 1 11 parâmetros de controle Após este procedimento a auto sintonia é desativada retornando à posição NO e o led apagará. AT Auto sintonia DESATIVADA Este procedimento precisa ser feito uma única vez, no ínicio do processo nas condições reais de funcionamento. Valor do processo EXEMPLO DE AUTO SINTONIA A saída de controle atuará entre 0 a 100% em tempos controlados, proporcionando um controle estável e preciso do processo, de acordo com o set point ajustado. SET POINT Des Des Controle Sintonizado tempo PARÂMETRO PROBLEMA AJUSTE Caso a AUTO SINTONIA não apresente um resultado satisfatório no controle, o mesmo poderá ser corrigido manualmente conforme tabela ao lado: Banda Proporcional Tempo integral Tempo Derivativo Lentidão na resposta Muita oscilação Lentidão na resposta Overshoot (sobrevalor da variável de processo) Instabilidade Lentidão na recuperação após perturbação transitória Diminuir o valor de P Aumentar o valor de P Diminuir o valor de I Aumentar o valor de I Diminuir o valor de D Aumentar o valor de D OUT1 Percentual de saída de controle. Indica o percentual da saída de controle em operação. Configuração de OUT1: No controle automático a saída poderá ser limitada de acordo com a necessidade, configurando-se o valor máximo (%) de saída desejada, no parâmetro OUT1. No controle manual, o parâmetro OUT1 não limita a saída de controle, somente indica o percentual.
12 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 1 12 parâmetros de controle PID P1 I1 D1 Banda proporcional (faixa de 0, ,0 %) Para controle ON-OFF, configurar P1 em Neste caso, os parâmetros I1, D1, CYT1, OUT1 e AT ficam inoperantes, e aparecerá o parâmetro HYS1 (nível 2). O controle ON-OFF só é possível em saída a relé. No controle ON-OFF a barra de leds também fica inoperante. Tempo integral (faixa de segundos) Tempo derivativo (faixa de segundos) Configuração de fábrica: P1 = 1 I1 = 200 D1 = 0 O ajuste dos parâmetros P1, I1 e D1 (PID - proporcional / integral / derivativo) podem ser feitos manualmente ou através da auto sintonia (At). Parâmetros PID (proporcional / integral / derivativo) P (banda proporcional): este parâmetro expressa em percentual do campo alto de medição (USPL) a faixa onde existe ação de controle, ou seja, a saída do controlador é maior que 0 e menor que 100%. Este parâmetro pode ser ajustado entre 0,1 e 200,0%. Ao se reduzir a banda proporcional observa-se que a partir de um determinado valor o controle passa a oscilar em torno do set point como se fosse ON-OFF. Por outro lado ao se aumentar a banda proporcional observa-se que o sistema se estabiliza em valores da variável de processo cada vez mais afastados do ponto de ajuste. A componente proporcional do controlador PID contribui para a saída (OUT1) conforme a seguinte equação: OUT1 = 100 x (SV - PV) x 100 P USPL Assim, para P=10%, PV=0,90, SV=1,00, USPL=1,30 OUT1 = 100 x (1,00-0,90) x ,30 OUT1 = 10%, ou seja, a banda proporcional contribui com 10% na saída do controlador. I (tempo integral): este parâmetro expressa o tempo em segundos que a ação integral leva para repetir a ação proporcional. Por exemplo, imagine uma situação onde o controlador está operando somente em modo proporcional e com uma saída constante igual a 40%. Ao programar-se I para 120 segundos e supondo que PV permaneça constante, observa-se que a saída aumentará continuamente de forma que a cada 120 segundos o seu valor terá aumentado de 40%. Portanto, a ação integral tem por objetivo corrigir o erro de posição de PV em relação a SV. Um detalhe importante é que quanto menor o tempo integral (I) maior a ação integral, já que o tempo de repetição se reduz. A ação integral deve ser pensada como um acumulador de erro (SV-PV) que funciona somente dentro da banda proporcional. Assim, valores muito pequenos de (I) podem levar o controlador a apresentar um overshoot muito grande, e (I) = 0 desativa a componente integral do controlador.
13 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 1 13 parâmetros de controle D (tempo derivativo): este parâmetro expressa o tempo em segundos que a ação proporcional levará para produzir o mesmo efeito que a derivativa produz instantaneamente. A componente derivativa mede a taxa (ou velocidade) de variação do erro (SV-PV), assim, erro crescente produz um aumento na saída do controlador, enquanto erro decrescente produz uma redução na saída do controlador. A ação derivativa tem como finalidade antecipar a ação proporcional. Assim, quanto maior o parâmetro D maior será a ação derivativa. Deve-se ter especial atenção com valores altos de D pois isto pode tornar o controle instável. Para ajuste automático dos parâmetros PID, utilize a auto sintonia conforme instruções da página 11. CYT1 Tempo de ciclo da saída de controle. O tempo de ciclo é a velocidade de chaveamento do sinal de saída de controle para otimização do processo. No caso de saída a relé deve-se configurar acima de 10 segundos para evitar desgaste do relé e do contator. Já no caso de saída em corrente ou tensão contínua o tempo de ciclo deve ser configurado sempre em 0 Saída a rele (CYT1 = entre 10 à 150 segundos) Saída de pulsos 24Vcc (CYT1 = 1 segundo) Saída em macc ou Vcc (CYT1 = 0) Pressione a tecla E para passar ao nível 2.
14 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 14 N2 Nível 2 parâmetros de configuração Obs: utilize as teclas (sobe) e (desce) para mudar de parâmetro TCSO Seleção do sinal de entrada (termopar) da sonda. (Pode-se configurar a escala de leitura de temperatura em graus Celsius ou Fahrenheit, através do parâmetro UNIT, pág 21) Termopar K (-100ºC ºC) ou (-148ºF ºF) Termopar N (-150ºC ºC) ou (-238ºF ºF) Termopar R (-50ºC ºC) ou (-58ºF ºF) Termopar S (-50ºC ºC) ou (-58ºF ºF) LSPL Ajuste do valor mínimo do campo de medição. Faixa de configuração de 0, ,30 (% C). USPL Ajuste do valor máximo do campo de medição. Faixa de configuração de 0, ,30 (% C). HYS1 Histerese da saída de controle (somente para controle ON OFF com saída a rele / o parâmetro P1 deve estar configurado em 0.0 para habilitar esta função) Faixa de configuração de 0, ,00. Histerese é a diferença entre os pontos de atuação (r e r) de uma saída de controle ou alarme. Histerese do relé de controle (ON OFF) No controle ON OFF o relé parte do e no momento em que o valor do processo atingir o valor do set point, e volta a r quando o valor do processo atingir o valor determinado em (SV - HYS1). Exemplo: SET POINT = 1,00 HYS1 = 0,02 O relé em 1,00 / em 0,98 SET POINT (SP) = 100 1,00 Des Des HYS1 = 0,02 0,98 Relé parte do
15 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 15 parâmetros de configuração ALD Modo de funcionamento dos alarmes. Vide abaixo os possíveis tipos de alarmes que podem ser configurados e escolha o mais adequado ao seu processo: ALARME 1 (dígito da unidade) ALARME 2 (dígito da dezena) CÓDIGOS DOS TIPOS DE ALARME Alarme inoperante Alarme de desvio %C (desenergizado) Alarme de desvio %C (energizado) Configure o código do tipo de alarme desejado no: dígito da unidade para o alarme 1 dígito da dezena para o alarme 2 Alarme comparador de limite %C (energizado) Alarme comparador de limite %C (desenergizado) Alarme absoluto %C (desenergizado) Alarme absoluto %C (energizado) Alarme absoluto Temperatura (desenergizado) Alarme absoluto Temperatura (energizado) Alarme de falha no controlador (energizado) Vide na próxima página a descrição de cada tipo de alarme
16 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 16 parâmetros de configuração ALARME DE DESVIO DESENERGIZADO %C No alarme de desvio desenergizado (1) o relé parte do e no momento em que o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...) somado ao valor do set point. Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé volta a r no ponto de sinalização do alarme subtraído o valor de (HYA...). O ponto de sinalização do alarme se altera acompanhando as modificações que forem feitas no valor do set point. Exemplo 1: Set point (SV) = 0,50 AL... = +0,15 HYA... = 0 O rele em 0,65 O rele em 0,65 Exemplo 2: Set point (SV) = 0,50 AL... = +0,15 HYA... = 0,05 O rele em 0,65 O rele em 0,60 0,65 0,50 0,65 0,60 0,50 Rele parte do Rele parte do Relé : PV>SV+AL Relé : PV<SV+AL-HYA ALARME DE DESVIO ENERGIZADO %C No alarme de desvio energizado (2) o relé parte do e no momento em que o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...) somado ao valor do set point. Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o rele no ponto de sinalização do alarme somado o valor de (HYA...) e volta a r no ponto de sinalização. O ponto de sinalização do alarme se altera acompanhando as modificações que forem feitas no valor do set point. Exemplo 1: Set point (SV) = 0,50 AL... = +0,15 HYA... = 0 O rele em 0,65 O rele em 0,65 Exemplo 2: Set point (SV) = 0,50 AL... = -0,15 HYA... = 0,05 O rele em 0,40 O rele em 0,35 0,65 0,50 0,50 0,40 0,35 Rele parte do Des Des Rele parte do Des Des Relé : PV>SV+AL+HYA Relé : PV<SV+AL
17 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 17 parâmetros de configuração ALARME COMPARADOR DE LIMITE ENERGIZADO %C No alarme comparador de limite energizado (3) é possível determinar uma faixa de valor mínimo e máximo em relação ao set point para sinalização do alarme. O relé parte do e enquanto o valor do processo estiver na faixa determinada voltando a r quando o valor do processo sair da faixa determinada. Exemplo: se o set point for 0,50, o valor de (AL...) for 0,20 e a histerese (HYA...) for 0, o relé em 0,30 e volta a r em 0,70. Dentro desta faixa ele permanece do. Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé no valor mínimo da faixa somado o valor de (HYA...) e no valor máximo da faixa subtraído o valor de (HYA...). Exemplo: se o set point for 0,50, o valor de (AL...) for 0,20 e a histerese (HYA...) for 0,10, o relé em 0,40, volta a r em 0,70, e na descida do valor do processo em 0,60 e volta a r em 0,30. O ponto de sinalização do alarme se altera acompanhando as modificações que forem feitas no valor do set point. Exemplo 1: 0,70 Set point (SV) = 0,50 AL... = 0,20 0,50 HYA... = 0 0,30 Exemplo 2: Set point (SV) = 0,50 AL... = 0,20 HYA... = 0,10 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 Relé : PV>SV+AL ou PV<SV-AL Relé : PV<SV+AL-HYA ou PV>SV-AL+HYA ALARME COMPARADOR DE LIMITE DESENERGIZADO %C No alarme comparador de limite desenergizado (4) é possível determinar uma faixa de valor mínimo e máximo em relação ao set point para sinalização do alarme. O relé parte do e enquanto o valor do processo estiver na faixa determinada voltando a r quando o valor do processo sair da faixa determinada. Exemplo: se o set point for 0,50, o valor de (AL...) for 0,20 e a histerese (HYA...) for 0, o relé em 0,30 e volta a r em 0,70. Dentro desta faixa ele permanece do. Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé no valor mínimo da faixa somado o valor de (HYA...) e no valor máximo da faixa subtraído o valor de (HYA...). Exemplo: se o set point for 0,50, o valor de (AL...) for 0,20 e a histerese (HYA...) for 0,10, o relé em 0,40, em 0,70, e na descida do valor do processo em 0,60 e volta a r em 0,30. O ponto de sinalização do alarme se altera acompanhando as modificações que forem feitas no valor do set point. Vide exemplos na próxima página
18 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 18 parâmetros de configuração ALARME COMPARADOR DE LIMITE DESENERGIZADO (Exemplos) Exemplo 1: Set point (SV) = 0,50 AL... = 0,20 HYA... = 0 0,70 0,50 0,30 Exemplo 1: Set point (SV) = 0,50 AL... = 0,20 HYA... = 0,10 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 Relé : PV<SV+AL-HYA ou PV>SV-AL+HYA Relé : PV>SV+AL ou PV<SV-AL ALARME ABSOLUTO DESENERGIZADO %C No alarme absoluto desenergizado (5) o ponto de sinalização é o valor inserido no parâmetro (AL...). O relé parte do e quando o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...) e volta a r no mesmo valor se a histerese do alarme (HYA...) estiver configurada em 0. Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé volta a r no ponto de sinalização do alarme subtraído o valor de (HYA...). Exemplo 1: AL... = 0,52 HYA... = 0 0,52 Exemplo 2: AL... = 0,52 HYA... = 0,05 0,52 0,47 Relé : PV>AL Relé : PV<AL-HYA
19 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 19 parâmetros de configuração ALARME ABSOLUTO ENERGIZADO %C No alarme absoluto energizado (6) o ponto de sinalização é o valor inserido no parâmetro (AL...). O relé parte do e quando o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...). Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé no ponto de sinalização de alarme somado o valor de (HYA...) e volta a r no ponto de sinalização. Exemplo 1: AL... = 0,52 HYA... = 0 0,52 relé parte do Exemplo 2: AL... = 0,52 HYA... = 0, ,52 relé parte do Relé : PV>AL+HYA Relé : PV<AL ALARME ABSOLUTO DESENERGIZADO TEMPERATURA No alarme absoluto desenergizado (7) o ponto de sinalização é o valor inserido no parâmetro (AL...). O relé parte do e quando o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...). Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé volta a r no ponto de sinalização do alarme subtraído o valor de (HYA...). Exemplo 1: AL... = 900 HYA... = Exemplo 2: AL... = 900 HYA... = Relé : TPSO>AL Relé : TPSO<AL-HYA
20 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 20 parâmetros de configuração ALARME ABSOLUTO ENERGIZADO TEMPERATURA No alarme absoluto energizado (8) o ponto de sinalização é o valor inserido no parâmetro (AL...). O relé parte do e quando o valor do processo atingir o valor configurado em (AL...). Caso seja configurado um valor qualquer em (HYA...) o relé no ponto de sinalização de alarme somado o valor de (HYA...) e volta a r no ponto de sinalização. Exemplo 1: AL... = 900 HYA... = Exemplo 2: AL... = 900 HYA... = relé parte do Relé : TPSO>AL+HYA Relé : TPSO<AL relé parte do ALARME DE FALHA NO CONTROLADOR (ENERGIZADO) O alarme de falha do controlador (9) é utilizado para sinalizar qualquer erro no funcionamento. O rele parte do e ao detectar problemas com o controlador, voltando a r assim que o problema for solucionado. Ruptura do sensor ou falha de conexão. (Verifique a correta conexão e condições do sensor) Temperatura da sonda acima da tabela de CO. (Ajuste a temperatura do forno para a faixa de ºC) Temperatura da sonda abaixo da tabela de CO. (Ajuste a temperatura do forno para a faixa de ºC) Ruptura do sensor ou falha de conexão. (Verifique a correta conexão e condições do sensor) Tensão da sonda acima da tabela de CO. (Ajuste o processo para que a tensão da sonda fique entre 1,0...1,5Vcc) Ruptura do sensor ou falha de conexão. (Verifique a correta conexão e condições do sensor) Tensão da sonda abaixo da tabela de CO. (Ajuste o processo para que a tensão da sonda fique entre 1,0...1,5Vcc) Falha no conversor A/D (o aparelho deve retornar à Therma) Falha no diodo de junta fria (o aparelho deve retornar à Therma) Falha no EEPROM (memória de parâmetros) (o aparelho deve retornar à Therma) Caso os problemas persistam entrar em contato com o departamento técnico da Therma: Pelo telefone: (11) , ou pelo [email protected]
21 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 21 SETi parâmetros de configuração Seleção para alarmes inibidos na primeira atuação. O alarme inibido exerce normalmente a função configurada em ALD, porém não sinaliza na primeira passagem pelo ponto de alarme. A sinalização passa a ser feita na segunda passagem, e nas subsequentes. ALARME 1 (dígito da unidade) ALARME 2 (dígito da dezena) Alarme inibido na primeira atuação Alarme liberado Configure o código desejado no: dígito da unidade para o alarme 1 dígito da dezena para o alarme 2 SETL Inversão da sinalização dos leds. Inverte a sinalização dos leds dos alarmes. ALARME 1 (dígito da unidade) ALARME 2 (dígito da dezena) Led aceso e relé energizado Led aceso e relé desenergizado Configure o código desejado no: dígito da unidade para o alarme 1 dígito da dezena para o alarme 2 HYA1 HYA2 TR Histerese do relé de alarme 1 (unidades do PV) Faixa de 0,00...1,00 para %C e para temperatura (Este parâmetro fica invisível caso o alarme 1 seja configurado em ALD=0 ou 9) Histerese do relé de alarme 2 (unidades do PV) Faixa de 0,00...1,00 para %C e para temperatura (Este parâmetro fica invisível caso o alarme 2 seja configurado em ALD=0 ou 9) Retransmissão do valor de %C Desabilitado Retransmissão do valor de %C proporcional ao campo de medição (LSPL...USPL) Obs: o valor da saída de retransmissão é configurado em fábrica de acordo com a solicitação do cliente (Ex.: 0~20mAcc, 4~20mAcc, 0~10Vcc, 0~5Vcc, etc. Vide pág 4) UNIT Unidade de medida de temperatura do termopar Escala Celsius Escala Fahrenheit
22 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 2 22 parâmetros de configuração IDNO BAUD Número de identificação para comunicação serial RS 485 Configurar o número de identificação do controlador para comunicação serial (1...63). Somente para controladores com comunicação serial RS 485. Velocidade de comunicação Ajuste da velocidade de comunicação (Somente para controladores com comunicação serial RS 485) 2400 bps 4800 bps 9600 bps PARI Paridade / consistência de comunicação Utilizado para teste de consistência de comunicação serial. (Somente para controladores com comunicação serial RS 485) Desativado Ímpar Par Utilize a tecla E para passar ao nível 3
23 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 3 23 parâmetros de calibração Os parâmetros deste nível são parâmetros de calibração. Só devem ser alterados em caso de real necessidade, e por operador habilitado. N3 Nível 3 Obs: utilize as teclas (sobe) e (desce) para mudar de parâmetro LCK Função trava. Instruções detalhadas na pág 12. Bloqueia todos os parâmetros. Oculta os parâmetros do nível 1, 2 e 3. Bloqueia todos parâmetros exceto o SV (set point) no nível 0. Oculta parâmetros dos níveis 1, 2 e 3. Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 1, 2 e 3 Libera os parâmetros do nível 0 Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 2 e 3 Libera os parâmetros dos níveis 0 e 1 Bloqueia e oculta os parâmetros do nível 3 Libera os parâmetros dos níveis 0, 1 e 2 Libera todos os parâmetros. Obs: Se o parâmetro LCK estiver configurado em 0003, 0004 ou 0005, quando o controlador for desenergizado, o LCK configura-se automaticamente para Portanto, após a reenergização do controlador, para liberação dos parâmetros dos níveis 1, 2 e 3 deverá ser feita a respectiva configuração novamente. PVOS VTOS Correção do valor de %C (unidades do PV). (Para aferição do controlador) Faixa de -1, ,00 Procedimento para calibração: conecte uma fonte padrão nos bornes do sinal de entrada e injete o sinal correspondente ao sensor configurado. Compare com a indicação no display. Se houver diferença, faça a correção para mais ou menos no parâmetro PVOS. Correção da leitura de Vcc da sonda. Faixa de -0, ,500 TSOS Correção da leitura de temperatura (unidades do PV). Faixa de TA Indicação da temperatura ambiente (somente leitura). SOFT Filtro digital do sinal de entrada. Aumentar o valor do ajuste SOFT para minimizar oscilações na resposta do valor do processo. Faixa de ajuste: %.
24 PROGRAMAÇÃO DO NÍVEL 3 24 CL 01 parâmetros de calibração Ajuste do valor inicial da saída de controle analógica. (Somente para saída em macc ou Vcc) Faixa de ajuste: O parâmetro CYT1 (tempo de ciclo) deve estar configurado em 0. Ajuste do valor final da saída de controle analógica. CH 01 (Somente para saída em macc ou Vcc) Faixa de ajuste: O parâmetro CYT1 (tempo de ciclo) deve estar configurado em 0. Procedimento para calibração da saída de controle contínua: para corrente (macc) conecte um miliamperímetro nos bornes da saída de controle para tensão (Vcc) conecte um voltímetro nos bornes da saída de controle 1º Necessitando de correção, utilize o parâmetro CL01 para aumentar ou diminuir o valor inicial da saída de controle. 2º Necessitando de correção, utilize o parâmetro CH01 para aumentar ou diminuir o valor final da saída de controle. Repita o procedimento até obter os valores corretos do sinal. Ajuste do valor inicial da retransmissão de sinal. CL 02 Faixa de ajuste: Verifique se o parâmetro TR (nível 2) está configurado para %C CH 02 Ajuste do valor final da retransmissão de sinal. Faixa de ajuste: Verifique se o parâmetro TR (nível 2) está configurado para %C Procedimento para calibração da saída de retransmissão de sinal para sinal de retransmissão em corrente (macc) conecte um miliamperímetro nos bornes da saída de retransmissão para sinal de retransmissão em tensão (Vcc) conecte um voltímetro nos bornes da saída de retransmissão 1º) acesse o parâmetro CL 02 e confira o valor mínimo de retransmissão de sinal. Para ajustá-lo altere o parâmetro CL 02 para mais ou menos, confirme e verifique novamente. Repita o procedimento até ajustar o valor mínimo de retransmissão. 2º) acesse o parâmetro CH 02 e confira o valor máximo de retransmissão de sinal. Para ajustá-lo altere o parâmetro CH 02 para mais ou menos, confirme e verifique novamente. Repita o procedimento até ajustar o valor máximo de retransmissão. HMAN Habilitação da TECLA MANUAL Desabilitado Habilitado Configuração da função MANUAL vide página 9.
25 GARANTIA / ASSISTÊNCIA TÉCNICA 25 Garantia A Therma Instrumentos de Medição Automação e Projetos Ltda, fornece uma garantia de 2 anos (24 meses) ao proprietário dos produtos de nossa fabricação, de acordo com as condições abaixo: - garantia contra defeitos de fabricação e de componentes pelo período de 2 anos a contar da data da emissão da nota fiscal. A Therma restringe a sua responsabilidade até o valor da correção dos defeitos do equipamento. A garantia será anulada, caso: - o material seja danificado por maus tratos na montagem e erros na instalação - seja feita manutenção por terceiros - uso indevido - operação fora da especificação recomendada ao produto - danos por transporte inadequado - danos decorrentes de fatores externos A garantia não cobre despesas de frete. Assistência técnica Suporte técnico (via telefone) Horário de funcionamento: 8:00 às 11:30 hs e 13:00 às 17:00 hs de 2ª a 6ª feira. Atendimento pelo telefone (11) Suporte técnico (via ): [email protected] Envio de material para conserto / revisão - Emitir nota fiscal de remessa para conserto e remeter o equipamento para: Therma Instrumentos de Medição Automação e Projetos Ltda CNPJ: / Inscrição Estadual: Endereço: Rua Bragança Paulista, Santo Amaro - São Paulo - SP CEP *Informar nome do contato e telefone / fax / , para recebimento do orçamento de conserto. *O conserto só será efetuado após aprovação do orçamento Garantia do conserto: 3 meses.
26 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO SERIAL 26 INTERFACE SERIAL RS 485 Padrão de sinal elétrico para interção de instrumentos com um CLP ou computador. É constituído de 2 fios polarizados interndo normalmente os instrumentos a um conversor RS 485 / RS 232. Capacidade máxima de 63 aparelhos por grupo. Comprimento máximo da linha não deve ser superior a 1000 metros. CARACTERÍSTICAS DO PROTOCOLO Protocolo utilizado: MODBUS-RTU ( ESCRAVO ). Taxa de transmissão: 2400 BPS / 4800 BPS / 9600 BPS. Bits de dados: 8 bits. Paridade: Sem, Impar ou Par. Stop Bits: 1. SERVIÇOS IMPLEMENTADOS DO PROTOCOLO 03 - Read Holding Registers (4x) 06 - Preset Single Register (4x) 16 - Preset Multiple Register (4x) Endereço inicial = Endereço final = Endereço inicial + nº de pontos < 65 Para informações sobre o protocolo, acesse: OBSERVAÇÕES Comunicação serial RS MODBUS RTU 1) Quando ler um endereço reservado a resposta será: (-1) = (0xFFFF) 2) Não suporta comando em broad casting (adress = 0) Para comunicação serial MODBUS, é necessário: - Computador com processador Pentium 4 ou Athlon XP, 512Mb RAM, HD 40Gb 7200RPM, monitor 15 ou 17, saída serial para comunicação, saída serial ou Ps2 para mouse, sistema operacional Windows XP (Home ou Professional); - Conversor RS 485 / RS 232 ou RS 485 / USB; - Cabos (sugerimos utilização de cabos RFS Brasil, modelo AFD 1Px24 AWG ALUM. -10). ENDEREÇO TABELA DE ENDEREÇOS DOS REGISTROS FUNÇÃO PARÂMETRO / DESCRIÇÃO LIMITES / alteração / alteração PV SV AL LSPL... USPL ALD1 = 1,2 (-USPL... +USPL) ALD1 = 3,4 (0...+USPL) ALD1 = 5,6 (+LSPL... +USPL) ALD1 = 7,8 (INP1=K ºC) (INP1=N ºC) (INP1=R ºC) (INP1=S ºC) ALD1 = 0,9 ( )
27 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO SERIAL 27 Comunicação serial RS MODBUS RTU TABELA DE ENDEREÇOS DOS REGISTROS ENDEREÇO FUNÇÃO PARÂMETRO / DESCRIÇÃO LIMITES / alteração AL 2 ALD2 = 1,2 (-USPL... +USPL) ALD2 = 3,4 (0...+USPL) ALD2 = 5,6 (+LSPL... +USPL) ALD2 = 7,8 (INP1=K ºC) (INP1=N ºC) (INP1=R ºC) (INP1=S ºC) ALD2 = 0,9 ( ) / alteração / alteração / alteração / alteração / alteração / alteração / alteração / alteração ESTADO DOS RELÉS ESTADO DAS FALHAS SAÍDA % BARGRAPH Habilita gravação EEPROM TPSO VTSO PCO Auto Tuning AT OUTL P1 (proporcional) I1 (integral) D1 (derivativo) CYT1 (ciclo) TCSO LSPL USPL HYS1 ALD Bit 0 = rele 0 (CTR) Bit 1 = rele 1 (AL 1) Bit 2 = rele 2 (AL 2) Bit 3 = reservado = não grava 1 = grava Conforme range do termopar configurado = do (NO) 1 = do (YES) (para saída relé ou contínua) Bit 4 = AT Bit 5 = MAN Bit 6 = reservado Bit 7 = reservado Normal = 0 ADCF = 1 CJCE = 2 Termopar fora da faixa inferior = 3 Termopar fora da faixa superior = 4 Sonda fora da faixa inferior = 5 Sonda fora da faixa superior = (para saída contínua ou pulsos) (para saída relé) 1 = Tipo K 2 = Tipo R 3 = Tipo S 12 = Tipo N 20...USPL LSPL (DCBA) A = rele AL 1 B = rele AL 2 C = não utilizado D = não utilizado Resposta será em formato BCD compactado com 3º e 4º dígito zerado (ler em formato hexa)
28 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO SERIAL Comunicação serial RS MODBUS RTU TABELA DE ENDEREÇOS DOS REGISTROS ENDEREÇO FUNÇÃO PARÂMETRO / DESCRIÇÃO LIMITES (DCBA) A = rele AL 1 B = rele AL 2 C = não utilizado SETi D = não utilizado Resposta será em formato BCD compactado com 3º e 4º dígito zerado (ler em formato hexa) / alteração / alteração / alteração / alteração SETL HYA1 HYA2 TR UNIT LCK PVOS VTOS TA SOFT CL 01 CH 01 CL 02 CH 02 (DCBA) A = rele AL 1 B = rele AL 2 C = não utlizado D = não utilizado Resposta será em formato BCD compactado com 3º e 4º dígito zerado (ler em formato hexa) ALD1 = 0 (sem função) ALD1 = ( ) ALD1 = ( ) ALD1 = 9 (sem função) ALD2 = 0 (sem função) ALD2 = ( ) ALD2 = ( ) ALD2 = 9 (sem função) 0 = do 1 = CO 0 = ºC 1 = ºF
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