FILOLOGIA ROMÂNICA E A LINGUÍSTICA
|
|
|
- Francisco Artur Canário Fontes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES DLET LICENCIATURA EM LETRAS COM A LÍNGUA INGLESA FILOLOGIA PROF. FABRÍCIO BRANDÃO JOÃO BOSCO DA SILVA ([email protected]) FILOLOGIA ROMÂNICA E A LINGUÍSTICA FEIRA DE SANTANA - BAHIA 2009
2 1 I - FILOLOGIA: 1, Conceito: É a ciência que estuda uma língua, literatura, cultura ou civilização sob uma visão histórica, a partir de documentos escritos. Contudo, a abordagem científica do desenvolvimento de uma língua ou de famílias de línguas, especialmente a pesquisa da história de sua morfologia e fonologia, tradicionalmente chamada filologia, foi englobada pelo que hoje se chama Linguística Histórica. Podemos citar alguns Filólogos importantes, como Werner Jaeger, Ernst Robert Curtius, Ulrich Wilamowitz-Moellendor. 2. Material de estudo: A filologia hoje é estudada a partir de crítica dos textos, abordando problemas de datação, localização e edição de textos, apoiando-se na História, na linguística, na gramática, na estilística, além das disciplinas ligadas à arqueologia, como a epigrafia ou a papirologia. A filologia, no sentido mais restrito da linguistica histórica, foi uma das primeiras ciências do século XIX a se aproximar da linguagem humana, e na linguística no século XX, através de Ferdinand de Saussure, dando prioridade à linguagem falada. 1. Conceito: II - A LINGUISTICA É o estudo científico da linguagem verbal humana, tendo como estudiosos os linguistas, que pesquisam conjuntamente, mas normalmente não concordam com os argumentos entre eles. 2. A linguística histórica: É a disciplina que estuda as mudanças das línguas ao longo do tempo e do processo de alteração linguística, ocupando um lugar importante no estudo da evolução diacrônica das línguas e seu relacionamento ou parentesco genético, tentando explicar as diferenças entre o passado e o presente. 3. Os resultados do linguística histórica: Pode ser frequentemente comparado com outras disciplinas, como a história, a arqueologia ou genética. Em estudos interdisciplinares deste tipo, o objetivo é reconstruir a cronologia relativa aos contatos entre os povos, e expandir rotas e influências culturais. 4. Linguistica Comparada: Tem início no Sec. XIX, com a hipótese genética ou genealógica, quando são evocadas questões sobre a natureza, pontuada as relações entre as línguas, classificadas em famílias e organismos vivos. Os primeiros gramáticos comparativos entendiam que, através de mecanismos de mudança no decorrer do tempo, as línguas passavam por avanços ou retrocessos.
3 2 5. Ciência: A linguística histórica começa a se constituir como ciência quando: a) se estuda o grego em comparação com o latim; b) se estufada o parentesco do sânscrito com outras linguas; c) se analisa as linguas neolatinas (português, espanhol, italiano, francês, romeno e catalão), além de grande quantidade de idiomas usados por um menor número de falantes, como o galego, o vêneto, o occitano (de Provença, França), o sardo e o romanche, uma das línguas oficiais da Suíça; e dialectos (aragonês, asturiano, valenciano, e muitos outros espalhados pela Europa Central e pela América Latina).. 1. Conceito: III - GRAMÁTICA É o conjunto de regras individuais usadas para um determinado uso de uma língua, não necessariamente o que se entende por seu uso "correto", e que tem por objetivo estudar a forma, a composição e a interrelação correta das palavras dentro da oração ou da frase, por isso é que a gramática normativa quer preservar o bem falar e escrever. A Descritiva vai se preocupar com o funcionamento da lingua. A internalizada vai explicar a competência do usuário. 2. Filologia, a Gramática e a Linguística. Segundo Faraco (1991), as teorias que definem a linguagem têm três aspectos: Sendo a filologia e a gramática criadas pela cultura helenística (fusão da cultura grega com a cultura oriental), enquanto que a linguística é uma ciência moderna. A filologia estuda as manifestações escritas de culturas antigas, cujo objetivo é fixar esses textos de maneira confiável e mais próxima possível do original, isto envolve desde a comparação de manuscritos e diferentes edições de textos (após a invenção da impressa), até o estudo das palavras e seus respectivos significados. Para o autor, a gramática é uma espécie de livro de etiqueta que dita as regras de escrita, e o gramático aquele que se ocupa em estabelecer as normas do uso da escrita. 3. Manifestação escrita: Enquanto que a linguística tem como objeto à própria língua, o linguista preocupa-se com todos os fenômenos linguísticos em torno do uso da língua, não se prendendo ao uso culto, mas estuda toda e qualquer manifestação escrita. 4. Chomsky e Luft (Celso): Em se tratando de linguística é indispensável recorrer aos estudos de Avram Noam Chomsky, linguista americano, nascido em 1928, e que em 1950 elevou sua pesquisa sobre linguagem ao nível científico, tendo como ponto central à capacidade inata do ser humano em comunicar-se. Para Luft (1997) a teoria de Chomsky determina que o ser humano nasce provido de uma capacidade inata para a linguagem, que é ativada pelo meio social. (ninguém nasce
4 com a gramática e sim com uma estrutura genérica que serve como base para aprender as estruturas específicas de qualquer língua).. Não foi por escolha nossa que adquirimos o idioma que falamos: ele simplesmente se desenvolveu em nossa mente em virtude da nossa construção interior e do meio ambiente em que vivemos. [...] para cada um de nós, a língua se desenvolve em consequência de nossa constituição atual, quando somos colocados no meio ambiente apropriado. (Chomsky, 1981:18-9 IN: LUFT, 1997:56) O grande problema é que o ensino tradicional não considera essa gramática natural do falante, mas somente aquela aprendida através dos livros. É importante lembrar que a gramática natural de cada indivíduo é aquela que norteia a fala, a oralidade, entretanto deve servir como base para a expressão de processos comunicativos mais elaborados. A língua (e a gramática) é como é, não como deveria ser, como o professor queria que fosse, como os gramáticos pretendem impor que seja, presos a modelos do passado (LUFT, 1997:67). IV - ORIGENS As línguas românicas têm origem no método histórico comparativo. Os neogramáticos faziam trabalho diacrônico, sem detalhes linguísticos, só em textos escritos e com base na Filologia Clássica. Estudavam a partir de analogias. No latim clássico, a duração era uma característica fonológica. O macro (-) e a bráquia (u) muda o som e o significado da palavra. A semântica é importante para entender a sintaxe e a morfologia. No português o som pode ser até igual, mas o significado ser diferente (Cinto, Sinto). Quando a palavra for paroxítona, o último u passa a ter o som de o no português. Acentuação: Não existe oxítona no Latim. 1.Na palavras de duas sílabas, o acento é paroxítono. Fábam > fava / pratum > prato Rotam > roda 2. Nas palavras com três sílabas ou mais. Amicum > amigo / acetum > azedo 3 Latim Clásico Sintético SOV (suj. obj. verbo) Portugês Analítico SVO (Suj. verbo Objeto)
5 Quantidade Qualidade No latim existem 10 fonemas. i i e e a a o o u u (macro, braquia, macro, bráquia, macro bráquia, braquia, macro, braquia e macro) O diferencia o latim clássico do português é a síntese (latim) e a análise (português). Um é sintético e o outro é analítico. O caso morfológico está para o Latim, assim como o caso Sintático está para o português. Vai depender do contexto e análise. No latim a desinência vai diferenciar as palavras. O que caracteriza a passagem do latim vulgar para o português é a SIMPLIFICAÇÃO. O latim vulgar já simplificou o que seria o clássico. O som do latim é velar e paroxítono. O português também é mais paroxítono. Mudança lexical: Estruturas gramaticais e sons. Equus > caballus Carro > carroça Sapere > saber Amatum > amado Feminae rosas amant x Rosas feminae amant x Amant feminae rosas Na morfologia é. Na sintaxe, pode ser. Redução dos casos (Instrumental e locativo) De Nominativo para Vocativo De Acusativo para Ablativo De Dativo para Genitivo Ex: Diana bebeu do suco de laranja. Diana bebeu do suco de Marta. Diana de Feira de Santana chegou agora. Diana chegou agora de Feira de Santana A linguística moderna é cientificista. A língua é um elemento dinâmico. Na mudança ocorre primeiro a perda fonética, depois a morfologia e por último a sintaxe. Gênero Natural: o indivíduo, físico, sexual. Gênero gramatical: é o aspecto que permite classificar certas calsses gramaticais (verbos, substantivos, adjetivos) em categorias. O masculino e o feminino não é oposição. O a é que se sobrepõe sempre. 4
6 5 A língua é dinâmica e não morre, apenas se transforma. Porque as línguas mudam? a) Fatores intralinguísticos: Pressão sintagmática (sucessão) e pressão parasintagmática (simultaneidade). b) Fatores inter-linguísticos: Substrato, adstrato e superstrato. c) Fatores extralinguísticos: Biológicos e sociais. Princípio da regularidade fonética: (Neogratmáticos Séc. XIX) Sintetiza a idéia de que na passagem do latim clássico para as línguas Românicas, havia sempre uma regra geral para um grupo de palavras: Ex.: Português passou de /t/ para /d/ e de /p/ para b (de surdos para sonoros) Os estudos no Sec. XX de Chomsky e Saussure não levavam em consideração o social. Métodos: Chomsky dizia que a acriança já nasce com a fala, pela competência e desempenho. Os primeiros traços em textos escritos foram as lápides dos cemitérios. Histórico: apresenta o texto, sem detalhar ou comparar. É uma relação de parentesco entre línguas. O texto escrito não dá para analisar um nativo, se ele não está vivo. Não se pode definir a variedade linguística só com o texto escrito. Precisa da fala., O latim vulgar era o falado. Quando se tem o breve bráquia, passa para o português com som fechado. (novo; novu) Toda pós-tônica desse tipo passa para o português com o som de u. O método histórico-comparativo: Comparar é uma tendência universal dos homens e quando encontramos traços semelhantes em duas pessoas, sabemos que são parentes. O método comparativo, em Linguística, não é necessariamente histórico e, inclusive, pode, apesar das afirmações contrárias de Saussure, ter um objetivo que não seja a reconstrução. O método da Linguística Histórica, ao contrário, só pode ser comparativo. A reconstituição de palavras latinas é fundamentada na comparação das línguas românica, para se chegar à sintaxe do latim vulgar.
7 6 O método histórico-comparativo, que combina o método histórico (baseado em fontes documentais antigas) com o método comparativo (baseado nas evidências dos exemplos comparados) prova que as línguas românicas provêm do latim vulgar e explica numerosos fatos sincrônicos e diacrônicos dessas diferentes línguas de seus dialetos. Franz Bopp a troca de consoante surda por uma sonora, para saber qual era a língua-mãe (proto-lingua - genealogia da língua) O surgimento do artigo: Ocorreu na língua Proto-românica. Ille > lo (o, ele) Im > de (acusativo) obj. direto de (ablativo) adj. Adverb. 1. DE PALAVRAS V - FIGURAS 1. Metáfora: é o desvio da significação própria de uma palavra nascido de uma comparação mental ou característica comum entre dois seres ou fatos. O pavão é um arco-iris de plumas (...é como um arco-íris...) Essa menina é uma flor. 2. Comparação (ou símile): consiste em se confrontar pessoas ou coisas de forma a se destacar semelhanças entre elas. A criança é tal qual uma plantinha delicada: precisa de amor e proteção. ATENÇÃO: Não confundir metáfora e comparação. A última tem os termos expressos ligados com nexos comparativos (como, assim como...) Nero foi cruel como um monstro (comparação) Nero foi um monstro (metáfora) 3. Metonímia: consiste em usar uma palavra por outra, com a qual se acha relacionada. Veja alguns exemplos: Nas horas de folga lia Camões (O autor pela obra - lia a obra de Camões) Ele é um bom garfo (O instrumento pela pessoa que o utiliza - ele é comilão) Ele não tinha teto onde se abrigasse (A parte pelo todo - ele não tinha casa...) 4. Perífrase: é uma expressão que designa os seres por meio de alguma de suas características. O rei dos animais foi generoso (= leão) 5. Sinestesia: é a mistura de sentidos na frase. Sua voz doce e aveludada era uma carícia em meus ouvidos. [voz = sensação auditiva, doce = sensação gustativa, aveludada = sensação tátil] 6. Catacrese: uso especial, por analogia, de uma palavra, devido à falta ou desconhecimento do termo apropriado. Dente de alho Barriga da perna
8 7 2. DE CONSTRUÇÃO 1. Elipse: é a omissão de um termo facilmente subentendido. A moça estava ali, os olhos postos no chão. (com) 2. Zeugma: Tipo especial de elipse em que se omite um termo expresso anteriormente. Luís foi à escola; Marcos, à biblioteca. (foi) 3. Pleonasmo: é o emprego de palavras redundantes, com o fim de reforçar a expressão. Tenha pena de sua filha, perdoe-lhe pelo divino amor de Deus. 4. Assíndeto: omissão de um conectivo coordenativo. Vim, vi, venci. 5. Polissíndeto: É a repetição intencional de conectivo coordenativo. Trejeita, e canta, e ri nervosamente. Mão gentil, mas cruel, mas traiçoeira. 6. Inversão (ou hipérbato): consiste em alterar a ordem dos termos ou orações com o fim de lhes dar destaque. Por que brigavam no meu interior esses entes de sonho não sei. 7. Anástrofe: tipo especial de inversão entre o termo regente e o termo regido: Vamos dormir dos astros sob o manto (...sob o manto dos astros) 8. Anacoluto: é a quebra ou interrupção do fio da frase, deixando um termo sem nexo sintático. Deve-se usá-lo com sobriedade e consciência. Eu, pouco me importa esse assunto. 9. Silepse: é a concordância com a idéia associada na mente. Podemos ter: 9.1 Silepse de gênero: Vossa Majestade será informado acerca de tudo. (Vossa Majestade é termo feminino, mas estamos concordando com a idéia de que Vossa Majestade é homem.) 9.2 Silepse de número: Corria gente de todos os lados, e gritavam. (O núcleo do sujeito, gente, está no singular, mas gritavam concorda com a idéia de pessoas de todos os lados...) 9.3 Silepse de pessoa: Aliás todos os sertanejos somos assim (concordância com a idéia de que o autor da frase também é sertanejo e está se incluindo) 10. Onomatopéia: Consiste no uso de palavras que imitam o som ou a voz natural dos seres. É um recurso fonêmico que a língua proporciona ao escritor. Pedrinho, sem mais palavras, deu rédea e, lept! lept! arrancou estrada afora. 11. Repetição: consiste em repetir uma palavra ou oração para enfatizar a afirmação ou sugerir insistência, progressão.
9 8 Tudo, tudo, parado: parado e morto. 12. Aliteração: repetição expressiva de um fonema consonantal. Que a brisa do Brasil beija e balança. 13. Anáfora: repetição de um termo no início de cada verso ou frase. Agora preciso ver-te, Agora desejo amar-te. 14. Hipálage: adjetivação de uma palavra em vez de outra. O vôo branco das garças. (As garças é que são brancas) 15. Enálage: uso de um tempo verbal por outro. Que seria de mim, não fora sua ajuda? (fora no lugar de fosse) 16. Quiasmo: inversão e repetição de termos, com ou sem alterações....tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra. 17. Prolepse (ou antecipação): consiste na deslocação de um termo de uma oração para outra que a preceda, com o que adquire excepcional realce. Os pastores parece que vivem no fim do mundo. 3. DE PENSAMENTO 1. Antítese: consiste na aproximação de palavras ou expressões de sentido oposto. Quando a bola saía, entravam os comentários dos torcedores. 2. Apóstrofe: é a interrupção que faz o orador ou escritor para se dirigir a pessoas presentes ou ausentes, reais ou fictícias. Deus te leve a salvo, brioso e altivo barco, por entre as vagas revoltas Eufemismo: consiste em suavizar a expressão de uma idéia triste com palavras amenas. Fulano foi desta para melhor. 4. Gradação: é uma sequência de idéias colocadas em sentido crescente ou decrescente. Ele foi um tímido, um frouxo, um covarde. 5. Hipérbole: é uma afirmação exagerada que visa um efeito expressivo. Estava morto de sede. 6. Ironia: é a figura pela qual dizemos o contrário do que pensamos. Fizeste um excelente serviço (para dizer que fez um serviço péssimo) 7. Paradoxo (ou oxímoro): uso intencional de um contra-senso. O que não tenho e desejo é o que melhor me enriquece. 8. Personificação (ou prosopopéia, ou animização): é a figura pela qual fazemos seres inanimados agirem e sentirem como seres humanos. Os sinos chamam para o amor.
10 9 9. Reticência: consiste em suspender o pensamento, deixando-o inacabado. De todas, porém, a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se digo. 10. Retificação: consiste em retificar uma afirmação anterior. O síndico, aliás uma síndica muito gentil, não sabia como resolver o caso. Desinências nominais: 1 Gênero 1.1 Masculino: -o 1.2 Feminino: -a 2.Número 2.1 Singular: Plural: -s O singular se caracteriza pela falta de qualquer desinência. Desinências verbais: Neste caso, existem as desinências número-pessoais e modo-temporais. As número-pessoais estão dispostas no presente do indicativo, pretérito perfeito do indicativo e infinitivo pessoal (ou futuro do subjuntivo). Os outros tempos se encaixam em um dos casos abaixo. Presente do indicativo (só existe a desinência número-pessoal) Eu cant-o Tu canta-s Ele canta Nós canta-mos Vós canta-is Eles canta-m Pretérito perfeito do indicativo (só existe a desinência número-pessoal) Eu cante-i Tu canta-ste Ele canto-u Nós canta-mos Vós canta-stes Eles canta-ram Infinitivo pessoal (modo-temporal de laranja e número-pessoal de azul) canta-r canta-r-es canta-r canta-r-mos canta-r-des canta-r-em O m que aparece no fim da terceira pessoa do plural é um mero símbolo gráfico que representa os ditongos nasais átonos ãu e ēi.
11 As desinências modo-temporais, quando existem, aparecem depois da vogal temática (como no infinitivo pessoal acima) e identificam em que modo e tempo está o verbo. Por exemplo, quando se diz eu canta-va, a forma -va indica que o verbo está no pretérito imperfeito do indicativo. Vejamos exemplos das duas desinências: Pretérito imperfeito do indicativo Eu canta-va Tu canta-va-s Ele canta-va Nós cantá-va-mos Vós canta-ve-is Eles canta-va-m Futuro do presente do indicativo Eu canta-re-i Tu canta-rá-s Ele canta-rá Nós canta-re-mos Vós canta-re-is Eles canta-rã-o Pretérito imperfeito do subjuntivo Se eu canta-sse Se tu canta-sse-s Se ele canta-sse Se nós cantá-sse-mos Se vós canta-sse-is Se eles canta-sse-m Comum de dois gêneros: Substantivos cujas formas masculina e feminina são idênticas mas são diferenciáveis pela presença de um modificante, tal como um artigo ou adjetivo. Exemplos: O dentista e a dentista. Um fã e uma fã. Belo amante e bela amante. O intérprete/a intérprete, o jurista/a jurista». Não são classificados como comum de dois gêneros palavras como: Criança, pois "Ele/Ela é uma criança. Outros exemplos: o / a estudante o / a imigrante o / a acrobata o / a agente o / a intérprete o / a lojista o / a patriota o / a mártir o / a viajante 10
12 11 o / a artista o / a aspirante o / a atleta o / a camelô o / a chofer o / a fã o / a gerente o / a médium o / a porta-voz o / a protagonista o / a puxa-saco o / a sem-terra o / a sem-vergonha o / a xereta o / a xerife Sobrecomum: São os que têm uma só forma e um só artigo para ambos os gêneros: Eis alguns exemplos: o cônjuge / a criança / o carrasco / o indivíduo o apóstolo / o monstro / a pessoa / a testemunha o algoz / o verdugo / a vítima / o tipo / o animal o bóia-fria / o cadáver / a criatura / o dedo-duro o defunto / o gênio / o ídolo / o líder o membro / o nó-cego / o pão-duro / o pé-frio o pé-quente / a personagem o pivô / a sentinela / o sósia / o sujeito / o tira VI - GLOSSÁRIO Adstrato: Situação de contato entre línguas de igual prestígio, em que uma se constitui em fonte de empréstimo para a outra. Cultura Helenística: resultou da fusão da cultura grega com a cultura oriental, promovida pela expansão do império Macedônico com Alexandre Magno. A Grécia não era mais o centro cultural do mundo. Os principais centros da cultura helenística foram Alexandria, no Egito, Antioquia, na Turquia, e Pérgamo, na Ásia Menor. Diacronia: Desenvolvimento de uma língua ao longo do tempo. Morfologia: O estudo da estrutura e formação de palavras. Neogramáticos: Depois dos gramáticos comparativistas, as evoluções fonéticas continuaram a ser estudadas pelos neogramáticos (Junggrammatiker) Neogramática é uma escola de pensamento linguístico que procurou introduzir na linguística histórica os princípios positivistas, a fim de renovar a gramática comparada dentro das ciências naturais, tomando como modelos a geologia e a física. Retórica: Estudo do uso persuasivo da linguagem, em especial para o treinamento de oradores. [Tradicionalmente cinco são as partes do estudo retórico: (a) descoberta de argumentos; (b) arranjo das idéias; (c) descoberta da expressão apropriada para cada idéia,
13 e que inclui o estudo das figuras ou tropos; (d) memorização do discurso; e (e) apresentação oral do discurso para uma audiência.] Sincronia: Estágio (parte) da história de uma língua que é tomado para estudo. Sintaxe: Parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si. Substrato: Língua de determinada área que foi substituída por uma outra, geralmente a de um povo invasor, mas que deixou traços nesta. Em situações de pidginização ou de crioulizacão, língua falada pelo grupo socialmente dominado. Superstrato: Língua dum povo conquistador, posteriormente abandonada, e que exerce influência no idioma dos vencidos, idioma esse adotado pelos conquistadores. Numa situação de pidginização ou de crioulização, língua falada pelo grupo socialmente dominante, e que fornece a maior parte do vocabulário. 12 REFERÊNCIAS COUTINHO, Ismael Lima. Gramática Histórica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico
14 13 FARACO, Carlos Alberto. Linguística Histórica. São Paulo Ática ELIAS, Sílvio. Preparação à Linguística Românica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico ILARI, Rodolfo. Linguística Românica. São Paulo. Ática
Figuras de linguagem. Figuras de palavras (figuras semânticas ou tropos)
Figuras de linguagem Assuntos de PORTUGUÊS? Sim! Afinal, estou estudando para concurso e sempre é bom compartilhar o meu material de estudo, resumos e etc. Então, não estranhem a partir de agora, se no
Prefácio Abreviaturas, Símbolos e Siglas 15
Prefácio... 13 Abreviaturas, Símbolos e Siglas 15 1. Abreviaturas de uso corrente :... 15 2. Abreviaturas Médico-Farmacêuticas 18 3. Comércio Internacional... 18 4. Grandezas e Unidades Físicas 20 4.1.
CAPÍTULO 01 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO TIPOS DE TEXTO GÊNERO DE TEXTO TIPOS DE DISCURSO... 21
sumário CAPÍTULO 01 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO...14 1.1.TIPOS DE TEXTO... 15 1.2.GÊNERO DE TEXTO... 20 1.3.TIPOS DE DISCURSO... 21 1.3.1. DISCURSO DIRETO... 22 1.3.2. DISCURSO INDIRETO... 22 1.3.3. DISCURSO
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO...
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO... 25 1. INTRODUÇÃO... 25 2. REGRAS DE ACENTUAÇÃO GRÁFICA... 25 2.1. Proparoxítonas... 25 2.2. Paroxítonas... 26 2.2.1. Observações... 26 2.3. Oxítonas...
EMENTAS Departamento de Letras Estrangeiras UNIDADE CURRICULAR DE LÍNGUA E LITERATURA ITALIANA
EMENTAS Departamento de Letras Estrangeiras UNIDADE CURRICULAR DE LÍNGUA E LITERATURA ITALIANA Italiano I: Língua e Cultura - Introdução às situações prático-discursivas da língua italiana mediante o uso
CLASSES GRAMATICAIS. Parte 2. Professora Idilvânia
CLASSES GRAMATICAIS Parte 2 Professora Idilvânia 1 Existem 10 Classes Gramaticais Artigo Substantivo Adjetivo Advérbio Preposição Pronomes Verbo Conjunção Numeral Interjeição 2 PRONOME São estruturas que
Verbos PROFESSORA CAMILLA
Verbos PROFESSORA CAMILLA Conceituando Verbo é a classe de palavras que se flexiona em pessoa, número, tempo, modo e voz. Pode indicar, entre outros processos: ação; estado; fenômeno; ocorrência; desejo.
Português. Índice de aulas. Tipologias textuais
Índice de aulas Tipologias textuais Texto narrativo Ação Personagens Narrador Espaço Tempo Modalidades do discurso Narrativas de tradição popular O caldo de pedra Mestre Finezas: o passado glorioso Mestre
Unidade IV Cultura A pluralidade na expressão humana.
Unidade IV Cultura A pluralidade na expressão humana. 29.2 Conteúdo: Estudo dos aspectos linguísticos em diferentes textos. Habilidade: Estabelecer, em textos de diferentes gêneros, relações entre recursos
5 CLASSE, ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS, 7/ Palavra e morfema, 7/ Formação de palavras, 82 Famílias de palavras, 83
Prefácio, XIII i CONCEITOS GERAIS, / Linguagem, língua, discurso, estilo i Língua e sociedade: variação e conservação linguística, 2 Diversidade geográfica da língua: dialecto e falar, 4 A noção de correcto,
índice geral Prefácio, X/77
índice geral Prefácio, X/77 Capítulo I CONCEITOS GERAIS, / Linguagem, língua, discurso, estilo / Língua e sociedade: variação e conservação linguística, 2 Diversidade geográfica da língua: dialecto e falar,
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO...
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO... 25 1. INTRODUÇÃO... 25 2. REGRAS DE ACENTUAÇÃO GRÁFICA... 25 2.1. Proparoxítonas... 25 2.2. Paroxítonas... 26 2.2.1. Observações... 26 2.3. Oxítonas...
SUMÁRIO. Unidade I Teoria da Comunicação. Capítulo 1 Linguagem, Língua, Fala, Signo Linguístico, Linguagem Verbal e Linguagem não Verbal
SUMÁRIO Unidade I Teoria da Comunicação Capítulo 1 Linguagem, Língua, Fala, Signo Linguístico, Linguagem Verbal e Linguagem não Verbal Linguagem Língua Fala Signo linguístico Significado Significante Linguagem
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO...
SUMÁRIO PARTE I FONOLOGIA CAPÍTULO 1 ACENTUAÇÃO... 25 1. INTRODUÇÃO... 25 2. REGRAS DE ACENTUAÇÃO GRÁFICA... 25 2.1. Proparoxítonas... 25 2.2. Paroxítonas... 26 2.2.1. Observações... 26 2.3. Oxítonas...
Instituto Venturo Prof. Me. William Alves
Instituto Venturo Prof. Me. William Alves Polissemia O vocábulo amplia seu campo de significação, revelando um procedimento essencial para que se mantenha a vitalidade do idioma uma renovação chamada polissemia.
Apresentação 11 Lista de abreviações 13. Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM
Sumário Apresentação 11 Lista de abreviações 13 Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM O homem, a linguagem e o conhecimento ( 1-6) O processo da comunicação humana ( 7-11) Funções da
ESTUDO DA CRÔNICA SEXA DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO Sexa. In: Comédias para se ler na escola. R. Janeiro: Objetiva, pg
1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA Departamento de Letras e Artes DLET Curso de Licenciatura em Letras com a Língua Inglesa JOÃO BOSCO DA SILVA ESTUDO DA CRÔNICA SEXA DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO
SUMÁRIO PARTE I EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS
SUMÁRIO PARTE I EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS EDITAIS... 23 1. Introdução... 23 2. Plano de estudos... 23 3. Editais... 24 3.1. TRT 2 São Paulo FCC (prova aplicada em 2014)... 24 3.2. TRF 1 FCC (prova aplicada
Figuras de Linguagem
Figuras de Linguagem FIGURAS DE LINGUAGEM são recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras. FIGURAS
Figuras de Linguagem. Aula 03 de Língua Portuguesa Pré-Vestibular e Pré-ENEM Professora Carolina Ferreira Leite
Figuras de Linguagem Aula 03 de Língua Portuguesa Pré-Vestibular e Pré-ENEM Professora Carolina Ferreira Leite Figuras de Linguagem O ato de desviar-se da norma padrão no intuito de alcançar uma maior
Centro Your logo Educacional Adventista do Gama. Verbos. Professora Eliene Lacerda
Centro Your logo Educacional Adventista do Gama Verbos Professora Eliene Lacerda Significação Quanto ao significado, o verbo é uma palavra que comunica: 1. Uma ação: Cláudio plantou uma árvore. 2. Um estado:
Português. Índice de aulas. Tipologias textuais
Índice de aulas Tipologias textuais Texto narrativo Ação Personagens Narrador Espaço Tempo Modalidades do discurso Diários e memórias Narrativas de tradição popular Saga: Vig, a ilha do mar do Norte Saga:
Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas
Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas Análise Estética (formal) Análise Estilística (figuras de linguagem) Análise Gramatical (morfossintática) Análise Semântica (de significado) Análise
PORTUGUÊS MARIA TEREZA
PORTUGUÊS MARIA TEREZA PASSO A PASSO 1. Leitura da fonte bibliográfica; 2. hipótese sobre tipologia e gênero textuais; 3. leitura do título; 4. leitura dos itens; 5. destaque das palavras-chave dos itens;
Planificação Anual. Disciplina de Português
Planificação Anual Disciplina de Português N.º e nome Módulo Horas Tempos (45 ) Conteúdos de cada módulo 1. Poesia trovadoresca - Contextualização histórico-literária - Espaços medievais, protagonistas
Gramática e seu conceito. Mattoso Câmara Jr. (1986) 16 ed. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes. p
Gramática e seu conceito Mattoso Câmara Jr. (1986) 16 ed. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes. p.11-16. Gramática descritiva ou sincrônica Estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona
Desinência: são os elementos mórficos que se juntam ao radical para indicar a flexão do tempo, modo, número e pessoa.
AULA 04 GRAMÁTICA VERBO O verbo indica: Ação: Beijaram-se ininterruptamente. Estado (verbo de ligação): Estou livre Fenômenos naturais: Nevou durante três dias Ocorrências: Aconteceram acidentes no sábado.
SUMÁRIO EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS CAPÍTULO 1 EDITAIS Introdução... 37
SUMÁRIO PARTE I EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS EDITAIS... 23 1. Introdução... 23 2. Plano de estudos... 23 3. Editais... 24 3.1. TRT 20 CONSULPLAN (2017).. 24 3.2 TRE PR - FCC (2017)... 25 3.3 TRT SC FGV (2017)...
9º s anos DISCIPLINA/PONTUALIDADE 1º trimestre
Sobradinho-DF, 4 de setembro de 2018. ASSUNTO: CALENDÁRIO E CONTEÚDO DAS AVALIAÇÕES DE RECUPERAÇÃO Senhores pais ou responsáveis, Em relação à recuperação do 1º e do 2º trimestres, verifique os seguintes
Português. Índice de aulas. Tipologias textuais
Índice de aulas Tipologias textuais Texto narrativo Ação e personagens Espaço e tempo Narrador e modalidades do discurso Narrativas de tradição popular Chocolate à Chuva: as férias de Mariana Chocolate
Denotação e Conotação
Denotação e Conotação Sentido Denotativo Sentido real Permite uma única interpretação Dicionário Sentido comum a todos Impessoal Objetivo Sentido Conotativo Sentido figurado Permite várias interpretações
SUMÁRIO. Capítulo 1. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, 21
SUMÁRIO Capítulo 1. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, 21 1.1. Tipos de texto, 22 1.2. Gênero de texto, 26 1.3. Tipos de discurso, 27 1.3.1. Discurso direto, 27 1.3.2. Discurso indireto, 28 1.3.3. Discurso indireto
CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS/ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2013/2014
1º Ciclo Metas/Domínios Objetivos gerais Conteúdos Programáticos Critérios 1º Ano Oralidade O1 Comprensão do oral Expressão oral Respeitar regras da interação discursiva Escutar discursos breves para aprender
Português. Interpretação de Texto TRT- RJ. Maria Tereza Faria
Português Interpretação de Texto TRT- RJ Maria Tereza Faria 1. Leitura da fonte bibliográfica gênero textual; 2. leitura do título; 3. leitura do enunciado; 4. leitura das alternativas; 5. destaque das
SUMÁRIO EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS
SUMÁRIO PARTE I EDITAIS E PLANO DE ESTUDOS EDITAIS... 25 1. Introdução... 25 2. Plano De Estudos... 25 3. Editais... 26 3.1. MPU CESPE/Cebraspe (2018). 26 3.2. TRT 1 AOCP (2018)... 27 3.3. TRT 2 e TRT
Figuras de Linguagem. Anáfora Repetição constante de palavras no início de vários versos, como a expressão: E agora...
Anáfora Metáfora Antítese Hipérbole Aliteração Assonância Quiasmo Polissíndeto Eufemismo Prosopopéia Comparação Metonímia Ironia Elipse Assíndeto Onomatopeia Paradoxo Figuras de Linguagem Anáfora Repetição
As figuras de linguagem. Literatura Brasileira 3ª série EM Prof.: Flávia Guerra
As figuras de linguagem Literatura Brasileira 3ª série EM Prof.: Flávia Guerra Pausa para a (principal) divisão Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de
FIGURAS DE CONSTRUÇÃO
FIGURAS DE CONSTRUÇÃO As figuras de construção ocorrem quando desejamos atribuir maior expressividade ao significado. Assim, a lógica da frase é substituída pela maior expressividade que se dá ao sentido.
Introdução à Morfologia
Introdução à Morfologia APOIO PEDAGÓGICO Prof. Cecília Toledo ceciliavstoledo@gmail. com O que é a morfologia? Morfologia e a parte da gramática que descreve a forma das palavras. Ou ainda: morfologia
b) Zeugma - zeugma simples zeugma complexa
b) Zeugma - É um tipo de elipse. Ocorre zeugma quando duas orações compartilham o termo omitido. Isto é, quando o termo omitido é o mesmo que aparece na oração anterior. Na terra dele só havia mato; na
FIGURAS DE LINGUAGEM. Relacionam-se ao trabalho com as palavras em sentido figurado
FIGURAS DE LINGUAGEM Relacionam-se ao trabalho com as palavras em sentido figurado Figuras fonéticas ONOMATOPEIA: é a imitação de ruídos através de sons da língua. Ex: Ela bateu à porta: toc, toc... ALITERAÇÃO:
Língua Portuguesa 8º ano
Escutar para Aprender e Construir Conhecimento Tipologia textual: texto conversacional. Variação e normalização linguística. Língua padrão (traços específicos). Língua Portuguesa 8º ano Conteúdos 1º Período
Recursos estilísticos utilizados no nível dos sons, das palavras, das estruturas sintáticas ou do significado para dar maior valor expressivo à
Recursos estilísticos utilizados no nível dos sons, das palavras, das estruturas sintáticas ou do significado para dar maior valor expressivo à linguagem. Figuras de palavras As figuras de palavras consistem
Sumário. O que é Gramática Normativa, Norma Culta, Registro Culto etc.?
Sumário Introdução O que é Gramática Normativa, Norma Culta, Registro Culto etc.? Capítulo 1 Fonologia Fonema Letra Dígrafo e Dífono dos Fonemas Sílaba Encontros Vocálicos Encontros Consonantais Separação
Professor Marlos Pires Gonçalves
VERBO É a palavra que indica ação, fato ou fenômeno da natureza, situados no tempo. Exemplo: Nosso time jogou bem. Ação A sobremesa ficou deliciosa. Estado Está chovendo bastante em Recife. Fenômeno CONJUGAÇÃO
Capítulo 1 Fonologia... 1 Capítulo 2 ortografia... 7
Sumário Capítulo 1 Fonologia... 1 1.1. Letra e fonema... 1 1.2. Ditongo... 1 1.2.1. Ditongo decrescente... 1 1.2.2. Ditongo crescente... 1 1.2.3. Ditongo oral... 2 1.2.4. Ditongo nasal... 2 1.2.5. Ditongo
Capítulo1. Capítulo2. Índice A LÍNGUA E A LINGUAGEM O PORTUGUÊS: uma língua, muitas variedades... 15
Capítulo1 Capítulo2 A LÍNGUA E A LINGUAGEM............................................. 9 Linguagem: aptidão inata.............................................. 10 Funções.............................................................
Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos.
Linguagem e Cultura Conceituação Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Cultura é todo saber humano, o cabedal de conhecimento de um
Profa. Carol Miguel 8º ano
figuras de linguagem Profa. Carol Miguel 8º ano FIGURAS DE LINGUAGEM As figuras de linguagem são recursos linguísticos a que os autores recorrem para tornar a linguagem mais rica e expressiva. Esses recursos
Colégio Diocesano Seridoense Ensino Fundamental II 2º Bimestre. Verbo. Professora: Caliana Medeiros.
Colégio Diocesano Seridoense Ensino Fundamental II 2º Bimestre Verbo Professora: Caliana Medeiros. Verbo é a palavra que indica ação (física ou mental praticada ou sofrida pelo sujeito), fato (de que o
Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus
Curso: Letras Português/Espanhol Disciplina: Linguística Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus AULA 2 1ª PARTE: Tema 2 - Principais teóricos e teorias da Linguística moderna Formalismo x Funcionalismo
Capítulo 1 Fonologia... 1 Capítulo 2 ortografia... 7
Sumário Capítulo 1 Fonologia... 1 1.1. Letra e Fonema...1 1.2. Ditongo...1 1.2.1. Ditongo decrescente...1 1.2.2. Ditongo crescente...1 1.2.3. Ditongo oral...2 1.2.4. Ditongo nasal...2 1.2.5. Ditongo fonético...2
Elipse consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto ou por elementos gramaticais presentes na frase com a intenção de
Elipse consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto ou por elementos gramaticais presentes na frase com a intenção de tornar o texto mais conciso e elegante. Ex.: Risco de vida.
Lições de Português pela análise sintática
Evanildo Bechara Professor Titular e Emérito da Universidade do Estado do Riy'deJãneÍro;(tJERj) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) Membro da A caciemia 'Brasileira de Letras e da Academia Brasileira
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS PARTE II ACENTUAÇÃO ORTOGRAFIA E SEMÂNTICA... 43
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS... 19 1. Introdução... 19 2. Entenda as bancas... 19 3. Editais... 19 3.1. TRT 4 Rio Grande do Sul FCC 2015... 19 3.2. TRF 1 FCC (prova aplicada em 2014)... 20 3.3. RECEITA
PROGRAMA. PARTE PRÁTICA: Comentário de textos a partir do século XVI.
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA VI PERÍODO: 79.1/80.2 OBJETIVOS: Induzir os alunos a uma visão pancrônica da Língua Portuguesa, através do confronto de sua atual estrutura com as origens dessa estrutura.
Mapeamento dos Critérios de Correção de Redação e correspondência com Matrizes de Referência para Avaliação
Mapeamento dos e correspondência com Para cada aspecto avaliado há uma ou mais habilidades correspondentes das Matrizes que o aluno precisa desenvolver Para desenvolver a competência escritora: o Crie
Figuras de Linguagem. Prof. Thiago Robson Aletro
Figuras de Linguagem Prof. Thiago Robson Aletro O que são? São recursos expressivos e/ou estruturais acrescidos aos textos Figuras de Som a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais.
PROGRAMA. Romanização da Península Ibérica; A reconquista; Modalidades do latim: clássico e vulgar;
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA VI PERÍODO: 98.1/99.1 CARGA HORÁRIA: 60 HORAS-AULA
CONTEÚDOS PARA O 3º. TESTE DE INGRESSO Dezembro 2018 MATEMÁTICA (ingresso em 2019) INGRESSO NO 7º. ANO/2019 DO ENSINO FUNDAMENTAL
CONTEÚDOS PARA O 3º. TESTE DE INGRESSO Dezembro 2018 MATEMÁTICA (ingresso em 2019) INGRESSO NO 7º. ANO/2019 DO ENSINO FUNDAMENTAL Frações decimais e números decimais; Operações com frações; Operações com
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ LÍNGUA PORTUGUESA e REDAÇÃO PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA
LÍNGUA PORTUGUESA e REDAÇÃO PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA 1. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal e não verbal. 1.2. Depreender, através de leitura do texto,
O ESTUDO DO VOCABULÁRIO
Sumário Capítulo 1 O ESTUDO DO VOCABULÁRIO Lição 1 Fonética...3 1.1. Fonema e Letra... 3 1.2. Divisão dos Fonemas... 3 1.3. Classificação dos fonemas... 5 1.4. Encontro Vocálico... 7 1.5. Encontro Consonantal...
UFBA - Universidade Federal da Bahia - Sistema Acadêmico R Grade Curricular (Curso) 09/12/ :22. Letras
Curso: Letras 402203 Área: Letras Currículo: 2009-2 Turno: Diurno Duração em anos: Mínima 3,5 Média 5 Máxima 7 Titulação: Licenciado em Letras Habilitação: Letras Vernáculas e Italiano-Licenciatura Base
Competência Objeto de aprendizagem Habilidade
1ª Língua Portuguesa 4º ANO E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade C1. Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo
Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO REVISAÇO... 15
Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO REVISAÇO... 15 PORTUGUÊS... 17 Duda Nogueira e Talita Nogueira Apresentação... 17 1. Acentuação... 17 2. Ortografia... 19 3. Processos de formação das palavras... 26 4.
O ESTUDO DAS PALAVRAS
Sumário Capítulo 1 O ESTUDO DAS PALAVRAS Lição 1 Fonética...3 1.1. Fonema e letra... 3 1.2. Divisão dos fonemas... 3 1.3. Classificação dos fonemas... 5 1.4. Encontro vocálico... 6 1.5. Encontro consonantal...
CAPÍTULO 1 O ESTUDO DAS PALAVRAS
Índice CAPÍTULO 1 O ESTUDO DAS PALAVRAS LIÇÃO 1 FONÉTICA...3 1.1. Fonema e letra... 3 1.2. Divisão dos fonemas... 3 1.3. Classificação dos fonemas... 4 1.4. Encontro vocálico... 5 1.5. Encontro consonantal...
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS PARTE II ACENTUAÇÃO ORTOGRAFIA E SEMÂNTICA... 45
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS... 19 1. Introdução... 19 2. Entenda as bancas... 19 3. Editais... 19 3.1. TRT 20 - FCC (2016)... 19 3.2. TRE SP - FCC (2016)... 20 3.3. TRE PE - CESPE (2016)... 20 3.4.
UFBA - Universidade Federal da Bahia - Sistema Acadêmico R Grade Curricular (Curso) 09/12/ :25. Letras
Curso: Letras 403204 Área: Letras Currículo: 2010-1 Turno: Diurno Duração em anos: Mínima 3,5 Média 5 Máxima 7 Titulação: Bacharel em Letras Habilitação: Bacharelado-Frances Base Legal: CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO:
UFBA - Universidade Federal da Bahia - Sistema Acadêmico R Grade Curricular (Curso) 09/12/ :20. Letras Vernáculas. Bacharel em Letras
Curso: 401201 Letras Vernáculas Área: Letras Habilitação: Bacharelado-Português Base Legal: Titulação: Currículo: 2007-2 Turno: Diurno Duração em anos: Mínima 3 Média 5 Máxima 7 Bacharel em Letras CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO:
FIGURA RETÓRICA: A FLOR NO CAMPO DA ARGUMENTAÇÃO
IV CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE RETÓRICA: Retórica e Alteridade FIGURA RETÓRICA: A FLOR NO CAMPO DA ARGUMENTAÇÃO Hélia Coelho Mello-2016 NOSSO OBJETIVO: Destacar a importância da Retórica para
Introdução O que é Gramática Normativa, Norma Culta, Registro Culto etc.? 1
SUMÁRIO Introdução O que é Gramática Normativa, Norma Culta, Registro Culto etc.? 1 Capítulo 1 Fonologia 3 Definição... 3 Fonema... 3 Letra... 4 Dígrafo e Dífono... 4 Classificação dos Fonemas... 5 Sílaba...
UFBA - Universidade Federal da Bahia - Sistema Acadêmico R Grade Curricular (Curso) 09/12/ :26. Letras
Curso: Letras 403207 Área: Letras Currículo: 2010-1 Turno: Diurno Duração em anos: Mínima 3,5 Média 5 Máxima 7 Titulação: Bacharel em Letras Habilitação: Bacharelado-Grego e Latim Base Legal: CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO:
2º Bimestre Aula 94 Revisão e avaliação de Linguagens
2 MATEMÁTICA E HABILIDADES REVISÃO 1 REVISÃO 2 2º Bimestre Aula 94 Revisão e avaliação de Linguagens 3 MATEMÁTICA E HABILIDADES INTERATIVIDADE PRONOME PESSOAL DO CASO RETO E DE TRATAMENTO Pronome Pessoal
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS PARTE II ORTOGRAFIA E SEMÂNTICA ACENTUAÇÃO... 31
Sumário PARTE I ENTENDA AS BANCAS... 19 1. INTRODUÇÃO... 19 2 ENTENDA AS BANCAS... 19 3. EDITAIS... 19 3.1. TRE RJ - CONSULPLAN (2017)... 19 3.2. TRE PR - FCC (2017)... 20 3.3. TRT SC FGV (2017)... 20
INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS FIGURAS DE LINGUAGEM (PARTE II)
INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS FIGURAS DE LINGUAGEM (PARTE II) FIGURAS DE SINTAXE (DE CONSTRUÇÃO) Consistem em uma modificação (às vezes brusca) que é feita na estrutura da oração - por meio de uma inversão,
FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM Elipse: É a omissão de um termo ou de uma oração inteira que já foi dita ou escrita antes, sendo que esta omissão fica subentendida pelo contexto. Exemplos: - Sobre a mesa, apenas
UFBA - Universidade Federal da Bahia - Sistema Acadêmico R Grade Curricular (Curso) 09/12/ :23. Letras
Curso: Letras 402205 Área: Letras Currículo: 2009-2 Turno: Diurno Duração em anos: Mínima 3,5 Média 5 Máxima 7 Titulação: Licenciado em Letras Habilitação: Português como Lingua Estrangeira Licenciatura
2014/ º Período Unidades. Domínios / Conteúdos. Unidade 3 Narrativas juvenis. Unidade 0 Uma nova viagem
Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio Escola E.B. 2, 3 professor Gonçalo Sampaio Departamento de línguas Português - 8ºano Planificação anual simplificada 2014/2015 1º Período Unidade 0 Uma nova viagem
Evento: Seleção para o Semestre I das Casas de Cultura Estrangeira PARECER
Questão 22 A questão 22 trata de sintaxe, especificamente, item 4.4 do Programa: distinção entre regentes e regidos. É correta a alternativa B. No trecho até incendiar a secretaria da escola para queimar
CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS/ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2013/2014
1º Ciclo Metas/Domínios Objetivos gerais Conteúdos Programáticos Critérios 2º Ano Oralidade O2 Comprensão do oral Expressão oral Respeitar regras da interação discursiva Respeitar o princípio de cortesia
ENTREGAR JUNTO COM A RESPECTIVA PROVA DE RECUPERAÇÃO NO DIA 14/12/2018.
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA Data: 14 /12 /2018 Segmento: FUNDAMENTAL II Série: 6º ano Turma: Valor: 20,0 PONTOS Assunto: ROTEIRO DE ESTUDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL Aluno (a): Nº: Nota: Professora: Eliane
ANÁLISE DIDÁTICA: GRAMÁTICA COMPARATIVA E NEOGRAMÁTICA Weslei Chaleghi de Melo UEL /UTFPR
ISBN 978-85-7846-516-2 ANÁLISE DIDÁTICA: GRAMÁTICA COMPARATIVA E NEOGRAMÁTICA Weslei Chaleghi de Melo UEL /UTFPR E-mail: [email protected] Renan Guilherme Pimentel - UENP E-mail: [email protected]
PORTUGUÊS III Semestre
Universidad Nacional Autónoma de México Facultad de Filosofía y Letras Colegio de Letras Modernas Letras Portuguesas PORTUGUÊS III Semestre 2019-1 Profa. Cristina Díaz Padilla Horário: segunda a sexta
Estilística e originalidade Figuras de linguagem
Estilística e originalidade Figuras de linguagem Flávia Andrade Classificação Figuras de som Figuras de palavra Figuras de pensamento Figuras de construção A sonoridade das palavras e sílabas criam sentidos
NOÇÕES DE ESTILÍSTICA (OU FIGURAS DE LINGUAGEM) Língua Portuguesa 2º trimestre 3º ano E. M. Prof. Eduardo Belmonte
NOÇÕES DE ESTILÍSTICA (OU FIGURAS DE LINGUAGEM) Língua Portuguesa 2º trimestre 3º ano E. M. Prof. Eduardo Belmonte FIGURAS DE LINGUAGEM A significação das palavras não é fixa nem estática. Por meio da
Programa Anual LÍNGUA PORTUGUESA
Programa Anual LÍNGUA PORTUGUESA A proposta Na proposta do Material Didático Positivo, o ensino da Língua Portuguesa é entendido como a própria linguagem posta em ação. Esse pressuposto faz com que as
P R O G R A M A III - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA VI PERÍODO: 2000.1 a 2003.1 CARGA HORÁRIA: 60 HORAS-AULA
Mapeamento dos Critérios de Correção de Redação e correspondência com Matrizes de Referência para Avaliação
Mapeamento dos e correspondência com Para cada aspecto avaliado há uma ou mais habilidades correspondentes das Matrizes que o aluno precisa desenvolver Para desenvolver a competência escritora: o Crie
Carmen Lúcia. A soberba não é grandeza, é inchaço. O que incha parece grande, mas não está são. Santo Agostinho LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS
A soberba não é grandeza, é inchaço. O que incha parece grande, mas não está são. Santo Agostinho LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS Livros: 1. Português Linguagens 5 William Cereja e Thereza Cochar 2. Interpretação
LÍNGUA PORTUGUESA. Professora Rosane Reis. MÓDULO 11 Sintaxe IV
LÍNGUA PORTUGUESA Professora Rosane Reis MÓDULO 11 Sintaxe IV CONCORDÂNCIA VERBAL REGRA GERAL O verbo concorda em número e pessoa com o sujeito. Com sujeito simples e singular ou substantivo coletivo,
Morfologia do Português. Profa. Dra. Maria Célia Lima-Hernandes DLCV
Morfologia do Português Profa. Dra. Maria Célia Lima-Hernandes DLCV REVISÃO DA HISTÓRIA DOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS Interesses diversos Concepções diferentes Na Antiguidade Clássica: Línguas dignas de estudo:
GUIA DE AULAS - PORTUGUÊS - SITE: EDUCADORES.GEEKIELAB.COM.BR
GUIA DE AULAS - PORTUGUÊS - SITE: EDUCADORES.GEEKIELAB.COM.BR Olá, Professor! Assim como você, a Geekie também quer ajudar os alunos a atingir todo seu potencial e a realizar seus sonhos. Por isso, oferecemos
PLANIFICAÇÃO ANUAL Documentos Orientadores: Programa e Metas Curriculares de Português, Aprendizagens Essenciais
Português /10º Ano Página 1 de 6 PANIFICAÇÃO ANUA Documentos Orientadores: Programa e Metas Curriculares de Português, Aprendizagens ssenciais Unidade 0 Diagnose Unidade 1 Poesia trovadoresca Cantigas
ENSINO FUNDAMENTAL 2 ª FASE
ENSINO FUNDAMENTAL 2 ª FASE CONTEÚDO 6 º ANO Língua Portuguesa 1) Produção de texto: Narração. Foco narrativo: narrador-observador. Estrutura do texto narrativo. Elementos narrativos. Uso do diálogo. Paragrafação.
