APRENDENDO E ENSINANDO NO ESTAGIO SUPERVISIONADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
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- Camila de Barros Pinho
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1 APRENDENDO E ENSINANDO NO ESTAGIO SUPERVISIONADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Antonia Rayara Pereira Lemos;¹* Neidimar Lopes Matias de Paula¹ 1. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE. Rodovia Iguatu/Várzea Alegre, Km 05 Vila Cajazeiras, CEP: , Iguatu-CE, Brasil. [email protected] RESUMO: O presente texto apresenta um relato de experiência a partir do desenvolvimento de um projeto elaborado durante a disciplina de Estágio Supervisionado II do curso de licenciatura em Química do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE campus Iguatu. O projeto, intitulado Aprendendo a Gostar de Química foi aplicado com numa sequência de quatro encontros de quatro horas-aula para 80 alunos do 9º ano do ensino fundamental de duas Escolas Públicas Municipais da cidade de Iguatu Ceará, com duração total de 16 horas de aula. Os 80 alunos foram divididos em duas turmas, uma pela manhã e outra pela tarde para não coincidir com os horários de aula. Os objetivos do projeto foram desmistificar a imagem da disciplina de química como sendo uma disciplina difícil e abstrata e promover a compreensão de conteúdos introdutórios de química a partir de uma aproximação destes conteúdos com o cotidiano do aluno, despertando, assim, a curiosidade e o interesse pela química a partir da utilização de experimentos, jogos lúdicos e softwares educativos. Notou-se, ao final dos encontros uma considerável aceitação dos conteúdos abordados em sala, maior interatividade dos alunos durante as aulas e melhor compreensão e visualização da química em seu cotidiano. Palavras-chave: Estágio supervisionado II, ensino de química, a química no cotidiano. INTRODUÇÃO O estágio nos cursos de Licenciatura é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional (nº 9394/96) e o cumprimento de sua respectiva carga horária é requisito exigido para conclusão de curso. De acordo com Almeida (1995), os estágios curriculares devem ser desenvolvidos em três etapas: a primeira é a observação, em que o aluno é colocado em contato direto com as turmas e fica incumbido de observar a aula destas, anotando num caderno próprio o desenrolar da aula; a segunda é a participação do aluno-estagiário, que fica invariavelmente dependendo da vontade do professor da classe, e traduz-se no cotidiano da sala de aula, mas na maioria das vezes, a participação simplesmente não existe; e a última é a regência das aulas, através da intervenção, quando o aluno elabora um plano de aula sobre determinado assunto, em seguida executa aquilo que foi planejado na classe onde está fazendo o estágio. Por meio das etapas do estágio supervisionado, é proporcionado ao estudante de licenciatura a oportunidade de ampliar os conhecimentos construídos durante o período da graduação que, para muitos desses estudantes, é o primeiro contato que têm com o campo de atuação, configurando-se como importante espaço para a construção da identidade docente.
2 A vivência no campo de estágio é essencial para a formação completa do licenciando considerando que o mercado de trabalho necessita cada vez mais de profissionais com habilidades e bem preparados para atuar na docência. Ao chegar à universidade o aluno se depara com o conhecimento teórico, porém, muitas vezes, é difícil relacionar teoria e prática se o estudante não vivenciar momentos reais em que será preciso analisar o cotidiano (MAFUANI, 2011). Com essa compreensão, a professora orientadora do estágio Supervisionado II do curso de licenciatura em Química do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE campus Iguatu propôs, por ocasião dessa disciplina, a elaboração de um projeto para ser desenvolvido durante a mesma. Como membro da turma matriculada na referida disciplina, uma das autoras desse texto participou ativamente da elaboração do mencionado projeto, intitulado Aprendendo a Gostar de Química. A justificativa para o desenvolvimento de tal atividade fundamenta-se no fato de que existem muitas queixas da dificuldade e rejeição que os alunos da rede pública apresentam na disciplina de química ao entrarem no 1º ano do ensino médio. Além disso, enquanto professores em formação, o fato de poder atuar diretamente na sala de aula, analisando todas as nuances da realidade social e cognitiva dos alunos e ministrar os conteúdos sem a intervenção de um professor supervisor, seria uma experiência relevante na construção dos saberes docentes dos futuros professores. A partir dessa problemática surgiu a ideia de trabalhar os conteúdos de química com os alunos ainda no ensino fundamental, focando complementar o conhecimento dos discentes e também formar uma melhor base destes a ser utilizada no ensino médio. Este trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas durante a execução do projeto Aprendendo a gostar de química cuja proposta do mesmo foi desmistificar a imagem da disciplina de química como sendo uma disciplina difícil e abstrata, promover a compreensão de conteúdos introdutórios de química a partir de uma aproximação destes conteúdos com o cotidiano do aluno e despertar a curiosidade e o interesse pela química a partir da utilização de experimentos, jogos lúdicos e softwares educativos, como meios mais palpáveis para desenvolver nos alunos a percepção da importância da química nas situações cotidianas. METODOLOGIA Este trabalho consiste em um relato de experiência vivenciado pelos estudantes e docentes da disciplina Estágio Curricular Supervisionado II, do Curso de licenciatura em Química do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE campus Iguatu no primeiro semestre do ano de 2016.
3 A atividade desenvolvida constou da execução de um projeto elaborado por ocasião da oferta da disciplina Estágio Supervisionado II, na qual a professora responsável propôs a elaboração de um projeto para ser executado pela turma durante a disciplina. O projeto, que teve como título Aprendendo a Gostar de Química foi executado durante quatro semanas com encontros de quatro horas semanais, organizados no contra turno dos alunos, totalizando, ao final, dezesseis horas-aula. Sua realização se deu com 80 alunos do 9º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino da cidade de Iguatu-CE. Durante os encontros foram abordados conteúdos de química que devem ser vistos durante o ensino fundamental II e que são de extrema importância para um bom desenvolvimento desta disciplina no ensino médio. O processo de produção das aulas ocorreu nos encontros semanais com os alunos estagiários sob a orientação da professora responsável pela disciplina de Estágio Supervisionado II, nos quais foi possível desenvolver os jogos e dinâmicas, além de também fazer a seleção de vídeos e experimentos para serem utilizados no momento das aulas. As atividades realizadas nos quatro encontros seguiram uma sequência didática com os respectivos temas: Os Átomos e os Elementos Químicos, Organizando os Elementos Químicos, Ligações Químicas e Reações Químicas. As aulas do projeto foram realizadas no IFCE-Campus Iguatu e nestas foram utilizados jogos lúdicos, dinâmicas, softwares web e experimentos para que houvesse maior interação entre professor e aluno proporcionando, assim, um ensino significativo para o aluno. A abordagem do conteúdo deu-se a partir da contextualização da química focada na realidade dos alunos visando tornar o ensino mais atrativo e fazer com que estes vissem a química de forma compreensiva em seu cotidiano. As aulas eram iniciadas de forma dialogada com a explanação do conteúdo teórico para que os alunos se familiarizassem com o assunto, sempre que possível realizavam-se experimentos de acordo com o conteúdo abordado para facilitar a visualização do que estava sendo proposto e, posteriormente, era aplicado algum jogo ou dinâmica para melhor fixação do conteúdo e para avaliar se o assunto realmente havia sido compreendido pela turma. O mesmo processo se deu durante as quatro aulas do projeto. RESULTADOS E DISCUSSÃO Durante a aplicação do projeto foi possível perceber que grande parte dos alunos apresenta uma rejeição quando o assunto tabela periódica. A maioria relata que os professores de ciências querem que os alunos decorem a tabela periódica e que no momento das provas não irão fornecer
4 nenhum tipo de informação da tabela. Com o andamento da primeira aula notou-se que os alunos não têm o conhecimento mínimo necessário sobre química, para eles essa disciplina é completamente abstrata, complicada e pensam que é apenas uma matéria decorativa. Nos primeiros encontros percebeu-se que por não possuírem as informações básicas do conteúdo de química isso, possivelmente, os inibia de participarem ativamente das aulas. Posteriormente, notou-se que, aos poucos, estava surgindo o interesse por parte deles em participar e interagir no momento das discussões sobre os assuntos propostos e alguns já iam além do que estava sendo trabalhado naquele momento. Já no último encontro notou-se uma melhora considerável na aceitação dos conteúdos abordados em sala, maior interatividade dos alunos, compreensão e visualização da química em seu cotidiano. Nos momentos das dinâmicas e dos jogos, percebeu-se maior interesse dos alunos em participar para responder as perguntas ou até mesmo para tirar algumas dúvidas sobre o assunto. CONCLUSÃO O estágio supervisionado é um momento de vivência importante para a formação do licenciando, pois proporciona uma maior proximidade com o universo escolar, permite unir teoria e prática, consolida os conhecimentos adquiridos durante a formação e amplia a visão do futuro docente sobre o seu campo de atuação profissional e as particularidades que lhe são inerentes. Ao término da aplicação do projeto foi possível perceber o quanto é importante a vivência de estágio e mais importante ainda foi a realização desse projeto de intervenção. Por meio da experiência vivida nessa disciplina, pode-se perceber na prática a eficácia do ensino significativo, quando utilizamos a realidade dos alunos para a contextualização dos conteúdos proporcionandolhes um importante momento de construção de conhecimento. Foi, portanto, uma oportunidade para o aprendizado, tanto dos estagiários como dos alunos participantes do projeto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Jane Soares de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. Cad. Pesquisa, São Paulo, nº. 93 (p ), maio de 1995.
5 BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 dez Disponível em: Acesso em: 01 ago MAFUANI, F. Estágio e sua importância para a formação do universitário. Instituto de Ensino superior de Bauru Disponível em: pag=noticiaintegra.asp&idnoticia=1259. Acesso em: 16 ago. 2016
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