DOI: /4CIH.PPHUEM.063

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOI: /4CIH.PPHUEM.063"

Transcrição

1 DOI: /4CIH.PPHUEM.063 INVENTÁRIO DA COLEÇÃO ARQUEOLOGICA BENEDITO ALVES DE ALMEIDA (CABAA) DO MUSEU HISTÓRICO DE SANTO INÁCIO MHSI: UM PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO DA REDUÇÃO JESUITICA DE SANTO INÁCIO Josilene Aparecida de Oliveira Arqueóloga do LAEE-UEM /MHSI As primeiras pesquisas arqueológicas realizadas no município de Santo Inácio que evidenciaram a importância da preservação do patrimônio arqueológico representado pelas ruínas da Redução Jesuítica de Santo Inácio, fundada em 1610, pelos padres da Companhia de Jesus e destruída em 1632 pelos bandeirantes paulistas, foram realizadas na década de 1960 pelo arqueólogo do Museu Paranaense Oldemar Blasi. Blasi, baseado em informações sobre a topografia da área realizada pelos irmãos Keller no final do século XIX, realizou um novo levantamento topográfico e pesquisas arqueológicas sistemáticas com prospecções e escavações que evidenciaram a existência de estruturas arquitetônicas e a ocorrência de materiais cerâmicos e líticos no local (BLASI 1966, 1971, 1977). Em princípios de 1970, Igor Chmyz, arqueólogo do Centro de Pesquisas Arqueológicas da Universidade Federal do Paraná (CEPA/UFPR), dentro do Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas (PRONAPA), também efetuou levantamentos no vale do Paranapanema registrando em seus relatórios os restos da Redução (CHMYZ 1974, 1977). A definição da estratigrafia de ocupação humana da região de Santo Inácio em uma faixa temporal situada entre o 6165 a.c. e o século XVII, se deu mais tarde, nas décadas de 1980 e 1990, com as pesquisas arqueológicas realizada por Chmyz, antes da construção do lago do reservatório da Usina Hidrelétrica de Rosana Taquaruçu que resultou no mapeamento e registro oficial junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) de treze sítios arqueológicos quatro históricos entre eles o PR-AP-53, correspondente a Redução Jesuítica de Santo Inácio e nove pré-históricos (CHMYZ 1984, 1990). Os restos arquitetônicos da antiga Redução, assim como fragmentos de telhas e metal, após a leitura da documentação histórica existente sobre a região do Guairá, foram atribuídos pelos pesquisadores aos padres jesuítas e o material cerâmico a populações Guarani antes de depois do contato com os jesuítas. O material lítico foi atribuído a sítios pré-cerâmicos,

2 4284 datados de a.c., a tradição Humaitá(BLASI 1966, 1971, 1977, CHMYZ, 1974, 1977, 1984, 1990). A grande quantidade de material arqueológico que foi retirada das ruínas da Redução Jesuítica de Santo Inácio pelos arqueólogos foi levada para Curitiba, para ser analisada nos laboratórios e hoje fazem parte dos acervos do Museu Paranaense e do CEPA/UFPR. Assim, as peças cerâmicas e líticas que compõem a coleção arqueológica do antigo Museu Histórico de Santo Inácio, não provêm de pesquisas sistemáticas, em sua maioria, foram coletadas e reunidas pelo pesquisador amador, Benedito Alves de Almeida, paralelamente as pesquisas arqueológicas realizadas nas ruínas Redução Jesuítica de Santo Inácio, a partir da década de 1960 pelo Museu Paranaense e CEPA/UFPR. Mas, segundo (SCATAMACCHIA, DEMARTINI, BUSTAMANTE, 1996) qualquer seja a sua origem, cabe a arqueologia preservar e dar um significado as coleções museológicas e, este acervo deve ser somado aqueles provenientes de pesquisas arqueológicas sistemáticas, pois segundo as autoras, podem complementar lacunas e dar informações sobre aspectos atualmente perdidos. A coleção é formada por um acervo de 1093 peças, sendo 198 líticas e 895 cerâmicas entre fragmentos e peças inteiras. Não estão incluídos aqui, alguns objetos sem classificação e que serão objeto de estudo em outra ocasião. A analise da documentação museológica, mantida em condições um tanto quanto precária, pouco contribuiu para que pudéssemos obter informações individuais precisas sobre as peças, nas fichas catalograficas a procedência do material aparece como sendo em grande maioria das ruínas da Redução Jesuítica de Santo Inácio, apenas 15 peças são procedentes de outras localidades. E, mesmo que essa coleção não possa apresentar mais nenhuma informação sobre o contexto original das peças, enquanto cultura material, ainda é possível revelar importantes informações quanto ao grupo responsável pela sua produção, e poder levantar hipóteses sobre sua datação, pois as pesquisas arqueológicas realizadas paralelamente a criação da coleção, estabeleceram uma data para o início da ocupação humana na região (OLIVEIRA, 2008). A tentativa de proteção e valorização do acervo cerâmico e lítico da coleção arqueológica Benedito Alves de Almeida, levou a realização desse trabalho de curadoria, que teve como principal objetivo o inventário, limpeza, numeração, documentação e armazenamento adequado das peças. A organização e o gerenciamento das coleções arqueológicas são indispensáveis para permitir a divulgação do conhecimento arqueológico a um público mais amplo a partir de exposições e de ações educativas. A educação patrimonial

3 4285 e a participação da comunidade é que garantem a preservação do patrimônio arqueológico, histórico e cultural. Para o desenvolvimento deste trabalho, a coleção foi dividida primeiro em duas classes de artefatos, de acordo com a matéria prima: lítico e cerâmica. Estas classes, por sua vez, foram divididas em categorias, de acordo com seus atributos morfológicos. Assim apresentamos a coleção, considerando as categorias mais amplas e já definidas (SCATAMACCHIA,DEMARTINI,BUSTAMANTE, 1996) O inventário da Coleção Arqueológica Benedito Alves de Almeida, esta organizado de tal maneira, que as peças podem ser visualizadas em uma ficha com o numero de registro, descrição e a foto de cada peça, numa seqüência numeral ordinária 01 a 317. As tipologias e classificações do material seguiram as metodologias e técnicas apropriadas, dentre as abordagens disponíveis na Arqueologia (CHMYZ, 1966, 1976, LA SALVIA e BROCHADO, 1989, LAMING-EMPERAIRE, 1967), não se caracterizando como um estudo aprofundado de coleção dentro de uma determinada corrente teórica, mas apenas uma descrição preliminar. No entanto, entendemos que para a realização de novos estudos devemos considerar que os contextos culturais e históricos diversos acabam por produzir um material cerâmico diferenciado decorrente de interações étnicas ou modos de produção distintos. Diante dessa grande diversidade, segundo, Morales, devemos deixar de lado as generalizações usualmente empregadas na arqueologia brasileira e buscar obter informações que possibilitem um dialogo entre vestígios materiais e as fontes textuais (MORALES, 2001). A coleção Arqueológica Benedito Alves de Almeida foi dividida primeiro em duas classes de artefatos, de acordo com a matéria prima: lítico e cerâmico. Estas duas classes, por sua vez, foram divididas em categorias, de acordo com seus atributos morfológicos. Assim apresentamos a coleção, considerando as categorias mais amplas e já definidas (SCATAMACCHIA, DEMARTINI, BUSTAMANTE, 1996). O inventário da Coleção Arqueológica Benedito Alves de Almeida, esta organizado de tal maneira, que as peças podem ser visualizadas em uma ficha com o numero de registro, descrição e a foto de cada peça, numa seqüência numeral ordinária 01 a 317.

4 4286 Síntese do Acervo da Coleção Arqueológica Benedito Alves de Almeida (CABAA) Tabela 1 Tipo de Morfologia material Cerâmica Vasilha cerâmica de população guarani Numero de registro da peça Lítico Lítico com morfologia não identificada Cerâmica Cachimbos Cerâmica Rodelas de fuso Cerâmica Fragmento de vasilha cerâmica Cerâmica Telha goiva Cerâmica Cerâmica guarani com morfologia não identificada Lítico Virote 085 Lítico Biface Lítico Lâmina de machado Lítico Mão de pilão Lítico Batedores Lítico Rapadores Lítico Lascas

5 4287 Benedito Alves de Almeida Benedito Almeida de Almeida, chegou a Santo Inácio com seus familiares em 1932, onde formaram propriedade agrícola as margens do Rio Paranapanema. Foi o primeiro vereador eleito, pelo então Distrito e na Câmara de Jaguapitã, funcionário do extinto DGTC, Inspetor Municipal de Ensino, Delegado de Policia, Escrivão e Juiz de Paz, Diretor da S.A.A.E. Serviço Autônomo de água e Esgotos e Pesquisador Histórico Oficial do Município de Santo Inácio por mais 40 anos. Em setembro de 1998, recebeu o titulo de Cidadão Benemérito de Santo Inácio pelos relevantes serviços prestados a comunidade. Faleceu ano de 2002.

6 BENEDITO ALVES DE ALMEIDA E O ACERVO DA COLEÇÃO 4288

7 INÍCIO DA ORGANIZAÇÃO E INVENTÁRIO DO ACERVO DA COLEÇÃO EM

8 4290 AS INSTALAÇÕES DO NOVO MUSEU EM 2009 A estruturação física do Museu representa uma primeira conquista da Secretaria de Cultura de Santo Inácio em conjunto com a Universidade Estadual de Maringá na busca de condições adequadas para que os moradores de Santo Inácio possam ter acesso à memória de ocupação humana do Município. Considerando que as primeiras pesquisas arqueológicas realizadas no município de Santo Inácio que evidenciaram a importância da preservação do patrimônio arqueológico representado pelas ruínas da Redução Jesuítica de Santo Inácio, fundada em 1610, pelos padres da Companhia de Jesus José Cataldino, Simão Maceta e Antonio Ruiz de Montoya e destruída em 1632 pelos bandeirantes paulistas, foram realizadas ainda na década de 1960 pelo Prof. Odemar Blasi Arqueólogo do Museu Paranaense.

9 4291 REFERÊNCIAS BLASI, O. Investigações arqueológicas nas ruínas da redução jesuítica de Santo Inácio Ipaumbucu ou Mini Paraná, Brasil. In: Congresso Internacional de Americanistas, 36, 1966, Sevilha. Atas.. Sevilha, p , BLASI, O. Investigações arqueológicas nas ruínas da redução jesuíta de Santo Inácio Mini ou Ipaumbucu Paraná. Revista do Instituto de Biologia e Pesquisa Tecnológica, Curitiba, v.16, p.4-10, CHMYZ, I. Dados Parciais sobre a Arqueologia do Vale do Rio Paranapanema. Publicações Avulsas do Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, n. 6, p.59-78, CHMYZ, I. Pesquisas Paleontográficas Efetuadas no Vale do Rio Paranapanema (Paraná/São Paulo). Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo, CHMYZ, I. Dados Arqueológicos do Baixo Rio Paranapanema e do Alto Rio Paraná. PRONAPA 5. Publicações Avulsas do Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, n. 26, p , CHMYZ, I (Ed.). Terminologia Arqueológica Brasileira para a Cerâmica. Cadernos de Arqueologia, Paranaguá, Museu de Arqueologia e Artes Populares, Ano I, v.1, revista e ampliada, p , CHMYZ, I. Projeto arqueológico Rosana - Taquaruçu. São Paulo: Fundação UFPR/CESP, p. Relatório técnico. CHMYZ, I. SGANZERLA, E. M. Considerações sobre os sítios históricos especiais das áreas paranaenses influenciadas pelas usinas hidrelétricas Rosana e Taquaruçu e sugestões para o seu aproveitamento múltiplo. Revista de Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas, Curitiba, Universidade Federal do Paraná, v.6, p.55-74, CHMYZ, I; SGANZERLA, E.M. VOLCOV, J.E. O Projeto Arqueológico Rosana -Taquaruçu e a evidenciação de estruturas arquitetônicas na Redução de Santo Inácio Menor. Revista de Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas, Curitiba, n. 6, p LAMING-EMPERAIRE, A. Guia para o estudo das indústrias líticas da América do Sul. Manuais de Arqueologia. Curitiba, n 2, p , LA SALVIA, Fernando. BROCHADO, José P. Cerâmica Guarani. Porto Alegre: Posenato Arte e Cultura, MORALES, W. F.. A cerâmica "neo brasileira" nas terras Paulistas: um estudo sobre as possibilidades de identificação cultural através dos vestígios materiais na vila de Jundiaí no século XVIII. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, v. 11, p , OLIVEIRA, K. Estudando a cerâmica pintada da tradição Tupiguarani: a coleção Itapiranga, Santa Catarina. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação Em História). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2007.

10 4292 SCATAMACCHIA, M.C.; DEMARTINI, C. & BUSTAMANTE, A. O Aproveitamento Científico de Coleções Arqueológicas: a Coleção Tapajônica do MAE-USP. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, : , São Paulo, SHMITZ, P. I. As tradições ceramistas do Planalto Sul brasileiro. Arqueologia do Rio Grande do Sul, São Leopoldo, p

HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA PARANAENSE: UM BALANÇO DA PRODUÇÃO ARQUEOLÓGICA NO PARANÁ NO PERÍODO DE

HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA PARANAENSE: UM BALANÇO DA PRODUÇÃO ARQUEOLÓGICA NO PARANÁ NO PERÍODO DE Diálogos, DHI/UEM, v. 6. p. 223-226, 2002 HISTÓRIA DA ARQUEOLOGIA PARANAENSE: UM BALANÇO DA PRODUÇÃO ARQUEOLÓGICA NO PARANÁ NO PERÍODO DE 1876-2001 1 Josilene Aparecida de Oliveira 2 A constatação de que

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO DO AGRESTE PERNAMBUCANO

IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO DO AGRESTE PERNAMBUCANO IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO DO AGRESTE PERNAMBUCANO Rayanne Aguiar Pimentel e Silva 1 ; Viviane Maria Cavalcanti de Castro 2 1 Estudante do Curso de Arqueologia. CFCH - UFPE;

Leia mais

A PRÉ-HISTÓRIA DE SANTA LUZIA

A PRÉ-HISTÓRIA DE SANTA LUZIA A PRÉ-HISTÓRIA DE SANTA LUZIA Marcos Paulo de Souza Miranda Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais. Cadeira nº 93. Patrono: Orville Derby De acordo com a historiografia tradicional,

Leia mais

Licenciamento Ambiental nos Sítios de Interesse Histórico Andrey Rosenthal Schlee, IPHAN

Licenciamento Ambiental nos Sítios de Interesse Histórico Andrey Rosenthal Schlee, IPHAN Licenciamento Ambiental nos Sítios de Interesse Histórico Andrey Rosenthal Schlee, IPHAN Charge de Quino (s.d.) MÉXICO Leopoldo Batres (1852-1926), arqueólogo e antropólogo mexicano. Pesquisou em Teotihuacan,

Leia mais

CAPÍTULO 09 ARQUEOLOGIA - VESTÍGIOS HUMANOS DE OUTROS TEMPOS. Simone Aparecida de Almeida Jéssica Aparecida Prandel Pollyne Teixeira de Lara

CAPÍTULO 09 ARQUEOLOGIA - VESTÍGIOS HUMANOS DE OUTROS TEMPOS. Simone Aparecida de Almeida Jéssica Aparecida Prandel Pollyne Teixeira de Lara CAPÍTULO 09 ARQUEOLOGIA - VESTÍGIOS HUMANOS DE OUTROS TEMPOS Simone Aparecida de Almeida Jéssica Aparecida Prandel Pollyne Teixeira de Lara A Arqueologia é a ciência que realiza o estudo da cultura e os

Leia mais

A RECUPERAÇÃO DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DA ESCADA. ARQUEOLOGIA URBANA EM BARUERI

A RECUPERAÇÃO DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DA ESCADA. ARQUEOLOGIA URBANA EM BARUERI Rev. do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, 13: 331-335, 2003. A RECUPERAÇÃO DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DA ESCADA. ARQUEOLOGIA URBANA EM BARUERI Maria Cristina Mineiro Scatamacchia (Coord.)* 1

Leia mais

ANÁLISE DO MATERIAL CERÂMICO DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS BALOTARI I, II E III NO DISTRITO DE FLORESTA DO SUL / MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

ANÁLISE DO MATERIAL CERÂMICO DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS BALOTARI I, II E III NO DISTRITO DE FLORESTA DO SUL / MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP ANÁLISE DO MATERIAL CERÂMICO DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS BALOTARI I, II E III NO DISTRITO DE FLORESTA DO SUL / MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Jean Ítalo de Araújo Cabrera Universidade Estadual Paulista

Leia mais

Critérios para atuação do IPHAN no licenciamento de loteamentos Lúcia Juliani

Critérios para atuação do IPHAN no licenciamento de loteamentos Lúcia Juliani Critérios para atuação do IPHAN no licenciamento de loteamentos Lúcia Juliani Arqueóloga Diretora da A Lasca Arqueologia O que são sítios arqueológicos? Sítios arqueológicos representam os remanescentes

Leia mais

PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA USINA HIDRELÉTRICA FUNDÃO

PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA USINA HIDRELÉTRICA FUNDÃO PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA VALE DO RIO JORDÃO PARANÁ PERÍODO: JANEIRO - DEZEMBRO/2006. CURITIBA FEVEREIRO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC : CNPq, CNPq/AF, UFPA, UFPA/AF, PIBIC/INTERIOR,

Leia mais

CASA REGIONAL DE MEMÓRIA: UM COMPLEXO MUSEÓLOGICO NA TRANSXINGU

CASA REGIONAL DE MEMÓRIA: UM COMPLEXO MUSEÓLOGICO NA TRANSXINGU CASA REGIONAL DE MEMÓRIA: UM COMPLEXO MUSEÓLOGICO NA TRANSXINGU Denise Targino Villar Casa Regional de Memória -Fadesp [email protected] A Casa Regional de memória está localizada no município

Leia mais

GEODIVERSIDADE NO PATRIMÔNIO CULTURAL CONSTRUÍDO DO ESTADO DO PARANÁ. Antonio Liccardo Universidade Estadual de Ponta Grossa

GEODIVERSIDADE NO PATRIMÔNIO CULTURAL CONSTRUÍDO DO ESTADO DO PARANÁ. Antonio Liccardo Universidade Estadual de Ponta Grossa GEODIVERSIDADE NO PATRIMÔNIO CULTURAL CONSTRUÍDO DO ESTADO DO PARANÁ Antonio Liccardo Universidade Estadual de Ponta Grossa O patrimônio cultural perpassa várias definições e qualificações, quanto a uso

Leia mais

Autor: Anne-Marie Pessis Editora: FUMDHAM Ano: 2003 ISBN: Páginas: 307. Sinopse:

Autor: Anne-Marie Pessis Editora: FUMDHAM Ano: 2003 ISBN: Páginas: 307. Sinopse: Imagens da Pré-história. Parque Nacional Serra da Capivara Autor: Anne-Marie Pessis Editora: FUMDHAM Ano: 2003 85-89313026 Páginas: 307 O Parque Nacional Serra da Capivara guarda informações muito importantes

Leia mais

VI. A INDISSOLUBILIDADE DA PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO NOS MUSEUS UNIVERSITÁRIOS 6. Preceitos e Problemas dos Museus Universitários

VI. A INDISSOLUBILIDADE DA PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO NOS MUSEUS UNIVERSITÁRIOS 6. Preceitos e Problemas dos Museus Universitários CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 10 1997 47 VI. A INDISSOLUBILIDADE DA PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO NOS MUSEUS UNIVERSITÁRIOS 6 Preceitos e Problemas dos Museus Universitários Os museus universitários brasileiros

Leia mais

PRESENÇA JESUÍTICA NA VILA DE PARANAGUÁ: O PROCESSO DE ESTABELECIMENTO DO COLÉGIO JESUÍTICO ( ).

PRESENÇA JESUÍTICA NA VILA DE PARANAGUÁ: O PROCESSO DE ESTABELECIMENTO DO COLÉGIO JESUÍTICO ( ). PRESENÇA JESUÍTICA NA VILA DE PARANAGUÁ: O PROCESSO DE ESTABELECIMENTO DO COLÉGIO JESUÍTICO (1708-1759). Meiri Cristina Falcioni Malvezzi * RUCKSTADTER, Vanessa Campos Mariano. Presença jesuítica na Vila

Leia mais

PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS EM SÃO MARCOS, RS

PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS EM SÃO MARCOS, RS Anais do V encontro do Núcleo Regional Sul da Sociedade de Arqueologia Brasileira SAB/Sul. De 20 a 23 de novembro de 2006, na cidade de Rio Grande, RS PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS EM SÃO MARCOS, RS Jairo Henrique

Leia mais

Arqueologia e História Indígena em Museu de Território

Arqueologia e História Indígena em Museu de Território Arqueologia e História Indígena em Museu de Território 154 vaso de cerâmica reconstituído pelo MAC / (200 a 500 anos antes do presente) Sede do MAC em Pains, MG Na cidade de Pains, MG, encontra-se o Museu

Leia mais

Vista da cidade de Iguape e do Porto de Cananéia. 56 Navigator

Vista da cidade de Iguape e do Porto de Cananéia. 56 Navigator 56 Vista da cidade de Iguape e do Porto de Cananéia Arqueologia no Baix aixo Vale do Ribeira * Maria Cristina Mineiro Scatamacchia Doutora em arqueologia pela Universidade de São Paulo, é arqueóloga do

Leia mais

Painel 4: A Aplicabilidade do Nível IV. Case: Sistemas de Transmissão

Painel 4: A Aplicabilidade do Nível IV. Case: Sistemas de Transmissão Painel 4: A Aplicabilidade do Nível IV Case: Sistemas de Transmissão ENGIE no mundo ATIVIDADES EM 70 PAÍSES 153.090 COLABORADORES EM TODO O MUNDO 11,7 GW instalados** América do Norte 44,7 GW instalados**

Leia mais

Aula 1 de 4 Versão Aluno

Aula 1 de 4 Versão Aluno Aula 1 de 4 Versão Aluno O QUE É ARQUEOLOGIA? Arqueologia é a ciência que busca entender as culturas humanas a partir do estudo do registro arqueológico, que é o conjunto de todos os traços materiais da

Leia mais

A Arqueologia brasileira e o seu papel social

A Arqueologia brasileira e o seu papel social Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Museu de Arqueologia e Etnologia - MAE Livros e Capítulos de Livros - MAE 2014 A Arqueologia brasileira e o seu papel social

Leia mais

Surgiu como um grupo de discussão de Patrimônio Cultural; Pós Graduação de Patrimônio Cultural e Ed. Patrimonial; Fundado em 20 de Novembro de 2010;

Surgiu como um grupo de discussão de Patrimônio Cultural; Pós Graduação de Patrimônio Cultural e Ed. Patrimonial; Fundado em 20 de Novembro de 2010; Surgiu como um grupo de discussão de Patrimônio Cultural; Pós Graduação de Patrimônio Cultural e Ed. Patrimonial; Fundado em 20 de Novembro de 2010; Primeiro Presidente: Jeancarlo Pontes Carvalho; Promoção,

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: SÍTIO CARLOS SAMPAIO Outras designações ou siglas: Município: NOVA

Leia mais

AÇÕES CULTURAIS E EDUCATIVAS EM INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTICAS ESTADUAIS BRASILEIRAS. Keyla Santos Jussara Borges

AÇÕES CULTURAIS E EDUCATIVAS EM INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTICAS ESTADUAIS BRASILEIRAS. Keyla Santos Jussara Borges AÇÕES CULTURAIS E EDUCATIVAS EM INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTICAS ESTADUAIS BRASILEIRAS Keyla Santos Jussara Borges Art. 1º - É dever do Poder Público a gestão documental e a proteção especial a documentos de

Leia mais

SALVAGUARDA DO ACERVO ARQUEOLÓGICO DO MUSEU DO HOMEM DO SAMBAQUI PE. JOÃO ALFREDO ROHR, S.J. DO COLÉGIO CATARINENSE, FLORIANÓPOLIS, SC.

SALVAGUARDA DO ACERVO ARQUEOLÓGICO DO MUSEU DO HOMEM DO SAMBAQUI PE. JOÃO ALFREDO ROHR, S.J. DO COLÉGIO CATARINENSE, FLORIANÓPOLIS, SC. SALVAGUARDA DO ACERVO ARQUEOLÓGICO DO MUSEU DO HOMEM DO SAMBAQUI PE. JOÃO ALFREDO ROHR, S.J. DO COLÉGIO CATARINENSE, FLORIANÓPOLIS, SC. Ana Lucia Herberts 1 Sabrina Escobar Freitas Ribeiro 2 Caroline Brandão

Leia mais

Acervo Documental do Círculo de Estudos Bandeirantes. Daniele Rocha Saucedo Katia Maria Biesek

Acervo Documental do Círculo de Estudos Bandeirantes. Daniele Rocha Saucedo Katia Maria Biesek Acervo Documental do Círculo de Estudos Bandeirantes Daniele Rocha Saucedo Katia Maria Biesek Círculo de Estudos Bandeirantes (CEB) O Círculo de Estudos Bandeirantes foi fundado em 1929 Curitiba Paraná;

Leia mais

Casas subterrâneas: a arqueologia nas regiões Sul e Sudeste do Brasil

Casas subterrâneas: a arqueologia nas regiões Sul e Sudeste do Brasil Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Museu de Arqueologia e Etnologia - MAE Livros e Capítulos de Livros - MAE 2014 Casas subterrâneas: a arqueologia nas regiões

Leia mais

PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA USINA HIDRELÉTRICA DE SALTO CAXIAS, RIO IGUAÇU, PARANÁ. Claudia Inês Parellada *

PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA USINA HIDRELÉTRICA DE SALTO CAXIAS, RIO IGUAÇU, PARANÁ. Claudia Inês Parellada * GIA / 21 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO XI GRUPO DE ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS (GIA) PROGRAMA DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA USINA HIDRELÉTRICA DE SALTO CAXIAS, RIO IGUAÇU,

Leia mais

CATÁLOGO DE AMOSTRAS ARQUEOLÓGICAS PRUDENTÓPOLIS-PR ACERVO: PROJETO DE EXTENSÃO GEODIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO

CATÁLOGO DE AMOSTRAS ARQUEOLÓGICAS PRUDENTÓPOLIS-PR ACERVO: PROJETO DE EXTENSÃO GEODIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO CATÁLOGO DE AMOSTRAS ARQUEOLÓGICAS PRUDENTÓPOLIS-PR ACERVO: PROJETO DE EXTENSÃO GEODIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO Simone Aparecida de Almeida Antonio Liccardo Gilson Burigo Guimarães OBJETIVOS Este catálogo refere-se

Leia mais

Licenciamento Ambiental: Mudanças no Processo de Avaliação de Impacto aos Bens Culturais Acautelados

Licenciamento Ambiental: Mudanças no Processo de Avaliação de Impacto aos Bens Culturais Acautelados Licenciamento Ambiental: Mudanças no Processo de Avaliação de Impacto aos Bens Culturais Acautelados CONSTITUIÇÃO DE 1988 Art. 216. Constituem PATRIMO NIO CULTURAL BRASILEIRO os bens de natureza material

Leia mais

Kit educativo de Lagoa Santa

Kit educativo de Lagoa Santa Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Museu de Arqueologia e Etnologia - MAE Livros e Capítulos de Livros - MAE 2014 Kit educativo de Lagoa Santa http://www.producao.usp.br/handle/bdpi/47565

Leia mais

Kit educativo da Amazônia Central

Kit educativo da Amazônia Central Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Museu de Arqueologia e Etnologia - MAE Livros e Capítulos de Livros - MAE 2014 Kit educativo da Amazônia Central http://www.producao.usp.br/handle/bdpi/47564

Leia mais

Políticas de preservação para acervos arqueológicos Rafaela Nunes Ramos 1

Políticas de preservação para acervos arqueológicos Rafaela Nunes Ramos 1 Políticas de preservação para acervos arqueológicos Rafaela Nunes Ramos 1 RESUMO: Este estudo procura evidenciar que os vestígios culturais humanos são documentos fundamentais no desenvolvimento da pesquisa

Leia mais

RIO PARANÁ: PRIMEIROS RESULTADOS DO PROJETO DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DE PORTO PRIMAVERA ETAPA II SP

RIO PARANÁ: PRIMEIROS RESULTADOS DO PROJETO DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DE PORTO PRIMAVERA ETAPA II SP RIO PARANÁ: PRIMEIROS RESULTADOS DO PROJETO DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DE PORTO PRIMAVERA ETAPA II SP Ruth KÜNZLI Jean Ítalo de ARAÚJO CABRERA Resumo: Trata-se, no presente artigo, de fazer uma retrospectiva

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: SÃO SEBASTIÃO III Outras designações ou siglas: Município: SEROPÉDICA

Leia mais

CRITÉRIOS PARA ATUAÇÃO DO IPHAN EM EMPREENDIMENTOS DE MINERAÇÃO

CRITÉRIOS PARA ATUAÇÃO DO IPHAN EM EMPREENDIMENTOS DE MINERAÇÃO CRITÉRIOS PARA ATUAÇÃO DO IPHAN EM EMPREENDIMENTOS DE MINERAÇÃO O Estado do Amazonas possui um dos maiores Déficits Habitacionais relativos do país (IBGE, 2015) e mais de 1000 sítios arqueológicos conhecidos

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: AREAL II Outras designações ou siglas: CNSA : (campo reservado)

Leia mais

PATRIMÔNIO IMATERIAL DO BREJO PARAIBANO: UMA PROPOSTA DE CATALOGAÇÃO E DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL.

PATRIMÔNIO IMATERIAL DO BREJO PARAIBANO: UMA PROPOSTA DE CATALOGAÇÃO E DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL. PATRIMÔNIO IMATERIAL DO BREJO PARAIBANO: UMA PROPOSTA DE CATALOGAÇÃO E DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL. Autor: Lydiane Batista de Vasconcelos Walquiria da Cunha Silva Gislaine Muniz de Lima Renata Silva Araújo

Leia mais

ENTRE PISTAS E SINAIS: A PRESENÇA DAS ATIVIDADES CARBONÍFERAS NOS DOCUMENTOS DAS ESCOLAS DO CEMESSC (REGIÃO AMREC).

ENTRE PISTAS E SINAIS: A PRESENÇA DAS ATIVIDADES CARBONÍFERAS NOS DOCUMENTOS DAS ESCOLAS DO CEMESSC (REGIÃO AMREC). ENTRE PISTAS E SINAIS: A PRESENÇA DAS ATIVIDADES CARBONÍFERAS NOS DOCUMENTOS DAS ESCOLAS DO CEMESSC (REGIÃO AMREC). Educação Patrimonial e educação escolar. Renata Souza do Nascimento Cesário, [email protected]

Leia mais

Rio Paran ARQUEOLOGIA DO PLANALTO MERIDIONAL BRASILEIRO

Rio Paran ARQUEOLOGIA DO PLANALTO MERIDIONAL BRASILEIRO Rio Paran Ri op ara n á apanema Rio I guaçu Rio U Oc ean oa tlâ nti c o ruguai ARQUEOLOGIA DO PLANALTO MERIDIONAL BRASILEIRO INTRODUÇÃO O planalto meridional brasileiro abrange os três estados: Rio Grande

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres. Profª. Luciana Silveira Cardoso

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres. Profª. Luciana Silveira Cardoso Documentação: Objetivo: Titulação: Diplomado em: Criação: Resolução nº030/ceg/2009 de 30 de setembro de 2009. Portaria Noormativa nº 40/2007/MEC - Exclusivamente para Registro de Diploma. Curso Reconhecido

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: FAZENDA SEROPÉDICA - SEDE Outras designações ou siglas: Município:

Leia mais

Protocolos para documentação e gestão de acervos museológicos: Implantação de um sistema integrado de informação na Rede de Museus da UFMG

Protocolos para documentação e gestão de acervos museológicos: Implantação de um sistema integrado de informação na Rede de Museus da UFMG Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG Protocolos para documentação e gestão de acervos museológicos: Implantação de um sistema integrado de informação na Rede de Museus da UFMG Coordenador:

Leia mais

ARQUEOLOGIA ENTRE RIOS E A GESTÃO INTEGRADA DO TERRITÓRIO - SANTA CATARINA BRASIL.

ARQUEOLOGIA ENTRE RIOS E A GESTÃO INTEGRADA DO TERRITÓRIO - SANTA CATARINA BRASIL. X JORNADA DE ARQUEOLOGIA II JORNADA DE ARQUEOLOGIA TRANSATLÂNTICA ITM Portugal/PT UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC ARQUEOLOGIA ENTRE RIOS E A GESTÃO INTEGRADA DO TERRITÓRIO - SANTA CATARINA

Leia mais

Uma abordagem sobre a preservação da paisagem urbana do 4º Distrito. Secretaria Municipal de Urbanismo Secretaria Municipal da Cultura

Uma abordagem sobre a preservação da paisagem urbana do 4º Distrito. Secretaria Municipal de Urbanismo Secretaria Municipal da Cultura Uma abordagem sobre a preservação da paisagem urbana do 4º Distrito Secretaria Municipal de Urbanismo Secretaria Municipal da Cultura 1916 Acervo IHGRGS Reconversão Econômica do 4º Distrito Bairros Floresta,

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: SÃO SEBASTIÃO II Outras designações ou siglas: Município: SEROPÉDICA

Leia mais

Denise Argenta. Portfólio Profissional

Denise Argenta. Portfólio Profissional Denise Argenta Portfólio Profissional Atua como pesquisadora e consultora em projetos nas áreas de: Museus e Economia Criativa; Estratégias de registro, salvaguarda, promoção e difusão de patrimônio cultural

Leia mais

Projecto de tratamento documental e divulgação do Arquivo Fotográfico do Campo Arqueológico de Mértola Bruno Almeida e Paula Rosa

Projecto de tratamento documental e divulgação do Arquivo Fotográfico do Campo Arqueológico de Mértola Bruno Almeida e Paula Rosa Projecto de tratamento documental e divulgação do Arquivo Fotográfico do Campo Arqueológico de Mértola Bruno Almeida e Paula Rosa Centro de Estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património/Campo

Leia mais

Fotografias e documentação iconográfica

Fotografias e documentação iconográfica Programa de Iniciação Científica Universidade de São Paulo Mariane Parente Nascimento Graduanda do curso de História Orientação Profa. Dra. Elizabeth F. C. R. Azevedo TIPOLOGIA DOCUMENTAL PARA O AQUIVO

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: SÍTIO SÃO SEBASTIÃO I Outras designações ou siglas: Município:

Leia mais

A TRADIÇAO TUPIGUARANI NO ALTO RIO URUGUAI: ESTUDANDO O ACERVO MARILANDI GOULART

A TRADIÇAO TUPIGUARANI NO ALTO RIO URUGUAI: ESTUDANDO O ACERVO MARILANDI GOULART A TRADIÇAO TUPIGUARANI NO ALTO RIO URUGUAI: ESTUDANDO O ACERVO MARILANDI GOULART MIRIAN CARBONERA Responsável pelo CEOM e técnica em Arqueologia /Unochapecó; [email protected] Resumo: Com este

Leia mais

BRINCANDO NO SÍTIO: CRIANÇAS, CULTURA MATERIAL E PASSADO NA AMAZÔNIA. (...) a criança não sabe menos, sabe outra coisa.

BRINCANDO NO SÍTIO: CRIANÇAS, CULTURA MATERIAL E PASSADO NA AMAZÔNIA. (...) a criança não sabe menos, sabe outra coisa. BRINCANDO NO SÍTIO: CRIANÇAS, CULTURA MATERIAL E PASSADO NA AMAZÔNIA. Márcia Bezerra 1 (...) a criança não sabe menos, sabe outra coisa. (COHN, 2005: 33) É comum andar pela Amazônia e encontrar casas assentadas

Leia mais

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos Localização: às margens da Estrada Rio Claro Mangaratiba; Natureza do acervo: ruínas arqueológicas da cidade antiga de São João Marcos; Conservação: em

Leia mais

ANEXO VI DO EDITAL Nº 01/ SECULT/SEPLAG, DE 29/06/2018 Programa das disciplinas integrantes das Provas Objetivas da 1ª fase do Concurso.

ANEXO VI DO EDITAL Nº 01/ SECULT/SEPLAG, DE 29/06/2018 Programa das disciplinas integrantes das Provas Objetivas da 1ª fase do Concurso. ANEXO VI DO EDITAL Nº 01/2018 - SECULT/SEPLAG, DE 29/06/2018 Programa das disciplinas integrantes das Provas Objetivas da 1ª fase do Concurso. Língua Portuguesa - Conhecimentos Básicos (para todos os cargos)

Leia mais

Pesquisa Arqueológica Pré-Colonial no Vale do Rio Pardinho do Estado do Rio Grande do Sul

Pesquisa Arqueológica Pré-Colonial no Vale do Rio Pardinho do Estado do Rio Grande do Sul Pesquisa Arqueológica Pré-Colonial no Vale do Rio Pardinho do Estado do Rio Grande do Sul Taís Vargas Lima 1 Sérgio Célio Klamt 2 RESUMO: Este texto versa sobre as pesquisas arqueológicas pré-coloniais

Leia mais

O ESTUDO DO SÍTIO ARQUEOLÓGICO ALVIN E SUA INTERAÇÃO CON A GEOGRAFIA

O ESTUDO DO SÍTIO ARQUEOLÓGICO ALVIN E SUA INTERAÇÃO CON A GEOGRAFIA O ESTUDO DO SÍTIO ARQUEOLÓGICO ALVIN E SUA INTERAÇÃO CON A GEOGRAFIA NEIDE BARROCÁ FACCIO * HISTÓRICO DAS PESQUISAS O Sítio Arqueológico alvim, localiza-se na margem direita do Rio Paranapanema, no Município

Leia mais

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO

FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Sist. Nac. de Informações Culturais SNIC FICHA DE REGISTRO DE SÍTIO ARQUEOLÓGICO Depto.de Identificação e Documentação-DID Nome do Sítio: SÍTIO DO CRUZEIRO Outras designações ou siglas: CNSA : (campo reservado)

Leia mais

FICHA DE DESCRIÇÃO DE COLEÇÕES

FICHA DE DESCRIÇÃO DE COLEÇÕES UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO REGIONAL FICHA DE DESCRIÇÃO DE COLEÇÕES COLEÇÃO: DOCUMENTOS ORIGINAIS 1. ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO 1.1. Código de referência: BR CDR DORIG 1.2. Título:

Leia mais

SÍNTESE DAS ACTIVIDADES DO MUSEU MUNICIPAL E DO PATRIMÓNIO CULTURAL DO CONCELHO

SÍNTESE DAS ACTIVIDADES DO MUSEU MUNICIPAL E DO PATRIMÓNIO CULTURAL DO CONCELHO SÍNTESE DAS ACTIVIDADES DO MUSEU MUNICIPAL E DO PATRIMÓNIO CULTURAL DO CONCELHO No 1º semestre de 2010, o Museu Municipal procurou, no âmbito das suas funções museológicas, retirar o máximo aproveitamento

Leia mais

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSITICO NACIONAL FICHA DE CADASTRO DE BEM ARQUEOLÓGICO MÓVEL

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSITICO NACIONAL FICHA DE CADASTRO DE BEM ARQUEOLÓGICO MÓVEL INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSITICO NACIONAL ANEXO II - PORTARIA N. 196, DE 18 DE MAIO DE 2016 FICHA DE CADASTRO DE BEM ARQUEOLÓGICO MÓVEL A Ficha deverá ser preenchida pelo detentor da portaria

Leia mais